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	<title>Portal Cultura PE &#187; Dança afro</title>
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		<title>Bacnaré celebra seus 31 anos no Teatro de Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Sat, 27 May 2017 16:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49381" aria-labelledby="figcaption_attachment_49381" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/bacnare-foto-lais-domingues-27052017-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-49381" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/bacnare-foto-lais-domingues-27052017-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mostrando as raízes culturais do Brasil, o Bacnaré já se apresentou em vários países da Europa, Ásia e América Latina</p></div>
<p>Criado em novembro de 1985, o Balé de Cultura Negra do Recife desenvolveu ao longo das três últimas décadas um trabalho de pesquisa dos ritmos e coreografias de várias nações do continente africano, e da herança da cultura negra no Brasil. Para celebrar esta história, o grupo apresenta o espetáculo <strong>Bacnaré &#8211; 31 Anos de Resistência</strong> neste sábado (27), às 20h, no Teatro de Santa Isabel em Recife. Ingressos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada).</p>
<p>O Bacnaré traz ao palco trechos de três dos seus principais espetáculos de inspiração africana: <em>Memórias</em>, <em>Sangue Africano</em> e <em>Nações Africanas</em>. Estas apresentações já percorreram o Brasil e diversos países, em festivais onde o grupo recebeu 175 prêmios internacionais.</p>
<p>O grupo continua o legado de seu fundador, o professor, pesquisador e coreógrafo Ubiracy Ferreira, falecido em 2013 e que foi o primeiro bailarino negro a se apresentar no Teatro de Santa Isabel. O Bacnaré também é um Ponto de Cultura, e trabalha no bairro de Água Fria com crianças, adolescentes e adultos, oferecendo oficinas de Dança Afro, Dança Popular, Percussão, Confecção de instrumentos, Teatro de Bonecos e Artesanato.</p>
<p><strong>RESUMO DO ESPETÁCULO</strong></p>
<p><strong>Memórias</strong><br />
O espetáculo mostra em forma de dança a vida dos negros escravizados no período colonial, com o nascimento do guerreiro Zumbi dos Palmares; a forma de defesa (maculelê e a capoeira); o momento do plantio e da colheita da cana de açúcar e dos frutos; a religião africana com os Orixás; e os momentos de festa, como o Maracatu.</p>
<p><strong>Sangue Africano</strong><br />
Resultado de uma pesquisa de quatro anos junto a grupos autênticos africanos, as coreografias são tribais, baseadas em cantos e danças Zulu e de Camarões, e mostram a cadência forte de seus ritmos.</p>
<p><strong>Nações Africanas</strong><br />
É exibida a grande variedade cultural que há no continente africano, pois cada Nação tem uma história, uma identidade própria e uma herança cultural. São representadas seis destas Nações. Na região Leste, Senegal é representado pela Simbu (Dança dos Falsos Leões). Próximo à região central, a nação dos Burundi tem como principal característica a força de seus Drums com sua batida forte e marcante. Da região Sul, a Indiamu Zulu mostra a história das tribos Zulus da Africa do Sul, e a dança Botswana. Da região centro-oeste é encenada a Rwanda, dança caracterizada para postura dos braços e pelo movimento das cabeças dos homens.</p>
<p><strong>ROTEIRO</strong></p>
<p><strong>1)</strong> Navio Negreiro<br />
<strong>2)</strong> Nascimento<br />
<strong>3)</strong> Maculelê<br />
<strong>4)</strong> Capoeira<br />
<strong>5)</strong> Canavial<br />
<strong>6)</strong> Lavagem<br />
<strong>7)</strong> Plantio<br />
<strong>8)</strong> Colheita<br />
<strong>9)</strong> Maracatu de Senzala<br />
<strong>10)</strong> Orixás / Oxalá &#8211; Benção à Vida<br />
<strong>11)</strong> Simbu &#8211; Dança do Falso Leão<br />
<strong>12)</strong> Toque em saudação à terra<br />
<strong>13)</strong> Som da terra &#8211; Burundi<br />
<strong>14)</strong> Rwanda<br />
<strong>15)</strong> Malaica (Manuela)<br />
<strong>16)</strong> Botswana<br />
<strong>17)</strong> Origem da música negra (solo de percussão)<br />
<strong>18)</strong> Indiamu Zulu</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Bacnaré &#8211; 31 Anos de Resistência</strong><br />
<strong>Quando:</strong> Sábado, 27 de maio, às 20h<br />
<strong>Quanto:</strong> R$ 30,00 (inteira) &#8211; R$ 15,00 (meia-entrada)<br />
<strong>Local:</strong> Teatro Santa Isabel &#8211; Recife<br />
<strong>Saiba mais: <a title="Bacnaré - Balé de Cultura Negra do Recife" href="https://www.facebook.com/bacnarebrasil" target="_blank">https://www.facebook.com/bacnarebrasil</a></strong></p>
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		<title>Maracaatômico recebe inscrições para oficina de dança afro</title>
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		<pubDate>Fri, 05 May 2017 19:44:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dança afro]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Carlos]]></category>
		<category><![CDATA[Maracaatômico Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuam abertas as inscrições para a oficina de dança afro, que começa neste sábado (06/05) no Espaço Maracaatômico Cultural (Recife). O curso terá duração de 3 meses e as aulas serão ministradas pelo professor de dança Jean Carlos. O dançarino carrega  no currículo uma vasta experiência de oficinas ministradas em quase todo Brasil. As vagas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Continuam abertas as inscrições para a oficina de dança afro, que começa neste sábado (06/05) no Espaço Maracaatômico Cultural (Recife). O curso terá duração de 3 meses e as aulas serão ministradas pelo professor de dança Jean Carlos. O dançarino carrega  no currículo uma vasta experiência de oficinas ministradas em quase todo Brasil. As vagas são limitadas, os interessados podem se inscrever via <em>Whatsapp </em>(99396-5895) e o investimento é de R$ 50,00.</p>
<p>Segundo a idealizadora do projeto, Elaine Torres “o objetivo da oficina é divulgar a cultura popular afro e despertar o público não só para a dança, mas para a tradição do maracatu como um todo”.</p>
<p>Abrangendo os orixás e ministrada com música ao vivo, as aulas serão direcionadas para até 25 pessoas e acontecerão aos sábados, sempre às 14h30.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/thumbnail_FB_IMG_1492446463034.jpg"><img class="size-medium wp-image-48599 aligncenter" alt="Oficina de dança afro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/thumbnail_FB_IMG_1492446463034-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Oficina de Dança Afro com Prof. Jean Carlos</strong><br />
Local: Espaço Maracaatômico Cultural (Rua Álvares Cabral, 200 &#8211; Bairro do Recife)<br />
Inscrições: 99396-5895 (whatsapp)<br />
Investimento: R$50,00</p>
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