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	<title>Portal Cultura PE &#187; Dança contemporânea</title>
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		<title>Dança e teatro levam à cena as angústias da contemporaneidade</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2016 19:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<description><![CDATA[por Márcio Bastos Chegando à sua reta final, a programação de artes cênicas do FIG começa a apresentar um contorno bem específico para quem conseguiu acompanhá-la. Em cena, estão sendo apresentadas obras que tocam diretamente em questões muito caras à contemporaneidade. A curadoria parece ter tido o especial cuidado de proporcionar ferramentas para que a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Márcio Bastos</em></p>
<p style="text-align: left;">Chegando à sua reta final, a programação de artes cênicas do FIG começa a apresentar um contorno bem específico para quem conseguiu acompanhá-la. Em cena, estão sendo apresentadas obras que tocam diretamente em questões muito caras à contemporaneidade. A curadoria parece ter tido o especial cuidado de proporcionar ferramentas para que a plateia aprofunde seus processos de autoconhecimento e de tomada de ação na transformação social. <strong>Pa(Ideia) &#8211; Pedagogia da Libertação</strong>, do Coletivo Grão Comum, apresentada quarta-feira (27), na Casa Galeria Galpão, foi um ótimo exemplo dessa iniciativa.</p>
<p style="text-align: left;">A obra é a segunda parte da <strong>Trilogia Vermelha</strong>, projeto que leva à cena as ideias de grandes realizadores e pensadores brasileiros, como Glauber Rocha, Dom Helder Câmara e Paulo Freire, este último foco da montagem encenada no FIG. Estrelada por Júnior Aguiar e Daniel Barros, a montagem aborda os dias de cárcere do pedagogo pernambucano durante a Ditadura Militar, assim como seu exílio, que durou 16 anos.</p>
<div id="attachment_38626" aria-labelledby="figcaption_attachment_38626" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28324784470_04f5c9edc0_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38626" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28324784470_04f5c9edc0_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Daniel Barros e Junior Aguiar aplicam pensamento de Paulo Freire à cena</p></div>
<p>Porém, mais do que a transmissão oral, encenada, das ideias de Freire, o espetáculo assume uma potência transformadora ao aplicá-la. Aguiar e Barros, ótimos em cena, convidam o público a assumir papel ativo no que se passa na sua frente. A plateia ganha potencial transformador, afetuoso, se olha, se abraça, se reconhece em suas diferenças e igualdades.</p>
<div id="attachment_38627" aria-labelledby="figcaption_attachment_38627" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/27992749353_37dab61ed0_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38627" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/27992749353_37dab61ed0_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Público é convidado a construir afetos e tomar ação no fazer teatral e na vida</p></div>
<p>Em tempos tão sombrios, de golpes e restrições à democracia, o espetáculo se torna ainda mais urgente, por vezes até doloroso. Ao mesmo tempo em que renova a esperança, toca em uma ferida pesada: até quando iremos perpetuar os erros que nos subjugam, que nos separam, que aprofundam injustiças? É hora, mais do que nunca, de sermos livres sem temer.</p>
<p><strong>CONTEMPORÂNEO</strong></p>
<p>A cena de dança contemporânea do Nordeste tem também mostrado fôlego no 26º Festival de Inverno de Garanhuns. Após a passagem do Giradança (RN), na quarta-feira foi a vez do Balé da Cidade de Campina Grande (PB) mostrar que a produção regional desponta como uma das mais pungentes do País. O grupo apresentou <strong>Frestas, Fôlego e Pele</strong>, espetáculo que sugere angústias relacionadas ao contato humano, à posição do indivíduo no mundo.</p>
<div id="attachment_38628" aria-labelledby="figcaption_attachment_38628" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28609163085_e591ebef22_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38628" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28609163085_e591ebef22_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Bailarinos paraibanos articulam as angústias do corpo em espetáculo</p></div>
<p><strong>VIVÊNCIAS</strong></p>
<p>O ator Esio Magalhães, do Barracão Teatro (SP), participou de conversa sobre o processo criativo e as vivências do seu grupo com atores, educadores e espectadores. No encontro, ele expôs suas experiências em espaços como a África Saariana e o norte do Brasil, locais em que conflitos e com pouco acesso à arte. &#8220;É muito tocante quando terminamos os trabalhos nesses lugares e as pessoas perguntam quando vamos voltar. É um momento em que eles ganham importância, que eles sentem que existem e são vistos. E é transformador poder participar dessa troca&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Confira a programação completa de artes cênicas desta quinta-feira (28):</strong></p>
<p>TEATRO DE RUA<br />
16h &#8211; O Espelho da Lua<br />
Tropa do Balacobaco (PE)<br />
Local: Parque Euclides Dourado</p>
<p>DANÇA<br />
18h &#8211; Mundo ao Redor<br />
Adriana Carneiro (PE)</p>
<p>18h30 – A Feira<br />
Associação Amigos do Teatro Municipal Severino Cabral (PB)<br />
Local: Teatro Luiz Souto Dourado</p>
<p>TEATRO ALTERNATIVO<br />
21h – A Receita<br />
O Poste (PE)<br />
Local: Casa Galeria Galpão</p>
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