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	<title>Portal Cultura PE &#187; Daniel Santiago</title>
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		<title>Exposição de artes visuais &#8220;Caleidoscópio&#8221; chega ao Museu do Trem</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jun 2018 16:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria  O Museu do Trem, no Recife, será ocupado a partir deste sábado, 9 de junho, pela exposição Caleidoscópio, que convida o público a conhecer melhor as produções de três artistas pernambucanos que representam diferentes gerações das artes visuais no Estado. Daniel Santiago, Gil Vicente e Marcelo Silveira despontaram no universo artístico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61298" aria-labelledby="figcaption_attachment_61298" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/MG_4513.jpg"><img class="size-medium wp-image-61298" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/MG_4513-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra de artes visuais gratuita fica em cartaz até 29 de julho</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da Assessoria </em></p>
<p>O Museu do Trem, no Recife, será ocupado a partir deste sábado, 9 de junho, pela exposição <strong>Caleidoscópio</strong>, que convida o público a conhecer melhor as produções de três artistas pernambucanos que representam diferentes gerações das artes visuais no Estado. Daniel Santiago, Gil Vicente e Marcelo Silveira despontaram no universo artístico em momentos distintos, trabalham com diferentes poéticas, mas conversam entre si. A mostra, que já passou por Petrolina e Garanhuns, tem curadoria de Joana D´Arc Lima e conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. A visitação é gratuita e pode ser feita até o dia 29 de julho.</p>
<p>Os três artistas guardam entre eles uma conversa, uma proximidade e uma cumplicidade notadamente revelada nessa exposição pelo ato de produzir imagens com base no gesto de criação lúdico e experimental. Em suas trajetórias e experiências de formação, as biografias desses criadores se entrelaçam na dinâmica do campo artístico em Pernambuco, convivem juntos, estabelecem proximidades e distancias, similitudes e diferenças, se tocam em muitos fazeres das artes visuais contemporânea e da história da arte brasileira.</p>
<p>Frequentaram os mesmos espaços de formação da cidade do Recife em épocas diferenciadas, expuseram juntos, ocuparam os espaços de exibição, enfim, habitam o mesmo território. Todos os três, à sua maneira, produziram em alguns dos seus trabalhos invenções lúdicas e maneiras de brincar com os materiais, com formas, espaços e com os participantes, o que a curadora chamou de poética lúdica.</p>
<div id="attachment_61299" aria-labelledby="figcaption_attachment_61299" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/MG_4533.jpg"><img class="size-medium wp-image-61299" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/MG_4533-607x338.jpg" width="607" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição já circulou por Petrolina e Garanhuns</p></div>
<p>Nessa esteira interpretativa consideramos que o brincar tem uma analogia direta com as imagens produzidas pelo caleidoscópio. &#8220;As múltiplas visões, possibilitadas pela transformação contínua de combinações e encontros de formas, cores e composições, numa rede de relações harmônicas, se assemelham à forma de encarar a vida sob a perspectiva das possibilidades, da sensibilidade, da criação, da invenção e reinvenção do mundo. A ideia de caleidoscópio, como brinquedo de adulto e criança ao mesmo tempo, com suas infinitas combinações, cai bem com a ideia de conhecimento, como algo plural (que também contêm o singular) dos diversos pontos de vista de uma mesma realidade. Brincar – por que não dizer? – é uma forma mais bela de se ver o mundo!”, explica Joana D´Arc.</p>
<p>O mote para a exposição foi a potencialidade do caleidoscópio, que forma imagens virtuais à medida que o objeto é manipulado manualmente. Trata-se de um instrumento óptico que serve para criar efeitos visuais simétricos com o auxílio de um conjunto de espelhos e vidros coloridos. “Imagens fragmentadas, fraturadas, irreais, obtidas por meio da manipulação do outro e ou do gesto dos artistas interessam estar presentes nessa exposição. Juntar, justapor, manipular, inventar, enganar o olhar, construir um fractal – estrutura geométrica complexa cujas propriedades, em geral, repetem-se em qualquer escala – são gestos que resultam em trabalhos que estarão presentes na exposição”, detalha a curadora.</p>
<p>O artista Daniel Santiago criou o seu próprio caleidoscópio (uma escultura de madeira com espelhos, 120 x 50 cm). A obra é um objeto interativo que o público poderá manusear produzindo uma sorte de imagens. Um vídeo apresenta ao público um experimento de Daniel, que colocou uma câmara fotográfica dentro do caleidoscópio e transformou-a no seu personagem central, na sua Câmera Atriz, como foi batizada a obra. Gil Vicente vai expor a série de desenhos recentes Espelho Meu, a série Cartemas (que se inspira em Aloísio Magalhães e traz a ideia do duplo) e uma coleção de pequenos objetos escultóricos. Marcelo Silveira acompanha os colegas e também propõe um trabalho que aposta na variação das imagens, algo que está no cerne do conceito de Caleidoscópio, porém perturbando o espaço físico da mostra. Ele apresenta uma obra inédita composta de 18 portas que se entrelaçam e formam um grande círculo, formando um espaço que só pode ser alcançado pelo olhar que sorrateiramente espreita por meio de brechas. Novamente aqui a força do olhar e do movimento do corpo são colocados em movimento na busca de ver o que não se pode alcançar com os pés.</p>
<div id="attachment_61301" aria-labelledby="figcaption_attachment_61301" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/caleidoscopioo.jpg"><img class="size-medium wp-image-61301" alt="Jan Ribeiro/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/caleidoscopioo-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Instalação de Marcelo Silveira captura os movimentos dos visitantes</p></div>
<p>Também Marcelo Silveira construirá uma&#8221; espécie de caleidoscópio&#8221; dentro do espaço expositivo. Uma grande parede espelhada será composta por ele, numa tentativa de transformar o espaço físico que abrigará a mostra num grande caleido que captura os movimentos dos visitantes e os demais trabalhos dos artistas presentes. Uma pequena instalação com placas de acrílico (quase um penetrável) será instalada no espaço, provocando sempre o olhar e o movimento do corpo. O formato final dessa montagem é sempre uma surpresa, pois a exposição Caleidoscópio tira partido do espaço físico. Certamente o resultado será diferente das montagens feitas em Petrolina e em Garanhuns.</p>
<p>“As múltiplas visões, possibilitadas pela transformação contínua de combinações e encontros de formas, cores e composições, numa rede de relações harmônicas, se assemelham à forma de encarar a vida sob a perspectiva das possibilidades, da sensibilidade, da criação, da invenção e reinvenção do mundo”, pondera Joana D´Arc. Etimologicamente, a palavra caleidoscópio se originou a partir da junção dos termos gregos kallós (“belo”, “bonito”); eidos (“imagem”); e skopeo (“olhar para”, “observar”). Assim, o significado original da palavra grega seria “ver belas imagens”.</p>
<p>A partir dessas referências, a proposta da mostra é reunir processos criativos e poéticas de três artistas para sobrepô-las em suas identidades comuns e nas suas diferenças. Segundo a curadora, as ideias de sobreposições de poéticas, o fazer junto, a cooperação, o fundir-se, o associar-se e o separar-se serão operados enquanto movimentos de criações coletivas. “Todas essas dimensões que permitem as invenções coletivas e as visibilidades individuais serão ampliadas para o público visitante, que será entendido como participador das obras construídas ampliando, por meio de seu toque e gesto, sentidos de cada um dos trabalhos expostos. Um jogo entre artista, participador, funcionários. Achamos que a arte, em seu horizonte maior, serve para aproximar, juntar, sobrepor, separar e abrir conversas. Por isso Caleidoscópio nos parece importante no contexto atual da contemporaneidade”, detalha Joana D&#8217; Arc.</p>
<p><strong>Caleidoscópio – Daniel Santiago, Gil Vicente e Marcelo Silveira</strong><br />
Curadoria: Joana D´Arc Lima<br />
Vernissage: 9 de junho de 2018, das 10h às 13h<br />
Visitação: 11 de junho a 29 de julho de 2018<br />
Museu do Trem: Rua Floriano Peixoto, s/n, São José<br />
Horário: Terça a sexta, das 9h às 17h, sábados das 10h às 17h, e domingo das 10h às 14h</p>
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		<title>Exposição individual de Daniel Santiago ocupa o Mamam</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jun 2017 17:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria  A partir do próximo dia 20 de junho, o artista Daniel Santiago vai ocupar o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam) com a exposição Daniel Santiago em dois tempos. A mostra, que conta com o apoio do Funcultura, é composta por cerca de 30 obras, muitas inéditas, selecionadas pela curadora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com informações da Assessoria </em></p>
<div id="attachment_50045" aria-labelledby="figcaption_attachment_50045" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Arte/Daniel Santiago</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/daniel.png"><img class="size-medium wp-image-50045" alt="Arte/Daniel Santiago " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/daniel-607x398.png" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra fica em cartaz até 13 de agosto</p></div>
<p>A partir do próximo dia 20 de junho, o artista Daniel Santiago vai ocupar o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam) com a exposição Daniel Santiago em dois tempos. A mostra, que conta com o apoio do Funcultura, é composta por cerca de 30 obras, muitas inéditas, selecionadas pela curadora Joana D´Arc Lima, que vê essa mostra como uma espécie de celebração e reconhecimento da trajetória do artista de 78 anos que começou sua carreira na década de 1960 e, hoje, 50 anos depois, segue atuando com uma enorme potência criativa.</p>
<p>O pavimento térreo do Museu será tomado por UM SONHO DE EZRA POUND, composta por 20 camas de solteiro prontas para receber os sonolentos que por lá passarem. O artista, cuja última individual na cidade aconteceu em 2011, conta que a ideia dessa obra nasceu quando ele ficou sabendo que o poeta Ezra Pound dizia que a realidade não é essa que vivemos, na verdade, a realidade é quando sonhamos. “Aqui, nós estamos lutando pela sobrevivência para poder sonhar. Nós estamos lutando para sobreviver e quando temos tempo vamos para a realidade que é exatamente o sonho. Queria levar as pessoas para essa realidade, e, para sonhar, é preciso dormir, por isso imaginei logo as camas”, conta.</p>
<p>Em diálogo com seu modo colaborativo de trabalhar, a produção da exposição decidiu fazer uma chamada pública via redes sociais para conseguir as 20 camas que compõem a obra, que, na verdade, mais que uma instalação ou performance, se apresenta como um happening. “Numa performance o artista domina, quando o público começa a interferir transforma-se num happening. Dormir, essa é a proposta”, pontua o artista que estará devidamente vestido com um pijama e que pretende passar a noite no museu. O ambiente terá uma iluminação e um clima propício, a partir do designer de montagem proposto pela também artista Beth da Mata.</p>
<div id="attachment_50046" aria-labelledby="figcaption_attachment_50046" class="wp-caption img-width-384 alignright" style="width: 384px"><p class="wp-image-credit alignleft">Arte/Daniel Santiago</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/daniel2.png"><img class="size-medium wp-image-50046" alt="Arte/Daniel Santiago" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/daniel2-384x486.png" width="384" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Obras inéditas também integram a exposição</p></div>
<p>Alguns colegas artistas receberam um convite especial para se engajar no happening e também passar a noite por lá. Mas, segundo ele, o convite a pernoitar no Mamam se estende a todo o público que também deve comparecer ao vernissage com o dress code proposto: pijama. Toda essa movimentação na inauguração será documentada em vídeo e passará a compor a mostra.</p>
<p>Para Joana D´Arc, esse formato e a escolha do happening tem total conexão com as questões que Daniel Santiago vem operando ao longo de sua trajetória, contando sempre com essa participação do outro. “Daniel é um artista incrível, que não para de criar. Em toda sua trajetória ele soube transitar por diversos suportes, desde os mais tradicionais como o desenho e a pintura, passando pela arte conceitual e as performances. Ele se adaptou muito bem aos novos meios e sabe explorá-los muito bem. Tem artistas que, ao longo do tempo, ficam presos no seu modo de criar ou ficam focados em atender a um certo mercado, mas Daniel está totalmente fora disso. Se há algo central na sua obra, é essa necessidade do outro, de ter essa interlocução”, pontua.</p>
<p>Dentro dessa proposta, foi preciso deixar as camas literalmente prontas para receber os convidados. A produção das fronhas e lençóis &#8211; feitos em tecido de algodão &#8211; ficou a cargo do também artista visual Carlito Person, que está compondo os 20 jogos de cama, utilizando técnica de estamparia artesanal com carimbos, cujas imagens remetem a personagens flutuantes que parecem caminhar para dentro de um sonho, naquele estado intermediário de vigília, que antecede a entrada no sono profundo. “Eu criei 11 figuras diferentes e fiz carimbos num tipo de borracha que dá ao trabalho um resultado próximo ao da xilogravura”, detalha Carlito. Também foi formatado um kit (numerado), composto pelo jogo de cama e um tapa olho, que pode ser adquirido pelo público.</p>
<p style="text-align: left;">Já no primeiro andar, será apresentada uma seleção de obras do artista desenvolvidas ao longo de sua carreira. Diante da diversidade de suportes, projetos, ideias e conceitos que perpassam o trabalho de Daniel, a produção optou por unificar o modo de apresentação dos mesmos. “Ao invés, de expor desenhos, pinturas, instalações, registros de performances, trazemos ao público essas 20 obras em lambe-lambe, no formato 90 x 120, além da exibição de seis vídeos”, explica a curadora, lembrando que também serão apresentadas algumas capas de livro feitas por Daniel Santiago quando ela atuava como designer da Prefeitura do Recife, entre 1984 e 2000.</p>
<div id="attachment_50047" aria-labelledby="figcaption_attachment_50047" class="wp-caption img-width-370 alignright" style="width: 370px"><p class="wp-image-credit alignleft">Arte/Daniel Santiago</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/daniel3.png"><img class="size-medium wp-image-50047" alt="Arte/Daniel Santiago" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/daniel3-370x486.png" width="370" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O artista</p></div>
<p>Durante os últimos meses, ela iniciou uma vasta pesquisa no ateliê do artista e em seus arquivos para selecionar aquilo que iria compor a exposição. Nesse processo de seleção, não foram escolhidas apenas obras finalizadas, mas também projetos nunca realizados, rejeitados numa Bienal, por exemplo. “Pretendemos fazer certo deslocamento, trazer outros &#8216;Danieis&#8217;. São ideias que muitas vezes não chegaram a ser materializadas, mas que tem força e fazem de seu arquivo algo pulsante”, diz Joana D´Arc. Para ela, entrar no universo de Daniel Santiago é perceber a sua sofisticação poética singular, que busca quase sempre referências na literatura, passando por Fernando Pessoa, Augustos dos Anjos, Becket, Hemingway, e o próprio Ezra Pound, fonte inicial para o desenvolvimento do happening dessa exposição. “O seu gesto poético é muito forte”, resume a curadora.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Daniel Santiago em dois tempos</strong><br />
Artista: Daniel Santiago<br />
Curadoria: Joana D´Arc Lima<br />
Artistas convidado: Carlito Person<br />
Designer de Montagem: Beth da Mata<br />
20 de junho a 13 de agosto de 2017</p>
<p>Mamam – Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães<br />
Endereço: R. da Aurora, 265 – Boa Vista<br />
Telefone:(81) 3355-6871<br />
Visitação: De terça a sexta, das 12h às 18h. Sábados e domingos das 13h às 17h.</p>
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		<title>Escola Engenho retoma as atividades com curso de formação em audiovisual</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2016 21:05:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diante de uma automática e abundante produção de novas imagens, o curso O que vemos, o que nos olha, oferecido pela Escola Engenho com incentivo do Funcultura, vem sugerir o estabelecimento de uma relação antropofágica com as obras do acervo de videoarte da Fundação Joaquim Nabuco, ligando os sujeitos-pesquisadores, suas motivações e expressões artísticas a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/escola-engenho-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-40202" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/escola-engenho-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Diante de uma automática e abundante produção de novas imagens, o curso <em>O que vemos, o que nos olha</em>, oferecido pela Escola Engenho com incentivo do Funcultura, vem sugerir o estabelecimento de uma relação antropofágica com as obras do acervo de videoarte da Fundação Joaquim Nabuco, ligando os sujeitos-pesquisadores, suas motivações e expressões artísticas a um arcabouço de experiências e reflexões.</p>
<p>O curso está com inscrições abertas até sexta-feira (16) para pessoas a partir de 18 anos de idade que realizem algum trabalho, mesmo que inicial, de pesquisa ou experiência com arte e tecnologia, interessadas em interfaces de produção artística nos mais diversos suportes: desenho, grafite, música, artes plásticas e visuais, audiovisual, teatro, performance, etc.</p>
<p>Interessados devem enviar os dados pessoais (nome completo, endereço, data de nascimento e nível escolar) junto com uma carta de intenção que pode ser em vídeo, áudio ou por escrito para o e-mail <strong>escolaengenho@gmail.com</strong> com o seguinte assunto: “o que vemos &#8211; inscrição”. Também haverá um plantão para inscrições presenciais no horário das 8h às 12h.</p>
<p>Estão sendo disponibilizadas 16 vagas, sendo 8 delas destinadas a estudantes e/ou artistas (Mc, Rap, Dj ) das comunidades ao redor da Escola Engenho: Roda de Fogo, Engenho do Meio e Torrões. As aulas começam no dia 19 de setembro com duração até 25 de novembro, todas as segundas, quartas e sextas-feiras das 14h às 18h.</p>
<p>Conduzido por Lia Letícia e coordenado por Mariana Porto, o curso tem caráter de pesquisa, discussão e experimentação de tecnologias em seus mais diversos suportes &#8211; o corpo, o som, a imagem &#8211; relacionando-os com este espaço inquietante entre observador e observado. Os encontros presenciais serão realizados na Escola Engenho, localizada no bairro Engenho do Meio e na Fundação Joaquim Nabuco de Casa Forte.</p>
<p>O curso, segundo Lia Letícia, se propõe a ser, antes de tudo, prático. &#8220;Um dos principais pilares do projeto é que os alunos possam produzir seus próprios trabalhos a partir do resgate das obras contidas no acervo da Fundaj, que é um dos maiores acervos da América Latina e, no entanto, tão pouco acessado. A ideia é que a partir dele possamos conseguir matéria-prima pra trabalhar com jovens e também suprir essa necessidade de dar visibilidade a esse acervo. Mergulhando nele, também estamos trazendo a questão da memória que, atualmente, para o nosso país, tem sido tão importante. É preciso ir atrás da nossa história e através dela pensar e refletir o presente.&#8221;</p>
<p>Durante o curso, os alunos receberão os artistas Daniel Santiago, Fernando Peres e Paulo Meira, cujas as obras estão no acervo de videoarte da Fundaj, e que individualmente apresentarão ações aberta ao público. Ao fim do processo, os participantes serão convidados a remontar uma das obras do acervo, em qualquer suporte, a ser apresentado como conclusão do curso.</p>
<div id="attachment_38143" aria-labelledby="figcaption_attachment_38143" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/DanielSantiago-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-38143" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/DanielSantiago-divulgacao-607x321.jpg" width="607" height="321" /></a><p class="wp-caption-text">Daniel Santiago é um dos artistas convidados do curso</p></div>
<p>&#8220;Já vínhamos praticando isso em exercícios com as crianças. Mas sentíamos a necessidade de falar com jovens e adultos sobre isso e também ampliar o nosso campo de ação sobre essa reflexão e criação de imagens&#8221;, justifica Lia.</p>
<p><strong>TRAJETÓRIA</strong></p>
<p>A Escola Engenho é um espaço de experimentação em formação e tecnologias audiovisuais que, desde 2011, vem trabalhando com crianças e jovens de três comunidades do Recife -  Roda de fogo, Sítio das Palmeiras e Engenho do Meio &#8211; buscando promover empoderamento e autonomia na produção e legitimação de saberes locais.</p>
<p>São desenvolvidas oficinas de experimentação artística explorando uma interface artístico-formativa entre espaços tradicionalmente afastados: teoria e prática, ensino e aprendizado, saberes sedimentados e novos saberes. O principal suporte para estas experimentações é o audiovisual, mas a natureza da ação é híbrida, aglutinando especificidades de práticas artísticas, educativas e do movimento social a partir de 4 eixos: imagem, corpo, música e mídias livres.</p>
<div id="attachment_40201" aria-labelledby="figcaption_attachment_40201" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/escola-de-engenho-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-40201" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/escola-de-engenho-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Desde 2011, a Escolha Engenho vem trabalhando com crianças e jovens das comunidades Roda de fogo, Sítio das Palmeiras e Engenho do Meio</p></div>
<p>A Escola Engenho estava sem promover atividades desde abril de 2015, quando encerrou sua última oficina. De lá pra cá, faltaram recursos para dar continuidade às ações idealizadas. Os principais objetivos da Escola são a emancipação no consumo de imagens, a ampliação do repertório sensível, a aquisição e/ou desenvolvimento de tecnologias sociais colaborativas, a formação de uma prática cineclubista na comunidade. O conjunto destas ações promove uma forte aproximação destas três comunidades com as artes e tecnologias sociais e de comunicação.</p>
<p>&#8220;Todo mundo hoje produz imagem, fotografa, filma. Vivemos uma superprodução de imagem, mas pouco se reflete, se pensa sobre essa criação e sobre as ideologias que estão atrás delas&#8221;, aponta Lia.</p>
<div id="attachment_40203" aria-labelledby="figcaption_attachment_40203" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/cineclube.jpg"><img class="size-medium wp-image-40203" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/cineclube-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos objetivos da Escola Engenho é estimular a prática cineclubista</p></div>
<p>Cerca de 150 crianças já passaram pela escola. Entre os produtos gerados pelas oficinas estão o curta-metragem <em> A Paz Lunática</em>, premiado no FestCine e também exibido no Teatro Arraial em sessão aberta ao público, onde as crianças puderam falar sobre a produção. &#8220;Esse filme evidencia o caráter da produção, que não se trata de um filme infantil e sim um filme pensado pelas crianças, desde o roteiro até a finalização. Esse empoderamento, esse poder fazer é o principal impacto para eles. O que fica de permanente é que o audiovisual, enquanto um tipo de escrita do nosso pensamento, está  acessível pra qualquer pessoa&#8221;, avalia.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/5KofFvFKdLM" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>&#8220;Eu gosto de pensar que a Escola Engenho vai continuar no imaginário do Engenho do Meio e da Roda de Fogo como uma possibilidade, uma potência pra quem passa por ali. Acredito que, com esse projeto voltando, mesmo que seja pra jovens e adultos, as crianças que já participaram e estão crescendo voltem a circular. Até porque promovemos sessões de filmes que vão ser abertas à comunidade. Pretendemos resgatar esse laço com a comunidade porque o trabalho de arte-educação ali precisa ser contínuo.&#8221;</p>
<p>A maioria dos exercícios praticados nas oficinas da Escola Engenho tem como finalização um produto audiovisual, geralmente um curta-metragem, disponíveis no <a href="http://www.youtube.com/user/escolaengenho/videos?view=0&amp;sort=dd&amp;shelf_id=1">canal da Escola no Youtube.</a></p>
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		<title>Catálogo &#8220;Pernambuco Experimental&#8221; tem duplo lançamento no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 14:10:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A diversidade da arte produzida no estado no período entre 1920 e 1980 é explorada no catálogo “Pernambuco Experimental”, que será lançado nesta sexta-feira (25/09) no Recife, com bate-papo com os autores. O lançamento acontece com dois momentos: às 15h, na Galeria Capibaribe, no hall do Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Pe_experimental.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-30520" alt="Pe_experimental" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Pe_experimental-607x224.png" width="607" height="224" /></a></p>
<p>A diversidade da arte produzida no estado no período entre 1920 e 1980 é explorada no catálogo “Pernambuco Experimental”, que será lançado nesta sexta-feira (25/09) no Recife, com bate-papo com os autores. O lançamento acontece com dois momentos: às 15h, na Galeria Capibaribe, no hall do Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e às 19h, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM). Nos dois lugares, os livros serão distribuídos gratuitamente. A publicação é relativa à exposição realizada homônima realizada de dezembro de 2013 a março de 2014, no Museu de Arte do Rio (MAR), no Rio de Janeiro, com incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco.</p>
<p>O catálogo reúne ilustrações, ensaio inédito da curadora da exposição Clarissa Diniz e textos de críticos convidados, Zanna Gilbert, Adolfo Montejo Navas, Jomard Muniz de Brito e José Claudio. A edição é bilíngue, com textos em português e inglês. Com projeto gráfico do pernambucano Raul Luna, o livro é uma evidência do caráter experimental das artes gráficas do estado, que se estende à contemporaneidade por meio de um design arrojado e de notável consciência espacial.</p>
<p>O livro se constitui um documento fundamental acerca da história da arte de Pernambuco. Com a atuação de artistas como Vicente do Rego Monteiro, Cícero Dias, Joaquim Cardozo, João Cabral de Melo Neto, Aloísio Magalhães, O Gráfico Amador, José Cláudio, Jomard Muniz de Britto, Paulo Bruscky, Daniel Santiago, Montez Magno, grupo Vivencial Diversiones, grupo Ave Sangria, Lula Cortes, dentre tantos outros, é possível vislumbrar a riqueza experimental dessa história que, sobretudo nas décadas de 50, 60 e 70 encontra um momento de profícua radicalidade.</p>
<p>Foi durante essas décadas que novos meios são experimentados (impressões, vídeo, fotografia, intervenção) e o corpo surge como protagonista, levando a criticidade da arte a consequências políticas significativas por meio da experimentação. A exposição, que ocupou 900m2 do MAR, apresentou trabalhos e documentos desse período, reunindo diversas obras (pinturas, desenhos, fotografias, vídeos, performances), uma programação de filmes e um ciclo de debates.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong> Lançamento do livro “Pernambuco Experimental”</strong><br />
Dia 25 de Setembro de 2015<br />
Bate-papo com os autores. Os livros serão distribuídos gratuitamente.<strong><br />
</strong>15h &#8211; Universidade Federal de Pernambuco &#8211; Hall do Centro de Artes e Comunicação:<br />
Av. Prof. Moraes,1235, Cidade Universitária<br />
19H &#8211; Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) &#8211; Rua da Aurora, 265, Boa Vista.</p>
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		<title>Izidorio Cavalcanti articula intervenções artísticas no terminal da PE-15</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 20:16:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cotidiano dos passageiros de transporte público vai ser transformado a partir desta quarta-feira (22) pelo Projeto PE 15, idealizado pelo artista plástico pernambucano Izidorio Cavalcanti. O projeto promove a apresentação de trabalhos artísticos em suportes diversos (intervenções urbanas, instalações, performances, pinturas, vídeos, desenhos, entre outros formatos) de 15 artistas convidados no Terminal de Integração [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15725" aria-labelledby="figcaption_attachment_15725" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/charles_martins3.jpg"><img class="size-medium wp-image-15725" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/charles_martins3-607x471.jpg" width="607" height="471" /></a><p class="wp-caption-text">Charles Martins apresenta lambe-lambe &#8220;Clima civil&#8221; e vídeo &#8220;Recife abaixo&#8221; nas estações Recife e Joana Bezerra.</p></div>
<p>O cotidiano dos passageiros de transporte público vai ser transformado a partir desta quarta-feira (22) pelo <strong><a href="https://www.facebook.com/projetope15" target="_blank">Projeto PE 15</a></strong>, idealizado pelo artista plástico pernambucano Izidorio Cavalcanti. O projeto promove a apresentação de trabalhos artísticos em suportes diversos (intervenções urbanas, instalações, performances, pinturas, vídeos, desenhos, entre outros formatos) de 15 artistas convidados no Terminal de Integração da PE 15, nas estações do metrô &#8211; Recife  (central) e Joana Bezerra &#8211; e em ônibus da linha PE 15 &#8211; Joana Bezerra. Os artistas foram selecionados pela curadora Marcela Camelo em parceria com Izidoro. O projeto é uma realização da Iziarte, com incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. <em><strong>Confira detalhes sobre cada trabalho artístico, data e horário na </strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/AGENDAO-PE15.pdf" target="_blank"><strong>programação</strong></a>.</em></p>
<div id="attachment_15723" aria-labelledby="figcaption_attachment_15723" class="wp-caption img-width-364 alignright" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/izidorio_cavalcanti.jpg"><img class=" wp-image-15723  " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/izidorio_cavalcanti-607x404.jpg" width="364" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">Izidorio Cavalcanti mostra a performance &#8220;Prato em dó maior&#8221; na quinta (23), no hall da estação Central do metrô.</p></div>
<p>O nome do projeto faz alusão a Rodovia Estadual PE-15 que abriga o Terminal Integrado de ônibus de mesmo nome, relacionando-o ao número de artistas participantes e a quantidade de obras criadas. Entre os convidados, quatro atravessaram o atlântico para expor na cidade. De Portugal, os artistas Cristina Ataíde, Filipe Garcia, Manuel Barbosa e André Fonseca. Os demais, daqui de Pernambuco, são: Eduardo Romero, Charles Martins, Marcela Camelo, Bruno Vieira, Sérgio Vasconcelos, Mozart Santos, Daniel Santiago, Lia Letícia, Luciana Padilha, Isabela Faria e o próprio Izidorio Cavalcanti.</p>
<p>De acordo com Izidorio, a ideia é promover o diálogo entre as artes visuais, as pessoas que circulam pelos espaços públicos, buscando revelar suportes expressivos da arte contemporânea. “Pensamos em trabalhar com o trajeto que parte da estação PE 15, das linhas que vão diretamente para o metrô no centro do Recife, finalizando o itinerário. Teríamos dois pontos fixos para os trabalhos artísticos &#8211; a própria estação PE15 e o metrô”, explica o artista.</p>
<p><strong>SOBRE O TERMINAL PE 15 MILTON SANTOS </strong>-  Localizado na Rodovia Estadual PE-15, na cidade de Olinda, é o  mais antigo terminal integrado em funcionamento. Foi inaugurado em 1992 e hoje é o terminal mais movimentado da Região Metropolitana do Recife, com 44 mil usuários e 134 coletivos realizando 1503 viagens diárias.</p>
<p><strong>Saiba mais sobre o projeto na página <a href="http://www.facebook.com/projetope15" target="_blank">www.facebook.com/projetope15</a></strong></p>
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