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	<title>Portal Cultura PE &#187; Daruê Malungo</title>
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		<title>Espetáculo Obirin-Kunhã: Dança Inflamada chega ao Recife e a Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 15:11:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115517" aria-labelledby="figcaption_attachment_115517" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Foto-1-Ricardo-Labastier.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115517" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Foto-1-Ricardo-Labastier-607x397.jpeg" width="607" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">A dançarina Marcela Rabelo</p></div>
<p>De 15 a 19 de janeiro, as cidades do Recife e de Olinda recebem o espetáculo <em>Obirin-Kunhã: Dança Inflamada</em>. Concebida pela intérprete-criadora Marcela Rabelo, a apresentação é uma imersão nas mitologias afro-brasileiras e afro-indígenas, por meio da dança e da poesia, sendo também um convite a refletir sobre o estar e o ser mulher a partir de uma perspectiva ancestral. As apresentações fazem parte da programação do 31º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos. A entrada é gratuita.</p>
<p>Obirin (mulher, mãe, filha, na cultura Yorubá) e Kunhã (mulher, liderança feminina, do tronco linguístico tupi-guarani) são os conceitos que inspiram o espetáculo, fundamentado na investigação de itans (mitos e contos da tradição oral afro-brasileira) e nas obras do poeta França de Olinda (1955-2007), cuja escrita marginal e afro-centrada serve de referência para essa jornada artística. Composta por movimentos que dialogam com as danças populares de Pernambuco, a dança afro e a dança contemporânea, a performance busca dar voz a outras narrativas sobre o feminino destacando saberes muitas vezes silenciados pelos processos coloniais.</p>
<p>&#8220;<em>Obirin-Kunhã: Dança Inflamada</em> é um espetáculo que transcende a linguagem do corpo, pois também se comunica por meio de vídeos e imagens criando um entrelaçamento visual e sensorial que fortalece a mensagem das poesias de França de Olinda, especialmente da obra <em>Poeminflamado</em> (2011)&#8221;, explica a artista Marcela Rabelo. &#8220;Essa dramaturgia busca reavivar e redescobrir, no corpo da intérprete, as experiências do feminino afro-indígena como formas de resistência e afirmação cultural&#8221;, pontua.</p>
<p>As apresentações ocorrem, em Olinda, nos dias 15 e 18 de janeiro. No dia 15, no Teatro Fernando Santa Cruz, às 20h; e no dia 18, às 19h, na sede do Maracatu Nação Pernambuco. Já no Recife as apresentações são nos dias 17 e 19 de janeiro, no Teatro Arraial Ariano Suassuna, às 20h, no dia 17; e na sede do Daruê Malungo, às 18h, no dia 19. Com duração de 30 minutos, o espetáculo é um convite para questionar e redimensionar o papel da mulher na sociedade ao mesmo tempo em que celebra as cosmovisões de povos originários. Com o apoio da Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), o projeto também vai passar pelas cidades de Bezerros e Garanhuns, no Agreste pernambucano, com apresentação e oficina de dança. Todas as apresentações tem intérprete de libras.</p>
<p>A entrada é gratuita. Para retirar ingressos para as datas de 15 e 17 de janeiro, deve-se realizar a inscrição pelo <a title="31º Janeiro de Grandes Espetáculos" href="https://www.sympla.com.br/produtor/festivaljge" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a> do festival Janeiro de Grandes Espetáculos no mesmo dia da apresentação. Além de retirar o ingresso é necessário levar 1 kg de alimento não perecível para a entrada no evento. Já para as apresentações dos dias 18 e 19 de janeiro, os ingressos devem ser retirados pelo Sympla do projeto Dança Inflamada <a title="Obirin-Kunhã: Dança Inflamada - dia 18" href="https://www.sympla.com.br/evento/obirin-kunha-danca-inflamada/2789756?referrer=l.instagram.com" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e <a title="Obirin-Kunhã: Dança Inflamada - dia 19" href="https://www.sympla.com.br/evento/obirin-kunha-danca-inflamada/2789759?referrer=l.instagram.com" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p><strong>INTÉRPRETE-CRIADORA -</strong> Natural do Recife, Marcela Rabelo é artista da dança, brincante, produtora cultural, pesquisadora e professora de danças populares há mais de 20 anos. É integrante do corpo de dança do Maracatu Nação Pernambuco, de Olinda, e da Cia. de Dança Artefolia, do Recife. Realizou trabalhos com diversas companhias, espetáculos e grupos de danças populares e dança contemporânea da cena pernambucana. Tem facilitado oficinas de danças populares em Pernambuco, no Brasil e em diferentes países como Cuba, Argentina, Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e Canadá. É idealizadora e criadora-intérprete do projeto de pesquisa Corpoesia/Dança Inflamada, do espetáculo solo Obirin-Kunhã: Dança Inflamada e da Mostra Obirnin-kunhã de Dança, voltada para mulheres da dança e da cultura popular. Como pesquisadora dedica-se ao estudo das danças populares e o entrelace com diferentes áreas. É designer com foco voltado para videodança (UFPE), especialista em Dança (FAV–RJ/PE) e mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia (UFPE), com ênfase na pesquisa de danças no âmbito da cultura popular e os trânsitos entre espaços de representação.</p>
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		<title>Sala de Dança do Daruê Malungo oferece programação gratuita em julho</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 19:47:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo, por meio da mestra Vilma Carijós, apresenta o projeto “Kilombo Malungo – Ocupação” neste mês de julho. A iniciativa, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, visa democratizar o acesso à dança e fortalecer a formação de novas plateias, tornando o Daruê [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center">
<div id="attachment_110984" aria-labelledby="figcaption_attachment_110984" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Igor Cavalcanti Moura/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/YUGO-NODO-Yara-Igor-Cavalcanti-Moura-03.jpg"><img class="size-medium wp-image-110984" alt="Igor Cavalcanti Moura/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/YUGO-NODO-Yara-Igor-Cavalcanti-Moura-03-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Programação oferece espetáculos de dança, oficinas e vivências, com a presença da artista NODO Yara</p></div>
<p>O Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo, por meio da mestra Vilma Carijós, apresenta o projeto “Kilombo Malungo – Ocupação” neste mês de julho. A iniciativa, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, visa democratizar o acesso à dança e fortalecer a formação de novas plateias, tornando o Daruê Malungo um espaço de referência para as danças negras no estado. Neste sábado (27), das 10h às 12h, o Grupo Matulão de Dança, apresenta a oficina “Figuras do Bumbá”, que oferece aos participantes a oportunidade de conhecer os personagens e os elementos do Bumba Meu Boi, uma das mais tradicionais manifestações culturais do Maranhão. Às 19h, será encenado o espetáculo “Bumba Meu Boi Bumbá”, uma versão contemporânea dessa tradição, com música, dança e teatro. A entrada é gratuita.</p>
<p>A programação busca oferecer espetáculos de dança, oficinas e vivências, com a presença da artista NODO Yara e do Grupo Matulão de Dança, todos com foco nas danças negras e populares, e no processo de aquilombamento que une a todos nós em torno da arte. A iniciativa acontece na Sala de Dança do Daruê Malungo, no Barreto, Recife.</p>
<p>O espaço, equipado com sistema de som, iluminação e piso de linóleo, oferece um ambiente propício para a fruição da arte e para a realização de atividades formativas. Já a curadoria apresenta diferentes nuances e caminhos das danças negras, afroindígenas e populares na diáspora latino-americana, alinhadas com os princípios basilares do trabalho do Daruê Malungo.</p>
<p>Mais do que assistir a apresentações, o Kilombo Malungo – Ocupação convida o público a uma imersão profunda na cultura afro-brasileira, descobrindo, através da dança, do olhar e dos corpos, que é possível se conectar a formas tão distintas de criação, experimentando o contato com artistas que vivem constantemente este processo.</p>
<p>Cada espetáculo é seguido por uma oficina, proporcionando ver o artista enquanto pessoa que dança ao nosso lado, mas que passa a compor a cena, possibilitando que haja uma conexão ainda mais próxima entre criador e plateia. Assim, os artistas, além de apresentarem seus trabalhos, também participam de atividades de integração com a comunidade, fortalecendo o intercâmbio cultural e criando laços de afetividade.</p>
<p>“No Daruê nós somos companheiros de luta, vivemos e aprendemos a ocupar o palco como nossa segunda casa. Formamos uma roda para dançar, para ver os outros dançando, como é na capoeira, na vida, onde quer que a gente vá. É parte da nossa pedagogia olhar o outro como companheiro e não como rival.”, destaca Vilma Carijós, coordenadora geral do projeto e presidenta do Daruê Malungo.</p>
<div id="attachment_110983" aria-labelledby="figcaption_attachment_110983" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/Grupo-Matulão-04.jpg"><img class="size-medium wp-image-110983" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/Grupo-Matulão-04-607x356.jpg" width="607" height="356" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Matulão de Dança também participa das vivências no Daruê Malungo</p></div>
<p>Segundo Orun Santana, coordenador pedagógico do Daruê Malungo, “o objetivo do projeto é promover a ocupação da sala de dança do centro cultural, fortalecendo esse espaço como local de fruição artística. Além da formação, que já é referência na cidade, o projeto busca trazer novos trabalhos para dialogar com as diferentes formas de dança que dialogam com o que fazemos no Daruê”.</p>
<p>Orun também destaca a importância da curadoria da programação. “Os espetáculos que ocupam a sala de dança têm em comum a pesquisa direcionada à cultura popular ou à dança afro, o que dialoga com o pensamento político-pedagógico do Daruê. É importante lembrar que a apresentação acompanha sempre uma oficina, proporcionando um dia inteiro de vivência formativa e de fruição”.</p>
<p>O projeto “Kilombo Malungo – Ocupação” é uma oportunidade única para conhecer a riqueza da cultura afro-brasileira e para fortalecer a comunidade do entorno do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo.</p>
<p><b>Sobre o Daruê Malungo – </b>O Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo, idealizado por Vilma Carijós e Mestre Meia Noite, foi criado em 5 de outubro de 1988 e registrado em 1990. Localizado na Rua Passarela, 18-A, na Campina do Barreto, Zona Norte do Recife, o centro atua com educação comunitária por meio das artes, desenvolvendo uma metodologia própria de ensino. É reconhecido na cidade como um importante espaço de criação, difusão e manutenção da cultura negra. A organização não governamental oferece diversos programas educativos e culturais para crianças, jovens e adultos, com foco na promoção da cidadania, da cultura afro-brasileira e da justiça social.</p>
<p><b>Serviço:<br />
</b>Kilombo Malungo – Ocupação<br />
Sábado (27)<br />
Oficina: Figuras do Bumba | 10h às 12h<br />
Espetáculo Bumba Meu Boi Bumbá – Grupo Matulão de dança  | 19h<br />
Sala de Dança – Daruê Malungo (Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo | Rua Passarela, 18-A, Campina do Barreto, Recife-PE)<br />
Gratuito</p>
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		<title>Festival de Danças Negras da Gira Ara Dúdú ocupa espaços culturais do Recife</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 13:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Gira Ara Dúdú realiza seu primeiro Festival de Danças Negras, que tem como temática O que o Corpo Negro Come?. A celebração acontece teve início nos dias 9 e 10 de dezembro e continua, esta semana, de sexta-feira (15) até domingo (17). O acesso ao público é gratuitamente e ocorre em quatro espaços culturais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107027" aria-labelledby="figcaption_attachment_107027" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Demison Silva/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Foto-Demison-Silva.jpg"><img class="size-medium wp-image-107027" alt="Demison Silva/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Foto-Demison-Silva-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Festival de Danças Negras</p></div>
<p>A Gira Ara Dúdú realiza seu primeiro Festival de Danças Negras, que tem como temática O que o Corpo Negro Come?. A celebração acontece teve início nos dias 9 e 10 de dezembro e continua, esta semana, de sexta-feira (15) até domingo (17). O acesso ao público é gratuitamente e ocorre em quatro espaços culturais recifenses: Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo; Centro Cultural Apolo-Hermilo; Caixa Cultural Recife; e Paço do Frevo. O festival contempla também a acessibilidade, com atividades disponíveis em libras.<br />
Contemplado pelo edital do Sistema de Incentivo à Cultura (SIC) 2020/2021, o festival tem o apoio da Prefeitura do Recife e incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) 2020/2021.<br />
A programação oficial conta com espetáculos, oficinas, imersão, rodas de conversa, mostra negra de videodanças e instalação proporcionando participações pernambucanas e de outros Estados do Nordeste como Bahia, Maranhão, Ceará e Rio Grande do Norte, além de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Goiás.<br />
As participações ao longo do festival são: Paulo Queiroz (PE), Mestra Dan Dara (MA/BA), Mestra Di (PE), Vilma Carijós (PE), Mestra Nice Teles (PE), Orun Santana (PE), Sérgio Lelo (PE), Maria Livreira (PE), Diogo Lins (PE), Iara Izidoro (PE), Akuenda Translésbicha (PE), Tieta Macau (MA/CE), Luciane Ramos Silva (SP), Sophia Wiliams (PE), Briê (PE), Quilombo do Catucá (PE), Camila Ribeiro (GO), Ruanda (PE), Olefun Helaynne Sampaio Viana (PE), Coletivo Nudaafro (RJ), Odara Nur Mahin/Resistência Bellyblack (RJ), Guilherme Allain (PE), Rayane Nátale Calixto (MG/RN), Victor Freitas (CE), Emerson Dias (PE), Luís Eduardo (DF), Lua Maria (PE), Estes Soares (PE), Una (PE), Orí Cia. de Dança (PE), Moabia Ferreira (PE), Deybson de Oxalá (PE), Danielle Vieira (PE), Elaine de Oxum (PE), Raquel Araújo (PE) e Gleice Barbosa (PE).<br />
A Gira Ara Dúdú nasce do movimento de Jamila Marques, Renata Mesquita e Dandara Marques, todas mulheres negras, mães, artistas e pesquisadoras que juntas formam o núcleo Ara Agontimé. O festival também conta com a coordenação de curadoria, realizada por Sophia Williams e Diogo Lins.<br />
“O festival surge com o objetivo de refletir sobre o legado ancestral da memória e cultura dos corpos negros dançantes que tecem histórias na cidade do Recife e no Estado de Pernambuco. Nossa temática também busca a reflexão sobre as nutrições do corpo desde o nascer, seus deslocamentos nas tessituras e dramaturgias do existir e ainda como são moldados e incorporados padrões que violentam nossas vidas e adoecem nossos corpos”, explica Renata Mesquita.</p>
<p><strong>CHAMAMENTO -</strong> A etapa inicial foi concluída após a divulgação do resultado do chamamento público, que ficou aberto de 21 de agosto até 25 de setembro. Todas as videodanças e apresentações de trabalhos dos Giras de Experimentos Dançantes (GEDs) foram voltadas para pessoas negras (autodeclaradas pretas e pardas), quilombolas e indígenas de todo o Brasil. A lista completa está disponível no <a title="ARA AGONTIMÉ" href="https://www.aragontime.com.br/" target="_blank">site oficial</a>.<br />
Dos oito Estados brasileiros que participaram do chamamento público metade são do Nordeste. Além de Pernambuco, realizaram a inscrição Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte. Pará, Goiás e Rio de Janeiro, mais o Distrito Federal, foram os outros participantes.<br />
“A Gira Ara Dúdú existe para juntar saberes negros por meio da dança, da performance, do espetáculo, da oficina, dos grupos de experimentos dançantes, das videodanças e das apresentações de pesquisa e de toda a arte. A gente chega para potencializar a cadeia produtiva artística das pessoas negras. Dessa forma dezenas de profissionais fazem essa mobilização dentro e fora de Pernambuco para ampliar o aquilombamento pelo Brasil”, ressalta Dandara Marques.<br />
O objetivo do chamamento público é compartilhar produções de saberes de artistas da dança, mestras, mestres, brincantes da cultura negra, capoeiras, performer, intérpretes e criadores de danças negras, pesquisadoras, pesquisadores e estudantes de diversas idades maiores de 18 anos.<br />
As candidaturas de artistas da dança que são mães, idosas, idosos, mulheres (cis e trans) e não binários negres foram consideradas como grupos prioritários durante etapa do chamamento.<br />
As propostas selecionadas na categoria de videodança são apresentadas na mostra audiovisual de danças negras durante os dias de festival. Já as escolhidas na categoria de vivências, relatos de experiências, escrevivências das/os/es corpas/es/os e/ou pesquisas em danças negras compõem a programação dos GEDs.<br />
A inscrição foi gratuita, mediante o preenchimento do formulário, com um limite de uma proposta por titular, sendo também permitido participar das duas categorias com uma submissão por vez — videodanças (até 20 minutos de duração, online) ou Giras de Experimentos Dançantes (até 15 minutos de apresentação, presencial).<br />
Os vídeos selecionados durante o chamamento são exibidos na Mostra Negra de Videodancas com duas sessões ao longo do festival.<br />
A equipe técnica do Festival de Danças Negras é formada por Aline sou (gestão mídias sociais), Daniel Lima (assessoria de imprensa), Diego Amorim (design), Gabi Izidoro (produção), Línea Guimarães (identidade visual), Marconi Bispo (redes sociais e texto), Rennan Peixe (audiovisual) e Sérgio Lelo (arte e tecnologia), além de Dandara Marques, Jamila Marques, Renata Mesquita à frente da gestão.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação:</strong></span></p>
<p><strong>Caixa Cultural Recife, 15/12</strong></p>
<p>10h às 18h &#8211; Instalação de Arte e Tecnologia &#8211; ARA [Corpo] de Lelo (PE) &#8211; local: Cofre &#8211; Galeria 1<br />
9h às 12h &#8211; Oficina para Criança de Escolas Públicas com Maria Livreira (PE) &#8211; Mojubá: Corpo em Movimento com as brincadeiras africanas de Weza &#8211; local: Oficina 1<br />
14h às 17h &#8211; GEDs Giras de Experimentos Dançantes &#8211; Mediação e Curadoria: Diogo Lins (PE) &#8211; local: Oficina 1, Sala multimídia e Octógono</p>
<p>1) <em>A Luz do Terreiro</em>, de Emerson Dias (PE) &#8211; exibição de vídeo<br />
2) <em>Sem Folhas Não Há Òrisá</em>, de Lua Maria (PE) &#8211; performance<br />
3) <em>Ekó, Dança das Yabás</em>, de Ester Soares (PE) &#8211; processo criativo<br />
4) <em>Corpo Coco: Dos Ombros, Ancas e Pés</em>, de Una (PE) &#8211; prática artístico-pedagógica em danças negras<br />
5) <em>Dança Nagô: Potência Negra Ancestral dos Ensinamentos de Mãe Amara</em>, de Olefun Helaynne Sampaio Viana (PE) &#8211; experiências, vivências, escrevivências em danças negras<br />
6) <em>Raízes Negras</em>, de Orí Cia de Dança (PE) &#8211; performance<br />
7) <em>Nas Giras e Encruzilhadas: Corpo, Voz e Movimento como Instrumento Pretagógico e Caminhos para Cura</em>, de Moabia Ferreira, Deybson de Oxalá, Danielle Vieira &amp; Elaine de Oxum (PE) &#8211; práticas artístico-pedagógicas em danças negras<br />
8) <em>Yalomi: Elas São Rios que Navegam nas Lembranças</em>, de Raquel Araújo (PE) &amp; Gleice Barbosa (PE) &#8211; performance</p>
<p>17h às 19h &#8211; Abertura &#8211; Negras Homenagens &#8211; Local: Sala Multimídia</p>
<p><strong>Centro Cultural Apolo-Hermilo, 15/12</strong></p>
<p>20h30 &#8211; Espetáculo <em>O Agora Não Confabula com a Espera</em> &#8211; Iara Izidoro (PE, 75 minutos) -classificação: 12 anos</p>
<p><strong>Caixa Cultural Recife, 16/12</strong></p>
<p>10h às 18h &#8211; Instalação de Arte e Tecnologia &#8211; ARA [Corpo] de Lelo (PE) &#8211; local: Cofre &#8211; Galeria 1<br />
13h às 16h &#8211; Gira &#8211; Afrofagia: O que Alimenta o Corpo Negro?, com Iara Izidoro (PE), Tieta Macau (MA/CE), mediação e debate Akuenda Translésbicha (PE) &#8211; local: Sala Multimídia<br />
18h às 20h &#8211; Mostra Negra de Videodanças &#8211; mediação e curadoria: Sophia Wiliam (PE) &#8211; local: Sala Multimídia:</p>
<p>1) <em>A Dança do Fogo</em> (classificação livre), de Ruanda (PE)<br />
2) <em>Andanças</em> (classificação livre), de Rayane Nátale Calixto (MG/RN)<br />
3) <em>Corpo Baldio</em> (classificação livre), de Guilherme Allain (PE)<br />
4) <em>Escuta</em> (classificação livre), de Camila Ribeiro (GO)<br />
5) <em>Ire</em> (classificação livre), de Luís Eduardo (DF)<br />
6) <em>Oyá</em> (classificação livre), de Odara Nur Mahin/Resistência Bellyblack (RJ)<br />
7) <em>Negrume da Guerra</em> (classificação: 12 anos), de Victor Freitas (CE)</p>
<p><strong>Centro Cultural Apolo-Hermilo, 16/12</strong></p>
<p>9h às 12h &#8211; Oficina com Luciane Ramos Silva (SP) &#8211; Corpo em Diáspora<br />
20h &#8211; Espetáculo <em>Rezos pra Rasgar o Mundo</em> &#8211; Tieta Macau (MA/CE, 45 minutos a 1 hora) &#8211; classificação livre</p>
<p><strong>Centro Cultural Apolo-Hermilo, 17/12</strong></p>
<p>9h às 12h &#8211; Oficina Reocúpelve com Briê (PE)</p>
<p><strong>Caixa Cultural Recife, 17/12</strong></p>
<p>10h às 18h &#8211; Instalação de Arte e Tecnologia &#8211; ARA [Corpo] de Lelo (PE) &#8211; local: Cofre &#8211; Galeria 1<br />
9h às 12h &#8211; Oficina &#8211; Orun Santana (PE) para Crianças Orun pra Erê &#8211; local: Oficina 1<br />
10h às 11h &#8211; Mostra Negras de Videodanças &#8211; local: Sala Multimídia</p>
<p><strong>Paço do Frevo, 17/12</strong></p>
<p>14h às 16h &#8211; Gira: Pensar Diasporicamente &#8211; Corpo Negritude, Tremores e Conjunturas, com Luciane Ramos Silva (SP)<br />
16h às 18h &#8211; Macumbaria &#8211; apresentação GEDs com Quilombo do Catucá (PE)</p>
<p>Mais informações no <a title="GIRA ARA DÚDÚ" href="https://www.instagram.com/giraaradudu/" target="_blank">Instagram</a> do projeto.</p>
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		<title>Daruê Malungo promove programação da 28ª Semana Afro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/darue-malungo-promove-programacao-da-28a-semana-afro/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2022 13:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Daruê Malungo]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Afro Daruê Malungo]]></category>

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		<description><![CDATA[Em sua 28ª edição, a tradicional Semana Afro Daruê Malungo, promovida desde 1990 pelo Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo, acontece entre os dias 21 de novembro e 03 de dezembro, na comunidade de Chão de Estrelas, no Recife-PE, e neste ano também no Centro Cultural Grupo Bongar, em Xambá, Olinda, com programação gratuita [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/RAINHAS-4.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97239" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/RAINHAS-4-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Em sua 28ª edição, a tradicional Semana Afro Daruê Malungo, promovida desde 1990 pelo Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo, acontece entre os dias 21 de novembro e 03 de dezembro, na comunidade de Chão de Estrelas, no Recife-PE, e neste ano também no Centro Cultural Grupo Bongar, em Xambá, Olinda, com programação gratuita e livre para todas as idades. O festival este ano tem o tema “Diversidade, Corpo e Território &#8211; As danças negras em rede” e conta com o incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>O encontro é realizado anualmente com o objetivo de movimentar a cena da dança negra pernambucana e de reverenciar a ancestralidade, proporcionando ao público formação, fruição e diálogos no âmbito da cultura de matriz africana, além de promover a contemplação de apresentações artísticas.<em> “Devido à pandemia da Covid-19, ficamos impossibilitados de realizar a Semana Afro Daruê Malungo durante os dois últimos anos, e agora estamos voltando com força total, na intenção de ampliar espaços, vozes negras, a diversidade de corpos e territórios a cada edição”</em>, ressalta Orun Santana, produtor executivo do evento e artista da dança.</p>
<p>Desde sua primeira edição, a Semana Afro Daruê Malungo realiza espetáculos, coreografias, diálogos e exposições dos trabalhos desenvolvidos e vivenciados durante todo o ano pelas crianças e jovens do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo, assim como inclui a diversidade de grupos e companhias de dança de Pernambuco.</p>
<p>Na abertura da programação, da segunda (21/11) a sexta-feira (25), haverá oficina de dança afro para crianças, a partir das 16h, e também oficina de dança afro para jovens e adultos, às 18h. Ambas no Centro Cultural Grupo Bongar.</p>
<p>No sábado (26), a partir das 17h, haverá a culminância das oficinas realizadas durante semana e a apresentação do espetáculo &#8220;No Jogo da Dança – da Cia. de Dança Afro Daruê Malungo&#8221;, às 18h, também no Centro Cultural Grupo Bongar.</p>
<p>No domingo (27), haverá a apresentação da performance “Obirin-kunhã Dança Inflamada”, da artista da dança Marcela Rabelo, às 18h30, e também o espetáculo “Meia Noite”, do artista da dança Orun Santana, às 19h, na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo.</p>
<p>Já na segunda-feira (28), haverá a apresentação de “Nunes”, dos artistas Juan Ferreras e Maria Flor, das 14h, e também o Fórum de Dança Negra, das 15h às 18h, na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo.</p>
<p>Na terça (29), terá o espetáculo “Aldeias – Experimento do corpo ancestral”, do Grupo Aldeias, às 19h, na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo.</p>
<p>Quarta (30), será a vez da apresentação de “Rainhas”, do coletivo Abayas, às 18h30, e também do “O Mensageiro”, às 19h, na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo.</p>
<p>Na quinta-feira (1° de dezembro), haverá apresentação de “Nkaro”, do Grupo Semente Fulô, às 18h30, e também de “Ser Rizoma”, da artista Lane Luz, às 19h, na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo.</p>
<p>Sexta-feira (2), Marcela Felipe apresenta sua performance “Serpenteia”, às 18h30, e as artistas Iara Campos e Íris Campos apresentam “Arreia”, às 19h. Ambas na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo.</p>
<p>Já no sábado (03), último dia do festival, haverá a apresentação da “Roda de Terreiro”, da Cia. Artefolia, às 16h; apresentação da artista Janaina Santos com “Ijó Asè Erê”, às 18h; apresentação do espetáculo &#8220;Africanidades (re)existência&#8221;, do grupo Dança Nação Pernambuco, às 18h30; apresentação de “Pisadas”, do Manifesto Cultura Popular, às 19h; e a performance “Resistência”, do Balé Afro Majê Molê, às 19h30, encerrando a programação na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
28ª Semana Afro Daruê Malungo<br />
Quando: 21 de novembro a 03 de dezembro<br />
Onde: Sede do Daruê Malungo (Rua Passarela, 18A, Chão de Estrelas) e sede do Centro Cultural Grupo Bongar (Rua Iêda, São Benedito, Olinda)<br />
Informações: 3444-3455 e semanaafrodarue@gmail.com<br />
Entrada gratuita</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO COMPLETA</strong><br />
21/11 a 25/11 – Oficina de dança afro para crianças (às 16h) + Oficina de dança afro para jovens e adultos (às 18h), no Centro Cultural Grupo Bongar;<br />
26/11 – Culminâncias das oficinas (às 17h) + espetáculo “No Jogo da Dança” da Cia. de Dança Afro Daruê Malungo (às 18h), no Centro Cultural Grupo Bongar;<br />
27/11 – “Obirin-kunhã Dança Inflamada” de Marcela Rabelo (às 18h30) + “Meia Noite” de Orun Santana (às 19h), na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo;<br />
28/11 – “Nunes” de Juan Ferreras e Maria Flor (às 14h) + Fórum de Dança Negra (às 15h), na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo;<br />
29/11 – “Aldeias – Experimento do corpo ancestral” do Grupo Aldeias (às 19h), na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo;<br />
30/11 – “Rainhas” do coletivo Abayas (às 18h30) + “O Mensageiro” de Aline Gomes (às 19h), na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo;<br />
01/12 – “Nkaro” do Grupo Semente Fulô (às 18h30) + “Ser Rizoma” de Lane Luz (às 19h), na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo;<br />
02/12 – “Serpenteia” de Marcela Felipe (às 18h30) + “Arreia” de Iara Campos e Íris Campos (às 19h), na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo;<br />
03/12 – “Roda de Terreiro” da Cia. Artefolia (às 16h) + “Ijó Asè Erê” de Janaina Santos (às 18h) + &#8220;Africanidades (re)existência&#8221; do grupo Dança Nação Pernambuco (às 18h30) + “Pisadas” do Manifesto Cultura Popular (às 19h) + “Resistência” do Balé Afro Majê Molê (19h30), na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo.</p>
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		<title>Ônibus do Grande Recife ganham exposição por uma infância sem racismo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2020 20:57:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[andréa leal]]></category>
		<category><![CDATA[Daruê Malungo]]></category>
		<category><![CDATA[exposição itinerante]]></category>
		<category><![CDATA[Grande Recife]]></category>
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		<category><![CDATA[ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[Por uma infância sem racismo]]></category>

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		<description><![CDATA[De 14 e 31 de outubro, todos os ônibus que circulam pela Região Metropolitana farão parte da exposição itinerante “Por uma infância sem racismo”, da fotógrafa Andréa Leal. A mostra é composta por fotos de crianças atendidas pela ONG Daruê Malungo e alertam para os impactos do racismo na vida de milhões de jovens brasileiros [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79227" aria-labelledby="figcaption_attachment_79227" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Andréa Leal/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/exposição-Por-uma-infância-sem-racismo-fotógrafa-Andréa-Leal.jpg"><img class="size-medium wp-image-79227" alt="Andréa Leal/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/exposição-Por-uma-infância-sem-racismo-fotógrafa-Andréa-Leal-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra é composta por fotos de crianças atendidas pela ONG Daruê Malungo e<br />alertam para os impactos do racismo na vida de milhões de jovens brasileiros e a<br />necessidade de uma mobilização social</p></div>
<p>De 14 e 31 de outubro, todos os ônibus que circulam pela Região Metropolitana farão parte da exposição itinerante “Por uma infância sem racismo”, da fotógrafa Andréa Leal. A mostra é composta por fotos de crianças atendidas pela ONG Daruê Malungo e alertam para os impactos do racismo na vida de milhões de jovens brasileiros e a necessidade de uma mobilização social. O título da exposição também é tema da campanha lançada pelo Unicef para assegurar o respeito e a igualdade étnico e racial desde a infância, convidando cada um a atuar a seu modo por uma infância e adolescência livres do preconceito racial.</p>
<p>Presidente e fundadora do Instituto Luz Natural, instituição sem fins lucrativos que utiliza a fotografia como ferramenta de mudança social, Andréa se juntou ao Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo que reuniu 12 alunos para que mostrassem seu protagonismo e suas histórias de luta contra o preconceito, por oportunidades, resgate da autoestima e valorização de suas raízes culturais.</p>
<p>Além da exposição, que também pode ser conferida gratuitamente em ambiente virtual, as imagens deram origem a um foto-livro cujo lucro da venda será revertido para a ONG que atua há mais de 30 anos na comunidade de Chão de Estrelas, no Recife, com trabalho socioeducativo e resgate da cultura popular e negra por meio de oficinas de danças afro e popular, artes plásticas, percussão, canto, hip hop, leitura, cidadania, entre outras e sobrevive com ajuda de voluntários e doações.</p>
<p>Além das fotografias, o álbum traz depoimentos das crianças ou seus pais e repassa 10 atitudes que cada um pode tomar para contribuir por uma infância sem racismo. As peças fazem parte do projeto “Toda Criança é Especial,  realizado há 4 anos para que cada criança conte a história da sua vida como deseja, sem sofrer qualquer violência ou discriminação e para que viva plenamente, como toda criança merece.</p>
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		<item>
		<title>Espetáculo &#8220;Meia Noite&#8221; inicia temporada no Teatro Arraial</title>
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		<pubDate>Wed, 29 May 2019 14:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Teatro Arraial Ariano Suassuna]]></category>

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		<description><![CDATA[Selecionado através da convocatória púlbica de Ocupação de Pautas do Teatro Arraial Ariano Suassuno, o espetáculo “Meia Noite” estreia no equipamento cultural nesta sexta-feira (31) e fica em cartaz até o dia 6 de julho, com sessões toda sexta e todo sábado, sempre às 20h. O espetáculo solo passeia pela capoeira como elemento criador e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68923" aria-labelledby="figcaption_attachment_68923" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pietra Amanda</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Orun-Santana-FOTO-Pietra-Amanda-Pietra-02B.jpg"><img class="size-medium wp-image-68923" alt="Pietra Amanda" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Orun-Santana-FOTO-Pietra-Amanda-Pietra-02B-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Filho do Mestre Meia-Noite, o Bailarino Orun Santana estrela o espetáculo</p></div>
<p>Selecionado através da convocatória púlbica de Ocupação de Pautas do Teatro Arraial Ariano Suassuno, o espetáculo <strong>“Meia Noite”</strong> estreia no equipamento cultural<strong> nesta sexta-feira (31) e fica em cartaz até o dia 6 de julho, com sessões toda sexta e todo sábado, sempre às 20h.</strong> O espetáculo solo passeia pela capoeira como elemento criador e motivador do movimento, sobretudo dos corpos do Mestre Meia-noite, nome artístico de Gilson Santana, e seu filho, o bailarino <strong>Orun Santana</strong>, que estrela a apresentação. Os ingressos custam R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia) e estarão à venda na bilheteria uma hora antes do início do espetáculo.</p>
<p>Ambos brincantes e artistas do <strong>Daruê Malungo</strong>, os dois construíram suas carreiras e sua relação dentro deste universo. A obra explora ainda a capoeira como procedimento de uso de imagens e memória do corpo do dançador como elemento criador, traço marcante na obra de Orun, como artista e pesquisador no assunto. O espetáculo solo dialoga dramaturgicamente sobre a relação entre pai e filho, entre mestre, discípulo e consequente relação com a ancestralidade pessoal, principalmente masculina, na busca de uma conexão com essas energias e possíveis curas e construção de uma nova masculinidade.</p>
<p>As histórias e memórias do imaginário afro-brasileiro atuam direta e indiretamente na construção de imagens na formação do corpo negro que dança. É um diálogo com o reconhecimento de identidade, ora individual, ora coletiva, entendido na relação das limitações (gerenciadas pelo poder hegemônico), com as tentativas de construção e reconhecimento do fazer artístico do artista negro no âmbito cultural brasileiro. Entendendo que o corpo, e suas escolhas, é marcado não só pela memória, mas também pela sua trajetória.</p>
<p>“É possível buscar na história do Brasil os locais em que esses corpos foram destinados a ocupar e, consequentemente, compreender que os mesmos foram e são lugares que fundamentaram e fundamentam alguns caminhos e escolhas, apontando para uma forma de percepção e de afeção particular na arte e na dança”, explica Orun.</p>
<p>Nas décadas de 1970 e 1980, eclodiram no Recife movimentos precursores no promover de práticas de ações afirmativas através da arte e cultura negra, principalmente em comunidades da periferia. Esses movimentos deram cria a uma nova geração de artistas muito ativos na construção de uma nova realidade partindo de referenciais afro-diaspóricos, dentre eles o Mestre Meia-noite. Esse último é um dos responsáveis por criar e manter o Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo, no bairro de Chão de Estrelas, na Zona Norte do Recife. Uma casa que acolhe crianças e jovens para transmitir música, dança, cultura brasileira, fincadas nas raízes negras.</p>
<p>O espetáculo solo vem compartilhar com o publico questões e problemáticas de construção identitária através da relação de Orun Santana com a figura do mestre Meia-noite e sobre as relações entre esses corpos. Orun mergulha em seus processos formativos artísticos educacionais, abrindo questões sobre corpo e a memória, enquanto artista, educador, negro, periférico e em constante relação com as de seu pai.</p>
<p>A ideia para a criação do espetáculo “Meia Noite” surgiu como proposta de um “re-enactment” (re-performance) do solo de capoeira do Mestre Meia-noite no espetáculo “Nordeste”, do Balé Popular do Recife, e continuou como pesquisa posterior para a construção da apresentação. “A capoeira é explorada como elemento criador e motivador do movimento, construindo um procedimento de uso da memória corporal, dialogando dramaturgicamente na relação pai e filho, mestre e discípulo. São utilizadas dinâmicas que buscam construções de imagens e estados corporais como via de investigação em cena”, explica o artista.</p>
<p>Orun Santana é ainda responsável por um centro de cultura e vivência em Dança, chamado A CUMBE, onde tem convidado artistas e pesquisadores para se conectar em ações de fruição e exercício do corpo. O bailarino ressalta ser a maior obra de sua trajetória como educador popular e artista da dança. Para ele, “Meia Noite” fala da trajetória de um artista, da sua própria experiência como fazedor da arte, mas que o fazer da dança pode surgir em corpos que queiram falar, contar histórias, como corpos políticos, transformadores e inquietos. No fim, a obra e vida de Orun são parte também do que ele chama de “auto-protagonismo”, onde o artista vê e compreende a ele mesmo como alguém capaz de transformar o meio a partir das suas experiências, dores e vislumbres sobre o mundo que se movimenta.</p>
<p><b>Serviço:<br />
Temporada do espetáculo “Meia noite”, de Orun Santana</b><br />
Quando: De 31 de maio a 6 de julho (sextas e sábados), sempre às 20h<br />
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista – Recife)<br />
Ingressos: R$20(inteira) e R$10 (meia)<br />
Classificação Indicativa: 10 anos</p>
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		<item>
		<title>Daruê Malungo promove Semana Afro em Chão de Estrelas</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 12:56:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Chão de Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Daruê Malungo]]></category>
		<category><![CDATA[semana afro]]></category>

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		<description><![CDATA[A dança é uma das expressões mais ricas da cultura afro-brasileira. Contribui para a manutenção e disseminação da história oral e corporal das manifestações culturais africanas, ajudando a promover e preservar valores socioculturais decorrentes dessas influências na formação da sociedade brasileira. Valorizar essas manifestações é contribuir para o fortalecimento delas. Por isso, há 27 anos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53056" aria-labelledby="figcaption_attachment_53056" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Orum-Aiê-_-Criart-Cia-de-Dança.jpg"><img class="size-medium wp-image-53056" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Orum-Aiê-_-Criart-Cia-de-Dança-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">O encontro contará com vários espetáculos, shows, oficinas e mesas redondas</p></div>
<p>A dança é uma das expressões mais ricas da cultura afro-brasileira. Contribui para a manutenção e disseminação da história oral e corporal das manifestações culturais africanas, ajudando a promover e preservar valores socioculturais decorrentes dessas influências na formação da sociedade brasileira. Valorizar essas manifestações é contribuir para o fortalecimento delas. Por isso, há 27 anos, o Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo assumiu o compromisso de reverenciar a ancestralidade africana por meio da Semana Afro. O encontro, que conta com incentivo do Funcultura, começa neste sábado (2) e segue até o próximo dia 9, na comunidade de Chão de Estrelas, em Campina do Barreto, Recife.</p>
<p>Em sua vigésima sétima edição, a Semana Afro homenageia Antônia Ferreira, diretora do Balé de Cultura Negra do Recife- Bacnaré, fundado em 1985. O grupo, que tem sede na Bomba do Hemetério, foi criado pelo Filho de Santo, professor, pesquisador e coreógrafo Ubiracy Ferreira. Com a sua morte, a esposa, Antônia, que hoje ocupa o posto de vice-presidente, deu continuidade ao trabalho. Na noite de abertura da Semana, ela recebe o reconhecimento pela dedicação e contribuição para o fortalecimento da cultura negra no estado. A ocasião também será marca pela apresentação especial do espetáculo &#8220;Nações Africanas&#8221;, do Bacnaré, que tem a direção assinada por Antônia e seu filho, Tiago Ferreira.</p>
<p>Com o objetivo do contribuir para o fortalecimento da cultura negra pernambucana, a Semana Afro é uma vitrine para grupos de dança afro que têm pouco abertura nos festivais da cidade do Recife. &#8220;Num tempo em que a cidade com seus festivais de dança estão de olhos fechados para os grupos tradicionais de dança negras, se faz necessário certas especificidades. A Semana Afro Daruê Malungo é sinônimo de resistência, força e luta pelas causas afro-brasileiras e populares&#8221;, avalia a bailarina e uma das curadoras da Semana, Janaína Gomes, que também integra o coletivo Carne.</p>
<p>Durante oito dias, o público vai conferir, gratuitamente, espetáculos de dança locais: Balé Raízes apresentando &#8220;Guerreiros&#8221;; Criart Cia. de Dança com “Orum Aiê”; Cia. Pé-nambuco de Dança com “Majhô Majhobê – Olubajé”. A Cia. de Dança Afro Daruê Malungo apresenta pela primeira vez o espetáculo “Ona Omi – Caminho das águas”, que percorre o caminho de construção da diáspora negra no Brasil tendo a água como elemento condutor dessa história. Além da programação de espetáculos, a Semana também oferece oficinas gratuiras de dança afro para crianças e adultos ministradas pelos bailarinos Paulo Queiroz, do Balé Afro Raízes, e Valesca Teixeira, licenciada em Dança pela Universidade Federal de Pernambuco.</p>
<p>O encerramento do encontro vai contar com apresentações culturais de shows de artistas locais no sábado (9). A festa começa às 8h com um aulão de capoeira com o Mestre Meia-noite e roda a partir das 10h. Às 14h, começa o Gênero de batalha, promovido em parceria com o coletivo Pomba Gira 24. E, a partir das 18h, a praça localizada por trás da sede do Centro Cultural, em Chão de Estrelas, será palco dos shows com MC Lady Laay e DJ Novato, Aninha Martins e Jonatas Onofre, Afoxé Oyá Tokolê Owô, além de intervenções literárias entre com o coletivo Controverso Urbano. A programação será aberta ao público.</p>
<p><strong>Fórum -</strong> Nos dias 07 e 08, a Semana Afro abre espaço para o 2º Encontro de Arte Negra de Pernambuco, promovido em parceria com o CARNE (Coletivo de Arte Negra), que contará com duas rodas de conversa em que participarão pesquisadores, dançarinos e estudantes . A primeira mesa, no dia 07, terá como tema “Criação em Dança Afro” e contará com a participação dos diretores dos espetáculos da programação Orun Santana e Janaína Gomes(Cia. de dança Daruê Malungo), Paula Azevedo (Criart Cia. de Dança), Paulo Queiroz (Balé Afro Raízes), Wagner Max (Cuia. Pé-nambuco de dança) e Tiago Ferreira (Bacnaré). Já no dia 08, a &#8220;Arte negra, diversas esferas&#8221; será o mote da conversa entre artistas e pesquisadores de diversas linguagens artísticas, entre eles Janaína Gomes (Coletivo cênico Tenda Vermelha, Coletivo CARNE), Cintia Lima e Iagor Peres (Coletivo CARNE, LAPU).</p>
<p><strong>Daruê Malungo -</strong> O Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo foi idealizado pelo mestre de capoeira, educador e dançarino pernambucano Gilson Santana, mais conhecido como Mestre Meia Noite. Criado em 1988, o Centro nasceu com o objetivo de apresentar as expressões da cultura afro-pernambucana às crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social das comunidades de Água Fria, Fundão, Beberibe e, principalmente, Chão de Estrelas, em Campina Grande, onde está instalado o Centro. “Trata-se de uma comunidade de baixa renda onde a maior parte da população é negra e muitas famílias são sustentadas pelas mulheres. O trabalho do Centro é importante porque contribui para o empoderamento da comunidade, ajudando a criar mais oportunidade de educação para crianças, adolescente e jovens que , por meio da cultura negra, resgatam a auto estima para lutar por uma vida mais digna”, pontua a diretora do espaço, Vilma Carijós. Em 2010, o projeto foi reconhecido como Ponto de cultura pelos governos estadual e federal. Atualmente, o centro atende 30 crianças e adolescentes com idades entre 5 e 17 anos, que participam de aulas de dança afro, percussão e artes plásticas. O projeto sobrevive de doações do Banco de Alimentos do Sesc ou de recursos provenientes de projetos.</p>
<p>Confira a programação completa:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Semana Afro</strong></p>
<p><strong>Sábado (2)</strong><br />
19h &#8211; Abertura com homenagem a Dona Antônia Ferreira (Vice-presidente do Bacnaré)<br />
20h &#8211; Espetáculo: &#8220;Nações africanas”, Bacnaré</p>
<p><strong>Domingo (3)</strong><br />
19h &#8211; Espetáculo: “Ona Omi – Caminho das águas” &#8211; Cia. De dança Daruê Malungo</p>
<p><strong>Segunda-feira (4)</strong><br />
18h30 &#8211; Demostração de processos e resultados das oficinas de dança</p>
<p><strong>Terça-feira (5)</strong><br />
Espetáculo “Guerreiros” &#8211; Balé Raizes</p>
<p><strong>Quarta-feira (6)</strong><br />
19h &#8211; Cia Pé-Nambuco de Dança &#8211; espetáculo &#8220;Majhô Majhobê Olubajé</p>
<p><strong>Quinta-feira (7)</strong><br />
14h &#8211; 2º Encontro de arte negra de Pernambuco. Mesa: “Pesquisa em Dança Afro”<br />
19h &#8211; Espetáculo: “Orun Aiê” &#8211; Criart cia. de dança</p>
<p><strong>Sexta-feira (8)</strong><br />
14h &#8211; 2º EANPE &#8211; Encontro de arte negra de Pernambuco. Mesa 2: “Arte negra, diversas esferas”<br />
19h &#8211; Espetáculo: “Majhô Majhobê – Olubajé” &#8211; Cia. Pé-nambuco de Dança</p>
<p><strong>Sábado (9)</strong><br />
8h &#8211; Aulão de capoeira com o Mestre Meia-noite<br />
10h &#8211; Roda de Capoeira<br />
14h &#8211; Gênero de batalha (em parceria com o coletivo Pomba Gira 24)<br />
18h &#8211; Shows com MC Lady Laay e DJ Novato, Aninha Martins e Jonatas Onofre, Afoxé Oyá Tokolê Owô, além de intervenções literárias entre com o coletivo Controverso Urbano</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Semana Afro Daruê Malungo<br />
De 02 a 09 de Setembro<br />
Sede do Daruê Malungo, em Chão de Estrelas<br />
Informações: <strong>semanaafrodarue@gmail.com</strong> / Fone: (81) 3444.3455</p>
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		<item>
		<title>Daruê Malungo recebe a dança &#8220;PEBA&#8221; de Iara Sales</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/darue-malungo-recebe-a-danca-peba-de-iara-sales/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2015 15:36:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Daruê Malungo]]></category>
		<category><![CDATA[Iara Sales]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>

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		<description><![CDATA[O Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo recebe a bailarina Iara Sales nesta quarta (26) e sexta-feira (28) para duas apresentações de &#8220;PEBA&#8221;, sempre às 20h. O espetáculo une dança, performance e arquitetura sonora, com a participação do músico-performer Tonlin Cheng e a direção e dramaturgia de Sérgio Andrade (RJ/BA). As apresentações fazem parte de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/PEBA_Renata-Pires04.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19445" alt="Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/PEBA_Renata-Pires04-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>O <strong><a href="https://www.facebook.com/daruemalungo" target="_blank">Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo</a> </strong>recebe a bailarina Iara Sales nesta quarta (26) e sexta-feira (28) para duas apresentações de &#8220;PEBA&#8221;, sempre às 20h. O espetáculo une dança, performance e arquitetura sonora, com a participação do músico-performer Tonlin Cheng e a direção e dramaturgia de Sérgio Andrade (RJ/BA). As apresentações fazem parte de temporada itinerante realizada com o incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco. O Daruê Malungo fica na Rua Passarela, 18A, Chão de Estrelas, Zona Norte do Recife. &#8220;PEBA&#8221; integra a  <strong><a href="https://www.facebook.com/events/1622773927978472/" target="_blank">25ª Semana Afro</a> </strong>do Daruê Malungo, uma oportunidade para que a comunidade conheça trabalhos de artistas que também tem influência das culturas de matriz africana.  O acesso é gratuito. A classificação do espetáculo é livre, aberta ao público de todas as idades.</p>
<p>A Semana Afro foi iniciada na segunda-feira (24) com o espetáculo &#8220;Átman&#8221;, de Daniela Santos (que também conta com o incentivo do Funcultura), e segue com <strong><a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=116288828718040&amp;set=gm.1622847814637750&amp;type=1&amp;theater" target="_blank">programação</a></strong> até sábado (29).  A participação de artistas que contam o incentivo da Secretaria de Cultura e da Fundarpe na programação do Daruê Malungo mostra a importância da difusão de espetáculos e da dinamização dos equipamentos culturais do estado, não só dos espaços mantidos pelo Governo como dos espaços comunitários, como é o caso do Daruê Malungo, uma referência no atendimento de crianças e adolescentes.</p>
<p>&#8220;PEBA&#8221; é o resultado de uma investigação em dança realizada com o incentivo do Funcultura. A pesquisa investe numa corporalidade peba, que, sorrateiramente, transita entre brincadores, folguedos, ruas e festas dos estados de Pernambuco (PE) e Bahia (BA), estados que fazem parte da história de Iara.  Em cena, o espetáculo traz uma fuleiragem boa traduzida tanto na corporeidade dançada como na cenografia e arquitetura sonora, montadas a partir de amarrações, gambiarras, reaproveitamento de caixas de som e outros objetos rearranjáveis em cada espaço performado.</p>
<div id="attachment_29630" aria-labelledby="figcaption_attachment_29630" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Tonlin-Cheng-em-PEBA_foto-de-Lara-Per_Labfoto_VIVADANCA-2015_021.jpg"><img class=" wp-image-29630   " alt="Lara Per / Labfoto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Tonlin-Cheng-em-PEBA_foto-de-Lara-Per_Labfoto_VIVADANCA-2015_021-323x486.jpg" width="226" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Tonlin Cheng é responsável pela arquitetura sonora de &#8220;PEBA&#8221;. (Crédito da foto: Lara Per / Labfoto)</p></div>
<p>O nome PEBA joga com as siglas dos estados Pernambuco e Bahia, mas é também uma palavra indígena que significa: baixo, nanico, anão, curto das pernas (geralmente usada para animais) – peba, peva, péua, nanipeba e nhapeua. Nas gírias entre Pernambuco e Bahia, “peba” é também um adjetivo usado para indicar precariedade ou baixa qualidade, como um produto de fabricação ruim e barata, mas que resolve ainda que provisoriamente uma demanda emergente.</p>
<p>É importante destacar que Iara Sales é pernambucana, iniciou sua carreira em Pernambuco e fez formação em dança na Universidade Federal da Bahia (UFBA), atuando no Grupo Grial (PE) e na Cia CoMteMpu´s (BA), por exemplo.  As investigações de PEBA constituem-se como uma zona de convergência entre referências da cultura popular e o processo criativo em dança contemporânea. “Nesse ir e vir fui intensificando meu olhar sobre o corpo brincante, suas festas, seus modos de mover-se e organizar-se. Percebi relações entre a capoeira e o frevo, samba de roda e cavalo marinho, o trio elétrico baiano e os blocos de rua pernambucanos, entre outros pontos de convergências e singularidades que formam as identidades locais. Foi nesse ir e vir entre manifestações culturais que passei a mergulhar nos elementos do corpo festivo, me entendendo como uma brincante-errante que joga com gestualidades, territórios, memórias e subjetividades. Foi no trânsito entre danças, cidades e estudos que vivi experiências impulsionadoras dessa pesquisa, na busca por problematizar referenciais sobre as chamadas Danças Populares”, conta Iara.</p>
<p><strong> CIRCULAÇÃO</strong> &#8211; A itinerância do espetáculo continua em setembro e outubro. As próximas apresentações são no espaço O Poste soluções luminosas (Rua da Aurora, Boa Vista) nos dias 03, 04, 10 e 11 de setembro; no atelier Arte da Terra (Casa Forte) nos dias 17 e 18 de setembro e na galeria Janete Costa (Parque Dona Lindu, em Boa Viagem) nos dias 10 e 11 de outubro. Já foram realizadas em julho duas apresentações na Galeria Capibaribe do Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), encerrando a programação do projeto Solo no CAC, também  com acesso gratuito. Até o final da temporada serão ao todo 12 apresentações, incluindo ainda a realização do seminário “Fuleiragens na fronteira”, que acontece no dia 16 de setembro, das 19h às 21h, também no CAC/UFPE. Como política de discussão sobre a sustentabilidade do ser artista, a partir de setembro haverá três valores de ingressos disponíveis para o público. O ingresso social por R$ 5,00, o ingresso justo por R$ 20,00 e o ingresso abundante, para quem quiser contribuir com valores a partir de R$ 21,00.</p>
<p><strong>TRAJETÓRIA –</strong> O espetáculo PEBA foi apresentado em diversos festivais, tais como Vivadança Festival Internacional – 9ª edição (Salvador, 2015); 21º Festival Janeiro de Grandes espetáculos (Recife, 2015) – vencedor do prêmio APACEPE de teatro e dança 2015, na categoria “Melhor Cenografia” e “Prêmio especial – pelo caráter performático da obra”, além de ter sido indicado a Melhor Espetáculo, Melhor Trilha Sonora, Melhor Bailarina e Melhor Iluminação; 11º Mostra Brasileira de Dança – PE (Recife, 2014); Mostra ZinLOV 4 – processos e afetos artísticos zezas (Salvador, 2014); Encontro Trocadilho 2014 (Recife, 2014); 20º Festival Janeiro de Grandes espetáculos (Recife, 2014); Festival Internacional CenaCumplicidade (Recife, 2013).</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
&#8220;PEBA&#8221;, com Iara Sales e Tonlin Cheng<br />
Quarta (24/08) e sexta-feira (29/08), às 20h<br />
Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo - Rua Passarela, 18A, Chão de Estrelas, Zona Norte do Recife.<br />
Acesso gratuito<br />
Telefones: (81) 3444-3455.</p>
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		<item>
		<title>Culturas de matrizes africanas serão celebradas na 1ª Baktun Solto e Virada</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/culturas-de-matrizes-africanas-serao-celebradas-na-1a-baktun-solto-e-virada/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2015 14:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[1ª Baktun Solto e Virada]]></category>
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		<description><![CDATA[Criado recentemente, com o intuito de fomentar culturas de matrizes africanas em Pernambuco, o Coletivo Baktun realiza no próximo sábado (6), no Recife, a 1ª edição do evento Baktun Solto e Virada. A iniciativa acontece a partir das 16h, no espaço cultura Risoflora 147, contando com apresentações de grupos afro-brasileiros, como performances do Orunmillá Santana [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25729" aria-labelledby="figcaption_attachment_25729" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Coco-Raizes-do-Capibaribe-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-25729" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Coco-Raizes-do-Capibaribe-divulgacao-607x324.jpg" width="607" height="324" /></a><p class="wp-caption-text">O Coco Raízes do Capibaribe é uma das atrações do evento.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Criado recentemente, com o intuito de fomentar culturas de matrizes africanas em Pernambuco, o Coletivo Baktun realiza no próximo sábado (6), no Recife, a 1ª edição do evento Baktun Solto e Virada. A iniciativa acontece a partir das 16h, no espaço cultura Risoflora 147, contando com apresentações de grupos afro-brasileiros, como performances do Orunmillá Santana e dançarina Janaína Gomes, além da percussão dos grupos Daruê Malungo, Coco Raízes do Capibaribe, MadinBoo e Afrobanzo. O público também contará com o som produzido pelos Djs Baktun (Ravi Rocha), Piresdiego (world music) e Paulo Diniz (Pauloka).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Érica Colaço, produtora do coletivo, a ideia do evento surgiu inspirada na cultura dos povos ancestrais Maia, de forma que possa ser celebrado o primeiro dos treze ciclos compostos cada um, por um período de 394 anos. <em>“Cada ciclo representa um novo período de transição e nesta celebração, que se trata de uma frente composta por danças, percussões e ritmos musicais, estaremos homenageando referências africanas presentes na cultura de Pernambuco”</em>, explicou Érica. <em>“Também teremos durante a programação do evento, exibições audiovisuais envolvendo temáticas afro-brasileiras”</em>, comentou.</p>
<p style="text-align: justify;">O espaço cultural Risoflora 147, fica localizado na Av. Saturnino de Brito, nº 147, no bairro do Cabanga. A entrada individual custa R$ 15 e pode ser adquirida no link: <strong><a href="http://even.tc/1baktun" target="_blank">http://even.tc/1baktun</a>.</strong></p>
<p><b>Serviço:<br />
</b><b><em>1ª Baktun Solto e Virada<br />
</em></b><b>Quando:</b> sábado, 6 de junho<br />
<b>Horário</b>: a partir das 16h<br />
<b>Local</b>: Risoflora 147 (Av. Saturnino de Brito, nº 147, bairro do Cabanga, no Recife)<br />
<b>Ingresso individual</b>: R$ 15 (disponível no <strong><a href="http://even.tc/1baktun" target="_blank">http://even.tc/1baktun</a></strong>)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Semana Afro Cultural anima a comunidade Chão de Estrelas, no Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/semana-afro-cultural-anima-a-comunidade-chao-de-estrelas-no-recife/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2014 18:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[24ª Semana Afro Cultural Daruê Malungo]]></category>
		<category><![CDATA[Afoxé Ara Odé]]></category>
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		<description><![CDATA[Começou nesta segunda-feira (25), na comunidade de Chão de Estrelas, no Recife, a 24ª edição da Semana Afro Cultural Daruê Malungo. Contando com programação especial que envolve oficinas e espetáculos, o evento visa contribuir para a valorização da cultura afro-brasileira no Estado de Pernambuco. Confira a programação especial: OFICINAS - Dança: de segunda (25) a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/darue.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-12689 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/darue-321x486.jpg" width="321" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Começou nesta segunda-feira (25), na comunidade de Chão de Estrelas, no Recife, a 24ª edição da Semana Afro Cultural Daruê Malungo. Contando com programação especial que envolve oficinas e espetáculos, o evento visa contribuir para a valorização da cultura afro-brasileira no Estado de Pernambuco.</p>
<p><strong>Confira a programação especial:</strong></p>
<p><strong>OFICINAS</strong><br />
- Dança: de segunda (25) a sexta-feira (29), pela manhã (das 9h às 10h) e tarde (das 15h às 16h);<br />
- Percussão: de segunda (25) a sexta-feira (29), pela manhã (das 9h às 10h) e tarde (das 15h às 16h);<br />
- Artes Plásticas: de segunda (25) a sexta (29), pela manhã (das 9h às 10h) e tarde (das 15h às 16h).</p>
<p><strong>ESPETÁCULOS</strong><br />
De segunda (25) a sexta-feira (29), os espetáculos acontecem pela manhã (das 9h às 11h) e pela tarde (15h às 17h). Nas noites de terça (26) e quinta-feira (28), das 20h às 21h.<br />
No sábado (30), começam a partir das 15h, contando com as seguintes atrações:<br />
- Janaína Gomes<br />
- Afoxé Ara Odé<br />
- Maracatu Aurora Africana<br />
- Coco de Iaiá<br />
- Orunmillá<br />
- Maracatu Cambinda Estrela<br />
- Daruê Malungo</p>
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