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	<title>Portal Cultura PE &#187; Debate</title>
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		<title>Secult-PE promove encontro com a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura – SAv/MinC</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 21:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A fim de debater temas relevantes para a agenda política e o futuro do audiovisual brasileiro, a Secretaria de Cultura de Pernambuco – Secult-PE, em parceria com a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC), realiza o “Encontro com a Secretaria do Audiovisual (SAv)”. O evento, marcado para esta segunda-feira (9), contará com a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/card-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-118323" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/card-1-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">A fim de debater temas relevantes para a agenda política e o futuro do audiovisual brasileiro, a Secretaria de Cultura de Pernambuco – Secult-PE, em parceria com a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC), realiza o “Encontro com a Secretaria do Audiovisual (SAv)”. O evento, marcado para esta segunda-feira (9), contará com a presença da Secretária Nacional do Audiovisual, Joelma Gonzaga, e de membros da equipe da SAv, e será realizado na sala Calouste Gulbenkian, no campus Casa Forte da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), a partir das 15h.</p>
<p dir="ltr">Estabelecida como um órgão integrante do Ministério da Cultura, a SAv é responsável por propor, elaborar e supervisionar a política para o setor audiovisual, envolvendo a qualificação de profissionais e a preservação e difusão da memória audiovisual, em defesa do patrimônio audiovisual brasileiro e do seu reconhecimento. Na ocasião do encontro no Recife, um destaque será dado para questões voltadas à pauta sobre regulamentação dos serviços de vídeo sob demanda (VOD).</p>
<p dir="ltr">Para a coordenadora de Audiovisual da Secult-PE, Maria Samara, o encontro deverá convidar à reflexão sobre a capacidade do setor de manter, proteger e de fazer a produção cultural brasileira acontecer – dentro e fora do país –, o que inclui o respeito à autonomia da criação, o direito à propriedade intelectual e a consolidação do futuro do audiovisual brasileiro como um campo estratégico.</p>
<p dir="ltr">“É muito importante a ampla participação das pessoas que constroem o audiovisual, mas entendendo que esta não é uma discussão que se limita, apenas, a quem trabalha com a linguagem. O audiovisual e a cultura integram uma diversidade de profissionais, estejam eles ligados direta ou indiretamente ao setor”, destaca Maria Samara.</p>
<p dir="ltr">Aos interessados, não serão necessárias inscrições prévias e o acesso é gratuito. Para dúvidas e/ou maiores informações, os canais do Instagram do Cultura PE (<a href="https://www.instagram.com/culturape">@culturape</a>) e da Fundaj (<a href="https://www.instagram.com/fundajoficial/">@fundajoficial</a>) estão disponíveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt; SERVIÇO</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Encontro com a Secretaria do Audiovisual (SAv), com a presença da Secretária Nacional do Audiovisual, Joelma Gonzaga</strong></p>
<p dir="ltr">Data: 09/06/2025</p>
<p dir="ltr">Horário: 15h</p>
<p dir="ltr">Endereço: Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) I Av. Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte – Recife/PE</p>
<p dir="ltr"><em>Não será necessária inscrição prévia</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fundarpe promove roda de conversa na Semana Estadual da Capoeira</title>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2025 16:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já é tradição em Pernambuco: a terceira semana de maio tem ginga, armada, meia-lua e o som do berimbau. A cada ano acontece nesta data a Semana Estadual da Capoeira, com ações de debates e de celebração desta tradição secular. Este ano, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, a Fundarpe, comemora a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/capoeira.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118077" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/capoeira-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Já é tradição em Pernambuco: a terceira semana de maio tem ginga, armada, meia-lua e o som do berimbau. A cada ano acontece nesta data a Semana Estadual da Capoeira, com ações de debates e de celebração desta tradição secular. Este ano, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, a Fundarpe, comemora a capoeira com dois dias de rodas de conversa, nesta sexta (23) e sábado (24), respectivamente no Mercado Eufrásio Barbosa (Olinda) e no Museu da Abolição (Recife).</p>
<p dir="ltr">Dois dias inteiramente dedicados ao diálogo entre mestres, contramestres, capoeiristas e pesquisadores com a Gerência de Patrimônio Imaterial da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe. O objetivo desse grande encontro é trabalhar na debater pautas relacionadas à salvaguarda da capoeira, bem como realizar devolutivas, desenvolver a agenda de ações e fortalecer e divulgar a programação itinerante que os próprios fazedores realizam também nos seus territórios.</p>
<p dir="ltr">A sexta será marcada pela roda de conversa &#8220;Frevo, Capoeira e Passo&#8221;. “Queremos promover o diálogo entre fazedores da Capoeira e o Frevo, por meio do relato da experiência na elaboração do Plano Integrado de Salvaguarda do Frevo. A apresentação do percurso de mobilização social, das estratégias participativas adotadas e das etapas de construção desse plano contribuirá para a formação e articulação dos detentores da Capoeira — mestres, mestras, grupos e coletivos — que estão na construção de seu próprio plano de salvaguarda”, pontua a gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Lana Monteiro.</p>
<p dir="ltr">E no sábado, no Museu da Abolição, a roda de conversa será a partir do tema  &#8220;A Capoeira chama e a gente responde com corpo, canto e memória&#8221;, às 13h00. O objetivo deste segundo dia é realizar devolutivas solicitadas em reuniões públicas; reativação do cronograma de atividades da Comissão Estadual para Salvaguarda da Capoeira (Portaria Conjunta SECULT e Fundarpe nº 002/2022) visando a elaboração do Plano de Salvaguarda da Capoeira no Estado de Pernambuco; e formação da comissão de organização da Semana Estadual da Capoeira – edição de 2026.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festival Preamp 2025 divulga selecionados do Palco Escola e Mostra Musical</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 19:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116034" aria-labelledby="figcaption_attachment_116034" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Silla Cadengue/SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/53509149420_ecf6479207_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-116034" alt="Silla Cadengue/SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/53509149420_ecf6479207_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Festival Preamp</p></div>
<p>A 22ª edição do Festival Preamp 2025 divulgou, nesta segunda-feira (3), os nomes selecionados que podem participar da programação do Palco Escola e da Mostra Musical. Ao todo foram recebidas 538 inscrições de várias regiões de Pernambuco. Com 336 inscritos, o Palco Escola conta com atividades de capacitação e qualificação técnica na área da música. Já a Mostra AMP de Música, com 202 inscrições, premia artistas da nova cena autoral de Pernambuco, com uma mentoria para o desenvolvimento das carreiras artísticas, e leva as três mais bem pontuadas para a grade do Carnaval do Recife 2025.</p>
<p>Clique <a title="Festival Preamp 2025 - Palco Escola" href="https://drive.google.com/file/d/1PM-dVJTqEN22vAu9YnNCyo84FmZJFWi3/view" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e confira o resultado do Palco Escola.</p>
<p>Clique <a title="Festival Preamp 2025 - Mostra Musical" href="https://www.instagram.com/p/DFoS_9jJnDt/?img_index=2" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e confira o resultado da Mostra Musical.</p>
<p>O 22º Festival Preamp 2025 é realizado pela Articulação Musical Pernambucana (AMP), com patrocínio da Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura do Recife e Fundação de Cultura Cidade do Recife. Tem o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Também conta com a parceria do Compaz Recife, da Uniaeso, Ministério da Cultura (MinC) e do Museu Cais do Sertão.</p>
<p>O Palco Escola busca atender à demanda de capacitação de profissionais na área técnica do mercado musical em Pernambuco. As atividades são realizadas, de 10 a 22 de fevereiro, no Compaz Dom Hélder Câmara e na Casa AMP Criativa, ambos no Recife.</p>
<p>Todas as oficinas e workshops são gratuitas e 60% das vagas são destinadas a mulheres cis, mãe solo, pessoa trans, negros e negras e povos indígenas ou quilombolas. Cada pessoa pode escolher no máximo duas oficinas e duas workshops para participar.</p>
<p>As ações formativas abordam temas como: Configuração e Operação de Sistemas de Som para Grandes Eventos; Beatmaking Express: Produção e Execução de Beats; Técnicas de Palco e seus Avanços Tecnológicos; VJ: O Poder das Imagens na Música; Introdução e Aplicação de Ferramentas de IA Criativa no Segmento Cultural; Marketing Digital: Como Produtores e Artistas Podem Promover seus rabalhos nas Redes Sociais Partindo do Zero; Coordenação de Backstage e seus Avanços Tecnológicos; Direção de Palco e Soundcheck; Criação de Experiências Artísticas: Do Ritual à Tecnologia.</p>
<div id="attachment_116035" aria-labelledby="figcaption_attachment_116035" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe S./Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Oficina-de-Sonorização_Foto-de-Felipe-S..jpg"><img class="size-medium wp-image-116035" alt="Felipe S./Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Oficina-de-Sonorização_Foto-de-Felipe-S.-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Oficina de Sonorização</p></div>
<p>Já a Mostra AMP de Música busca dar espaço à nova cena pernambucana e conta com uma curadoria formada por produtores e curadores convidados. As seis atrações escolhidas passam por uma capacitação que engloba temas como Marketing Digital como Foco em Carreiras Artísticas; Produção Técnica; Produção Musical; Branding de Marca; e Como Tornar a Arte uma Experiência para o Público.</p>
<p>“Com mais de 21 anos de história, o Festival Preamp consolidou-se como um ambiente de intercâmbio entre músicos e técnicos pernambucanos por democratizar o acesso à cultura, à informação e à formação. E mais um vez reforça seu compromisso com o desenvolvimento da cadeia produtiva no Estado”, destaca o coordenador-geral do festival, Fábio Cavalcante.</p>
<p>A 22ª edição do festival acontece, também de 10 e 22 de fevereiro, no Cais do Alfândega, no Bairro do Recife, e tem como tema &#8220;Minha memória é feita de passado, mas meu coração é cheio de futuro&#8221;.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Arte_PREAMP-2025.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115865" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Arte_PREAMP-2025-385x486.jpg" width="385" height="486" /></a></p>
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		<title>22º Festival Preamp 2025 abre inscrições</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jan 2025 15:07:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para os dois editais da 22ª edição do Festival Preamp 2025: o Palco Escola, etapa formativa voltada para a capacitação e qualificação técnica; e a Mostra AMP de Música, que tem como premiação uma mentoria profissional voltada para o desenvolvimento da carreira artística de seis atrações selecionadas por uma curadoria. Além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115863" aria-labelledby="figcaption_attachment_115863" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Silla Cadengue/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/53508888188_f4ab5ecfb1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-115863" alt="Silla Cadengue/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/53508888188_f4ab5ecfb1_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Festival Preamp</p></div>
<p>Estão abertas as inscrições para os dois editais da 22ª edição do Festival Preamp 2025: o <a title="PALCO ESCOLA - FESTIVAL PREAMP 2025" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeo_moyCueNrESQagDZVdJpdna5ViSz67CcdZoAcTyycsyuJg/viewform?pli=1" target="_blank"><strong>Palco Escola</strong></a>, etapa formativa voltada para a capacitação e qualificação técnica; e a <strong><a title="MOSTRA MUSICAL - FESTIVAL PREAMP 2025" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfUb5dqtGBfLq6OXOCFmTdQ5rw2dqS11CTV5CVNyWQHaIcDVg/viewform" target="_blank">Mostra AMP de Música</a></strong>, que tem como premiação uma mentoria profissional voltada para o desenvolvimento da carreira artística de seis atrações selecionadas por uma curadoria. Além disso, as três mais bem pontuadas estarão garantidas na programação do Carnaval do Recife 2025. O prazo de inscrição para os dois editais encerra-se às 20h desta quarta-feira (29). Já o resultado final é divulgado no dia 3 de fevereiro.</p>
<p>O 22º Festival Preamp 2025 é realizado pela Articulação Musical Pernambucana (AMP), com patrocínio da Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura do Recife e Fundação de Cultura Cidade do Recife. Tem o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Também conta com a parceria do Ministério da Cultura (MinC) e do Museu Cais do Sertão.</p>
<p>“Com mais de 21 anos de história, o Festival Preamp consolidou-se como um ambiente de intercâmbio entre músicos e técnicos pernambucanos por democratizar o acesso à cultura, à informação e à formação. E mais um vez reforça seu compromisso com o desenvolvimento da cadeia produtiva no Estado”, destaca o coordenador-geral do festival, Fábio Cavalcante.</p>
<p>A Mostra AMP de Música busca dar espaço à nova cena pernambucana e conta com uma curadoria formada por produtores e curadores convidados. As seis atrações escolhidas passam por uma capacitação que engloba temas como Marketing Digital como Foco em Carreiras Artísticas; Produção Técnica; Produção Musical; Branding de Marca; e Como Tornar a Arte uma Experiência para o Público.</p>
<p>Já o Palco Escola AMP tem o objetivo de atender à demanda de capacitação de profissionais na área técnica do mercado musical em Pernambuco. As atividades são realizadas de 10 a 22 de fevereiro, no Compaz Dom Hélder Câmara e na Casa AMP Criativa, ambas no Recife.</p>
<p>Todas as oficinas e workshops são gratuitas e 60% das vagas são destinadas a mulheres cis, mãe solo, pessoa trans, negros e negras e povos indígenas ou quilombolas. Cada pessoa pode escolher no máximo duas oficinas e duas workshops para participar.</p>
<p>As ações formativas abordam temas como: Configuração e Operação de Sistemas de Som para Grandes Eventos; Beatmaking Express: Produção e Execução de Beats; Técnicas de Palco e seus Avanços Tecnológicos; VJ: O Poder das Imagens na Música; Introdução e Aplicação de Ferramentas de IA Criativa no Segmento Cultural; Marketing Digital: Como Produtores e Artistas Podem Promover seus rabalhos nas Redes Sociais Partindo do Zero; Coordenação de Backstage e seus Avanços Tecnológicos; Direção de Palco e Soundcheck; Criação de Experiências Artísticas: Do Ritual à Tecnologia.</p>
<p><strong>DEBATES SOBRE MÚSICA -</strong> Novidade no festival deste ano, o Fórum AMP de Qualificação Técnica surge em meio a inúmeros debates em todo o mudo sobre o papel do profissional da técnica neste novo mercado. “São ações teóricas e práticas com temas focados na cadeia produtiva da cultura e palestrantes especializados nos assuntos que vão de bens culturais aos novos caminhos no mundo digital, realidades contemporâneas no mercado da economia criativa”, destaca Fábio Cavalcante.</p>
<p>O Fórum AMP de Qualificação Técnica conta com palestras e debates como: A Revolução da Inteligência Artificial na Composição Musical; O Papel das Plataformas de Streaming na Carreira dos Artistas: Desafios e Oportunidades; Trabalhadores(as) da Cultura: Avanços e Perspectivas; e A Ressignificação dos Eventos na Era da Experiência.</p>
<p>“Com mais de 21 anos de história, o Festival Preamp consolidou-se como um ambiente de intercâmbio entre músicos e técnicos pernambucanos por democratizar o acesso à cultura, à informação e à formação. E mais um vez reforça seu compromisso com o desenvolvimento da cadeia produtiva no Estado”, destaca o coordenador-geral.</p>
<div id="attachment_115864" aria-labelledby="figcaption_attachment_115864" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Silla Cadengue/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/53509039609_5af8ecfafd_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-115864" alt="Silla Cadengue/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/53509039609_5af8ecfafd_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio Cavalcante, coordenador-geral do Festival Preamp</p></div>
<p>A 22ª edição do festival acontece, também de 10 e 22 de fevereiro, no Cais do Alfândega, no Bairro do Recife, e tem como tema &#8220;Minha memória é feita de passado, mas meu coração é cheio de futuro&#8221;.</p>
<p>Segundo Fábio Cavalcante, o tema deste ano busca refletir sobre como a música está em constante transformação com o avanço tecnológico: “A relação entre o passado e o futuro está no centro da proposta do festival, que é preservar e homenagear a identidade musical pernambucana. E, em paralelo, explorar novos sons, formatos e métodos de produção, distribuição e consumo musical”.</p>
<p><strong>LEGADO DO PREAMP -</strong> Nas 21 edições já realizadas, 450 shows de bandas e artistas pernambucanos de todas as regiões do Estado atraíram um público médio de 9 a 12 mil espectadores por dia de evento. Cerca de cinco mil alunos foram formados nos mais diversos cursos técnicos oferecidos pelo Preamp.</p>
<p>Muitos artistas renomados de Pernambuco passaram pelo festival, nomes como Zé Manoel, Saga HC, Tagore, Babi Jaques, Uana, Adiel Luna, Barbarize, Luana Tavares, Joanah Flor, Abulidu, Nelson Brederode e Bione, além de artistas revelados por bandas extintas, como Martins (que foi integrante da Marsa, banda campeã do festival).</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Arte_PREAMP-2025.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115865" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Arte_PREAMP-2025-385x486.jpg" width="385" height="486" /></a></p>
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		<title>Feira de artesanato têxtil reúne mulheres artesãs de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 18:01:22 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115119" aria-labelledby="figcaption_attachment_115119" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/1-Risolange-Rodrigues-Crédito_-Laís-Domingues.jpg"><img class="size-medium wp-image-115119" alt="Laís Domingues/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/1-Risolange-Rodrigues-Crédito_-Laís-Domingues-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A artesã Risolange Rodrigues</p></div>
<p>De sexta-feira (20) a domingo (22), o município de Olinda é palco da 1ª Feira Mulheres que Tecem Pernambuco: Fios que Conectam e Transformam. Realizada no Mercado Eufrásio Barbosa, com início às 14h da sexta, e aberta ao público, a feira celebra o protagonismo feminino no artesanato têxtil reunindo mais de 20 artesãs de diversas regiões do Estado. A homenageada desta edição é dona Albanita Lima de Oliveira, que passou a vida bordando manualmente estandartes de Carnaval para muitos blocos e muitas agremiações.</p>
<p>Projeto de realização da Linhas de Fuga e Experimento Produções, com parceria da Azú Curadoria, Lu.Az, Barco Verde e Ogunté, a feira conta com apoio de Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), Espaço Brennand e Palete em Casa, além de incentivo do Governo do Estado de Pernambuco por meio do edital Funcultura Geral.</p>
<p>Com uma proposta de abrir uma interlocução do público com o trabalho das mulheres, mas também com seus saberes e vivências, a programação da feira inclui, além da comercialização de produtos, rodas de conversa e oficinas com participação das artesãs como debatedoras e oficineiras. As mesas promovem diálogos sobre políticas públicas para o artesanato em Pernambuco; sobre as relações entre moda e arte têxtil; e sobre as pedagogias culturais e saberes entre gerações. Já as oficinas, com práticas de renda renascença, bordado, crochê e tapeçaria complementam as atividades.</p>
<p>“Nosso intuito é concretizar a feira como um dos eventos relevantes do mercado nacional do artesanato do Nordeste e do Brasil atraindo artistas e pesquisadores. O evento é uma oportunidade para socialização, comercialização e reflexão do fazer, do trabalho e da criatividade mobilizada por essas mulheres&#8221;, explica Rose Lima, produtora executiva da pesquisa e da feira.</p>
<p>Com uma rica diversidade de tipologias têxteis, a feira tem representantes de trabalhos individuais e coletivos dos municípios de Passira, Recife, Macaparana, Lagoa do Carro, Tacaratu, Olinda, Orobó, São Lourenço, Ibimirim e Pesqueira. A artesã Risolange Rodrigues, que trabalha com tapeçaria desde menina, é uma das participantes da feira e uma das oficineiras da programação.</p>
<p>“A expectativa em participar da feira é grande, porque nunca existiu aqui um evento voltado especificamente para a questão têxtil. Geralmente esses eventos têm artesanatos bem generalizados e, a partir do momento em que você segmenta, além de dar visibilidade abre o olhar das pessoas, do público, para entenderem como funciona o mundo têxtil”, explica Risolange, que vem de Lagoa do Carro e também é turismóloga.</p>
<p>Na feira também é lançada a terceira edição da pesquisa Mulheres que Tecem Pernambuco, proposta que desde 2017 mapeia iniciativas de mulheres que trabalham com materiais têxteis no Estado com a intenção de dar visibilidade e protagonismo a essas mulheres. Foi dessa iniciativa que nasceu a proposta da feira.</p>
<p>Nesta terceira edição, a pesquisa mergulhou no núcleo Região Metropolitana do Recife conhecendo o trabalho de mulheres dos municípios de Recife, Olinda e Camaragibe. “Foram 16 mulheres mapeadas. Além da pesquisa documentar eventos, associações e grupos que atuam nas cidades, acrescentamos à pesquisa cinco tipologias artesanais: tingimento, estamparia, patchwork, fuxico e macramê. Nas técnicas anteriormente mapeadas foram adicionadas novos modos de fazer, como o bordado em estandartes e o crochê na moda&#8221;, explica Clara Nogueira, coordenadora-geral da pesquisa e da feira.</p>
<p>Além de dar visibilidade às histórias e tradições das artesãs, o evento apresenta o artesanato como um vetor de transformação cultural e econômica destacando como essas mulheres unem tradição e inovação na criação de produtos únicos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><em><strong>Sexta-feira, 20</strong></em></p>
<p>14h às 20h &#8211; Feira Expositiva<br />
14h às 18h &#8211; Oficina Renda Renascença<br />
17h às 18h &#8211; Abertura oficial da feira e lançamento da 3ª edição da Pesquisa Mulheres que Tecem Pernambuco.<br />
18h às 20h &#8211; Mesa de debate Política Pública: Artesanato em Pernambuco</p>
<p><em><strong>Sábado, 21</strong></em></p>
<p>9h às 21h &#8211; Feira Expositiva<br />
9h às 13h &#8211; Oficina Bordado<br />
14h às 18h &#8211; Oficina Crochê<br />
16h às 18h &#8211; Mesa de debate Pedagogias Culturais: O Repasse do Saber-Fazer</p>
<p><em><strong>Domingo, 22</strong></em></p>
<p>10h às 20h &#8211; Feira Expositiva<br />
14h às 18h &#8211; Oficina Tapeçaria<br />
15h às 17h &#8211; Mesa de debate Relações entre Moda e Arte Têxtil</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>1ª Feira Mulheres que Tecem Pernambuco: Fios que Conectam e Transformam -</strong> <em>de sexta-feira (20) a domingo (22), no Mercado Eufrásio Barbosa (Largo do Varadouro, s/nº, Varadouro, Olinda-PE. Entrada gratuita</em></p>
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		<title>Nova Revista Aurora 463 é lançada em meio a profundas reflexões acadêmicas</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Aug 2024 21:40:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O encerramento oficial da 17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco, neste sábado, 17 de agosto, Dia Nacional do Patrimônio Histórico e Cultural, foi marcado pela realização do 8º Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural e pelo lançamento da 9ª edição da Revista Aurora 463. Os eventos aconteceram no Auditório Aloísio Magalhães [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O encerramento oficial da 17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco, neste sábado, 17 de agosto, Dia Nacional do Patrimônio Histórico e Cultural, foi marcado pela realização do 8º Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural e pelo lançamento da 9ª edição da Revista Aurora 463. Os eventos aconteceram no Auditório Aloísio Magalhães da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), no bairro do Derby (área central do Recife), com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com um nível de excelência que arrancou elogios de todos os presentes.</p>
<p>Confira <a title="8º Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural" href="https://www.youtube.com/live/Iz14fiA1ziA?si=F5m6g_5XQZn7s0OQ" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a gravação do 8º Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural</p>
<p>Antes de saber como foi o encontro, vale a pena saber de uma ótima notícia: a 17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco terminou, mas não acabou. Isso mesmo. Com uma extensa programação, segue com atividades até o dia 28 de agosto, na capital e no interior do Estado.</p>
<p>Confira <a title="17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco" href="https://www.even3.com.br/17-semana-estadual-do-patrimonio-cultural-pe/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a agenda completa.</p>
<p>&#8220;Embora nós chamamos de Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco, é uma programação que já não cabe mais dentro de apenas uma semana&#8221;, explicou o designer Flávio Barbosa, assessor de Gestão da Fundarpe e coordenador do evento. &#8220;Temos mais de 200 ações em 39 municípios do Estado. Patrimônio cultural é uma área extremamente abrangente e envolvente e transversal a várias áreas de conhecimento e linguagens culturais, como design, moda, fotografia e de pesquisas acadêmicas em antropologia, arquologia, museologia, história e gastronomia&#8221;, relacionou. &#8220;E quer envolver cada vez mais a sociedade para que reconheça isso e atue na preservação de seus bens.&#8221;</p>
<p>A 9ª edição da Revista Aurora 463 traz artigos e relatos do que ocorreu na 16ª Semana do Patrimônio, em 2023. É considerada impostante para perpetuar as discussões que vem sendo travadas durante o evento. &#8220;Um dos destaques desta edição é um trabalho acadêmico escrito por Ulysses Pernambucano de Mello Neto (arqueólogo, historiador e ex-presidente da Fundarpe, em 1979-81, falecido no último dia 9), um dos últimos que ele realizou e nos apresentou&#8221;, lembrou Flávio Barbosa.</p>
<p>O lançamento da Revista Aurora 463 ocorreu ao término do Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural. Em sua 8ª edição, a reunião recebeu ex-alunos dos cursos de arqueologia, arquitetura &amp; urbanismo, biblioteconomia, gastronomia, história e museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) para apresentarem seus trabalhos finais de graduação e participarem de debates.</p>
<p>A ideia do encontro é criar um espaço de diálogo e trocas entre diferentes áreas do conhecimento, que atuam conjuntamente no exercício do reconhecimento e da conservação dos múltiplos aspectos significativos de nossa cultura e identidade, formando nosso patrimônio cultural.</p>
<p>Foram convidados Ayla Milena Amaral Santos (gastronomia, UFPE), com seu trabalho Ações de Preservação do Patrimônio Alimentar em Pernambuco: Uma Vivência na Fundarpe; Bruno Galvão Guedes (arquitetura &amp; urbanismo, UFPE), com Pesca, Território e Cotidiano: Uma Compreensão Coletiva dos Bens Culturais de Jaguaribe; Carolina Maria Ferreira Ribeiro (biblioteconomia, UFPE), com Memória, Patrimônio e Coleções: Um Estudo dos Acervos das Igrejas Católicas de Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes Tombados pelo Iphan; Jacqueline Gabriele de Araújo Torres (arqueologia, UFPE), com Análise do Estado de Conservação do Patrimônio Industrial Ferroviário através da Fotogrametria: O Caso da Antiga Estação Ferroviária de Quipapá (PE); Nicoly Maria Caetano Lima (história, UFRPE), com A Morte de Africanos &#8220;Novos&#8221;: Lugares de Memória na Freguesia do Santíssimo Sacramento de Santo Antônio (1820-1831); e Jonas Batista da Silva (museologia, UFPE), com Monumento Tortura Nunca Mais: Um Patrimônio do Presente.</p>
<p>Em dois grupos de três convidados, os graduados fizeram breves apresentações individuais de seus trabalhos e participaram de debates conduzidos pela arqueóloga e historiadora Pollyana Calado, técnica da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (CPPC) da Fundarpe, com a presença de arquiteta e urbanista Laryssa Araújo à mesa. Todas as obras foram bastante elogiadas pelo público presente e suscitaram análises, comentários e perguntas levando o encontro a estrapolar o horário de duração previsto.</p>
<p>De acordo com Pollyana Calado, a principal contribuição que a Fundação almeja é trazer essas outras áreas de conhecimento para pensar junto o que a academia está trabalhando em relação à preservação do patrimônio cultural. &#8220;Para nós, enquanto técnicos, também é útil para reciclar e até ressignificar nossas práticas. E trazer informações para eles também. É uma troca&#8221;, contou.</p>
<p>Na equipe da Fundarpe, além de Flávio e Pollyana, estiveram presentes as técnicas Carolina Moura, Gabriela Cordeiro e Kézia Feitosa.</p>
<p><strong>A SEMANA –</strong> A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco é um evento promovido pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com a colaboração de diversos parceiros. Com o objetivo de comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico (17 de agosto) ao longo dos anos, tem-se estabelecido como um espaço de debates, interdisciplinar e interinstitucional, sobre questões essenciais para a compreensão das formas de constituição, valorização, reconhecimento e preservação dos patrimônios culturais, a partir de ações previstas em quatro eixos: pensar, interpretar, brincar e experimentar o patrimônio.</p>
<p>Este ano, em sua 17ª edição, com o tema Educação, Território e Participação Social, tem por objetivo destacar a relevância dos diferentes processos educativos, da participação social e gestão compartilhada na proteção e salvaguarda dos patrimônios culturais em diversos territórios pernambucanos. Em seu escopo traz para a discussão a emergência da valorização (no campo do patrimônio) dos saberes das comunidades tradicionais, das tradições orais, dos saberes de artífices, de mestres e mestras, da relação das religiosidades e ofícios com o meio ambiente e natureza; bem como elucidar experiências acadêmicas de entes representativos e de arranjos coletivos de participação social no mapeamento e na gestão, zeladoria e continuidade dos bens culturais.</p>
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		<title>Objetos etnográficos e patrimônio subaquático são temas de palestras e exposições no Mepe</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 16:28:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco segue de vento em popa com sua programação. Na tarde desta terça-feira (13), o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) recebeu o seminário Objetos Etnográficos, Colecionadores e Museus: Debates sobre a Restituição e a Repatriação. Simultanemante acontece a exposição Patrimônio Subaquático Brasileiro: Naufrágios Históricos, que fica em cartaz [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco segue de vento em popa com sua programação. Na tarde desta terça-feira (13), o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) recebeu o seminário Objetos Etnográficos, Colecionadores e Museus: Debates sobre a Restituição e a Repatriação. Simultanemante acontece a exposição Patrimônio Subaquático Brasileiro: Naufrágios Históricos, que fica em cartaz até domingo e conta com uma palestra nesta sexta-feira (16). O equipamento está localizado na Avenida Rui Barbosa, nº 960, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>O seminário, ministrado no Auditório do Joaquim Cardoso do Mepe, discutiu os objetos etnográficos musealizados de acordo com os olhares dos colecionadores e as narrativas das coleções. O evento buscou entender o conjunto desses objetos que se encontram em museu e, a partir de uma análise deles objetos, especificamente os da Coleção Etnográfica Carlos Estevão de Oliveira do Mepe, compreender a situação no e do Brasil a fim de aprofundar o entendimento sobre as questões concernentes à restituição e repatriação de bens culturais na atualidade.</p>
<p>A moderação do seminário ficou a cargo de Renato Athias, doutor em antropologia pela Universisade de Paris 10 (Nanterre) e professor de antropologia e museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Renato ciceroneou o palestrante Sarapó Pankararu, liderança da etnia que dá o nome, da Aldeia Brejo dos Padres da Terra Indígena Pankararu e coordenador da Casa de Memória do Tronco Velho Pankararu e da Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espirito Santo (Apoinme).</p>
<p>A atividade teve início com uma visita por participantes a outra exposição que já acontece no Mepe, intitulada Pernambuco, Território e Patrimônio de um Povo. Nela o público pôde conferir, com orientação de Sarapó e Renato, exemplos de objetos etnográficos que em seguida foram tratados na palestra. O gestor do Mepe, Rinaldo Carvalho, junto com outros membros do equipamento, tambvém acompanharam a visitação e a conversa.</p>
<p>Já no Auditório do Joaquim Cardoso foram abordados assuntos como a importância do colecionador Carlos Estevão de Oliveira; a luta política dos pankararus, sobretudo para a salvaguarda e preservação de seus objetos e sua memória; o resgate do patrimônio imaterial de sua etnia; e as ações da Apoinme.</p>
<p><strong>PATRIMÔNIO SUBAQUÁTICO -</strong> No hall do Espaço Cícero Dias do Museu do Estado de Pernambuco está montada a exposição Patrimônio Subaquático Brasileiro: Naufrágios Históricos, que tem como foco o acervo pertencente à Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha do Brasil, composta por 14 banners com dados e fotografias de naufrágios de importância histórica para o País. De Pernambuco, constam dois naufrágios: o Alfama de Lisboa e o galeão São Paulo. A mostra se tornou possível por meio de uma parceria com Fundação Paranã-buc, representada pelo professor Carlos Rios, da UFPE.</p>
<p>Patrimônio Subaquático Brasileiro: Naufrágios Históricos fica em cartaz até o dia 18 de agosto, até sexta-feira (16), das 9h às 17h; e, no sábado e domingo, das 14h às 17h. Ainda sobre o tema, nesta sexta (16), das 15h às 16h, ocorre a palestra Patrimônio Cultural Subaquático Brasileiro: Conceito, Legislação e Desafios para Proteção. A conversa é ministrada por Ricardo Guimarães, que é licenciado em história pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), mestre em arqueologia pela Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE-USP) e doutorando em arqueologia na UFPE.</p>
<p><strong>A SEMANA -</strong> A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco é um evento promovido pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com a colaboração de diversos parceiros. Com o objetivo de comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico (17 de agosto) ao longo dos anos, tem-se estabelecido como um espaço de debates, interdisciplinar e interinstitucional, sobre questões essenciais para a compreensão das formas de constituição, valorização, reconhecimento e preservação dos patrimônios culturais, a partir de ações previstas em quatro eixos: pensar, interpretar, brincar e experimentar o patrimônio.</p>
<p>Este ano, em sua 17ª edição, com o tema Educação, Território e Participação Social, tem por objetivo destacar a relevância dos diferentes processos educativos, da participação social e gestão compartilhada na proteção e salvaguarda dos patrimônios culturais em diversos territórios pernambucanos. Em seu escopo traz para a discussão a emergência da valorização (no campo do patrimônio) dos saberes das comunidades tradicionais, das tradições orais, dos saberes de artífices, de mestres e mestras, da relação das religiosidades e ofícios com o meio ambiente e natureza; bem como elucidar experiências acadêmicas de entes representativos e de arranjos coletivos de participação social no mapeamento e na gestão, zeladoria e continuidade dos bens culturais.</p>
<p>Com uma extensa programação, a Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco segue com ações o dia 28 de agosto. Confira <a title="17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco" href="https://www.even3.com.br/17-semana-estadual-do-patrimonio-cultural-pe/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a agenda completa.</p>
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		<title>Seminário em Aliança debate a salvaguarda do cavalo marinho</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 13:29:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Associação dos Grupos de Cavalo Marinho de Pernambuco, a Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional de Pernambuco (Iphan), a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e a Prefeitura Municipal de Aliança realizam, neste mês de novembro, o 2º Seminário de Políticas Culturais e Salvaguarda do Cavalo Marinho. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106225" aria-labelledby="figcaption_attachment_106225" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/seminario.jpg"><img class="size-medium wp-image-106225" alt="2º Seminário de Políticas Culturais e Salvaguarda do Cavalo Marinho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/seminario-607x387.jpg" width="607" height="387" /></a><p class="wp-caption-text">2º Seminário de Políticas Culturais e Salvaguarda do Cavalo Marinho</p></div>
<p>A Associação dos Grupos de Cavalo Marinho de Pernambuco, a Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional de Pernambuco (Iphan), a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e a Prefeitura Municipal de Aliança realizam, neste mês de novembro, o 2º Seminário de Políticas Culturais e Salvaguarda do Cavalo Marinho. O evento acontece no dia 18, das 9h às 18h, no Clube Municipal de Aliança (Rua Dr. Belarmino Pessoa, nº 201), na Zona da Mata Norte pernambucana.<br />
Na segunda edição do seminário o debate sobre a salvaguarda do cavalo marinho, Patrimônio Cultural Brasileiro, é continuado agregando o tema do papel dos poderes públicos locais na sustentabilidade dessa expressão cultural do Estado.<br />
O evento é ainda uma etapa introdutória para a construção do Plano de Salvaguarda do Cavalo Marinho, documento que sintetizará as demandas e as ações de fomento e valorização para os detentores desse bem cultural pactuando coletiva e institucionalmente o compromisso com o Decreto nº 3.551/2000, que instituiu o reconhecimento de bens culturais de natureza imaterial.<br />
O seminário conta com a participação de representantes dos grupos de cavalo marinho de Pernambuco e das demais prefeituras da Zona da Mata Norte do Estado, além de Olinda e do Recife. O evento também é voltado para instituições parceiras, estudiosos do tema e produtores culturais.</p>
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		<title>Livro da Cepe conta a história da Soparia, a casa da música pernambucana nos anos 1990</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 17:59:25 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105609" aria-labelledby="figcaption_attachment_105609" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/José-Teles-Roger-de-Renor-Foto-de-Leopoldo-Conrado-Nunes-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-105609" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/José-Teles-Roger-de-Renor-Foto-de-Leopoldo-Conrado-Nunes-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">José Teles e Roger de Renor</p></div>
<p>A efervescência cultural pernambucana dos anos 1990, principalmente no campo da música, tinha um epicentro: a Soparia. A história do icônico bar de Roger de Renor, no bairro do Pina (Zona Sul do Recife), é contada pelo jornalista José Teles no livro <em>Soparia: De Boteco a Palco de Todos os Sons</em>. A publicação é lançada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), nesta sexta-feira (6), às 16h, no Auditório Círculo das Ideias da 14ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. No lançamento Teles e Roger participam do bate-papo Soparia: A Biografia de um Bar e de uma Cena, mediado pela jornalista Valentine Herold, editora-assistente do jornal literário Pernambuco (Cepe).<br />
“Todo mundo que fazia arte baixava lá”, afirma Teles referindo-se à Soparia. De acordo com o autor, Chico Science (1966-1997) era um dos habitués da casa onde também passaram muitas outras pessoas da música &#8211; Otto, Silvério Pessoa, Maciel Melo, Sivuca, Hermeto Pascoal, Fagner e Herbert Vianna, por exemplo -, das artes plásticas e do cinema, seja para se apresentar, dar uma canja (sic), acompanhar shows, beber ou apenas conversar. Teles conclui que “no geral, a programação (do bar) acontecia na base da imprevisibilidade” e que “a maioria dos que frequentavam a Soparia nem se preocupava em saber o que rolaria por lá”. Quase todos confessaram que iam ao bar “para se encontrar com os amigos”.<br />
Para resgatar a história Teles foi atrás não só dos famosos, mas de quem fazia o estabelecimento funcionar, como a produtora cultural Paula de Renor &#8211; irmã e braço-direito de Roger no negócio -, garçons;,seguranças, e frequentadores do bar. E o que se vê nas 212 páginas do livro, com cerca de 50 imagens, é resultado de dezenas de entrevistas, pesquisas em jornais antigos e em trabalhos acadêmicos, além de análise de material de divulgação do bar e de fotografias.<br />
A Soparia foi aberta por Roger de Renor em 1992. Começou a funcionar sem a pretensão de ser o que se tornou. Alguns fatores contribuíram para se transformar em referência cultural. Um deles, as frequentes canjas (sic) dadas por Lula Cortês, músico já consagrado. “Tocar num lugar onde uma lenda da música pernambucana se apresentava tornou-se objeto de desejo para qualquer jovem músico. E não apenas de Pernambuco”, diz no livro. Outro fator foi a Maré de 73 Lançamentos, como ficou conhecida a “histórica noitada mangue, que ocorreu no dia 14 de novembro de 1992, com Mundo Livre S/A e Chico Science &amp; Nação Zumbi”. Além da apresentação das duas bandas, o evento contou com exibição de clipes e de um documentário chamado Mangue, chancelando a Soparia como a casa da nova música pernambucana. A partir daí subiram ao palco grupos como Mombojó, Mestre Ambrósio, Cascabulho, Comadre Florzinha, Paulo Francis Vai pro Céu e Querosene Jacaré.<br />
Em 25 de março de 1999 o bar encerrou as atividades. O fechamento atraiu milhares de pessoas. “Tanto pelo bota-fora como pelo sucesso que fazia na cidade a principal atração, Cordel do Fogo Encantado”, destaca Teles. Após virar a noite, no dia seguinte Roger fechou o ciclo do bar. Baixou a porta e pichou “Cadê a Sopa?”, a frase mais ouvida ao longo da história do estabelecimento, que não servia apenas música, mas também sopa aos amantes da noite.<br />
Para Teles, Roger “aproveitou o timing perfeito” para fechar a Soparia. E não fez isso por falta de público. “Se fosse por frequência a maioria dos donos de bar teria continuado até a fonte secar”, avalia. Sobre isso Roger afirma, em entrevista para o livro, que a badalação sobre a Soparia aumentou após a morte de Chico Science, ocorrida em 2 de fevereiro de 1997, atraindo novos negócios para o Polo Pina e, consequentemente, mais pessoas e problemas. “Começou a chegar uma galera pesada para o local. Eu entendo de juntar gente por meio da música. As pessoas que estavam vindo ali não fui eu que juntei. Foram trazidas por telefone sem fio. Era outra coisa. Aí resolvi fechar enquanto estava em cima. Quando as pessoas entendessem [o que tinha mudado] já teria queimado meu filme”, diz Roger.<br />
O livro não se limita à história da Soparia. Teles aponta os bares da época do Soparia e de décadas anteriores. Dos anos 1970, por exemplo, lembra do Beco do Barato, no qual inicialmente passaram sambistas cariocas – Clementina de Jesus, Cartola, Zé Keti, Nelson Cavaquinho, Grande Otelo – e posteriormente virou referência para a psicodelia pernambucana, o chamado udigrudi. Dessa turma, o Beco do Barato recebeu apresentações de Flaviola e das bandas Tamarineira Village (futura Ave Sangria) e Phetus. Sobre os arredores do Soparia, nos anos 1990, o livro resgata dados de bares como o Satchmo, localizado na Galeria Joana d’Arc, o Oficina Mecânica e o Boratcho.<br />
Teles adianta que o livro não lista todos os bares contemporâneos do Soparia. “Mas quem não a viveu terá uma ideia do que foi a Soparia. No Recife nunca teve um bar feito a Soparia. Acho que nem no Brasil. O bar foi alto e baixo astral, Woodstock e Altamont ao mesmo tempo”, pontua. Nele cabia diferentes vozes e ritmos. E <em>Soparia: De Boteco a Palco de Todos os Sons</em> retrata bem o espaço democrático e aparentemente caótico do bar que mereceu as páginas do New York Times em 1997 e 2001. Não por acaso a Soparia tinha uma atmosfera própria, uma cenografia única, com sua radiola de ficha, o cachorro de gesso, o quadro da sereia e seu inconfundível sofá vermelho.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>Soparia: De Boteco a Palco de Todos os Sons</em>, de José Teles -</strong> <em>sexta-feira (6), às 16h, no Auditório Círculo das Ideias da 14ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco (Centro de Convenções, Olinda). Preço do livro: R$ 50 (impresso) e R$ 20 (e-book)</em></p>
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		<title>‘Ocupação Lia de Itamaracá&#8217; debate racismo na Cultura Popular</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 14:09:39 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_102221" aria-labelledby="figcaption_attachment_102221" class="wp-caption img-width-532 alignnone" style="width: 532px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ytallo Barreto/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Lia-de-Itamaracá-foto-Ytallo-Barreto-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-102221" alt="Ytallo Barreto/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Lia-de-Itamaracá-foto-Ytallo-Barreto-1-532x486.jpeg" width="532" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">30 mil pessoas já visitaram a exposição do Paço do Frevo sobre a cirandeira Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco</p></div>
<p>Em seu último dia em cartaz no Paço do Frevo, a Ocupação Lia de Itamaracá — que exalta o universo simbólico e a trajetória de uma das mais importantes mestras da cultura popular brasileira — promoverá a roda de diálogo “O Racismo na Cultura Popular &#8211; Reflexões e Proposições”. Será nesta quarta-feira, 21 de junho, a partir das 15h, com a presença de Lia no museu, onde estarão reunidos em debate representantes do meio cultural, acadêmico, político e da gestão pública. Os interessados devem se inscrever por meio de formulário, disponível <a href="https://forms.gle/XvddszrT6zkvfHwE9" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>. O catálogo da exposição já está sendo distribuído de forma gratuita aos visitantes do Paço.</p>
<p>O encontro estava agendado para a última quarta (14), mas precisou ser remarcado por conta das fortes chuvas no Recife e na região metropolitana.</p>
<p>Para a roda de diálogo, estão confirmadas as presenças de Lia de Itamaracá; do seu produtor e empresário, Beto Hees; de Fabiano Santos, presidente da União dos Afoxés de PE e do Afoxé Alafin Oyó, membro da comissão de Cultura da OAB; e Geisa Agrício, gerente de Comunicação do Paço do Frevo. A mediação será de Michelle de Assumpção, curadora da Ocupação Lia de Itamaracá e autora de sua biografia.<br />
“O racismo que Lia enfrentou ao longo da vida também é um tema esmiuçado na Ocupação Lia de Itamaracá &#8211; Paço do Frevo. Práticas racistas explícitas, por exemplo, permeiam em um recorte de jornal de 1973, que descreve pela 1ª vez a existência de Lia de Itamaracá, até então conhecida em todo país como personagem de uma famosa ciranda, intitulada &#8216;Quem me deu foi Lia&#8217;, lançada na voz de Teca Calazans, em 1969. &#8216;Escurinha&#8217;, &#8216;boneca de piche&#8217; e &#8216;empregadinha&#8217; são alguns dos adjetivos utilizados pelo jornalista que escreve a matéria, revelando a naturalização do racismo que hoje configura crime. A roda de diálogo é um convite à troca de experiências, reflexões e proposições que precisam ser feitas para encararmos o problema do racismo estrutural brasileiro e deixarmos no legado da mostra uma contribuição para esse debate, sob o ponto de vista da cultura popular, que é feita por mãos, corpos e vozes negras”, diz Michelle de Assumpção.</p>
<p>“Eu sempre encarei de frente o racismo, ele sempre existiu, mas eu nunca baixei minha cabeça. E é o que digo a todas que enfrentam esse problema: seja mais você, se fortaleça e encare”, reflete Lia de Itamaracá, que chega a tratar do assunto em entrevistas que foram levadas à mostra, no Paço do Frevo.</p>
<p><strong>O CATÁLOGO -</strong> O catálogo da exposição foi construído a partir dos eixos que nortearam a própria Ocupação, que compreendem o Território, a Casa, a Raça e a Trajetória da artista. Lia de Itamaracá, a ilha que a gestou, de onde sai para o mundo e para onde sempre retorna, é o fio condutor dessa história que deixa o registro de todo o processo da mostra. A publicação é composta por fotos do espaço expositivo e por retratos da artista feitos pelo fotógrafo Ytallo Barreto, que tem acompanhado de perto a trajetória de Lia. Traz ainda uma série de textos sobre a cirandeira, não apenas celebrando um importante momento da sua carreira, mas constituindo uma memória de sua longeva e fascinante história de vida e obra.</p>
<p><strong>A WEBSÉRIE -</strong> Também dia 14, vai ao ar o sexto e último episódio da série em vídeo “Quem me deu foi Lia”, com lançamento no <a href="https://www.youtube.com/@PacodoFrevoMuseu" target="_blank"><strong>Youtube do Paço do Frevo</strong></a>. No capítulo derradeiro, as culturas paraense e pernambucana se misturam. É a vez da Rainha do Carimbó chamegado, Dona Onete, falar sobre a influência que a mestra da Ciranda exerceu em sua vida. Ambas são mulheres negras referências da cultura popular, que ousaram quebrar regras, fortalecendo e espalhando a cultura e a identidade de seus territórios e origens exaltados nas canções, nos ritmos e também nas vestimentas. Tal representatividade as colocou como tema de duas ocupações simultâneas em cartaz e sucesso de público: a Ocupação Dona Onete, no Itaú Cultural (São Paulo), e a Ocupação Lia de Itamaracá, no Paço do Frevo (Recife). A websérie tem patrocínio do Itaú e da Rede e o apoio cultural e financeiro do Itaú Cultural.</p>
<p><strong>A EXPOSIÇÃO -</strong> Já visitada por cerca de 30 mil pessoas desde o dia 21 de março, a ‘Ocupação Lia de Itamaracá &#8211; Paço do Frevo’ celebra a terra, o mar, os sons e todo o universo de uma das maiores artistas da música popular brasileira. A exposição é um tributo e um reconhecimento à trajetória de uma artista cuja vida e obra vêm seduzindo gerações e fortalecendo a identidade do povo pernambucano a partir da Ciranda e de outros gêneros da cultura popular. Traz documentos, figurinos, objetos pessoais, fotografias, mobiliários e diversos recursos audiovisuais, como videoclipes e imagens recentes de apresentações da artista pelo mundo.</p>
<p>Com o patrocínio do Itaú, da Rede e o apoio cultural e financeiro do Itaú Cultural, a exposição tem a realização do Paço do Frevo e do Centro Cultural Estrela de Lia. A entrada se dá através do ingresso do museu, que custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia), com gratuidade às terças-feiras.</p>
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