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	<title>Portal Cultura PE &#187; Débora Colker</title>
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		<title>Débora Colker faz estreia internacional do seu novo espetáculo no Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 31 May 2017 15:06:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[espetáculo de dança]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/CÃO-SEM-PLUMAS.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-49490" alt="Cia. Débora Colker" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/CÃO-SEM-PLUMAS-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Deborah Colker faz no Recife, neste final de semana, a estreia internacional do espetáculo Cão sem Plumas. Baseado no poema homônimo de João Cabral de Melo Neto (1920-1999), este é seu primeiro espetáculo de temática explicitamente brasileira. Publicado em 1950, o poema acompanha o percurso do rio Capibaribe, que corta boa parte do estado de Pernambuco. Mostra a pobreza da população ribeirinha, o descaso das elites, a vida no mangue, de “força invencível e anônima”.  A imagem do “cão sem plumas” serve para o rio e para as pessoas que vivem no seu entorno.</p>
<p>“O espetáculo é sobre coisas inconcebíveis, que não deveriam ser permitidas. É contra a ignorância humana. Destruir a natureza, as crianças, o que é cheio de vida”, diz Deborah. A dança se mistura com o cinema. Cenas de um filme realizado por Deborah e pelo pernambucano Cláudio Assis – diretor de longas-metragens como <i>Amarelo Manga</i>, <i>Febre do Rato</i> e <i>Big Jato</i> – são projetadas no fundo do palco e dialogam com os corpos dos treze bailarinos em cena. As imagens foram registradas em novembro de 2016, quando coreógrafa, o cineasta e toda a companhia viajaram durante 24 dias, indo do Recife, passando pelo Agreste e chegando até o Sertão pernambucano.</p>
<p>A jornada também foi documentada pelo fotógrafo Cafi, nascido em Pernambuco. Na trilha sonora original estão mais dois pernambucanos: Jorge Dü Peixe, da banda Nação Zumbi e um dos expoentes do movimento mangue beat, e Lirinha (ex-cantor do Cordel do Fogo Encantado, poeta e ator). Juntam-se ao carioca Berna Ceppas, que acompanha Deborah desde seu trabalho de estreia, <i>Vulcão</i> (1994). Outros antigos parceiros estão em cenografia e direção de arte (Gringo Cardia) e na iluminação (Jorginho de Carvalho). Os figurinos são de Claudia Kopke. A direção executiva é de João Elias, fundador da companhia.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/CÃO-SEM-PLUMAS-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-49491" alt="Cia. Débora Colker" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/CÃO-SEM-PLUMAS-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Os bailarinos estão “vestidos” de lama, numa alusão às paisagens que o poema descreve, e seus passos evocam os caranguejos. O bicho que vive no mangue está nas ideias do geógrafo Josué de Castro (1908-1973), autor de <i>Geografia da fome</i> e <i>Homens e caranguejos</i>, e do cantor e compositor Chico Science (1966-1997), principal nome do manguebeat, movimento cuja estética híbrida, que se nutria de referências locais e universais, tradição e tecnologia, extrapolou a música e chegou ao cinema, à moda, e também à dança.</p>
<p>Para construir um bicho-homem, conceito que é base de toda a coreografia, a artista não se baseou apenas em manifestações que são fortes em Pernambuco, como maracatu e coco. Também se valeu de samba, jongo, kuduro e outras danças populares. “Minha história é uma história de misturas”, afirma ela. Seu grupo se firmou como fenômeno pop em <i>Velox </i>(1995), <i>Rota </i>(1997) e <i>Casa </i>(1999). Os espetáculos <i>Nó </i>(2005), <i>Cruel </i>(2008), <i>Tatyana </i>(2011) e <i>Belle </i>(2014) trataram de temas existenciais, como os afetos. Em <i>Cão sem plumas</i>, Deborah reúne aspectos de toda a sua carreira. “Cabem a elegância do clássico, a lama das raízes e o olhar contemporâneo. O nome disso é João Cabral”, diz ela.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p>Cão Sem Plumas &#8211; Cia. de Dança Débora Colker</p>
<p>Sábado, 03, às 21h</p>
<p>Domingo, 04, às 20h</p>
<p>Local: Teatro Guararapes (Centro de Convenções, Recife)</p>
<p><b>Ingressos:</b></p>
<p>Plateia Setor 1: R$ 120,00 inteira / R$ 60,00 meia-entrada</p>
<p>Plateia Setor 2: R$ 100,00 inteira / R$ 50,00 meia-entrada</p>
<p>Plateia Setor 3: R$ 80,00 inteira / R$ 40,00 meia-entrada</p>
<p>Balcão: R$ 50,00 inteira / R$ 25,00 meia-entrada</p>
<p>&nbsp;</p>
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