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	<title>Portal Cultura PE &#187; Deezer</title>
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		<title>Papo de Ciranda promove visibilidade dos artistas em streaming e nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Nov 2023 15:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A produtora Terno da Mata lança hoje nesta sexta-feira (3) o projeto cultural Papo de Ciranda, que reúne 12 dos principais representantes da ciranda em Pernambuco para falar sobre suas trajetórias com a manifestação cultural. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) da Música, foi concebido tendo como base a 6ª Conferência [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106199" aria-labelledby="figcaption_attachment_106199" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-03-at-11.36.16.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106199" alt="Elimar Caranguejo/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-03-at-11.36.16-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Equipe do Papo de Ciranda</p></div>
<p>A produtora Terno da Mata lança hoje nesta sexta-feira (3) o projeto cultural Papo de Ciranda, que reúne 12 dos principais representantes da ciranda em Pernambuco para falar sobre suas trajetórias com a manifestação cultural. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) da Música, foi concebido tendo como base a 6ª Conferência Estadual de Cultura, que buscou incentivar a pesquisa etnográfica, a salvaguarda da memória e a valorização da produção artístico-cultural de segmentos específicos como a ciranda.<br />
A iniciativa, que conta com as mestras e os mestres vinculados à Associação do Coletivo de Cirandas de Pernambuco, tem como objetivo celebrar o título de Patrimônio Imaterial do Brasil e contar a trajetória dos artistas fortalecendo seus currículos e promovendo a valorização e difusão da cultura da ciranda por meio de conteúdo digital.<br />
São entrevistas conduzidas pelo apresentador Roger de Renor e registradas pelo cineasta Nilton Pereira, em forma de episódios em podcast e vídeos, com cirandeiros como Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco; Mestre Santino, artista do município de Nazaré da Mata (PE) reconhecido como Mestre da Cultura Popular, pelo Prêmio Ariano Suassuna, como o cirandeiro mais antigo; e a Ciranda Imperial do Mestre Sérgio Almeida, lendária ciranda que gravou o primeiro LP de ciranda intitulado <em>Vamos Cirandar</em> (1972) em parceria com Mestre Antônio Baracho e a Ciranda Cobiçada do Mestre Custódio pela gravadora Rozenblit.<br />
O projeto visa registrar a história da ciranda contada pelos próprios artistas proporcionando um panorama diversificado dessa manifestação cultural. O local escolhido para as gravações foi o Estúdio Fábrica, localizado no bairro da Várzea. Durante as entrevistas os cirandeiros puderam compartilhar suas experiências, apresentar suas músicas e demonstrar a riqueza rítmica da ciranda pernambucana.<br />
Os registros em vídeo das entrevistas são disponibilizados em plataformas de streaming, como o YouTube, e nas redes sociais da Terno da Mata e dos artistas ampliando o alcance do conteúdo e possibilitando o acesso gratuito por parte do público interessado. Além disso há versões em podcast para aqueles que preferem consumir o material em áudio. Uma das preocupações do projeto é garantir a acessibilidade e por isso os vídeos contam com janelas de libras tornando o conteúdo compreensível para pessoas com deficiência auditiva.<br />
Também estão presentes a ciranda de Zeca Cirandeiro, de Paudalho (PE); Biu Paizinho, da Ciranda Terno da Mata; e o Mestre Anderson Miguel, representante da nova geração da ciranda pernambucana. Dona Dulce Baracho (Abreu e Lima-PE) filha do Mestre Antônio Baracho; Walter da Ciranda Cobiçada (Olinda), filho do Mestre Custódio; Arnaldo do Amaro Branco (Olinda-PE); Dona Del da Ciranda (Paulista-PE); Dona Cristina, que também é Patrimônio Vivo, da Ciranda Dengosa (Recife); e o Mestre Juarez (Cidade Tabajara, Olinda) são os outros artistas que fazem parte do projeto, que ainda conta com um episódio ao vivo do podcast na Rádio Amunam, em Nazaré da Mata.<br />
Papo de Ciranda busca valorizar e difundir a cultura da ciranda em Pernambuco, permitindo que os próprios artistas compartilhem suas histórias e músicas nas redes sociais com um conteúdo audiovisual profissional. Queremos ampliar a visibilidade desses talentosos cirandeiros e promover a inclusão digital tornando a ciranda mais acessível a todos&#8221;, explicam os produtores culturais Sérgio Melo e Ursula Albuquerque, da Terno da Mata Produções.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação:</strong></span></p>
<p>3/11 &#8211; Mestre Sérgio Imperial<br />
4/11 &#8211; Mestra Cristina<br />
10/11 &#8211; Mestre Zeca Ciradeiro<br />
11/11 &#8211; Mestra Del<br />
17/11 &#8211; Lia de Itamaracá<br />
18/11 &#8211; Mestre Santino Cirandeiro<br />
24/11 &#8211; Mestre Arnaldo<br />
25/11 &#8211; Mestra Dulce Baracho<br />
1º/12 &#8211; Mestre Anderson Miguel<br />
2/12 &#8211; Mestre Walter<br />
8/12 &#8211; Mestre Juarez<br />
9/12 &#8211; Mestre Biu Paizinho.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Acesso nas plataformas digitais:</strong></span></p>
<p>Spotify: Podcast Papo de Ciranda<br />
Deezer: Podcast Papo de Ciranda<br />
YouTube: Terno da Mata Produções</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>No Instagram:</strong></span></p>
<p>@ternodamata<br />
@coletivodecirandaspe<br />
@podcastpapodeciranda</p>
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		<title>Claudio N disponibiliza seu novo disco nas plataformas de streaming</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jan 2020 14:41:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O músico recifense Claudio N acaba de lançar, nas principais plataformas de streaming, seu mais novo disco, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. Batizado de &#8220;Claudio N &#38; A Turma Do Deixa Disso&#8221;, o álbum reúne composições criadas entre 2003 e 2017 e apresenta várias personas do músico, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74526" aria-labelledby="figcaption_attachment_74526" class="wp-caption img-width-389 alignright" style="width: 389px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/claudio-n-novo-disco.jpg"><img class=" wp-image-74526  " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/claudio-n-novo-disco-486x486.jpg" width="389" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">O álum &#8220;Claudio N &amp; A Turma do Deixa Disso&#8221; tem 16 faixas</p></div>
<p>O músico recifense Claudio N acaba de lançar, nas principais plataformas de <em>streaming</em>, seu mais novo disco, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. Batizado de &#8220;Claudio N &amp; A Turma Do Deixa Disso&#8221;, o álbum reúne composições criadas entre 2003 e 2017 e apresenta várias personas do músico, guitarrista, montador de samplers e colagens, compositor de trilhas sonoras e especialista em acertos de contratos mal sucedidos. Essas e outras facetas são evidenciadas numa obra que pode ser equiparada a um &#8220;best of”, as famosas coletâneas de sucesso que reúnem os vários singles e escolhas musicais do artista ao longo de sua carreira. Neste caso, 14 anos de trajetória em constante parceria com o produtor, músico e compositor Carlos Montenegro, que também assina a produção do álbum.</p>
<p>O perfil de catálogo pode ser melhor evidenciado pela estratégia de lançamento: Claudio N &amp; A Turma do Deixa Disso foi conhecido aos poucos, ao longo de 3 EPS com faixas que evidenciam as diferentes linguagens trabalhadas pelo artista. Todo o processo de gravação e registro de músicas com mais de dez anos e novas composições foi possibilitado pelo Funcultura.</p>
<p><em>“A sensação que tive ao gravar essas músicas foi muito semelhante à de restauro de quadros que estavam perecendo ou perdendo a cor dentro de um baú bolorento</em>”, explica Claudio. A gravação reuniu músicos e trouxe novos tons e texturas às composições, possibilitando ao artista gravar de forma definitiva algumas canções, apresentar novas propostas de arranjo e, a partir do álbum, consolidar com uma roupagem pop a trajetória artística de Claudio N e sua turma.</p>
<p><strong>Sobre o artista -</strong> Nascido em Paulo Afonso (BA), perto da divisa entre Pernambuco, Alagoas e Sergipe, Claudio N mudou-se para São Paulo no início de 2019 depois de longos 20 anos como músico, produtor e DJ no Recife. Nesse período seu nome esteve presente em vários projetos: seja na banda Chambaril ou no projeto Nascinegro, na composição de trilha sonoras e de faixas para filmes como “O Som ao Redor”, de Kleber Mendonça Filho e “Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo”, de Karim Aïnouz e Marcelo Gomes.</p>
<p>Do psicodelismo interestelar ao bolero, passando pelo axé ou aportando na música cômica. Ao final das 12 faixas de Claudio N &amp; A Turma Do Deixa Disso é possível, senão enumerar com exatidão quantos são, ao menos conhecer melhor esses “ene” Claudios. A mistura de referências que reúnem nas mesmas nuvens de tag nomes como Ween, Zé Ramalho, Pepeu Gomes e rock progressivo é bem amarrada e unificada esteticamente pelos arranjos assinados por Mateus Alves e Carlos Montenegro, que acompanham Claudio desde os tempos do vestibular.</p>
<p><strong>Extras -</strong> Além das 9 composições dos EPs já lançados, o álbum de Claudio N &amp; A Turma do Deixa Disso conta com uma faixa bônus, a canção Meu Sapato. As vinhetas Terra Plana e O Feiticeiro completam o material inédito.</p>
<p>O designer Raul Luna, que já assinou a identidade visual de artistas como Cadu Tenório, Tetine, M. Takara, Ayrton Montarroyos e o pianista Victor Araújo, assina toda a concepção visual do álbum e também dos EPs. Você pode encontrar o álbum Claudio N &amp; A Turma do Deixa Disso nas principais plataformas de <em>streaming</em> junto com os três EPs. Ao todo, a obra completa de Claudio N &amp; A Turma do Deixa Disso tem 16 faixas: são 10 músicas do álbum, além das duas vinhetas, e 4 remixes disponíveis nos EPs. Confira: <a href="https://www.deezer.com/br/album/121926732?autoplay=true" target="_blank"><strong>Deezer</strong></a>, <a href="https://open.spotify.com/artist/78vbccLPfQZJaMuhh09Edc" target="_blank"><strong>Spotify</strong></a>, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Male8-vYrG0&amp;list=PLxxlXcRiWEbgAlmjQpZ6-IWZIBJkGcV3P&amp;index=1" target="_blank"><strong>Youtube Music</strong></a> e <a href="https://play.google.com/music/preview/Aqhtyxl4qlczvqkahhf6hmfr4b4?play=1&amp;u=0" target="_blank"><strong>Google Play Music</strong></a>.</p>
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		<title>Lira amplia a janela de experimentação em novo disco</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2015 14:30:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Baile Perfumado]]></category>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova “O labirinto são nossas construções&#8230; o desmantelo, nossos sonhos e devaneios&#8230; ”, é assim que resume Lira o conceito do seu segundo álbum solo, O labirinto e o desmantelo, disponibilizado, recentemente, na plataforma Deezer, para streaming. Um disco onde José de Paes Lira (que já foi Lirinha e, agora, assina Lira) [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Lira_foto-Caroline-Bittencourt-r.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-24714" alt="Caroline Bittencourt" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Lira_foto-Caroline-Bittencourt-r-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>“<em>O labirinto são nossas construções&#8230; o desmantelo, nossos sonhos e devaneios&#8230;</em> ”, é assim que resume <strong>Lira</strong> o conceito do seu segundo álbum solo, <em>O labirinto e o desmantelo</em>, disponibilizado, recentemente, na plataforma Deezer, para <em>streaming</em>. Um disco onde José de Paes Lira (que já foi Lirinha e, agora, assina Lira) busca empreender, com mais afinco, desafios a si mesmo: com isso, ganham força neste novo trabalho o compositor, o intérprete e o criador estético. Lira lança <em>O labirinto e o desmantelo</em> no Recife, nesta sexta (15), no Baile Perfumado. Também se apresentam na noite as bandas Bixiga 70 (SP) e Tagore (PE). Ouça <a href="http://www.deezer.com/album/10183190" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> o disco.</p>
<p>O álbum disponibilizado na internet conta com 10 músicas (a versão física do disco contará com mais uma faixa, inédita) e teve a produção de Pupillo (Nação Zumbi), que se tornou, segundo Lira, o seu grande parceiro musical desde sua primeira incursão solo, <em>Lira</em> (2011). No novo disco, Lira aprimora algo que vem exercitando desde os tempos do Cordel do Fogo Encantado e que ficou mais evidente quando se lançou solo: a busca por uma linguagem artística própria, seja musicalmente ou poeticamente. “<em>Essa busca por uma expressão original, sempre caracterizou meu trabalho. Costumo dizer que procuro fazer algo que ninguém nunca fez, mas sabemos que é impossível. Um trabalho artístico é, inevitavelmente, resultado de influências que recebemos, e que são transformadas por nossos filtros e subjetividades. Então, o que me interessa não é o objetivo do original, mas a busca em si, que é colocar a minha música e minha poesia de forma pessoal</em>”, conta.</p>
<p><em>O labirinto e o desmantelo</em> foi gestado durante dois anos e é resultado dessa busca pela propriedade do fazer artístico, que Lira costuma colocar sempre como um desafio para si mesmo. As letras das músicas estão em primeira pessoa, o que evidencia esse papel de protagonista dentro do seu próprio lirismo. E, agora, desabrocha com mais ênfase o lado cantor de Lira, que procura passear pelas melodias bem mais do que declamar. “<em>Tive desafios enormes de interpretação nesse disco. Era algo muito distante do que eu imaginava quando comecei. Essas músicas que compus na rua, em casa&#8230; com algumas coisas que eu tinha certa dificuldade em executar. Daí, tive que ir pro estúdio pra interpretá-las. A minha própria música me deu esse desafio. Essas canções me exigiram um novo Lira</em>”, declara.</p>
<p>Gravados nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Recife, o novo álbum permitiu a Lira também se aprofundar na experimentação estética. <em>O labirinto e o desmantelo</em> apresenta uma maior variação de nuances em sua sonoridade. Resultado das diversas participações no disco. “<em>No primeiro disco, montei uma banda especialmente para fazê-lo. Eram músicos que eu acompanhava do Devotos (Neilton), Mundo Livre (Bactéria) e Nação Zumbi (Pupillo) e que eu admirava. Dessa vez, cada música ganhou um arranjo próprio, com convidados específicos para o que cada música pedia</em>”, explica. Participam do disco o pianista Vítor Araújo, Astronauta Pinguim, Silva, Thiago França, Chuck Hipólito, Dustan Gallas e Régis Damesceno (ambos do Cidadão Instigado), Pedro Midielli, Guri Assis Brasil e Walter Areia.</p>
<p>Dentro dessa “<em>casa labiríntica de múltiplos centros e caminhos</em>” e imerso “<em>no fantástico sonho do desmantelo e o desconcerto das muralhas</em>”, imagens que permeiam o conceito do disco, Lira procurou, antes de mais nada, mergulhar o mais profundamente dentro de si e ousar experimentar além dele próprio. “<em>Procuro desenvolver uma arte de forma mais livre possível. Temos que ser íntegros nesse fazer. Não acredito numa arte em que exista limites em sua feitura, em sua criação. Os limites são pós (no que diz respeito ao mercado, ao alcance desse trabalho). Mas o momento de criação tem que ser o mais livre possível. E foi essa minha busca e sempre foi a minha fortaleza</em>”, explica.</p>
<p>Sobre ser o seu segundo disco solo, Lira exalta a sua importância desse trabalho como chancela do seu papel artístico. “<em>Ele tem uma função de afirmação. É um momento de mostrar a base fincada, o território de criação assegurado. Ele funciona como uma afirmação dos trabalhos anteriores. O melhor é que além de ele afirmar, ele aponta novos caminhos, aponta pro futuro</em>”, exalta.</p>
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