<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; desenho</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/desenho/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 29 Apr 2026 19:38:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Livro sobre Atelier Risco! lança um novo olhar para a prática do modelo vivo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-sobre-atelier-risco-lanca-um-novo-olhar-para-a-pratica-do-modelo-vivo/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-sobre-atelier-risco-lanca-um-novo-olhar-para-a-pratica-do-modelo-vivo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 19:24:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ação corporal]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[fundaj]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[modelo vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Risco!]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=118691</guid>
		<description><![CDATA[Durante séculos, a prática de modelo vivo enxergou como artista apenas a pessoa que desenha um modelo, quer seja homem, mulher ou criança, a quem era exigido posar por horas, desde que calados e estáticos. Seus corpos eram o “objeto” a ser observado e reproduzido com rigor estético. Apesar de ainda fazer parte da tradição [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118692" aria-labelledby="figcaption_attachment_118692" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/modelo-Iara-foto-Walton-Ribeiro-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-118692" alt="Foto: Walton Ribeiro / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/modelo-Iara-foto-Walton-Ribeiro-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Walton Ribeiro / Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Durante séculos, a prática de modelo vivo enxergou como artista apenas a pessoa que desenha um modelo, quer seja homem, mulher ou criança, a quem era exigido posar por horas, desde que calados e estáticos. Seus corpos eram o “objeto” a ser observado e reproduzido com rigor estético. Apesar de ainda fazer parte da tradição no meio acadêmico, a prática do desenho de modelo vivo nesse formato não é mais hegemônica. No Recife, o Risco!, grupo criado em 2013, faz uma revisão desta prática ao promover sessões para pessoas interessadas no estudo do corpo, seja na ação corporal expressiva ou no registro da figura humana. Parte deste trabalho desenvolvido pelo Risco! foi registrado no livro Atelier Risco!, que será lançado nesta sexta-feira (4), na Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), na unidade Derby, a partir das 19h.</p>
<p dir="ltr">A programação de lançamento tem início com uma sessão de “modelagem viva” a partir da performance<em> A Menor Mulher do Mundo</em>, uma proposição de Bruna Rafaella Ferrer, coordenadora pedagógica e diretora artística do Risco!. Na performance, a artista propõe reflexões sobre como as mulheres falam e agem sobre suas próprias representações. O termo “modelagem viva” no lugar de “modelo vivo” faz parte do vocabulário e da prática do Risco!, onde os modelos têm uma participação propositiva, diferentemente da prática tradicional. A performance tem 30 minutos de duração e antecede o lançamento do livro. A sessão está aberta à participação de qualquer pessoa interessada em registrar as poses propostas pela performer. No local será disponibilizado material artístico para uso comum. A classificação etária é livre.</p>
<p dir="ltr">A publicação Atelier Risco! tem edição da Editora Inteligência Sensível. Em 48 páginas, ela registra o material produzido em 16 sessões de modelo vivo, entre desenhos, fotografias e demais incursões gráficas, realizadas no Recife entre outubro de 2024 e abril de 2025, período de execução do projeto que dá nome ao livro. O projeto,<strong> realizado via Fundo de Incentivo à Cultura do Governo de Pernambuco – Funcultura</strong>, contou ainda com uma oficina de capacitação profissional de &#8220;Mediação Acessível&#8221; e a exposição &#8220;O lugar do efêmero e do inesgotável”. As atividades foram realizadas em espaços das instituições parceiras: Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, IAC – Centro Cultural Benfica da UFPE, Fundação Joaquim Nabuco e Museu do Homem do Nordeste.</p>
<p dir="ltr"><strong>Pesquisa -</strong> Voltadas a diversos públicos e conduzidas por participantes do Risco!, as ações do projeto integram a pesquisa acadêmica &#8220;Situações Artísticas e Pedagógicas na Prática Criativa com Modelo Vivo&#8221;, desenvolvida por Bruna Rafaella em seu estágio de pós-doutoramento realizado na Diretoria de Pesquisas Sociais (Dipes) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), apoiadora do projeto. “Com a modelagem viva o Risco! promove a formação artística de diversos agentes culturais, enquanto propõe uma pesquisa visual e também performática com modelo vivo, entendendo o corpo como provocador de diálogo criativo e fonte de pesquisa multidisciplinar”, destaca a pesquisadora.</p>
<p dir="ltr">O supervisor da pesquisa de Bruna, Alexandre Zarias, pesquisador da Dipes/Fundaj, comenta sua percepção sobre o grupo Risco!: &#8220;Uma das dimensões que eu mais admiro no Risco! é seu caráter exploratório e investigativo. O projeto toma como ponto de partida o corpo e faz confluir diferentes linguagens: as artes, as ciências humanas, a filosofia e as tecnologias.  Para mim, o Risco! é um exercício de expansão e liberdade de nossas experiências de conhecer o mundo por meio dos nossos corpos e dos corpos dos outros ligados pelo olhar e pela expressão artística”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre a performance -</strong> Conectada à investigação da artista e pesquisadora Bruna Rafaella sobre o conceito de “Situação pedagógica” no contexto da modelagem viva, em A menor mulher do mundo, Bruna performa uma figura construída a partir de elementos diversos advindos da representação da mulher na cultura ocidental, da sua própria vivência enquanto artista e educadora e do encontro com o olhar investigativo das participantes da prática de modelo vivo.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>Ficha Técnica – projeto Atelier Risco! </strong></em></p>
<p dir="ltr">Produção, direção artística e coordenação pedagógica: Bruna Rafaella Ferrer</p>
<p dir="ltr">Assistência de produção: Renata Caldas</p>
<p dir="ltr">Registros: Walton Ribeiro</p>
<p dir="ltr">Design gráfico: Filipe Aca e Matheus de Mendonça</p>
<p dir="ltr">Curadoria da exposição: Guilherme Moraes</p>
<p dir="ltr">Ministrantes de oficina: Vanessa Marques (Ferva Acessibilidade), Bruna Rafaella Ferrer e Michell Platini</p>
<p dir="ltr">Modelos vivos: Vi Brasil, Paulo Lima, Luciana Borre com participação de Mariana Gualberto, Silvia Góes, Acre, Iara Izidoro, Jonas Araújo, Brenda Bazante, Izidorio Cavalcanti, Renata Caldas, Rhaiza Oliveira, brumas, Bárbara Collier, Eduardo Romero, Amanda Albuquerque e Fabiana Pirro.</p>
<p dir="ltr">Debatedores: Philipe Sidartha, Vi Brasil, Carlito Person, Renata Caldas, Demetrio Albuquerque, Ju Caldas, Guilherme Moraes e Filipe Corsini.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>SERVIÇO:</strong></em></p>
<p dir="ltr">Lançamento do livro Atelier Risco! + Sessão de modelo vivo A menor mulher do mundo, com Bruna Rafaella</p>
<p dir="ltr">Dia: sexta-feira (04 de JULHO)</p>
<p dir="ltr">Horário: 19h às 21h</p>
<p dir="ltr">Local: Sala de Leitura Nilo Pereira – térreo da Fundaj Derby (rua Henrique Dias, 609 &#8211; Derby)</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p dir="ltr">Valor do livro (oferta de lançamento): R$ 40,00</p>
<p dir="ltr">Classificação etária: LIVRE</p>
<p dir="ltr">Mais informações: <a href="instagram.com/riscoexperimental">@riscoexperimental</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-sobre-atelier-risco-lanca-um-novo-olhar-para-a-pratica-do-modelo-vivo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Casa da Cultura celebra o Dia Mundial da Arte com ação coletiva de pintura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/casa-da-cultura-celebra-o-dia-mundial-da-arte-com-acao-coletiva-de-pintura/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/casa-da-cultura-celebra-o-dia-mundial-da-arte-com-acao-coletiva-de-pintura/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 12:42:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Casa da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[dia mundial da arte]]></category>
		<category><![CDATA[pintura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=117299</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Preparem seus lápis, pincéis, cadernos e telas que o PintAção da Casa da Cultura está chegando. No próximo dia 15 de abril celebra-se mundialmente o Dia da Arte e em Pernambuco, terra de tantas vanguardas artísticas essa data não teria como passar batida. É justamente com o intuito de honrar o legado dos muitos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/casa-da-cultura-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-98291" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/casa-da-cultura-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></div>
<div></div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Preparem seus lápis, pincéis, cadernos e telas que o PintAção da Casa da Cultura está chegando. No próximo dia 15 de abril celebra-se mundialmente o Dia da Arte e em Pernambuco, terra de tantas vanguardas artísticas essa data não teria como passar batida. É justamente com o intuito de honrar o legado dos muitos nomes locais que mudaram a história da Arte e de comemorar os artistas da atualidade que a Casa da Cultura de Pernambuco &#8211; Luiz Gonzaga, equipamento gerido pelo Governo do Estado de Pernambuco através da Fundarpe, abre suas portas para a primeira edição do PintAção, das 11h às 17h, em parceria com o Caminhos Coletivo de Arte e o Coletivo Raiz.</p>
<p>A iniciativa é um convite para uma vivência coletiva de desenho e pintura. O espaço irá se transformar num grande ateliê a céu aberto. A atividade é gratuita e para participar basta chegar com seu material. &#8220;Os artistas podem se inspirar aqui no meio das árvores que temos no pátio ou na arquitetura neoclássica do prédio, ou no hall, onde tem os painéis do pintor Cícero Dias. Podem retratar a casa ou não, só se inspirar mesmo aqui. A ideia é todo mundo fazer arte!&#8221;, ressalta a gestora do equipamento cultural, Lila Schnaider.</p>
<p>O convite se estende a todos que também preferem se expressar artisticamente através da fotografia. &#8220;A própria arquitetura da Casa da Cultura é um convite para soltar a imaginação. Todos os tipos de arte, todas as expressões são bem-vindas, estamos aguardando os artistas aqui. Vamos ficar muito felizes com a participação de vocês&#8221;, finaliza a gestora com o convite.</p>
<p><strong>Casa da Cultura de Pernambuco &#8211; Luiz Gonzaga</strong> &#8211; Localizada às margens do Rio Capibaribe, o espaço é um dos maiores polos de comercialização de artesanato do Recife e um dos cartões postais do Estado. O imponente prédio em que está instalada foi construído para abrigar a antiga Casa de Detenção do Recife, que permaneceu por mais de um século como a mais importante penitenciária de Pernambuco. Hoje as antigas celas são ocupadas por lojas, associações culturais e lanchonetes. A Casa conta ainda com teatro e anfiteatro que acolhem ações formativas e espetáculos de teatro, música e dança promovidas ou apoiadas pelo Governo do Estado por meio da Fundarpe.</p>
<p>Inaugurada no dia 25 de abril de 1855, a antiga Casa de Detenção do Recife é uma das maiores edificações do século 19, localizada próximo a duas expressivas obras desse século: a Estação Ferroviária do Recife e a Ponte 6 de Março (mais conhecida como Ponte Velha). O projeto original é de autoria do engenheiro e urbanista José Mamede Alves Ferreira, responsável por outras obras importantes na cidade, como o Hospital Pedro II e o Ginásio Pernambucano. A construção de Mamede segue o modelo panopticon, obedecendo aos padrões tradicionais de segurança das penitenciárias da época.</p>
<p>A Casa da Cultura abriga dois painéis do pintor pernambucano Cícero Dias, que representam a Revoluções Pernambucanas de 1817 e 1824. Além do Teatro Clênio Wanderley, do Palco Nelson Ferreira e mais de 110 lojas de arte e artesanato, a Casa é endereço da sede de movimentos, associações e sindicatos como o Movimento Negro Unificado, Anistiados Políticos e Sindicato de Artesãos da Região Metropolitana do Recife e de Pernambuco.</p>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Secult_Convite_DiaDaArte_CasaDaCultura_Feed.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-117300" alt="Secult_Convite_DiaDaArte_CasaDaCultura_Feed" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Secult_Convite_DiaDaArte_CasaDaCultura_Feed-388x486.png" width="388" height="486" /></a></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/casa-da-cultura-celebra-o-dia-mundial-da-arte-com-acao-coletiva-de-pintura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Encontro de Livre Improviso está com chamada aberta para oficinas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-de-livre-improviso-esta-com-chamada-aberta-para-oficinas/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-de-livre-improviso-esta-com-chamada-aberta-para-oficinas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 18:06:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[improviso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=117062</guid>
		<description><![CDATA[Entre os dias 17 de maio e 7 de junho acontece, na Casa Lontra, no bairro recifense da Boa Vista, o EJAGAN – Encontro de Livre Improviso. O projeto, que reúne um conjunto de ações em torno da experimentação artística, está com chamadas abertas durante o mês de abril para duas oficinas e para apresentações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117063" aria-labelledby="figcaption_attachment_117063" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/EJAGAN_Divulgacao3-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-117063" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/EJAGAN_Divulgacao3-1-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Registro da última edição do Encontro de Livre Improviso</p></div>
<p>Entre os dias 17 de maio e 7 de junho acontece, na Casa Lontra, no bairro recifense da Boa Vista, o EJAGAN – Encontro de Livre Improviso. O projeto, que reúne um conjunto de ações em torno da experimentação artística, está com chamadas abertas durante o mês de abril para duas oficinas e para apresentações remuneradas. As oficinas acontecem, em paralelo, nas tardes dos sábados 17 e 24 de maio e 7 de junho.</p>
<p>Uma delas, Gambiarra, é conduzida pelo musicista Marcelo Campello e propõe um mergulho na improvisação sonora a partir de conceitos como horizontalidade e multidão. &#8220;Gambiarra&#8221; propõe um mergulho na improvisação sonora a partir de conceitos como “horizontalidade” e “multidão”. Utilizando o corpo e materiais reaproveitados como instrumentos, a oficina evoca a memória afetiva e a bagagem cultural dos participantes.</p>
<p>Já “Delírios de Linha” é uma oficina de desenho “no aqui e agora”. Facilitados pelo multiartista João Lin, que também é um dos idealizadores do Ejagan, os três dias de curso serão uma provocação em torno do desenho de improvisação, estimulando a inovação na linguagem gráfica. Cada oficina disponibiliza 12 vagas. Inscrições <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd0uEJuQVk3HcRxt7_iPdhzR-FZ86G34zKWBTNf0nF3FyU0GQ/viewform" target="_blank">aqui.</a></p>
<p>A <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdMibYHpOCCL3dX54VWuObxCxAqbGaJebvtdMC76I9X6Txi3g/viewform" target="_blank">chamada pública </a>para apresentações incentiva com R$3mil as propostas selecionadas. Ao todo serão escolhidos cinco trabalhos de improvisação livre de artistas e/ou coletivos pernambucanos ou radicados no Estado. As apresentações acontecerão no sábado de culminância do projeto, junto com a partilha de resultado das oficinas. “A livre improvisação não é sobre um tipo de arte, mas sobre um modo de fazê-la: sem controle ou definição; vivo e mutante”, explica Hassan Santos, um dos coordenadores do projeto. “O Encontro de Livre Improviso deseja reconhecer artistas que já trilham esse caminho do livro improviso, mas também provocar outros a sair do território que já atuam”, completa.</p>
<p><strong>Sobre o EJAGAN</strong> -  Os suportes artísticos das mais diversas naturezas participam livremente e em conjunto para expressarem uma diversidade de expressões. Essa liberdade de experimentações ampliam as linguagens para além das formas tradicionais de se fazer arte. As novas tecnologias e outras tantas ferramentas artísticas surgem como veículos e suportes para obras contemporâneas criando novas linguagens, como a videoarte, a performance, as instalações, a arte sonora, e outras tantas expressões que são improvisadas no mundo.</p>
<p>Mas, de que modo a improvisação nas artes pode realmente ser livre? De que maneira é possível ampliar ainda mais o ato de improvisar? Como perceber um modo de fazer arte nos dias de hoje sem as amarras estabelecidas através de escolas ou ensinamentos que buscam moldar o ato do fazer artístico? Pode-se dizer que a improvisação é uma possibilidade de variações infinitas em que se pode abandonar e retomar o sistema de linguagens impostos e criar algo novo, vivo e mutante. A improvisação não seria então um tipo de arte, mas um modo de fazê-la.</p>
<p>O que poderia levar a pensar que nas artes existem as linguagens tradicionais – que não devem ser excluídas – mas, que podem ser observadas e serem apropriadas para romper com as fronteiras por elas estabelecidas na arte da improvisação. Ao olhar para as mais antigas das expressões artísticas humanas, pode-se dizer que a arte da improvisação é usada desde a arte rupestre, passa pelas raízes do teatro no ritual de culto a Baco e hoje se confunde com a maneira de sobrevivência do povo. Hoje podemos observar a arte sendo contaminada pelo cotidiano do mesmo povo que a faz.</p>
<p>E é este modo de fazer arte que é o mote para o projeto Encontro de Livre Improviso. A proposta pretende abrir espaço para que as linguagens das artes tenham o improviso como motor de novas criações. Lembrando que o improviso já está amplamente difundido na música, no teatro e na dança. E nas artes visuais contemporâneas, cujas fronteiras entre as linguagens se mostram cada vez mais diluídas, o improviso transborda para a arte sonora, o cinema ao vivo e outras expressões.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-de-livre-improviso-esta-com-chamada-aberta-para-oficinas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Modelo Vivo tem primeira sessão no Mamam</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/modelo-vivo-tem-primeira-sessao-no-mamam/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/modelo-vivo-tem-primeira-sessao-no-mamam/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 15:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Atelier Risco!]]></category>
		<category><![CDATA[Bruna Rafaella Ferrer]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[D Mingus]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[Equilíbrio Precário]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mamam]]></category>
		<category><![CDATA[modelo vivo]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Philipe Sidartha]]></category>
		<category><![CDATA[Vi Brasil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=113702</guid>
		<description><![CDATA[Está de volta à cena cultural do Recife um projeto artístico que mobiliza artistas de todas as linguagens desde 2013 e que vem mudando o olhar para uma prática tradicional do desenho: o Modelo Vivo. O Atelier Risco! está de volta e a primeira sessão é nesta quarta-feira (2), das 19h às 21h, no Museu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113703" aria-labelledby="figcaption_attachment_113703" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Walton Ribeiro/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/atelier-risco-foto___waltonribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-113703" alt="Walton Ribeiro/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/atelier-risco-foto___waltonribeiro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Modelo Vivo, do Atelier Risco!</p></div>
<p>Está de volta à cena cultural do Recife um projeto artístico que mobiliza artistas de todas as linguagens desde 2013 e que vem mudando o olhar para uma prática tradicional do desenho: o Modelo Vivo. O Atelier Risco! está de volta e a primeira sessão é nesta quarta-feira (2), das 19h às 21h, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), no bairro da Boa Vista (Centro do Recife). Para o primeiro encontro, após uma pausa de um ano, a modelo é a multiartista Vi Brasil com a performance <em>Equilíbrio Precário</em>, com a participação especial, na trilha sonora, de D Mingus. A sessão de estreia é seguida de debate com o desenhista Philipe Sidartha, pesquisador integrante do grupo.</p>
<p>O projeto contempla a realização de 16 sessões, todas gratuitas, das quais dez em 2024 e seis em 2025, com oito debates, processo de formação e uma exposição no fim. Todas as sessões e debates são transmitidos por videoconferência.</p>
<p>A retomada do Atelier Risco! foi possível graças ao edital do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Governo de Pernambuco, tendo sido contemplado na categoria Manutenção de Coletivo de Produção Artística. A proponente do projeto e diretora artística do Risco!, Bruna Rafaella Ferrer, também investiga as ações do grupo no estágio de pós-doutoramento da pesquisa Situações Artísticas e Pedagógicas na Prática Criativa com Modelo Vivo, tendo como instituição base a Diretoria de Pesquisas Sociais (Dipes) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). Em uma década de atividades, o grupo vem arriscando passos novos fora da tradicional visão acadêmica para a prática do Modelo Vivo.</p>
<p>Quando comenta a novidade que o projeto Atelier Risco! promove, Bruna pontua: ​“Desde o início da trajetória do Risco! entendemos que existia uma demanda de investigação do corpo, que não estava só no desenho, na pintura e na fotografia, mas na performance do corpo que traz consigo uma investigação ilimitada de estar no mundo, ligada também a outras linguagens e outras formas de se colocar no mundo. Transformações no corpo como lugar de investigação estética passaram a ser objetos de estudo da prática do Modelo Vivo. Essa é a única novidade possível”.</p>
<p>ORIGENS &#8211; Criado por professores do curso de artes visuais da faculdade Aeso, entre os quais a própria Bruna Rafaella Ferrer, além de Eduardo Souza e André Aquino, o Atelier Risco! também está de volta ao primeiro equipamento cultural que o acolheu após se tornar independente de instituições acadêmicas. O grande instigador e mentor do grupo foi Eduardo Souza, artista que faleceu em 2018. O Risco! surgiu na academia, mas migrou para o Atelier Peligro, de Eduardo, e depois para o Mamam.</p>
<p>A diretora do museu, Mabel Medeiros, comemora a volta do Risco!, que considera uma etapa importante na formação dos jovens artistas e dos que já estão num caminho longo de sua trajetória. “Há mais de uma década, o Risco! vem movimentando o pensamento sobre o desenho e sobre o performar para o desenho em modelo vivo no Recife. E também promovendo discussões enriquecedoras para as artes visuais, sobretudo o desenho. Somos um museu que trabalha com arte contemporânea e, como todo museu, tem interesse em formação, discussões e debates acerca das artes visuais de forma ampla”, enfatiza.</p>
<p>Diferentemente do que muita gente pensa, não há pré-requisitos técnicos nem necessidade de inscrição prévia para participar de uma sessão de desenho com modelo vivo, mas cada participante tem que levar seu material artístico. Os encontros são gratuitos e abertos ao público, a partir do dia 2 de outubro, todas as quartas-feiras, das 19h às 21h, no jardim do Mamam (entrada pela Rua da União, nº 88, Boa Vista).</p>
<p><strong>OBSERVAÇÃO -</strong> Modelo vivo é a prática e o estudo da representação artística da figura humana por meio de exercícios com desenho de observação. Esse é um método de aprendizado artístico formalizado em academias de arte europeias, a partir da segunda metade do século 17, que perdura no ensino de arte no Brasil desde as primeiras décadas do século 19, com a implementação da Academia Imperial de Belas Artes. Atualmente, com o surgimento de uma série de grupos de modelo vivo como o Atelier Risco!, sem vínculo institucional ou acadêmico, observa-se o avanço desse campo de estudos para além do desenho como mero registro criativo, levando em conta também os aspectos poéticos e autorais contidos nas performances dos modelos.</p>
<p><strong>ATELIER RISCO! -</strong> Surgiu em 2013 para democratizar a prática criativa com modelo vivo fora de um programa estritamente acadêmico. O Risco! acolhe semanalmente diferentes modelos valorizando seus repertórios como base para a produção artística e discussão. Acredita-se que todos podem usar suas subjetividades nas sessões, o que enriquece a criação coletiva de imagens, celebrando a diversidade e o potencial criativo de cada participante e reforçando que todos são capazes de desenhar e/ou atuar como modelo vivo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/modelo-vivo-tem-primeira-sessao-no-mamam/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Juliana Lapa e Mayra Melo inauguram exposições na Casa do Cachorro Preto</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/juliana-lapa-e-mayra-melo-inauguram-exposicoes-na-casa-do-cachorro-preto/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/juliana-lapa-e-mayra-melo-inauguram-exposicoes-na-casa-do-cachorro-preto/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2016 15:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[casa do cahorro preto]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Juliana Lapa]]></category>
		<category><![CDATA[Mayra Melo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=39804</guid>
		<description><![CDATA[As primeiras exposições das artistas pernambucanas Juliana Lapa e Mayra Melo serão, como quiseram definir: &#8220;um reencontro com suas paisagens do inconsciente&#8221;. Na mostra CURAMATA, Juliana apresenta 19 obras em grafite, pastel seco, pastel à óleo e lápis de cor. Desenhos resultados de um processo artístico que mergulhou entre o &#8216;mundo natural&#8217; e aspectos que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As primeiras exposições das artistas pernambucanas Juliana Lapa e Mayra Melo serão, como quiseram definir: &#8220;um reencontro com suas paisagens do inconsciente&#8221;.</p>
<p>Na mostra CURAMATA, Juliana apresenta 19 obras em grafite, pastel seco, pastel à óleo e lápis de cor. Desenhos resultados de um processo artístico que mergulhou entre o &#8216;mundo natural&#8217; e aspectos que caracterizam a identidade, a vocação, a sina das pessoas. &#8220;É uma ode ao estado de alerta e fluidez em que nos colocamos quando nos despimos de valores e dogmas sociais que são ausentes num contexto selvagem. Num mergulho dentro de si, uma sereia da mata viaja pelos infernos e limbos internos, até se encontrar numa selva sombria e calma, a consciência de si&#8221;, apresenta o texto curatorial.</p>
<div id="attachment_39849" aria-labelledby="figcaption_attachment_39849" class="wp-caption img-width-553 alignnone" style="width: 553px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/obra1Juliana-Lapa-.jpg"><img class="size-medium wp-image-39849" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/obra1Juliana-Lapa--553x486.jpg" width="553" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Obra de Juliana Lapa integrante da mostra CURAMATA</p></div>
<p>Já em PARTO, Mayra Melo apresenta o resultado de uma alegoria construída para revelar a poética da artista. Por meio de uma série de 10 fotografias, o público é apresentado a um ser fantástico, em pleno esforço para se desprender daquilo que lhe é supérfluo, em uma interessante busca por sua natureza mais profunda. &#8220;Esse é o registro de uma performance primeiríssima na minha vida, fruto de um processo que já vinha amadurecendo há um certo tempo, sobre retirar essas máscaras que ainda precisamos usar, sobre como é possível irmos nos desfazendo dessas personas até chegarmos ao que realmente importa, ao que faz sentido pra gente&#8221;, comenta Mayra.</p>
<p>A performance foi registrada pelo fotógrafo Marcelo Vidal e teve impressão fine art, em tiragem única. &#8220;Conheci Marcelo por causa da exposição e a sintonia foi imensa, ele esteve sempre disponível e fez um trabalho muito delicado, fez o registro de algo que seria impossível registrar sozinha, que são as coisas que nascem quando a gente resolve se reconstruir&#8221;, complementa a artista. Mayra utilizou pó metálico e argila medicinal para revestir seu corpo. A série revela a retirada da argila do corpo, &#8220;até atingir essa pele interna, o significado mais profundo, a natureza mais profunda, então, há um sentido grande de libertação e espero tocar as pessoas da mesma forma que fui tocada pelo processo&#8221;, convida.</p>
<div id="attachment_39851" aria-labelledby="figcaption_attachment_39851" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Vidal</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/Mayra-Melo-Série-Parto-divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-39851" alt="Marcelo Vidal" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/Mayra-Melo-Série-Parto-divulgação-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">PARTO, de Mayra Melo, fica em cartaz até 25 de setembro</p></div>
<p>As duas mostras abrem nesta quinta-feira, 1º de setembro, na Casa do Cachorro Preto, em Olinda, às 19h.</p>
<p><strong>ARTISTAS<br />
</strong></p>
<div id="attachment_39852" aria-labelledby="figcaption_attachment_39852" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Vidal</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/fotoMayra-Melo-E-e-Juliana-Lapa-D-online-foto-Marcelo-Vidal.jpg"><img class="size-medium wp-image-39852" alt="Marcelo Vidal" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/fotoMayra-Melo-E-e-Juliana-Lapa-D-online-foto-Marcelo-Vidal-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mayra Melo e Juliana Lapa</p></div>
<p><strong></strong><strong>Juliana Lapa</strong> é natural de Carpina, tem 31 anos e é artista autodidata. Trabalhou como produtora audiovisual, fundou ao lado de Leo Sette a Lucinda Produções, ajudou a produzir filmes como Porcos Raivosos. Desde 2015 se dedica integralmente às artes visuais. Participou da feira ArteRua em 2015.</p>
<p><strong>Mayra Melo,</strong> 37, designer gráfica, artista visual, editora e produtora. Atualmente pesquisa para uma série fotográfica, onde plantas e flores serão montadas como se crescessem a partir de diversas áreas do corpo da artista.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Exposição CURAMATA, de Juliana Lapa + PARTO, de Mayra Melo</strong><br />
Abertura: 1º de setembro, quinta, 19h<br />
Local: A Casa do Cachorro Preto (Rua Treze de Maio, 99, Carmo &#8211; Olinda)</p>
<p>No quintal: QuintaLExperimental com Aishá Lourenço e convidados, R$ 5<br />
Visitação: de 2 a 25 de setembro (qui-dom), das 16h às 21h</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/juliana-lapa-e-mayra-melo-inauguram-exposicoes-na-casa-do-cachorro-preto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Coletivo de Brasília expõe desenhos na Casa do Cachorro Preto</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/coletivo-de-brasilia-expoe-desenhos-na-casa-do-cachorro-preto/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/coletivo-de-brasilia-expoe-desenhos-na-casa-do-cachorro-preto/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 May 2015 17:07:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Casa do Cachorro Preto]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[felipe ferraz]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=24326</guid>
		<description><![CDATA[O Coletivo do Inferno, do Distrito Federal, traz a exposição de desenhos de Felipe Vaz para A Casa do Cachorro, em Olinda. A abertura será no sábado (9), a partir das 18h, e contará com a apresentação do DJ Igor Capozzoli, da banda Desalma. A mostra apresenta ilustrações de demônios, baseados na obra O Livro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24329" aria-labelledby="figcaption_attachment_24329" class="wp-caption img-width-483 aligncenter" style="width: 483px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/felipe-ferraz.png"><img class="size-medium wp-image-24329" alt="Artista representará o Coletivo do Inferno na mostra" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/felipe-ferraz-483x486.png" width="483" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Felipe Ferraz representará o Coletivo do Inferno na mostra</p></div>
<p>O Coletivo do Inferno, do Distrito Federal, traz a exposição de desenhos de Felipe Vaz para A Casa do Cachorro, em Olinda. A abertura será no sábado (9), a partir das 18h, e contará com a apresentação do DJ Igor Capozzoli, da banda Desalma.</p>
<p>A mostra apresenta ilustrações de demônios, baseados na obra O Livro do Demônios, de Antônio Augusto Fagundes Filho, a capa do EP da banda DESALMA e uma série intitulada <em>Bichos Escrotos</em>. São 27 quadros em nanquim 6 lambe-lambes gigantes e um wallpainting. Criados nas técnicas de pontilhismo, hachura e lineart. Felipe Vaz busca inspiração no profano e na iconoclastia e, por meio do Coletivo do Inferno, leva à sociedade uma reflexão sobre a fuga da racionalidade. &#8220;Nós somos os deuses e também somos os demônios&#8221;, afirma o artista os desenhos apresentados na exposição, que segue em cartaz até o dia 31 de maio.</p>
<p><strong>Artista</strong><br />
Felipe Vaz tem 30 anos, é designer e ilustrador, pernambucano morando em Brasília. É Sócio do Coletivo do Inferno e estudante de tatuagem.<br />
O Coletivo Inferno já participou de exposições coletivas CrowdArt de Quem Faz, na galeria Reserva +, Globo menos 30 na Pinacoteca do Estado de São Paulo, Pilhagem#3, nA Casa do Cachorro Preto e já ilustrou o relatório social 2012 da Fundação Banco do Brasil. A exposição foi viabilizada por meio do Catarse, quando alguns dos seus admiradores adquiriram recompensas em forma de camisetas, pôsteres, lambes, etc.</p>
<p><strong>Abertura da Exposição do Inferno, por Felipe Vaz</strong><br />
Quando: sábado (9), a partir das 18h<br />
Onde: A Casa do Cachorro Preto, localizada na Rua 13 de maio, 99 – Cidade Alta – Olinda- PE.<br />
Entrada gratuita<br />
Visitação até 31 de maio, de quinta-feira a domingo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/coletivo-de-brasilia-expoe-desenhos-na-casa-do-cachorro-preto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Galeria Suassuna oferece oficina de desenho com Cavani Rosas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/galeria-suassuna-oferece-oficina-de-desenho-com-cavani-rosas/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/galeria-suassuna-oferece-oficina-de-desenho-com-cavani-rosas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 13:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cavani rosas]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria Suassuna]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=19567</guid>
		<description><![CDATA[A Galeria Suassuna inaugura, terça-feira (20), sua programação de cursos regulares, com as aulas de desenho do artista plástico Cavani Rosas. O curso, que tem duração total de quatro meses, é voltado para todos os níveis &#8211; de iniciantes a pessoas que já exercitam a prática do desenho. Com duas turmas oferecidas, as aulas vão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19572" aria-labelledby="figcaption_attachment_19572" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/galeria-suassuna.jpg"><img class="size-medium wp-image-19572" alt="Este é o primeiro curso oferecido pelo espaço em 2015" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/galeria-suassuna-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Esta será a primeira atividade oferecida pelo espaço em 2015</p></div>
<p>A Galeria Suassuna inaugura, terça-feira (20), sua programação de cursos regulares, com as aulas de desenho do artista plástico Cavani Rosas. O curso, que tem duração total de quatro meses, é voltado para todos os níveis &#8211; de iniciantes a pessoas que já exercitam a prática do desenho. Com duas turmas oferecidas, as aulas vão acontecer todas as terças e quintas-feiras, em dois horários: das 15h às 17h, e das 19h às 21h.</p>
<p>Batizado de <em>Desenho e Consciência Espacial</em>, o curso pretende despertar nos alunos a melhor compreensão do espaço e das noções de perspectiva. “O método que criei trabalha em cima da percepção espacial da pessoa, fazendo com que ela compreenda melhor o espaço e, consequentemente, passe a expressar isso por meio dos seus desenhos”, explica Cavani.</p>
<div id="attachment_19573" aria-labelledby="figcaption_attachment_19573" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Cavani_Rosas_B.jpg"><img class="size-medium wp-image-19573" alt="Artista " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Cavani_Rosas_B-607x408.jpg" width="607" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Cavani comandará as aulas nos próximos quatro meses na Galeria Suassuna</p></div>
<p>De acordo com o artista plástico, a maior parte das pessoas não desenha bem porque não possuem noções de perspectiva. “Isso é fundamental para a pessoa transmitir o que ela vive através do desenho”, destaca. Para quem já tem certa familiaridade com a atividade, o curso vai apresentar novas metodologias de ensino. “Uma boa oportunidade para trocar informações e se aperfeiçoar”, complementa Cavani Rosas. Uma das aulas, inclusive, será ministrada ao ar livre, na Praça de Casa Forte &#8211; lugar onde está localizada a Galeria Suassuna.</p>
<p>Este é o primeiro curso da programação do espaço cultural que durante todo o ano irá promover atividades como aulas, palestras, oficinas e seminários. “Mais do que uma galeria, queremos consolidar o espaço como um centro cultural, um lugar onde se produz e respira a cultura e que também oferece atividades de formação”, ressalta a galerista e gestora da galeria, Magda Suassuna.</p>
<p>Nesta quinta-feira (15/01), Cavani Rosas estará na Galeria Suassuna recebendo os interessados no curso para apresentar o espaço e as primeiras informações sobre as aulas.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Aulas de Desenho com Cavani Rosas, na Galeria Suassuna - Praça de Casa Forte, 454, Recife-PE<br />
Quando: terças e quintas (a partir de 20 de janeiro)<br />
Horários: turma 01 &#8211; 15h às 17h | turma 02 &#8211; 19h às 21h<br />
Investimento: R$ 100 (matrícula) | R$ 400 (mensalidade)<br />
Outras informações pelo fone (81) 9765.1895 ou pelo e-mail: <strong>galeriasuassuna@gmail.com</strong>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/galeria-suassuna-oferece-oficina-de-desenho-com-cavani-rosas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

