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	<title>Portal Cultura PE &#187; designer</title>
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		<title>Designer disponibiliza símbolos da cultura pernambucana para download</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2014 17:40:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Projeto Pernambuco - Cultura em Símbolos]]></category>

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		<description><![CDATA[Designer há 26 anos, o pernambucano Jorge Hopper decidiu unir sua experiência de ilustrador à de diretor de arte/criação para criar um projeto especial para quem consome, produz e consome  a cultura pernambucana: o Pernambuco &#8211; Cultura em Símbolos (PECS). Com um conjunto de 78 ícones que representam as principais manifestações de nosso Estado, a iniciativa, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18119" aria-labelledby="figcaption_attachment_18119" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/projeto-pernambuco-em-simbolos.jpg"><img class="size-medium wp-image-18119" alt="O projeto está dividido em três temas: Juninas, Carnaval e Diversidade" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/projeto-pernambuco-em-simbolos-607x339.jpg" width="607" height="339" /></a><p class="wp-caption-text">PE Cultura em Símbolos está dividido em três temas: Juninas, Carnaval e Diversidade</p></div>
<p>Designer há 26 anos, o pernambucano Jorge Hopper decidiu unir sua experiência de ilustrador à de diretor de arte/criação para criar um projeto especial para quem consome, produz e consome  a cultura pernambucana: o <em>Pernambuco &#8211; Cultura em Símbolos </em>(PECS). Com um conjunto de 78 ícones que representam as principais manifestações de nosso Estado, a iniciativa, contemplada pelo Funcultura, pode ser baixada/usada de maneira livre e sem custos para diversos fins: atividades lúdicas educativas e até comerciais. &#8220;A ideia [do PECS] é aproximar ainda mais o Governo do Estado dos agentes culturais pernambucanos, através da distribuição gratuita desses signos que são tão significativos para todos nós&#8221;, disse Hopper.</p>
<div id="attachment_18144" aria-labelledby="figcaption_attachment_18144" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Hopper_Foto_de_Livia_Cajueiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-18144" alt="Designer responsável pelo projeto (Foto: Lívia Cajueiro/Divulgação)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Hopper_Foto_de_Livia_Cajueiro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Hopper criou o projeto que está disponível para download gratuito na internet (Foto: Lívia Cajueiro/Divulgação)</p></div>
<p>Dividido em três temas: Juninas, Carnaval e Diversidade, os arquivos do PECS vêm nas extensões AI e PDF, formatos &#8220;leves&#8221; e de fácil adaptação para outros suportes digitais. &#8220;Os ícones estão em preto e branco para o usuário possa colorir e compor como quiser e também confira personalidade própria aos seus projetos&#8221;, contou o idealizador. Confira a entrevista que Jorge Hopper concedeu ao <strong>Cultura.PE</strong> sobre o lançamento oficial da <a href="http://www.peculturaemsimbolos.com.br/" target="_blank"><strong>página</strong></a> do projeto:</p>
<p><strong>1- Como surgiu o projeto Pernambuco Cultura em Símbolos?</strong><br />
Já desenvolvia estudos com elementos gráficos da nossa cultura e temas contemporâneos, sem muitas pretensões de editar ou publicar. Sou designer gráfico e publicitário, não um ilustrador, no sentido profissional. Mas, quando li o edital do Funcultura, ficou claro que aquilo que eu fazia se encaixava perfeitamente na proposta deles de difusão de cultura e saberes.</p>
<p><strong>2- Quanto tempo você levou para reunir todo o acervo?</strong><br />
É difícil dizer quanto tempo eu levei no projeto, pois não segui um cronograma fixo. Às vezes, eu encontrava um filão temático e produzia uma boa sequência de símbolos rapidamente, e, em outras, passava um bom tempo garimpando elementos e demorava a sair coisa boa. Quando via que não estava produzindo, deixava o tempo passar e mudava de foco. Essas &#8220;paradas&#8221; são importantes para clarear as ideias e melhorar a produção. Na verdade, não tinha pressa para concluí-lo. Eu queria que o resultado final fosse proveitoso.</p>
<p><strong>3- O projeto está categorizado em três grandes temas: juninas, carnaval, diversidade. Que critérios você utilizou para setorizá-los dessa maneira?</strong><br />
Esses temas são inevitáveis. Carnaval e São João são as festas populares mais ricas e conhecidas do Estado. Diversidade é o tema que me possibilitou abrir para a representação de expressões mais difusas da nossa cultura como a arquitetura, as paisagens, os costumes e a gastronomia.</p>
<p><strong>4- Como esses símbolos podem ser acessados?</strong><br />
Cuidamos para que o acesso fosse o mais simples possível. O melhor é que qualquer pessoa, com um mínimo de intimidade com computadores, pode baixar. É só entrar no site <strong><a href="http://www.peculturaemsimbolos.com.br/" target="_blank">www.peculturaemsimbolos.com.br</a></strong>, escolher um dos dois formatos (PDF e AI) e clicar. O download é automático.</p>
<p><strong>5- Existe a possibilidade do projeto se estender (acréscimo de mais símbolos)?</strong><br />
Durante o processo de criação dos símbolos, abandonei vários estudos por diversas questões. É um número grande de esboços. Penso que, no futuro, eu possa voltar a eles e acrescentar alguns ao projeto.</p>
<p><strong>6- Em relação ao uso dos símbolos, você preferiu não limitar a finalidade que os usuários façam da iconografia disponibilizada no site, autorizando, inclusive, que os internautas utilizem-nos para fins comerciais (algo ainda pouco usual em sites dessa categoria na internet). Qual a razão dessa decisão?</strong><br />
O objetivo do projeto é oferecer a quem não tem acesso a um ilustrador ou um designer um repertório gráfico de qualidade para suas atividades lúdicas, educativas ou comerciais. A ideia é que quanto mais gente usufruir do projeto, é melhor para divulgação dele.</p>
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		<title>Empreendedores da Moda: Jailson Marcos, o artesão dos calçados</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2014 21:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bruno Souza É impossível falar de sapatos em Pernambuco e não se lembrar de Jailson Marcos. Potiguar, o designer, radicado há 29 anos no Recife, já conquistou um público cativo na cidade (e Brasil a fora também), graças à modelagem conceitual (e quase exclusiva) de seus calçados e ao desejo de manter um negócio com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15536" aria-labelledby="figcaption_attachment_15536" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/jailson-marcos-foto-costa-neto-9.jpg"><img class="size-medium wp-image-15536" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/jailson-marcos-foto-costa-neto-9-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jailson Marcos mantém um ateliê no bairro da Torre, onde mora, produz e vende seus calçados</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>É impossível falar de sapatos em Pernambuco e não se lembrar de Jailson Marcos. Potiguar, o designer, radicado há 29 anos no Recife, já conquistou um público cativo na cidade (e Brasil a fora também), graças à modelagem conceitual (e quase exclusiva) de seus calçados e ao desejo de manter um negócio com características tão peculiares, que fica até difícil categorizar se o que ele produz está ligado à tradição artesanal nordestina ou à alta costura. Nesta primeira matéria da série <strong>Empreendedores da Moda</strong>, você irá conferir a história, a rotina e os novos projetos desse sapateiro que, embora não seja pernambucano nato, honra o nome de nosso Estado entre os grandes criadores da moda em nosso País.</p>
<div id="attachment_15589" aria-labelledby="figcaption_attachment_15589" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/jailson-marcos-foto-costa-neto-8.jpg"><img class="size-medium wp-image-15589 " alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/jailson-marcos-foto-costa-neto-8-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Desde o começo da carreira, o sapateiro confecciona seus produtos à mão</p></div>
<p><strong>Início</strong><br />
Tudo começou de maneira despretensiosa, como lembra o próprio Jailson. &#8220;Antes de morar no Recife, em 1985, estudava Educação Artística na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Sempre soube que meu ofício estaria atrelado ao universo da arte. Gostava de criar e inventar coisas, mas, como todo menino de uma cidade de interior [sou de Santana do Matos], vivia o dilema de ter que estudar e trabalhar ao mesmo tempo. Então, larguei o curso lá [Natal] no quinto período e, mesmo tendo um emprego garantido na Assembleia Legislativa, vim para capital pernambucana dar prosseguimento aos estudos universitários. Só que aqui, ao contrário da UFRN, as aulas aconteciam pela manhã. E o emprego que arranjei na Atlantic [uma companhia de petróleo] chocava com o horário da faculdade, fato que me fez abandoná-la de vez. Depois de trabalhar uns cinco anos na área administrativa dessa firma, fui demitido. Peguei minha rescisão e decidi que iria montar meu próprio empreendimento. Fui a São Paulo e comprei lá a matéria-prima dos primeiros cintos e bolsas, que eu mesmo confeccionava/comercializava em um ateliê localizado entre a Rua das Ninfas e a do Progresso&#8221;, disse emocionado ao revisitar o início da carreira.</p>
<p>Da confecção de acessórios para entrar no mundo dos calçados, foi um salto. &#8220;Um amigo argentino, que era meu vizinho na Boa Vista, me ensinou a costurar à mão um mocassim. Fiz o primeiro para minha irmã e, a partir dos pedidos das amigas dela, formei uma cartela de clientes bem razoável. Porém, para ficar mais conhecido na cidade, decidi que ia vender meus sapatos na feirinha de Boa Viagem. [...] Sou artesão mesmo. Sapateiro, de verdade, sabe? E tenho orgulho de dizer que comecei na raça, sozinho&#8221;, contou.</p>
<p>Paralela à produção dos pisantes, Jailson, para se manter, teve que voltar a trabalhar, durante dois anos, na área administrativa da Texaco (outra distribuidora petrolífera). &#8220;O marco da minha carreira se deu com minha mudança para essa casa, em 1996. Foi quando, realmente, me propus a fazer só isso [sapato]. Era isso o que eu queria. E era por isso que batalharia dali para frente. Não foi fácil. Porque eu não tinha capital, não tinha uma marca consolidada, mas as coisas, graças a Deus, aconteceram&#8221;, afirmou o designer, que mantém até hoje uma espécie de ateliê-residência-loja no local. Nesse mesmo ano, surgiu o convite para participar do Mercado Pop, evento produzido pelo trio Maria do Céu, Evêncio Vasconcelos e Will, que reunia mensalmente, em um mesmo espaço da cidade, diversas linguagens artísticas (moda, design, música e pintura). &#8220;Foi um período muito bacana para divulgação do que produzíamos. Ali surgiram nomes, como [o estilista] Eduardo Ferreira e [a loja] Período Fértil, que atualmente ainda são referências para a nossa moda&#8221;, frisou.</p>
<p><strong>Reconhecimento</strong><br />
Com o trabalho mais reconhecido pelo grande público, o criador de calçados foi chamado para montar uma exposição, no Centro de Convenções de Pernambuco, com sapatos de papel machê. O resultado foi tão satisfatório, que a mídia e os formadores de opinião se renderam aos encantos do potiguar. &#8220;Ganhei uma resenha de uma jornalista do Rio Grande Sul, a <strong><a href="http://br.linkedin.com/pub/carol-garcia/21/78a/398" target="_blank">Carol Garcia</a></strong>, que associava meu trabalho ao de Salvatore Ferragamo &#8211; designer italiano, que, até então, eu desconhecia. E, pesquisando, vi que tínhamos muitas coisas em comum, mas minha produção tem uma coisa única: o processo artesanal. Não quero nada industrializado nas minhas sandálias. Prefiro a experimentação, que me permite criar organicamente peças cheias de identidades/referências culturais de nossa terra, sem perder de vista o conforto e a qualidade&#8221;, falou. Seus produtos são tão originais, que artistas e estilistas, como Carlinhos Brown, Elba Ramalho, Lenine, Luiza e Zizi Possi, Silvério Pessoa, Maestro Forró, Nena Queiroga, Ronaldo Fraga e Danielle Jensen, fazem questão de desfilar com seus calçados.&#8221;Já recebi vários deles aqui em casa, porém, quando crio, não penso no <em>show business</em>, e, sim, na qualidade e durabilidade dos artigos&#8221;, atestou.</p>
<div id="attachment_15566" aria-labelledby="figcaption_attachment_15566" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/jailson-marcos-foto-costa-neto-12.jpg"><img class="size-medium wp-image-15566  " alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/jailson-marcos-foto-costa-neto-12-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Suas peças são conhecidas pelo design diferenciado e a qualidade da matéria-prima que emprega na confecção</p></div>
<p><strong>Novos projetos</strong><br />
Atualmente, Jailson Marcos emprega nove pessoas em seu empreendimento (oito na produção e uma no setor administrativo). &#8220;Como moro aqui, começamos a produzir por volta das 8h da manhã. Sou autodidata e, geralmente, esboço algumas peças numa salinha que tenho lá nos fundos da casa. Desses desenhos, surgem várias ideias, que dou forma nos moldes que já tenho&#8221;, disse ele, que vai inaugurar, na próxima quinta-feira (23/10), uma nova loja na Galeria Joana D&#8217;Arc, no Pina. &#8220;Recebi do arquiteto Diogo Viana o convite para abrir esse espaço na Zona Sul. Meu trabalho tem tudo a ver com a pegada de lá, e pedi a ele que mantivesse no projeto a mesma atmosfera do meu ateliê daqui da Torre. As cores serão as mesmas, branco e tangerina, e, nas paredes, haverão painéis que vão mostrar a produção dos meus sapatos na fábrica&#8221;, adiantou. E complementou: &#8220;depois de vender para marcas pernambucanas e nacionais, chegou a hora de ter um local só meu, aonde possa receber meus clientes de maneira mais pessoal. A vida pede que nos reinventemos todos os dias. Eu só estou atendendo a um pedido dela&#8221;.</p>
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		<title>Natureza e arte para representar o FPNC Taquaritinga do Norte</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/natureza-e-arte-para-representar-o-fpnc-taquaritinga-do-norte/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2014 14:47:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Beleza e Festa das Dálias” dá nome ao trabalho do artista visual Java Araújo que representa o Festival Pernambuco Nação Cultural etapa Taquaritinga do Norte, que acontece entre os dias 09 e 13 de setembro, em uma edição especial que agrega a 15ª Festa das Dálias. O pôster foi o vencedor do concurso realizado pela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“Beleza e Festa das Dálias” dá nome ao trabalho do artista visual Java Araújo que representa o Festival Pernambuco Nação Cultural etapa Taquaritinga do Norte, que acontece entre os dias 09 e 13 de setembro, em uma edição especial que agrega a 15ª Festa das Dálias. O pôster foi o vencedor do concurso realizado pela Secretaria de Cultura e Fundarpe, através da Assessoria de Design e Moda.</p>
<p>O cartaz deixa em evidência a beleza da dália, símbolo da cidade, e dela surge uma figura que faz referência à cultura popular e às artes cênicas, em uma explosão de cores. Segundo o artista, “o pôster, através de seu rico colorido, representa a alegria e a festividade”. Foram usadas técnicas de pintura em aquarela com posterior tratamento da imagem.</p>
<div id="attachment_12853" aria-labelledby="figcaption_attachment_12853" class="wp-caption img-width-343 aligncenter" style="width: 343px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/28-08-2014-poster-final-A2-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-12853 " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/28-08-2014-poster-final-A2-01-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Beleza e Festa das Dálias, de Java Araújo</p></div>
<p>O segundo lugar ficou com o ilustrador e designer Raul Souza com o trabalho intitulado “Nascimento”, onde há a representação do desabrochar de uma flor. Através da ilustração, o artista buscou retratar não só a magia da dália, mas também a sua delicadeza com cores que remetem à serenidade e ao calor.</p>
<div id="attachment_12854" aria-labelledby="figcaption_attachment_12854" class="wp-caption img-width-343 aligncenter" style="width: 343px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Raul-Souza_2-lugar_baixa.jpg"><img class="size-medium wp-image-12854 " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Raul-Souza_2-lugar_baixa-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Nascimento, de Raul Souza</p></div>
<p>Dois trabalhos ficaram empatados em terceiro lugar. “Festa das Dálias”, da artista Kellen Linck, e “Florescer da Primavera”, de Julia Farias, onde aparecem variações das flores como uma analogia à diversidade das manifestações artísticas.</p>
<div id="attachment_12856" aria-labelledby="figcaption_attachment_12856" class="wp-caption img-width-343 aligncenter" style="width: 343px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/kellen-link_3-lugar_baixa.jpg"><img class="size-medium wp-image-12856 " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/kellen-link_3-lugar_baixa-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Festa das Dálias, de Kellen Linck</p></div>
<div id="attachment_12855" aria-labelledby="figcaption_attachment_12855" class="wp-caption img-width-343 aligncenter" style="width: 343px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/julia-farias_3-lugar_baixa.jpg"><img class="size-medium wp-image-12855 " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/julia-farias_3-lugar_baixa-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Florescer da Primavera, de Julia Farias</p></div>
<p>Na comissão julgadora, representando a sociedade civil, estiveram presentes os designers Natália Nery e Dida Maia, e o ilustrador Daaniel Araújo. Já representando a Secretaria de Cultura, participaram Tiago Montenegro, gestor de Comunicação, e Luciana Padilha, coordenadora de Artes Visuais.</p>
<p>Em breve, será divulgada a programação do FPNC etapa Taquaritinga do Norte.</p>
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