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	<title>Portal Cultura PE &#187; Devotos</title>
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		<title>Arte Transforma aporta na Torre Malakoff com Devotos e atrações diversas</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Dec 2019 23:28:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Torre Malakoff, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, recebe neste sábado, a partir das 16h, o Arte Transforma. O evento reunirá música, feira Alley com ilustrações e um bate-papo sobre Protagonismo Musical Feminino e Gordofobia. Entre as atrações musicais, o púbico vai poder conferir os shows de Devotos, da cantora Dani Carmesim e as bandas Plugins, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73923" aria-labelledby="figcaption_attachment_73923" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Aline Sales</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/Devotos-por-Aline-Sales-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-73923" alt="Aline Sales" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/Devotos-por-Aline-Sales-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Devotos mistura punk e hardcore desde sua origem no Alto José do Pinho</p></div>
<p>A Torre Malakoff, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, recebe neste sábado, a partir das 16h, o Arte Transforma. O evento reunirá música, feira Alley com ilustrações e um bate-papo sobre Protagonismo Musical Feminino e Gordofobia. Entre as atrações musicais, o púbico vai poder conferir os shows de Devotos, da cantora Dani Carmesim e as bandas Plugins, Saga HC e o Cão. Para entrar no evento basta apenas doar 2kg de alimentos não-perecíveis.</p>
<p>“O evento vem para reunir música e transformação social e isso tem tudo a ver com a proposta da Devotos de utilizar a música como forma de quebrar preconceitos, barreiras e transformar as pessoas” afirma o vocalista da Banda Devotos, Cannibal, que lidera o grupo nascido no Alto José do Pinho e que é um dos expoentes da música pernambucana, com reconhecimento nacional, misturando punk e hardcore.</p>
<p>A programação musical dividirá espaço com conteúdo que será apresentado em debates. Participam a musicista Joaninha Xeba, a Dj Bia Preta e os coordenadores do Bonita de Corpo, Aline Sales e Júlio César, que apresentará o primeiro desfile da marca.</p>
<p>“Através do diálogo, queremos abordar questões relacionadas à saúde mental, auto-ódio, espaço de protagonismo dos corpos das mulheres gordas e emoções reprimidas que são resultados do preconceito que sofremos diariamente por não seguir os padrões estéticos impostos pela mídia”, explica Aline Sales.</p>
<p>O evento é aberto ao público. Os alimentos doados em troca do ingresso serão doados para as ONGs Comunidade Assumindo Suas Crianças e Cores do Amanhã.</p>
<p><b>Serviço</b><br />
Arte Transforma<br />
Torre Malakoff (Praça do Arsenal, s/n &#8211; Recife, PE)<br />
Sábado, 14 de dezembro, 16h<br />
Entrada: 2kg de alimentos não-perecíveis</p>
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		<title>Crítica: Eu o declaro meu inimigo, de Marcos Buccini e Tiago Delácio</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2018 14:04:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Luiz Joaquim A supremacia da técnica sobre a linguagem. Ou seria a inteligência da linguagem para se aproveitar da técnica? Difícil concentrar num conceito fechado para falar do que resultou a beleza visual (e sonora) vista no videoclipe da música Eu o declaro meu inimigo – faixa do álbum O fim que nunca acaba, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65612" aria-labelledby="figcaption_attachment_65612" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/724.jpg"><img class="size-medium wp-image-65612" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/724-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Música da banda Devotos venceu na categoria videoclipe da Mostra Competitiva Geral</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Luiz Joaquim</em></strong></p>
<p>A supremacia da técnica sobre a linguagem. Ou seria a inteligência da linguagem para se aproveitar da técnica? Difícil concentrar num conceito fechado para falar do que resultou a beleza visual (e sonora) vista no videoclipe da música <i>Eu o declaro meu inimigo</i> – faixa do álbum <i>O fim que nunca acaba, </i>lançado neste 2018 pela banda punk rock hardcore do Alto José do Pinho (Recife), o Devotos.</p>
<p>A partir do efeito da rotoscopia – sobre o qual o animador trabalha tendo como ponto de partida imagens <i>live-action</i> (com pessoas reais gravadas em ambientes reais) -, o videoclipe é resultado de uma labuta coletiva.</p>
<p>Capitaneado por Marcos Buccini, e sob co-direção de Tiago Delácio, o projeto que deu origem ao videoclipe campeão da Mostra Competitiva Geral do 20º Festcine foi produzido pelo ‘Ponto de Cultura Cinema de Animação’. A obra arregimentou nada menos que 127 parceiros que se debruçaram, cada um, sobre seis frames do filme, ou seja, cerca de apenas 0,5 segundo do que é visto no total de imagens que cobrem o pouco mais de um minuto da duração da música.</p>
<p>O grupo reúne tanto veteranos da animação de todo o Brasil (César Coelho, Aída Queiroz, Fábio Yamaji, Cata Preta) como também artistas plásticos (João Lin, Lourival Cuquinha, Galo de Souza), passando por designers, artistas gráficos, ilustradores e até o filhote de Cannibal (voz e baixo do Devotos), de apenas 5 anos de idade</p>
<p>O resultado é um caleidoscópio de estilos que se fundem em cores e propostas das mais diversas. Impossível, em sua velocidade, de relacionar a cria com qualquer um de seus 127 pais. É um excelente exemplo de projeto em que o coletivo tem mais força do que o indivíduo. Aqui, o indivíduo se apaga. Não tem sentido se não integrado no todo.</p>
<p>Por esse aspecto, parece não haver melhor representação visual daquilo que vemos no experimento ordenado por Buccini e Delácio para dar conta da nervosa sonora que é expurgada pelo Devotos na música escolhida.</p>
<p>O curioso é que, aparentemente, nem é preciso uma imagem bruta muito sofisticada para chegarmos a tal atração visual, como a conferida no produto finalizado em que se tornou este videoclipe.</p>
<p>O próprio <i>Eu o declaro meu inimigo </i>registra, de maneira tradicional, apenas uma performance de Cannibal com Cello Brown (bateria) e Neilton Carvalho (guitarra) tocando no estúdio da casa deste último; e, ainda, com algumas poucas imagens do trio caminhando pelo icônico Alto José do Pinho.</p>
<p>O luxo do videoclipe está acima disso. Vem do bom devaneio visual de 127 cabeças criativas, da precisão de Bruno Cabús na edição e da sacada coletiva de Buccini e Delácio.</p>
<p>No mais, o que temos é punk rock hardcore animado.</p>
<p><strong>Assista:</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/oD8jhCTHHl4" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>MAMAM recebe bate-papo sobre a cena underground de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mamam-recebe-bate-papo-sobre-a-cena-underground-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Aug 2018 18:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Prorrogada para ficar em cartaz no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães até o dia 26 de agosto, a exposição “A Arte é um Manifesto – 30 anos de Devotos”, de Neilton, conta com um bate-papo sobre a cena underground pernambucana nesta sexta-feira (10), às 19h. A conversa, que acontecerá no auditório do MAMAM, tem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62369" aria-labelledby="figcaption_attachment_62369" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/Neilton-Carvalho-FOTO-Eric-Gomes-06-B.jpg"><img class="size-medium wp-image-62369" alt="Eric Gomes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/Neilton-Carvalho-FOTO-Eric-Gomes-06-B-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Neilton é o curador do evento, que terá mediação de Cannibal.</p></div>
<p>Prorrogada para ficar em cartaz no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães até o dia 26 de agosto, a exposição “A Arte é um Manifesto – 30 anos de Devotos”, de Neilton, conta com um bate-papo sobre a cena underground pernambucana nesta sexta-feira (10), às 19h. A conversa, que acontecerá no auditório do MAMAM, tem curadoria do próprio Neilton e será mediada pelo músico Cannibal. Vão participar do evento a cantora Kira Aderne, da Diablo Angel, Julia Claudino, do Recife Underground Scene, Fabrício Felipe, da banda Plugins, Marcus ASBarr,  da BioDiverCidade Produções, e o produtor Paulo André Moraes, do festival Abril Pro Rock. A entrada é gratuita e aberta ao público.</p>
<p>Esta será mais uma etapa da mostra que estreou em 9 de maio deste ano para comemorar as três décadas da banda de punk-rock do Alto José do Pinho. Guitarrista do Devotos, Neilton repassa a história do grupo, também formado por Cannibal e Celo Brown, através dos desenhos criados para ilustrar os trabalhos do trio. Ao todo, estão em cartaz mais de 60 peças que revivem diferentes épocas do cenário pernambucano que consagrou a Devotos como uma de suas bandas mais influentes.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço:</span></b><br />
<i>Bate-papo: A cena underground pernambucana</i><br />
<b>Quando:</b> 10/08 (sexta-feira), às 19h<br />
<b>Onde:</b> auditório do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam) | Entrada pela Rua da União, 88, Boa Vista<br />
<b>Entrada:</b> gratuita e aberta ao público</p>
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		<title>Jovens em conflito com a lei vivenciam arte pernambucana</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Dec 2017 21:35:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias O previsto para a tarde da última terça-feira (19) era mais uma edição do Outras Palavras com um debate rico e direto com estudantes da rede pública sobre o assunto literatura, numa proposta de desmistificar o tema e aproximar leitores de escritores, além de uma apresentação cultural de uma Patrimônio Vivo ou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56552" aria-labelledby="figcaption_attachment_56552" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/27396833029_11c41c04e1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56552 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/27396833029_11c41c04e1_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jovens, que nunca haviam lido um livro inteiro na vida, ganharam publicações vencedoras das edições do Prêmio Pernambuco de Literatura</p></div>
<p style="text-align: right;">Por Marcus Iglesias</p>
<p>O previsto para a tarde da última terça-feira (19) era mais uma edição do <strong>Outras Palavras</strong> com um debate rico e direto com estudantes da rede pública sobre o assunto literatura, numa proposta de desmistificar o tema e aproximar leitores de escritores, além de uma apresentação cultural de uma Patrimônio Vivo ou banda pernambucana. Colocar os jovens em contato direto com a arte, desta vez com a presença do autor Mário Filipe Cavalcanti, vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura com <strong>Caninos Amarelados</strong>, e do músico Cannibal, cantor e baixista da Devotos, banda de rock com 30 anos de estrada e muita história pra contar.</p>
<p>Mas, como disse Mário Filipe Cavalcanti num depoimento após a atividade, <em>“naquele dia, a coisa era incerta: o projeto iria para dentro de uma das salas de um dos CASE da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), onde ficam abrigados adolescentes em conflito com a lei”.</em> Desta vez, para o CASE Jaboatão Velho, que abriga quase 60 garotos, segundo a coordenação do local, com idades entre 12 e 16 anos, a de menor faixa etária do estado.</p>
<div id="attachment_56564" aria-labelledby="figcaption_attachment_56564" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39146917802_9287ae0620_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56564 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39146917802_9287ae0620_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">De acordo com a coordenação do CASE Jaboatão Velho, a casa abriga quase 60 garotos, com idades entre 12 e 16 anos</p></div>
<p><em>&#8220;Aqui temos a parceria com a Escola Frei Jaboatão, que nos atende majoritariamente com professores voltados ao Ensino Fundamental. Mas caso algum adolescente entre no Ensino Médio, a instituição de ensino nos oferece um quadro de professores para atender esta demanda. Caso o jovem ingresse na universidade, também recebe a liberação para estudar o curso escolhido, dependendo do seu comportamento dentro do CASE&#8221;,</em> explicou Normando de Albuquerque, coordenador do Eixo Profissionalização da <a href="http://www.funase.pe.gov.br/" target="_blank">Funase</a>, que contou também haver naquela escola uma oficina de artes plásticas voltada para os jovens.</p>
<p>Após apresentação de uma minibiografia de Mário Filipe Cavalcanti, o jornalista e mediador do bate-papo Marcos Henrique Lopes, perguntou: <em>“Alguém aqui na plateia já havia visto de perto um escritor, autor de livros?”. </em>Ninguém. Perguntou ainda se alguém já haviam lido algum livro inteiro. Ninguém.</p>
<div id="attachment_56553" aria-labelledby="figcaption_attachment_56553" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39146916102_83e37f6760_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56553 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39146916102_83e37f6760_k-607x367.jpg" width="607" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">“Alguém aqui na plateia já havia visto de perto um escritor, autor de livros?”, perguntou o mediador Marcos Henrique Lopes, recebendo uma negativa unânime dos jovens presentes</p></div>
<p><em>“E eu me vi ali, escritor, diante de quarenta adolescentes que nunca viram um livro na vida. Sim, que nunca tocaram em um livro, que nunca cheiraram um livro, que nunca souberam o que era ler. O choque foi automático”,</em> revelou Mário Filipe no depoimento.</p>
<p>Por várias vezes os jovens foram provocados a interagir. Um teve a coragem de pedir a fala e, direcionado a Mário Filipe Cavalcanti, perguntar como é o processo de criar uma história e escrever um livro. <em>“Eu pego uma narrativa que vi ou ouvi por ai e vou mentir para que ela fique um pouco maior. Toda história é uma mistura de verdade e mentira, porque alguns detalhes precisam ser ressaltados e valorizados para dar o drama. Mas isso faz parte da condição humana. Afinal, quem não mente nessa vida?”,</em> respondeu o escritor.</p>
<div id="attachment_56558" aria-labelledby="figcaption_attachment_56558" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173755331_49febad919_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56558 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173755331_49febad919_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mário Filipe Cavalcanti insistiu na importância da leitura para a formação cidadã</p></div>
<p>Como de praxe, quando um aluno faz uma pergunta durante o Outras Palavras, ele ganha um livro. Neste caso, o jovem recebeu a publicação<strong> Todas as coisas sem nome</strong>, de Walther Moreira Santos.</p>
<p><em>“Doamos alguns livros para o lugar, um deles foi de presente para um daqueles rapazes. Um dentre eles que teve a coragem de perguntar algo. Será Natal daqui a pouco, e quantas pessoas não ganharão seus presentes? E o que tínhamos para eles? O livro é uma porta aberta. E receber o livro fez brilhar algo naqueles olhos tão acostumados à violência”,</em> indagou Mário Filipe Cavalcanti depois de processar o que aconteceu naquela tarde. A resposta para a solução do problema veio, para ele, como um estalo.</p>
<div id="attachment_56557" aria-labelledby="figcaption_attachment_56557" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173755071_3adf853100_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56557 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173755071_3adf853100_k-607x399.jpg" width="607" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos jovens quis saber de Mário Filipe Cavalcanti como ele faz pra escrever um livro e contar uma boa história</p></div>
<p><em>“O que precisamos? De livros. Precisamos que esses jovens saibam quem foi Gavroche (personagem do romance Os Miseráveis, de Victor Hugo) e, como ele, queiram marchar nas ruas para derrubar um tirano. Precisamos que eles entendam a lógica de Macunaíma. Precisamos que eles queiram montar no cavalo de Dom Quixote para dar carona a Sancho. Precisamos que eles emerjam. Emerjam dos lugares infernais onde nós os colocamos”, </em>refletiu o autor de Caninos Amarelados.</p>
<div id="attachment_56556" aria-labelledby="figcaption_attachment_56556" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173753591_c6d54c998e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56556 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173753591_c6d54c998e_k-607x435.jpg" width="607" height="435" /></a><p class="wp-caption-text">Edição do Outras Palavras na Funase teve sessão do curta &#8216;O xadrez das cores&#8217; (2004), dirigido por Marco Schiavon</p></div>
<p>Após a conversa com o escritor, foi realizada uma sessão do curta <strong>O xadrez das cores</strong> (2004), dirigido por Marco Schiavon, que aborda diretamente a questão do racismo. Silêncio, olhos vidrados na tela.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/NavkKM7w-cc" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Ainda sem conhecerem a importância de Cannibal no cenário da música pernambucana &#8211; muito menos da sua proximidade com ídolos como Chico Science e Racionais MCs -, já era grande a expectativa por sua chegada. Falaram de vários outros artistas que gostavam, como Ponto de Equilíbrio e MC Troia, mas quando Cannibal entrou na sala, o rebuliço foi grande. O par de <em>All Star</em>, os dreads e a cara marrenta de roqueiro contribuíram para uma identificação quase que instantânea. Chamar a atenção do artista tornou-se o desafio, a disputa do momento.</p>
<div id="attachment_56555" aria-labelledby="figcaption_attachment_56555" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173751541_6d9ddc0929_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56555 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173751541_6d9ddc0929_k-607x393.jpg" width="607" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">Cannibal, com seu estilo irreverente e roqueiro, com dreads e All Star, chamou a atenção da garotada</p></div>
<p>Ao assumir os microfones, Cannibal falou de como foi assumir o sonho de ter uma banda de rock e levar isso adiante. “<em>Uma das piores coisas que eu acho no ser humano é quando você tem um sonho e tentam atrapalhar isso. Quando eu fiz minha banda eu não tinha dinheiro, não recebia quando tocava, e meus pais me cobravam ‘cadê a grana?’. A gente começou a tocar em 1988, e passamos quase nove anos pra gravar o primeiro disco, sem fazer muitos shows que pagassem bem”,</em> disse o cantor.</p>
<p><em>“Tocar no Alto Zé do Pinho nem pensar, porque do jeito que gente se vestia ninguém queria nem saber da gente. Mas aí um dia Chico Science, quando começou a acontecer o movimento Manguebeat, me falou que tinha uma TV de São Paulo aqui no Recife e ele queria apresentar bandas da capital pernambucana. Foi aí que a parada rolou. Quando ele começou a apresentar a Devotos, e todo mundo viu na TV, passamos a ser chamados para tocar em tudo que era lugar. E todo mundo passou a querer que a gente também tocasse no Alto José do Pinho”,</em> revelou, realizado.</p>
<div id="attachment_56551" aria-labelledby="figcaption_attachment_56551" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24313290677_8d43b96e76_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56551 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24313290677_8d43b96e76_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Na conversa, além de tocar algumas músicas, Cannibal falou sobre o desafio de lutar pelo sonho de trabalhar com música e sua relação com o Alto José do Pinho, comunidade onde vive no Recife</p></div>
<p><em>“Somos muito agradecidos ao Alto José do Pinho, e sabemos que tem muita coisa a ser consertada ainda na comunidade. Mas consideramos que se alguém de lá começa a ter projeção, tem que ficar lá. Ficando lá, fizemos uma ONG chamada Alto Falante, uma rádio comunitária com o mesmo nome, e colocamos as pessoas pra falar dos seus direitos”,</em> contou Cannibal, exibindo depois o documentário <strong>Eu tenho pressa</strong>, que conta a trajetória da Devotos e sua relação com o bairro localizado na Zona Norte do Recife.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/pWpyOpCeQfw" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O artista aproveitou pra tocar algumas músicas da sua banda, mesmo num ambiente não tão comum a ele, apenas com um baixo acústico. <em>“Eu sou acostumado mesmo é com a barulheira, mas vamos tirar um som aqui pra vocês”</em>, brincou, puxando versos tensos da canção <strong>Futuro Inseguro</strong>, que dizem<em> “Crianças abandonadas / Pedem e roubam na calçada / Sem amor e sem carinho / Os pais morreram, estão sozinhos / Violência sofrida sem razão (&#8230;)</em>”.</p>
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		<title>3º ANIMACINE homenageia os 100 anos da animação brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Dec 2017 19:41:25 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/animacine-06122017-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-55857" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/animacine-06122017-1-607x252.jpg" width="607" height="252" /></a></p>
<p>De caráter bienal e com um olhar singular para formação de plateias no Agreste, construção de novas referências cinematográficas e comprometimento com a inclusão, o ANIMACINE – III Festival de Animação do Agreste se destaca pela sua capacidade de mobilizar pautas urgentes, como a regionalização do audiovisual, a inclusão de pessoas com deficiências, afirmação de pautas contra a censura e a favor da igualdade de gênero e raça, a discussão sobre preservação e memória e a ampliação do desenho animado como arte e mercado.</p>
<p>Este ano o festival divulga sua programação completa de filmes, oficinas, mesas, <em>masterclasses</em>, debates e lançamentos (a <strong>inauguração do Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga</strong>, em Gravatá; première de filmes como <em>Café, Um Dedo de Prosa</em>, do diretor Maurício Squarisi e o inédito videoclipe <em>Eu o declaro meu inimigo</em>, da banda Devotos). Incentivado desde a primeira edição em 2013 pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), o ANIMACINE acontece entre os dias 6 e 12 de dezembro nas cidades pernambucanas de Caruaru, Gravatá e Bezerros. <strong>Confira a programação completa no site <a title="Programação - III ANIMACINE" href="http://www.animacine.com.br/programacao" target="_blank">www.animacine.com.br</a></strong></p>
<p>Mostrando crescimento e amadurecimento com robustez, dos 118 trabalhos inscritos na última edição em 2015, o ANIMACINE registrou salto recorde no número de produções recebidas este ano: foram <strong>1.827 títulos de 96 nacionalidades</strong>. Dessas, foram selecionados <strong>110 filmes de 21 países</strong>, que serão exibidos em sessões competitivas e convidadas.</p>
<p>“O ANIMACINE é a celebração de todas as ações do Ponto de Cultura Cinema de Animação, em Gravatá, desenvolvido nos últimos anos com a realização de oficinas e mostras. A ideia é regionalizar o melhor da produção nacional e internacional e propor novos olhares para o público residente no agreste pernambucano”, comenta o realizador Tiago Delácio, coordenador geral do festival.</p>
<p>Com a capacidade de conectar o artístico, o profissional, a formação e o entretenimento, usando as novas ferramentas da animação em Pernambuco, o 3º ANIMACINE traz, ainda uma programação especial no centenário da animação brasileira. Além de todas as sessões das mostras competitivas ocorrerem no Armazém da Criatividade em Caruaru, o festival irá inaugurar o MUCA – Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga, em Gravatá, batizado com o nome do idealizador do ANIMACINE. O espaço, de 90 metros quadrados, dedicado à animação pernambucana, abrigará mostras permanentes, oficinas, acervos e exibições de filmes do Nordeste e de outros estados e países.</p>
<p>“Sempre valorizei a cultura do Nordeste com seus mamulengos, xilogravuras, bonecos de barro etc no universo da animação. E meu foco é ajudar a construir novos desenhistas e plateias. O MUCA reúne esses dois pilares, o regional e a formação, com o objetivo de se tornar uma referência no País”, justifica o realizador Lula Gonzaga, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Projetado com o objetivo de preservar a história do cinema de animação no Brasil, o MUCA – Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga foi construído com parte do investimento por meio de <em>crowdfunding</em>, e abertura marcada no centenário da animação brasileira. A escolha da cidade-sede também não foi casual: Gravatá está encravada no centro do Agreste, polo da tradição das artes figurativas reconhecida pela Unesco.</p>
<p>Outros destaques da programação desta edição são o lançamento do vídeo-clipe <em>Eu o declaro meu inimigo</em>, da banda Devotos, a exibição do projeto do Ponto de Cultura Cinema de Animação, feito em rotoscópia por mais de 150 animadores e dirigido por Marcos Buccini e Tiago Delácio; o relançamento da primeira animação pernambucana, o filme <em>Vendo/Ouvindo</em> (1972), de Lula Gonzaga e Fernando Spencer, em cópia restaurada 2k (DCP); além da presença de grandes nomes da animação nacional, como Otto Guerra, José Maia e Maurício Squarisi.</p>
<div id="attachment_40665" aria-labelledby="figcaption_attachment_40665" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29788238226_75b8a1dcc6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-40665" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29788238226_75b8a1dcc6_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo de Pernambuco, o cineasta Lula Gonzaga inaugura durante o festival o MUCA &#8211; Museu de Cinema de Animação, sediado em Gravatá</p></div>
<p><strong>Inauguração do Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga (MUCA)</strong> &#8211; Neste sábado, dia 09 de dezembro, às 14h, na programação do III ANIMACINE – Festival de Animação do Agreste, Pernambuco vai ganhar mais um equipamento cultural. A 84 quilômetros do Recife, no município de Gravatá, Lula Gonzaga inaugura um improvável museu de cinema de animação. O Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga (MUCA) será um espaço dedicado à formação técnica e preservação de obras, como também para propagar a magia das imagens em movimento anteriores ao cinema.</p>
<p>O local inicialmente seria a sede do Ponto de Cultura Cinema de Animação, projeto que forma jovens e crianças e já realizou mais de 200 oficinas em escolas, universidades, centros culturais, comunitários, acampamentos, igrejas, terreiros e festivais. “Mas quando descobrimos a quantidade de filmes em película, equipamentos de cinema, desenhos e cartazes que Lula foi guardando durante os últimos 40 anos, percebemos que o cinema de animação em Pernambuco precisava de um espaço de memória e preservação”, fala Tiago Delácio, filho de Lula e representante da Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA) no estado.</p>
<p>Lula Gonzaga recebeu o título de <strong>Patrimônio Vivo</strong> do Estado de Pernambuco; além dele, apenas Fernando Spencer ligado ao audiovisual receberam esse título. “Meu sonho é mostrar que existe uma animação pernambucana, nordestina. Grande parte das pessoas só tiveram acesso ao padrão americano ou japonês, por isso o brasileiro não é representado e isso é perigoso. O desenho animado direcionado as crianças é o primeiro formador de opinião e de uma identidade coletiva”, diz Lula Gonzaga.</p>
<p>O museu começou a sair do papel quando o animador e artista plástico Bruno Cabús entrou no projeto e apresentou um conceito de interatividade ao espaço que permite compreender melhor como funciona a ilusão do movimento. “A expografia foi toda pensada para um passeio na história dos objetos óticos do período pré-cinema, passando pelas técnicas de animação”, cometa Bruno. “A ideia é que as pessoas possam tocar, ver, girar os objetos. Tem também um momento para animar o próprio desenho, além de um espaço para exposição de artistas e filmes. O museu está sempre em construção”, conclui.</p>
<p>Cabús ao lado do artesão Edilson Oliveira esculpiram na madeira desenhos de Lula nos aparatos mágicos. Assim, o visitante irá conhecer um Taumatrópo, equipamento cilíndrico com uma figura de um lado e outra imagem do outro lado que girando dará um efeito; Fenaquistoscópio, que consiste num disco preso pelo centro com um arame ou uma agulha grossa de forma a poder-se fazê-lo girar rapidamente; e o Zootrópo ou Daedalum, um cilindro oco tendo rasgadas nas bordas superiores um certo número de fendas espaçadas regularmente uma das outras.</p>
<p>O público também conhecerá o processo quase artesanal de produção do filmes. Antes de existir a computação gráfica e software como o <em>After Effects</em>, o <em>Motion</em>, ou <em>Toon Boom</em>, a captação de imagens era usada com a truca de animação (<em>animation stand</em>) que é composto de uma mesa de luz com uma câmera de animação (para registros de um quadro por vez) na vertical, apontando para a superfície horizontal da mesa. Nessa superfície, são colocados acetatos contendo as ilustrações que, depois de registradas quadro a quadro, permitem criar a animação.</p>
<p>Outra relíquia preservada é o curta-metragem <em>“Vendo/Ouvindo”</em> (Super8, 1972), a mais antiga animação existente da filmografia pernambucana. O primeiro trabalho artístico de Lula Gonzaga (em parceria com Fernando Spencer e Firmo Neto) e um dos primeiros filmes do ciclo do Super-8 em Pernambuco agora conta com uma versão digital restaurada em DCP 2K. O processo de digitalização de “Vendo/Ouvindo” incluiu eliminação de riscos, restauração de som e correção de cor no sistema Da Vinci só foi possível a partir de recursos próprios e produção de André Dib (pesquisador e crítico) e Tiago Delácio.</p>
<p>O MUCA foi concluído em parte via <em>crowdfunding</em> (financiamento coletivo), em que 55 parceiros apoiaram financeiramente o espaço, o que ajudou a agregar mais parceiros. “Como uma grande família, cineastas de todo o país escrevem para ajudar de alguma forma, alguns doam filmes, outros desenhos, outros maquetes e bonecos de filmes com a técnica de stop motion”, diz Rafael Buda, produtor do espaço. E conclui “o apoio foi fundamental para incluir a rampa de acesso e banheiro para pessoas com deficiência, adaptação da armação técnica para iluminação e instalação das peças da exposição”, completa Buda.</p>
<p><strong>Lançamento do videoclipe do Devotos</strong> &#8211; Em primeira mão, o 3º Animacine – Festival de Animação do Agreste lança, no próximo sábado (09/12), o videoclipe da banda pernambucana Devotos para a música <em>“Eu o declaro meu inimigo”</em>, feito em animação. A exibição será gratuita às 19h, no Parque da Cidade em Gravatá e terá a presença dos integrantes da banda Cannibal, Neilton e Celo Brown.</p>
<p>O clipe é uma produção do Ponto de Cultura Cinema de Animação e é dirigido pelo animador Marcos Buccini (professor da UFPE e diretor do laboratório Maquinário, de animação da Universidade) e co-dirigido por Tiago Delácio, realizador e coordenador do Animacine.</p>
<p>“Quando Lula Gonzaga nos pediu para produzir o clipe do Devotos, convidei Buccini que é um admirador da banda, e imediatamente topou”, comenta Tiago Delácio. “Primeiramente pensamos na técnica de rotoscopia com os alunos do Maquinário, mas as pessoas começavam a conhecer o projeto e pedir pra participar, comecei a convidar outros artistas”, diz Buccini.</p>
<p>Feito de forma colaborativa por 127 animadores de todo o País, o vídeo é construído sob a técnica da rotoscopia, dispositivo que permite criar desenhos a partir de capturas de filmagens reais. A gravação com o vocalista Cannibal e cia aconteceu na casa do guitarrista Neilton (estúdio da banda) e mostra o cotidiano pelo Alto José do Pinho, na zona norte do Recife. A faixa faz parte do novo disco do icônico grupo de punk rock hardcore, ainda sem nome.</p>
<p>Colaboraram no clipe animadores e artistas de várias origens, desde os renomados César Coelho e Aída Queiroz (fundadores do ANIMAMundi), Victor-Hugo Borges (criador e diretor da série de animação “Historietas Assombradas”, atualmente exibida no Cartoon Network), Maurício Squarisi (um dos expoentes da animação brasileira, de Campinas-SP), José Maia (mestre da animação nascido no Rio Grande do Sul), o pernambucano André Rodrigues (da animação “Mundo Bita”), entre outros, até artistas plásticos (Lourival Cuquinha e Galo de Souza) até iniciantes. Crianças também participaram com desenhos, entre elas a filha de 10 anos de Cannibal.</p>
<p>Cada artista convidado recebeu seis frames e a missão de animar um frame com meio segundo de filmagens. A criação era livre, porém sob duas condições: que o desenho fosse em preto, branco e vermelho (cores do Santa Cruz, time do tricolor Cannibal) e tivesse alguma ligação com a imagem original.</p>
<p>“No clipe do Devotos, cada artista fez os frames totalmente diferentes dos outros artista. Não houve uma combinação prévia, o que gerou sequências caóticas entre si, porém harmônicas em relação ao conteúdo do clipe. Gosto muito dessa estética caótica, uns fizeram em estilo mais cartum, outro mais realista. Teve gente que imprimiu e desenhou por cima, outros usaram carvão, stopmotion e até bordado. O resultado é incrível”, comenta Buccini, que dirigiu, em parceria com Rodrigo Édipo, o videoclipe da banda pernambucana Volver (Você que pediu), ganhador de dois prêmios e participante em seis festivais.</p>
<p>O lançamento do clipe “Eu o Declaro Meu Inimigo” na programação do Animacine consolida e descentraliza a produção da animação na região. O clipe faz parte do projeto Músicas Animadas, idealizado por Lula Gonzaga e produzido pelo Ponto de Cultura Cinema de Animação, que vem realizando clipes em animação de outros Pontos. Já foram produzidos outros clipes, dos Pontos de Lia de Itamaracá, do Côco de Umbigada, dos Bacamarteiros do Cabo de Santo Agostinho, do Boi da Macuca, dentre outros.</p>
<div id="attachment_55852" aria-labelledby="figcaption_attachment_55852" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/otto-guerra-animacine-06122017-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-55852" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/otto-guerra-animacine-06122017-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O cineasta Otto Guerra, um dos maiores nomes da animação no Brasil, é um dos homenageados do III ANIMACINE</p></div>
<p><strong>Homenagens</strong> – Em sua terceira edição, o ANIMACINE presta tributo aos <strong>100 anos da animação brasileira</strong>. Um dos destaques será a retrospectiva histórica dos principais filmes de animação, entre eles <em>Macaco Feio, Macaco Bonito</em> (1928), de Luiz Seel e João Stamato, o mais antigo curta de animação brasileiro com a cópia preservada. Também ganham homenagem pelo festival os animadores Otto Guerra, um dos maiores nomes do gênero no País, e o cineasta e professor Maurício Squarisi, coordenador do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas (SP).</p>
<p>A série de homenagens se estende desde o cartaz oficial do ANIMACINE, criado pela ilustradora e animadora Erica Maradona e Otto Guerra, até a um conjunto de mostras retrospectivas, uma delas com os principais curtas de Otto Guerra (incluindo seu primeiro curta-metragem, <em>O Natal do burrinho</em>, lançado em 1984 com Lancast Motta e José Maia), e outra com um apanhado histórico da animação do País.</p>
<p>“A princípio, o convite pra fazer o cartaz foi feito a Otto. Mas como é impossível, pra quem me conhece, ouvir falar em Agreste e não lembrar de mim, ele me chamou pra fazermos juntos. Misturamos símbolos que lembram a região onde o festival acontece com o momento político mundial que estamos vivendo, em que temos o tempo todo que resistir e tourear os retrocessos pra continuar fazendo filmes”, fala Erica Madona sobre o processo de criação da identidade visual do ANIMACINE 2017.</p>
<p><strong>Reestreia da primeira animação pernambucana</strong> &#8211; Uma das novidades da 3ª edição do ANIMACINE é a exibição, após quatro décadas, do curta-metragem <strong>Vendo/Ouvindo</strong> (1972) em versão digital restaurada em DCP 2K. Trata-se da mais antiga animação existente da filmografia pernambucana. É também o primeiro trabalho artístico de Lula Gonzaga (em parceria com Fernando Spencer e Firmo Neto) e um dos primeiros filmes do ciclo do Super-8 em Pernambuco. O processo de digitalização de <em>Vendo/Ouvindo</em> foi coordenado por André Dib (pesquisador e crítico) e Tiago Delácio (realizador e filho de Lula Gonzaga) e incluiu eliminação de riscos, restauração de som e correção de cor no sistema Da Vinci. A animação será exibida em DCP 2K no ANIMACINE, após passar em junho deste ano pela primeira vez na 12ª Mostra de Cinema de Ouro Preto (Minas Gerais), um dos maiores encontros preservacionistas do país, no ANIMAMundi (Rio e São Paulo) e na sessão especial de encerramento do X Janela Internacional de Cinema do Recife, mês passado.</p>
<p>De acordo com Lula Gonzaga, <em>Vendo/Ouvindo</em> é uma crítica simbólica à censura imposta pelo regime militar. “O cara podia ver e ouvir, mas não podia falar. Tem gente que entendeu, tem gente que não entendeu. Disseram que era um filme &#8216;udigrudi&#8217;, mas funcionou bem”, diz Lula. “É uma animação simples e direta, com todas as características de um filme underground”, escreveu o pesquisador e animador Marcos Buccini, no artigo <em>A Saga de Lula Gonzaga: pioneiro da animação pernambucana</em>. “Sua natureza experimental começa pelo processo de criação: material reaproveitado, poucos recursos e pouco tempo de feitura; passa pela animação e grafismos minimalistas; e chega ao resultado que preza muito mais pela ideia de contestação do que pelo primor técnico”.</p>
<div id="attachment_55851" aria-labelledby="figcaption_attachment_55851" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Morning-Routine-An-Wu-Li-06122017-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-55851" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Morning-Routine-An-Wu-Li-06122017-1-607x428.jpg" width="607" height="428" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do filme “Morning Routine”, de An-Wu Li (China)</p></div>
<p><strong>Mostras competitivas</strong> &#8211; As mostras do ANIMACINE &#8211; III Festival de Animação do Agreste estão divididas em 16 panoramas, incluindo uma nova seção de filmes latino-americanos, a Mostra Simón Bolívar. A curadoria é formada pela professora de cinema da UFPE e pesquisadora Amanda Mansur (nacional) e pelo jornalista e crítico de cinema André Dib (internacional).</p>
<p>A Mostra de Formação Lula Gonzaga reunirá filmes e vídeos realizados em oficinas e cursos de animação, com realização coletiva ou individual, que tenham como objetivo o aprendizado e o primeiro contato com as técnicas de animação dos realizadores.</p>
<p>Já a Mostra Jota Borges agregará filmes e vídeos nacionais de realizadores e produtores profissionais ou estudantes. Os destaques vão para <em>Plantae</em>, de Guilherme Gehr, <em>Animais</em>, de Guilherme Alvenaz, e <em>Tango</em>, de Francisco Gusso. “Neste ano uma das nossas maiores surpresas foi a quantidade de filmes brasileiros com duração de mais de dez minutos. São filmes de animação longos, levando em conta que dependendo da técnica, trabalhar com animação é da ordem das 24h para produzir 1 segundo. Gostaria de destacar ainda a variedade de estilos e a qualidade estética dos filmes inscritos”, avalia a curadora da mostra nacional, Amanda Mansur.</p>
<p>Novidade desta edição, a Mostra Simón Bolívar, voltada à seleção de filmes latinoamericanos, exibirá filmes como <em>Fronteira</em> (<em>Frontera</em>, Equador, 2017), de Fabián Guamaní Aldaz; <em>Cinzas</em> (<em>Cenizas</em>, Argentina, 2017), de Luciana Digiglio, e <em>O Umbral</em> (<em>El umbral</em>, México, 2017), de Jan Darío Rodríguez Swiecichowski.</p>
<p>Por último, a Mostra Vitalino será formada por filmes internacionais convidados pela curadoria do festival. Entre os destaques, estão o polonês <em>Periquita</em> (<em>Cipka</em>, 2016), de Renata Gasiorowska; <em>The box</em> (Turquia, 2016), de Merve Cirisoglu Cotu; <em>Inflated Head</em> (Baadsar, Irã, 2016), de Leila Hosseini, e <em>I am the Wind</em> (EUA, 2017), de Erik Hendin.</p>
<p>“A programação internacional aponta para um panorama do que há de mais recente na produção contemporânea, não apenas pela abrangência geográfica, mas por reunir uma diversidade de técnicas, modalidades e principalmente, visões de mundo. Alguns filmes circularam em festivais estrangeiros; outros, são descobertas, em sua maioria, feitos por jovens realizadores dedicados a observações do cotidiano, crítica de costumes, elaboração de mundos paralelos, de formas figurativas e abstratas, experimentais e narrativas, tendo em comum a busca pelo prazer estético característico do cinema de animação”, afirma o curador da mostra internacional, André Dib.</p>
<p><strong>Premiação</strong> – Uma das novidades é a criação de júri oficial composto por mulheres do audiovisual pernambucano. São três integrantes convidadas pela organização: Chris Quarema, Renata Claus e Karina Monteiro. Ao todo, haverá oito categorias de premiação: Melhor Curta, Melhor Curta Formação, Melhor Curta Escolha do Público, Melhor Roteiro, Melhor Concepção Sonora, Melhor Direção de Arte, Melhor Curta Infantil e Melhor Técnica de Animação.</p>
<p>Todos os filmes premiados receberão certificado e troféu: Melhor Curta Nacional, Melhor Curta Internacional, Melhor Curta Latino-americano, Melhor Curta Formação, Melhor Escolha do Público, cada um no valor de R$ 1 mil, totalizando 5 mil em prêmios.</p>
<p><strong>Oficinas</strong> &#8211; As oficinas serão realizadas em paralelo às mostras competitivas. No total, são 80 vagas distribuídas igualmente para quatro oficinas (as inscrições vão até este sábado, dia 25). Na “Princípios do Toon Boom Harmony”, o animador e ilustrador André Rodrigues (conhecido pelo trabalho com o desenho “O Mundo de Bita”) irá aproximar interessados em acessar o mercado de animação a partir desse software, possibilitando exemplos práticos na construção de personagens rigados (em técnica 3D).</p>
<p>Na oficina “Flipbook abstrato: Animação para quem não desenha”, voltada a iniciantes, Otto Guerra, um dos principais cineastas da animação no país, e o diretor de animação José Maia oferecem noções da técnica do flipbook feito a partir de pinturas ou desenhos abstratos.</p>
<p>Para a inscrição, os interessados devem enviar e-mail para <a href="mailto:festivalanimacine@gmail.com" target="_blank"><strong>festivalanimacine@gmail.com</strong></a>, com o título “inscrição + nome da oficina”. Devem incluir, no corpo do e-mail, o nome completo, idade, contatos (telefone e e-mail) e uma carta de intenção com até 10 linhas sobre a participação na oficina, bem como um breve histórico sobre a atuação em animação.</p>
<p>Outras duas oficinas serão ministradas a grupos de escolas e entidades. Uma delas é “Animeco – a construção da animação através do stop motion”, orientada pelo artista plástico e fotógrafo Bruno Cabús, entre os dias 11 e 12 de dezembro, a alunos da Escola Técnica Estadual (ETE) Maria José Vasconcelos de Bezerros. E a oficina “Animação para crianças e jovens com deficiência” será oferecida, em parceria com a APAE de Caruaru, com o diretor Mauricio Squarisi, um dos homenageados desta edição do festival, dias 6 e 7 de dezembro.</p>
<p><strong>Abertura: 100 anos da animação</strong> &#8211; A abertura oficial do ANIMACINE &#8211; III Festival de Cinema de Animação do Agreste, no dia 6 de dezembro, às 14h, no Armazém de Criatividade em Caruaru, será genuinamente brasileira. Valorizando nomes nacionais fortes do gênero, os homenageados desta edição – Otto Guerra e Maurício Squarisi – participam da mesa “100 anos da Animação” junto com o realizador Lula Gonzaga. A mediação do debate será feita pelo coordenador Tiago Delácio.</p>
<p><strong>Confira a programação completa no site <a title="Programação - III ANIMACINE" href="http://www.animacine.com.br/programacao" target="_blank">www.animacine.com.br/programacao</a></strong></p>
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		<title>Noite dos camisas pretas fez tremer o chão e as estruturas do Palco Pop</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jul 2017 19:24:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias O chão e as estruturas do Palco Pop vibraram nesta quinta-feira (27), noite dedicada aos camisas pretas amantes do metal e hardcore. Com direito a rodas punks e muita batida de cabeça, o público se divertiu com apresentações das bandas Alkymenia (Caruaru), Sinaya (SP) e de uma das mais importantes bandas do cenário [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51749" aria-labelledby="figcaption_attachment_51749" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35826886630_6a4bb8fe9c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51749 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35826886630_6a4bb8fe9c_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Foi bem legal trazer esse show aqui pro FIG, porque você toca pra pessoas de vários lugares. Eu gosto muito de Garanhuns por causa disso, vem muita gente diferente”, comemorou Cannibal</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>O chão e as estruturas do Palco Pop vibraram nesta quinta-feira (27), noite dedicada aos camisas pretas amantes do metal e <em>hardcore</em>. Com direito a rodas punks e muita batida de cabeça, o público se divertiu com apresentações das bandas Alkymenia (Caruaru), Sinaya (SP) e de uma das mais importantes bandas do cenário underground e independente brasileiro, a Devotos, que segue em comemoração aos seus 20 anos do lançamento do disco &#8220;Agora Tá Valendo&#8221; (1997).</p>
<p>Formada por Cannibal (baixo e voz), Neilton Carvalho (guitarra) e Celo Brown (bateria), amigos da vizinhança do Alto José do Pinho, Devotos subiu ao palco com uma faixa com a hashtag #AmeDaniel, uma campanha para arrecadar fundos para o tratamento de uma criança de Olinda que nasceu com uma doença rara, a Atrofia Muscular Espinhal. <i>“Eu sei que a situação do nosso país está complicada e que temos muitos problemas para resolver, mas preciso falar de uma coisa séria. Conheci de perto esse menino e a família dele está passando por uma luta imensa. E, hoje, faço um apelo para cada um aqui ajudar como puder”</i>, disse Cannibal, para na sequência emendar com as músicas &#8220;Formando Opiniões&#8221;, &#8220;Dia Morto&#8221;, &#8220;Hu, Ha, Hu, Ha!&#8221;  (que retornou aos palcos nessa nova fase da banda) e &#8220;Punk, Rock, Hardcore&#8221; &#8211; faixas que integram o disco lançado em 1997.</p>
<div id="attachment_51756" aria-labelledby="figcaption_attachment_51756" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36219807515_0451ceadda_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51756 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36219807515_0451ceadda_k-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Devotos segue em comemoração aos seus 20 anos do lançamento do disco Agora Tá Valendo (1997)</p></div>
<p><em>“A gente pegou o repertório desse álbum, que teve uma repercussão muito grande na cena underground nacional daquela época. E foi bem legal trazer esse show aqui pro FIG, porque você toca pra pessoas de vários lugares. Eu gosto muito de Garanhuns por causa disso, vem muita gente diferente”,</em> comemorou Cannibal. Foi uma noite de reencontros e participações especiais. De Maceió, o cantor Adriano Aranos, da banda Sinsinhor, cantou ao lado dos Devotos as canções &#8220;Asa Preta&#8221; e &#8220;Luz da Salvação&#8221;<strong>. </strong>Noutro momento, Clécio Veloso, de Garanhuns, também subiu ao palco.</p>
<p>A cena punk se articulou no mesmo momento da efervescência musical do movimento mangue da década de 90. Parceiro musical desta época, quando integrava a Chico Science e Nação Zumbi, o percussionista Gilmar Bola Oito está fazendo a apresentação do Palpo Pop e nunca imaginou que um dia chamaria a Devotos para começar um show. De cima do palco, se divertia como um adolescente quando vê sua banda favorita pela primeira vez. <em>“Encerrar a noite dos camisas pretas com Devotos foi a cereja do bolo. Essa é uma banda que já toquei junto várias vezes pela periferia do Recife. Nunca imaginei que um dia fosse apresentar um show deles durante um festival tão importante como é o FIG. Os caras continuam jovens e bem atual com o hardcore na veia”, </em>disse Gilmar.</p>
<div id="attachment_51757" aria-labelledby="figcaption_attachment_51757" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35413181913_1266270fdf_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51757 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35413181913_1266270fdf_k-607x367.jpg" width="607" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">O repertório de Alkymeia foi baseado principalmente no disco &#8216;Strong and Unfailing As A Thunder&#8217; (Forte e Infalível como um Trovão), lançado este ano, conta com 13 músicas inéditas</p></div>
<p>A noite teve também a presença de palco dos metaleiros da Alkymenia, que já tocou no FIG na edição de 2013, numa noite dedicada aos camisas pretas na Praça Mestre Dominguinhos. <em>“Neste dia, a gente se apresentou ao lado de artistas como Os Valvulados, daqui de Garanhuns, Desalma, do Recife, o Krisium e o Raimundos. Durante esses quatros anos aconteceram muitas coisas bacanas. A gente acabou participando muito da cena sul-sudeste, moramos em São Paulo durante um ano e meio, e foi uma experiência enriquecedora”</em>, explicou o cantor e baixista Lalo Silva, que dedicou o show da banda aos grupos <em>undergrounds</em> de Garanhuns.</p>
<p>O repertório foi baseado principalmente no disco <em>Strong and Unfailing As a Thunder </em>(em livre tradução, <em>Forte e Infalível como um Trovão</em>), lançado este ano, conta com 13 músicas inéditas. <em>“Neste álbum ,a gente fala dessa correria do povo nordestino, que, mesmo sofrendo, não desiste nunca, sempre forte como um trovão. Muita coisa mudou nesse disco novo também. Por exemplo, Dennis Kremier, baterista do grupo, tirou os tons e surdos de fábricas industriais do set do seu instrumento e substituiu por alfaias produzidas por João do Pife, um mestre da nossa terra”,</em> explicou o baixista da banda.</p>
<div id="attachment_51752" aria-labelledby="figcaption_attachment_51752" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36083897631_9eee762614_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51752 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36083897631_9eee762614_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Formada só por mulheres, banda Synaia atraiu vários fãs para o Palco Pop</p></div>
<p>Formada só por mulheres, a banda Sinaya se apresentou pela primeira vez no Nordeste, nesta quinta-feira (27). Quem estava na plateia para conferir de perto foi Ana Julia, moradora de Garanhuns, de 19 anos, que conheceu o grupo paulista através da programação do FIG 2017. <em>“Quando a grade saiu, eu fui procurar saber mais sobre a banda na internet e pesquisei várias músicas. Assim que soube que era formada só por mulheres, fiquei ainda mais instigada com o projeto. Por isso, vim hoje ao Palco Pop. G</em><em>ostei muito da apresentação delas e até pedi música”,</em> disse ela.</p>
<p>Renata Petrele, guitarrista solo na Sinaya, encara com naturalidade o avanço da presença feminina no rock brasileiro, especialmente no metal. <em>“Ainda existe uma preconceito velado de curiosidade. O pessoal vai ver o nosso show pra ver se de fato a gente toca. Mas isso era muito mais forte no começo da banda, hoje em dia a gente tem um público e a galera vai curtir nosso som. E existem outras bandas femininas que mostraram que este não é um som só pra homem. As mulheres estão tocando e a galera está curtindo bastante”</em>, avalia Petrele, que ficou emocionada com a recepção e carinho do público. <em>“O povo nordestino tem uma fama de ser muito acolhedor e isso é verdade. Aqui a turma do metal abraça mesmo a causa e foi bem legal ver as loucuras que o pessoal estava fazendo na plateia, bem empolgados. Queremos voltar outras vezes”,</em> revelou.</p>
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		<title>Plugins e Devotos convidam para noite de rock e hardcore no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2016 14:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Devotos]]></category>
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		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria Na próxima sexta-feira (15), o hardcore e o rock and roll aproximam as Zonas Oeste e Norte do Recife num encontro que tem como cenário o Estelita Bar. A partir das 22h, as bandas Devotos, do Alto José do Pinho, e Plugins, de Tejipió, fazem um show com o repertório de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_35499" aria-labelledby="figcaption_attachment_35499" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Michelle Souza</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/devotos6-2006-michele-souza.jpg"><img class="size-medium wp-image-35499" alt="Michelle Souza" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/devotos6-2006-michele-souza-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Devotos</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da Assessoria</em></p>
<p>Na próxima sexta-feira (15), o hardcore e o rock and roll aproximam as Zonas Oeste e Norte do Recife num encontro que tem como cenário o Estelita Bar. A partir das 22h, as bandas Devotos, do Alto José do Pinho, e Plugins, de Tejipió, fazem um show com o repertório de músicas dos seus últimos discos ao lado de participações especiais. Os ingressos já estão à venda e custam R$ 15.</p>
<p>Com 28 anos de carreira, a Devotos vai apresentar músicas menos tocadas no repertório do grupo como &#8220;Luz e amores&#8221;, que prega a liberdade sexual. A banda também deve apresentar canções inéditas como &#8220;Eu o declaro meu inimigo&#8221; e vai investir pesado nos clássicos que destacaram a Devotos na cena musical pernambucana e brasileira como “Vida de Ferreiro”, “Punk Rock Hard Core” e “Eu tenho pressa”.</p>
<div id="attachment_35500" aria-labelledby="figcaption_attachment_35500" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">André Sousa</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/plugins_andre-sousa.jpg"><img class="size-medium wp-image-35500 " alt="André Sidarta" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/plugins_andre-sousa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A banda Plugins</p></div>
<p>A banda Plugins vai trabalhar músicas dos seus três discos independentes: Resistência (2009), Quem é de Verdade (2011) e O Ontem já passou (2015). Este último, teve a produção assinada por Cannibal Santos e foi lançado no final do ano passado. Entre as canções que são carro chefe do trabalho destacam-se &#8220;Homem X Natureza&#8221;, &#8220;Anti-Vacilão&#8221; e “Bocada”, que conta com as participações especiais dos MCs Samuel Negão e Zaca de Chagas, que também tocam no show de sexta.</p>
<p>Os ingressos estão à venda na Disco de Ouro e Vinil Discos ao preço de R$ 15 e na bilheteria da casa de show. Menores de 18 anos só entram acompanhados dos responsáveis e todos devem apresentar documento de identificação.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong> Devotos e Plugins</strong><br />
<em>Estelita Bar (Rua Saturnino de Brito, 382, Cabanga)</em><br />
Sexta (15), às 22h<br />
Informações: 98874.4650</p>
<p><em>Ingressos:</em><br />
Disco de Ouro (R. Sete de Setembro, 318 &#8211; Boa Vista)<br />
Vinil Discos (Loja 05 &#8211; R. Sete de Setembro, 105 &#8211; Boa Vista)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cannibal saboreia &#8220;O gosto novo da vida&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cannibal-saboreia-o-gosto-novo-da-vida/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2015 15:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Café Preto]]></category>
		<category><![CDATA[Cannibal]]></category>
		<category><![CDATA[Devotos]]></category>
		<category><![CDATA[Eu indico]]></category>
		<category><![CDATA[Lula Cortes]]></category>
		<category><![CDATA[O gosto novo da vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem marca presença no Eu Indico desta semana é o músico Cannibal. Nascido Marconi de Souza Santos, diretamente do Alto José do Pinho, bairro que se transformou pela força pulsante da cultura que habita ali, Cannibal é fundador, baixista e vocalista da banda Devotos e também está à frente da banda Café Preto. Ao Cultura.PE [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/7215593658_2ace8ee35f_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-23543" alt="Clara Gouvêa/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/7215593658_2ace8ee35f_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Quem marca presença no <strong>Eu Indico</strong> desta semana é o músico <strong>Cannibal</strong>. Nascido Marconi de Souza Santos, diretamente do Alto José do Pinho, bairro que se transformou pela força pulsante da cultura que habita ali, Cannibal é fundador, baixista e vocalista da banda Devotos e também está à frente da banda Café Preto.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas ele indica o LP <em>O gosto novo da vida</em>, de Lula Côrtes. Um dos principais nomes da psicodelia nordestina (mais especificamente pernambucana), Lula é um ícone da música alternativa para gerações a fio. Neste álbum, de 1981, está o veneno da sua música, o rock que fez a cabeça de muita gente, inclusive a de Cannibal.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/4825517938_39957a3e37_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-23544" alt="Victor Jucá" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/4825517938_39957a3e37_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<em>Conheci o Lula Côrtes no começo da década de 1990 em um evento chamado &#8216;Rock and Roll Circus&#8217;. Chega até mim um cara magro, barbudo, fala que me admira e diz que tem uma letra para mim e queria entregar. Sinceramente, eu não sabia quem era, mas fiquei muito feliz com suas palavras, um pouco alcoolizadas, mas com bastante sinceridade. Saquei que era um cara diferenciado. O tempo nos aproximou quando eu comecei a frequentar a Soparia e ele sempre estava cantando com uma banda chamada Má Companhia. Pronto! Conheci o Lula Côrtes rock’n’roll. </em><em>Sempre ouvia vários elogios a seu começo de carreira, sobre um disco super raro, com Zé Ramalho, chamado</em> Paêbiru,<em> e outras histórias no universo das artes plásticas.</em></p>
<p><em> Há 10 ou 15 anos, eu jogava uma pelada de futebol todas as segundas-feiras, em Olinda, com músicos, produtores, jornalistas e amigos dos amigos. Numa dessas noites, um amigo (Coca) me presenteou com um LP do Lula Côrtes. Fui para casa feliz com o presente, mas demorei a ouvir porque quase todo final de semana eu via Lula cantando com a Má Companhia.</em></p>
<p><em>Quando eu escutei o disco pela primeira vez, eu não acreditei! Era outra história, outra concepção, outra viagem: um disco psicodélico, ao mesmo tempo pop e super gostoso de ouvir, com letras sempre direcionadas ao cotidiano do artista, musicalidade rica, bons instrumentos e a descoberta que as misturas dos elementos percussivos e as influências dos ritmos regionais já tinham sido descobertas antes do Movimento Mangue.</em><br />
<em><br />
O gosto novo da vida é um LP maravilhoso, que mostra uma fase maravilhosa do Lula, em parcerias com Tito Lívio, Dom Tronxo, Edilson e José Rosas. Tem um encarte com rascunhos de letras feitas à mão, lápis e tintas, negativos de fotos pincéis e uma foto maravilhosa de lula em um sofá, CHEIO DE VIDA!!!!</em></p>
<p><em>Às vezes, quando escuto muito uma banda, um artista, eu fico com aquela inveja boa e digo: &#8216;Eu queria ter feito essa música!&#8217;(risos) E desse disco, </em>O gosto novo da vida<em>, eu queria ter escrito a música </em>Desengano”.</p>
<p><strong>Ouça <em>O gosto novo da vida</em>, de Lula Côrtes</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/x8c8k6D9AG4" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Público prestigia última noite do Palco Garagem</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/publico-prestigia-ultima-noite-do-palco-garagem-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 15:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Devotos]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Caruaru 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Kinto Karma]]></category>
		<category><![CDATA[Tio Xico HC]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=7966</guid>
		<description><![CDATA[Ontem (16/5), o Festival Pernambuco Nação Cultural foi de punk, rock e hardcore! A programação da noite recebeu bandas da cidade, como Kinto Karma [website], Tio Xico HC [website] e Alkymenia [website], e fechou com o som da Devotos, do Recife.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ontem (16/5), o Festival Pernambuco Nação Cultural foi de punk, rock e hardcore!</em></p>
<div id="attachment_7967" aria-labelledby="figcaption_attachment_7967" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Palco-Garagem-quarta-16-5-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-7967" alt="Público do Palco Garagem na noite de quarta (16/5) (Foto: Clara Gouvêa)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Palco-Garagem-quarta-16-5-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público do Palco Garagem na noite de quarta (16/5) (Foto: Clara Gouvêa)</p></div>
<p>A programação da noite recebeu bandas da cidade, como Kinto Karma <a title="kinto karma" href="http://www.myspace.com/kintokarma" target="_blank">[website]</a>, Tio Xico HC <a title="tioxicoho" href="http://www.facebook.com/tioxicohc" target="_blank">[website]</a> e Alkymenia <a title="alkymenia" href="http://www.myspace.com/alkymenia" target="_blank">[website]</a>, e fechou com o som da Devotos, do Recife.</p>
<div id="attachment_7968" aria-labelledby="figcaption_attachment_7968" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Palco-Garagem-16-5-Devotos.jpg"><img class="size-medium wp-image-7968" alt="Devotos fechou a noite (Foto: Clara Gouvêa)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Palco-Garagem-16-5-Devotos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Devotos fechou a noite (Foto: Clara Gouvêa)<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"></span></p></div>
<div id="attachment_7969" aria-labelledby="figcaption_attachment_7969" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Palco-Garagem-16-5-Kinto-Karma.jpg"><img class="size-medium wp-image-7969" alt="Kinto Karma (Foto: Clara Gouvêa)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Palco-Garagem-16-5-Kinto-Karma-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Kinto Karma (Foto: Clara Gouvêa)</p></div>
<div id="attachment_7970" aria-labelledby="figcaption_attachment_7970" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Palco-Garagem-16-5-Alkymenia.jpg"><img class="size-medium wp-image-7970" alt="Alkymenia (Foto: Clara Gouvêa)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Palco-Garagem-16-5-Alkymenia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alkymenia (Foto: Clara Gouvêa)<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"></span></p></div>
<div id="attachment_7971" aria-labelledby="figcaption_attachment_7971" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Palco-Garagem-16-5-Tio-Xico.jpg"><img class="size-medium wp-image-7971" alt="Tio Xico (Foto: Clara Gouvêa)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Palco-Garagem-16-5-Tio-Xico-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Tio Xico (Foto: Clara Gouvêa)</p></div>
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		<title>Shows de Mukeka di Rato e Devotos &#8211; FIG 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 19:44:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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		<category><![CDATA[FIG 2011]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Enviado em 20/07/2011. Trechos dos shows das bandas Mukeka di Rato e Devotos no Palco Pop, durante o Festival de Inverno de Garanhuns 2011.</p>
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