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	<title>Portal Cultura PE &#187; Di Melo</title>
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		<title>Trinta mil pessoas vibram com a Nação Zumbi em Garanhuns</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2016 22:05:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ainda que fosse segunda-feira, a esplanada Mestre Dominguinhos fervilhava na noite de ontem (25), quando cerca de 30 mil pessoas prestigiaram o ápice do quinto dia do FIG. Enquanto a maior parte do público não chegava, rodas de coco e ciranda se formavam, de forma independente, entre amigos, no local. Artistas de rua vendiam artesanato [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_38508" aria-labelledby="figcaption_attachment_38508" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><img class="size-medium wp-image-38508" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28485182111_b503d7b4c0_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /><p class="wp-caption-text">Mesmo na segunda, as atrações do FIG 2016 encheram a Esplanada Mestre Dominguinhos</p></div>
<p>Ainda que fosse segunda-feira, a esplanada Mestre Dominguinhos fervilhava na noite de ontem (25), quando cerca de 30 mil pessoas prestigiaram o ápice do quinto dia do FIG. Enquanto a maior parte do público não chegava, rodas de coco e ciranda se formavam, de forma independente, entre amigos, no local. Artistas de rua vendiam artesanato e faziam malabares. Pouco depois, se apresentariam quatro nomes pernambucanos no maior palco do FIG: os rappers Loucos Nordestinos, os cantores Clayton Barros e Di Melo e a banda Nação Zumbi. Em comum, além do estado natal, o dom de deixar o público a vontade e animado durante toda a noite.</p>
<p>Loucos Nordestinos, conhecido coletivo de rap de Garanhuns que costuma se apresentar em eventos locais, subiu ao palco mais cedo, às 20h, mas já com fãs à espera para a mistura de rap, hip hop, reggae e ritmos regionais, como o coco de embolada. O cantor Clayton Barros, ex-integrante do Cordel do Fogo Encantado, que já havia se apresentado com a banda várias vezes no festival, mostrou pela primeira vez músicas de seu disco solo, “Primitivo atemporal”, no palco principal do FIG, onde também já se apresentou com a banda “Os Sertões”, em 2013. Barros descreveu o novo show como um momento de “lembranças, acontecimentos e prenúncios”, já que também relembrou algumas canções dos antigos grupos dos quais fez parte.</p>
<div id="attachment_38520" aria-labelledby="figcaption_attachment_38520" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28529797246_3edb32cd45_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38520" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28529797246_3edb32cd45_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Clayton Barros voltou à Garanhuns para apresentar canções do seu disco solo</p></div>
<p>Após o show enérgico, Clayton saudou os dois musicistas que dão tom à essa edição do festival: Dominguinhos, que dá nome ao palco principal e a maior praça da cidade, e Naná Vasconcelos, nosso homenageado, que tem se feito presente a cada atração. “Dominguinhos foi um dos maiores músicos e um dos maiores seres humanos do mundo. Também aprendi muito sobre a vida com Naná, o que afetou meu trabalho. Aproveitar a passagem das pessoas que você conviveu na sua vida, como eles, e absorver o máximo de seu comportamento, posicionamento, musicalidade e felicidade com o que faz é extremamente necessário”, pontuou.</p>
<div id="attachment_38511" aria-labelledby="figcaption_attachment_38511" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28455815652_4c212738a6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38511" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28455815652_4c212738a6_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Di Melo apresenta seu novo disco, &#8220;Imorrível&#8221;, em grande volta aos palcos</p></div>
<p>No backstage, antes mesmo de se apresentar, o cantor Di Melo já brincava com todos, distribuindo abraços, beijos e gargalhadas a quem lhe encontrasse pelo caminho. O bom humor do pernambucano radicado em São Paulo era prenúncio do que viria a mostrar no palco, onde lançaria em Garanhuns o seu “Imorrível”, disco finalizado no ano passado, após trinta anos de seu primogênito e muitos boatos sobre uma suposta morte do cantor. Há alguns anos, com o samba-rock voltando a fazer a cabeça dos jovens, redescobriram seu grande hit, “Kilariô”, fazendo com que Di Melo reivindicasse sua presença no mundo e voltasse às gravações – já que dentro e fora do Brasil, ninguém aceitava que um músico tão excepcional apenas tivesse lançado um álbum.</p>
<p>O boato da morte de Di Melo, após um desastre de moto e o sumiço autoral do músico, foi, na verdade, uma ressurreição. Em 2009, o documentário “Di Melo, imorrível” foi lançado, premissa do disco que sairia em 2015, misturando jazz, blues, rock e trazendo o cantor de volta aos palcos. “Meu público tem jovens de todas as idades e eu me identifico muito com isso, esse é o meu combustível, e a satisfação de estar aqui é inenarrável, uma honra, uma glória”, afirmou. Aos 70 anos, o artista contagiou, de fato, cada um dos jovens presentes, desde os que sabiam suas letras de cor aos que apenas dançavam ao som dos metais da banda do grande “soul man brasileiro”. Possivelmente, todos compartilhavam do pensamento de que não havia melhor título para Di Melo. Sua volta aos estúdios – e seus shows – garantem sua imortalidade.</p>
<p><strong>Um passeio no mundo livre</strong></p>
<p>Sempre presentes no FIG, mas nunca menos aguardados, os integrantes da Nação Zumbi fizeram um grande show de encerramento, com a turnê que celebra os 20 anos do disco “Afrociberdelia”, um dos mais importantes discos na história da música brasileira e um dos grandes passos do início do movimento manguebeat. No ano em que o idealizador da banda, Chico Science, faria 50 anos, o show-homenagem contou com clássicos da época em que Science comandava a banda, como “O cidadão do mundo”, “Etnia”, “Um passeio no mundo livre”, “Maracatu atômico” e “Macô”, recebidas como se o próprio Chico se fizesse presente no palco. Além de saudações a Naná Vasconcelos em vários momentos do show, a NZ também relembrou David Bowie, morto em janeiro desse ano e um dos grandes ídolos da banda.</p>
<div id="attachment_38512" aria-labelledby="figcaption_attachment_38512" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28530673766_b45a324db4_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38512" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28530673766_b45a324db4_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A turnê que celebra os 20 anos do álbum &#8220;Afrociberdelia&#8221; chega a Garanhuns com grandes homenagens e sucessos do último disco da banda</p></div>
<p>Com um setlist de quase 20 músicas, o grupo também tocou hits de seu último disco, autointitulado, de 2014, a exemplo das já aguardadas “Defeito perfeito”, “Foi de amor”, “Um sonho”, “Bala perdida” e “Cicatriz”. Um dos pontos altos do show foi uma nova versão de “Meu maracatu pesa uma tonelada”, com instrumentos elétricos mais afiados, apresentada ao público do Marco Zero no carnaval de Recife desse ano – e no próximo carnaval, os fãs já podem esperar novidades, já que um novo disco da banda deve sair no primeiro semestre do ano que vem. “Estamos saindo do canto em relação ao som e as ideias ainda são bem miúdas, mas estamos começando a juntar os fragmentos”, contou o vocalista do grupo, Jorge Du Peixe. Atração que sempre leva muitos fãs ao festival, a Nação Zumbi mais uma vez fez um dos shows mais memoráveis da programação. “Cada vez que a gente vem ao festival, a recepção é melhor. O público sempre se faz presente e participa, então a gente já vem com alma lavada, sabendo que vai ser um bom show”, comemorou Du Peixe.</p>
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		<title>Graxa: “Di Melo é mito total!”</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2015 18:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem participa, nesta semana, do Eu Indico é o cantor e compositor Graxa, que acaba de lançar o seu segundo álbum, Aquele Disco Massa. Um dos nomes que integra a Cena Beto, ele traz em seu trabalhos referência do rock, blues, folk, sempre com letras ferinas, mas muito bem humoradas. Ao Cultura.PE e aos internautas ele [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Graxa-crédito-Juvenil-Silva.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18088" alt="Juvenil Silva" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Graxa-crédito-Juvenil-Silva-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Quem participa, nesta semana, do <strong>Eu Indico</strong> é o cantor e compositor <strong>Graxa</strong>, que acaba de lançar o seu segundo álbum, <em>Aquele Disco Massa</em>. Um dos nomes que integra a Cena Beto, ele traz em seu trabalhos referência do rock, blues, folk, sempre com letras ferinas, mas muito bem humoradas.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas ele indica o primeiro disco do mito <strong>Di Melo</strong>, de 1975. Soulman recifense que fez carreira labo B em São Paulo, e foi redescoberto pelas novas gerações há cerca de uma década, voltando às paradas de sucesso com seu balanço que mistura soul, funk, tango, latinidades entre outras malemolências mais.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/DiMelo.jpg"><img class="size-medium wp-image-4959" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/DiMelo-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>“<em>Agito, embalo, dançante e curtição. Fera total. Tem nem o que dizer, bicho! Indo para muito além das definições de música boa ou ruim, independente disso, não há de se negar que o figura &#8220;X&#8221; que colocar o som desse disco e não curtir é uma figura preocupante, não vai ter jeito que dê jeito, quanto mais um texto.</em></p>
<p><em>Vou falar uma parada bem clichê, mas é verdade: o repertório desse disco é muito rico &#8211; apesar de ter fortes bases na soul music. Mas alguns exemplos como </em>Conformopólis<em>, </em>Sementes<em> e </em>Má Lida<em> – essa última, com lindos arranjos de cordas – servem pra endossar o que eu tô dizendo. Também tem Minha Estrela, que já é uma que tem uma pegada mais de música latina – “esfrega-esfrega” e safadeza bacana.</em></p>
<p><em>E o vinil? O original é mosca branca, mas, se não me engano, fizeram relançamento. Queria o meu. Um dia rola! Esse é de prateleira. Pegar ele e colocar na radiola. Funciona no fim de semana, um pratinho de guisado e uma cachaça organizada. Quando vê, tu já tá dançando, numa boa, de óculos escuros, parecendo até que vai morrer doce quando o mundo se acabar em mel. Isso funciona em fins de semana.</em></p>
<p><em>E Di Melo? O cara é mito total! O Imorrível! Dá pra tu? Queres mais? Pra mim, já é o suficiente. E fora que o cara é bonitão! Manja na lábia e no papo. Tem altos estilos </em><em>de gírias &#8216;dimélisticas&#8217; que eu uso porque é o linguajar fera, tipo: “coracional” ou, até mesmo, “sorvete comportamental”. Tem outros. Fortes influências! Discaço! E Di Melo é figuraça que deve ser admirada e considerada sempre em todos os cantos e épocas. Um grande abraço pra ele</em>”.</p>
<p><strong>Ouça o disco Di Melo (1975)</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/t7xwo7HW9g8" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Noite de bandas pernambucanas na Guadalajara</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jul 2012 18:12:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até a cantora Roberta Sá entrou no clima e fez referências ao estado Encontro de pernambucanos, na segunda-feira (16/7), no palco e nos bastidores garantiu boas surpresas ao público que conferiu as apresentações na Esplanada Guadalajara durante o 22º Festival de Inverno de Garanhuns, evento promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Até a cantora Roberta Sá entrou no clima e fez referências ao estado</p>
<p dir="ltr">Encontro de pernambucanos, na segunda-feira (16/7), no palco e nos bastidores garantiu boas surpresas ao público que conferiu as apresentações na Esplanada Guadalajara durante o 22º Festival de Inverno de Garanhuns, evento promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, em parceria com a Prefeitura Municipal. Lucas Notaro e os Corajosos abriu a programação e foi seguido por Di Melo e Madeira Delay, Mombojó, China e a cantora potiguar Roberta Sá.</p>
<p style="text-align: left;">A primeira atração tocou composições próprias e comprovou que Garanhuns também tem o seu celeiro de talentos. Com batida forte e voz firme, Lucas Notaro se sentiu bastante à vontade e em vários momentos interagiu com a plateia. Quando a banda Madeira Delay começou a tocar caía uma garoa, mas com a presença do cantor e compositor pernambucano Di Melo ficava difícil não participar daquela grande celebração.</p>
<p style="text-align: left;">Enquanto fazia poesias e ensaiava alguns passinhos diante do público, o Imorrível, como é conhecido, fez a alegria dos fãs, que recordaram seus sucessos, e conquistou a graça de jovens, que têm se aproximado cada vez mais de seu trabalho. Não era difícil encontrar moças cantando e dançando ao som de Di Melo. “Estou fascinado. Não  esqueçam de mim que eu tenho muito a oferecer a vocês”, disse emocionado enquanto estava no palco.</p>
<div id="attachment_7227" aria-labelledby="figcaption_attachment_7227" class="wp-caption img-width-598 aligncenter" style="width: 598px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-74.jpg"><img class="size-full wp-image-7227" alt="China com Jorge du Peixe e o grupo Mombojó (Foto: Marcelo Soares/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-74.jpg" width="598" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">China com Jorge du Peixe e o grupo Mombojó (Foto: Marcelo Soares/Secult-PE)</p></div>
<p style="text-align: left;"> Mombojó mostrou que se preocupa bastante com os seus seguidores e fez questão de parar o show em vários momentos para agradecer o carinho. “Vocês não sabem como é bom ver vocês acompanhando nossas músicas com tanto entusiasmo”, comentou o vocalista Felipe S no palco. Em poucos meses, a banda lançará o quarto CD, que comemorará seus dez anos de história. “Fazemos questão de valorizar nosso público de maneira sincera”, completou.</p>
<p style="text-align: left;">China trouxe músicas conhecidas do povo e contou com a presença de outros pernambucanos durante o show, como Jorge du Peixe, da Nação Zumbi e os músicos do Mombojó, que participam de seu projeto solo. O cantor fez questão de falar sobre a falta que sente de Pernambuco. “Todo mundo aqui tá morando fora. Moramos em São Paulo. Quero convidar Felipe S para voltar ao palco e matar um pouco a saudade que a gente sente de estar junto aqui no estado”, comentou.</p>
<div id="attachment_7229" aria-labelledby="figcaption_attachment_7229" class="wp-caption img-width-595 aligncenter" style="width: 595px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-75.jpg"><img class="size-full wp-image-7229" alt="Roberta Sá (Foto: Marcelo Soares/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-75.jpg" width="595" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Roberta Sá (Foto: Marcelo Soares/Secult-PE)</p></div>
<p>Roberta Sá foi a última atração da noite. Como não poderia ser diferente, para completar a noite pernambucana no Palco guadalajara, ela cantou, além de seu rico repertório de sambas, “Pavilhão de Espelhos”, do recifense Lula Queiroga, e “Fogo e Gasolina”, do também pernambucano Lenine. Em outras músicas, letras com referência ao coco de roda, mulheres rendeiras e a ciranda de Lia. Roberta Sá dançou ciranda e um frevo tímido, ritmo presente na canção “Deixa Sangrar”. A festa agradou o público. O auxiliar administrativo Osmano Souza saiu de Caruaru para conferir pela terceira vez a apresentação da cantora. “Gosto muito do trabalho dela. Não vejo a hora de encontrá-la novamente”, confessou.</p>
<p>Hoje, tem mais shows:</p>
<p>Palco Guadalajara (terça-feira, 17/7)</p>
<p dir="ltr">21h00 – Rogério e Os Cabra<br />
22h00 – Maciel Salu<br />
23h00 – Hebert Lucena<br />
00h00 – Lula Queiroga<br />
01h30 – Renato Teixeira, Xangai e Maciel Melo</p>
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		<title>Roberta Sá está na programação desta segunda no Palco Guadalajara</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2012 19:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antes de Roberta Sá, apresentam-se Lucas Notaro e os Corajosos, Di Melo e Madeira Delay, Mombojó e China Continuando a boa sequência de shows do Palco Guadalajara, a segunda(16/7) reserva para o público do 22º Festival de Inverno de Garanhuns, evento realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de Roberta Sá, apresentam-se Lucas Notaro e os Corajosos, Di Melo e Madeira Delay, Mombojó e China</p>
<div id="attachment_7271" aria-labelledby="figcaption_attachment_7271" class="wp-caption img-width-320 aligncenter" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-86.jpg"><img class="size-full wp-image-7271" alt="Acompanhado pela banda Madeira Delay, o pernambucano Di Melo é uma das atrações da noite desta segunda (16/7) – (Foto: Divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-86.jpg" width="315" height="391" /></a><p class="wp-caption-text">Acompanhado pela banda Madeira Delay, o pernambucano Di Melo é uma das atrações da noite desta segunda (16/7) – (Foto: Divulgação)</p></div>
<p dir="ltr">Continuando a boa sequência de shows do Palco Guadalajara, a segunda(16/7) reserva para o público do 22º Festival de Inverno de Garanhuns, evento realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, em parceria com a Prefeitura Municipal, uma programação com nomes que têm se destacado na cena musical brasileira. Lucas Notaro e os Corajosos, Di Melo e Madeira Delay, Mombojó, China e Roberta Sá comandam o público em apresentações que prometem levar muitos fãs para a praça.</p>
<p>Abre a noite, a partir das 21h, a banda de Garanhuns Lucas Notaro e os Corajosos, que  apresentarão composições próprias em que a mistura de ritmos é a principal característica. Depois, às 22h, o samba-funkeiro Di Melo sobe ao palco com Madeira Delay. Di Melo é cantor, compositor, poeta e foi recentemente redescoberto e revalorizado pela juventude pernambucana. No encontro com o conjunto recifense, funk, soul, samba, rock e frevo devem ganhar versões que não deixarão a plateia quieta.</p>
<div id="attachment_7272" aria-labelledby="figcaption_attachment_7272" class="wp-caption img-width-598 aligncenter" style="width: 598px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-87.jpg"><img class="size-full wp-image-7272" alt="Mombojó (Foto: Divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-87.jpg" width="598" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Mombojó (Foto: Divulgação)</p></div>
<p dir="ltr">Com dez anos de trabalho e dois lançados e bem recebidos por críticos e pelo público, a banda Mombojó mostra, às 23h, sonoridades, estilos e trabalha com a recombinação de elementos da música para atrair o público. O cantor China entra, em seguida, à meia-noite, para, com suas canções, passear com a plateia por melodias serenas que são atravessadas pelo pop.</p>
<p>Roberta Sá, com toda sua docilidade e bela voz, entra à 1h30 para revisitar canções de trabalhos anteriores e mostrar músicas de seu novo CD “Segunda pele”. Pode ir ensaiando as músicas em casa, porque nesta segunda-feira (16/7), o Palco Guadalajara está imperdível.</p>
<p>Palco Guadalajara (segunda-feira, 16/7)</p>
<p dir="ltr">21h – Lucas Notaro e os Corajosos<br />
22h – Di Melo e Madeira Delay<br />
23h – Mombojó<br />
0h – China<br />
1h30 – Roberta Sá</p>
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