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	<title>Portal Cultura PE &#187; dia da mulher</title>
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		<title>Dia da Mulher: as pernambucanas da Cultura</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 20:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O dia 8 de março é dedicado à memória e à reflexão sobre as conquistas políticas, sociais e econômicas das mulheres. A data reforça o processo de luta dos direitos conquistados pela equidade de gênero, bem como rememora o combate às desigualdades. Por exemplo, você já parou para pensar o que seria da cultura pernambucana [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O dia 8 de março é dedicado à memória e à reflexão sobre as conquistas políticas, sociais e econômicas das mulheres. A data reforça o processo de luta dos direitos conquistados pela equidade de gênero, bem como rememora o combate às desigualdades.<br />
Por exemplo, você já parou para pensar o que seria da cultura pernambucana sem as mulheres? Se você refletir, historicamente, foram as mãos masculinas que escreveram, registraram, e contaram o fazer cultural nas mais diferentes sociedades e comunidades de brincantes.</p>
<p>O protagonismo e a trajetória das mulheres na cultura popular, assim como em toda a sociedade, por muitas vezes foi silenciado e até apagado. Com muita luta, as mulheres foram quebrando inúmeros paradigmas e buscando conquistar seus devidos espaços dentro das manifestações culturais.</p>
<p>Mestra Joana, 46 anos, nasceu em um Terreiro de Candomblé, fui educada nesse meio cultural que o Estado carrega e essa trajetória a influenciou a ser a única Mestra de Maracatu de Baque Virado que se tem notícia, claro que ela também enfrentou e ainda enfrenta diversas formas de resistência à sua posição</p>
<p>“Primeiro um quebrando um balaio cheio de tabus, onde os homens até hoje xingam, ignoram, desvaloriza a presença das mulheres no baque. E depois fui seguindo minha intuição e as lutas das feministas para se manter firme”, disse a Mestra da Nação do Maracatu Encanto do Pina.<br />
Apesar de ser bastante respeitada como mestra, ela confessa que ainda sofre com críticas. “Em vários lugares sou considerada, e em outros não. E até fico sabendo de alguns relatos que minha participação em alguns eventos é inútil, os sem grande valor porque sou mulher”, desabafou.</p>
<p>Segundo Joana, as mulheres sempre estiveram presentes dentro da cultura, porém nunca receberam o devido destaque devido ao machismo estrutural. “Somos nós mulheres que sempre estivermos por trás, fazendo todo espetáculo aparecer, e hoje nós somos protagonistas”, disse.<br />
Mãe Dora é parteira indígena do povo Pankararu, liderança comunitária e espiritual, técnica de enfermagem, matriarca do cuidado e Patrimônio Vivo de Pernambuco. Para ela, ser mulher fazedora de cultura em Pernambuco é ser herdeira de uma força ancestral. “É carregar no sangue a bravura de minha mãe e de minhas tias, que repassaram tudo o que sei sobre a minha cultura”, afirmou a representante das mulheres que atuam em suas comunidades realizando partos domiciliares em suas comunidades.</p>
<p>Parteira há mais de 60 anos com mais de 5 mil partos e nenhum óbito no currículo, Dona Prazeres já pôs muitas mulheres no mundo e destaca o valor que elas representam para a nossa cultura. “A qualificação da mulher e sua importância no mundo é enorme. E não é diferente na cultura, são as mulheres que sempre zelaram por todos e nunca fizeram questão de serem reconhecidas”, garantiu.</p>
<p>Lutar pela valorização da cultura, tradição, e do patrimônio imaterial é a missão da vida da chef Cris Barros. Para a doceira, o bolo de noiva é coisa séria. Porém, não se trata de qualquer bolo de noiva. Estamos falando da iguaria de sabor único nascida em Pernambuco: Um bolo escuro, sem recheio e de massa encorpada, com a presença de vinho, passas, ameixas e frutas cristalizadas. “Representar as vozes muitas vezes invisibilizadas das boleiras, que alimentam a economia e a cultura com uma iguaria tão pernambucana como é o bolo de noiva. Portanto, salvaguardar essa cultura é fundamental”, contou.</p>
<p>“Ser mulher na cultura pernambucana é ter garra, é ser forte, persistente, lutar por seus ideais e manter suas manifestações vivas”, completou Cris que tomou para si a importante missão de tornar o bolo de noiva um Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco, assegurando assim a valorização e perpetuação da iguaria na história do Brasil.</p>
<p>A cantora Isaar compara o próprio fazer artístico com o papel da mulher. “A arte por si só parece que já é feminina, né? Porque ela chega buscando quebrar, questionar, transformar, e é isso que as mulheres fazem o tempo todo em várias instâncias da sociedade”, refletiu.</p>
<p>Já Larissa Lisboa, cantora e compositora, ser mulher e fazedora de cultura por si só é uma atividade de resistência. “Admitindo a dominação masculina na cultura, é uma sobrevivência diária. Nesse ponto eu digo que é preciso muita coragem, e note que eu não digo força porque às vezes a gente não tem força e mesmo assim executamos, então eu acho que é preciso coragem, ousadia e muita coragem”, afirmou.</p>
<p>Apesar de todas as lutas, e de já haver um avanço considerável pelo reconhecimento feminino em todas as camadas da sociedade, as mulheres da cultura ainda estão longe da sonhada igualdade de gênero. “Vivo na pele o apagamento, o índice de mestres de diversas manifestações culturais é incontável, e as mestras a gente conta no dedo a quantidade, e não é por falta de mulher fazendo cultura, é o machismo mesmo que ainda predomina”, resumiu Mestra Joana. “Mas, o meu legado é justamente manter vivo o sonho das minhas mais velhas, e empoderar as mais novas, e os homens também que acreditam e somam nos meus trabalhos. E através da cultura educar meu povo, trazendo boas condições de vida”, garantiu a maracutuzeira.</p>
<p><strong>Qual o papel da mulher na cultura de Pernambuco?</strong></p>
<p><em id="__mceDel">O meu é manter o legado das minhas mais velhas, e empoderar as mais novas, e os homens também que acreditam e somam nos meus trabalhos. E através da cultura educar meu povo, trazendo boas condições de vida.</em></p>
<p>Acha que na cultura, a mulher já atingiu o patamar de igualdade com o homem? Não! Porque vivo na pele, o apagamento, o índice de mestres , de diversas manifestações culturais, e as mestras a gente conta no dedo a quantidade, e não é por falta de mulher fazendo cultura, é o machismo mesmo que predomina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Financiados pela LAB-PE, vídeos retratam trajetórias de mulheres da cultura popular pernambucana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/financiados-pela-lab-pe-videos-retratam-trajetorias-de-mulheres-da-cultura-popular-pernambucana/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 14:26:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
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		<description><![CDATA[Pelas mãos de Cida Lopes, que moldam o madeira para transformá-la em mamulengos e alegria; pelos versos de Dona Cila do Coco, que colocam todo mundo para dançar; ou pela sabedoria ancestral de Mãe Dora, que há anos e anos ajuda mulheres a parir. A cultura popular de Pernambuco existe e resiste graças ao fazer [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_86946" aria-labelledby="figcaption_attachment_86946" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Mãe-Beth-de-Oxum-FOTO-JAN-RIBEIRO-SECULT-PE-FUNDARPE.jpg"><img class="size-medium wp-image-86946" alt="Jan Ribeiro Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Mãe-Beth-de-Oxum-FOTO-JAN-RIBEIRO-SECULT-PE-FUNDARPE-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Mãe Beth de Oxum, Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, é uma das personagens retratadas pelos vídeos</p></div>
<p>Pelas mãos de Cida Lopes, que moldam o madeira para transformá-la em mamulengos e alegria; pelos versos de Dona Cila do Coco, que colocam todo mundo para dançar; ou pela sabedoria ancestral de Mãe Dora, que há anos e anos ajuda mulheres a parir. A cultura popular de Pernambuco existe e resiste graças ao fazer de muitas mestras, em seus diversos campos de atuação.Neste Dia Internacional da Mulher, relembramos a força de mais de 20 grandes representantes da cultura popular retratadas ano passado em filmes financiadas pela Lei Aldir Blanc de Pernambuco, no edital Registro Audiovisual da LAB &#8211; Salvaguarda dos Mestres da Cultura Popular.</p>
<p>Para Teresa Amaral, coordenadora de Cultura Popular da Secult-PE, incentivar cada vez mais o protagonismo feminino através das políticas públicas é de extrema importância. “Nesse dia, lembramos das histórias e lutas das mulheres e celebramos suas conquistas à frente de expressões da cultura popular e tradicional, ressaltando o nosso papel de preservar, valorizar e reconhecer as suas práticas artísticas e de transmissão de saberes e fazeres&#8221;, pontua.</p>
<p>Todos os filmes estão disponíveis gratuitamente no YouTube. Confira a lista abaixo:</p>
<p>- Severina Baracho, disponível <a href="https://drive.google.com/file/d/1qBDRCyJX8w_UW2PGefgM5u49piKIWULO/view" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Aurinha do Coco, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=EUC7rFmwQ" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Cida Lopes, disponível <a href="https://youtu.be/sd-kI7RJ6J8" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Mestra Luzinete, disponível <a href="https://vimeo.com/569659021" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Mestra Di, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=UOf1moAjr2Q" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Dona Célia, disponível <a href="https://youtu.be/yxPdvRMr3ko" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Lia Menezes, disponível <a href="https://fb.watch/6WO-y9ojeK/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Dona Cila do Coco, disponível <strong><a href="https://drive.google.com/file/d/1sKtv8GxtOXqFeRMD9Njzu_uwLJNYbsxW/view?usp=sharing" target="_blank">aqui</a></strong>.</p>
<p>- Mestra Juditaenga, disponível <a href="https://vimeo.com/556004955" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Dulce Baracho, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=a9G9bjtkswc" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Mãe Elda, disponível <a href="https://youtu.be/glucZrYCnSw" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Parteira Mãe Dôra, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=wSn8ZRIWNoA&amp;t=17s" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Severina Lopes, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=7YprSBlFbg" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Jane Ferreira, disponível <a href="https://youtu.be/AbtNH981iWg" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Mãe Beth de Oxum, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=JOJ9jArw_Ds&quot;" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Mestra Cristina, disponível <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Fv7XiP6EmkM" target="_blank">aqui</a></strong>.</p>
<p>- Dulce Baracho, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=a9G9bjtkswc" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Mãe Elda, disponível <a href="https://youtu.be/glucZrYCnSw" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Severina Lopes, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=7YprSBlFbgk" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Dona Cila, disponível <a href="https://youtu.be/K8c6fy621oc" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Dona Célia, disponível <a href="https://youtu.be/yxPdvRMr3ko" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Dona Glorinha do Coco, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=NjjuAC8i1XI" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>TV Pernambuco prepara programação especial para celebrar o Dia da Mulher</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/tv-pernambuco-prepara-programacao-especial-para-celebrar-o-dia-da-mulher/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 22:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, a Empresa Pernambuco de Comunicação e a Secretaria da Mulher de Pernambuco realizam parceria, para a exibição de seis curtas-metragens contemplados pelo Prêmio Naíde Teodósio de Estudos de Gênero. Os filmes enfocam as múltiplas dimensões que constituem as relações de gênero na sociedade, atravessando [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/PrêmioNaideTeodósio.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-91637" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/PrêmioNaideTeodósio-485x486.jpeg" width="485" height="486" /></a></p>
<p>Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, a Empresa Pernambuco de Comunicação e a Secretaria da Mulher de Pernambuco realizam parceria, para a exibição de seis curtas-metragens contemplados pelo Prêmio Naíde Teodósio de Estudos de Gênero. Os filmes enfocam as múltiplas dimensões que constituem as relações de gênero na sociedade, atravessando ainda temáticas transversais como as questões raciais, de classe, de orientação sexual, de geração e as diversas formas de existência das mulheres no mundo.</p>
<p>Para Milena Evangelista, diretora de Articulação e Projetos Especiais da EPC, a iniciativa endossa o compromisso da TV Pernambuco em promover as diferentes vivências e identidades das mulheres do Estado. <em>“Ao mesmo tempo é estimulada a reflexão sobre os temas que permeiam essas vivências como o machismo, a desigualdade social e o preconceito”</em>, enfatiza Milena.</p>
<p>Já Ana Elisa Sobreira, secretária da Mulher de Pernambuco, fala que é uma oportunidade de divulgar o Prêmio Naíde Teodósio de Estudos de Gênero nessa mostra especial na TV Pernambuco é multiplicar a empatia para com as questões que envolvem o universo feminino. <em>“As histórias de luta e superação das mulheres e as demais questões de gênero precisam ser divulgadas para que vençamos as barreiras do machismo, preconceito e diferenças impostas pelo patriarcado e possamos viver em uma sociedade com mais igualdade entre homens e mulheres”</em>, diz a gestora.</p>
<p><strong>Fortalecimento -</strong> O Prêmio Naíde Teodósio de Estudos de Gênero é direcionado a estudantes, professoras e professores de ensino médio e técnico de todo o Estado e tem como finalidade estimular e fortalecer a produção de conhecimento sobre as relações de gênero nas instituições de ensino, contribuindo para a promoção dos direitos das mulheres em sua diversidade.</p>
<p>O Prêmio homenageia a Dra. Naíde Teodósio, médica, pesquisadora e ativista política, nascida em 1915, em Sirinhaém, interior de Pernambuco. Ela dedicou sua vida e seus estudos para o combate das desigualdades sociais. A iniciativa é uma ação do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria da Mulher em parceria com a Secretaria de Educação &#8211; SEE, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação &#8211; SECTI, Secretaria de Planejamento e Gestão – Seplag, Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco – Facepe, Companhia Editora de Pernambuco – Cepe, Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe, Fundação Joaquim Nabuco – Fundaj e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco &#8211; IFPE.</p>
<p dir="auto">Confira a programação completa:<br />
De 8 a 11 de março, às 18h</p>
<p dir="auto"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Terça-feira (8/3)</strong></span><br />
Curta: Pega-se Facção<br />
Direção: Thais Braga</p>
<p dir="auto">Curta: Mucunã<br />
Direção: Carol Correia</p>
<p dir="auto"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira (9/3)</strong></span><br />
Curta: Milagres<br />
Duração: Adalberto Oliveira</p>
<p dir="auto"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira (10/3)</strong></span><br />
Curta: Tantas Marés<br />
Direção: Micheline Américo da Silva</p>
<p dir="auto">Curta: Iluminadas<br />
Direção: Gabi Saegesser Santos</p>
<p dir="auto"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira (11/3)</strong></span><br />
Curta: “Entre Mulheres”<br />
Direção: Marlom Meirelles Silva Nascimento</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Terça a sexta-feira (8 a 11 de março) &#8211; Sempre, às 18h<br />
Sinal digital da TV Pernambuco: em Recife, 46.1; em Caruaru, 12.1; e em Petrolina, 13.1.<br />
Transmissão on-line: <a href="https://tvpe.tv/" target="_blank"><strong>tvpe.tv</strong></a></p>
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		<title>Museu do Trem publica série de vídeos sobre histórias de mulheres e ferrovias</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-do-trem-publica-serie-de-videos-sobre-historias-de-mulheres-e-ferrovias/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 23:19:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[dia da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[museu do trem]]></category>

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		<description><![CDATA[Está no ar os cinco vídeos da série Mulheres da Ferrovia, ação em homenagem ao mês da mulher criada pelo Museu do Trem, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe. Agora, é possível assistir a todas as produções que destacam nomes femininos que fazem parte do universo ferroviário nacional, entre técnicas e defensoras da memória do transporte [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Está no ar os cinco vídeos da série Mulheres da Ferrovia, ação em homenagem ao mês da mulher criada pelo Museu do Trem, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe. Agora, é possível assistir a todas as produções que destacam nomes femininos que fazem parte do universo ferroviário nacional, entre técnicas e defensoras da memória do transporte sobre trilhos no Brasil. O conteúdo está disponível no instagram.com/museudotremrec e no facebook.com/museudotrempe.</p>
<p>“A série foi a forma que achamos para, mesmo fechado à visitação presencial diante das medidas de prevenção à COVID-19, continuarmos cumprindo nossa função social de trazer conteúdo de qualidade e reflexões sobre questões de grande importância como a igualdade de gênero. Contando com o depoimento de personalidades femininas que trabalham na ferrovia ou na preservação do patrimônio ferroviário em vários lugares do Brasil, buscamos mostrar que a ferrovia, como qualquer outra área, é também lugar de mulher e é necessário que haja respeito e um reconhecimento por isso”, defendeu André Cardoso, do educativo do Museu do Trem.</p>
<p>O primeiro vídeo destaca Alice Bemvenuti, que atua como diretora do Museu do Trem de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul (@museudotremsl), e integra o Comitê Brasileiro para Conservação do Patrimônio Industrial (TICCIH -Brasil). Ela conta um pouco de sua experiência profissional e acadêmica e fala sobre a importância do trabalho exercido pelas mulheres frente a equipamentos culturais ferroviários.</p>
<p>No segundo vídeo, Cyntia Nascimento, presidente da ONG Movimento Nacional Amigos do Trem (@amigosdotrem), com sede em Minas Gerais e regionais em Pernambuco, Espirito Santo e Sergipe, fala sobre sua atuação à frente da organização. Além disso, revela como teve seus primeiros contatos com a estrada de ferro e ressalta a importância de mulheres ocuparem mais espaços na ferrovia.</p>
<p>Telma Barbosa, técnica de gestão da CBTU Recife (@cbturecife) e integrante da diretoria do Sindicato dos Ferroviários do Nordeste, é o destaque do terceiro vídeo. De família ferroviária, ela conta sua trajetória profissional e discorre sobre como as mulheres vem ocupando espaços no setor metroviário e ferroviário.</p>
<p>O quarto vídeo trouxe quem costuma simbolizar o perfil, quando se fala em trabalhadores de ferrovias: a maquinista. Vanessa Brites, que também integra a ONG Amigos do Trem, conta um pouco de sua relação com a ferrovia, que começa ainda na infância. A paixão que ela desenvolveu pelos trilhos a motivou por uma busca por formação profissional. No caso dela, maquinista de locomotivas a diesel.</p>
<p>No quinto vídeo, Rayane Silveira Fraga apresenta sua atuação como coordenadora de excelência operacional da Rumo Logística (@rumologistica), uma das maiores empresas de transporte ferroviário de cargas do Brasil. Ela também é fundadora do movimento Ferrovia por Elas (@ferroviaporelas), integra o Mulheres Conectadas (@mulheres_conectadas_). Assim, na apresentação, ela também destaca o papel das ferrovias no desenvolvimento do país e a importância de que mais mulheres passem a trabalhar no setor ferroviário.</p>
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		<title>Versão virtual do projeto &#8220;Saraus em Pasárgada&#8221; celebra o Dia da Mulher</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/versao-virtual-do-projeto-saraus-em-pasargada-celebra-o-dia-da-mulher/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 20:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[@culturape]]></category>
		<category><![CDATA[@manuelbandeira.pasargada]]></category>
		<category><![CDATA[dia da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[poesia de mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Saraus em Pasárgada]]></category>
		<category><![CDATA[versão virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[Em homenagem à bravura e à resistência feminina no campo das artes, em especial na literatura, a versão virtual do projeto &#8220;Saraus em Pasárgada&#8221; promove neste mês de março uma edição especial para celebrar o #8M, Dia Internacional da Mulher. Sob o tema &#8220;Poesia de Mulher&#8221;, o sarau vai movimentar os perfis @culturape e @manuelbandeira.pasargada, na próxima [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13430" aria-labelledby="figcaption_attachment_13430" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14252781538_aac399da61_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-13430" alt="Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14252781538_aac399da61_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A edição virtual deste mês de março dos &#8220;Saraus em Pasárgada&#8221; será dedicada aos versos produzidos por mulheres</p></div>
<p>Em homenagem à bravura e à resistência feminina no campo das artes, em especial na literatura, a versão virtual do projeto &#8220;Saraus em Pasárgada&#8221; promove neste mês de março uma edição especial para celebrar o #8M, Dia Internacional da Mulher. Sob o tema &#8220;Poesia de Mulher&#8221;, o sarau vai movimentar os perfis <a href="https://www.instagram.com/culturape/" target="_blank"><strong>@culturape</strong></a> e <a href="https://www.instagram.com/manuelbandeira.pasargada/" target="_blank"><strong>@manuelbandeira.pasargada</strong></a>, na próxima sexta-feira (12), a partir das 18h, com o compartilhamento de poemas escritos só por mulheres, no Instagram.</p>
<p>A ideia dessa edição, segundo a gestora do Espaço Pasárgada e idealizadora do projeto, Marília Mendes, é fazer circular a produção intelectual feminina e mostrar todo o talento de nossas escritoras. <em>&#8220;Pernambuco é terra de grandes mulheres poetas. Celina de Holanda, Lucila Nogueira, Gerusa Leal, Cida Pedrosa, Jussara Salazar e Rejane Paschoal são algumas das vozes que, por aqui, irrompem os verbos, os gestos e lançam-se, sem amarras, ao fazer poético. Ao dedicar uma edição especial dos &#8216;Saraus em Pasárgada&#8217; aos versos produzidos por elas, queremos celebrar a força da mulher na literatura e, através das nossas redes sociais, fazer ecoar seus anseios, dores e glórias&#8221;</em>, diz a gestora.</p>
<p>Para participar dos &#8220;Saraus em Pasárgada&#8221;, basta marcar as duas contas no post, <a href="https://www.instagram.com/culturape/" target="_blank"><strong>@culturape</strong></a> e <a href="https://www.instagram.com/manuelbandeira.pasargada/" target="_blank"><strong>@manuelbandeira.pasargada</strong></a>, e acompanhar o compartilhamento, interagindo nos comentários. O material será postado na sexta-feira (12), a partir das 18h.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></strong><br />
Versão virtual dos &#8220;Saraus em Pasárgada&#8221;, com o tema &#8220;Poesia de Mulher&#8221;<br />
Quando: 12 de março (sexta-feira), às 18h<br />
Compartilhe seu poema e marque os perfis <a href="https://www.instagram.com/culturape/" target="_blank"><strong>@culturape</strong></a> e <a href="https://www.instagram.com/manuelbandeira.pasargada/" target="_blank"><strong>@manuelbandeira.pasargada</strong></a>, no Instagram</p>
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		<title>Mulheres gestoras lideram equipamentos culturais de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2019 17:34:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[*Colaboraram Camila Estephania, Jan Ribeiro, Michelle de Assunção, Denizá Rodrigues e Fernando Figueirôa Instituído como o Dia Internacional da Mulher pela ONU em 1975, o 8 de março destaca o debate sobre a atuação da mulher na sociedade buscando combater a desigualdade de gênero e promover um mundo mais equilibrado. Porém, para além da movimentação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67584" aria-labelledby="figcaption_attachment_67584" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/gestoras-equipamentos-culturais.jpg"><img class="size-medium wp-image-67584" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/gestoras-equipamentos-culturais-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Dez, dos treze equipamentos culturais geridos pelo Governo de Pernambuco, têm mulheres no comando</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>*Colaboraram Camila Estephania, Jan Ribeiro, Michelle de Assunção, Denizá Rodrigues e Fernando Figueirôa</strong></p>
<p>Instituído como o Dia Internacional da Mulher pela ONU em 1975, o 8 de março destaca o debate sobre a atuação da mulher na sociedade buscando combater a desigualdade de gênero e promover um mundo mais equilibrado. Porém, para além da movimentação em torno da data, mulheres do mundo todo travam uma batalha diária para ocupar mais espaços e ter a sua experiência e o seu conhecimento reconhecidos dentro e fora de casa.</p>
<p>Com uma rede de equipamentos culturais formada por 13 espaços, dos quais 10 deles são geridos por mulheres, o Governo de Pernambuco, através da Secult-PE/Fundarpe, reafirma a importância da contribuição feminina para a gestão pública. A multidisciplinaridade de saberes proporcionada pela vivência das mulheres acrescenta à sua formação uma bagagem única, que pode trazer diferentes pontos de vista para um equipamento cultural, destacando, inclusive, programações mais democráticas, que buscam destacar artistas homens e mulheres igualmente. Por isso, aproveitamos o mês de março para apresentar e ouvir nossas gestoras sobre a maneira como elas percebem o papel da mulher na gestão cultural.</p>
<div id="attachment_67555" aria-labelledby="figcaption_attachment_67555" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/40413687193_a894ecdba7_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-67555" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/40413687193_a894ecdba7_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Amélia Campello é gestora do Museu do Barro de Caruaru</p></div>
<p>“<em>Eu me enxergo realizada por ser mulher, por ser mãe e por ser gestora. Gestora é gerir e quando a gente gere, a gente cuida, cria, e essa é a minha função em Caruaru, à frente do Museu do Barro. Cuidar do acervo, promover exposições, receber bem os turistas, inovando com palestras, eventos. Procuro fazer trabalho em parceria com outras instituições e outras comunidades em Caruaru. Esse trabalho da preservação da memória é um trabalho que me gratifica, como mulher, como pessoa, porque estou mostrando a riqueza cultural do nosso estado, através do artesanato</em>”, diz Amélia Campello, gestora do Museu do Barro.</p>
<div id="attachment_67594" aria-labelledby="figcaption_attachment_67594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Cláudia-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-67594" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Cláudia-2-607x390.jpg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Cláudia Wanguestel é gestora do Teatro Arraial Ariano Suassuna</p></div>
<p>“<em>Falar sobre a importância da mulher na gestão cultural é, a princípio, falar de luta. Luta que se estende a outros lugares, segmentos e situações, quando o debate se refere à igualdade e aos direitos femininos. Lutamos por igualdade de oportunidades, queremos apenas o que nos é de direito. Seja na gestão pública, privada, administrativa, cultural, teremos mulheres que trazem seriedade, determinação e sensibilidade para o exercício da profissão. Precisamos sim, é que a cultura não perca sua relevância como ferramenta de identidade e apropriação dos costumes do nosso povo para que homens e mulheres, juntos, construam bases sólidas para um fazer cultural justo e democrático</em>”, enfatizou Ana Cláudia Wanguestel, gestora do Teatro Arraial Suassuna.</p>
<div id="attachment_67561" aria-labelledby="figcaption_attachment_67561" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Mureo.jpg"><img class="size-medium wp-image-67561" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Mureo-607x396.jpg" width="607" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Maria Correa é gestora do Museu Regional de Olinda</p></div>
<p>“<em>O Museu Regional de Olinda é uma casa estilo pernambucano. Eu, como mulher, me sinto assumindo a casa. Eu tomo conta daquele espaço, que tem peças bem antigas, dos séculos  XVII, XVIII, XIX. A gente tem aquele carinho e cuidado que toda mulher tem com a sua casa. O Museu é uma extensão disso, um espaço de cultura que a gente tem que ter muito cuidado, muito carinho. Tenho cuidado para não deixar nada quebrar, destruir, quando acontece alguma coisa procuro restaurar logo</em>”, observa Ana Maria Correa, gestora do Museu Regional de Olinda (Mureo).</p>
<div id="attachment_67558" aria-labelledby="figcaption_attachment_67558" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/celia_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-67558" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/celia_Easy-Resize.com_-607x447.jpg" width="607" height="447" /></a><p class="wp-caption-text">Célia Labanca é gestora do Museu de Arte Contemporânea (MAC)</p></div>
<p>“<em>Acredito que toda gestão pública deveria ser feita por mulheres, por conta da tranquilidade, da inteligência emocional e da parcimônia com a realidade. Acho que isso é fundamental na gestão. Na área de cultura, principalmente, pois temos sensibilidade e agilidade para tratar do espaço público e da obra de arte. A mulher tem uma capacidade muito grande de reivindicar um direito que é do povo em relação ao equipamento. Através dele, a cidadania pode ser expandida pelo Estado</em>”, frisou Célia Labanca, gestora do Museu de Arte Contemporânea (MAC).</p>
<div id="attachment_67559" aria-labelledby="figcaption_attachment_67559" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Conceição.jpg"><img class="size-medium wp-image-67559" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Conceição-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Conceição Santos é gestora da Torre Malakoff</p></div>
<p>“<em>A Torre Malakoff é um desafio. Não foi fácil, no início, com uma equipe formada quase totalmente por homens e apenas 3 ou 4 mulheres. A gente sofreu um pouco de resistência, mas, aos poucos, as pessoas foram se adaptando e entendendo nosso papel. A cultura pode fornecer elementos que levem a população a refletir sobre a importância da mulher na arte. Fizemos varias atividades na Torre Malakoff com produção, exposições, shows, com mulheres sendo as protagonistas. Isso é o que nós acreditamos que os espaços culturais devem ser: de portas abertas. Eles estão aí para a comunidade. Com essas movimentações culturais, queremos mostrar que as mulheres podem tudo</em>”, aponta Conceição Santos, gestora da Torre Malakoff.</p>
<div id="attachment_67565" aria-labelledby="figcaption_attachment_67565" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/esia.png"><img class="size-medium wp-image-67565" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/esia-607x463.png" width="607" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Ésia Guerra é gestora do Cineteatro Guarany</p></div>
<p>“<em>Nesse contexto atual, os desafios são importantes para nós, pois são uma forma de consolidar nossa presença e contribuição, enquanto mulheres, para a sociedade, através de nossas conquistas, criações e inovações. Afinal somos formadoras de opiniões e somos uma grande fábrica de ideias</em>”, fala Ésia Guerra, gestora do Cineteatro Guarany.</p>
<div id="attachment_67556" aria-labelledby="figcaption_attachment_67556" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/32437529397_e47d026756_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-67556" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/32437529397_e47d026756_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Juliana Rezende é responsável pela Casa da Cultura Luiz Gonzaga</p></div>
<p>“<em>Com um perfil multitarefa e agregador, que consegue enxergar vários ângulos da gestão de uma forma mais holística, estamos, mesmo com muito ainda a alcançar, ocupando espaços cada vez mais importante em uma área ainda com muita preponderância masculina. Essa diversidade aponta para a diversificação, impactando positivamente na gestão da cultura em todos os âmbitos. Unimos nossos esforços diariamente na gestão e na condução de ações que visam o fortalecimento e a preservação das diversas faces e formas da cultura. Por isso, precisamos ser respeitadas, reconhecidas, colocadas em condição de igualdade e nunca tratadas de forma diferente</em>”, comenta Juliana Rezende, responsável pela Casa da Cultura Luiz Gonzaga.</p>
<div id="attachment_67562" aria-labelledby="figcaption_attachment_67562" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Marcia-Xamexaes.jpg"><img class="size-medium wp-image-67562" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Marcia-Xamexaes-607x400.jpg" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Márcia Chamixaes é gestora da Estação Central Capiba &#8211; Museu do Trem</p></div>
<p>“<em>Para mim, é uma grande satisfação, gerir um espaço de tanta importância, porque, além de preservar a memória ferroviária tão importante para o desenvolvimento econômico e social de Pernambuco, temos a oportunidade de interagir numa área da cidade de grande importância histórica, com comunidades tradicionais para o Estado. Nós conseguimos articular diversas atividades privilegiando esse público feminino. A gente, como mulher tem esse olhar da importância social das mulheres para a construção de uma sociedade mais equilibrada, mais afetiva, mais estável do ponto de vista também da questão emocional, porque a mulher, desde todas as etapas de sua vida, é acostumada a atuar de forma plural. Ela é a mãe, é a pessoa que faz esse amálgama e transforma realmente a sociedade num local de acolhimento</em>”, reflete Márcia Chamixaes, gestora da Estação Capiba/ Museu do Trem.</p>
<div id="attachment_67557" aria-labelledby="figcaption_attachment_67557" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/IMG_20170504_204627_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-67557" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/IMG_20170504_204627_Easy-Resize.com_-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Margot Monteiro é gestora do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)</p></div>
<p>“<em>O mais importante é o gestor ter o conhecimento, aprofundamento e vivência com a arte. Não acredito que a mulher seja melhor ou pior que os homens, mas acho que existe uma forma de trabalho que deixa as pessoas mais à vontade. O gestor tem que estar à frente dos acontecimentos contemporâneos, pois é uma área que tem mudanças todo momento. A mulher tem facilidade e é mais sensível para acompanhar isso e lidar com problemas administrativos. Tenho uma história de muitos anos nessa parte artística e sempre foi um trabalho em grupo muito positivo, porque as pessoas se sentem bem, se doam muito e trabalham com amor. Acho que as mulheres proporcionam um ambiente mais familiar e isso facilita bastante</em>”, avalia Margot Monteiro, gestora do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE).</p>
<div id="attachment_67563" aria-labelledby="figcaption_attachment_67563" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Marília.jpg"><img class="size-medium wp-image-67563" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Marília-607x409.jpg" width="607" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Marília Mendes é gestora do Espaço Pasárgada &#8211; Casa de Manoel Bandeira</p></div>
<p>“<em>Em Pernambuco, observo que as mulheres vêm exercendo um papel expressivo e fundamental na educação, na cultura e na formulação de políticas públicas. A presença das mulheres na gestão cultural tem uma importância crucial não só pela representatividade de gênero. Ela vem para garantir os espaços de expressão da pluralidade cultural, religiosa, social, racial, sexual e afetiva da mulher, numa perspectiva de convivência com as diferenças, que soma e integra o todo. É pelo conhecimento e reconhecimento dessas faces que podemos plantar e no futuro colher frutos de uma cultura mais justa e igualitária</em>”, conclui Marília Mendes, gestora do Espaço Pasárgada/ Casa de Manuel Bandeira.</p>
<p><strong>Assista ao vídeo sobre elas:</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EOMEE5Rhvwo" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Mulheres da Cultura refletem sobre o Dia 8 de Março</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mulheres-da-cultura-refletem-sobre-o-dia-8-de-marco/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Mar 2019 18:33:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[*Colaboraram Camila Estephania, Michelle Assumpção, Bruno Souza e Marcus Iglesias Neste Dia Internacional da Mulher, se reascendem em todo mundo as pautas por igualdade de direitos entre os gêneros, mais respeito e dignidade, sobretudo para aquelas em situação de maior vulnerabilidade. Cada vez mais o mundo percebe que não são flores que precisam ser distribuídas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67344" aria-labelledby="figcaption_attachment_67344" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Adeildo Leite</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/arte-dia-das-mulheres.jpeg"><img class="size-medium wp-image-67344 " alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/arte-dia-das-mulheres-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dez representantes da cultura pernambucana falam da atuação feminina na construção das políticas públicas para o setor cultural no Estado</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>*Colaboraram Camila Estephania, Michelle Assumpção, <a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank">Bruno Souza</a> e Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Neste Dia Internacional da Mulher, se reascendem em todo mundo as pautas por igualdade de direitos entre os gêneros, mais respeito e dignidade, sobretudo para aquelas em situação de maior vulnerabilidade. Cada vez mais o mundo percebe que não são flores que precisam ser distribuídas pois, mais que celebrar, há muito que ainda precisa ser refletido e transformado em políticas públicas efetivas. Por isso que, na maioria dos países, este é um dia de muitas reuniões, conferências, encontros, cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual.</p>
<p>Como forma de contribuir para este debate, selecionamos a fala de dez mulheres representantes da cultura pernambucana. Mulheres que, nos últimos anos, além de seus ofícios dentro da produção cultural, também passaram a participar de um processo compartilhado de gestão, discutindo e interferindo em políticas públicas na área da Cultura, a partir dos três conselhos estaduais criados pela Secretaria de Cultura e Fundarpe: Política Cultural, Preservação do Patrimônio Cultural e Consultivo do Audiovisual. Confira abaixo os depoimentos:</p>
<div id="attachment_67366" aria-labelledby="figcaption_attachment_67366" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Adeildo Leite</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/tereza-franca.jpeg"><img class="size-medium wp-image-67366 " alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/tereza-franca-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Tereza de França &#8211; professora, pesquisadora, mãe de santo (presidenta do Conselho de Política Cultural)</strong></p></div>
<p><em>“Esse é um tema extremamente amplo, complexo e, politicamente, a gente deve fazer uma discussão partindo do princípio da universidade, da participação da mulher no universo político, pra que a gente possa pontuar isso em Pernambuco. A presença feminina a nível mundial ainda é algo que se precisa ampliar, no qualitativo e quantitativo. Temos que considerar que fazemos parte de um mundo de origens machistas e patriarcais, o que reflete desde muitos anos o limite da presença da mulher, não só na política, mas em outros espaços como na educação e na cultura. Entretanto, várias mulheres conseguiram contar outra história, que reflete o empoderamento da mulher nos diferentes países, a partir de uma luta que vem sendo travada desde o início dos tempos. O dia 8 de março, destinado ao Dia Internacional da Mulher, mais do que uma expressão de comemoração, é uma possibilidade concreta que temos para se refletir sobre a mulher e o seu papel na história da humanidade. Aqui em Pernambuco poderíamos citar várias conquistas que as mulheres conseguiram estabelecer na política acadêmica e pública de uma forma geral. A Secretaria Mulher é um exemplo claro dessa luta, de uma forma poética e sensível. Hoje estou como presidenta do Conselho Estadual de Política Cultural, e tem sido um espaço realmente rico da política cultural do estado. Mas ainda falta muito e nós não chegamos nem próximo da realidade que queremos conquistar. É um percurso que estamos caminhando. Neste dia 8 de março, estaremos na Praça do Derby com um movimento para expressar a força feminina, levando nossa reflexão sobre essa data”.</em></p>
<div id="attachment_67367" aria-labelledby="figcaption_attachment_67367" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/beth-de-oxum.jpeg"><img class="size-medium wp-image-67367 " alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/beth-de-oxum-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Beth de Oxum &#8211; Coquista, produtora, mãe de santo e comunicadora (conselheira de Política Cultural)</strong></p></div>
<p><em>&#8220;Oito de março é um dia necessário para sociedade do Brasil e do mundo, para que reflita sobre a posição da mulher. A voz da mulher ainda está calada, e essa voz é uma necessidade. Marielle teve a vida ceifada por conta de sua voz. A gente precisa quebrar esse círculo vicioso do patriarcado, pois a mudança para uma sociedade mais plural passa pela participação efetiva das mulheres, pelo protagonismo dessas mulheres. Temos que mudar a cultura machista da violência, da porrada. Nós não nos reconhecemos em certas mulheres que estão hoje em espaços de poder, mas que não têm noção do que é ser mulher na base social desse país, sobretudo sendo pobre, negra, suburbana, arrimo de família. A gente tá num momento em que o poder que se institucionalizou no país diz que mulher é fraquejada. E a nossa história não foi contada ainda. A história da brasileira, da afro indígena, não foi contada por nós. Não diz quem foram nossas referências. E essa mulher que está na base, que recebe toda essa carga de exclusão, de desassistência, é uma guerreira, lutando por uma sociedade mais digna e democrática. O mundo só será melhor se respeitarmos a diversidade social, cultural e religiosa das mulheres. A gente não vai a lugar nenhum se as mulheres não estiverem na linha de frente dessa mudança&#8221;.</em></p>
<div id="attachment_67368" aria-labelledby="figcaption_attachment_67368" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/paula-de-renor.jpeg"><img class="size-medium wp-image-67368 " alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/paula-de-renor-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Paula de Renor &#8211; atriz e produtora teatral (conselheira de Política Cultural)</strong></p></div>
<p><em>“As mulheres sempre tiveram um lugar de destaque na cultura do nosso estado, seja na formulação, na fiscalização, ou na defesa das políticas públicas. No Conselho de Política Cultural nós encontramos conselheiras que são artistas, gestoras culturais, e que lideram e fazem valer a voz da mulher pernambucana e das fazedoras de cultura. Inclusive nas três presidências do CEPC, duas foram de mulheres. A primeira foi do antigo secretário de Cultura, Marcelino Granja; a segunda foi minha; e a terceira é a atual gestão de Tereza França. Fui a primeira presidenta do Conselho, por parte da sociedade civil, o que me orgulha muito porque é algo que ficará na história. Fico muita satisfeita por trilhar esse caminho dessa luta em defesa da nossa cultura”.</em></p>
<div id="attachment_67369" aria-labelledby="figcaption_attachment_67369" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/andala-quituche.jpeg"><img class="size-medium wp-image-67369 " alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/andala-quituche-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Andala Quituche &#8211; produtora cultural e mãe (conselheira de Política Cultural)</strong></p></div>
<p><em>&#8220;A participação feminina na construção das políticas públicas é essencial, pois durante muito tempo, dentro da cultura popular, as mulheres não podiam participar dos brinquedos e tradições culturais. Hoje, estamos à frente de vários grupos. E isso demonstra nossa força tanto artisticamente (liderando, dançando e cantando) quanto no fomento e transmissão de saberes das nossas tradições. A nossa atuação no Conselho de Políticas Culturais representa a voz de grupos minoritários que, mesmo não estando presentes às reuniões, dependem da nossa participação para terem suas pautas e demandas atendidas. Ser mulher em qualquer esfera política e social é ser/ter coragem e resistência. E ser mulher negra, como eu, é ter/ser duplamente coragem e resistência&#8221;.</em></p>
<div id="attachment_67370" aria-labelledby="figcaption_attachment_67370" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/ana-farache1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-67370 " alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/ana-farache1-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Ana Farache &#8211; jornalista, fotógrafa, coordenadora do Cinema da Fundação e da Cinemateca (conselheira consultiva do Audiovisual de Pernambuco)</strong></p></div>
<p><em>“Nossa caminhada lembra um filme. Plano após plano. Cena após cena. Corte após corte. É com trabalho, ousadia e coragem que avançamos e atingimos (nem sempre, é verdade), o final que desejamos.”</em></p>
<div id="attachment_67371" aria-labelledby="figcaption_attachment_67371" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/ana-julia.jpeg"><img class="size-medium wp-image-67371 " alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/ana-julia-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Ana Julia de Souza Melo &#8211; professora de Hotelaria e Turismo e diretora do Centro de Convenções da UFPE (conselheira de Preservação do Patrimônio Cultural)</strong></p></div>
<p><em>“Há muitos anos, a mulher vem construindo a cultura, hoje em dia, ela tem seu espaço mais reconhecido. As mulheres têm conquistado tanto espaço nas próprias manifestações culturais, que muitas são hoje Patrimônios Vivos, além das que ainda não foram oficialmente reconhecidas, mas já são reverenciadas pelo público. Ver as mulheres ocupando cargos de gestão e vários outros papéis em todos os setores da cultura mostra a valorização da mulher nessa construção. Quando você traz a mulher pros cargos de gestão, você reconhece o conhecimento e a experiência dela para a construção cultural.&#8221;</em></p>
<div id="attachment_67372" aria-labelledby="figcaption_attachment_67372" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/anna-andrade1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-67372 " alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/anna-andrade1-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Anna Andrade &#8211; realizadora e produtora do audiovisual pernambucano (conselheira consultiva do Audiovisual de Pernambuco)</strong></p></div>
<p><em>&#8220;O audiovisual pernambucano &#8211; e brasileiro têm avançado bastante nos últimos anos. Temos visto o quanto a união das mulheres se faz presente em coletivos, na direção de filmes, na sensibilidade do olhar, e o quanto esta união tem trazido resultados positivos e o nosso próprio fortalecimento. Este é um grande avanço, porém muito ainda precisa mudar, nas ações formativas, nos projetos, nos sets, na formação das equipes, na igualdade de cachês, no respeito em qualquer instância que seja&#8230; Ser mulher é lutar diariamente para estar viva. Simplesmente por sermos mulheres. Precisamos dialogar sobre o feminismo, sobre os direitos humanos, e precisamos ser ouvidas, respeitadas, precisamos parar de ser silenciadas. Que todos os profissionais do audiovisual consigam enxergar o dia de hoje como a representação maior de nossa luta para que nós mulheres possamos continuar atuando, produzindo, escrevendo, e vivendo de nosso trabalho.&#8221;</em></p>
<div id="attachment_67373" aria-labelledby="figcaption_attachment_67373" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/adelia-collier.jpeg"><img class="size-medium wp-image-67373 " alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/adelia-collier-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Adélia Collier &#8211; designer e artista visual (conselheira de Política Cultural)</strong></p></div>
<p><em>“Hoje a gente vive um momento de muita sabedoria porque a mulher já está desenvolvendo seu papel com mais pertencimento e conhecimento. E Pernambuco sempre foi um elo político de muita presença feminina. Acredito que hoje isso fica bem claro quando a gente vê os Conselhos do Audiovisual, de Política Cultural e de Patrimônio homenageando mulheres que são fortes e significativas no estado de Pernambuco. E dentro da política a gente tem visto que nós temos assumido cada vez mais nossa força. O próprio papel do CEPC, que tivemos presidentas em duas gestões, é um exemplo. Isso é muito importante, porque a mulher sempre foi um ser de empoderamento. Eu faço parte de uma geração de mulheres que sempre estiveram presentes, e é muito bonito o que a gente vê hoje, com a participação feminina cada vez mais respeitada nesse processo”.</em></p>
<div id="attachment_67374" aria-labelledby="figcaption_attachment_67374" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/mannu-costa.jpeg"><img class="size-medium wp-image-67374 " alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/mannu-costa-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Mannuela Costa &#8211; professora de Cinema da UFPE, produtora audiovisual e ex-presidente da ADB (conselheira consultiva do Audiovisual Pernambucano)</strong></p></div>
<p><em>&#8220;Em Pernambuco, nota-se uma forte atuação feminina na área das políticas culturais, tanto atuando entidades da sociedade civil quanto em conselhos e outros espaços oficiais. Essa atuação demonstra a real capacidade da mulher em representar os interesses coletivos, sem restrição de gênero. Mas essa atuação acaba gerando reflexões e traz visibilidade a questões que foram historicamente negligenciadas, principalmente, no que tange à representação e participação efetiva da mulher na produção cultural. Esse é um movimento que ganhou força nos últimos anos, mas que não começou ontem. É importante lembrar que muitas vieram antes de nós, atuando ora silenciosamente, ora não, mas pavimentando uma estrada na qual caminhamos hoje. Ainda há muito o que fazer, mas é preciso comemorar cada conquista!&#8221;</em></p>
<div id="attachment_67376" aria-labelledby="figcaption_attachment_67376" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/cleonice-maria.jpeg"><img class="size-medium wp-image-67376 " alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/cleonice-maria-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Cleonice Maria &#8211; produtora cultural e presidenta da Fundação Cabras de Lampião (conselheira de Política Cultural)</strong></p></div>
<p><em>“Na minha visão a participação feminina na cultura pernambucana é uma coisa que tem aumentado bastante. Em particular aqui em Serra Talhada nós somos a Fundação Cultural Cabras de Lampião, que é uma entidade dirigida por mulheres. Eu sou mulher, sou negra, vivo no Sertão pernambucano, e sobrevivo literalmente de cultura. Tenho percebido que as mulheres têm ocupado um espaço enorme com seus projetos, ações, articulações, e com a coragem e resistência de entender que o mundo cultural tem um espaço aberto que deve ser ocupado. É esse espaço que tenho estado por mais de duas décadas, e o que tenho mostrado é que é possível fazer isso: viver de cultura, trabalhar a resistência cultural do nosso estado. Pernambuco é ícone nessa percepção e hoje vejo grandes referências femininas. Aqui no Sertão nós temos As Severinas; em Olinda vejo a Beth de Oxum; Temos a Joana D’ark Ribeiro, no Museu do Poço Comprido, defendendo nosso patrimônio e acervos; além de Lia de Itamaracá e outras grandes mulheres. A gente consegue estar neste espaço e avançar na luta pra que a cultura pernambucana tenha sempre a presença forte da mulher.&#8221;</em></p>
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