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	<title>Portal Cultura PE &#187; diálogos em rede</title>
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		<title>Live da Secult-PE destaca protagonismo de mulheres negras na música pernambucana</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2021 21:35:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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<p>Abrindo as comemorações do Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, que acontece no dia 25 de julho, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) promove a <em>live</em> &#8220;Música e gênero: a força feminina negra em Pernambuco&#8221;, que vai ao ar nesta terça-feira (20), às 19h, no canal da Secult-PE no Youtube (<a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>) e também no Facebook (<a href="https://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a>).</p>
<p>As convidadas são<strong> Gabi da Pele Preta</strong>, cantora e atriz caruaruense da nova cena da música pernambucana, e<strong> Isaar</strong>, cantora com carreira consolidada no Estado. Neste debate sobre o protagonismo negro e feminino na música pernambucana, a mediação fica por conta de <strong>Luh Lima</strong>, assessora técnica na Coordenadoria de Literatura da Secult-PE e membro do Comitê de Mulheres Negras Metropolitanas de Pernambuco (CMNM-PE).</p>
<p><em>“Acredito que, em Pernambuco, somos uma potência no que se refere a artistas negras. Temos muitas artistas que fazem da música uma ferramenta política contra as desigualdades raciais, sociais e de gênero. São mulheres com trabalhos independentes e autorais, que ressignificam o ‘fazer música’ no estado e não abrem mão de suas identidades. Todas valorizam e promovem discussões relacionadas à identidade da mulher negra, estejam a sós ou em coletivos”</em>, diz Luh Lima.</p>
<p>Para a coordenadora de Música da Secult-PE, Andreza Portela, não tem como não olhar para nomes como Lia de Itamaracá, Isaar, Beth de Oxum, Gabi da Pele Preta, Una e tantas outras e não pensar na força da mulher negra. <em>“Mulheres que, através do seu talento e do seu trabalho, conseguem produzir uma música de grande qualidade e originalidade e ainda trazer um forte conteúdo de representatividade nas pautas relacionadas a gênero e raça. A gente percebe, ouvindo cada uma delas, que a música produzida em Pernambuco ocupa um lugar importante nessas lutas, devendo ser cada vez mais incentivada e consumida. Essas mulheres precisam ser ouvidas”</em>, fala a gestora.</p>
<p>Segundo Isaar, há um número significativo de mulheres cantando no Estado. <em>&#8220;Não tão significativo de mulheres negras, mas há sim um número maior, inclusive vindo da cultura popular, de meninas que cantavam nos maracatus, nos grupos de coco, também compondo e querendo se colocar no mundo. Eu também iniciei meus trabalhos no campo da cultura popular. Acho que é um caminho bem significativo aqui em Pernambuco&#8221;</em>.</p>
<p>Gabi da Pele Preta também analisa: <em>“Não dá pra gente achar que, num país que tem mais de 500 anos, em menos de 200 anos a gente vai ter conseguido reparar todas as mazelas do racismo. E, uma delas, é exatamente o epistemicídio, o assassinato de nossas narrativas. Isso tudo é parte de um projeto colonial de silenciar mesmo nossas narrativas. Mas aí eu olho pro meu trabalho, pro trabalho de Luna Vitrolira, de Bione, de Una Martins, de Uana Mahin, de Camila Yasmine, de Luana Tavares, de Isaar, de Sue, de Surama, de Isadora Melo, de Winnie Kássimo, então eu consigo, de alguma maneira, pensar positivo apesar de sermos muito poucas. E eu não falei das orixás: Lia de Itamaracá, Dona Selma do Coco, Marlene do Forró… Eu fico pensando&#8230; quantas dessas mulheres ancestrais a gente conta nas mãos, quantas a gente não conseguiu ouvir”</em>.</p>
<p>A cantora, que é feminista e militante dos direitos das minorias, completa: <em>“O projeto de sociedade que se estabeleceu não se preparou para dar voz a essas mulheres &#8211; dar ouvidos, né, porque voz sempre tivemos… Não é que não foi falado. É que não houve interesse de ouvir. Mas a gente tem ocupado os espaços assim mesmo. Acho que é altamente desafiador. A gente segue em frente para tentar ocupar, trabalhando para a construção de uma política pública que efetive as nossas narrativas como construção social desse país, com uma contribuição tão rica que a população preta desempenhou na construção de Brasil. Nos permitir cantar as nossas próprias narrativas é um lugar de reparação histórica muito urgente para a construção de uma outra sociedade brasileira, que nos vislumbre enquanto humanidade”</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Diálogos Culturais em Rede</strong></span><br />
O webprograma “Diálogos Culturais em Rede” é realizado pelo núcleo de conteúdo digital da Secretaria de Cultura de Pernambuco, trazendo, sempre às terças-feiras, debates sobre temas relevantes da cultura pernambucana e nacional. A live vai ao ar tanto no canal da Secult-PE no Youtube, quanto no Facebook, onde fica gravada.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Participantes</strong></span></p>
<p><strong>Isaar</strong><br />
Ex-integrante da banda Comadre Fulozinha, Isaar já cantou com nomes como Antônio Carlos Nóbrega e Naná Vasconcelos e gravou dois discos com Dj Dolores. Fez parte de projetos de Ariano Suassuna e de peças de José Celso Martinez. Em 2010, ganhou o Prêmio Pixinguinha. Cantou no encerramento das Olímpiadas em 2016. Integra o coletivo de mulheres “A Dita Curva”.</p>
<p><strong>Gabi da Pele Preta</strong><br />
Publicitária, professora, atriz e cantora, Gabi da Pele Preta é natural de Caruaru (PE). Ativista das causas feministas e da negritude, é intérprete de composições de nomes como Juliano Holanda, Alexandre Revoredo, Joana Terra, Isabela Moraes, Fernanda Limão, Ezter Liu, Isadora Melo e Caio Meneses. Participou de festivais como Janeiro de Grandes Espetáculos, No Ar Coquetel Molotov 2017, Macuca das Artes, Rec Beat, do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) e da Mostra Reverbo. Além de seu trabalho solo, é backing vocal da banda Cordel do Fogo Encantado e Azulão.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Mediadora</strong></span></p>
<p><strong>Luh Lima</strong><br />
Luciana Lima é graduada em Pedagogia, pós-graduada em Gestão e Produção Cultural e mediadora de leitura. Atualmente está como assessora técnica na Coordenadoria de Literatura (Secult-PE). É membro do Comitê de Mulheres Negras Metropolitanas de Pernambuco (CMNM-PE), no âmbito da Secretaria da Mulher.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8220;Música e gênero: a força feminina negra em Pernambuco&#8221;<br />
Quando: 20 de julho de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a> <strong>| <a href="https://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a></strong></p>
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		<title>Em live, Secult-PE debate o protagonismo feminino no cinema</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 15:34:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/deus-é-mulher.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-86044" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/deus-é-mulher-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Vai ao ar, na próxima terça-feira (6), a partir das 19h, mais uma edição do programa “Diálogos Culturais em Rede”, no canal oficial do YouTube da Secult-PE/Fundarpe (<a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>). Desta vez, o tema da live é o protagonismo feminino dentro do audiovisual. Para participar do debate, que será mediado por Luciana Poncioni, coordenadora do audiovisual da Secult-PE, foram convidadas Mannu Costa, realizadora pernambucana, e a também cineasta pernambucana Bárbara Cunha, que estará no 74º Festival de Cannes com seu documentário “Deus é mulher”.</p>
<p><em>“A equidade de gênero não devia ser requerida, já deveria existir, pois somos todos seres humanos, em busca de realizações pessoais e contribuímos para a sociedade. No audiovisual, especificamente, durante muitos anos, vivemos uma desigualdade patente entre homens e mulheres. Historicamente, os homens dominaram as câmeras e, portanto, as posições de direção e roteiro, cabendo às mulheres as atividades relacionadas e auxiliares”</em>, diz Mannu Costa.</p>
<p><em>“Essa situação foi percebida por diversas gerações, que foram desbravando os contextos de impedimento (real e simbólico) em que as profissionais do audiovisual viviam e a falta de oportunidade para levarem à frente suas próprias narrativas e pontos de vista, o que se estende às situações de assédio moral e sexual, frequente nos sets e produções. As mulheres foram se unindo e criando, aliás, exigindo medidas de reparação, denúncia e oportunidades”</em>, analisa a realizadora.</p>
<p>Bárbara Cunha, que está em Cannes para divulgar “Deus é mulher” dentro do <em>d</em><em>ocs in progress</em>, concorda. <em>“Eu sou uma pessoa muito atenta à desigualdade de gênero e raça dentro do audiovisual. Acho fundamental que a gente tenha mulheres na frente e atrás das câmeras, com personagens que sejam complexos e relevantes, e que não tenham o homem como o centro da narrativa”</em>. O filme, em processo de finalização, está em Cannes em busca de parceiros para financiamento e coprodução internacionais e conta a história de Alexya Salvador, a primeira mulher trans a ser nomeada reverenda na América Latina.</p>
<p><em>“Sabemos que, em média, 16% a 20% dos filmes brasileiros, hoje, são dirigidos por mulheres, então é um caminho que está começando a mudar, mas ainda tem muito chão pela frente. Então, quando um filme como ‘Deus é mulher’ é selecionado pela curadoria do Festival de Cannes, você vê que está no caminho certo, que você tem um filme relevante, com potencial internacional”</em>, diz Bárbara.</p>
<p>A cineasta pernambucana teve seu documentário selecionado para o projeto <em>Circle Doc Women Acceletaror</em>, laboratório sérvio onde recebeu consultoria com profissionais de ponta do mercado. <em>“São mulheres fazendo consultoria para mulheres. É um laboratório de um ano de desenvolvimento, onde você pode trabalhar as potencialidades do projeto para que ele entre na produção como filme forte, potente, robusto, sem as fragilidades de um roteiro que não passou por uma longa etapa de desenvolvimento”</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Diálogos Culturais em Rede</strong></span><br />
O webprograma “Diálogos Culturais em Rede” é realizado pelo núcleo de conteúdo digital da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), sempre às terças-feiras, às 19h, que apresenta debates sobre temas relevantes da cultura pernambucana e nacional. A <em>live</em> vai ao ar tanto no canal da Secult-PE no Youtube, quanto no Facebook, onde fica gravada.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
“Diálogos Culturais em Rede” sobre o protagonismo feminino no cinema<br />
Quando: 6 de julho de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a></p>
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		<title>Tradições do Ciclo Junino ocupam programação dos &#8220;Diálogos Culturais em Rede&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2021 22:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_85056" aria-labelledby="figcaption_attachment_85056" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/bandeira-dos-santos-juninos-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-85056" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/bandeira-dos-santos-juninos-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O webprograma vai apresentar uma programação especial sobre as principais manifestações do Ciclo Junino</p></div>
<p dir="ltr">O webprograma “Diálogos Culturais em Rede”, que acontece toda terça-feira, às 19h, no canal do Youtube da Secult-PE e Fundarpe (<a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a>), irá promover, nos dias 1º, 8, 15 e 22 de junho, uma série de conversas sobre uma das festas mais tradicionais do Nordeste, o São João. Na impossibilidade de, por mais um ano, não serem possíveis as festas presenciais, o propósito é oferecer conhecimento sobre diversos aspectos dessa tradição, para as milhares de pessoas que mais uma vez buscarão nas plataformas digitais um meio de compensar a falta de um forró, um coco, uma quadrilha, um arraial.</p>
<p dir="ltr"><strong>“Acorda povo que o São João chegou &#8211; Festa e ancestralidade”</strong>. Pouco conhecido pelas gerações mais novas, o Acorda Povo é uma tradição junina ainda posta em prática em diversas comunidades. Nesse primeiro bate papo da série, que vai ao ar no dia 1º de junho, o Acorda Povo e a Bandeira de Xangô serão os temas que irão nortear o debate sobre o sagrado e o profano das festas juninas.</p>
<p dir="ltr">Participarão da discussão Clesiton Almeida (Acorda Povo de Areias/Recife); Ester Monteiro (Ajibonã do Ilê Obá Aganjú Okoloyá e Mestra em Antropologia) e  Helaynne Sampaio Ulefun (Yalaxé do Ilê Obá Aganjú Okoloyá, Mestranda em Educação Contemporânea na UFPE, diretora de dança do Afoxé Oyá Alaxé e presidenta do Balé Nagô Ajô). A mediação será de Mário Ribeiro, doutor em História, pesquisador, escritor e produtor cultural.</p>
<p dir="ltr">No dia 8 de junho, a transmissão terá como tema <strong>“Pólvora e povo &#8211; a tradição bacamarteira em Pernambuco”</strong>. Uma das mais representativas manifestações da cultura pernambucana, o bacamarte tem pouco espaço na mídia e nos debates sobre o ciclo junino. Na live, vamos saber quem são os grupos que mantêm a tradição, e quais histórias que permeiam esse universo.</p>
<p dir="ltr">Os convidados são Felicia Marinho (produtora e bacamarteira) e Pedro Santos (pesquisador e gestor público, com mestrado na UFRN sobre a organização do Bacamarte em Pernambuco). A mediação será feita por Marcelo Renan, que é historiador, doutorando em Cultura e Sociedade pela UFBA, e atualmente é o coordenador de Patrimônio Imaterial na Gerência-Geral de Preservação do Patrimônio Cultural &#8211; Fundarpe.</p>
<p dir="ltr">No dia 15 de junho, o tema é<strong> “Anavantu &#8211; as quadrilhas juninas da criação à recriação”</strong>. As quadrilhas juninas tornaram-se um forte movimento dentro das comunidades. Entre as tradicionais, estilizadas e recriadas, o movimento quadrilheiro impacta e, entre o teatro e a dança, movimentam a cadeia produtiva da cultura, sempre se reinventando.</p>
<p dir="ltr">Quem irá discorrer sobre o tema são nossos convidados Wanderson José (presidente da Quadrilha Junina Traquejo de Gravatá) e Flávia Pereira (fundadora e vice-presidente da Quadrilha Junina Mirim Sapeca (Morro da Conceição). A mediação será de Perácio Gondim, pedagogo, coreógrafo e quadrilheiro.</p>
<p dir="ltr"><strong>“Coco, forró e ciranda são tradição”</strong>. As três principais expressões musicais do São João serão debatidas no dia 22 de junho, a partir da perspectiva e da história de alguns dos Patrimônios Vivos de Pernambuco. Participam da conversa Cristina Andrade (Ciranda Dengosa), Mestre Ana Lúcia (coquista de Amaro Branco) e Salatiel D’ Camarão (historiador e detentor da obra do pai, o Patrimônio Vivo “in memorian” Mestre Camarão). A mediação será feita pela historiadora Carmem Lélis.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Webprograma &#8220;Diálogos Culturais em Rede&#8221; sobre as Tradições do Ciclo Junino<br />
Quando: 1º, 8, 15 e 22 de junho de 2021 (terças-feiras), às 19h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a></p>
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