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	<title>Portal Cultura PE &#187; Disney Circo</title>
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		<title>Plateias de todas as idades aprovam atrações infantis do FIG</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jul 2023 21:33:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitas famílias escolheram o Festival de Inverno de Garanhuns como programação para curtir o último domingo (23). Para quem tem filhos pequenos, o roteiro se concentrou principalmente nos polos Praça da Palavra, Lona de Circo Índia Morena e Figuinho, cujas atrações deram oportunidade às crianças de conhecerem novas histórias, aprender mais sobre a cultura brasileira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Muitas famílias escolheram o Festival de Inverno de Garanhuns como programação para curtir o último domingo (23). Para quem tem filhos pequenos, o roteiro se concentrou principalmente nos polos Praça da Palavra, Lona de Circo Índia Morena e Figuinho, cujas atrações deram oportunidade às crianças de conhecerem novas histórias, aprender mais sobre a cultura brasileira e se divertir com números circenses.</p>
<p>O público infantil começou a movimentar o festival ainda pela manhã, quando aconteceram atividades de contação de história na Praça da Palavra. O espaço estava cheio de crianças, que interagiram com o conto da “Vaca Macaca”, escrito pelo autor pernambucano Eduardo Cesar Maia e publicado pela Cepe Editora. A fantasia foi narrada pela garanhuense Yalle Feitosa, que provocou a imaginação da plateia mirim propondo a criação de cenários e personagens.</p>
<p>Na ocasião, a contadora de histórias destacou a importância da atividade para a formação de novos cidadãos mais humanos. “Acho que o festival é uma verdadeira jóia por trazer diversidade, potência, e a possibilidade da gente poder ver o que está sendo produzido fora daqui e mostrar o que tá sendo produzido aqui. Acredito que o polo da palavra é um dos melhores, porque, através da palavra, essas crianças vão cuidar do mundo. É muito importante que a gente amplie os horizontes delas para que elas sejam pessoas melhores”, observou Yalle.</p>
<p>Além dos pequenos, os pais presentes também participaram da atividade e aprovaram o programa. “Achei maravilhoso para os meninos saírem da rotina e terem mais acesso à cultura. Os meninos amaram tanto a história, que vou comprar o livro. Foi super envolvente”, disse a pedagoga Amanda Diniz, mãe de Breno e Iuri, que têm 4 e 7 anos, respectivamente. Diante do sucesso, Juliana Albuquerque, que é coordenadora de Literatura na Secult-PE, destacou a importância da iniciativa para divulgar autores e viabilizar a venda de seus trabalhos. “Essa atividade é importantíssima para a formação de novos leitores e tem sido bonito ver o interesse das crianças”, disse.</p>
<p>À tarde, o público infantil encheu o Parque Euclides Dourado para se deliciar entre as barraquinhas de lanches locais e conferir as atrações da Lona de Circo e do palco Figuinho. No primeiro deles, o destaque foi o espetáculo “Disney Circo no Picadeiro com a Família Vidal”, que lotou o espaço, cuja capacidade é de cerca de 1200 pessoas. Entre as performances que divertiram e impressionaram pais e filhos tiveram números de contorcionismo, tecido, palhaçaria, passeio aéreo, força capilar e até mesmo apresentações de super-heróis, como o Homem-Aranha e o Hulk.</p>
<p>Entre os espectadores, o comerciante Caio César levou os filhos Luiz Gabriel, de 12 anos, e os gêmeos Davi Luiz e Luiz Antônio, de 4 anos, para ter contato com a diversidade cultural promovida pelo FIG. “O pessoal fica muito na tecla do palco principal, mas o festival vai muito além dos shows. É sempre uma ótima oportunidade para meus filhos terem convívio com o diferente através de polos como esse de circo”, analisou. A cantora Marília Ferro, de 23 anos, concordou com a importância de explorar todos os polos do evento. “Como eu sou daqui de Garanhuns, venho ao FIG desde pequena e aprendi cedo como é boa a programação diurna também. O circo, pra mim, é uma das principais e a Família Vidal sempre vem, gosto muito deles”, avaliou ela, que evidencia como a programação da tarde é para todas as idades.</p>
<p dir="ltr">Prova disso é o espetáculo “A Peleja de Leandro na Trilha do Cordel”, do grupo Imbuaça, que encheu o palco do polo Figuinho na tarde do domingo. Apesar de não ser uma montagem infantil, a peça prendeu a atenção das crianças que passavam por lá e se interessaram pela história do poeta Leandro Gomes de Barros, que se projetou no Recife, no início do século 20. “É muito gratificante pra gente poder comungar com todas as pessoas indistintamente, independente da faixa etária”, disse o ator Lindolfo Amaral. O eletricista Alexandre Guilherme, que passeava pelo Parque com o filho Gabriel, de 7 anos, parou por lá e não se arrependeu. “Eu e ele gostamos muito da peça e fico feliz de poder contar com essa programação para repassar a cultura do nosso Estado para ele”, concluiu.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Circo como casa e destino</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2016 17:48:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Márcio Bastos Se é para o que nasce, Francisca Vidal soube desde cedo que sua casa e ofício eram o circo. Filha de circenses, ela vive há 50 anos na estrada, tendo como referencial de morada o picadeiro. Proprietária, junto com o marido, Mário, do Disney Circo, ela aportou na quinta-feira (28) com sua [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Márcio Bastos</em></p>
<p>Se é para o que nasce, Francisca Vidal soube desde cedo que sua casa e ofício eram o circo. Filha de circenses, ela vive há 50 anos na estrada, tendo como referencial de morada o picadeiro. Proprietária, junto com o marido, Mário, do Disney Circo, ela aportou na quinta-feira (28) com sua trupe no Parque Euclides Dourado para participar da 26ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns. Rodeada pela família, ela compartilhou conosco a experiência de nascer, crescer e criar sua família nos picadeiro.</p>
<p>Nos bastidores da estrutura montada no Euclides Dourado, Francisca supervisiona os últimos preparativos dos artistas antes de entraram em cena. Retoca a maquiagem de uma, dá instruções a outra. Ali, é empresária, mas também mãe e avó. Sim, porque assim como outros tradicionais circos de Pernambuco, o Disney Circo é essencialmente familiar. Seus nove filhos e oito netos, se não estão envolvidos nas atividades da família, estão se preparando para. Não que haja pressão: todos são livres para buscar seus sonhos. A questão é que, quase invariavelmente, essa paixão está no circo.</p>
<div id="attachment_38676" aria-labelledby="figcaption_attachment_38676" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/FIG-2016-Juarez-Ventura-22.jpg"><img class="size-medium wp-image-38676" alt="Juarez Ventura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/FIG-2016-Juarez-Ventura-22-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">A matriarca do Disney Circo à frente de sua família, a de sangue e a circense</p></div>
<p>&#8220;É uma coisa de sangue mesmo. Minha mãe, por exemplo, tem 74 anos, uma casa, mas não deixa de viajar com o circo. Ela, como eu, gosta de viajar, de ver a plateia se divertindo, dos aplausos. É uma vida com altos e baixos, mas pela qual sou apaixonada&#8221;, contou.</p>
<p>A história de dona Francisca é indissociável do circo. Quando conheceu Mário, se apaixonaram e como não tiveram o aval da família dela não pensaram duas vezes: fugiram com (outro circo). Para ela e sua família, o circo não é só sustento, é amor. &#8220;Meu grande desejo é perpetuar essa tradição. Meu marido vem de uma linhagem de cinco gerações no picadeiro. Eu, de duas. E agora tenho meus filhos e netos e quero que eles continuem esse legado&#8221;, afirmou.</p>
<div id="attachment_38677" aria-labelledby="figcaption_attachment_38677" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/FIG-2016-Juarez-Ventura-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-38677" alt="Juarez Ventura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/FIG-2016-Juarez-Ventura-4-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Antes do picadeiro, família cumpre ritual de ajuda mútua na preparação</p></div>
<p>No que depender de sua prole, esse desejo será atendido. Daniele, 31 anos, filha de Francisca e Mário, também nasceu dentro do picadeiro e nele se casou. &#8220;Perguntamos ao padre se ele aceitaria nos casar no circo. Ele disse que a gente era doido, mas topou&#8221;, relembrou. Atualmente morando na Europa com o marido (também circense) e as duas filhas, ela conta que já chegou a cogitar outra profissão, gastronomia, mas que o circo é sua paixão primeira.</p>
<p>&#8220;Comecei a trabalhar com cinco anos. É o tipo de ofício que se passa de pai para filho, com paixão. Temos muita liberdade para não seguir, mas é difícil não continuar quando você cresce nesse universo. De manhã, é estudo, à tarde ensaio e à noite espetáculo. É uma rotina difícil, mas tão boa. Cheguei à conclusão que o circo é destino. Pelo menos é o meu&#8221;, afirma.</p>
<div id="attachment_38675" aria-labelledby="figcaption_attachment_38675" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/FIG-2016-Juarez-Ventura-23.jpg"><img class="size-medium wp-image-38675" alt="Juarez Ventura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/FIG-2016-Juarez-Ventura-23-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Francisca com a filha, Daniele, ambas nascidas e criadas no circo</p></div>
<p>A itinerância é uma das partes difíceis da vida circense. As crianças, segundo o o artigo 29 da lei 6.533/1978, podem se matricular temporariamente na escola mais próxima de onde a lona estiver montada. Segundo Francisca, no entanto, muitas instituições dificultam o acesso. &#8220;É uma luta, mas a gente não desiste&#8221;, enfatizou.</p>
<p>Segundo ela, a rotina de ensaios é intensa, pois encantar o público é o objetivo maior. A plateia, aliás, é a razão de ser do circo. No entanto, nos últimos anos, como observa a matriarca da trupe, a presença dos espectadores vem caindo. &#8220;Acho que é essa coisa da violência, a perda do hábito de sair e ir ao circo. São muitos fatores, mas o circo, como sempre fez, vai resistir&#8221;, reforçou.</p>
<div id="attachment_38678" aria-labelledby="figcaption_attachment_38678" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/FIG-2016-Juarez-Ventura-24.jpg"><img class="size-medium wp-image-38678" alt="Juarez Ventura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/FIG-2016-Juarez-Ventura-24-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Nas famílias circenses, tradição é passada ainda na infância</p></div>
<p>A trupe do Disney Circo, formada por 15 artistas, é diversa. De crianças a senhores, como o índio Falcão Dourado, atirador de facas e há 30 anos nos picadeiros. Mário Vidal, marido de dona Francisca, enfatiza que a família circense não é só aquela de sangue, mas a de todos que fazem a engrenagem se mover, a lona subir e o espetáculo acontecer. &#8220;Isso aqui é nossa paixão, nosso ganha pão, nosso passado e nosso presente. E, se deus quiser, o futuro dos nossos filhos&#8221;, disse.</p>
<div id="attachment_38679" aria-labelledby="figcaption_attachment_38679" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/FIG-2016-Juarez-Ventura-14.jpg"><img class="size-medium wp-image-38679" alt="Juarez Ventura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/FIG-2016-Juarez-Ventura-14-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Mário Lúcio, que arte da palhaçaria exerce a palhaçaria há 50 anos, luta pela sobrevivência do circo</p></div>
<p>Luzes se apagam, música começa, o público aplaude enquanto o apresentador indica: senhoras e senhoras, o espetáculo vai começar. E pela próxima hora e tanta, o Disney Circo e seus integrantes fazem os olhos brilharem, os risos ecoarem e o coração perder alguns quilos. Sob a lona, durante o espetáculo, a vida é mais leve, o tempo tem outro ritmo. É um universo próprio que a &#8220;normalidade&#8221; e a modernidade insistem em minar. O circo e sua irreverência, ainda hoje, representam perigo por mostrarem que outras formas de vida são possíveis. Podem tentar miná-lo, mas, na rua ou no palco, seus habitantes hão de resistir.</p>
<p>&nbsp;</p>
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