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	<title>Portal Cultura PE &#187; diversidade</title>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País encerra edição em Buíque com celebração à diversidade sonora pernambucana</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 20:26:45 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119505" aria-labelledby="figcaption_attachment_119505" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-04-at-16.56.38.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119505" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-04-at-16.56.38-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>O último dia do Festival Pernambuco Meu País 2025, realizado neste domingo (3), em Buíque, foi marcado por uma imersão nas sonoridades que traduzem a riqueza musical de Pernambuco. Entre os países das Culturas Populares, Música e Música Instrumental, o público vivenciou experiências que conectaram tradição, inovação e emoção em apresentações memoráveis, na Praça Major França, no coração da cidade.</p>
<p>A programação começou às 15h, no País das Culturas Populares, com o Pastoril Estrela Celeste, do município de Pedra, encantando o público com música, dança e cantos tradicionais. Em seguida, foi a vez do Afoxé Yá Omi Ogunté, de Arcoverde, que reuniu o público com sons fundamentados nas religiões de matrizes africanas. Com o toque envolvente do ijexá e vestimentas em azul e branco, o grupo levou à praça a força do afoxé e suas raízes ancestrais. “Estamos muito felizes em trazer a nossa cultura religiosa, entendendo que é de extrema importância desmistificar o nosso sagrado e trazer toda a herança cultural do candomblé para acesso de todos. Ficamos encantados com a recepção do público, que interagiu com a gente, cantou junto, levantou as mãos e dançou. Com toda certeza, retornaremos para a nossa cidade com a energia imensa que recebemos aqui”, celebrou Maurício Honório, vocalista e fundador do grupo.</p>
<p>Finalizando a programação do polo, o grupo A Cocada, da comunidade do Amaro Branco, em Olinda &#8211; um dos berços expoentes do ritmo coco &#8211; esquentou os presentes, que caíram na dança. A apresentação contou com bailarinos que interagiram com o público, fazendo com que crianças, jovens e adultos entrassem na roda.</p>
<p>O País da Música já engatou a programação em sequência e propôs ser uma vitrine da música autoral pernambucana. Às 18h, o garanhuense Zeh Lucas levou ao palco uma fusão de rock psicodélico, alternativo e soul, com sotaque regional, apresentando faixas autorais que conquistaram o público, como a já conhecida “Coisinha”. Na sequência, às 19h20, Joanathan Richard, de Caruaru, revisitou seus 33 anos de carreira com um show de blues e rock, emocionando os presentes com clássicos como “Johnny B. Goode”, numa viagem nostálgica que homenageou lendas como Elvis Presley.</p>
<div id="attachment_119506" aria-labelledby="figcaption_attachment_119506" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-04-172130.png"><img class="size-medium wp-image-119506" alt="o grupo A Cocada, da comunidade do Amaro Branco, em Olinda - um dos berços expoentes do ritmo coco - esquentou os presentes, que caíram na dança I Foto: Ronny Colors/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-04-172130-607x409.png" width="607" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo A Cocada, da comunidade do Amaro Branco, em Olinda &#8211; um dos berços expoentes do ritmo coco &#8211; esquentou os presentes, que caíram na dança I Foto: Ronny Colors/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>A noite na Praça Major França atingiu seu auge por volta das 20h com o show de Barbarize, que lotou a praça e fez o público vibrar com sons urbanos genuinamente pernambucanos, com o seu “afro trap”. Sob o comando dos vocalistas Bárbara Vitória e YuriLumin, o grupo apresentou um repertório de ritmos afrodiaspóricos, passando pelo afrobeat e reggaeton, e fez referência à cena manguebeat com a faixa “Mangue”, que evocou os acordes da Nação Zumbi e o legado de Chico Science. Bailarinos e coreografias interativas completaram a apresentação, transformando o espaço em uma grande celebração da cultura urbana.</p>
<p>Na sequência, quem assumiu o palco foi Jéssica Caitano, rapper, cantora, compositora e percussionista de Triunfo, no Sertão do Pajeú. Misturando embolada, repente, rap e hip hop com beats eletrônicos e instrumentos tradicionais da cultura popular, a artista encerrou a programação do País da Música em grande estilo, reafirmando o poder criativo da música pernambucana contemporânea.</p>
<div id="attachment_119507" aria-labelledby="figcaption_attachment_119507" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-04-at-16.56.37-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119507" alt="A rapper, cantora, compositora e percussionista de Triunfo, no Sertão do Pajeú, Jéssica Caitano I Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-04-at-16.56.37-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A rapper, cantora, compositora e percussionista de Triunfo, no Sertão do Pajeú, Jéssica Caitano I Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Paralelamente, o País da Música Instrumental trouxe um momento de introspecção e encantamento na Paróquia São Félix de Cantalice, a partir das 20h, com o Quinteto Camará. A apresentação, em homenagem aos 95 anos do Conservatório Pernambucano de Música, revelou ao público a riqueza tímbrica dos instrumentos de metal, destacando a originalidade das partituras e proporcionando uma experiência sonora de alta qualidade. O espetáculo emocionou os presentes e reforçou a potência da música instrumental produzida no Estado.</p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País, que segue agora para Serra Negra, em Bezerros, é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe e Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE). Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o <a href="http://instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a>, e no <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
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		<title>“Brincantes nas Escolas”: cultura popular, inclusão e festejo chegam às instituições públicas de ensino em PE</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 16:37:19 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118465" aria-labelledby="figcaption_attachment_118465" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Divulgacao-Brincantes-nas-Escolas-Luiz-Felipe-Bessa-I-Secult-PEFundarpe.jpg-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-118465" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/Fundarpe " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Divulgacao-Brincantes-nas-Escolas-Luiz-Felipe-Bessa-I-Secult-PEFundarpe.jpg-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Imagine ver o maracatu batendo na porta da sala de aula. Ou um cortejo de coco invadindo o pátio. É este o clima do projeto “Brincantes nas Escolas”, uma ação do Governo de Pernambuco, por meio de uma parceria entre a Secretaria Estadual de Educação (Seduc-PE), Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), que une educação, arte e memória, levando a magia da cultura popular para o âmbito educacional. Em clima junino, a edição conta com 9 dias de programação e contempla 150 escolas da rede estadual de ensino. A programação acontece entre os dias 10 e 26 de junho.</p>
<p dir="ltr">O projeto, em seu segundo ano de execução, está de volta, espalhando cultura e memória em 82 municípios de todas as regiões do Estado. Ao todo, a atividade conta com 91 atrações culturais típicas do ciclo junino, como bacamarteiros, quadrilhas, bandas de pífano, grupos de xaxado e bois. Entre os grupos participantes deste ano estão nomes como a Quadrilha Junina Raio de Sol, Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, Balé Popular de Triunfo, Boi Calemba Pernambucano, Cia Soul Dance, Reisado do Inhanhum e mais.</p>
<p dir="ltr">Nesta edição, todas as regiões do Estado serão contempladas, viabilizando a participação no projeto na Região Metropolitana do Recife (RMR), Mata Sul e Norte, Sertão e Agreste. Para evitar grandes deslocamentos, as atrações contratadas se apresentam em escolas localizadas na mesma região em que estão sediadas. A estratégia facilita a logística e reforça a valorização das expressões culturais locais.</p>
<p dir="ltr">Com um investimento total de R$1,5 milhão, esta edição marca também a consolidação do projeto no calendário anual. Em seu segundo ano de execução, o “Brincantes nas Escolas” já teve presença marcante no ciclo carnavalesco, em fevereiro e março deste ano, quando levou mais de 100 apresentações para escolas de todas as regiões do Estado.</p>
<p dir="ltr">A presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Renata Borba, ressalta que a iniciativa é uma oportunidade para valorizar a cultura pernambucana, especialmente ligada às grandes festividades, neste caso o São João. “O Brincantes nas Escolas é um projeto que proporciona a transmissão dos saberes dos nossos mestres de cultura popular às novas gerações que estão surgindo. Assim, o Estado cumpre seu papel de preservar, fomentar e difundir a cultura pernambucana através de uma ação linda de educação patrimonial, transmitida de forma leve dentro de nossas escolas, em todas as regiões do Estado”.</p>
<p dir="ltr">Para a diretora de Atividades Culturais da Fundarpe, Carla Pereira, a ação é motivo de orgulho e se mostra como um pilar para manter a cultura popular viva. “Do sertão ao litoral, os brincantes que se apresentam nesta edição deixam para os alunos o seu legado, despertando ali novas plateias e, até mesmo, novos integrantes. É gratificante ouvir os relatos e ver o brilho no olhar dos alunos e professores que vivenciam essa ação. A gente se emociona e fica feliz ao perceber que vem fazendo a diferença na vida desses jovens. Isso significa que estamos no caminho certo, fazendo política pública com compromisso”, destaca.</p>
<p dir="ltr"><strong>Diversidade e inclusão</strong></p>
<p dir="ltr">Além da valorização dos saberes e fazeres populares, o projeto investe em acessibilidade, inclusão e respeito às diversidades, com ações voltadas para o público com deficiência e para a representatividade LGBTQIAPN+. Um exemplo é a apresentação da Associação Cultural dos Bacamarteiros Baixa Verde, que recebeu adaptação para estudantes sensíveis ao som. A tradicional salva de bacamarte será suprimida na apresentação em Petrolândia. No Recife, a Escola Carmela Dutra, que atende estudantes com Síndrome de Down e TEA, recebe a Cia de Dança Giselly Andrade. Em Olinda, a escola Carlos Gonçalves, no bairro de Salgadinho, recebe o grupo Chão de Estrelas – Trans no Frevo, com um cortejo junino protagonizado por artistas trans.</p>
<p dir="ltr">Já em Caruaru, o projeto contempla a Escola Professor José Bione de Araújo, com a quadrilha junina caruaruense Molecodrilha. A atração surgiu em 2007, dando oportunidade a crianças que não tinham condições de realizar o sonho de dançar.</p>
<p dir="ltr">A programação completa já está disponível através do <a href="https://drive.google.com/drive/folders/1zfQSJy1NpbGNhY_kLStuiQZK5gCeUSGA">link</a>. Mais informações e acompanhamento da cobertura das atividades poderão ser encontradas no Instagram do Cultura PE, o <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Exposição Estados da Arte está com inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 18:31:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0008.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116358" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0008-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O galpão da antiga Estação Ferroviária de Caruaru abrigará, durante o São João 2025, a exposição Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade. A intervenção artística reunirá produções de artistas do Sertão, do Agreste e da Zona da Mata pernambucana de diferentes linguagens das artes visuais. As inscrições dos interessados em participar já estão abertas e seguem até o dia 23 de março, exclusivamente pela internet.</p>
<p>Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade é realizada pela Circullus, coordenada por Humberto Botão e produzida por Amanda Nascimento. Tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), além do apoio da Prefeitura de Caruaru, por meio da Fundação de Cultura municipal.</p>
<p>Nesta primeira edição, a exposição Estados da Arte tem como tema Uma Cartografia da Diversidade. Busca chamar a atenção para o fato de que as mudanças entre as três grandes regiões pernambucanas, entre o Sertão e a Zona da Mata, vão muito além das questões geográficas. E refletem a diversidade que compõe o Estado e se espelha nas manifestações artísticas encontradas em cada uma delas.</p>
<p>É o que destaca o coordenador-geral da exposição Humberto Botão. “Diante dessa riqueza de expressões, da pluralidade semiótica que traduz a identidade complexa da produção artística contemporânea do Estado, apresentamos a exposição coletiva de artes visuais Estados da Arte, que procura cartografar e apresentar um mosaico da produção visual do interior de Pernambuco”, explica.</p>
<p>Podem se inscrever artistas que residam em uma das três regiões mencionadas. Os trabalhos também precisam se enquadrar em uma das seguintes categorias: técnicas e suportes tradicionais das artes visuais (desenho, pintura, escultura, talha, gravura, baixo-relevo, alto-relevo e fotografia) e linguagens e correntes da arte contemporânea (ready made, videoarte, instalação, performance, grafite, intervenção urbana, dentre outros).</p>
<p>Cada artista pode inscrever, de forma individual ou coletiva, até três obras. É importante destacar que a exposição abre espaço para diferentes formatos e suportes, desde que eles não gerem nenhum tipo de dano à estrutura do espaço &#8211; que faz parte do patrimônio histórico e passou, recentemente, por um minucioso processo de requalificação -, das pessoas envolvidas ou mesmo à própria exposição Estados da Arte.</p>
<p>Também não são aceitos trabalhos que promovam ou façam apologia, de alguma forma, a: discursos de ódio, qualquer tipo de discriminação, degradação ambiental, sofrimento animal ou mesmo destruição do patrimônio público, e possuem qualificação livre. Outro aspecto importante é que todos os custos de produção, execução e manutenção das obras inscritas e/ou selecionadas para compor a exposição são de responsabilidade do artista/autor.</p>
<p>No entanto, por cada obra selecionada, o artista receberá R$ 400 de subsídio. E, como cada criador pode inscrever até três obras, os selecionados poderão receber até R$ 1.200. O incentivo busca viabilizar a participação de talentos das três grandes regiões pernambucanas contribuindo, por exemplo, com os custos relacionados ao transporte das produções até Caruaru.</p>
<p><strong>INSCRIÇÕES -</strong> As inscrições acontecem exclusivamente pela internet, de 21 de fevereiro e 23 de março de 2025. O artista deve preencher o formulário on-line e anexar três fotografias da obra &#8211; em alta resolução e a partir de ângulos diferentes. O autor também deve encaminhar outras informações sobre a produção, além de cópias digitalizadas e legíveis de RG, CPF e comprovante de residência atualizado.</p>
<p>Sobre o envio das fotografias das obras há algumas exceções. No caso de três suportes artísticos &#8211; grafite, trabalhos de instalação e de performance &#8211; não é obrigatório o envio de imagens. Em linhas gerais é preciso apresentar um projeto/uma proposta que detalhe a intervenção (apontando o espaço a ser utilizado e outras características importantes). Os detalhes constam no Regulamento de Participação, que está disponível no <a title="Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade - Formulário de Inscrição" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf5Y2Doh1mPVRVBQi8pv2j6nsqIyf5toNiU-njNMTfgjuFqqw/viewform" target="_blank"><strong>formulário de inscrição</strong></a>. Mais informações pelo e-mail: expo.estadosdaarte@gmail.com.</p>
<p><strong>ESTADOS DA ARTE -</strong> A exposição é pensada a partir de três eixos centrais: produção artística, educativo e acessibilidade. Por isso conta com uma série de ações que buscam não somente dar visibilidade às produções e aos artistas envolvidos, mas também promover ações formativas, a partir das próprias obras envolvidas e inclusão. Esses dois aspectos recebem atenção especial e contam com ações específicas.</p>
<p>“São esses tantos &#8216;Pernambucos&#8217; que carregam consigo histórias singulares, memórias, temáticas e lutas coletivas fazendo da produção artística pernambucana diversa e potente. Os trabalhos artísticos que são desenvolvidos distantes do eixo metropolitano da Capital são impregnados de sentido e transformam realidades por meio das poéticas que, por sua vez, inauguram modalidades singulares de expressão de vida”, complementa Humberto Botão.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0009.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116359" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0009-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
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		<title>Diversidade Religiosa e Patrimônio Cultural é o tema de palestra em Serra Talhada</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 20:01:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (29), o município de Serra Talhada (Sertão) recebe o 5º Encontro Intersetorial em Alusão ao Dia da Consciência Negra. O evento, que aborda os temas da negritude e diversidade, acontece no Senac Serra Talhada, das 8h às 13h, e tem como objetivo fortalecer a política de igualdade racial. A Fundação do Patrimônio Histórico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp_Image_2024-11-26_at_10.08.51.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114752" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp_Image_2024-11-26_at_10.08.51-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Nesta sexta-feira (29), o município de Serra Talhada (Sertão) recebe o 5º Encontro Intersetorial em Alusão ao Dia da Consciência Negra. O evento, que aborda os temas da negritude e diversidade, acontece no Senac Serra Talhada, das 8h às 13h, e tem como objetivo fortalecer a política de igualdade racial. A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) marca presença no debate.</p>
<p>Logo no início, às 8h, ocorre a abertura do encontro, com café da manhã e recepção com grupos de forró e xaxado. E, a partir das 8h40, começa a roda de conversa.</p>
<p>O gerente de Patrimônio Imaterial da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC) da Fundarpe, Marcelo Renan Oliveira de Souza, ministra a palestra Diversidade Religiosa e Patrimônio Cultural.</p>
<p>O Senac Serra Talhada está localizado na Avenida Waldemar Ignácio de Oliveira, nº 325, bairro Bom Jesus.</p>
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		<title>9ª Parada da Diversidade da Cidade de Paulista ocorre neste sábado (28)</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Oct 2023 13:48:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste sábado (28), o município de Paulista é, mais uma vez, palco de uma grande manifestação pública: a 9ª Parada da Diversidade. O tema deste ano, &#8220;LGBTQIA+: Não nego! Eu nasci assim.&#8221; reforça que o corpo das pessoas LGBTQIA+ é um templo político, que elas nāo querem apenas as cores e precisam promover a equiparaçāo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Neste sábado (28), o município de Paulista é, mais uma vez, palco de uma grande manifestação pública: a 9ª Parada da Diversidade. O tema deste ano, &#8220;LGBTQIA+: Não nego! Eu nasci assim.&#8221; reforça que o corpo das pessoas LGBTQIA+ é um templo político, que elas nāo querem apenas as cores e precisam promover a equiparaçāo dos direitos de existir. O evento conta com o apoio do Governo de Pernambuco por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).<br />
Promovida pelo Grupo de Homossexuais do Paulista (GHP), instituição sem fins lucrativos que promove e defende os direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais/travestis, queers, intersexuais, assexuais (LGBTQIA+), a parada visa combater todo tipo de violência contra a comunidade e pelo fim LGBTQIA+fobia.<br />
A concentração acontece, a partir das 14h, no Campo do Mangueirāo, no bairro de Paratibe. Na ocasião há a troca da camisa do evento por um 1 kg de alimento não perecível.<br />
Nāo brinque com a vida: sexo seguro só com camisinha!</p>
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		<title>Curta &#8220;Preces Fora do Armário&#8221; estreia nesta terça-feira (27), no Canal Futura</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Feb 2018 18:59:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os depoimentos de três pessoas religiosas ilustram os desafios de unir o cristianismo à diversidade sexual no filme “Preces Fora do Armário”, que será exibido hoje, às 18h45, no Canal Futura. Dirigido pelo pesquisador e diretor pernambucano Márcio Andrade, o curta-metragem foi financiado pela emissora e busca desmistificar a fé como veículo contrário ao bem-estar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58144" aria-labelledby="figcaption_attachment_58144" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/03-Entrevistado-Rodrigo-Faddoul.jpg"><img class="size-full wp-image-58144" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/03-Entrevistado-Rodrigo-Faddoul.jpg" width="1366" height="768" /></a><p class="wp-caption-text">Bisbo Rodrigo Faddoul é um exemplo dos religiosos que acredita em uma fé mais inclusiva.</p></div>
<p>Os depoimentos de três pessoas religiosas ilustram os desafios de unir o cristianismo à diversidade sexual no filme “Preces Fora do Armário”, que será exibido hoje, às 18h45, no Canal Futura. Dirigido pelo pesquisador e diretor pernambucano Márcio Andrade, o curta-metragem foi financiado pela emissora e busca desmistificar a fé como veículo contrário ao bem-estar da população lgbt e ampliar o debate sobre tolerância religiosa e sexual.</p>
<p>“A diversidade estilística e temática que o documentário contemporâneo vem oferecendo me impulsionou em uma pesquisa de doutorado que se relaciona muito às narrativas de si. E, quando vi o chamado aberto para a produção pelo Futura, decidi experimentar um pouco o outro lado dessa pesquisa. Como seria representar imageticamente uma faceta da minha história, tão pautada por uma tensão entre religião em que fui criado e a descoberta da sexualidade?”, questiona o diretor, que construiu o roteiro baseado na sua experiência pessoal como evangélico.</p>
<p>Para reforçar o seu ponto de vista, Márcio conta com depoimentos de alguns representantes de religiões distintas que ressignificaram a fé. Do grupo carioca Diversidade Católica, Cristina Serra, por exemplo, acredita que o direito à espiritualidade é também uma conquista social. “A gente tem essa tradição de religião e sexualidade são incompatíveis: que uma é um domínio repressor; e a outra, libertário. Apesar de existir uma história que oferece sentido a essa ideia, acredito que ela pode e deve ser questionada, pois não se tratam de domínios estanques, mas construções que dão espaço tanto a disputas de poder como a ideias progressistas”, observa ela.</p>
<p>O Bispo Rodrigo Faddoul, da Comunhão Celta Cristã, e Brian Oliver, da igreja inclusiva ICM Betel Rio de Janeiro, também falam dos conflitos enfrentados no exercício da fé e a descoberta de outras linhas religiosas que não discriminam a homossexualidade de seus fiéis.  “Minha intenção não está em reforçar polarizações ou investir em posicionamentos extremistas, mas justamente habitar os conflitos que abrangem as motivações, tabus e dificuldades que envolvem esses exercícios”, explica Márcio, sobre os objetivos que nortearam a produção.</p>
<p>Realizado através da produtora Combo Multimídia, o documentário foi gravado em Pernambuco e no Rio de Janeiro com patrocínio do Canal Futura, a partir de uma seleção anual via chamada pública. O curta-metragem também fica disponível neste<a title="LINK" href="http://www.futuraplay.org/video/preces-fora-do-armario/403395/"> link</a>.</p>
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