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	<title>Portal Cultura PE &#187; DJ Ari Falcão</title>
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		<title>Panela do Jazz prepara dez horas de programação gratuita com espetáculos de música e palhaçaria</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 15:24:05 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113796" aria-labelledby="figcaption_attachment_113796" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Gilú-Amaral-foto-Morgana-Narjara_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-113796" alt="Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Gilú-Amaral-foto-Morgana-Narjara_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O percussionista Gilú Amaral</p></div>
<p>A experiência exalada por mais de cinco décadas musicais do Quinteto Violado junta-se ao frescor da nova geração de artistas do improviso para compor a programação do Panela do Jazz, um dos principais festivais do gênero no Nordeste. O evento retorna este ano após um hiato sabático no Recife, em 2023, robustecido por uma grade repleta de atrações prestigiadas na região e nos palcos Brasil afora, e mantém a mescla de linguagens artísticas para fazer das ruas do bairro do Poço da Panela &#8211; berço e casa desde a origem &#8211; a passarela festiva de todas as artes, pessoas e formas de afeto cultural pela cidade. A edição de retorno está marcada para o dia 19 de outubro e prevê mais de dez horas de atividades visuais, cênicas, musicais e de empreendedorismo com acesso inteiramente gratuito para públicos de todas as idades.</p>
<p>A primeira atração a subir ao palco é Neris Rodrigues e o Trombonando, às 17h. A grade segue com a apresentação de Laís de Assis Trio (18h30), Duo Repercuti (com o show <em>Duo Repercuti Convida Tambores da Xambá</em>, 20h), Gilú Amaral (21h30) e encerra com o show do Quinteto Violado Instrumental (23h) &#8211; apresentação ocorre em plena véspera de aniversário de 53 anos do grupo, um dos mais longevos do Estado e do Brasil, e ganha contornos de comemoração. As performances musicais são seguidas, nos intervalos, pelo som comandado pelo DJ Ari Falcão, com execução de standards do jazz por meio de discos em vinil.</p>
<p>A quinta edição do Panela do Jazz tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do governo federal. Conta com o apoio do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O evento realizou a primeira edição em 2018, realizou uma versão inteiramente virtual durante a pandemia da covid-19 e já chegou ao município de Triunfo, no Sertão do Estado, com performances musicais, atividades formativas e ações de valorização dos músicos da região.</p>
<p>A retomada em 2024 renova também a proposta urbana do Panela do Jazz de fazer da ocupação das ruas da cidade um momento de reflexão sobre o uso democrático do espaço público e da integração harmônica com o meio ambiente e o fomento econômico da região onde o evento é realizado. O festival contrata mão de obra local e providencia estrutura para comércio de moradores e empresas sediadas no bairro &#8211; com oferta de gastronomia, artesanato e de outras linguagens para dinamizar o acesso à arte e ao desenvolvimento de forma sustentável e integrado.</p>
<p>Além do cinquentenário grupo Quinteto Violado, a personalidade homenageada deste ano é Capiba, gênio do frevo e referência para todas as gerações de músicos pernambucanos &#8211; e até brasileiros &#8211; pelo legado musical pontuado pelo domínio do improviso e pela aura contagiante das composições revisitadas, sobretudo, durante os Carnavais. O músico, pianista e compositor pernambucano Lourenço de Fonseca Barbosa, da agrestina Surubim, nasceu há exatos 120 anos e legou à cultura do Estado pérolas como <em>Madeira que Cupim Não Rói</em> (1963), <em>Oh, Bela</em> (1970) e <em>De Chapéu de Sol Aberto</em> (1972), entre muitos outros sucessos.</p>
<p>A exaltação do frevo no tributo ao mestre escorre para as masterclasses promovidas pelo Panela do Jazz, de 15 a 16 de outubro, no Paço do Frevo, no Bairro do Recife, das 14h às 17h: Do Choro ao Frevo (harmonia funcional), na terça-feira, e A Improvisação em Arranjos de Frevo, na quarta-feira. A primeira aula é conduzida pelo compositor, arranjador, professor e diretor musical Marco César; e a segunda pelo baixista, compositor, arranjador, diretor musical e pesquisador Marcos FM. Ambas se destinam ao público em geral &#8211; com prioridade para estudantes da rede pública de ensino &#8211; e se propõem a estimular o conhecimento e a formação sobre a cultura local, principalmente entre as parcelas jovens da população.</p>
<p>A programação do dia do festival começa com o lançamento e a abertura da feira Olegarinha de Artes da Mulher (14h), voltada à economia criativa e ao empreendedorismo feminino e sob curadoria da designer e chef Cecília Montenegro. O espaço presta homenagem à abolicionista e ícone da luta pela emancipação feminina Olegária Carneiro da Cunha, conhecida como Mãe do Povo por organizar bazares e outras atividades para arrecadar fundos e custear cartas de alforrias de escravizados na região. As inscrições para participar podem ser feitas pelo link na bio do Panela do Jazz no <a title="@paneladojazz" href="https://www.instagram.com/paneladojazz/" target="_blank">Instagram</a>.</p>
<p>A exposição <em>Momento</em>, concebida e montada pela fotógrafa francesa radicada no Recife Dominique Berthé e pelo artista plástico Imaraí Freitas, é uma das opções acessíveis ao público do festival &#8211; a mostra na casa-ateliê dela (Rua Álvaro Macêdo, 70) fica aberta das 16h às 20h do sábado. As obras versam sobre trajetória, criações, expressões e linguagens da artista.</p>
<p>O festival recria o encantamento bem-humorado dos artistas circenses de edições anteriores com uma tripla apresentação, a partir das 16h30, para crianças e adultos. A Palhaça Vareta exibe o espetáculo <em>Desentupirada</em>, com situações cômicas e inusitadas vivenciadas pela palhaça tomada por uma dor de barriga pouco antes de dar início ao show, com contorcionismo, malabarismo, equilibrismo e música.</p>
<p>Às 17h30 é a vez do Palhaço Gambiarra fazer a performance de <em>Um Curto-Circuito de Risos</em>, um passeio pela contação de histórias e pelos brinquedos populares a partir de vários números. As apresentações circenses são encerradas com o espetáculo <em>Meu Circo</em>, da companhia homônima, às 18h30.</p>
<p>O fim de tarde é marcado pela exibição do <em>Projazzções</em>, incursão artística com a ideia de combinar harmonicamente imagens e músicas por meio da projeção de fotografias em sintonia com standards do jazz nacional e internacional. A proposta do fotógrafo Anderson Steves e do DJ Ernesto Jr. é evidenciar o diálogo e a sinergia criada pela combinação de vertentes artísticas de apreciação sensorial diferente &#8211; visual e auditiva.</p>
<p>“O Panela do Jazz tem uma preocupação permanente com a valorização da cultura brasileira e da cena instrumental por meio do jazz e da ponte com outras musicalidades nacionais e estrangeiras. É um evento para cultivar a relação com as múltiplas linguagens da arte e instigar a ocupação da rua, da cidade pela população”, resume o idealizador e diretor-geral do evento, o produtor cultural Antonio Pinhêiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira os resumos dos shows:</strong></span></p>
<p><em>A homenagem ao mestre Capiba atravessa as apresentações do Panela em 2024, com influência dos improvisos do frevo e do jazz a cada performance sobre o palco.</em></p>
<p><strong>Neris Rodrigues e o Trombonando -</strong> O show Música do Mundo esmiúça a trajetória do jazz no Brasil e se debruça sobre as fusões com frevo, coco, agueré, funk, música ancestral árabe e percussão afrodescendente. A apresentação mescla sons em percurso pela ideia de brasilidade e prepara um número especial à base de frevo em tributo a Capiba.</p>
<p><strong>Lais de Assis Trio -</strong> A violeira, arranjadora, pesquisadora e arte-educadora pernambucana criou uma linguagem própria à frente do instrumento de corda e usa como inspiração o universo sonoro nordestino e as ancestralidades. O show em trio tem o acompanhamento da tuba de Alex Santana e da percussão de Nino Alves com improviso inspirado na sonoridade regional.</p>
<p><strong>Duo Repercuti -</strong> O show Duo Repercuti Convida os Tambores da Xambá faz uma celebração da música afro-pernambucana e brasileira com a proposta de uma experiência musical inédita a partir de arranjos específicos das composições do primeiro álbum. O espetáculo se define como símbolo de resistência e identidade cultural.</p>
<p><strong>Gilú Amaral -</strong> Com o recém-lançado álbum O Sopro e a Percussão, o habilidoso percussionista pernambucano exalta a força sonora dos metais na música pernambucana e a conexão com ritmos e gêneros no cenário internacional. A apresentação atravessa o regional com improvisações típicas do jazz sob influência de Moacir Santos, Hermeto Pascoal e Naná Vasconcelos.</p>
<p><strong>Quinteto Violado -</strong> Grupo icônico da música nordestina e brasileira, com 53 anos de existência, o Quinteto faz da música regional e da pesquisa o material de trabalho das apresentações. A sonoridade própria estabelece conexões com a musicalidade universal e celebra o cosmopolitismo da arte com absorção da contemporaneidade e improvisações jazzísticas, do popular ao erudito. A apresentação no Panela do Jazz enfatiza a faceta instrumental do grupo.</p>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País leva shows ao Alto do Cruzeiro, em Gravatá</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 02:17:13 +0000</pubDate>
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<p>A Rua Alcides Teixeira, situada no Alto do Cruzeiro, em Gravatá, se transformou em um verdadeiro palco para receber o polo País da Música &#8211; Zuzuada, do Festival Pernambuco Meu País. Por lá, se apresentaram três atrações neste sábado (27): DJ Ari Falcão, Moura Rossi e Faringes da Paixão. A festa começou no período da tarde, se estendendo ao longo da noite.</p>
<p>O DJ Ari Falcão foi o primeiro a se apresentar no polo. Ele exaltou o tom plural que Pernambuco carrega, até mesmo diante de países. “A organização do festival está de parabéns. Pernambuco tem uma mistura cultural, com grande quantidade de ritmos e cultura, e muito país por aí não tem isso”, disse.</p>
<p>Com a missão de carregar o legado do eterno Rei do Brega, Reginaldo Rossi, Moura Rossi também subiu ao palco no Festival Pernambuco Meu País. Emocionado, ele resgatou o laço afetivo que mantinha com o cantor e compartilhou o sentimento por estar no município nesta noite.</p>
<p>“Para mim, é um prazer muito grande estar em Gravatá tocando aqui. As pessoas aqui recebem sempre os artistas com o coração cheio de amor. Já faz 40 anos que eu canto as músicas dele e meu nome foi ‘batizado’ pelo próprio. Eu tive muito carinho dele”, relembrou, bastante emocionado.</p>
<p>A Raposa e as Uvas e Em Plena Lua de Mel foram as músicas mais aplaudidas pelo público do Alto do Cruzeiro.</p>
<p>Vocalista do grupo Faringes da Paixão e dono de uma tatuagem no braço estampando a bandeira de Pernambuco com orgulho, Marcelo Araújo comandou uma apresentação agitada com o repertório repleto de brega, forró e frevo. Na sua visão, essa mistura local é responsável por atrair olhares admirados do restante do país.</p>
<p>“Apresentamos o brega com um pouquinho de cada coisa, para dar um tempero especial. Essa iniciativa do Governo de Pernambuco foi muito boa, são vários polos espalhados por oito cidades, e estamos muito felizes em poder representar a nossa cultura. Todo mundo que vem de outros lugares do Brasil para cá, fica impressionado com a beleza, a cultura e a receptividade do povo”, completou.</p>
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