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	<title>Portal Cultura PE &#187; DJ Big</title>
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		<title>Festival Cena Peixinhos abraça Bairro do Recife com shows e batalhas de rima autorais de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 17:19:03 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116236" aria-labelledby="figcaption_attachment_116236" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hugo Muniz/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Hugo-Muniz-foto-Banda-Eddie-celebra-35-anos-no-Festival-Cena-Peixinhos-2025-com-a-participação-da-Orquestra-do-Frevo-do-Babá.jpg"><img class="size-medium wp-image-116236" alt="Hugo Muniz/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Hugo-Muniz-foto-Banda-Eddie-celebra-35-anos-no-Festival-Cena-Peixinhos-2025-com-a-participação-da-Orquestra-do-Frevo-do-Babá-607x438.jpg" width="607" height="438" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Eddie</p></div>
<p>O Festival Cena Peixinhos preserva a tradição de celebrar a música pernambucana autoral com uma diversidade de artistas e bandas na programação. Neste mês de fevereiro realiza sua 16ª edição trazendo shows gratuitos para o Centro do Recife, no Cais da Alfândega (em frente à escultura do caranguejo), a partir das 19h. O encontro na rua reúne as apresentações de Afroito, Capim Santo, Carranza, Coco Raízes de Arcoverde, DJ Big + batalhas de rima (nos intervalos), Eddie (festejando 35 anos), com a participação da Orquestra de Frevo do Babá, além da Viruz abrindo as apresentações.</p>
<p>Assim como nos anos anteriores, o Cena Peixinhos ocupa o Bairro do Recife justamente por nascer com o DNA do manguebeat, tendo a arte independente em sua essência. O tema deste ano é Salve o Nascedouro, sendo um pedido de socorro para o Nascedouro de Peixinhos, equipamento público com mais de 100 anos de história e que fica nos limites entre Recife e Olinda.</p>
<p>A realização do festival é da Mouras Produções Artísticas, com patrocínio da Prefeitura do Recife, por meio da Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR), e apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.</p>
<p>“Em um único palco e data, as atrações dialogam a partir de suas identidades e ritmos, como coco, rock, reggae e hip hop. Musicalmente a programação une artistas e grupos das antigas e da atualidade possibilitando uma vivência de compartilhamento entre produções artísticas e musicais”, declara o produtor cultural e coordenador do festival, Harryson Moura.</p>
<p>Entre as atrações com mais anos de existência estão o Samba de Coco Raízes de Arcoverde, grupo do Sertão do Estado, e as bandas Eddie, Capim Santo e Carranza, todas de Olinda (PE). Além dessas, Afroito (Olinda); DJ Big, (Recife), nos intervalos da programação, dando palco para as batalhas de rima; e a banda Viruz (Recife) com uma apresentação de hip hop.</p>
<p>“Afroito está representando a nova cena, com uma identidade ancestral e afrofuturista, além de ser da periferia de Olinda. O Festival Cena Peixinhos também resgata e respeita a ancestralidade sendo um caminho para potencializar ainda mais a arte negra. Sem arte morre-se de realidade”, acrescenta o produtor.</p>
<p>DJ Big celebra o espaço para o hip hop no Cena Peixinhos, sobretudo para artistas das batalhas de rima de Pernambuco. “A vivência de estar no palco é algo necessário para as pessoas que estão levando suas ideias por meio de palavras e versos, música e poesia no dia a dia dos encontros de rima nas periferias e nos centros das cidades. Esses e essas artistas necessitam estar na programação de festivais no geral”, comenta o coordenador do festival.</p>
<p>Com a autoria da produtora cultural Ana Beatriz Bronzeado, a identidade visual do Festival Cena Peixinhos 2025 é mais do que um conjunto de elementos: é pensada para uma vivência afetiva e de luta. “O ponto de partida é entender o que faz desse festival resistente. A ideia central nasce da própria essência e história do Cena Peixinhos. Recife e Olinda têm uma energia efervescente, em que tradição e inovação caminham juntas. O objetivo é traduzir esse encontro de tempos, ritmos e expressões em uma identidade visual e de comunicação, direta com o público, de essência vibrante e diversa da cultura afropernambucana”, explica a autora.</p>
<p>Um dos temas centrais da arte de divulgação é a torre do relógio do Nascedouro de Peixinhos. “Busquei uma fusão entre a resistência e a potência criativa da cultura popular, um patrimônio que traz histórias e memórias. Ao lado dela a cultura afro-pernambucana segue abrindo caminhos e possibilidades, ressignificando os espaços e gerando encontros”, destaca a produtora.</p>
<p>A pauta é conectar arte, cultura e pessoas. “O conceito foi pensado a partir de uma junção de diversas formas da arte em que diferentes gerações, estilos e linguagens se encontram para criar algo novo, pulsante e resistente. É importante que a identidade seja pensada de uma forma que gere conexão com o público, fortalecendo sua mensagem e transformando o festival em algo memorável”, pontua a artista.</p>
<p>O Festival Cena Peixinhos existe desde 2010 com o objetivo de celebrar a cultura e a música locais, além de ser um espaço de resistência. A inspiração visual também está nas origens do festival, no território onde nasceu como manifesto social e continua. Sua primeira edição aconteceu no Nascedouro de Peixinhos (antigo Matadouro), na divisa de Olinda e do Recife, um espaço que simboliza essa fusão cultural e há mais de uma década mantém viva a essência”, lembra a produtora.</p>
<p><strong>COMBINAÇÃO -</strong> Ana Beatriz Bronzeado também explica sobre as cores, tipografia e elementos gráficos: “São tons vibrantes dos blocos de Carnaval, o azul do Capibaribe e o amarelo do pôr do sol na orla de Olinda. Já a tipografia e os elementos gráficos resgatam a cultura urbana, periférica e preta com uma abordagem contemporânea que se adapta tanto aos meios digitais quanto aos impressos”, conta.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>16º Festival Cena Peixinhos -</strong> <em>quarta-feira (19), a partir das 19h, no Cais da Alfândega (Bairro do Recife). Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Polo Hip Hop celebra potência criativa da cultura de rua</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 19:07:38 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116193" aria-labelledby="figcaption_attachment_116193" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Afroh/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/LETY-MC_CRÉDITO-AFROH.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116193" alt="Afroh/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/LETY-MC_CRÉDITO-AFROH-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lety MC</p></div>
<p>O hip hop também tem lugar e voz no Carnaval do Recife. No dia 20 de fevereiro, todas as expressões do movimento cultural se encontram no Cais da Alfândega, Bairro do Recife. Às margens do Rio Capibaribe, os recifenses poderão assistir gratuitamente a shows, batalhas de rima, performances de breaking e grafite que integram a programação do Polo Hip Hop: Folia em 4 elementos. O evento é aberto ao público e tem realização da Associação Metropolitana do Hip Hop (AMH2PE), com apoio da Prefeitura da Cidade do Recife e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>A programação musical, composta por artistas da terra, apresenta os shows de Zé Brown, Bione, Bell Puã, Lety MC, Dandara MC, MC Raxta, além dos DJs Dagga e Nixon e uma cypher de breaking. A grade também reservou espaço para batalhas da Jornada de MCs, movimento liderado pelo DJ Big, articulador cultural e educador social, que envolve jovens de diversos bairros em um duelo de ideias ao vivo. Representando o elemento grafite, Galo de Souza participa de uma livepating que pode ser acompanhada pelo público ao longo da programação.</p>
<p>Para Dom Pablo, coordenador da Associação Metropolitana de Hip Hop, o Polo simboliza uma conquista da cadeia produtiva e precisa reverberar a potência da juventude que movimenta as periferias da cidade. “São mais de 20 anos com a responsabilidade de difundir o trabalho de artistas criativos que passam o ano inteiro produzindo, lançando projetos autorais e fazendo a cultura hip hop ser cada vez mais influente para as novas gerações”, comenta.</p>
<p>Com mais de 20 anos de história, o Polo Hip Hop se firma como uma política de valorização e visibilidade para artistas do Estado. A nova e a velha escola se encontram para celebrar os elementos fundamentais dessa que representa uma das mais expressivas manifestações da cultura negra e periférica, que emergiu na década de 1970 nos subúrbios negros e latinos de Nova Iorque para o mundo.</p>
<p>Tiger Rapper, que foi integrante do lendário grupo Faces do Subúrbio e integra a coordenação da associação, acredita que o espaço é fundamental para a autoestima da juventude. “É por meio da música, do grafite e da dança que muitos(as) jovens encontram o sentido na vida. Essa cultura é mais do que lazer. É sobre possibilitar novos horizontes para quem muitas vezes não tem perspectiva”, defende o cantor ressaltando o caráter social do movimento.</p>
<p>A programação está marcada para começar às 17h. São seis horas de uma celebração que também promove homenagens a personagens relevantes para o desenvolvimento da cultura de rua em Pernambuco. A curadoria priorizou nomes que fazem da música um instrumento para reverberar o lema que até hoje norteia o movimento hip hop: “Paz, união, amor e diversão”.</p>
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		<title>País da Música dá voz à periferia</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 04:36:12 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Pernambuco Meu País tem se firmado como o festival de todas as linguagens culturais. E, dentro das próprias linguagens, contempla os mais diversos estilos. No polo País da Música, neste sábado (11), em Caruaru (Agreste), o caminhão-palco foi representado por expoentes das chamadas expressões periféricas. DJ Big, o rapper Okado do Canal e a rapper Bione, todos do Recife, mais do que apresentar seus trabalhos, abriram espaço para brothers e sisters que travam a mesma luta. A família (o público) gostou.</p>
<p>Na saideira do palco-caminhão da Princesa do Agreste não houve tempo para brincadeira. O experiente DJ Big chegou logo mandando o recado detonando um repertório animal de black music, em especial funk e hip hop, com muitos scratches. Logo se formou uma roda de break dance em que b&#8217;boys e b&#8217;girls levaram a plateia ao delírio com suas performances.</p>
<p>Num gesto de grande generosidade Big fez jus ao nome e convidou a MC Mérida para comandar uma batalha de rimas. Acuca MC, Cabeleira e MC Neto destilaram diversas modalidades, como bate e volta, kick back e batalha de tema.</p>
<p>O bagulho ficou ainda mais sério quando subiu ao palco Okado do Canal, acompanhado do DJ Phino e dois bailarinos. O rapper, que traz no nome sua comunidade, do Canal do bairro do Arruda (Zona Norte do Recife), fala em suas músicas de sua vivência e realidade.</p>
<p>Assim como Big, Okado instigou a formação de uma roda para as danças dos b&#8217;boys. No palco ainda convidou o cantor Bira (vocalista líder de O Bando), de Caruaru, e o rapper Davi Zord, de Arcoverde.</p>
<p>Ficou para Bione a missão de encerrar o País da Música nesta etapa do festival. Com a DJ Lala e duas dançarinas, a cantora fez um show ancorado principalmente em seu álbum autoral Ego (2022), cantando contra o preconceito contra mulher e contra o racismo; em prol da voz da mulher no rap e hip hop; e pela cultura da periferia e seu cotidiano.</p>
<p>No repertório incluiu canções como Toda Tua, (D)elas, Bione e Tropa das Loka, além de faixas como os singles Pensei em Parar e Quem É Ela? e o tema Deixa as Garota Brincar, do EP Sai da Frente (2019). Foi difícil terminar, porque fãs queriam mais. Mas já era a hora. E o País da Música se despediu de Caruaru em grande estilo e se garantindo muito.</p>
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		<title>Jornada de MC’s retorna ao FIG neste final de semana</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2022 20:34:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nos dias 29 e 30 de julho, o Palco Som da Rural, no Parque Euclides Dourado recebe a Jornada de MC’s. As atividades se iniciaram às 9h deste sábado (29), e a abertura contou com uma roda de diálogos &#8220;Hip Hop é a Pauta&#8221;. Em sua 30ª edição, o Festival de Inverno de Garanhuns consolida [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_95700" aria-labelledby="figcaption_attachment_95700" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/batalha-de-mcs-3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-95700" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/batalha-de-mcs-3-607x393.jpeg" width="607" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">O DJ Big comanda a Jornada dos MC&#8217;s</p></div>
<p>Nos dias 29 e 30 de julho, o Palco Som da Rural, no Parque Euclides Dourado recebe a Jornada de MC’s. As atividades se iniciaram às 9h deste sábado (29), e a abertura contou com uma roda de diálogos &#8220;Hip Hop é a Pauta&#8221;. Em sua 30ª edição, o Festival de Inverno de Garanhuns consolida sua programação com diversidade e celebra a voz da periferia. A Batalha de MC &#8216;s iniciou suas atividades em 2005, no Pátio de São Pedro, com objetivo de levar a comunidades cultura e inclusão social, por meio do Hip Hop. &#8220;Essa retomada cultural chama a responsabilidade política, congregando a força do Hip Hop, depois de dois anos de muito perda, temos que ocupar esse espaço e mostrar que a cultura da periferia mantém-se viva&#8221;, declara DJ Big.</p>
<p>A programação contará com as Batalhas de Mc&#8217;s e as competições de danças de rua em exibições de break, estilo versos estilo, popping e open estyle, divida em duas fazes, e no final do evento os vencedores serão conhecidos do grande publico, os jurados das batalha serão: Alfa, Clau de Luna, Luan, Hiamme e Take-One. Já os apresentadores Bione, Negrita, Hullipop e Okado do Canal vão conduzir os visitante ao mergulho na cultura hip hop.</p>
<p>Os show ficaram por conta de Pregadores do Rep, grupo que esse ano celebra seus 20 anos de carreira, sobem ao palco também, Nanny Nagô, Grito da Favela, Acria, Gel Prancha, Davzord, Copo Roxo, Agô e Acria. Os Djs Big, Charles Mello e Dj Fino, conduzem as pickup com diversos estilos do Hip Hop. Durante os dois dias os artistas do grafite realizaram performances visuais e intervenções no parque. Ademais a cultura popular será celebrada com a presença de Orquestra Expresso, Maestro Forro e Bonecos Gigantes.</p>
<p>&#8220;Nos últimos anos, a participação do Movimento Hip Hop no festival, buscou valorizar jovens talentos espalhados pelo estado. Tal iniciativa oportuniza espaço digno para que a produção musical e poética da periferia fosse valorizada, impulsionando o movimento e o trabalho de jovens MC´s que esperam no FIG um lugar privilegiado para se expressarem&#8221;, festeja o produtor da jornada DJ Big.</p>
<p>Serviço<br />
Jornada de MC’s – FIG 30 anos<br />
Data: 29 e 30 de julho de 2022<br />
A partir das 9h<br />
Parque Euclides Dourado – Palco Som da Rural &#8211; Garanhuns</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>29 de Julho</strong></span><br />
9h: Roda de Diálogo &#8220;Hip Hop é a pauta&#8221;<br />
10h20: Maestro Forro e bonecos gigantes<br />
11h: Orquestra Maestro Maia<br />
11h40: Dj Charles<br />
12h10: Orquestra Expresso<br />
12h50: Show Pregadores do Rep<br />
13h20: Batalha de DJs<br />
14h: Apresentação das Oficinas<br />
14h40: 1ª fase Open Style<br />
15h30: Batalha de MC&#8217;s<br />
17h30: Batalha de Break (Dj Phino)<br />
18h10: Show de Davzord<br />
18h30: Show de Nanny Nagô</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>30 de Julho</strong></span><br />
9h: 2ª parte da roda de diálogos &#8220;Hip hop é a pauta&#8221;<br />
10h20: Cypher Break<br />
11h: Show de Gel da Prancha<br />
11h30: Show de Mc Acuda e Copo Roxo<br />
12h: Microfone aberto &#8211; Poesia e Dj<br />
13h: 2ª fase do Break<br />
14h10: Batalha de Popping<br />
15h: Show de Grito da Favela<br />
15h30: Show de Speed Souza<br />
16h: 2ª fase Open Style<br />
16h40: Show de Agô<br />
17h10: Show de Acria<br />
17:40: Batalha de Beatbox<br />
18h30: Final das Batalhas com Dj Big</p>
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		<item>
		<title>Diversidade de projetos aprovados da Lei Aldir Blanc apresentada em live nesta terça (23)</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2021 16:43:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Convidados do mercado de cultura discutem, nesta terça (23), a diversidade dos projetos aprovados pela Lei Aldir Blanc em Pernambuco. O encontro “LAB PE &#8211; Cultura que resiste e cria memórias” vai debater os números da abrangência do programa de incentivo cultural em Pernambuco, mostrando o recorte social, regional e econômico das iniciativas apoiadas pela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Convidados do mercado de cultura discutem, nesta terça (23), a diversidade dos projetos aprovados pela Lei Aldir Blanc em Pernambuco. O encontro “LAB PE &#8211; Cultura que resiste e cria memórias” vai debater os números da abrangência do programa de incentivo cultural em Pernambuco, mostrando o recorte social, regional e econômico das iniciativas apoiadas pela legislação criada para preservar a produção cultural de todo o Brasil durante a pandemia do Covid-19. A transmissão acontece às 19h, no <a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>YouTube.com/SecultPE</strong></a>, com a participação de Paula de Renor (Projeto Reside PE), Silvana Marpoara (Programa CineCoisas), Antônio Gutierrez (Animage) e DJ Big (Jornada de MCs).</p>
<p>Os recursos repassados aos profissionais e empresas do setor estão dinamizando o cenário da produção cultural no estado e promovendo mudanças nos saberes e fazeres, pelas adaptações, releituras, rearranjos que a situação de distanciamento social impõe. Os convidados, mediados por Michelle Assumpção, representam um recorte da diversidade que os editais da LAB conseguiram atingir: teatro, cinema, música e animação.</p>
<p>Além de falar sobre seus próprios projetos, os produtores vão tratar do cenário atual da produção artística e cultural, refletindo sobre caminhos, saídas e desafios que parecem ser irreversíveis no campo do fazer cultural. Aperte o <em>play</em> e confira!</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_3hod5dYHig" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Serviço</b></span><br />
&#8220;LAB PE &#8211; Cultura que resiste e cria memórias&#8221;, com a participação de Antônio Gutierrez, DJ Big, Paula de Renor, Silvana Marpoara e mediação de Michelle Assumpção<br />
Quando: 23 de março de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>YouTube.com/SecultPE</strong></a></p>
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		<title>Projeto “Outras Palavras” leva Kátia Mesel e DJ Big para Exu e São José do Belmonte</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Nov 2019 20:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[Projeto de integração entre cultura e educação promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico (Fundarpe), em parceria com a Secretaria de Educação do Estado, o “Outras Palavras” chega nesta semana aos municípios de Exu e São José do Belmonte, ambos no Sertão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73377" aria-labelledby="figcaption_attachment_73377" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/20409873641_7999eab23d_3k.jpg"><img class="size-medium wp-image-73377" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/20409873641_7999eab23d_3k-607x329.jpg" width="607" height="329" /></a><p class="wp-caption-text">Katia Mesel vai apresentar seu filme “Recife de Dentro da Fora”</p></div>
<p>Projeto de integração entre cultura e educação promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico (Fundarpe), em parceria com a Secretaria de Educação do Estado, o “Outras Palavras” chega nesta semana aos municípios de Exu e São José do Belmonte, ambos no Sertão pernambucano. Alunos de duas escolas públicas estaduais dessas duas cidades participarão de exibição de filme da cineasta pernambucana Kátia Mesel, com presença da diretora, e vivência com o DJ Big e seu projeto Grupo Pé no Chão.</p>
<p>Os encontros acontecerão sempre pela manhã, das 9h às 12h. Em Exu, o “Outras Palavras” ocorrerá na quarta-feira (27), na EREM Barão de Exu. Em São José do Belmonte, o evento acontece na sexta-feira (29), na ETE Pedro Leão Leal.</p>
<p>Os dois encontros começam com a exibição do filme “Recife de Dentro da Fora”, de Kátia Mesel, baseado no poema “O Cão Sem Plumas”, de João Cabral de Melo Neto. A cineasta vai apresentar o filme e chamar a atenção para o início das comemorações dos 100 anos de nascimento do poeta, autor do poema que deu origem ao filme, nascido em 9 de janeiro de 1920. Depois, haverá roda de conversa sobre o filme e sobre a interação entre literatura e o audiovisual.</p>
<p>Katia Mesel é a primeira cineasta mulher de Pernambuco e está comemorando 50 anos de atividades audiovisuais. Vem expandindo seu olhar para o Agreste e o Sertão em exibições, oficinas, conversas, debates, participação em juris e outras atividades. Eventos como o Curta Taquary (Taquaritinga do Norte), Poesia na Tela (Amaraji), Feira Literária do Sertão (Arcoverde) e Festival de Cinema de Triunfo estão entre os que integram o portfólio de atuação da diretora.</p>
<div id="attachment_71013" aria-labelledby="figcaption_attachment_71013" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/DJ-Big_Foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-71013" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/DJ-Big_Foto-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">DJ Big comandará vivência com alunos das escolas visitadas pelo &#8220;Outras Palavras&#8221;</p></div>
<p>Segunda atração do “Outras Palavras” em Exu e São José do Belmonte, o DJ Big, educador social e ícone do movimento Hip Hop pernambucano, proporcionará aos estudantes uma vivência a partir do <b>Grupo Pé no Chão, entidade</b> sociedade civil criada em 1994 com o objetivo de realizar atividades educativas, artísticas e culturais para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social no município do Recife.</p>
<p>Com atuação inserida nas comunidades de Santo Amaro e Arruda há mais de 20 anos, o DJ consegue manter ampla rede de articulação com as famílias dos jovens, com as escolas públicas, postos de saúde, distritos sanitários, associações de moradores e conselhos tutelares dessas localidades. Desde 2004, a ação integra o <b>Ponto de Cultura Eco da Periferia – Grupo de Apoio Mútuo Pé no Chão</b>, que proporciona atividades de cultura e educação a crianças e adolescentes da periferia recifense, sempre levando as suas ações à ocupação de espaços como ruas, escolas e praças.</p>
<p>Voltado para estudantes da rede pública estadual de ensino e com quatro anos de existência o programa já atingiu mais de 600 escolas pernambucanas, beneficiou cerca de 20 mil estudantes e distribuiu mais de seis mil livros nas bibliotecas por onde passou.</p>
<p><b>Serviço</b><br />
“Outras Palavras” em Exu<br />
Quarta-feira (27), das 9h às 12h<br />
EREM Barão de Exu</p>
<p>Outras Palavras em São José do Belmonte<br />
Sexta-feira (29), das 9h às 12h<br />
ETE Pedro Leão Leal</p>
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		<item>
		<title>Cinema São Luiz lotado para saudar a edição de abertura do Outras Palavras</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cinema-sao-luiz-lotado-para-saudar-a-edicao-de-abertura-do-outras-palavras/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Aug 2019 20:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cinema São Luiz]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi dado o pontapé inicial, nesta sexta-feira (23), para o Outras Palavras, um dos mais importantes projetos de Educação e Cultura do Governo do Estado. A edição 2019 começou com um evento no Cinema São Luiz, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, com convidados que resumem bem alguns valores da iniciativa: pensamento crítico, estímulo à leitura, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71119" aria-labelledby="figcaption_attachment_71119" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-31.jpg"><img class="size-medium wp-image-71119" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-31-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Plateia do Cinema São Luiz ficou lotada para o lançamento do Outras Palavras</p></div>
<p>Foi dado o pontapé inicial, nesta sexta-feira (23), para o Outras Palavras, um dos mais importantes projetos de Educação e Cultura do Governo do Estado. A edição 2019 começou com um evento no Cinema São Luiz, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, com convidados que resumem bem alguns valores da iniciativa: pensamento crítico, estímulo à leitura, respeito à diversidade cultural, educação através da cultura. No palco, uma roda de conversa com o escritor Sidney Rocha, ganhador do Prêmio Jabuti, conduziu os estudantes à reflexão, enquanto a aula espetáculo do DJ Big trouxe o exemplo transformador da cultura e a batalha de MCs mostrou que a poesia pode existir em muitos formatos. Seis escolas estavam representadas por alunos e professores em uma plateia que deixou claro que a literatura pode e deve estar no cotidiano das pessoas.</p>
<div id="attachment_71121" aria-labelledby="figcaption_attachment_71121" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-12.jpg"><img class="size-medium wp-image-71121" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-12-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Canuto e Gilberto Freyre Neto falaram aos estudantes</p></div>
<p>“Vocês são os grandes exemplos da atual política voltada para a educação. E vocês são o nosso futuro. É importante que essa edição de retorno do Outras Palavras seja um momento crítico, tanto pela conversa com o premiado Sidney Rocha, como com o DJ Big, que tem um papel muito forte na periferia”, avaliou o secretário de Cultura do Estado, Gilberto Freyre Neto.</p>
<p>O presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, complementou. “É uma alegria muito grande saber que temos uma juventude empolgada com a cultura pernambucana. O Outras Palavras tem esse papel fundamental, que é o de levar literatura e cultura pernambucana aos espaços escolares, mas também aguçar o senso crítico”, declarou Canuto.</p>
<p>O Outras Palavras é executado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, em parceria com pasta de Educação, e integra cultura, educação e cidadania. É voltado para estudantes da rede pública estadual de ensino. Durante os quatro anos de realização, já atingiu 615 escolas do Estado, beneficiou 18.456 estudantes e distribuiu 6.514 livros nas bibliotecas por onde passou.</p>
<p>Mantendo a literatura como centro das ações, o projeto tem o objetivo integrar várias linguagens artísticas e proporcionar acesso à cultura aos jovens que estudam nas escolas da rede pública estadual de ensino. Entre 2015 a 2018, dezenas de artistas e escritores foram até as escolas para dialogar com os alunos e aproximá-los das manifestações artísticas de Pernambuco.</p>
<p>O balanço das ações, divulgado no final do ano passado, mostra que foram realizadas mais de cem atividades, incluindo oficinas, espetáculos de teatro, ópera, visitas guiadas a exposições, ações em parceria com o Programa Mãe Coruja, exibição de filmes e participações em eventos, literários.</p>
<div id="attachment_71122" aria-labelledby="figcaption_attachment_71122" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-23.jpg"><img class="size-medium wp-image-71122" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-23-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Sidney Rocha participou de uma roda de conversa e leu um poema de teor político para os jovens</p></div>
<p>“Parte da produção e atuação cultural tem ficado invisível porque não temos mais essa visão da periferia. Pedem que tenhamos foco e incluem linguagem militar na educação, mas não estamos criando atiradores. É preciso entender que há jovens passando invisíveis”, afirmou Sidney Rocha.</p>
<div id="attachment_71123" aria-labelledby="figcaption_attachment_71123" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-24.jpg"><img class="size-medium wp-image-71123" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-24-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">DJ Big destacou o poder transformador da arte em sua aula espetáculo</p></div>
<p>O DJ Big destacou as ideias ligadas à cultura hip hop. “Talvez esta seja a única linguagem politizada das periferias. Nas batalhas, por exemplo, aprendemos muito sobre respeito. Essa deveria ser uma palavra que para permear a vida de todo mundo, na escola, em casa, no trabalho. Teríamos uma sociedade talvez sem violência. Somos violentos com pais, mães, tios, em casa. A violência pode parecer pequena mas começa em casa quando a gente perde respeito com nossos pais”, disse o DJ, para a plateia lotada de adolescentes.</p>
<div id="attachment_71124" aria-labelledby="figcaption_attachment_71124" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-32.jpg"><img class="size-medium wp-image-71124" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-32-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A batalha de MCs levantou a plateia e mostrou o poder da rima</p></div>
<p>Big também traçou paralelo entre embolada e rima. “A embolada era forte, muito forte em nosso estado, mas hoje é menos vista nas ruas. Agora, o poeta urbano, o MC, faz rima no ônibus, no metrô, e está aí mostrando o trabalho e o pensamento”, destacou.</p>
<p><b>AGENDA DE ATIVIDADES</b></p>
<p>27/8 – AMARAJI – EREM Antônio Alves de Araújo<br />
29/8 – RECIFE – EREM Nóbrega<br />
11/9 – IGARASSU – IFPE<br />
17/9 – JOÃO ALFREDO – Escola Municipal Governador Miguel Arraes de Alencar<br />
25/9 – BARREIROS – EREM Central</p>
<p><b>DADOS DO OUTRAS PALAVRAS 2015-2018</b></p>
<p>Escolas/Instituições alcançadas: 615<br />
Número de estudantes alcançados: 18.516<br />
Livros distribuídos nas escolas públicas de Pernambuco: 6.514</p>
<p><em id="__mceDel"><b>Detalhamento das ações</b></em></p>
<p><em id="__mceDel"> Edições Outras Palavras: 101<br />
Edições Outras Palavrinhas: 5<br />
Oficinas: 5<br />
Espetáculos de Teatro: 7<br />
Ópera: 1<br />
Visitas Guiadas a exposições: 6<br />
Ações em Parceria com o Programa Mãe Coruja: 9<br />
Exibição de Filmes: 5<br />
Participações em eventos e festivais literários: 10</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Projeto Outras Palavras retoma suas atividades com edição especial no Cinema São Luiz</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-outras-palavras-retoma-suas-atividades-nesta-sexta-feira-23-com-edicao-especial-no-cinema-sao-luiz/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Aug 2019 18:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[andréa mota]]></category>
		<category><![CDATA[DJ Big]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Sidney Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Tarciana Portella]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos mais importantes projetos de educação e cultura do Governo do Estado, o projeto Outras Palavras retoma suas atividades nesta sexta-feira (23). A iniciativa, que vai até dezembro, é executada pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, em parceria com pasta de Educação, e integra cultura, educação e cidadania. Voltado para estudantes da rede pública [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71004" aria-labelledby="figcaption_attachment_71004" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Som-na-Rual_Foto-Rodrigo-Ramos.jpg"><img class="size-medium wp-image-71004" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Som-na-Rual_Foto-Rodrigo-Ramos-607x360.jpg" width="607" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">Atividade do Outras Palavras com o Som na Rural</p></div>
<p>Um dos mais importantes projetos de educação e cultura do Governo do Estado, o projeto Outras Palavras retoma suas atividades nesta sexta-feira (23). A iniciativa, que vai até dezembro, é executada pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, em parceria com pasta de Educação, e integra cultura, educação e cidadania. Voltado para estudantes da rede pública estadual de ensino, durante os quatro anos de realização, o programa já atingiu 615 escolas do Estado, beneficiou 18.456 estudantes e distribuiu 6.514 livros nas bibliotecas por onde passou. O evento de abertura da nova temporada será no Cinema São Luiz, a partir das 9h, e contará com roda de conversa com o escritor Sidney Rocha, ganhador do Prêmio Jabuti, aula espetáculo com o DJ Big (Ponto de Cultura Eco da Periferia/Grupo Pé no Chão) e batalha de MCs.</p>
<p>Mantendo a literatura como centro das ações, o projeto tem o objetivo integrar várias linguagens artísticas e proporcionar acesso à cultura aos jovens que estudam nas escolas da rede pública estadual de ensino. Entre 2015 a 2018, dezenas de artistas e escritores foram até as escolas para dialogar com os alunos e aproximá-los das manifestações artísticas de Pernambuco.</p>
<p>O secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, avalia que este é um dos programas mais relevantes, voltado aos jovens estudantes da rede pública. <i>“Não é segredo que arte e cultura andam lado a lado com a cidadania. Então, faz todo o sentido que elas estejam juntas nesse projeto que, até o final do ano, circulará por várias escolas e regiões do Estado”</i>, disse.</p>
<p>O presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, concorda. <i>“Enquanto gestores, é muito gratificante colaborar para que os jovens estejam em contato com a cultura de uma maneira tão enriquecedora como a que o Outras Palavras proporciona. Esse contato direto com os artistas alarga as experiências escolares e expande os horizontes dos alunos”</i>, afirma.</p>
<div id="attachment_71005" aria-labelledby="figcaption_attachment_71005" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Sidney-Rocha_Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-71005" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Sidney-Rocha_Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Sidney Rocha já é veterano do projeto e fará a abertura da edição 2019</p></div>
<p><i>“O Outras Palavras talvez seja o mais importante projeto para a literatura no Estado. Claro, há os prêmios, há outras ações, mas, do ponto de vista da relação direta com o leitor, ou com o leitor em formação, o estudante, o ambiente da escola e a comunidade, este projeto é de fato o projeto de maior e melhor alcance para a literatura em Pernambuco”</i>, avalia Sidney Rocha, que é parceiro antigo do projeto.</p>
<p><i>“Para mim, especialmente, que tenho relação direta com estudantes (a partir do curso de leitura e escrita criativas que ministro), o Outras Palavras é uma forma de legitimar o que digo: lugar de escritor é na escola. Sobretudo, na escola pública, da qual sou filho direto. Nesse projeto, tenho a chance de retornar para a escola, o estudante, a comunidade, o que a literatura me deu nessas décadas. Não se trata de uma ação literária, mas uma ação cidadã”</i>, conta o escritor.</p>
<p>O DJ Big, coordenador de eventos do Compaz Eduardo Campos e também produtor e instrutor no Pé no Chão (entidade sem fins lucrativos que desenvolve atividades educativas, culturais e artísticas com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social), vai abordar os conceitos de paz e respeito em suas participações no projeto. Ele diz que a identificação com o Outras Palavras foi imediata. <i>“É uma iniciativa que eu já namorava há algum tempo. É minha cara essa troca com a juventude, considerando minha bagagem com o Pé no Chão. Dividir conhecimento trabalhando com a </i><i>ferramenta do hip hop, que eu venho descobrindo que realmente salva e transforma, porque é a linguagem da juventude”</i>, disse o DJ.</p>
<div id="attachment_71013" aria-labelledby="figcaption_attachment_71013" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/DJ-Big_Foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-71013" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/DJ-Big_Foto-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">DJ Big comandará aula espetáculo com batalha de MCs</p></div>
<p>Para BIG, construir espaços de diálogo dentro das escolas é fundamental para a formação dos estudantes. <i>“O Outras Palavras vem provocar, mostrar, refletir com essa gurizada que está aí. Muitas vezes, me coloco no lugar desses jovens e imagino o impacto para eles, no dia a dia padrão da escola, aparecer uma oportunidade assim para trocar e refletir sobre determinado tema. O tempo passa, mas isso ficará na memória deles com certeza”</i>, acredita.</p>
<p>Tarciana Portella, gerente de Formação e Projetos Especiais da Secult-PE, explica que o Outras Palavras sempre vai além do objetivo central de divulgar a literatura<i>. “O projeto traz para esses jovens das escolas publicas o contato com as manifestações diversas da nossa cultura, de Patrimônios Vivos a Pontos de Cultura, e de grupos que trabalham com as expressões do patrimônio cultural imaterial de Pernambuco”</i>, detalha.</p>
<p>Segundo ela, em 2019, além de divulgar mais intensamente o Prêmio de Literatura Hermilo Borba Filho, houve esforço para aumentar a quantidade de escritores envolvidos. <i>“Neste novo ciclo, estamos ampliando o leque de escritores convidados. São escritores pernambucanos ou que moram em Pernambuco, com premiações locais, nacionais ou internacionais e ainda aqueles que, apesar de premiações ou não, são reconhecidos como pessoas que tenham histórico e contribuição na área da literatura”</i>, conta Portella.</p>
<p>O balanço das ações, divulgado no final do ano passado, mostra que foram realizados mais de cem atividades, incluindo oficinas, espetáculos de teatro, ópera, visitas guiadas a exposições, ações em parceria com o Programa Mãe Coruja, exibição de filmes e participações em eventos, literários.<i> “O Outras Palavras é um projeto já consolidado no ambiente escolar, sempre deixando estudantes e educadores felizes com a sua chegada. Os nossos artistas também se revigoram no contato com esse público. É um dos mais sérios e efetivos projetos de cultura e educação que conheço. Para a edição 2019, o que queremos é honrar a continuidade de um modelo já testado e aprovado, contribuindo com sua consolidação e evolução”</i>, afirma Andréa Mota, coordenadora do projeto.</p>
<p><strong>AGENDA DE ATIVIDADES</strong><br />
27/8 – AMARAJI – EREM Antônio Alves de Araújo<br />
29/8 – RECIFE – EREM Nóbrega<br />
11/9 – IGARASSU – IFPE<br />
17/9 – JOÃO ALFREDO – Escola Municipal Governador Miguel Arraes de Alencar<br />
25/9 – BARREIROS – EREM Central</p>
<p><em id="__mceDel"><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></b></em><br />
<em id="__mceDel">Edição de abertura do projeto Outras Palavras, com participação de Sidney Rocha e DJ Big<br />
Quando: 23 de agosto (sexta-feira), às 9h<br />
Onde: Cinema São Luiz (Rua da Aurora, 175 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)<br />
Aberto ao público</em></p>
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		<title>Cultura Hip Hop mereceu programação especial no FIG 2017</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 13:36:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[b-boys]]></category>
		<category><![CDATA[DJ Big]]></category>
		<category><![CDATA[duelo]]></category>
		<category><![CDATA[hip hop]]></category>
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		<category><![CDATA[mcs]]></category>
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<div id="attachment_51950" aria-labelledby="figcaption_attachment_51950" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36295907705_da08a61e7d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51950" alt="Público vibrou com os duelos de b-boys e de mestres de cerimônia promovidos pela Jornada de MC-s" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36295907705_da08a61e7d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público vibrou com os duelos de b-boys e de mestres de cerimônia promovidos pela Jornada de MC&#8217;s</p></div>
<p style="text-align: right;">Por Lenne Ferreira</p>
<p>Pela primeira vez na história do Festival de Inverno de Garanhuns, os elementos da cultura Hip Hop ganharam o destaque que merecem na programação do maior encontro da cultura pernambucana. O último dia do Som na Rural, instalada no Parque Euclides Dourado, foi reservado ao projeto “Jornada de MC’s”, que, das 10h Às 17h, promoveu batalhas de mestres de cerimônias e b-boys reunindo jovens de várias cidades do Estado.</p>
<p>Ouricuri, Caruaru, Arcoverde, Bom Conselho, Saloá, Lajedo, São José do Egito. A lista de municípios era extensa. Pelo menos 40 jovens residentes na Região Metropolitana do Recife e interior disputaram a jornada idealizada pelo produtor e DJ pernambucano Big. O projeto, criado há 10 anos, estacionou pela primeira vez no FIG e demarca um divisor de águas no evento. <em>“A inclusão de um projeto como esse no Festival significa a legitimação do trabalho de jovens da periferia em um evento que a maioria nunca teve oportunidade de conhecer, além de contribuir para a elevação da autoestima deles”</em>, pontuou o idealizador.</p>
<p>A batalha de b-boys, que aconteceu durante o período da manhã, prendeu, principalmente, a atenção das crianças, que vibravam com as performances rápidas dos dançarinos de breaking. Grudada na barra do palco, Joana Vitória, de 11 anos, não piscava e saiu do Euclides Dourado garantindo que vai começar a dançar também. <em>“Eu só conhecia pela televisão. Já pedi a minha mãe pra procurar aula pra mim”</em>, disse a menina, que mora em Garanhuns.</p>
<p>Para compor a mesa de jurados, foram convidados três experientes b-boys: Victor Erick, Samuel Silva e Hugo Cheque Mate. Além da técnica e desenvoltura dos movimentos, também foram levados em consideração critérios como presença de palco e interação com o público. Monstrinho, do Jordão, e Sombra, de Águas Cumpridas, formaram a dupla vitoriosa da disputa. O segundo lugar ficou com os b-boys Fabrício (Alto José do Pinho) e Mustang (Alto Santa Terezinha).</p>
<div id="attachment_51951" aria-labelledby="figcaption_attachment_51951" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36129218452_8f1f3c1475_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51951" alt="MC Tiger (à esquerda) e DJ Big, idealizador da Jornada (à direita) acreditam nos elementos do Hip Hop como ferramentas de inclusão social " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36129218452_8f1f3c1475_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">MC Tiger (à esquerda) e DJ Big, idealizador da Jornada (à direita) acreditam nos elementos do Hip Hop como ferramentas de inclusão social</p></div>
<p>O duelo mais importante do dia, no entanto, foi protagonizado pelos MC’s, que se enfrentaram sob o julgamento de dois grandes rimadores pernambucanos: Tiger MC e MC Mago. Os dois avaliaram itens como métrica, ritmo, conteúdo das rimas, desenvoltura e performance no palco.  <em>“O MC nada mais é do que um poeta urbano, ele leva para o palco as coisas que vivencia na rua. Faz parte da cultura do nordestino assistir aos desafios dos emboladores e cantadores populares. O público gosta de ver a provocação e a resposta”</em>, comentou Big, diante da grande receptividade do público, que torceu e vibrou com as atuações dos MC’s.</p>
<p>O grande vencedor da Jornada foi MC Speed, natural de Limoeiro. Cantor, compositor e vocalista do grupo D’Cara pra Rua, Speed venceu todos os duelos. Aos 22 anos, o artista demonstrou domínio de conteúdo e improvisação, boa dicção, métrica e respeito aos outros MC’s. <em>“Essa vitória é muito importante para mim porque representa mais um degrau que subi. Toda batalha é um momento de aprendizado”</em>, declarou ele, que além do troféu, recebeu um cachê simbólico pela participação na batalha.</p>
<p>Para Big, além do reconhecimento à relevância do movimento Hip Hop, a ação mostra a força dos jovens e aproxima a sociedade de uma cultura que reverbera os problemas do cotidiano urbano com criatividade.  “Todos os jovens participam de diversas batalhas ao longo do ano. Cada um no seu reduto. O papel do nosso projeto é fazer um trabalho mais focado a partir do movimento que eles fazem em seus bairros e suas cidades”, explanou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_51952" aria-labelledby="figcaption_attachment_51952" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36254763696_f9a7e29460_z1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51952" alt="Métrica, ritmo, conteúdo das rimas e desenvoltura foram os critérios observados durante a batalha de MC's" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36254763696_f9a7e29460_z1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Métrica, ritmo, conteúdo das rimas e desenvoltura foram os critérios observados durante a batalha de MC&#8217;s</p></div>
<p><b>Breaking a serviço do social<br />
</b>Antes do início do duelo entre MC-s e B-boys, o palco do Som na Rural recebeu 17 adolescentes, entre 15 e 17 anos, que cumprem medidas educativas em unidades da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase). Todos eles, provenientes de cidades do interior, participam de um projeto de oficinas de breaking, idealizado pelo b-boy Levy Costa. A ação existe há seis anos e usa a dança de rua para promover a inclusão social e trabalhar a autoestima de jovens que entraram conflito com a lei. <em>“As oficinas têm boa inserção nas unidades. Nosso principal objetivo é fazer com que os jovens enxerguem outras possibilidades na vida”</em>, explica Levy.</p>
<p>Diretora da Casa de Semiliberdade de Garanhuns, Luciana Virgínia, prestigiou o encontro e elogiou a parceria entre a Secult-PE e o projeto por observar o envolvimento dos adolescentes com as oficinas.<em> “Só este ano, a nossa unidade recebeu três oficinas sendo uma de grafitagem, uma de rima e outra de dança de rua. Os adolescentes aprendem muito, evoluem, participam e, agora, vão lembrar pra sempre da experiência de terem participado de um festival com o porto do Festival de Inverno”</em>.</p>
<p>Este ano, a iniciativa ganhou mais um reforço. A convite de Levy, o MC Kbça, de Jaboatão dos Guararapes, começou a ministrar oficinas de rima para os jovens. A novidade já começa a dar frutos, <em>B. Santos (nome fictício),</em> de 19 anos, natural de Garanhuns, já curtia rap, mas nunca imaginou um dia escrever sua própria letra. A música de sua autoria fala sobre injustiça social e o cotidiano das ruas e será gravada por Kbça como forma de incentivar a veia artística do adolescente, que cumpre medida em regime semi-aberto.<em> “Eu vou ter uma música gravada. Isso é uma felicidade pra mim”</em>, confessou o jovem, que conta os dias para voltar à vida social e continuar rimando a vida.</p>
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		<title>Base Sessions estreia com CrtlBeat e DJ Big</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2015 20:18:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[A Casa do Cachorro Preto]]></category>
		<category><![CDATA[Base Sessions]]></category>
		<category><![CDATA[Capibar]]></category>
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		<category><![CDATA[DJ Big]]></category>
		<category><![CDATA[DJ Vinicius Leso]]></category>
		<category><![CDATA[Estúdio Base]]></category>

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		<description><![CDATA[com informações da assessoria Surge uma nova parceria na cena artística independente: A Casa do Cachorro Preto e o Estúdio Base se unem para realizar o projeto Base Sessions, que estreia nesta sexta (17), no Capibar (Casa Forte), no Recife. Com foco na música e nas artes plásticas, a ideia é trazer, mensalmente, sempre uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>com informações da assessoria</strong></em></p>
<p>Surge uma nova parceria na cena artística independente: <strong>A Casa do Cachorro Preto</strong> e o <strong>Estúdio Base</strong> se unem para realizar o projeto Base Sessions, que estreia nesta sexta (17), no Capibar (Casa Forte), no Recife. Com foco na música e nas artes plásticas, a ideia é trazer, mensalmente, sempre uma atração musical e um DJ convidado. Quem dá o pontapé inicial é a banda <a href="soundcloud.com/ctrlbeat" target="_blank"><strong>CtrlBeat</strong></a> e o <strong>DJ Big</strong>. A cada edição da festa, quem faz as honras da casa são os DJs residentes Ravi Moreno e <strong>Vinícius Lezo</strong> (que abre a temporada). A curadoria gráfica do Base Sessions é d’A Casa do Cachorro Preto, com ilustração de estreia a cargo do artista Raoni Assis. A festa começa às 22h e os ingressos custam R$ 20 (vinte reais).</p>
<div id="attachment_23671" aria-labelledby="figcaption_attachment_23671" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rafaella Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/ctrlbeat-por-rafaella-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-23671" alt="Rafaella Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/ctrlbeat-por-rafaella-ribeiro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Música africana e latina estão no arcabouço sonoro da banda Ctrlbeat</p></div>
<p>Raízes africanas e latinas fazem parte do molho musical da banda CtrlBeat. Formada por Marcus Jerivá (guitarra e composição), Diego Drão (teclados), Filipe de Lima (baixo), José Lencastre (sax alto), Carlos Perez (bateria), Samuel Negão (percussão) e Nivaldo Marrom (sax barítono), o grupo passeia por ritmos como como afrobeat, afrocubano, afrojazz, soul, surf music e cumbia. Na bagagem de influências, eles trazem a sonoridade de Fela Kuti, Bixiga 70, Chicha Libre, Los Mirlos e Antibalas. O show terá participação especial do rapper Gustavo Pontal (soundcloud.com/gustavopontual). Dançar é a pedida!</p>
<div id="attachment_23672" aria-labelledby="figcaption_attachment_23672" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/dj-big.jpg"><img class="size-medium wp-image-23672" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/dj-big-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">DJ Big vai de hip hop, drum&#8217;n'bass e música regional na estreia do base Sessions</p></div>
<p>Com 21 anos de estrada, o DJ Big mostrará todo o seu arsenal sonoro, construído durante toda a sua trajetória. Hip hop, drum’n’bass e elementos da música regional ão a base da sal música. Big já colaborou com artistas como Otto, Via Sat, Querosene Jacaré, Spider, Negroove e Tiger e participou de festivais ao redor do mundo (Alemanha, Áustria, Estados Unidos e Inglaterra), além do RecBeat e FIG.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Base Sessions – Vol. 1</em><br />
<em> com CtrlBeat + DJ Big + DJ Vinicius Lezo</em><br />
Capibar | Rua Tapacurá, 101, Casa Forte – Recife/PE<br />
R$ 20 (vinte reais)</p>
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