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	<title>Portal Cultura PE &#187; DJ Dolores</title>
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		<title>DJ Dolores comemora 30 anos e lança novo álbum com selo inglês em turnê pela Europa</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jul 2019 18:26:34 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69831" aria-labelledby="figcaption_attachment_69831" class="wp-caption img-width-357 alignright" style="width: 357px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Lyra/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/foto_marcelolyra_olhonu_DSC_6847.jpg"><img class="size-medium wp-image-69831 " alt="Marcelo Lyra/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/foto_marcelolyra_olhonu_DSC_6847-357x486.jpg" width="357" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Na Europa, DJ Dolores lança seu novo álbum &#8220;Recife 19&#8243;</p></div>
<p>DJ Dolores completa 30 anos de atividade musical em 2019, com um currículo repleto de trilhas sonoras, álbuns autorais e colaborações em projetos multidisciplinares. Para celebrar a data, o artista está em turnê pela Europa onde lança o seu mais novo álbum através do selo inglês Sterns Music e marca presença com o novo projeto Recife 19, formado por jovens músicos da cena recifense. As apresentações da turnê, que contam com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, aconteceram nos dias 4, 6 e 7 deste mês de julho e se encerram nesta quinta (11), com a última parada no Recyclart, em Bruxelas, na Bélgica.</p>
<p>O título do álbum &#8211; que também batiza a banda &#8211; é Recife 19, cujo conteúdo tenta desvendar o Brasil contemporâneo através do olhar cosmopolita baseado no nordeste do país. Ao vivo, uma formação enxuta e eficiente com Erica Natuza (The Voice Brasil), o guitarrista Rogério Samico (Lula Queiroga), além de Lucas dos Prazeres (percussão) e Guga Fonseca (synths), ambos presenças constantes em discos e palcos dos mais diversos artistas nacionais.</p>
<p>O show tem a concepção de um set de DJ, voltado à pista, onde o pulso eletrônico, beats e sintetizadores dialogam harmoniosamente com a percussão acústica em faixas que transcendem estilos musicais numa dinâmica que poderia ser chamada de pós-gênero. Como em outros trabalhos, tudo se combina numa esquina improvável: house, cúmbia, rock, hip hop, dubs, jazz e o até mesmo maracatu e frevo.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento do novo álbum do DJ Dolores e Recife 19 pelo selo inglês Sterns Music<br />
Apresentações nos dias:<br />
- 4 de Julho: Music Box – Lisboa<br />
- 6 de Julho: Casa da Música – Porto<br />
- 7 de Julho: Diobar – Barcelona<br />
- 11 de Julho: Recyclart – Bruxelas</p>
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		<title>&#8220;Rec-Beat Apresenta&#8221; divulga programação em Olinda e João Pessoa</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2017 18:50:35 +0000</pubDate>
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<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/fototeca-apresenta.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-45090" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/fototeca-apresenta-607x274.png" width="607" height="274" /></a></p>
<p>Este ano, o Rec-Beat Apresenta, que funciona como uma prévia do festival destinada a revelações da música contemporânea, terá duas edições. A primeira será na Casa do Cachorro Preto, em Olinda, no dia 18/02, enquanto a segunda no Centro Cultural Piollin, em João Pessoa, no dia 24/02,<b> </b>pelo segundo ano consecutivo.</p>
<p>Em Olinda, o Rec-Beat Apresenta aposta nos trabalhos de <b>Amaro Freitas</b>, <b>Márcio Oliveira</b> e no grupo feminino <b>Arrete</b>. Amaro Freitas lançou no final do ano passado o elogiadíssimo álbum de estréia <em>Sangue Negro</em> e abre a noite com seu trabalho autoral que transita pelo jazz , bebop, afrojazz, samba e frevo.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/sc7N2Wl7qww" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Na sequência vem Márcio Oliveira, que se dedica ao trompete desde os doze anos de idade e já passou por inúmeros projetos relevantes, como a Orquestra Popular do Recife. Para o “Rec-Beat Apresenta” Márcio traz o resultado do álbum <em>Encabeçando</em>, lançado em 2015, onde ele explora toda a diversidade e linguagem da música afro-brasileira. Este trabalho colocou-o entre os melhores instrumentistas do país, na opinião da crítica.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ewicManxDDU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Já o grupo Arrete é formado pelas Mcs Ya Juste, Nina Rodrigues e Weedja Lins e a Bgirl Duda Serafim e mostra a força da nova geração das mulheres cujo trabalho agrega conhecimentos adquiridos na cultura hip hop, com estilos como rap,ragga, d<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Drum_and_bass">rum and bass</a> e trap.  Atualmente, o grupo está se preparando para o seu disco de estréia.</p>
<p>Na abertura, nos intervalos entre as bandas e para encerrar a noite, a Casa do Cachorro Preto recebe o DJ Rimas.INC, que envereda pela música pop e eletrônica e traz no set um mix com suas próprias faixas produzidas a partir de mashups, bootlegs e reworks, indo do coco ao moombahton, da embolada ao raggamuffin, do baião a cumbia, do forró a música balkan.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/JgYGerB0zNg" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Em João Pessoa, o Centro Cultural Piollin receberá, na sexta-feira de Carnaval, <b>O Terno, Negros de Harvar,  ÀTTØØXXÁ, Seu Pereira, Dj Dolores </b>e a <b>DJ Sarah Blackbird. </b>Já consolidado na cena musical independente, O Terno fará na Paraíba o aquecimento para subir no palco principal do Festival. O power trio paulista chama atenção pela sua estética sonora autoral, com timbres sessentistas de rock e pop experimental. O terceiro e novo disco, <em>Melhor Do Que Parece</em>,  patrocinado pela Natura Musical, foi citado como melhor de 2016 em diversas listas especializadas.</p>
<p>Direto do Chile, o Rec-Beat Apresenta traz o grupo de hip hop Negros de Harvar, que estará pela primeira vez no Brasil, apresentando o disco <em>Embiei</em> (2015) e o single recém lançado, <em>La mala reputación. </em>O grupo explora as raízes latino-americanos para então fundir com ritmos urbanos, com músicas inspiradas na salsa, cumbia, cha cha cha, merengue e bachata.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/CpMGvowuf58" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Já o DJ ÀTTØØXXÁ  ganhou as pistas de Salvador e de outras cidades nordestinas, com sua mistura de arrocha e pagode baiano com música eletrônica. O músico e produtor musical Rafa Dias utiliza letras de autoria própria nas músicas e apresentará seu novo disco <em>BLVCKBVNG</em>. Da cena local paraibana, o evento vai receber Seu Pereira e Coletivo 401, grupo cheio de swing, calcado no samba-rock com sotaque nordestino que tem circulado por festivais pelo Brasil, levando sua música temperada pelo baião, carimbó e xote.</p>
<p>Trazendo mais um pouco da essência do Festival, DJ Dolores também participa com sua rica bagagem de músicas autorais e remixes. O veterano da cena Mangue Beat dialoga com diferentes linguagens artísticas, compõe trilhas para cinema, traz experiência acumulada pelo Brasil, nos circuitos internacionais de música e projetos que atua, como Frevotron e a Orchestra Santa Massa, com a qual participou dos Jogos Olímpicos no Rio.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tFIXXfSs_w0" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A discotecagem geral fica por conta da DJ Sarah Blackbird, jornalista que toca pelo circuito Paraíba-Pernambuco, com passagens por festas como Summertime, Let’s Dance, Odara, Som na Rural e aberturas de shows. Seu set traz indie-rock dançante, soul, electro e pop.</p>
<p>A realização do “<b>Rec-Beat Apresenta&#8221; </b>é da Rec-Beat Produções e, em João Pessoa, com parceria e produção da Garatuja e Rabissaca Produções. Incentivo do Funcultura &#8211; Fundo Pernambucano de Incentivo a Cultura/Governo do Estado de Pernambuco. Player oficial, Spotify e media partner, Brasileiríssimos e OGrito!.</p>
<p><b>&#8220;Rec-Beat Apresenta&#8221; Olinda</b></p>
<p>Data: 18/02 (sexta-feira)<br />
Horário: 19h<br />
Local: Casa do Cachorro Preto<br />
Rua Treze de Maio, 99, Carmo, Olinda, Recife<br />
Entrada Gratuita</p>
<p><b>Atrações:<br />
</b>Amaro Freitas<br />
Márcio Oliveira<br />
Arrete<br />
Rimas.INC (a.k.a. Clécio Rimas)<br />
* Todos artistas de PE</p>
<p><b>&#8220;Rec-Beat Apresenta&#8221; João Pessoa<br />
</b>Data: 24/02 (sexta-feira)<br />
Horário: 19h<br />
Local: Centro Cultural Piollin<br />
Rua Professor Sizenando Costa, S/N, Róger, João Pessoa<br />
Entrada: R$ 20,00 (antecipado), R$ 30,00 (na entrada)<br />
Ingressos, venda online: <a href="https://www.sympla.com.br/rec-beat-apresenta---joao-pessoa__116258">https://www.sympla.com.br/rec-beat-apresenta&#8212;joao-pessoa__116258</a></p>
<p><b>Atrações:</b></p>
<p>O Terno (SP) * também no Festival Rec-Beat<br />
Negros de Harvar (Chile)<br />
ÀTTØØXXÁ (BA)<br />
Seu Pereira e Coletivo 401 (PB)<br />
Dj Dolores (PE)<br />
DJ Sarah Blackbird (PE)</p>
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		<title>Rec-Beat completa 20 anos conectando Recife ao mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2015 19:40:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Em meio a toda euforia carnavalesca, chuva, suor e cerveja também se misturam além do frevo ou do maracatu. Eles também se conectam com sons de outras paragens, se integram a linguagens universais, a outras culturas e também caem na folia&#8230; bem “ao seu modo”. Há 20 anos, o Rec-Beat vem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_20821" aria-labelledby="figcaption_attachment_20821" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/mombojó.jpg"><img class="size-medium wp-image-20821" alt="Marcelo Soares/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/mombojó-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O Mombojó chega a 15 anos de carreira e apresenta, no Rec-Beat, show do disco &#8220;Alexandre&#8221;</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Em meio a toda euforia carnavalesca, chuva, suor e cerveja também se misturam além do frevo ou do maracatu. Eles também se conectam com sons de outras paragens, se integram a linguagens universais, a outras culturas e também caem na folia&#8230; bem “ao seu modo”. Há 20 anos, o <strong><a href="http://recbeatfestival.com/2015/" target="_blank">Rec-Beat</a></strong> vem sendo responsável pela sintonia fina que Recife estabelece com frequências de todas as partes do mundo, em plena Folia de Momo. Instalado no Cais da Alfândega (Bairro do Recife), o festival, que, este ano, acontece de 14 a 17 de fevereiro, divulgou sua programação, no início da tarde, e, mais uma vez, prima pela diversidade de referências sonoras, que já se tornou uma experiência anualmente aguardada pelos “carnavalescos” mais descolados. O Rec-Beat 2015 tem apoio do <strong>Governo de Pernambuco</strong> e patrocínio da <strong>Prefeitura do Recife</strong>. Confira <a href="http://recbeatfestival.com/2015/programacao" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> a programação completa.</p>
<p>Como já é de costume, pernambucanos têm espaço garantido na programação do Rec-Beat. A banda <strong>Mombojó</strong> apresenta o show do seu mais recente álbum, <em>Alexandre</em> (2014); <strong>Tagore</strong> vem com a pegada de referências do udigrudi setentista, em seu primeiro disco, <em>Movido a Vapo</em>r (2014). Outro que também vem com show inédito na capital pernambucana é o percussionista <strong>Jam da Silva</strong>, com seu segundo solo, <em>Nord</em> (2014). Veteranos de Rec-Beat, <strong>Lucas e Orquestra dos Prazeres</strong> repetem a dose do que apresentaram em 2012, com todo o poder de sua percussão. <strong>DJ Dolores</strong> apresenta sua Banda Sonora, trabalho baseado no disco lançado em 2013, com trilhas sonoras compostas para filmes pernambucanos e nacionais. E a antológica <strong>Matalanamão</strong>, com seus mais de 20 anos de existência, é rememorada no festival.</p>
<div id="attachment_20822" aria-labelledby="figcaption_attachment_20822" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/Luiz-Melodia.jpg"><img class="size-medium wp-image-20822" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/Luiz-Melodia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Luiz Melodia encerra o Rec-Beat 2015, com show no dia 17 de fevereiro, Terça-feira de Carnaval</p></div>
<p>Entre os destaques nacionais, está o cantor e compositor <strong>Luiz Melodia</strong>, que encerra o festival, no dia 17 de fevereiro, com voz e malemolência já conhecidas de todo o Brasil, desde a década de 1970. <strong>Thiago Petit</strong> também é atração do festival, com seu novíssimo disco <em>Rock n’ roll sugar Darling </em>(2014), assim como <strong>Juçara Marçal</strong>, da banda Metá Metá, que desta vez, vem com seu disco solo, <em>Encarnado</em> (2014). Os baianos <strong>Russo Passapusso</strong> e <strong>Lucas Santanna</strong> também vem ao Recife com shows recentes. O primeiro, que também é integrante do Baiana System, mostra o seu disco solo, <em>Paraíso da Miragem</em> (2014). Já Santtana, artista experiente e responsável por trabalhos vigorosos na música brasileira contemporânea, vem com o seu mais recente, <em>Sobre noites e dias</em> (2014). Diretamente do Sergipe, a <strong>Coutto Orchestra</strong> mostrará ao público a sua mistura de autêntico ritmo nordestinos com elemento do tango, cumbia, valsas e marchas.</p>
<div id="attachment_20823" aria-labelledby="figcaption_attachment_20823" class="wp-caption img-width-500 alignnone" style="width: 500px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/man-or-astro-man.jpg"><img class="size-full wp-image-20823" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/man-or-astro-man.jpg" width="500" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Diretamente do Alabama (E.U.A.), Man or Astro-man? leva sua surf music ao Rec-Beat 2015</p></div>
<p>O Rec-Beat continua a dialogar com a música feita em todo o globo terrestre também e traz atrações internacionais ao palco do Cais da Alfândega. A América Latina ganha destaque nessas conexões e terá como representantes <strong>Dengue Dengue Dengue!</strong> (Peru), <strong>Mitú</strong> (Argentina), com elementos caribenhos reprocessados em sons eletrônicos, e o também multi-instrumentista argentino <strong>Axel Krygier</strong>, que traça um “triálogo” entre rock, jazz e cumbia. Outros estrangeiros também marcam presença, a exemplo da surf music do <strong>Man or Astro-Man?</strong>, o blues de <strong>Marquise Knox</strong>, além do nigeriano <strong>Keziah Jones</strong>, que une elementos do funk dos anos 1970 às suas raízes africanas, e da austríaca radicada nos EUA, <strong>Dorit Chrysler</strong>.</p>
<p><strong>Recbitinho</strong><br />
O carnaval “alternativo” do Rec-Beat também tem espaço pra garotada. É o Recbitinho, que acontece, por mais um ano, no térreo do Paço Alfândega, na segunda (16) e terça (17) de carnaval. Neste ano, os convidados são os espetáculos ítalo-brasileiros &#8220;Tuttotorna&#8221;, do grupo <strong>Giullari Del Diavolo</strong>, e &#8220;Alice e Il Mago&#8221;, da <strong>Cia Circo Il Bianconiglio</strong>.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Festival Rec-Beat &#8211; 20 anos</em><br />
14 a 17 de fevereiro de 2015<br />
Cais da Alfândega, Bairro do Recife<br />
Acesso gratuito ao público</p>
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		<title>Museu do Estado recebe projeto musical &#8216;Fuso&#8217;</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2015 15:16:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A música vai dar o tom da programação do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) neste próximo sábado (24). O projeto Ouvindo e Fazendo Música no MEPE vai receber desta vez, às 17h, o grupo musical Fuso, formado pelos músicos DJ Dolores e Hugo Linns. A entrada custa R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia). [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19908" aria-labelledby="figcaption_attachment_19908" class="wp-caption img-width-470 aligncenter" style="width: 470px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/16273463206_26c886a928_o.jpg"><img class="size-full wp-image-19908" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/16273463206_26c886a928_o.jpg" width="470" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo musical &#8216;Fuso&#8217; é formado pela dupla DJ Dolores e Hugo Linns</p></div>
<p>A música vai dar o tom da programação do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) neste próximo sábado (24). O projeto <em>Ouvindo e Fazendo Música no MEPE</em> vai receber desta vez, às 17h, o grupo musical Fuso, formado pelos músicos DJ Dolores e Hugo Linns. A entrada custa R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia).</p>
<p>O projeto Fuso reúne a viola dinâmica de Hugo Linns com a programação e timbres eletrônicos do Dj Dolores. Uma relação moderna entre o elétrico e o acústico em uma narrativa contemporânea e urbana sobre a sonoridade nordestina.</p>
<p>Neste sentido, DJ Dolores e Hugo Linns se apresentam com uma combinação inusitada entre sons programados, design sonoro e viola nordestina com pedais de efeitos, procurando uma narrativa contemporânea urbana e explorando o encontro de forma a criar sons num fuso temporário.</p>
<p><strong>OUTRAS ATRAÇÕES -</strong> Além do show do Fuso, os sábados no Museu vão contar até fevereiro com shows de atrações como Isadora Melo, Mario Ulloa e Juliano Holanda.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, com Fuso</em><br />
Museu do Estado (Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife – PE)<br />
Sábado (24) | 17h<br />
Ingressos: R$ 5,00 (inteira) e R$ 2,50 (meia)<br />
Horários de visitação: Terça a sexta das 9h às 17h Sábados e domingos das 14h às 17h Telefone: (81) 3184.3170 | 3184.3178</p>
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		<title>Novos ares para o Coquetel Molotov em 2014</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2014 21:31:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova O festival No Ar: Coquetel Molotov chega à sua 11ª edição repaginado e de casa nova. A Coudelaria Souza Leão, na Várzea, um amplo ambiente ao ar livre, é que vai abrigar a jornada musical desse ano, marcada para o próximo dia 11 de outubro. Antes disso, uma programação extensa, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>O festival No Ar: Coquetel Molotov chega à sua 11ª edição repaginado e de casa nova. A Coudelaria Souza Leão, na Várzea, um amplo ambiente ao ar livre, é que vai abrigar a jornada musical desse ano, marcada para o próximo dia 11 de outubro. Antes disso, uma programação extensa, que começa dia 27 de setembro e inclui Passeio Ecológico, a Mostra Play The Movie, shows da prévia, além de workshops e debates. Entre os destaques musicais, nomes como Russian Red (Espanha), La Femme (França), Flora Matos (DF), Phill Veras (MA), entre outros. Pernambucanos também figuram na grade: Karina Buhr, DJ Dolores, Graxa, Rua, The Trumps e Guilherme de Paula se apresentam. O Som na Rural, projeto de Rogê de Renor, também marcará presença no festival. O festival No Ar: Coquetel Molotov tem patrocínio do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco/Fundarpe e da Empetur.</p>
<div id="attachment_14049" aria-labelledby="figcaption_attachment_14049" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pri Buhr/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/karina-buhr.jpg"><img class="size-medium wp-image-14049" alt="Pri Buhr/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/karina-buhr-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Kaina Buhr irá interpretar clássicos da banda Secos e Molhados</p></div>
<p>A mudança de local que acontece neste ano reflete uma renovação natural do evento, que vem ganhando outras dimensões e contornos nos últimos anos. Saindo do ambiente de teatros fechados, o Coquetel Molotov segue agora para um espaço ao ar livre. &#8220;E<em>ra um desejo de renovação mesmo. Estamos fechando um ciclo depois de 10 anos de festival. Agora é Coquetel Molotov ano 1 novamente</em>&#8220;, explicou Ana Garcia, uma das produtoras do festival. A programação começa, justamente, com o Passeio Ecológico, no Jardim Botânico do Recife, no dia 27 de setembro. A atividade é promovida em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade. A proposta é levar o Coquetel Molotov para além da programação de shows, mostras de cinema e debates, e inseri-lo em conceitos que dialoguem com questões contemporâneas, como a cultura da sustentabilidade e as artes integradas.</p>
<p>Já na Coudelaria Souza Leão, onde acontece a programação do dia 11 de outubro, esse conceito ganha ainda mais sentido, ao integrar o festival a essa nova realidade. Em um espaço de campo, verde e natureza, estarão dispostos três ambientes, que abrigarão dois palcos e uma área de convivência, com diversas atividades. Artistas de rua estampando outdoors, bicicletas que produzem energia solar (para o carregamento de aparelhos celulares, por exemplo), criação de instrumentos musicais para possíveis jams sessions dos artistas que se apresentam no festival, além de 25 expositores das mais diversas marcas. Tudo será voltado a criar um clima mais livre e natural, imergindo o festival numa outra atmosfera, diferente de um centro de convenções e um teatro. &#8220;<em>Pensamos que era preciso redescobrir o que existe na cidade, algo que fosse além da oferta de shows, e que atendesse às novas demandas geradas pelo crescimento do festival</em>&#8220;, explicou Jarmeson de Lima, também produtor do Coquetel Molotov.</p>
<p>Confira <strong><a href="http://coquetelmolotov.com.br/novo/festival-no-ar-coquetel-molotov-2014-sempre-aberto-a-novidades/" target="_blank">AQUI</a></strong> a programação completa do No Ar: Coquetel Molotov.</p>
<p><strong>Shows</strong><br />
Na programação principal do Coquetel Molotov, que acontece no dia 11 de outubro, dois palcos abrigarão os shows. Começando agora mais cedo, a programação do palco Red Bull Music Academy tem início às 15h, com o pernambucano Guilherme de Paula. Serão sete atrações ao longo da tarde/noite. A última delas, a dupla Bok Bok (UK), se apresenta à meia-noite em ponto.</p>
<p>No meio dessa primeira programação, por volta do pôr-do-sol, têm início os shows do palco principal. A primeira apresentação é do músico paraense Jaloo (PA). Quem encerra são os paulistas da Aldo The Band, que sobem ao palco por volta de 1h. Nesse ínterim, passarão por lá as principais atrações do festival, como a banda La Femme (França), com seu pop psicodélico, de base krautrock e pegada de surfmusic. Nova sensação da música europeia, a cantora espanhola Russian Red também se apresenta. O hip hop nacional será representado na voz e na rima de Flora Matos (DF).</p>
<div id="attachment_14053" aria-labelledby="figcaption_attachment_14053" class="wp-caption img-width-550 alignnone" style="width: 550px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/la-femme.jpg"><img class="size-full wp-image-14053" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/la-femme.jpg" width="550" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">Franceses do la Femme também se apresentam no festival</p></div>
<p>A cantora Karina Buhr &#8211; na verdade, nascida em Salvador (BA), mas com sua vida e carreira musical consolidada em Pernambuco &#8211; é uma velha conhecida do público, por suas performances explosivas e letras “romanticamente corrosivas”. Dessa vez, ela traz, pela primeira vez para Pernambuco, o show baseado no repertório da mítica banda Secos e Molhados, da qual fez parte o cantor Ney Matogrosso. O maranhense Phil Veras também está na programação, como o escolhido da enquete realizada pelo festival no início do ano. Já a banda paulista Inky se junta ao músico pernambucano Rodrigo Coelho, num diálogo entre o rock e a música eletrônica.</p>
<p>Nos horários alternados dos shows, a opção é visitar o terceiro espaço, onde estarão localizadas as outras atividades do festival, e onde o público também poderá conferir o Som na Rural, de Rogê de Renor, que ficará instalado na área, recebendo DJs convidados.</p>
<p><strong>Play The Movie</strong><br />
Por mais um ano, o Coquetel Molotov traz ao público a Mostra Play The Movie, que acontece no Cinema São Luiz. De 30 de setembro a 3 de outubro, serão exibidos filmes &#8211; entre longas e curtas &#8211; que têm sempre a música como pano de fundo, além de clipes pernambucanos. Todos os dias, ao final de cada sessão, uma atração musical se apresenta, executando, ao vivo, a trilha sonora de uma produção cinematográfica. O homenageado da Mostra é o &#8220;sergipano-pernambucano&#8221; Hélder Aragão, o DJ Dolores, presença constante nas trilhas sonoras dos principais filmes pernambucanos dos últimos 15 anos. Ele encerra o Play The Movie, no dia 03, ao lado da VJ Mary Gatis, formando a Banda Sonora Duet.</p>
<div id="attachment_14050" aria-labelledby="figcaption_attachment_14050" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/dolores.jpg"><img class="size-medium wp-image-14050" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/dolores-607x409.jpg" width="607" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">DJ Dolores encerra a programação da Mostra Play The Movie</p></div>
<p>No dia 30 de setembro, abertura da Mostra, a banda Rua (PE) executará a trilha do filme espanhol &#8220;Finisterrae&#8221; (2010), do ator e diretor Sérgio Caballero. The Trumps (PE) vem, no dia 1º de outubro, com o clássico do cinema brasileiro &#8220;À meia noite levarei sua alma&#8221; (1963), de José Mojica Marins, o Zé do Caixão. No terceiro dia da Play The Movie, 2 de outubro, o músico Maurício Pereira, da banda Mulheres Negras, estará presente para comentar o filme &#8220;Música serve pra isso &#8211; Uma história dos Mulheres Negras&#8221;, e, junto ao pianista Daniel Szafran, tocará o seu disco &#8220;Mergulhar na surpresa&#8221; (1998), que servirá de trilha para o filme &#8220;8¹/²&#8221; (1963), de Fellini.</p>
<p><strong>Prévia</strong><br />
A programação totalmente dedicada à música começa no dia 4 de outubro, com a realização da prévia do Coquetel Molotov, que acontece na casa de shows Estelita (Cabanga). Quem se apresenta nesta noite são o cantor e compositor Graxa (PE) e a banda Audac (PR).</p>
<div id="attachment_14051" aria-labelledby="figcaption_attachment_14051" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juvenil Silva/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/graxa.jpg"><img class="size-medium wp-image-14051" alt="Juvenil Silva/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/graxa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor e compositor Graxa é atração da prévia, no Estelita</p></div>
<p>Com suas letras que retratam, de forma particular e bem humorada, situações do cotidiano (em geral auto-biográficas), o músico Graxa apresenta ao público uma sonoridade que trafega pelo rock&#8217;k'roll, blues e o brega, presentes no seu primeiro disco, &#8220;Molho&#8221; (2013), que também teve uma tiragem em vinil. Tiradas sobre amores platônicos, situações inusitadas numa unidade da UPA, o ingrato dia a dia de um garçom estão entre os assuntos presentes nos versos irônicos do &#8220;cronista do Jiquiá&#8221;.</p>
<p>Com seu primeiro disco lançado em 2013 (este ano no Japão e na Europa), sob a batuta do primeiro produtor dos Strokes, Gordon Raphael, a banda curitibana Audac traz ao palco uma sonoridade que se equilibra entre a visceralidade do rock lo-fi e os vocais suaves de Alyssa Aquino e Débora Salomão. Pela primeira vez em Pernambuco, eles prometem agitar o palco do Estelita, com sua música que passeia por influências dos anos 1980 e 1990.</p>
<p><strong>Oficinas e debates</strong><br />
O espaço Roda Café, no Bairro do Recife, vai abrigar mais uma etapa do Coquetel Molotov. De 08 a 10 de outubro, sempre às 14h, profissionais de diversas áreas vão discutir temas ligados a cultura contemporânea. Empreendedorismo, financiamento colaborativo, sustentabilidade e mercado da música estarão nas pautas. O produtor Carlos Eduardo Miranda marcará presença no último dia, debatendo o tema &#8220;Como sobreviver e se adaptar ao novo mercado musical&#8221;.</p>
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		<title>Debate politizado no FPNC</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2012 13:09:21 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5273" aria-labelledby="figcaption_attachment_5273" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989784419_08c3b05ecc_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5273" alt="Debates reuniram participantes do Recife e de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989784419_08c3b05ecc_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Debates reuniram participantes do Recife e de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Festival promoveu no sábado (15/9) debates sobre democratização da comunicação e mercado de música</em></p>
<p>Por Olívia Mindêlo</p>
<p>“Muito mais do que sobre rádio e TV pública, a gente está falando aqui sobre cidadania”. A fala do DJ e radialista Patrick Torq4 soou como uma síntese, na tarde de ontem (15/9), do propósito das rodas de diálogo realizadas pelo FPNC em Gravatá. Tanto no debate sobre a Democratização da Comunicação quanto na discussão sobre O Atual Mercado de Música, a necessidade de reunir pessoas para promover o direito à comunicação, a reflexão crítica e a melhoria das práticas profissionais pareceu perpassar as falas e os interesses presentes.</p>
<p>No primeiro debate, relacionado à comunicação, a questão das rádios públicas dominou o verbo, sobretudo pela experiência dos participantes Roger de Renor (atual diretor da TV Pernambuco) e Patrick Tor4 – e, claro, também pela própria força que esses canais ainda possuem nas cidades do interior do estado, como Gravatá.</p>
<p>Ambos colocaram em pauta suas lutas em prol das emissoras públicas, reforçando que, apesar das dificuldades, fazer rádio de qualidade no País é possível. Isso significa ampliar a conscientização e o gosto cultural da população, veiculando, entre outros pontos, a produção musical que não tem vez nos grandes meios. Patrick citou os exemplos das rádios de Sergipe, da qual foi diretor, do Pará e de Minas Gerais. Todas estatais que, segundo ele, se tornaram exemplos nacionais. Já Roger falou sobre programas como o extinto “Som da sopa”, da TV Universitária, que também esteve à frente como apresentador, diretor e idealizador, além das atuais batalhas para estruturar a TV Pernambuco e uma rede de televisões públicas no Brasil.</p>
<p>Alguns profissionais de comunicação de Gravatá também participaram da discussão. Foi o caso do jornalista Tomaz de Aquino, atualmente responsável pelo Jornal Rota 232, de seu município. Ele conversou sobre os atuais veículos gravataenses, chamando atenção para o domínio dos políticos nas rádios e até nos blogs. Para isso citou o caso do <a title="blog do castanha" href="http://www.blogdocastanha.com/" target="_blank">Blog do Castanha</a>, retirado do ar recentemente por questões políticas, mas já de volta. O próprio Castanha esteve presente, comentando as dezenas de processos que já recebeu decorrentes de sua atuação jornalística. Tomaz de Aquino também reforçou a necessidade de se discutir os pontos principais do <a title="fórum nacional pela democratização da comunicação" href="http://www.fndc.org.br/" target="_blank">Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação</a> (FPDC).</p>
<p><strong>Sobre música</strong></p>
<div id="attachment_5274" aria-labelledby="figcaption_attachment_5274" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989790010_17bf3716f8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5274" alt="Tiné, Zé Brown, DJ Dolores e Vinícius Carvalho (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989790010_17bf3716f8_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tiné, Zé Brown, DJ Dolores e Vinícius Carvalho (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Assim como a música foi um dos pontos tocados no primeiro debate, a comunicação também foi assunto abordado na segunda roda de diálogo promovida ontem (15/9) pelo FPNC, sobre o atual mercado de música. A internet foi novamente colocada em pauta, desta vez como local indispensável à difusão da produção musical. Para DJ Dolores, um dos participantes da roda, a web é mais do que isso: coloca-se como um espaço para criação, pesquisa e articulação.</p>
<p>Além de Dolores, também convidado pelo festival de Gravatá para tocar nos intervalos e fins dos shows, conduziram o diálogo o músico Tiné, da Orquestra Contemporânea de Olinda, e o rapper Zé Brown, que comandou a locução do Palco Nação Cultural.</p>
<p>Como sobreviver da música foi a questão que mais dominou a conversa, sobretudo a partir das perguntas levantadas por artistas de Gravatá, que repetiram a velha máxima de “como é difícil viver de música no estado”. Zé Brown falou sobre a dificuldade de trabalhar com rap, mas de outros caminhos para se viver do próprio ofício. Dolores reforçou o quanto é preciso levar a sério isso: “É um trabalho como qualquer outro”. E é preciso se esforçar, se dedicar.</p>
<p>Os debates foram mediados, respectivamente, por Guilherme Gatis, assessor do Festival Pernambuco Nação Cultural, e Vinícius Carvalho, diretor executivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco.</p>
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		<title>Instigação marcou a noite de sexta em Gravatá</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/instigacao-marcou-a-noite-de-sexta-em-gravata/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Sep 2012 14:09:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[ Por Duda Martins Nando Reis sempre se fez presente nas suas músicas. Ele é metalinguagem. Está para suas composições assim como elas estão para ele. Mas é bom ver quando alguém, de repente, sai de si para ser outros. Na noite de ontem (14/9), o Palco Nação Cultural viu muitos artistas em um só. Sem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5297" aria-labelledby="figcaption_attachment_5297" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987948698_acb946187a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5297" alt="Público no show de Nando Reis (Foto: Costa Neto) " src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987948698_acb946187a_z-607x383.jpg" width="607" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">Público no show de Nando Reis (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p style="text-align: left;"> Por Duda Martins</p>
<p>Nando Reis sempre se fez presente nas suas músicas. Ele é metalinguagem. Está para suas composições assim como elas estão para ele. Mas é bom ver quando alguém, de repente, sai de si para ser outros. Na noite de ontem (14/9), o Palco Nação Cultural viu muitos artistas em um só. Sem dúvida, Nando foi uma das grandes atrações da noite, com parte do show “Bailão do ruivão”, o seu primeiro de músicas não autorais. No mesmo palco, a paulista Mariana Aydar fez sua estreia no interior de Pernambuco, ainda representado pelo projeto local Canta Gravatá e pela cantora Chris Nolasco, que nasceu na Bahia, mas veio morar em Pernambuco aos 2 anos.</p>
<div id="attachment_5298" aria-labelledby="figcaption_attachment_5298" class="wp-caption img-width-500 aligncenter" style="width: 500px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987961532_7944c51abf.jpg"><img class="size-full wp-image-5298" alt="Projeto Canta Gravatá abriu a noite (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987961532_7944c51abf.jpg" width="500" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto Canta Gravatá abriu a noite (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Treze cantores, além de músicos e vocais de apoio, estavam entre o <em>casting</em> do Canta Gravatá, projeto de artistas locais que procurou agradar a todos os gostos, com apresentações de MPB, rock pop, forró, balada e até reggae. Nos intervalos, o DJ Dolores era um show à parte, ora interagindo com o rap de Zé Brown, que estava na locução do palco; ora colocando o povo para dançar com seu repertório de vanguarda.</p>
<p>Palmas para a cantora Chris Nolasco, que chegou em seguida com sua voz suave, presença de palco e ótimo repertório. Uma boa combinação para a noite de ontem. Sem contar o afinado time de músicos, que mandou bem nos arranjos de jazz, samba e música afro. “Pele negra” é o nome do disco. Muita qualidade.</p>
<div id="attachment_5299" aria-labelledby="figcaption_attachment_5299" class="wp-caption img-width-500 aligncenter" style="width: 500px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987953713_614a53257d.jpg"><img class="size-full wp-image-5299" alt="Chris Nolasco foi de jazz, samba e música afro (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987953713_614a53257d.jpg" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Chris Nolasco foi de jazz, samba e música afro (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>De cantoras o Brasil está bem servido. Mariana Aydar veio com tudo para Gravatá. Antes de entrar no palco, nos confessou: “Há duas semanas, fiz meu primeiro show no Recife, no incrível Teatro de Santa Isabel. De coração, foi um dos melhores shows da minha vida. Minha expectativa é que aqui seja igual ou melhor”. E se cumpriu. Charmosíssima do começo ao fim do show, Mariana estava solta no palco: dançou, pulou, fez caras e bocas, tocou triângulo e cantou, o que sabe fazer de melhor.</p>
<p>Enquanto isso, o público gritava seu nome, pedia músicas  e cantava junto em várias delas, como o samba “Vai vadiar”, o forró (que é uma de suas especialidades) “Tá?” e a composição em parceria com o seu grande amigo Dominguinhos, intitulada “Preciso do seu sorriso”. Uma das maiores qualidades da paulista é que olha nos olhos da plateia. Amor que dá pra ver e ouvir.</p>
<div id="attachment_5300" aria-labelledby="figcaption_attachment_5300" class="wp-caption img-width-323 aligncenter" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987948813_e750f5911c.jpg"><img class="size-medium wp-image-5300" alt="Mariana Aydar , charmosa e instigada (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987948813_e750f5911c-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mariana Aydar , charmosa e instigada (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Ansiosa pela entrada do “ruivão”, Assíria Lima, 17, segurou o cartaz: “Nando, me dá teu All Star”, mas não segurou as lágrimas ao ver o ídolo entrar cantando a primeira: “Sou dela”. Não sabia se cantava, tirava foto, gritava ou chorava. “Eu vim de Caruaru, sou muito fã dele. Por favor, deixa eu entrar aí”, insistindo por um lugar no <em>frontstage</em>. De boina e jaqueta jeans lá se foi Nando Reis, tocando em um show espetacular. “O mundo é bão Sebastião”, “All star”, “Do seu lado”, e numa roupagem rock’n’roll incrível, fez um pout-pourri de Wando, com “Fogo e paixão”, e Michael Sullivan e Paulo Massadas, com “Whiski a gogo”.</p>
<p>Foi quando se transformou em muitos. Foi quando Assíria não aguentou e pulou a cerca que dava acesso ao<em>frontstage</em> e teve que ser retirada aos prantos. Com “Frevo mulher” e “Marvin” encerraria o show, não fosse os gritos de “mais um” e “Bichos escrotos” dar o adeus a uma noite inesquecível.</p>
<div id="attachment_5302" aria-labelledby="figcaption_attachment_5302" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987945366_8c74d54332_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5302" alt="Nando Reis fechou a noite com &quot;Bichos escrotos&quot; (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987945366_8c74d54332_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nando Reis fechou a noite com &#8220;Bichos escrotos&#8221; (Foto: Costa Neto)<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"></span></p></div>
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		<title>FPNC em clima de bailão</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Sep 2012 19:09:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir desta quinta-feira (13/9), a música movimenta a programação do festival com atrações dançantes  O Festival Pernambuco Nação Cultural de Gravatá dá início nesta quinta-feira (13/9) à programação do Palco Nação Cultural, instalado no Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, que recebe grandes nomes do cenário musical pernambucano e nacional para movimentar ainda mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5364" aria-labelledby="figcaption_attachment_5364" class="wp-caption img-width-323 aligncenter" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/DJ-Dolores_Foto-Clara-Gouvêa.jpg"><img class="size-medium wp-image-5364" alt="DJ Dolores comanda os intervalos (Foto: Clara Gouvêa)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/DJ-Dolores_Foto-Clara-Gouvêa-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">DJ Dolores comanda os intervalos (Foto: Clara Gouvêa)</p></div>
<p><em>A partir desta quinta-feira (13/9), a música movimenta a programação do festival com atrações dançantes </em></p>
<p>O Festival Pernambuco Nação Cultural de Gravatá dá início nesta quinta-feira (13/9) à programação do Palco Nação Cultural, instalado no Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, que recebe grandes nomes do cenário musical pernambucano e nacional para movimentar ainda mais a 14ª Festa da Estação da cidade. Os shows seguem até o próximo sábado (15/9), sempre a partir das 22h.</p>
<p>O centenário de Luiz Gonzaga vem sendo homenageado em todas as etapas do FPNC e nesta edição não poderia ser diferente. O cantor Galeguinho de Gravatá abre a grade de shows do palco principal, com a noite de homenagens ao Rei do Baião, na quinta (13/9). Ele promete colocar todo mundo para dançar ao som do forró, assim como Toinho do Baião, que se apresenta logo em seguida. Depois é a vez de Anastácia subir ao palco. Quem encerra a primeira noite é o músico <a title="Cezzinha" href="http://fpnc.org/mergulhe/gravata-luiz-gonzaga-e-a-trilha-sonora-do-meu-filme-diario/" target="_blank">Cezzinha do Acordeon</a>, discípulo de Dominguinhos e uma das grandes revelações da música pernambucana.</p>
<p>Na segunda noite de shows, quem sobe ao palco é o projeto Canta Gravatá, que vem fortalecendo a cena musical local através de um CD que reúne artistas novos e veteranos da cidade. Na sequência, as cantoras Chris Nolasco e a paulista Mariana Aydar, que levam para o FPNC shows baseados nos seus últimos álbuns, seguem esquentando a noite gravataense. Quem fecha a programação da sexta é Nando Reis e os Infernais,  com o show da turnê “Bailão do ruivão”, nascido do projeto MTV ao Vivo.</p>
<p>Na noite de sábado (15/9), os pernambucanos do grupo Dunas do Barato, da Orquestra Contemporânea de Olinda e da banda Eddie garantem shows empolgantes e dançantes para o último dia do Palco Nação Cultural. O cantor, compositor e ator Seu Jorge encerra a noite com todo o seu swing carioca, apresentando o show do disco “Músicas para churrasco – volume 1”.</p>
<p>Em todas as noites, ninguém menos que o DJ Dolores assume os intervalos e os encerramentos dos shows. A programação é aberta ao público. Gravatá fica no Agreste Central do estado, a 85 km do Recife.</p>
<p>Confira abaixo a programação completa:</p>
<p><strong>Shows | Palco Nação Cultural</strong><br />
Parque de Eventos Chacre Mussa Zarzar, sempre a partir das 22h</p>
<p><strong>Quinta-feira, 13/9</strong><br />
– Galeguinho de Gravatá<br />
– Toinho do Baião<br />
– Anastácia<br />
– Cezzinha do Acordeon</p>
<p><strong>Sexta-feira, 14/9</strong><br />
– Canta Gravatá<br />
– Chris Nolasco<br />
– Mariana Aydar<br />
– Nando Reis</p>
<p><strong>Sábado, 15/9</strong><br />
– Dunas do Barato<br />
– Orquestra Contemporânea de Olinda<br />
– Eddie<br />
– Seu Jorge</p>
<p>&gt;&gt; Nos intervalos e encerramento dos shows: DJ Dolores</p>
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		<title>Mestres da música regional se encontram no Palco Guadalajara</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jul 2012 13:14:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[22º Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Azulão]]></category>
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		<category><![CDATA[Renato Teixeira]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Renato Teixeira, Xangai e Maciel Melo são as principais atrações desta terça (17/7)</p>
<div id="attachment_7208" aria-labelledby="figcaption_attachment_7208" class="wp-caption img-width-358 aligncenter" style="width: 358px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/07/FIG-71.jpg"><img class="size-full wp-image-7208" alt="O violeiro e cantador Renato Teixeira se apresenta com Xangai e Maciel Melo (Foto: Divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/07/FIG-71.jpg" width="358" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">O violeiro e cantador Renato Teixeira se apresenta com Xangai e Maciel Melo (Foto: Divulgação)</p></div>
<p dir="ltr">Um encontro especial para a música brasileira acontece na noite desta terça no 22º Festival de Inverno de Garanhuns. No Palco Guadalajara, se apresentam Herbert Lucena, Lula Queiroga, Maciel Salu e Rogério e os Cabra. Encerrando a noite, Renato Teixeira, Xangai e Maciel Melo dividem o mesmo palco. Será uma grande celebração da cultura regional, com três mestres e representantes da riqueza deste gênero musical.</p>
<p>A noite começa com Rogério e os Cabra. Criado em 2004 pelo cantor e compositor Rogério Diniz, o projeto destaca-se por apresentar em suas canções elementos da cultura regional do agreste e sertão pernambucano, com influências do reisado, coco, xaxado, baião, afoxé e maracatu. Nascido no interior de Pernambuco, filho de ferreiro e de família de agricultores, Rogério costuma dizer que “a beleza está nas coisas mais simples, desde um espulinhar de pardais em um pé de castanhola, a um bafo de candeeiro numa casa de matuto”.</p>
<p>Logo depois se apresenta Maciel Salú, em show baseado em seu terceiro álbum, “Mundo”. Sua arte concilia ritmos pernambucanos de origem, como o frevo, coco e maracatu, com o afrobeat nigeriano, o eletrônico, a negritude do jazz e o swing e batidas dos ritmos latino-americanos. Maciel Salú iniciou sua carreira em palco com a banda Chão e Chinelo (1997-2001), de onde partiu pelo caminho da world music, e mergulhou pelos beats da música eletrônica junto à Orquestra Santa Massa com o DJ Dolores (2000-2004). A partir de 2003 o artista iniciou carreira solo.</p>
<div id="attachment_7210" aria-labelledby="figcaption_attachment_7210" class="wp-caption img-width-598 aligncenter" style="width: 598px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/07/FIG-72.jpg"><img class="size-full wp-image-7210" alt="Destacado nacionalmente pelo Prêmio da Música Brasileira, Herbert Lucena se apresenta no Palco Guadalajara (Foto: Divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/07/FIG-72.jpg" width="598" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">Destacado nacionalmente pelo Prêmio da Música Brasileira, Herbert Lucena se apresenta no Palco Guadalajara (Foto: Divulgação)</p></div>
<p style="text-align: left;">Nascido em Recife, Herbert Lucena passou toda sua infância e adolescência em Caruaru, no Agreste pernambucano. Isso explica sua escolha pelo coco, ritmo de estrofes variáveis, cantado em improvisos e em estrofes prefixadas. Jacinto Silva, Jackson do Pandeiro e Azulão também foram decisivos na sua formação. O cantor também é grande admirador da parte rítmica das bandas de pífanos, o que o levou a introduzir esta formação percussiva em seu trabalho. Na Guadalajara, Herbert apresenta músicas de seu novo álbum, “Não me peçam jamais de graça a única coisa que eu tenho para vender”, que recebeu o maior número de indicações para o 23° Prêmio da Música Brasileira.</p>
<p style="text-align: left;">Palco Guadalajara (terça – 17/7):</p>
<p style="text-align: left;">21h – Rogério e Os Cabra<br />
22h – Maciel Salu<br />
23h – Herbert Lucena<br />
0h – Lula Queiroga<br />
1h – Renato Teixeira, Xangai e Maciel Melo</p>
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