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	<title>Portal Cultura PE &#187; Documentário</title>
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		<title>Série documental “Cultura Colaborativa PE” celebra a força dos espaços independentes pernambucanos</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 14:19:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[espaços colaborativos]]></category>
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		<description><![CDATA[Terreno fértil para a arte e a cultura, Pernambuco tem uma vasta tradição de iniciativas que florescem e se mantêm de formas alternativas, dialogando diretamente com os territórios dos quais são frutos. A partir do interesse em mapear, conhecer e divulgar esses espaços nasceu o projeto Cultura Colaborativa PE, que resultou em uma série documental [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121748" aria-labelledby="figcaption_attachment_121748" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Arthur Braga/ Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Foto-Arthur-Braga-1.png"><img class="size-medium wp-image-121748" alt="Foto: Arthur Braga/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Foto-Arthur-Braga-1-607x336.png" width="607" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">Luzia Barbosa, coordenadora do Memorial Sertanejo</p></div>
<p>Terreno fértil para a arte e a cultura, Pernambuco tem uma vasta tradição de iniciativas que florescem e se mantêm de formas alternativas, dialogando diretamente com os territórios dos quais são frutos. A partir do interesse em mapear, conhecer e divulgar esses espaços nasceu o projeto Cultura Colaborativa PE, que resultou em uma série documental e em uma publicação com informações e proposições para os mantenedores desses equipamentos e para as gestões públicas, a fim de auxiliar na criação e implementação de políticas públicas. O lançamento da série acontece no dia 26 de novembro, às 20h, no Bar Super 8, com a exibição de dois episódios e uma conversa com os idealizadores e participantes do projeto.</p>
<p>A partir de uma pesquisa no campo do Design, que busca soluções para problemas enfrentados pelos agentes do campo cultural, o Cultura Colaborativa PE começou a ser desenhado através de uma chamada pública que abrangeu todas as regiões do estado. O entendimento de casas colaborativas, para este trabalho, baseia-se em “comunidades de pessoas que se articulam em torno de um espaço físico, as quais se juntam para experimentar modos de vida mais distribuídos e abundantes do que centralizados e escassos”. Nessa perspectiva, a noção de comunidade é basilar.</p>
<p>A equipe mapeou mais de 120 locais independentes de cultura no estado, a partir dos quais foram selecionados representantes de diferentes áreas para a gravação da série documental, destacando a pluralidade das iniciativas, as particularidades de cada uma delas, de suas relações com os territórios onde atuam e também as questões comuns a todas.</p>
<p>Ao todo, foram produzidos oito episódios em torno de espaços que trabalham a partir de diferentes linguagens culturais, como música, teatro, artes visuais, design, literatura, gastronomia, entre outros. São eles: Casa Cores, em Petrolina; Memorial Sertanejo, em Santa Cruz; Instituto Lourival Batista, em São José do Egito; Riso da Terra, em Arcoverde; Reduto Coletivo, em Surubim; Ateliê Valcira Santiago, em Goiana; Daruê Malungo, no Recife, e Som na Rural, uma iniciativa itinerante que leva arte e cultura para diferentes cidades de Pernambuco e do Brasil.</p>
<p>“Este é um projeto de pesquisa cultural na linguagem de Design, que busca não só contar as histórias dos espaços e que tipos de impactos promovem nos territórios, mas também as dificuldades de fazer cultura nesses locais, que tipos de políticas públicas precisam ser pensadas. É um trabalho que buscou dialogar diretamente com esses agentes e fazedores de cultura, celebrando suas iniciativas e inserindo elas em um contexto mais amplo da cultura pernambucana”, explica Arthur Braga, que dirige a série junto a Luara Olívia.</p>
<p>Na data do lançamento, dia 26 de novembro, às 20h, no Bar Super 8, serão apresentados os episódios do Memorial Sertanejo e da Som na Rural. A escolha do Super 8 foi simbólica: a Mamede Simões é uma rua de tradição cultural no Recife e o local vem promovendo diversas ações de exibições de audiovisual ao ar livre. O lançamento contará com um bate-papo com as presenças de Roger de Renor e Nilton Pereira, da Som na Rural, e de Luara Olívia, além de Arthur Braga e de representantes do Memorial Sertanejo, estes últimos através de transmissão on-line. O evento terá acessibilidade com tradução para Libras.</p>
<p>A série será disponibilizada gratuitamente no YouTube, no canal da CEÇA &#8211; CoLaboratório. Os próximos episódios seguirão a seguinte ordem:</p>
<p>02/12 &#8211; Episódio 3: Instituto Lourival Batista: Poesia que Brota no Sertão do Pajeú<br />
04/12 &#8211; Episódio 4: Ateliê Valcira Santiago: Afeto e Resistência em Goiana<br />
09/12 &#8211; Episódio 5: Reduto Coletivo: Cultura em Cena no Agreste<br />
11/12 &#8211; Episódio 6: Riso da Terra: Cultura que Floresce na Porta do Sertão<br />
16/12 &#8211; Episódio 7: Daruê Malungo: Educação e Memória em Chão de Estrelas<br />
18/12 &#8211; Episódio 8: Casa Cores: Acolhimento e Orgulho no Sertão do São Francisco</p>
<p>A trilha sonora do projeto é composta exclusivamente por artistas de Pernambuco, privilegiando a produção das regiões representadas. Mais informações sobre os vídeos e sobre o projeto serão divulgadas também no Instagram da Ceça (@ceca.cc).</p>
<p><strong>PUBLICAÇÃO</strong> - Além da série documental, o Cultura Colaborativa PE também irá lançar um documento gratuito sobre os espaços culturais independentes de Pernambuco. A partir dos estudos conduzidos pela equipe, esse documento busca apontar diretrizes, a partir do design e da interdisciplinaridade, para pensar estrategicamente como políticas e ações podem ser pensadas para esses diferentes tipos de lugares.</p>
<p>O Cultura Colaborativa PE é uma realização da CEÇA &#8211; CoLaboratório e conta com incentivo do Funcultura, Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong> - Lançamento da série documental “Cultura Colaborativa PE”<br />
Local: Bar Super 8 – Rua Mamede Simões, 144, Santo Amaro<br />
Data: 26 de novembro de 2025<br />
Horário: 20h<br />
Gratuito<br />
Informações: <a href="https://www.instagram.com/ceca.cc/" target="_blank">@ceca.cc</a> (Instagram)</p>
<p>FICHA TÉCNICA DA SÉRIE “CULTURA COLABORATIVA PE”:<br />
Realização: CEÇA CoLaboratório<br />
Direção e Fotografia: Arthur Braga e Luara Olívia<br />
Pesquisa e Produção: Arthur Braga<br />
Produção Executiva: Cecília Pessôa<br />
Edição: Felipe Lafé<br />
Assistência de Edição: Ana Laura e Gabriel Justo<br />
Montagem: Felipe Lafé e Luara Olívia<br />
Entrevistas: Arthur Braga, Luara Olívia e Sara Régia<br />
Assistência de Produção: Sara Régia<br />
Ilustrações e Identidade Visual: Java Araújo<br />
Som: Vitor Maia<br />
Motion: Xico Pessoa<br />
Libras: Jacks Interpretações</p>
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		<title>Filme “Oroboro” estreia no Recife mostrando a força transformadora da arte na adolescência</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/filme-oroboro-estreia-no-recife-mostrando-a-forca-transformadora-da-arte-na-adolescencia/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 17:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
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		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema São Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Oroboro, documentário dirigido pelo cineasta e artista visual mineiro Pablo Lobato, chega ao Recife após uma circulação nacional por onde levou a força emancipatória da arte na adolescência. O filme ganha exibição na sala de cinema de rua mais icônica de Pernambuco: o Cinema São Luiz, no dia 9 de agosto, às 14h. Nos últimos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Oroboro_image01©Claroescuro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119743" alt="Foto: Claroescuro/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Oroboro_image01©Claroescuro-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Oroboro, documentário dirigido pelo cineasta e artista visual mineiro Pablo Lobato, chega ao Recife após uma circulação nacional por onde levou a força emancipatória da arte na adolescência. O filme ganha exibição na sala de cinema de rua mais icônica de Pernambuco: o Cinema São Luiz, no dia 9 de agosto, às 14h.</p>
<p dir="ltr">Nos últimos meses, o longa foi destaque em cidades como Belo Horizonte, São Paulo e Florianópolis, lotando sessões, e passou também por Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador, emocionando centenas de espectadores. Oroboro acompanha dois grupos de alunos que adaptaram para o teatro obras-primas da literatura e da música, Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, e A Flauta Mágica, de Mozart. Ao registrar também a rotina escolar, Oroboro revela uma prática formativa em que arte e vida caminham juntas — em contraste com os retratos recorrentes da adolescência marcados por diagnósticos e traumas, o filme mostra o que pode emergir quando a criação se torna eixo de formação.</p>
<p dir="ltr">A partir dos ensaios, apresentações e da rotina escolar, Oroboro acompanha a intimidade das descobertas, dores e alegrias vividas na radicalidade da juventude. As forças paradoxais das personagens encenadas movem uma vasta constelação temática: vida e morte, arte e educação, cinema e teatro, natureza e urbanização. O próprio remete ao símbolo ancestral da serpente que engole a própria cauda, formando um círculo. De origem grega, representa o ciclo da vida, a renovação e a transformação contínua.</p>
<p dir="ltr">“Diante de uma sensível prática formativa, nesta fronteira entre metrópole e interior, entre expansão econômica e conservação ecológica, percebi um espelho da sociedade brasileira contemporânea. Oroboro é fruto destes paradoxos e revela algo que resiste, vindo desse vínculo essencial entre a arte e a formação humana”, explica o diretor Pablo Lobato.</p>
<p dir="ltr">O colégio, locação principal do filme e palco das encenações, está situado em um vale entre Belo Horizonte e Nova Lima. Atravessado por um córrego e cercado por áreas verdes e corredores ecológicos, hoje se vê pressionado por uma das urbanizações mais dinâmicas do país e da especulação imobiliária.</p>
<p dir="ltr">Estudantes e educadores das áreas de pedagogia, cinema, artes, música e demais campos ligados à arte e à formação humana terão acesso gratuito à sessão no Recife, com os ingressos custeados pela Claroescuro. A única contrapartida solicitada é a organização do transporte dos participantes até o local. Caso haja interesse, a produção também poderá emitir certificados de participação para professores e profissionais da educação. Para garantir a presença, é necessário preencher o formulário disponível no link <a href="http://bit.ly/3UO834E" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://bit.ly/3UO834E&amp;source=gmail&amp;ust=1755366343011000&amp;usg=AOvVaw3CD9_1rXuVBxa7X7STtF8U">http://bit.ly/3UO834E</a> até as 23h59 da próxima quinta-feira, 7 de agosto.</p>
<p dir="ltr">Produzido pela Claroescuro Studio, Oroboro conta com o apoio da Lei Paulo Gustavo para sua distribuição e o patrocínio da Saúva Jataí para a finalização.</p>
<p dir="ltr">A confluência entre arte e formação humana no trabalho de Pablo Lobato</p>
<p dir="ltr">O retorno de Pablo Lobato ao cinema com Oroboro reafirma seu modo de criação, que escapa a uma única linguagem e se constrói na relação com diferentes contextos. Seu trabalho acontece no encontro com as forças disponíveis, na colaboração com a matéria e na atenção ao que emerge em cada fazer. Entre o cinema e as artes visuais, seus últimos anos têm sido atravessados pelos diálogos entre arte e formação humana.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Oroboro partiu de um espanto. Em 2018, me deparei com um brilhante grupo de jovens estudantes adaptando Grande Sertão: Veredas para o teatro. Fiquei profundamente tocado ao vê-los criando juntos, encontrando embocadura para esse mito fundador brasileiro. A peça já estava em curso, mas o filme nascia ali, sem um projeto, sem recursos disponíveis, apenas na urgência do que acontecia diante de mim. Senti que precisava atender a esse chamado. No início, precisei seguir sem equipe, movido por esse encontro inesperado. Aos poucos, fui me aproximando mais desse colégio de Minas Gerais, onde uma linhagem pedagógica implementa, no cotidiano, um pensamento indissociável da arte. Entre 2018 e 2020, formei uma pequena equipe e acompanhei com minha câmera os processos imersivos vividos pelos estudantes, gravando também a segunda turma de adolescentes mais jovens, que me encantou ao adaptar A Flauta Mágica, de Mozart&#8221;, relembra Lobato.</p>
<p dir="ltr">Isabella Brisa, aluna e a atriz que interpretou o personagem Hermógenes em Grande Sertão: Veredas, no ano de 2018, comenta sobre a experiência de reviver o processo de criação do espetáculo a partir do filme.  “Oroboro foi um presente maravilhoso. O filme é emocionante; sua sensibilidade me tocou profundamente. Minha sincera gratidão e admiração por esse trabalho magnífico e por todos que o tornaram possível. Foi um privilégio participar deste projeto, que reacendeu em mim o desejo de me expressar através da arte”, ressalta Brisa.</p>
<p><strong>Sobre o diretor</strong></p>
<p dir="ltr">Pablo Lobato (Bom Despacho, 1976) é artista visual e cineasta. Foi um dos criadores da Teia – Centro de Pesquisa e Produção Audiovisual, em Belo Horizonte. Realizou filmes exibidos em festivais como Locarno, Sundance e Guadalajara, onde seu primeiro longa, Acidente, recebeu o prêmio de Melhor Documentário Ibero-Americano.</p>
<p dir="ltr">Em 2009, recebeu a bolsa da Fundação Guggenheim, em reconhecimento à sua pesquisa. Expôs em instituições como o MoMA e o New Museum (Nova York), o Museu Tamayo (Cidade do México), o MACBA (Barcelona) e o MAM (São Paulo), além de bienais no Uruguai, Argentina, Índia, Portugal e Emirados Árabes.</p>
<p dir="ltr">Seu trabalho parte de encontros e escapa a uma única linguagem, orientado por uma ética da escuta. Oroboro, seu filme mais recente, e Bárbara de Cocais – Escultura Comunitária #01 condensam esse percurso, em que atenção e cuidado se entrelaçam à pesquisa, à experimentação e ao convívio — por uma proximidade radical.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviços: Oroboro no Cinema São Luiz</strong><br />
Sábado, 09 de agosto &#8211; 14h<br />
Ingressos: R$10 (inteira) e R$5 (meia)</p>
<p dir="ltr">Vendas: <a href="http://bit.ly/4llWRaE" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://bit.ly/4llWRaE&amp;source=gmail&amp;ust=1755366343011000&amp;usg=AOvVaw3-vtxFbD5ZQJtBtsZ_qXPj">http://bit.ly/4llWRaE</a> <wbr /></p>
<p dir="ltr">Ingressos disponíveis na bio @claroescuro.studio e @<a href="https://www.instagram.com/cinemasaoluizpe/#" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/cinemasaoluizpe/%23&amp;source=gmail&amp;ust=1755366343011000&amp;usg=AOvVaw2K6yTLAF1jCumvkhWY0qEr">cinemasaoluizpe</a></p>
<p dir="ltr">Mais informações: <a href="https://www.instagram.com/claroescuro.studio/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/claroescuro.studio/&amp;source=gmail&amp;ust=1755366343011000&amp;usg=AOvVaw31b8IYL62ZCcre8BskCHFB">https://www.<wbr />instagram.com/claroescuro.<wbr />studio/</a></p>
<p dir="ltr">A classificação indicativa do filme é 14 anos e a duração de 82 minutos.</p>
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		<title>Cinema São Luiz: confira a programação do último fim de semana de julho</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cinema-sao-luiz-confira-a-programacao-do-ultimo-fim-de-semana-de-julho/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 19:54:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[marcelo gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Bruscky]]></category>

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		<description><![CDATA[Dando continuidade ao seu compromisso semanal de exibir o que há de mais instigante na produção cinematográfica pernambucana e brasileira, o Cinema São Luiz reúne neste sábado (26) e domingo (27) títulos que reúnem narrativas urbanas, ambientais e afetivas. No sábado (26), a sessão começa às 14h com O Silêncio das Ostras, de Marcos Pimentel, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119183" aria-labelledby="figcaption_attachment_119183" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/BRUSCKYcapa-do-carrossel.jpg"><img class="size-medium wp-image-119183" alt="O filme &quot;Bruscky: Um Autorretrato&quot; vai ganhar a tela do São Luiz" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/BRUSCKYcapa-do-carrossel-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O filme &#8220;Bruscky: Um Autorretrato&#8221; vai ganhar a tela do São Luiz</p></div>
<p data-start="260" data-end="349">Dando continuidade ao seu compromisso semanal de exibir o que há de mais instigante na produção cinematográfica pernambucana e brasileira, o Cinema São Luiz reúne neste sábado (26) e domingo (27) títulos que reúnem narrativas urbanas, ambientais e afetivas.</p>
<p data-start="351" data-end="554">No sábado (26), a sessão começa às 14h com <em data-start="599" data-end="622">O Silêncio das Ostras</em>, de Marcos Pimentel, uma ficção que reflete sobre os impactos das tragédias ambientais em Mariana e Brumadinho, sobre a vida de uma menina que nasceu em uma vila de operários de uma mina. Depois que sua mãe desaparece sem dar explicações, ela tem que aprender a lidar com as sucessivas perdas que a vida lhe reservou. Com o fim da mineração, o local se transforma em uma vila-fantasma. Sem ter para onde ir, ela e seu cachorro são os únicos que não abandonam o lugar, até que o rompimento de uma barragem dizima a vila.</p>
<p data-start="351" data-end="554">Às 16h30, o drama <em data-start="753" data-end="773">Ainda Não É Amanhã</em>, da cineasta pernambucana Milena Thiemis, discute os dilemas enfrentados por uma jovem mulher negra diante de uma gravidez não planejada. Encerrando o dia, às 18h, será exibido <em data-start="929" data-end="955">Bruscky: Um Autorretrato</em>, documentário de Eryk Rocha sobre a trajetória do grande artista Paulo Bruscky. Passando pelas reminiscências da ditadura e seus trabalhos artísticos, o pernambucano caminha pela cidade enquanto exercita seu olhar libertário e experimentador sobre o mundo em um filme que o apresenta com toda sua profundidade, singularidade, riqueza e relevância artística.</p>
<p data-start="1016" data-end="1567">No domingo (27), a programação começa às 11h com a sessão infantil <em data-start="1083" data-end="1120">Thiago &amp; Ísis e os Biomas do Brasil</em>, filme que mistura animação, bonecos e documentário para abordar o meio ambiente de forma lúdica. Às 14h, retorna à tela <em data-start="1242" data-end="1257">Lispectorante</em>, de Renata Pinheiro, que revisita o universo de Clarice Lispector com uma abordagem inventiva e experimental. Às 16h, o destaque é <em data-start="1389" data-end="1409">Criaturas da Mente</em>,  do premiado cineasta Marcelo Gomes, sobre o neurocientista Sidarta Ribeiro, que explora como os sonhos e outras formas de acesso ao inconsciente podem transformar a experiência humana. Em sua investigação, ele propõe unir os saberes ancestrais dos povos originários e de origem africana no Brasil ao conhecimento científico, além de uma reavaliação científica das experiências com alucinógenos.</p>
<p data-start="1016" data-end="1567">Encerrando o fim de semana, às 18h45, será exibida a mostra <em data-start="1629" data-end="1662">Panoramas do Horror no Nordeste</em>, com sete curtas-metragens que trazem diferentes olhares sobre o horror contemporâneo, a partir de estéticas, mitos e inquietações regionais: <em data-start="1805" data-end="1842">Quando a Noite Chegar, Pise Devagar</em> (21’30”), <em data-start="1853" data-end="1874">O Monstro da Várzea</em> (3’), <em data-start="1881" data-end="1891">100 em 1</em> (1’), <em data-start="1898" data-end="1911">Macho Carne</em> (15’), <em data-start="1919" data-end="1953">A Botija, O Beato e A Besta Fera</em> (11’47”), <em data-start="1964" data-end="1973">Cláudio</em> (11’) e <em data-start="1982" data-end="1987">Mãe</em> (22’). A seleção propõe uma imersão em atmosferas de medo, tensão e estranhamento, refletindo sobre corporalidades, violências, crenças e heranças culturais do Nordeste.</p>
<p data-start="1016" data-end="1567">Os ingressos custam R$10 e R$5 (meia) e podem ser adquiridos na<a href="https://linktr.ee/cinemasaoluiz?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAafh3NwTgXrXx11wjD6XaIsk3mNpkYwVMU63t0JYLFpePDeeI1l3YkTrtF7Acg_aem_76rTu-1cT_A9xH388EO89w" target="_blank"> bilheteria digital </a>ou no cinema meia hora antes das sessões.</p>
<p data-start="2159" data-end="2321"><strong>Confira a programação completa:</strong></p>
<p>SÁBADO (06/07)</p>
<p>14h — O silêncio das ostras (12 anos)<br />
16h30 — Ainda não é amanhã (14 anos)<br />
18h — Bruscky: Um Autorretrato (Livre) &#8211; Sessão gratuita com debate<br />
DOMINGO (27/07)</p>
<p>11h &#8211; Thiago &amp; Ísis e os Biomas do Brasil (Livre) &#8211; R$5 (meia para todos)<br />
14h &#8211; Lispectorante (14 anos)<br />
16h &#8211; Criaturas da Mente (12 anos) &#8211; Sessão debate<br />
18h45 &#8211; Panoramas do Horror no Nordeste (16 anos) &#8211; Sessão gratuita com debate</p>
<p data-start="2159" data-end="2321">
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>“Pescadora de Direitos”: Documentário retrata trajetória de luta das pescadoras artesanais de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2025 15:20:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Pescadora de Direitos” &#8211; Documentário inspirado na história de Joana Mousinho, primeira mulher presidenta de uma colônia de pescadores no Brasil, ainda na década de 1970, tem pré-estreia marcada para esta sexta-feira (30).  O curta-metragem, que retrata a trajetória de luta das pescadoras artesanais de Pernambuco, será exibido na Colônia de Pescadores Z-10, em Itapissuma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/DIVULGAÇÃO-ITAPISSUMA.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118201" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/DIVULGAÇÃO-ITAPISSUMA-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">“Pescadora de Direitos” &#8211; Documentário inspirado na história de Joana Mousinho, primeira mulher presidenta de uma colônia de pescadores no Brasil, ainda na década de 1970, tem pré-estreia marcada para esta sexta-feira (30).  O curta-metragem, que retrata a trajetória de luta das pescadoras artesanais de Pernambuco, será exibido na Colônia de Pescadores Z-10, em Itapissuma (PE), às 19 horas, com entrada gratuita. A obra conta com incentivo da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE).</p>
<p dir="ltr">Dirigido por Jéssica Raphaela e com roteiro de Kamilla Pacheco, o  curta-metragem destaca como o ativismo de Joana continua a fortalecer a luta das mulheres pescadoras artesanais do Estado pela garantia dos territórios pesqueiros e pela preservação do meio ambiente.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Nós mergulhamos na história e no cotidiano de dona Joana para conhecer e contar sua história, e nos deparamos com uma mulher cativante, potente, que estimula toda uma comunidade de pescadoras e pescadores do país a lutarem por direitos trabalhistas e pelo ambiente do qual retiram seu sustento&#8221;, conta Jéssica Raphaela, diretora do documentário.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Quem ouve a história de Joana Mousinho se sente inspirada pelo seu pioneirismo e compromisso com a pesca artesanal. Vivemos tempos de incertezas com o futuro e conhecer trajetórias de pessoas como Joana e suas companheiras renova o sentimento de esperança que impulsiona ações em busca de mudanças na realidade&#8221;, garante a roteirista Kamilla Pacheco.</p>
<p dir="ltr">A pré-estreia ainda contará com um debate com as realizadoras e a equipe de produção do filme. Um teaser da obra já está disponível na página oficial do projeto no Instagram, o <a href="https://www.instagram.com/pescadoradedireitos.doc">@pescadoradedireitos.doc</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Pré-estreia do documentário &#8220;Pescadora de Direitos&#8221;</strong></p>
<p dir="ltr">Data: sexta-feira, 30 de maio de 2025</p>
<p dir="ltr">Hora: 19h</p>
<p dir="ltr">Local: Colônia de Pescadores Z 10 I Itapissuma (PE)</p>
<p dir="ltr"><em>Entrada gratuita</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cinema São Luiz une arte, cultura popular e consciência ambiental na programação deste fim de semana</title>
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		<pubDate>Wed, 28 May 2025 19:56:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Encerrando a programação do mês de maio e iniciando as exibições de junho, o Cinema São Luiz abre as cortinas neste fim de semana (31/05 e 01/06) com exibições plurais e educativas, trazendo sessões especiais com debates e apresentação musical ao vivo. Unindo arte, cultura popular e consciência ambiental, a grade de títulos atende a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118176" aria-labelledby="figcaption_attachment_118176" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/Pagode-do-Didi-_-Divulgacao.png"><img class="size-medium wp-image-118176" alt="Foto: Pagode do Didi, nosso ponto de encontro / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/Pagode-do-Didi-_-Divulgacao-607x461.png" width="607" height="461" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Pagode do Didi, nosso ponto de encontro / Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Encerrando a programação do mês de maio e iniciando as exibições de junho, o Cinema São Luiz abre as cortinas neste fim de semana (31/05 e 01/06) com exibições plurais e educativas, trazendo sessões especiais com debates e apresentação musical ao vivo. Unindo arte, cultura popular e consciência ambiental, a grade de títulos atende a todos os tipos de público e recebe destaque ao se integrar às atividades da Semana Estadual de Meio Ambiente, realizada pelo Governo de Pernambuco por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha de Pernambuco (Semas-PE), com apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – FUNDARPE e da Secretaria de Cultura de Pernambuco – SECULT.</p>
<p dir="ltr">Neste sábado, é a vez da memória, música e resistência feminina ganharem as telas. Às 14h30, a programação inicia com mais uma semana de exibição do longa-metragem “Memórias de um esclerosado” &#8211; obra documental vencedora de melhor filme pelo júri oficial e popular do Cine PE 2024 -, que mergulha nas maneiras que o cartunista Rafael Corrêa encontra, materialmente e subjetivamente, para lidar com o impacto de uma doença degenerativa, no caso, a esclerose múltipla. Com classificação indicativa de 12 anos, o filme conta com acessibilidade com legendas descritivas, para pessoas com deficiência auditiva ou com dificuldades em compreender a fala. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) R$ 5 (meia-entrada).</p>
<p dir="ltr">Às 16h, o público poderá conferir gratuitamente o documentário “Pagode do Didi, nosso ponto de encontro”, dirigido por Maysa Carolino. A obra retrata a história de vida e luta de Vlademir de Souza Ferreira, o Mestre Didi, de sua família e dos músicos que mantêm vivo o reduto do samba pernambucano. Com classificação indicativa livre, a sessão ainda contará com debate com a equipe do filme e apresentação musical ao vivo.</p>
<p dir="ltr">“A sessão será uma celebração e mergulho na trajetória de um dos mais importantes espaços de cultura popular e da negritude aqui em Pernambuco, que é o Pagode do Didi, Patrimônio Vivo do Estado. O filme, que é um trabalho de conclusão de curso, em Cinema e Audiovisual da UFPE, mostra um processo de humanização e organização de luta histórica de um lugar que segue como referência do ritmo aqui no Recife, desde os anos 80”, ressalta o programador e curador do Cinema São Luiz, Pedro Severien.</p>
<p dir="ltr">Encerrando o sábado, às 19h, será exibido o longa-metragem “IMO” (16 anos), da diretora Bruna Schelb. O filme, que aposta em uma narrativa visual e não linear para tratar de experiências femininas, acompanha a vida de três mulheres, que revisitam suas memórias e, em um ambiente regido por suas angústias, podem vislumbrar reações possíveis a situações que já viveram. Com classificação indicativa de 16 anos, a sessão será seguida de debate com a cineasta. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada).</p>
<p dir="ltr">No domingo, cinema e conscientização ambiental se unem em duas sessões que integram a abertura da Semana Estadual de Meio Ambiente. Às 11h, a programação inicia com o filme “Placa Mãe” (Livre), exibido em sessão especial para o público infantil, com apresentação da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade. A animação, dirigida por Igor Bastos, conta a história de Nadi, uma andróide com cidadania brasileira, que conquista o direito de adotar duas crianças, David e Lina. No entanto, a adoção gera controvérsia quando o sensacionalista digital influencer, Asafe cria uma série de polêmicas para ganhar popularidade. A sessão é gratuita.</p>
<p dir="ltr">Às 14h, é a vez do filme “Mulheres na Conservação”, obra que lança um olhar delicado e sensível sobre a vida e o trabalho de sete lideranças da luta ambiental no país. Dirigido por Paulina Chamorro e João Marcos Rosa, o documentário faz um recorte do universo feminino que está à frente de ações e estudos sobre conservação e meio ambiente no Brasil. Com classificação indicativa livre e acesso gratuito, a sessão será seguida de um debate com pesquisadores e ativistas sobre os desafios e conquistas das mulheres na proteção ambiental.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a programação, às 16h, será exibido o longa “O Bem Virá” (10 anos), filme dirigido por Uilma Queiroz, que retrata uma busca pelas mulheres que, em 1983, em uma seca no sertão do Pajeú pernambucano, lutaram pelo direito à  sobrevivência ativando uma rede de solidariedade. A sessão será seguida por mais uma exibição de “Memórias de um esclerosado”, às 18h, novamente com legendas descritivas. Ambas contam com ingressos a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada).</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; Confira a programação completa:</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado (31/05/25)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>14h30 -  Memórias de um esclerosado (12)</strong> •  R$ 10 e R$ 5 (Acessibilidade com Legendas Descritivas)</p>
<p dir="ltr">Direção: Thais Fernandes e Rafael Corrêa</p>
<p dir="ltr">Gênero: Documentário</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Na busca por respostas e um pouco de aventura, o cartunista brasileiro Rafael Corrêa decide fazer um filme para organizar suas memórias e descobrir se é a morte de um sapo a origem de sua doença degenerativa.</p>
<p dir="ltr">Duração: 75min</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>16h &#8211; Pagode do Didi, nosso ponto de encontro</strong> (Livre) • Gratuita (Debate com equipe e apresentação musical)</p>
<p dir="ltr">Direção: Maysa Carolino</p>
<p dir="ltr">Gênero: Documentário Musical</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Em 1981, Mestre Didi fundou, no coração do Recife, a mais antiga roda de pagode da cidade e há mais de 40 anos faz a terra do frevo sambar. Entretanto, em 2024, a festa foi interrompida e o Pagode do Didi foi interditado. O documentário então mergulha na história de vida e luta de Didi, de sua família e dos músicos que mantêm vivo o reduto do samba pernambucano.</p>
<p dir="ltr">Duração: 24min</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>19h &#8211; IMO</strong> (16) • R$ 10 e R$ 5 (Debate com a diretora)</p>
<p dir="ltr">Direção: Bruna Schelb</p>
<p dir="ltr">Gênero: Ficção/Experimental</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Três mulheres revisitam suas memórias e, neste ambiente regido por suas angústias, podem vislumbrar reações possíveis a situações que já viveram.</p>
<p dir="ltr">Duração: 70min</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Domingo (01/06/25)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>11h &#8211; Placa Mãe </strong>(Livre) • Gratuita (Apresentação da Secretaria do Meio Ambiente e Sustentabilidade)</p>
<p dir="ltr">Direção: Igor Bastos</p>
<p dir="ltr">Gênero: Animação</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Placa-Mãe se passa em um futuro próximo no interior de Minas Gerais, onde Nadi (Ana Paula Schneider), uma andróide com cidadania brasileira, conquista o direito de adotar duas crianças, David (Vitor Gabriel Pereira) e Lina (Ana Júlia Silva Guimarães). No entanto, a adoção gera controvérsia quando o sensacionalista digital influencer, Asafe (Marcio Simões) cria uma série de polêmicas para ganhar popularidade. Em meio à confusão, um mal-entendido leva David a fugir, temendo a separação de sua irmã Lina. Enquanto David enfrenta os perigos e desafios da cidade, Nadi, determinada a reverter a situação, embarca em uma jornada para encontrá-lo e garantir a segurança e a união da família.</p>
<p dir="ltr">Duração: 105min</p>
<p dir="ltr"><strong>14h &#8211; Mulheres na Conservação </strong>(Livre) • Gratuita (Debate com pesquisadores e ativistas da proteção do meio ambiente)</p>
<p dir="ltr">Direção: Paulina Chamorro, João Marcos Rosa</p>
<p dir="ltr">Gênero: Documentário</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Mulheres na Conservação lança um olhar delicado e sensível sobre a vida e o trabalho de sete heroínas da luta ambiental. O documentário faz um recorte desse universo feminino que está à frente de ações e estudos sobre Conservação e Meio Ambiente no Brasil.</p>
<p dir="ltr">Duração: 46min</p>
<p dir="ltr"><strong>16h &#8211; O bem virá</strong> (10) • R$ 10 e R$ 5</p>
<p dir="ltr">Direção: Uilma Queiroz</p>
<p dir="ltr">Gênero:</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Treze mulheres, treze ventres, treze esperanças, uma foto. E uma busca pelas mulheres  que, em 1983, em uma seca no sertão do Pajeú pernambucano, lutaram pelo direito à  sobrevivência, num contexto em que ser mulher era se limitar à função de administrar a  miséria.</p>
<p dir="ltr">Duração: 80min</p>
<p dir="ltr"><strong>18h &#8211; Memórias de um esclerosado</strong> (12) • R$ 10 e R$ 5 (Acessibilidade com Legendas Descritivas)</p>
<p dir="ltr">Direção: Thais Fernandes e Rafael Corrêa</p>
<p dir="ltr">Gênero: Documentário</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Na busca por respostas e um pouco de aventura, o cartunista brasileiro Rafael Corrêa decide fazer um filme para organizar suas memórias e descobrir se é a morte de um sapo a origem de sua doença degenerativa.</p>
<p dir="ltr">Duração: 75min</p>
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		<title>Cinema pernambucano em destaque no fim de semana de 17 e 18 de maio no São Luiz</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2025 18:40:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cinema pernambucano está em destaque neste fim de semana na programação do cinema São Luiz. De um clássico dos anos 2000 a um sucesso da animação infantil, passando por ficção científica e documentários, as sessões deste sábado (17) e domingo (18) prometem agradar a todos os públicos e contam ainda com projeções gratuitas seguidas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117952" aria-labelledby="figcaption_attachment_117952" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/carro-rei-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-117952" alt="Carro Rei, filme da pernambucana Renata Pinheiro com protagonismo de Matheus Nashtergale" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/carro-rei-capa-607x388.jpg" width="607" height="388" /></a><p class="wp-caption-text">Carro Rei, filme da pernambucana Renata Pinheiro com protagonismo de Matheus Nashtergale</p></div>
<p>O cinema pernambucano está em destaque neste fim de semana na programação do cinema São Luiz. De um clássico dos anos 2000 a um sucesso da animação infantil, passando por ficção científica e documentários, as sessões deste sábado (17) e domingo (18) prometem agradar a todos os públicos e contam ainda com projeções gratuitas seguidas de debates. &#8220;Carro Rei&#8221;, &#8220;Cinema, aspirinas e urubus&#8221;, &#8220;O bem virá&#8221;, &#8220;Memórias de um esclerosado&#8221;, &#8220;Praia Formosa&#8221; e &#8220;Mundo Bita&#8221; são as películas eu compõem a programação deste terceiro fim de semana de maio.</p>
<p>&#8220;Para comemorar os vinte anos do lançamento de &#8216;Cinema, aspirinas e urubus&#8217;, dirigido por Marcelo Gomes e produzido por Sara Silveira, Maria Ionescu e João Vieira Jr, teremos uma sessão especial em cópia digital remasterizada. O produtor João Vieira Jr estará lá para apresentar a sessão e falar sobre os processos de produção e realização do filme que estreou no Festival de Cannes na seção Un certain regard, ganhou o prêmio concedido pelo Ministério da Educação da França e se tornou um clássico do cinema brasileiro&#8221;, ressalta o curador e programador do São Luiz, Pedro Severien.</p>
<p>&#8220;Já &#8216;Carro Rei&#8217;, dirigido por Renata Pinheiro, foi lançado ainda durante o período da pandemia de Covid-19, o que limitou sua circulação em salas de cinema. Esta sessão será uma oportunidade de ver esse trabalho que mescla ficção científica com uma complexa encenação visual e conversar com Renata Pinheiro, uma das mais importantes diretoras do cinema nacional.&#8221;</p>
<p>Além de &#8220;Cinema, aspirinas e urubus&#8221; e &#8220;Carro Rei&#8221;, o documentário &#8220;O bem virá&#8221; também terá uma sessão debate com a diretora Uilma Queiroz. O filme tem sua estreia oficial esta semana e retorna neste domingo após cerca de dois meses na sala do Cinema São Luiz, onde realizou sua pré-estreia. Também no domingo haverá um momento muito especial para a criançada com exibição de diversos episódios do sucesso Mundo Bita e apresentação dos personagens criados pelo pernambucano Chaps Melo.</p>
<p><strong>Confira abaixo as sinopses e horários dos filmes:</strong></p>
<p><strong>Praia Formosa</strong><br />
Direção: Julia de Simone | Gênero: Drama |Ano de produção: 2024 | Duração: 90 min | Classificação indicativa: 12 anos<br />
Muanza, uma mulher natural do Reino do Congo, foi traficada para o Brasil em meados do século XIX. Ao despertar nos dias de hoje, Muanza se depara com um Rio de Janeiro de tempos espiralados, onde figuras do passado e do presente são parte da busca por suas origens no território da cidade. Nesse entrelaçamento de tempos, o filme testemunha a vida que emerge dos espaços da cidade, os gestos de resistência frente à desterritorialização forçada e os afetos que sustentam as relações de irmandade.</p>
<p><strong>Memórias de um Esclerosado</strong><br />
Direção: Thais Fernandes e Rafael Corrêa | Gênero: Documentário | Ano de produção: 2024 | Duração: 75 minutos | Classificação indicativa: +12<br />
Na busca por respostas e um pouco de aventura, o cartunista brasileiro Rafael Corrêa decide fazer um filme para organizar suas memórias e descobrir se é a morte de um sapo a origem de sua doença degenerativa.</p>
<p><strong>O bem virá</strong><br />
Direção: Uilma Queiroz | Duração: 80 minutos | Ano: 2021 | Classificação indicativa: 10 anos<br />
Treze mulheres, treze ventres, treze esperanças, uma foto. E uma busca pelas mulheres que, em 1983, em uma seca no sertão do Pajeú pernambucano, lutaram pelo direito à sobrevivência, num contexto em que ser mulher era se limitar à função de administrar a miséria. A busca pelas histórias dessas mulheres diverge do imaginário da seca retratado frequentemente, pautado na miséria, na preguiça, nos flagelos e nas retiradas. Contrariando uma estrutura agrária perversa associada à seca, o longa anuncia conquistas dessas mulheres como acesso ao trabalho produtivo, à educação e à participação política.</p>
<p><strong>Cinema, aspirinas e urubus</strong><br />
Direção: Marcelo Gomes | Gênero: Drama | Ano: 2005 | Duração: 104 minutos | Classificação indicativa: 14 anos<br />
1942. No meio do sertão nordestino, dois homens se encontram: Johann, um alemão que fugiu da guerra, e Ranulpho, um brasileiro que quer escapar da seca que assola a região. Viajando de povoado em povoado, eles exibem filmes para pessoas que jamais haviam conhecido o cinema, para vender um remédio &#8220;milagroso&#8221;. Continuando a cruzar as estradas empoeiradas de um sertão arcaico, eles buscam novos horizontes em suas vidas. Nesta jornada, os dois aprendem a respeitar as diferenças e surge entre eles uma amizade incomum, mas que marcará suas vidas para sempre.</p>
<p><strong>Mundo Bita</strong><br />
Direção: Chaps | Gênero: Animação | Anos: 2012, 2016, 2024, 2025 | Duração: 50 minutos | Classificação indicativa: Livre<br />
Ele vem de outra galáxia para nos guiar ao universo da imaginação, da alegria e da música. O Especial de Cinema traz episódios da série Imagine-se e clipes musicais que as famílias amam.</p>
<p><strong>Sábado (17)</strong><br />
14h &#8211; Praia Formosa (12) R$ 10 e R$ 5<br />
16h &#8211; Memórias de um esclerosado (12) R$ 10 e R$ 5 (Acessibilidade com Legendas Descritivas)<br />
18h &#8211; Carro Rei (14) Gratuita (Debate com a diretora Renata Pinheiro)</p>
<p><strong>Domingo (18)</strong><br />
11h &#8211; Mundo Bita (Livre) Gratuita (Apresentação da equipe da Mr. Plot Produções)<br />
15h &#8211; O bem virá (10) R$ 10 e R$ 5 (Debate com a diretora Uilma Queiroz)<br />
17h30 &#8211; Cinema, aspirinas e urubus (14) Gratuita (Debate com o produtor João Vieira Jr.)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Filme pernambucano é destaque no 56° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/filme-pernambucano-e-destaque-no-56-festival-de-brasilia-do-cinema-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 16:59:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O filme Sekhdese mergulha nas profundezas das aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco trazendo à luz a riqueza cultural e as lutas incontáveis enfrentadas pelos povos originários. Dirigido por Alice Gouveia e Graciela Guarani, e com produção de Carla Francine, da Casa de Cinema de Olinda, o documentário estreia no mais prestigiado evento da Sétima [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107091" aria-labelledby="figcaption_attachment_107091" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/03.png"><img class="size-medium wp-image-107091" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/03-607x314.png" width="607" height="314" /></a><p class="wp-caption-text">Longa-metragem Sekhdese, de Alice Gouveia e Graciela Guarani</p></div>
<p>O filme <em>Sekhdese</em> mergulha nas profundezas das aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco trazendo à luz a riqueza cultural e as lutas incontáveis enfrentadas pelos povos originários. Dirigido por Alice Gouveia e Graciela Guarani, e com produção de Carla Francine, da Casa de Cinema de Olinda, o documentário estreia no mais prestigiado evento da Sétima Arte do País: o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que chega à 56ª edição. A avant-première acontece nesta quarta-feira (13), no Cine Brasília, com a presença das diretoras e equipe de produção.<br />
Sekhdese é uma expressão carregada de significado, sendo uma palavra &#8211; em yathê &#8211; na língua fulni-ô, que traduzida para o português significa sabedoria. Estruturado em depoimentos colhidos de 2018 a 2023, durante expedições às aldeias indígenas, e com registros de manifestações em Brasília, o documentário expõe a verdadeira sabedoria presente nos relatos das mulheres.<br />
De acordo com as diretoras, a ideia de fazer o filme surgiu em janeiro de 2018 entre as mulheres fulni-ôs, donas dessa língua. Na época Alice e Graciela estavam ministrando oficinas de realização audiovisual e fazendo filmes curtos com um grupo de alunos quando resolveram começar a entrevistar as mulheres do local.<br />
“O que acreditamos ter é um importante conjunto de relatos que tragicamente parecem convergir para questões relativas ao neocolonialismo empreendido pelas igrejas neopentecostais. Em boa parte dos depoimentos percebemos uma preocupação explícita sobre os valores e crenças singulares do local que estão sendo esmaecidos pela presença dos religiosos evangélicos”, afirmam as diretoras.<br />
Essas narrativas revelam um valioso fortalecimento das mulheres enfatizando as batalhas pela proteção da terra, pela preservação da cultura, pela defesa do meio ambiente e contra o etnocídio desencadeado pelas ações das igrejas neopentecostais.<br />
<em>Sekhdese</em> é a mais nova produção da Casa de Cinema de Olinda e tem patrocínio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) do Governo de Pernambuco. Segundo a produtora executiva Carla Francine, o longa teve início com uma iniciativa de formação audiovisual. “O filme começou no projeto chamado Cinema de Índio, que a gente fez em nove etnias de Pernambuco. A gente foi pelo menos umas três vezes para Brasília, na marcha das mulheres indígenas, nos Acampamentos Terra Livre (ATL). Tem um filme aí muito bonito, que fala de coisas muito importantes para o Brasil e para a humanidade”, conclui.<br />
De acordo com Graciela Guarani e Alice Gouveia, “Sekhedese nasce de dezenas de entrevistas com mulheres indígenas em Pernambuco e seus relatos de resistências que denunciam as diversas violências que permeiam o povo indígena”.</p>
<p><strong>SINOPSE -</strong> Sekhdese significa sabedoria, em yathê, língua do povo fulni-ô, do Nordeste do Brasil. Sabedoria das mulheres indígenas que expôe a luta pela terra, cultura, meio ambiente e o etnocídio do qual são vítimas, pelas investidas das igrejas neopentecostais.</p>
<p><strong>DIRETORAS -</strong> Alice Gouveia é professora universitária, diretora de audiovisual e finalizadora. Trabalha na área desde 1993. É técnica em direção cinematográfica tendo concluído o curso na New York Film Academy em 1998. Em seu currículo destacam-se as séries <em>Olhares sobre Lilith</em>, <em>Vamos Comer Pernambuco</em>, <em>Destinos da Fé</em> e os curtas-metragens <em>Dora</em> e <em>Nina</em>, dentre outros. É coordenadora pedagógica dos projetos de formação Cinema de Índio e Realizando em 1 Minuto.<br />
Graciela Guarani pertence à nação indígena guarani kaiowá e é uma das mulheres indígenas pioneiras em produções originais audiovisuais no Brasil. É professora de cursos promovidos pela ONU Mulheres e do Museu do Índio. Debatedora da mesa redonda Mulheres na Mídia e no Cinema, na 70ª Berlinale (2020). Já realizou vários curtas e é uma das diretoras das séries <em>Cidades (In)visíveis</em>, da Netflix, e da <em>Falas de Terra</em>, da Rede Globo e GloboPlay, e cinegrafista do longa <em>My Blood Is Red</em>, da Needs Must Film, em 2017.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></strong></p>
<p>Direção: Alice Gouveia e Graciela Guarani<br />
Argumento: Alice Gouveia e Graciela Guarani<br />
Roteiro: Alice Gouveia, Graciela Guarani e Caleb Benjamin<br />
Produção e produção executiva: Carla Francine<br />
Direção de produção: Carla Francine e Mauro Lira<br />
Direção de fotografia: Alice Gouveia e Graciela Guarani<br />
Som direto: Tiago Araújo e Fernanda Misaw<br />
Edição de som e ixagem: Tiago Araújo<br />
Montagem e finalização de imagem: Alice Gouveia<br />
Empresa produtora: Casa de Cinema de Olinda</p>
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		<title>Documentário do 1º Festival Sertão a Dentro é lançado no YouTube</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 15:48:10 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107001" aria-labelledby="figcaption_attachment_107001" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Kaká Bezerra/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/sertao-a-dentro-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-107001" alt="Kaká Bezerra/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/sertao-a-dentro-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A equipe do do 1º Festival Sertão a Dentro</p></div>
<p>Cátia de França, Reinivaldo Pinheiro, Agda, Cantoria Crua e outros artistas estão presentes no documentário do 1º Festival Sertão a Dentro, que acaba de ser lançado no YouTube. O curta-metragem é um recorte do evento realizado em novembro de 2022, no município de Serra Talhada, no Sertão pernambucano, berço da poesia e do cancioneiro popular.<br />
O Festival Sertão a Dentro é uma realização da Epahey Produções Culturais, Boi Luzeiro Produções, Retina Digital e Instituto Socioambiental da Serra Grande e recebe incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Governo de Pernambuco.<br />
Assim como o Festival o documentário também tem como objetivo fortalecer a cultura dos cantadores criando a oportunidade de resgate da ancestralidade dessa manifestação popular e ajudando na preservação da memória cultural do Sertão.<br />
Os 45 minutos do vídeo trazem recortes da programação do festival, como imagens da Vivência, realizada no Instituto Serra Grande; da Cantoria, feita na Concha Acústica; e da oficina Canções do Sertão: Poesia e Memória, executada na Escola Municipal Imaculada Conceição, além de relatos dos músicos e poetas que participaram dos três dias de evento.<br />
De acordo com a cantora, compositora e multi-instrumentista paraibana Cátia de França, estar em Serra Talhada pela primeira vez foi uma experiência inesquecível. “O melhor presente da minha vida foi ter vindo e conhecido, porque eu sempre andei pela região, mas nunca vim por aqui. Acho que de agora em diante o caminho vai ser esse: quando eu quiser me abastecer, me renovar, me fortalecer é em Serra Talhada”, afirma.<br />
Além da paraibana, participam do documentário PC Silva, Marcello Rangel, Agda, Dayane Rocha, Reinivaldo Pinheiro e a trinca de cantadores agrestinos da Cantoria Crua: Neto Sales, Adalberto e João Euzé.<br />
A obra ainda faz uma homenagem a três artistas: o cantor, compositor e ator Jr. Black, o poeta performático Miró da Muribeca e o artista, escritor e produtor cultural indígena da etnia makuxi Jaider Esbell.<br />
Confira o documentário completo no <a title="1º Festival Sertão a Dentro - 2022 [documentário completo]" href="https://www.youtube.com/watch?v=t9GGqYXFzMY&amp;t=13s" target="_blank">YouTube</a>.</p>
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		<title>Filme sobre mulheres líderes é gravado em Orocó, no Sertão pernambucano</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Nov 2023 19:00:21 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106484" aria-labelledby="figcaption_attachment_106484" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Wanderson Oliveira/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Mulheres-da-Mata_Wanderson-Oliveira03.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106484" alt="Wanderson Oliveira/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Mulheres-da-Mata_Wanderson-Oliveira03-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Gravação do documentário de longa-metragem Mulheres da Mata</p></div>
<p>Com gravações previstas até este domingo (19), o documentário em longa-metragem <em>Mulheres da Mata</em> vai contar histórias de protagonismo feminino no Quilombo Mata de São José, no Território Quilombola Águas do Velho Chico, em Orocó, Sertão de Pernambuco. A proposta do filme é narrar as diversas facetas da comunidade através do olhar e da voz das mulheres.<br />
<em>Mulheres da Mata</em> é gravado em resolução 6K e deve ter duração de aproximadamente 50 minutos. A produção foi aprovada no edital Virada Digital da TV Pernambuco (TVPE) – EPC, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Governo de Pernambuco, e financiado pelo Banco Verde (BRDE) e Fundo Setorial Audiovisual (FSA), via Agência Nacional do Cinema (Ancine), do governo federal. A previsão é que o documentário seja lançado em meados de 2024 com exibição gratuita na grade de programação da TVPE.<br />
O roteiro propõe retratar o quilombo e falar das várias facetas dessa comunidade a partir das mulheres que a compõem. “Vamos abordar a liderança e empoderamento feminino, a relação das mulheres com a educação escolar quilombola, com o futebol feminino, o enfrentamento ao racismo, a relação com a natureza, o meio ambiente, o rio e a agricultura familiar, além da própria história do quilombo e a ancestralidade. Queremos narrar as particularidades dessa comunidade e da luta pela afirmação de sua existência enquanto território quilombola”, conta Cristiane Crispim, que assina a direção do documentário junto com Wllyssys Wolfgang.<br />
Os temas norteadores do documentário foram definidos a partir do diálogo com a própria comunidade, que além de personagem participa na produção do filme. “O documentário está proporcionando um momento de visibilidade para a história, a identidade, a luta e a resistência das mulheres quilombolas. Um momento ímpar no qual as mulheres estão tendo voz e a oportunidade de mostrar sua forma de se organizar como mulher negra e quilombola, além de mostrar que o quilombo é um lugar de organização, de história e memória, não de escravos”, pontua Maria Senhora Gomes dos Santos, liderança comunitária na Mata de São José e produtora local do documentário.<br />
O diretor da WW Filmes, Wllyssys Wolfgang, destaca a satisfação de dirigir o filme: “A projeção feminina é o ponto forte nesse trabalho e é o que nos motiva. Esse projeto é muito querido porque ele tem muito a ver com o DNA, com a identidade da produtora, que é sertaneja, caatingueira. Ele tem a ver com o que a produtora prega e acredita, que é estampar nossos rostos e nossa cultura nas TVs do nosso Estado, do País e do mundo levando, de maneira genuína, nossa identidade plural, de muitas cores, ritmos e perspectivas. E fazer isso com uma equipe 100 % regional. Estamos muito felizes”.<br />
A equipe técnica e de produção é composta predominantemente por profissionais da região do Vale do São Francisco, de Petrolina (PE) e Orocó (PE). Representando o Quilombo Mata de São José, além de Maria Senhora na produção local e consultoria, integram a equipe os assistentes Danny Gonçalves, Luzia Gomes e Jonas Brito, formados em uma oficina de audiovisual realizada na comunidade. O filme conta ainda com a direção de Cristiane Crispim e Wllyssys Wolfgang, a direção de produção de Antônio Veronaldo, a assistência de direção de Byanca Alves, a direção de fotografia de Robério Brasileiro, o som direto de Maria Morena, a coordenação de logística de Wyvys Reis, a produção executiva de Camila Rodrigues, a montagem de Fernando Pereira e a fotografia de still de Wanderson Oliveira.</p>
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		<title>Documentário de Hélder Lopes sobre Jota Michiles estreia no In-Edit 2023, em São Paulo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 14:00:59 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/CARTAZ-Frevo-Michiles-2023_B.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-102216" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/CARTAZ-Frevo-Michiles-2023_B-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a></p>
<p>Será lançado nesta sexta-feira (16), no Cinesesc em São Paulo, o longa-metragem pernambucano &#8220;Frevo Michiles&#8221;. O documentário, que conta a trajetória do octogenário compositor frevista Jota Michiles, vai ser exibido na mostra competitiva nacional do Festival Internacional de Documentário Musical (In-Edit). Com participações de Alceu Valença, Spok, Getúlio Cavalcanti e Edson Rodrigues, o filme presta verdadeira reverência à contribuição do músico, que é Patrimônio Vivo de Pernambuco, para a cultura nacional através de suas canções e histórias.</p>
<p>Dirigido por Helder Lopes, com produção de Kika Latache (Vilarejo Filmes), &#8220;Frevo Michiles&#8221; é um documentário intimista que busca desvincular a vasta obra de Michiles e seus frevos do universo estritamente carnavalesco, destacando a inventividade poética de suas letras, o vigor de suas melodias e realçando sutis aspectos de sua marcante personalidade.</p>
<p>“Estive os últimos anos muito próximo a Michiles e pude acompanhar de perto toda a imprevisibilidade do seu pensamento e modo de ser. A família, os filhos, os netos, os amigos, todos parecem ter muito a oferecer e isso atribuo em parte à originalidade das coisas em que ele repara e nos faz enxergar. Nosso filme é também um convite a essa experiência, olhar com os olhos de Jota Michiles e enxergar com poesia carnavalizada a cidade, as manhãs de sol, os diabos louros e vampiras”, relata o diretor.</p>
<p>Para Hélder, o filme tem como grande mérito repassar e consagrar o legado do compositor para o frevo e o Carnaval brasileiro. “Ao mergulhar na obra de Jota Michiles percebemos a originalidade de suas composições a ponto de, em certo sentido, quase a denominarmos um subgênero dentro do frevo. O que ele faz, da forma que ele faz, não tem precedentes. Daí o título ‘Frevo Michiles’, porque, como diz Spok, o frevo até existia antes dele, mas dele pra frente o frevo tornou-se outro”, explica Helder Lopes.</p>
<p>As sessões de estreia contarão com as presenças de Jota Michiles e de Helder Lopes, que também estarão presentes na Cinemateca Brasileira quando, na sequência do festival, no domingo (18), Michiles será homenageado com uma apresentação, após a exibição do filme, da Orquestra de Frevo Capibaribe, liderada pelo pernambucano Junior Kaboclo. O In-Edit Brasil acontece entre os dias 14 e 25 de junho na cidade de São Paulo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Documentário Frevo Michiles &#8211; Helder Lopes<br />
16/6 &#8211; SEX &#8211; 18H – CINESESC<strong>*</strong><br />
18/6 &#8211; DOM 19H – CINEMATECA BRASILEIRA &#8211; Entrada franca<strong>**</strong><br />
25/6 &#8211; DOM 16H – CCSP &#8211; SALA PAULO EMÍLIO &#8211; Entrada franca</p>
<p><strong>*</strong>Sessão apresentada pelo diretor e por Jota Michiles.<br />
<strong>**</strong>Sessão seguida de show com a Orquestra Frevo Capibaribe</p>
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