<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; “Doméstica”</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/domestica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Apr 2026 13:32:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>DVD e material sobre o filme &#8220;Doméstica&#8221; é distribuído para educadores</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/dvd-e-material-sobre-o-filme-domestica-e-distribuido-para-educadores/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/dvd-e-material-sobre-o-filme-domestica-e-distribuido-para-educadores/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 May 2015 17:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Desvia Produções]]></category>
		<category><![CDATA[DVD]]></category>
		<category><![CDATA[educadores]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Mascaro]]></category>
		<category><![CDATA[professores]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel Ellis]]></category>
		<category><![CDATA[“Doméstica”]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=25109</guid>
		<description><![CDATA[O realizador audiovisual Gabriel Mascaro e a produtora Rachel Ellis, da Desvia Produções, disponibilizam DVD do filme &#8220;Doméstica&#8221; (Documentário, 76&#8242;, 2012) e material de apoio para educadores.  A publicação foi produzida para estimular debates e discussões entre jovens e adolescentes sobre questões trabalhistas, direitos, afeto e poder, temas que surgem ao longo do filme dirigido por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/material_pedagogico_DOMESTICA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-25108" alt="material_pedagogico_DOMESTICA" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/material_pedagogico_DOMESTICA-607x470.jpg" width="607" height="470" /></a></p>
<p>O realizador audiovisual Gabriel Mascaro e a produtora Rachel Ellis, da <strong><a href="http://pt.desvia.com.br/" target="_blank">Desvia Produções</a></strong>, disponibilizam DVD do filme &#8220;Doméstica&#8221; (Documentário, 76&#8242;, 2012) e material de apoio para educadores.  A publicação foi produzida para estimular debates e discussões entre jovens e adolescentes sobre questões trabalhistas, direitos, afeto e poder, temas que surgem ao longo do filme dirigido por Mascaro com o incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. O material que acompanha o DVD do filme é fruto de um processo coletivo que envolveu professores do ensino médio da rede pública do Recife. Os textos foram produzidos por Marco Antonio Gonçalvez, Marta Rodriguez Machado e Márcia Lima, Victor Guimarães e Fabio Andrade.</p>
<p>Para receber o DVD e o material gratuitamente, os educadores devem preencher ficha com dados pessoais disponível <strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/1Rp21rOMJ7H9bsnKwmQUM7vK_Mxl5X-1S1AkF99zg1Ng/viewform?c=0&amp;w=1" target="_blank">AQUI</a></strong>. As publicações serão distribuídas até a primeira quinzena de junho. &#8220;Esperamos que a distribuição e uso deste material possa contribuir para o adensamento crítico de educandos, a formação continuada de educadores e o fortalecimento de uma mudança cultural mais profunda quanto às relações de trabalho nos lares brasileiros&#8221;, explica o texto de apresentação do material destinado a educadores. A publicação é uma das estratégias alternativas de distribuição dos filmes produzidos pela Desvia, que também tem construído parcerias com cineclubes para a difusão audiovisual.</p>
<p>No documentário, &#8220;sete adolescentes assumem a missão de registrar por uma semana a sua empregada doméstica e entregar o material bruto para o diretor realizar um filme com essas imagens. Entre o choque da intimidade, as relações de poder e a performance do cotidiano, o filme lança um olhar contemporâneo sobre o trabalho doméstico no ambiente familiar e se transforma num potente ensaio sobre afeto e trabalho.&#8221;<br />
Acesse mais informações sobre o filme no site <strong><a href="http://pt.desvia.com.br/Domestica" target="_blank">http://pt.desvia.com.br/Domestica</a></strong></p>
<p><strong>Saiba mais sobre a Desvia</strong><br />
O artista e diretor audiovisual Gabriel Mascaro vive e trabalha no Recife. Em seus trabalhos, pesquisa a negociação do poder em suas mais diversas manifestações. Entre o cinema e as artes visuais, Mascaro já apresentou trabalhos no 31ª Bienal de São Paulo, no Guggenheiem, o Museu de Arte Contemporânea de Barcelona, MOMA Documentary Fortnight &#8211; Nova York, AB4 Bienal de Atenas, 32º Panorama da Arte Brasileira – MAM SP, Videobrasil, e esteve em importantes festivais de cinema como Locarno, San Sebastian, IDFA, BFI Londres, IFFR &#8211; Roterdã, CPH:DOX, Oberhausen, Clermont Ferrand, BAFICI, Miami e Indielisboa, e teve destaque nas revistas Screen International (UK), Sight&amp;Sounds (UK), IndieWire (USA), Variety (EUA) e Cahiers du Cinema (FRA). Mascaro esteve no Programa de Residência Artística Videobrasil /Videoformes &#8211; Clermont Ferrand (FRA) e foi premiado com mais uma residência no Wexner Center for Arts &#8211; Ohio (EUA).</p>
<p>Rachel Ellis é natural da Inglaterra e Mestre em Ciências Sociais &amp; Planejamento pela London School of Economics. Mudou-se para o Brasil em 2004 para dirigir uma ONG com sede no Recife que atuava na região Norte e Nordeste do Brasil. Com uma grande interesse em trabalhar com ferramentas visuais para discutir ideias em torno da transformação social e dos direitos humanos ela fundou, em 2006, o projeto de fotografia participativa FotoLibras que tem como objetivo promover a visibilidade da comunidade e cultura surda. Em 2009, Rachel desempenhou a função de produtora de finalização e distribuição do longa-metragem &#8220;Um Lugar ao Sol&#8221; (2009), gerenciando um fundo americano captado do Cinereach para executar ações alternativas de distribuição para estimular debate em torno do filme. Sua paixão pelo cinema e a ampla experiência com gerenciamento de projetos facilitou a sua transição para produção audiovisual e em 2010, ela fundou com Gabriel Mascaro a Desvia, onde atua como produtora e educadora. Rachel produziu o longa documentário &#8220;Doméstica&#8221; (2012), o curta &#8220;A Onda Traz, O Vento Leva&#8221; (2012) e os longas de ficção, &#8220;Ventos de Agosto&#8221; (2014) e &#8220;Valeu Boi! (2015), todos dirigidos por Gabriel Mascaro. Rachel também é co-fundadora da ONG Gema, que desenvolve projetos que utilizam as artes visuais para promover a transformação social.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Informações: <a href="http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fdomesticaofilme&amp;sa=D&amp;sntz=1&amp;usg=AFQjCNH_Xi10KRvpu40-yTUTOW7evC2Q0w">www.facebook.com/domesticaofilme</a></strong> e <strong><a href="http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fpt.desvia.com.br%2FDomestica&amp;sa=D&amp;sntz=1&amp;usg=AFQjCNGgrJd89UUolsUPBObxFFtWAdNOmQ">http://pt.desvia.com.br/Domestica</a></strong><br />
<strong>Contato: </strong> (81) 3222.7053| <strong><a href="mailto:films@desvia.com.br">films@desvia.com.br</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/dvd-e-material-sobre-o-filme-domestica-e-distribuido-para-educadores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Realizadores pernambucanos se encontram em Garanhuns</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/realizadores-pernambucanos-se-encontram-em-garanhuns/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/realizadores-pernambucanos-se-encontram-em-garanhuns/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 21:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[23º Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra de cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Tatuagem]]></category>
		<category><![CDATA[“A Serpente”]]></category>
		<category><![CDATA[“Amarelo Manga”]]></category>
		<category><![CDATA[“Bacurau”]]></category>
		<category><![CDATA[“Big Jato”]]></category>
		<category><![CDATA[“Doméstica”]]></category>
		<category><![CDATA[“O Som ao Redor”]]></category>
		<category><![CDATA[“Piedade”]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=3981</guid>
		<description><![CDATA[Mostra de cinema do FIG é encerrada com debate inédito e resultados positivos Por André Dib Pela primeira vez em nove anos, a Mostra de Cinema do FIG foi encerrada com um encontro de realizadores pernambucanos. A decisão tomada pela coordenadora de Audiovisual da Secul/ Fundarpe, Carla Francine, foi mais do que acertada. Até então, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mostra de cinema do FIG é encerrada com debate inédito e resultados positivos</p>
<p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3982" alt="FIG - 01" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-01-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr">Por André Dib</p>
<p dir="ltr">Pela primeira vez em nove anos, a Mostra de Cinema do FIG foi encerrada com um encontro de realizadores pernambucanos. A decisão tomada pela coordenadora de Audiovisual da Secul/ Fundarpe, Carla Francine, foi mais do que acertada. Até então, cada diretor vinha a Garanhuns apresentar seu filme, para no dia seguinte voltar para a capital. Reuni-los para refletir e ventilar ideias foi rico e produtivo; se a bonança dos últimos tempos rendeu uma produção ímpar na história do estado, é preciso pensar estratégias para a sua continuidade.</p>
<p dir="ltr">O evento começou logo após a exibição de “O Som ao Redor”, de Kléber Mendonça Filho, com a presença do diretor, que começou a conversa confidenciando ao mediador, Cláudio Assis, que ter assistido “Amarelo Manga” o motivou a fazer o próprio longa. “Foi um impacto ver o Recife em tela grande, cinemascope”.</p>
<p dir="ltr">Gabriel Mascaro, diretor de “Doméstica”, disse o mesmo com relação a Assis: “pensei que se um cara como ele está fazendo cinema, eu também posso”, brincou, reforçando o clima de amizade, compartilhado pelo produtor João Vieira Jr. (REC Produtores Associados) e o cineasta Jura Capela (“Filme Jardim Atlântico”).</p>
<p dir="ltr">Olhar para a cidade tem sido a tônica não só do atual cinema feito em Pernambuco: desde sua origem, o Recife está nos filmes, representado em suas contradições. A dimensão estético/ política, no entanto, pode ser considerada tão inédita quanto o prestígio acumulado pela filmografia recente.</p>
<p dir="ltr">Os convidados enumeram os motivos. “É uma modalidade de cinema diferente do sudeste, que é feito pela elite”, disse Mascaro, que elogiou o apoio do edital de audiovisual (Funcultura Audiovisual) mantido pelo Governo do Estado, uma produção “fora da lógica comercial perversa que rege os filmes no mundo inteiro. Precisamos oficializar isso como política cultural de longo prazo”.</p>
<p dir="ltr">Cláudio foi taxativo ao tratar do poder público: “ele só faz o seu dever”. Sobre a ótima fase financiada por patrocínio estatal, Jura disse que “por mais anárquico que seja o cinema pernambucano, vivemos um momento sério, real e lúcido. Pernambuco não tem cineasta feliz, auto-suficiente. Vejo todos batalhando diariamente, e quando precisa, pedindo ajuda para os amigos”.</p>
<p dir="ltr">Kléber Mendonça ressaltou o equilíbrio individual x coletivo. “Somos uma comunidade, de canais separados, onde é importante a presença do outro fazendo filmes. Isso gera energia criativa. Ao mesmo tempo em que há uma completa independência, forma-se um conjunto muito rico”.</p>
<p dir="ltr">Cláudio Assis abriu o encontro rejeitando qualquer recorte geográfico que possa aprisionar a produção de filmes. “Cinema não é de nenhum lugar, cinema é do mundo e não da tapioca ou do acarajé”.</p>
<p dir="ltr">Responsável pela produção de filmes essenciais como “Cinema, Aspirinas e urubus” e “Viajo porque preciso, volto porque te amo”, João Vieira Jr. disse que o cinema feito em Pernambuco superou qualquer conotação regionalista. “A produção contemporânea é marcada por obras críticas, feitas sob um espírito comunitário. Não estamos mais sob aquele conceito que nos apequenava. Hoje temos lugar no cenário nacional”.</p>
<p dir="ltr">Jura confirma: “Criamos uma marca que, se ao mesmo tempo pode ser desconfortável, se tornou um carimbo de qualidade”. Kléber concorda: “Se virou um rótulo, é um rótulo positivo. Ninguém quer ser sucesso comercial, não fazemos pesquisa de mercado para procurar nichos de público. O cinema pernambucano é bem sucedido dentro dos seus próprios termos, tem o público dele, sem a neura de querer ser grande sucesso, como faz a Globo Filmes”.</p>
<p dir="ltr">Sedento por informações, o público interagiu e fez perguntas sobre a obra de cada diretor e curiosidades sobre fazer cinema. Foi o mote para cada um falar sobre os filmes que vem por aí: Kléber prepara dois longas: “Bacurau” (“se tudo der certo, um filme experimental e de ficção científica”) e “Aquarius” (“um filme menor, filhote de O Som ao Redor”); Mascaro está prestes a rodar um documentário sobre a vaquejada (“estou procurando locações inclusive em Garanhuns”) e na sequência, uma ficção “em homenagem a Cláudio Assis”.</p>
<p dir="ltr">Em agosto, João Jr. irá lançar “Tatuagem”, dirigido por Hilton Lacerda, está na competição do Festival de Gramado, e em breve deve lançar “O homem das multidões”, de Marcelo Gomes e Cao Guimarães; e Jura Capela desenvolve “Cartografia”, panorama nacional sobre as artes plásticas, e a adaptação de uma peça de Nelson Rodrigues, “A Serpente”, com interpretações de Mateus Nachtergaele, Mariana Lira e Alessandra Negrini.</p>
<p>Conhecido pelo comportamento arredio, Cláudio Assis se mostrou um mediador exemplar, sóbrio e elegante, tanto na apresentação dos realizadores quanto na lida com o público. Críticas, somente à Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, com quem protagonizou batalha recente envolvendo o edital para filmes de baixo orçamento. “Um edital castrado, miserável. Não quero esse dinheiro”. Seus próximos projetos são “Big Jato”, adaptação do livro de Xico Sá, e “Piedade”, construído em torno do clima de tensão gerado por ataques de tubarão nas praias do Recife e Jaboatão dos Guararapes.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/realizadores-pernambucanos-se-encontram-em-garanhuns/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

