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	<title>Portal Cultura PE &#187; Dominguinhos</title>
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		<title>Uma década sem Dominguinhos: Legado do artista continua vivo no FIG</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jul 2023 01:40:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_103290" aria-labelledby="figcaption_attachment_103290" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Hannah Carvalho</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/LIV.jpeg"><img class="size-medium wp-image-103290" alt="Foto: Hannah Carvalho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/LIV-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Principal palco do Festival de Inverno de Garanhuns leva o nome do forrozeiro eternizado na memória de sua cidade natal</p></div>
<p>No dia em que se completou uma década que a magia do Mestre Dominguinhos se encantou, o principal palco do 31° Festival de Inverno de Garanhuns recebeu a cantora Liv Moraes, filha e herdeira musical do forrozeiro, para uma celebração do legado e do valor da obra do artista.</p>
<p>A cantora recebeu em seu show, grandes forrozeiros que ora foram parceiros de longa data de Dominguinhos ou que são diretamente influenciados pelo trabalho do músico. Participaram da homenagem os sanfoneiros Mestre Genaro, Terezinha do Acordeon, Beto Hortis e Luizinho de Serra.</p>
<p>Ao fim da apresentação, Liv reuniu os convidados especiais no palco para juntos celebrarem Dominguinhos, enquanto um vídeo do mestre forrozeiro era transmitido no telão. Foi possível perceber a voz embargada da cantora e a emoção dos músicos no palco e na plateia do FIG que durante alguns minutos se transformaram em uma coisa só, aplaudindo Dominguinhos no céu da eternidade.</p>
<p><b>ETERNAMENTE REVERENCIADO</b></p>
<p>Hoje, curiosamente um dia de domingo, completam 10 anos da morte de Dominguinhos. Foi exatamente no dia 23 de Julho de 2013, que se encantou o mestre forrozeiro. Natural de Garanhuns, no agreste pernambucano, um dos maiores nomes da Música Popular Brasileira, deixou aceso um legado musical forte e atual com parcerias com artistas do quilate de Gilberto Gil, Chico Buarque, Nando do Cordel e Anastácia.</p>
<p>Além dos seus parceiros de composição, o cantor, compositor e instrumentista também teve suas músicas gravadas por intérpretes como Elba Ramalho, Ivete Sangalo, Fagner e Maria Bethânia. Ícone do forró e da cultura nordestina, Dominguinhos foi nomeado herdeiro artístico de Luiz Gonzaga pelo próprio rei do baião.</p>
<p>Apesar de ninguém duvidar de que o músico fez jus ao legado, Dominguinhos foi além, transitando por vertentes como bossa-nova, choro, bolero e jazz. Sendo reconhecido mundialmente como um virtuose.</p>
<p>O escritor Braulio Tavares diz que Dominguinhos tinha &#8220;o poder multiplicador do gênio&#8221;. &#8220;Um grande artista não cria consumidores, cria discípulos e futuros mestres. Dominguinhos foi discípulo de Luiz Gonzaga e inovou a arte do mestre. Essa é a diferença entre o artista que cria e o que se apropria&#8221;.</p>
<p>José Domingos de Morais, como foi batizado, ao longo dos seus mais de 50 anos de carreira levou o munícipio de Garanhuns ao mundo todo e nove anos depois de seu encantamento, o palco do Festival de Inverno de Garanhuns foi nomeado em sua homenagem – o palco Mestre Dominguinhos.</p>
<p>Dominguinhos iniciou na música, principalmente por influência do pai, que era conhecido como Mestre Chicão, famoso na região em que moravam por ser sanfoneiro e afinador de sanfonas. Foi ele quem deu a Dominguinhos a primeira sanfona, quando este tinha apenas 6 anos de idade.</p>
<p>O apelido só surgiu quando conheceu Gonzaga. Desse encontro também nasceu uma das maiores parcerias da nossa música popular. Além da dupla com Gonzaga, Dominguinhos construiu uma sólida carreira de sucesso com mais de 210 canções compostas.</p>
<p>Esse ano, o FIG fez mais uma homenagem ao sanfoneiro na sua noite abertura com a apresentação da Orquestra Sanfônica Mestre Dominguinhos no palco que leva o nome do artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman',serif;"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cantoria Agreste homenageia Dominguinhos nesta quinta-feira (18)</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jan 2018 23:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um encontro de gigantes, o Cantoria Agreste foi criado em 2017 com a proposta de fazer uma justa homenagem a Dominguinhos e agora assume cada vez mais os traços de supergrupo. Isso porque o projeto começa a gerar novos frutos agora e marca a reunião entre Marcelo Melo, do Quinteto Violado, Sérgio Andrade, fundador da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_57177" aria-labelledby="figcaption_attachment_57177" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Diego Araújo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/01/151614583590cdba0e479180186ccff301303d1657.jpg"><img class="size-full wp-image-57177" alt="Diego Araújo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/01/151614583590cdba0e479180186ccff301303d1657.jpg" width="640" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">O quarteto contará com as participações de PC Silva e César Michiles</p></div>
<p>Um encontro de gigantes, o Cantoria Agreste foi criado em 2017 com a proposta de fazer uma justa homenagem a Dominguinhos e agora assume cada vez mais os traços de supergrupo. Isso porque o projeto começa a gerar novos frutos agora e marca a reunião entre Marcelo Melo, do Quinteto Violado, Sérgio Andrade, fundador da Banda de Pau e Corda, o sanfoneiro Gennaro e o guitarrista João Neto, que fez parte da banda de Dominguinhos durante 13 anos. Depois de um ciclo de apresentações bem-sucedidas pelo Brasil, passando por cidades como São Paulo, Garanhuns, Recife, Fortaleza, João Pessoa e Campina Grande, o quarteto agora volta à capital pernambucana para celebrar o novo momento nesta quinta-feira (18), às 20h, no Teatro Luiz Mendonça, que fica no Parque Dona Lindu.</p>
<p>A apresentação é parte da programação do 24º Janeiro de Grandes Espetáculos, que tem apoio do Governo do Estado, através do Funcultura, e simboliza um novo momento dentro da trajetória do Cantoria Agreste que, apesar de ainda manter o tributo ao sanfoneiro garanhuense, também apresentará novas composições autorais, que nasceram de parcerias entre os músicos integrantes. “A experiência foi muito, onde o cantoria se apresentou, foi bem recebido, porque somos quatro pessoas com uma experiência musical muito rica. Isso tudo nos deixou muito entusiasmados, acho que o Cantoria tem muito campo para trabalhar”, comentou o músico Marcelo Melo, ao explicar que as novas canções também se inserem no mesma estética sonora que foi desenvolvida para as releituras de Dominguinhos.</p>
<p>Executado por violões, sanfona, triângulo, carron e zabumba, o repertório conta com músicas emblemáticas do sanfoneiro, como “Arrebol”, “A Fé no Lavrador”, “Lamento Sertanejo” e “Trens Madrugueiros”. As duas últimas primeiramente gravadas pelo Quinteto Violado e pela a Banda de Pau e Corda, respectivamente, evidenciando a íntima ligação e o domínio dos integrantes do Cantoria Agreste sobre a obra do homenageado. O setlist do show ainda vai além das canções inéditas e do tributo, abrindo espaço também para compositores cujos trabalhos se conectam com a música do mestre que melhor traduziu a sonoridade agrestina. Assim, também pode entrar no roteiro clássicos, como “O Plantador” (Geraldo Vandré) e “Asa Branca” (Luiz Gonzaga/Humberto Texeira), por exemplo.</p>
<p>Porém, como é momento de comemorar o novo, o quarteto de veteranos também conta com a participação de gerações mais novas, bem representadas pelo músico PC Silva e pelo flautista César Michiles, filho do compositor Jota Michiles. Natural de Serra Talhada, PC cantará um repente de sua autoria, intitulado “Ciclone”, que ganhou novos arranjos do Cantoria Agreste, enquanto César tocará músicas como “Aquela Rosa”, de Geraldo Azevedo. “Esse show, será uma ótima oportunidade para quem ainda não conseguiu ver o projeto, porque talvez seja a última apresentação nesse formato de homenagem. Depois, devemos dar continuidade a essa musicalidade dos novos compositores de Pernambuco”, explicou Sérgio Andrade, sobre o futuro do projeto, que planeja permanecer apresentando o agreste como uma região de transição entre o sertão e o litoral e, por isso, também de confluência entre as culturas das diversas paisagens do Estado.</p>
<p><strong>&gt;&gt;</strong> Os ingressos para a apresentação no dia 18 de janeiro, no teatro Luiz Mendonça custarão R$ 40 e R$ 20 e já estão disponíveis pelo site CompreIngressos (  https://compreingressos.com/espetaculos/9853-cantoria-agreste) e na central de vendas do 24º Janeiro de Grandes Espetáculos, no teatro de Santa Isabel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p>Cantoria Agreste</p>
<p>Quando: 18 de janeiro, às 20h</p>
<p>Onde: Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu)</p>
<p>Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)</p>
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		<title>Fundarpe divulga cachês dos shows do FIG 2017</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 18:45:39 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Confira abaixo quanto custou cada show do FIG 2017. A origem dos recursos para pagamento dos cachês é orçamento próprio da Fundarpe, direcionado ao festival. Os dados foram atualizados até o dia 18 de julho.</p>
<div id="attachment_51999" aria-labelledby="figcaption_attachment_51999" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Abertura-e-Palco-Dominguinhos.jpg"><img class="size-medium wp-image-51999" alt="Palco Dominguinhos e Abertura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Abertura-e-Palco-Dominguinhos-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Palco Dominguinhos e Abertura</strong></p></div>
<div id="attachment_52000" aria-labelledby="figcaption_attachment_52000" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Pop-e-Forró.jpg"><img class="size-medium wp-image-52000" alt="Palcos Pop e Forró" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Pop-e-Forró-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Palcos Pop e Forró</strong></p></div>
<div id="attachment_52002" aria-labelledby="figcaption_attachment_52002" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Virtuosi-e-Instrumental.jpg"><img class="size-medium wp-image-52002" alt="Virtuosi e Instrumental" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Virtuosi-e-Instrumental-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Virtuosi e Instrumental</strong></p></div>
<div id="attachment_52001" aria-labelledby="figcaption_attachment_52001" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Som-na-Rural.jpg"><img class="size-medium wp-image-52001" alt="Som na Rural" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Som-na-Rural-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Som na Rural</strong></p></div>
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		<title>Poesia e lirismo musical marcaram apresentações no Palco Pop do FIG</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Jul 2017 13:38:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51942" aria-labelledby="figcaption_attachment_51942" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36197599076_c56f92cb4d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51942" alt="Emocionada, Mariana Aydar fez show dedicado a Dominguinhos e cantou sucessos do sanfoneiro " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36197599076_c56f92cb4d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Emocionada, Mariana Aydar fez show dedicado a Dominguinhos e cantou sucessos do sanfoneiro</p></div>
<p style="text-align: right;">por Lenne Ferreira</p>
<p>Toda homenagem “o quanto houver” para o mestre Dominguinhos “ainda é pouco”. Ao longo da programação da 27ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, artistas de gêneros diversos não pouparam elogias e reverência à obra do sanfoneiro, natural de Garanhuns. A cantora Mariana Aydar não foi diferente. Em seu show, na penúltima noite do Palco Pop, ela não só rendeu graças ao forrozeiro pernambucano, como apresentou uma música inédita feita em sua homenagem, &#8220;Vem Domingar&#8221;. Para alegria do público, Mariana montou um show embalado no ritmo do forró, que também contou com sucessos de Dominguinhos e outras joias da produção musical nordestina.</p>
<p>Um dos principais nomes da nova MPB, Mariana Aydar estava emocionada. A nostalgia e a saudade foram elementos da performance que contou com as companhias dos músicos Léo Rodrigues (percussão), Elton Moraes (triângulo), Cosme Vieira (sanfona) e Feeh Silva (zabumba) . Foi um show de memórias e afeto. Entre uma música e outra, a cantora fazia uma pausa para relembrar momentos vivenciados com Dominguinhos, a influência dele na sua produção artística. Uma relação que começou ainda na infância, quando acompanhava a mãe Bia Aydar, que produziu nomes como Luiz Gonzaga, a quem Mariana conheceu quando ainda tinha seis anos de idade.</p>
<p>Desde muito nova, Mariana teve o forró como principal referência musical. Iniciou sua trajetória como backing vocal de Miltinho Ediberto, montou uma banda de forró chamada Caruá e se aventurou em experiências estéticas que nunca se distanciaram muito do ritmo nordestino. O resultado dessas andanças pôde ser visto durante o show que ela levou para o Festival, mesmo que &#8220;meio ressabiada&#8221;, como definiu. Além de canções clássicas do mestre Dominguinhos, como “Lamento Sertanejo” e “Gostoso demais”, ousou interpretações de músicas consagradas como “Tenho sede”, de Gilberto Gil e “Forró do Xenhenhém”, de Elba Ramalho.</p>
<p>Como fazem as divas de verdade, Mariana é generosa no palco e convidou para a sua apresentação o cantor pernambucano Almério. Juntos, cantaram e dançaram “São João do Carneirinho”, da caruaruense Isabela Moraes, e “Frevo-mulher”, de Amelinha. Mas o momento mais emblemático do show foi protagonizado pelos versos dedicados a Dominguinhos.<em> “Fiz essa música para Dominguinhos há dois anos e acabei ela quando estava entrando em Garanhuns. Foi muito emocionante tocar ela aqui pela primeira vez, na cidade dele, porque essa música diz tudo o que eu queria ter dito pra ele e não consegui”</em>, declarou a cantora, que fez a plateia conjugar Dominguinhos em coro: <em>“Todos os dias tem gente querendo domingar”.</em></p>
<div id="attachment_51943" aria-labelledby="figcaption_attachment_51943" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35846728900_b6ce1c7b60_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51943" alt="O cantor pernambucano Tibério Azul apresentou músicas do seu novo trabalho, 'Líquido&quot;" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35846728900_b6ce1c7b60_z-607x453.jpg" width="607" height="453" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor pernambucano Tibério Azul apresentou músicas do seu novo trabalho, &#8220;Líquido&#8221;</p></div>
<p>“A vida pede mais abraço”, declarou o pernambucano Tibério Azul assim que pisou no Palco Pop. Terceira atração da noite, o cantor levou o show do seu segundo trabalho solo, “Líquido” (ou <em>a vida pede mais abraço que razão) </em><em>para o FIG 2017 com</em> uma performance inspirada em elementos da natureza. Para reforçar a apresentação, o músico pegou Rogério Samico emprestado da banda Marsa, que antecedeu seu show, para fazer o baixo. Ao lado dele, um time de feras: Lucas Araújo (bateria), Samuel Nóbrega (piano e sanfona), Arthur Dossa (guitarra), Rogério Samico (baixo), Nilsinho Amarante (Arranjos de Metais e Trombone) Gilmar Black (sax) e Alexandre Lima (trompete).</p>
<p>Veterano no Festival de Inverno de Garanhuns, esta foi a quinta vez que Tibério teve presença na grade da programação. Antes, participou do Festival com os projetos Mula Manca &amp; A Fabulosa Figura, Rádio Orquestra (coletivo formado por Ylana Queiroga, Lucas dos Prazeres, entre outros músicos pernambucanos) e duas vezes com trabalhos solos. A animação do cantor antes de subir ao palco demostrava a sua satisfação em retornar ao Festival com um disco bem recebido pela crítica e pelo público. Além de canções novas como “Chover”, gravada com Clarice Falcão, e “Líquido”, o repertório também teve espaço para músicas como “Veja só”, do primeiro álbum do cantor, “Bandarra” (2011).</p>
<p>Durante o show, o público demonstrava intimidade com o repertório e interagiu com a performance do artista, que atualmente vive no Rio de Janeiro. “<em>A minha sensação de tocar em Garanhuns é a mesma sensação de estar em casa. Principalmente agora que estou morando fora de Pernambuco, me sinto muito mais acolhido</em>”, comentou o cantor, que fez questão de  autografar todos os discos dos fãs que formaram fila após o seu show.</p>
<div id="attachment_51944" aria-labelledby="figcaption_attachment_51944" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35433423503_5bd9527c2c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51944" alt="Representando a nova safra de músicos pernambucanos, Marsa levou poesia para o Palco Pop" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35433423503_5bd9527c2c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Representando a nova safra de músicos pernambucanos, Marsa levou poesia para o Palco Pop</p></div>
<p>Antes de Tibério Azul, a banda recifense Marsa, representou a nova cara da produção musical pernambucana. Com um show de composições próprias que compõem seu primeiro disco, “Circular movimento”, gravado pela Mills Records, o grupo tinha fãs à espera e ainda conquistou a atenção do público que não conhecia seu trabalho. O quinteto de músicos afinados apresentou letras que falam do cotidiano e suas relações cíclicas de forma poética. As experimentações sonoras, com texturas da MPB em canções autorais como “Serpente”, “Vermelhos” e “Tarcísio” demonstraram a riqueza da nova safra de música pernambucana. O grupo tocou o público com uma performance intensa e visceral, típica de artistas com múltiplas influências.</p>
<p>A abertura da noite ficou por conta do músico, compositor e poeta natural de Garanhuns, Alexandre Revoredo. Com mais de 10 anos de carreira, o artista, que também desenvolve trabalhos na área de literatura e teatro, apresentou seu trabalho com influência de ritmos brasileiros como o forró pé de serra e o samba. O show do garanhuense contou com várias participações especiais de artistas locais, entre eles Thiago Martins, vocalista da banda Marsa.</p>
<div id="attachment_51945" aria-labelledby="figcaption_attachment_51945" class="wp-caption img-width-571 aligncenter" style="width: 571px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35846680560_eff9553ca3_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51945" alt="Com mais de 10 anos de carreira, o cantor Alexandre Revoredo dividiu o palco com artistas locais" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35846680560_eff9553ca3_z-571x486.jpg" width="571" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Com mais de 10 anos de carreira, o cantor Alexandre Revoredo dividiu o palco com artistas locais</p></div>
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		<title>Gastronomia e artesanato entre os atrativos da 36ª Festa da Vitória Régia</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2014 16:38:52 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Vitoria-Regia-01.jpg"><img class=" wp-image-16586 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Vitoria-Regia-01-348x486.jpg" width="278" height="389" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Chegando a sua 36ª edição anual, a Festa da Vitória Régia será iniciada nessa sexta-feira (7), estendendo a programação até o domingo (9), na Praça de Casa Forte, no Recife, contando 20 apresentações musicais, 40 expositores de artesanatos e 4 tendas de comidas típicas. Nesta edição, a homenagem do evento será direcionada ao cantor e compositor Dominguinhos, falecido no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Em termos de artesanatos, estarão sendo comercializados no evento, produtos que vão desde artigos decorativos, como luminárias e toalhas de mesa, até acessórios femininos e masculinos. O artesão Paulo Capistrano traz novidades confeccionadas em couro. “Temos várias opções de sandálias e bolsas na matéria prima do couro, que podem ser adquiridas durante a festa com preços que variam entre R$ 25 e R$ 70”, informou. Para quem gosta de cuidar de flores raras, como orquídeas, o floricultor Fábio Barros de Vasconcelos estará comercializando diversas opções da espécie, com preços que vão de R$ 15 a R$ 100.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre alguns dos destaques da gastronomia, o público encontrará pratos como acarajé, bobó de camarão, vatapá, caruru, bolinhos de camarão e outros pratos da culinária baiana, com o casal Edson e Jacira da Bahia, que participam do evento há 8 anos. Os preços de cada prato variam de R$ 12 a R$ 15. “O evento, que se trata de uma festa bastante familiar, também possibilita que as tendas de comidas típicas sejam uma opção à parte para animar este momento de confraternização”, explicou Edson.</p>
<p style="text-align: justify;">Lanches também contemplam algumas opções da culinária disponível no local, como pasteis fritos e de forno nos sabores de queijo, charque e pizza, que estarão disponíveis com o pasteleiro Romildo, em preços a partir de R$ 6. Crepes, tapiocas e espetinhos de churrasco também estão disponíveis nas tendas de comidas típicas, com preços a partir de R$ 5.</p>
<p style="text-align: justify;">A festividade começa a partir das 18h, com apresentação de crianças da creche Menino Jesus e Casa da Criança Marcelo Asfora, as quais serão beneficiadas com a renda arrecadada durante o evento. A partir das 20h, o público contará com shows de Júnior Chumbago e Família, do grupo Túnel do Tempo e da cantora Liv Moraes. O evento também contará com passeio ciclístico, que será realizado no domingo (8), a partir das 8h, saindo da Praça de Casa Forte. Confira a programação completa no site: <a title="www.festadavitoriaregia.com.br" href="http://www.festadavitoriaregia.com.br" target="_blank">www.festadavitoriaregia.com.br</a></p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em>36ª edição da Festa da Vitória Régia na Praça de Casa Forte</em><br />
Dias 7 e 8 de novembro, a partir das 18h; dia 9 de novembro, a partir das 8h.<br />
Local: Praça de Casa Forte, no Recife<br />
Evento aberto ao público</p>
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		<title>Olinda inteira se veste de música com o MIMO 2014</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2014 13:53:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Tendo como cenário igrejas, ruas e praças, o melhor da música mundial vai subir as ladeiras de Olinda e tomar conta da cidade, Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade. É o MIMO 2014, que, depois de passar por Ouro Preto (MG), chega ao seu nascedouro, trazendo na bagagem uma diversidade de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a title="Mata Norte 2012 by Fundarpe, on Flickr" href="https://www.flickr.com/photos/fundarpe/6883519580"><img alt="" src="https://farm8.staticflickr.com/7116/6883519580_5eeac43711_z.jpg" width="640" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Mautner é destaque da programação, neste sábado (6) | Foto: Costa Neto/Secult-PE</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Tendo como cenário igrejas, ruas e praças, o melhor da música mundial vai subir as ladeiras de Olinda e tomar conta da cidade, Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade. É o <a href="http://www.mimo.art.br/" target="_blank"><strong>MIMO 2014</strong></a>, que, depois de passar por Ouro Preto (MG), chega ao seu nascedouro, trazendo na bagagem uma diversidade de ritmos e acordes. De quinta (4) a domingo (7), o festival &#8211; que está em sua 11ª edição &#8211; reafirma, por mais um ano, sua proposta de reunir o que há de mais importante no cenário musical contemporâneo, do jazz à música clássica e à world music. Com uma escalação escolhida a dedo, o MIMO vai presentear o público com os mais importantes instrumentistas do planeta.</p>
<p>Nomes como Trilok Gurtu, Chick Corea &amp; The Vigil, Jordi Savall &amp; Hespérion XXI, Winston McAnuff &amp; Fixi irão se apresentar na edição olindense do festival, que ainda passará por Paraty (RJ) e Tiradentes (MG). O biscoito fino brasileiro fica por conta de artistas do naipe de Egberto Gismonti, Jacques Morelenbaun e Jorge Mautner. De Pernambuco, subirão ao palco o coco Bongar, além de Areia e Grupo de Música Aberta. A ideia do MIMO é reunir as diversas línguas e culturas numa imersão na mais universal das linguagens: a música. Os concertos acontecem nas igrejas da Sé e Nossa Senhora do Carmo, no Seminário de Olinda e na Praça do Carmo, gratuitamente. Confira <strong><a href="http://www.mimo.art.br/programacao/olinda" target="_blank">AQUI</a></strong> a programação completa do MIMO 2014, em Olinda.</p>
<div class="wp-caption img-width-342 alignleft" style="width: 342px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a title="Chick Corea by MIMO Festival, on Flickr" href="https://www.flickr.com/photos/mimofestival/14532972588"><img class=" " alt="" src="https://farm4.staticflickr.com/3869/14532972588_eaf3b8e8ea_z.jpg" width="342" height="512" /></a><p class="wp-caption-text">O pianista norte-americano Chick Corea se apresenta hoje (4), na Praça do Carmo | Divulgação</p></div>
<p>Entre os destaques, está o pianista americano <strong><a href="http://www.mimo.art.br/atracao-131-chick-corea-the-vigil" target="_blank">Chick Corea</a></strong>, que volta ao Brasil após dois anos, e se apresentará com sua banda, The Vigil, nesta quinta (4), às 22h30, na Praça do Carmo. Em quase 50 anos de carreira, Corea continua impressionando plateias em todo mundo, com sua versatilidade ao explorar as mais variadas vertentes do jazz. Pouco antes, às 20h30, o percussionista indiano <a href="http://www.mimo.art.br/atracao-137-trilok-gurtu-band" target="_blank"><strong>Trilok Gurtu</strong></a> aporta na Igreja da Sé, trazendo, entre outras composições, parte do trabalho baseado no seu mais recentes CD, <em>Spellbound</em>. A música envolvente de Gurtu estabelece uma fecunda fusão entre o jazz e a música indiana, vestindo-lhe com uma roupagem universal. Lenda música jamaicana, o cantor <strong><a href="http://www.mimo.art.br/atracao-118-winston-mcanuff-fixi-jamaica-franca" target="_blank">Wiston McAnuff</a> </strong>se une ao acordeonista francês Fixi, para um show que vai girar em torno do diálogo entre o reggae e demais tradições culturais e religiosas da Jamaica. Além disso, eles lançam o disco <em>A new day</em>. O show acontece na Praça do Carmo, nesta sexta (5), às 22h30.</p>
<p>Representando o Brasil na programação, dois grandes nomes da música instrumental brasileira se encontram, no próximo sábado (6), às 20h30, na Igreja da Sé. O pianista e violonista <strong><a href="http://www.mimo.art.br/atracao-142-egberto-gismonti" target="_blank">Egberto Gismonti</a></strong> é um dos nomes dos mais respeitados, ao longo dos seus quarenta anos de trajetória musical, em todo o mundo. Ele convida o cellista e arranjador Jacques Morelenbaun para um dueto inédito, que promete impressionar o público. Mais tarde, às 22h30, a grande expectativa fica para a apresentação do compositor e músico <a href="http://www.mimo.art.br/atracao-146-jorge-mautner-participacao-especial-otto" target="_blank"><strong>Jorge Mautner</strong></a>, na Praça do Carmo. Acompanhado da banda carioca Tono, Mautner vai revisitar sua trajetória, que começou nos anos de 1960, envolta por música, poesia, filosofia e &#8220;hiper tropicalismo&#8221; e traz um convidado especial: o cantor e percussionista Otto.</p>
<p>Os pernambucanos do <strong><a href="http://www.mimo.art.br/atracao-144-bongar" target="_blank">Coco Bongar</a></strong> levam toda a vitalidade e energia ancestral do terreiro de Xambá para o palco da Praça do Carmo, no sábado (6), às 22h30. Entre as batidas de coco e do candomblé, os jovens do grupo vão colocar Olinda inteira pra dançar com sua pegada forte, com raízes fincadas nas tradições afro-brasileiras. Também do time dos pernambucanos, <a href="http://www.mimo.art.br/atracao-149-areia-grupo-de-musica-aberta" target="_blank"><strong>Areia e Grupo de Música Aberta</strong> </a>se apresentam no último dia do MIMO, no domingo (7), às 18h, na Praça do Carmo. O requisitado contrabaixista Walter Areia, em conexão com seu Grupo de Música Aberta, irão de um repertório autoral, baseado no sofisticado trabalho que fazem, e que está registrado em DVD, lançado este ano. Em motes que evocam às mais longevas tradições de improvisação, sua música dialoga com várias atmosferas. No concerto, uma homenagem ao compositor e instrumentista português Carlos Paredes.</p>
<div class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a title="Bongar by MIMO Festival, on Flickr" href="https://www.flickr.com/photos/mimofestival/14716193411"><img alt="" src="https://farm6.staticflickr.com/5590/14716193411_d9e3cecb5a_z.jpg" width="640" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Coco Bongar leva a batida do Terreiro de Xambá pra Praça do Carmo, no sábado (6) | Foto: Beto Figueiroa/Divulgação</p></div>
<p><strong><br />
Da música para o cinema</strong></p>
<p>Ultrapassando as fronteiras de sua programação de concertos, o MIMO 2014 também apresenta uma programação audiovisual, com o <a href="http://www.mimo.art.br/programacao/olinda/filmes" target="_blank"><strong>Festival MIMO de Cinema</strong></a>, que irá trazer, através da Mostra Panorama Brasil, 21 longas e curtas das mais diversas parte do país. Entre os destaques, estão o filme <em>Dominguinhos</em>, delicado registro sobre o músico e compositor pernambucano; <em>Jorge Mautner &#8211; O filho do holocausto</em>, com o já citado músico, que também é atração da programação musical; <em>Cauby &#8211; começaria tudo outra vez</em>, que aborda os constantes recomeços de trajetória de Cauby Peixoto, ao longos dos seus 60 anos de carreira.</p>
<p>Também estão na programação os pernambucanos <em>Psiu!</em>, uma cinebiografia do compositor Zé Dantas, parceiro musical de Luiz Gonzaga; e <em>O ouvido de Vinicius</em>, uma ficção de Sergio Oliveira e Ezequiel Pierri, que, em uma situação imaginária, trata de uma gravação de Maria Bethânia para uma música de Vinicius de Moraes.</p>
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		<title>Esplanada Guadalajara, mas pode chamar de Dominguinhos</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jul 2013 01:03:19 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Forrozeiros subirão ao principal palco do FIG para homenagear a um dos gênios da nação nordestina</p>
<div id="attachment_4080" aria-labelledby="figcaption_attachment_4080" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-231.jpg"><img class="size-medium wp-image-4080" alt="Maciel Melo (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-231-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maciel Melo (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p dir="ltr">Por Guilherme Gatis</p>
<p dir="ltr">A notícia da morte de Dominguinhos, nesta terça-feira (23), pegou Garanhuns de surpresa. Um dos filhos mais queridos da cidade, o mestre sanfoneiro foi homenageado em todos os palcos do FIG. Mesmo grupos e artistas que não dialogam diretamente com os ritmos nordestinos que Dominguinhos ajudou a forjar lamentaram a ausência que o herdeiro de Luiz Gonzaga deixou.</p>
<p dir="ltr">Um dia depois de sentir a morte do cantor o FIG prepara-se para reverenciar, relembrar e, a partir de suas músicas e da valorização de seu legado, reviver o mestre sanfoneiro, que para Santanna, era o melhor do mundo no instrumento. “A nação nordestina perdeu mais um de seus gênios. Como ele não andava de avião, não circulou por outros países, mas ainda assim ele deixou sua marca na história da música. É uma perda que atinge a todos. Acho que ainda não temos muita noção da falta que ele vai nos fazer. A ficha ainda não caiu”.</p>
<p dir="ltr">Já Clayton Barros, sertanejo de Arcoverde, compositor e vocalista da banda Os Sertões, ressalta a importância de Dominguinhos para a nova cena musical. “As pessoas precisam conhecer a obra dele. Um músico completo, que fortaleceu o forró mas que foi além do gênero, passeando pelo jazz, pelo samba e sendo reconhecido internacionalmente por isso”.</p>
<p dir="ltr">O último contato de Barros com Dominguinhos foi em Exu. “Participei do centenário como repórter e tive a honra de fazer a última entrevista com o meste. Ele foi muito sereno, calmo e humilde”. Santanna concorda: “Dominguinhos tinha o coração maior que ele. Um homem generoso e carinhoso, que teve sua música e seu talento reconhecidos em todos os segmentos musicais do Brasil”.</p>
<p dir="ltr">Homenagens</p>
<p dir="ltr">A Sociedade dos Forrozeiros preparou para a noite de hoje, na Esplanada Guadalajara, uma homenagem a Dominguinhos. Ao final do show de Santanna o Cantador, forrozeiros do Recife e também de Pernambuco subirão ao palco para juntos celebrarem a obra do mestre. Logo em seguida será a vez dos forrozeiros de Garanhuns reverenciar o filho da terra.</p>
<p dir="ltr">Os shows da Esplanada Guadalajara começam às 21h. O espaço, que celebrou Dominguinhos em vida, no ano de 2010, quando o sanfoneiro foi o homenageado do Festival, deverá ser efetivado como um tributo à sua memória. A prefeitura de Garanhuns já adiantou que pretende rebatizar a praça pública como Espaço Cultural Dominguinhos. Uma forma mais do que justa de marcar o maior artista da terra no templo musical que ajudou a construir.</p>
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		<title>Dominguinhos e Gilberto Gil &#8211; Centenário Luiz Gonzaga</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Dec 2012 17:16:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 17/12/2012. Shows de Daniel Gonzaga, Dominguinhos, Gilberto Gil e Joquinha Gonzaga, durante o Centenário de Luiz Gonzaga no Festival Pernambuco Nação Cultural em Exu. 13 de dezembro de 2012.</p>
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		<title>É hoje homenagem especial ao Rei do Baião</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jul 2012 21:07:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Neste sábado (28/7), o Festival Pernambuco Nação Cultural do Sertão do Pajeú, em Triunfo, promete esquentar a noite, colocando todo mundo para dançar muito forró, com shows em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. Quem abre a noite no Palco Pernambuco Nação Cultural é o cantor e sanfoneiro Lindomar Souza, natural [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5785" aria-labelledby="figcaption_attachment_5785" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/fagner.jpg"><img class="size-medium wp-image-5785" alt="Fagner promete surpresa na sua homenagem a Luiz Gonzaga (foto: Val Lima)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/fagner-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fagner promete surpresa na sua homenagem a Luiz Gonzaga (foto: Val Lima)</p></div>
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<div>Neste sábado (28/7), o Festival Pernambuco Nação Cultural do Sertão do Pajeú, em Triunfo, promete esquentar a noite, colocando todo mundo para dançar muito forró, com shows em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.</div>
<p>Quem abre a noite no Palco Pernambuco Nação Cultural é o cantor e sanfoneiro Lindomar Souza, natural de Afogados da Ingazeira, do Pajeú. Logo em seguida, é a vez do Baião Polinário. O projeto iniciado em 2010 é formado por artistas de diferentes correntes estéticas que se propõem a tocar o baião de uma maneira diferente, com uma sonoridade inovadora. No repertório, grandes sucessos de Luiz Gonzaga e seus parceiros Humberto Teixeira, Zé Dantas e seu grande sucessor Dominguinhos.</p>
<p>Para encerrar a noite, quem sobe ao palco Pernambuco Nação Cultural é o cantor Fagner. Com grandes expectativas para o show, o artista disse se sentir inspirado pela beleza da cidade de Triunfo. “Estou encantado com esta cidade, certamente será um show muito inspirador. Tenho certeza de que Triunfo me trará um público muito especial”, diz Fagner, que antecipou que cantará seus grandes sucessos, como “Canteiros”, “Borbulhas de amor”, “Espumas ao vento”, entre outros.</p>
<p>O cantor também prestará sua homenagem a Luiz Gonzaga. “Sempre cantei músicas do Mestre Lua e este ano é ainda mais especial. Ele merece todas as homenagens e o povo de Triunfo pode esperar uma muito especial em meu show”, disse o artista que afirmou ter preparado uma surpresa para homenagear o Rei do Baião.</p>
<p><strong>Confira a programação deste sábado (28/7) no palco:<br />
</strong>22h – Lindomar Souza<br />
23h – Baião Polinário<br />
0h – Fagner</p>
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