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	<title>Portal Cultura PE &#187; É Proibido Cochilar</title>
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		<title>Cineclube realiza sessão com curtas do maranhense Joaquim Haickel</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2016 12:19:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira edição do mês de maio do cineclube É Proibido Cochilar, marcado para esta quinta-feira (5), vai exibir ao público quatro curtas-metragens do cineasta maranhense Joaquim Haickel. A iniciativa é da Representação Regional do Ministério da Cultura (RRNE/MinC) e acontecerá na Casa do Patrimônio de Olinda (IPHAN), na Cidade Alta. A entrada é gratuita. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_35951" aria-labelledby="figcaption_attachment_35951" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Filme</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/cenadofilme.jpg"><img class="size-medium wp-image-35951" alt="Reprodução/Filme" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/cenadofilme-607x285.jpg" width="607" height="285" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Pelo Ouvido&#8217; (2008) é um dos curtas de Joaquim Haickel que serão exibidos nesta quinta (5) no É Proibido Cochilar</p></div>
<p>A primeira edição do mês de maio do cineclube É Proibido Cochilar, marcado para esta quinta-feira (5), vai exibir ao público quatro curtas-metragens do cineasta maranhense Joaquim Haickel. A iniciativa é da Representação Regional do Ministério da Cultura (RRNE/MinC) e acontecerá na Casa do Patrimônio de Olinda (IPHAN), na Cidade Alta. A entrada é gratuita.</p>
<p>Cineasta e escritor, Joaquim Haickel é membro da Academia Maranhense de Letras (AML) e do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM). Ele também é criador da Guarnicê Produções que, desde 1984, atua na produção de filmes em São Luís. Em 1996 ajudou a criar a Fundação Nagib Haickel (FNH) e o MAVAM – Museu da Memória Audiovisual do Maranhão, onde desenvolve projetos de resgate, restauração, conservação e guarda de acervos audiovisuais, além de produzir documentários sobre fatos e pessoas relevantes na historia maranhense.</p>
<div id="attachment_35950" aria-labelledby="figcaption_attachment_35950" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Filme</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/777fae79ece353f7675215c22d78d61e_jpg_640x480_upscale_q90.jpg"><img class="size-medium wp-image-35950" alt="Reprodução/Filme" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/777fae79ece353f7675215c22d78d61e_jpg_640x480_upscale_q90-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;A Ponte&#8217; (2012) também faz parte da programação desta quinta (5)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pela Guarnicê, produziu e dirigiu diversos filmes, entre eles os premiados <em>Padre Nosso</em>, <em>A Ponte</em>, <em>Upaon-Açu, Saint Louis, São Luís…</em> e <em>Pelo Ouvido</em>, que serão exibidos durante a sessão. Com a FNH/MAVAM foram vinte e quatro documentários sobre membros da AML, treze sobre artistas plásticos maranhenses, seis sobre outros personagens importantes do Maranhão, doze sobre radialistas maranhenses e está trabalhando na preservação de acervos de cinema, de áudio, de vídeo e de fotografias.</p>
<p><b>Confira a sinopse dos filmes que serão exibidos nesta próxima edição do É Proibido Cochilar:</b></p>
<p><b>Padre Nosso (2008)</b></p>
<p>Baseado no poema de sua autoria, o filme é resultado das histórias que Joaquim Haickel ouvia na infância, tratando um aspecto do dia a dia da vida do padre de uma pequena paróquia do interior.</p>
<p><b>Pelo Ouvido (2008)</b></p>
<p>Baseado no conto escrito em 1984 pelo próprio Haickel, quando o mesmo integrava a equipe de redatores e agitadores culturais da revista Guarnicê e ainda ensaiava os primeiros passos na política, a história do filme se passa em torno das relações de um casal, cujo protagonista, após acidente, tornou-se cego, surdo e mudo.</p>
<p><b>A Ponte (2012)</b></p>
<p>Baseado no conto homônimo de sua própria autoria, o filme conta a passagem do menino para o homem, que tem como cenário a ponte do São Francisco representando todas as pontes como ritos de passagem.</p>
<p><b>Upaon-Açu, Saint Louis, São Luís (2012)</b></p>
<p>Curta de animação 2D, o filme conta a história da fundação de São Luis a partir da saga da chegada dos franceses à ilha de Upaon-açu e sua expulsão pelos portugueses, na batalha da praia de Guaxenduba.</p>
<p><b>Serviço</b><br />
Cine é Proibido Cochilar – Sessão com filmes de Joaquim Haickel<br />
Quinta (5) | 19h<br />
Casa do Patrimônio de Olinda (Rua do Amparo, 59, Cidade Alta, Olinda)<br />
Gratuito</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cláudio Ferrário é personagem da mostra especial do Cine É Proibido Cochilar</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/claudio-ferrario-e-personagem-da-mostra-especial-do-cine-e-proibido-cochilar/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 18:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova O Cine É Proibido Cochilar, realização da Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura (RRNE/MinC), continua, neste mês de setembro, com uma mostra especial que exibe produções que marcaram a programação da TV Viva. Na edição desta quinta (3), o público poderá conferir episódios do programa “Bom Dia, Déo”, que tinha [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Amigo-Urso.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-29909" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Amigo-Urso-607x434.jpg" width="607" height="434" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>O <strong>Cine É Proibido Cochilar</strong>, realização da Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura (RRNE/MinC), continua, neste mês de setembro, com uma mostra especial que exibe produções que marcaram a programação da TV Viva. Na edição desta quinta (3), o público poderá conferir episódios do programa “Bom Dia, Déo”, que tinha como protagonista o ator Cláudio Ferrário, intérprete do personagem Brivaldo. A sessão será às 19h, na Casa do Patrimônio de Olinda, no bairro do Amparo.</p>
<p>No programa “Bom Dia, Déo”, Brivaldo, personagem de Cláudio Ferrário, era um repórter de rua, engraçado e sarcástico, que usava e abusava do humor para debater sobre coisas sérias. “<em>A gente fazia aquele agito nas ruas e uma roda, com o público, se formava. O Brivaldo era um tipo de Mateus em meio ao povo. A intenção era, com humor e sarcasmo, pegar a opinião das pessoas sobre assuntos sérios, com temas como AIDS ou ‘todo homem tem seu preço?’</em>”, conta Cláudio.</p>
<p>“Bom Dia, Déo” teve mais de 20 episódios mensais, exibidos entre os anos de 1984 e 1992. Além de Ferrário, o diretor Nilton Pereira também participava do programa sob a alcunha de Dagoberto, camera man com o qual Brivaldo interagia frequentemente. Nilton e Cláudio participarão, também, de um bate-papo sobre o programa, após a exibição dos filmes, relatando a importância dessa programação independente. “<em>A TV Viva, mesmo com essa coisa de trazer uma programação mais leve ou engraçada, nunca foi de jogar conversa fora</em>”, pontua Cláudio. “<em>Tudo tinha uma razão de se fazer. O programa tinha muito isso de estimular reflexões, mesmo com humor. As pessoas aprendem muito com o riso, com o humor. Ele não deseduca, muito pelo contrário. Claro, dependendendo da forma como se faz</em>”, completa.</p>
<p><strong>Sobre a TV Viva</strong><br />
Criada em 1984 pelo Programa de Comunicação do Centro de Cultura Luiz Freire, na cidade de Olinda (PE), a TV Viva foi formada por vários diretores, como Eduardo Homem e Cláudio Barroso, e percorria os bairros da periferia da Região Metropolitana do Recife para veicular sua programação. Pioneira na concepção alternativa de TV popular, ela atuava no mercado de vídeo educativo e institucional. Suas primeiras produções retratavam a realidade cotidiana dos próprios bairros, onde eram exibidas em telões semanalmente. O grupo teve seus trabalhos adquiridos pela Abril Vídeos e a BBC londrina e participou do 3º Festival Videobrasil com a obra “Amigo Urso”, em 1985.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Cine É Proibido Cochilar – Mostra de programas da TV Viva</em><br />
Quinta (6), às 19h<br />
Casa do Patrimônio de Olinda | Rua do Amparo, 59, Amparo – Olinda/PE<br />
Entrada franca</p>
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		<title>&#8220;Uma questão de terra&#8221; é exibido no Cine É Proibido Cochilar</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2014 14:56:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Manfredo Caldas]]></category>
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		<description><![CDATA[O Cine É Proibido Cochilar desta semana traz mais uma obra inserida dentro da temática política, que está sendo abordada durante o mês de setembro. Nesta quarta (17), o cineclube exibe o documentário &#8220;Uma questão de terra&#8221;, do diretor paraibano Manfredo Caldas. O filme traz à tona os conflitos entre trabalhadores rurais e interesses dos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14139" aria-labelledby="figcaption_attachment_14139" class="wp-caption img-width-480 alignnone" style="width: 480px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/questao-de-terra-filme.jpg"><img src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/questao-de-terra-filme.jpg" alt="Divulgação" width="480" height="360" class="size-full wp-image-14139" /></a><p class="wp-caption-text">Assassinato da líder camponesa Margarida Maria Alves é o pontapé inicial do documentário</p></div>
<p>O Cine É Proibido Cochilar desta semana traz mais uma obra inserida dentro da temática política, que está sendo abordada durante o mês de setembro. Nesta quarta (17), o cineclube exibe o documentário &#8220;Uma questão de terra&#8221;, do diretor paraibano Manfredo Caldas. O filme traz à tona os conflitos entre trabalhadores rurais e interesses dos grandes latifundiários. A sessão acontece na sede da Representação Regional Nordeste do MinC (Bairro do Recife), às 19h. A entrada é gratuita.</p>
<p>&#8220;Uma questão de terra&#8221; tem como ponto de partida o assassinato da líder camponesa Margarida Maria Alves, na cidade de Alagoa Grande (PA) e analisa os vários níveis de violência no campo. Ao dar voz aos trabalhadores rurais, a obra questiona, de maneira contundente, o problema fundiário no país, especificamente no Estado da Paraíba. O documentário culmina com os três dias de votação da reforma agrária na Assembleia Nacional Constituinte de 1988.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Cine É Proibido Cochilar exibe &#8220;Uma questão de terra&#8221;, de Manfredo Caldas</strong><br />
Quarta (17), às 19h<br />
Sede da Representação Regional Nordeste do MinC (Rua do Bom Jesus, 237, Bairro do Recife &#8211; Recife/PE)<br />
Entrada franca<br />
Informações: (81) 3117-8439</p>
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