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	<title>Portal Cultura PE &#187; Eddie</title>
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		<title>De Geraldo Azevedo a João Gomes: gerações que entendem e nutrem o valor da cultura popular pernambucana</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 18:26:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nada é por acaso. O cantor, compositor e instrumentista Geraldo Azevedo ser uma das atrações do palco Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Olinda é educativo e reflete nossa história. A geração dele plantou uma semente lá atrás, no início dos anos 1970, que permitiu a existência desse festival. Uma geração que entendeu a cultura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nada é por acaso. O cantor, compositor e instrumentista Geraldo Azevedo ser uma das atrações do palco Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Olinda é educativo e reflete nossa história. A geração dele plantou uma semente lá atrás, no início dos anos 1970, que permitiu a existência desse festival. Uma geração que entendeu a cultura popular e a importância de sua inserção na música brasileira e da união com a cultura pop. As atrações que passaram por esse palco na tarde/noite desta Terça-Feira Gorda (4), na Praça do Carmo, comprovaram isso: da Orquestra Arruando, passando por banda Eddie, até os também cantores Almério, Renatto Pires e João Gomes, todos são fruto desse legado. O próprio Geraldo, 80 anos de idade recém-completados, perpetua essa missão quando reinventa seu próprio repertório e faz um show completo como se estivesse em cima de um trio elétrico.</p>
<p>A programação inteira se desenrolou nesta terça num verdadeiro crossover temporal e de confluência de ritmos e referências culturais pernambucanas. A começar pela recifense Orquestra Arruando, que sob a batuta do maestro Nilo Otaviano deu o esquente necessário ao palco Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Olinda, ao som de standards do frevo com uma pegada mais contemporânea, aproveitando o clima dos foliões que desde manhã já subiam e desciam as ladeiras do Sítio Histórico nesse ritmo.</p>
<p>Com uma identidade muito forte com a Cidade Patrimônio, a banda Eddie entrou em cena na mesma vibe. O grupo, que ao longo da carreira de mais de 30 anos gravou vários temas de folia que dariam para fazer um show apenas com esse repertório, trouxe sua habitual versão carnavalesca Original Olinda Style. Em meio a sua longa lista de clássicos, como <em>Desequilíbrio</em>, <em>Quando a Maré Encher</em>, <em>Pode Me Chamar</em>, <em>Lealdade</em>, <em>Bairro Novo/Casa Caiada</em> e <em>Vida Boa</em>, intercalou suas releituras de frevos como <em>Hino dos Batutas de São José</em> (João Santiago), <em>É de Fazer Chorar</em> (Luiz Bandeira) e <em>De Chapéu de Sol Aberto</em> (Capiba).</p>
<p>Um dos maiores nomes da nova geração da chamada cena musical pernambucana, o cantor e compositor Almério, natural de Altinho (Agreste), subiu ao palco com todo o impacto visual que lhe é peculiar. &#8220;Eu não vim só cantar. Vim brincar Carnaval&#8221;, anunciou. Como também lhe é de praxe, o músico deu seu recado sobre a importância do respeito à mulher, às pessoas negras e LGBTQIAPN+ e aos povos originários em meio a um repertório autoral, que também é cantado pelo Brasil por grandes nomes da MPB, misturando com sucessos de Alceu Valença, Rita Lee, Johnny Hooker, Otto, Raphaela Santos e Martins.</p>
<p>Prata da casa, o cantor Renatto Pires, filho pródigo do bairro de Rio Doce (Olinda), comemorou oito anos de participação no Carnaval da cidade com um repertório que chamou de &#8220;mais maluco&#8221;. Ou seja: com pura diversão botando o baile para gerar com um mix de frevo e pancadão com direito a releituras de clássicos da MPB.</p>
<p>A reverência, de público e artistas, atingiu o ápice na apresentação de Geraldo Azevedo. Com mais de 60 anos de carreira, o músico nascido em Petrolina (Sertão) revisitou seis décadas dessa infinita experimentação e comunhão da música pop com a cultura popular que foi semeada por sua geração. E tudo em um ritmo alucinante, com arranjos de frevo de rua, como se estivesse em cima de um trio elétrico em pleno desfile do Galo da Madrugada, apenas com um breve respiro numa versão mais lenta que as demais, com a canção Dia Branco. A plateia cantou com o jovem agora octogenário e o saudou o tempo inteiro.</p>
<p>A noite encerrou com o fenômeno João Gomes. Natural de Serrita (Sertão), 22 anos de idade, ele é a prova de que aquela semente da geração de Geraldo foi bem plantada. Craque do piseiro e do forró moderno, João Gomes entrou no palco acolhido pela bandeira de Pernambuco e cantando <em>A Praieira</em>, de Chico Science. Em meio a seu repertório mais contemporâneo, rendeu tributo a Alceu Valença (<em>Anunciação</em>) e ao forró mais tradicional de Luiz Gonzaga (<em>Numa Sala de Reboco</em>, com Zé Marcolino; e <em>Sabiá</em>, com Zé Dantas) e Accioly Neto (<em>Espumas ao Vento</em>). Uma prova irrefutável de que, mesmo diante de tantas transformações ao longo do tempo, a cultura popular e a música pernambucana caminham juntas de uma forma sólida e conceitual. Evoé!</p>
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		<title>Festival Cena Peixinhos abraça Bairro do Recife com shows e batalhas de rima autorais de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 17:19:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116236" aria-labelledby="figcaption_attachment_116236" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hugo Muniz/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Hugo-Muniz-foto-Banda-Eddie-celebra-35-anos-no-Festival-Cena-Peixinhos-2025-com-a-participação-da-Orquestra-do-Frevo-do-Babá.jpg"><img class="size-medium wp-image-116236" alt="Hugo Muniz/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Hugo-Muniz-foto-Banda-Eddie-celebra-35-anos-no-Festival-Cena-Peixinhos-2025-com-a-participação-da-Orquestra-do-Frevo-do-Babá-607x438.jpg" width="607" height="438" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Eddie</p></div>
<p>O Festival Cena Peixinhos preserva a tradição de celebrar a música pernambucana autoral com uma diversidade de artistas e bandas na programação. Neste mês de fevereiro realiza sua 16ª edição trazendo shows gratuitos para o Centro do Recife, no Cais da Alfândega (em frente à escultura do caranguejo), a partir das 19h. O encontro na rua reúne as apresentações de Afroito, Capim Santo, Carranza, Coco Raízes de Arcoverde, DJ Big + batalhas de rima (nos intervalos), Eddie (festejando 35 anos), com a participação da Orquestra de Frevo do Babá, além da Viruz abrindo as apresentações.</p>
<p>Assim como nos anos anteriores, o Cena Peixinhos ocupa o Bairro do Recife justamente por nascer com o DNA do manguebeat, tendo a arte independente em sua essência. O tema deste ano é Salve o Nascedouro, sendo um pedido de socorro para o Nascedouro de Peixinhos, equipamento público com mais de 100 anos de história e que fica nos limites entre Recife e Olinda.</p>
<p>A realização do festival é da Mouras Produções Artísticas, com patrocínio da Prefeitura do Recife, por meio da Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR), e apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.</p>
<p>“Em um único palco e data, as atrações dialogam a partir de suas identidades e ritmos, como coco, rock, reggae e hip hop. Musicalmente a programação une artistas e grupos das antigas e da atualidade possibilitando uma vivência de compartilhamento entre produções artísticas e musicais”, declara o produtor cultural e coordenador do festival, Harryson Moura.</p>
<p>Entre as atrações com mais anos de existência estão o Samba de Coco Raízes de Arcoverde, grupo do Sertão do Estado, e as bandas Eddie, Capim Santo e Carranza, todas de Olinda (PE). Além dessas, Afroito (Olinda); DJ Big, (Recife), nos intervalos da programação, dando palco para as batalhas de rima; e a banda Viruz (Recife) com uma apresentação de hip hop.</p>
<p>“Afroito está representando a nova cena, com uma identidade ancestral e afrofuturista, além de ser da periferia de Olinda. O Festival Cena Peixinhos também resgata e respeita a ancestralidade sendo um caminho para potencializar ainda mais a arte negra. Sem arte morre-se de realidade”, acrescenta o produtor.</p>
<p>DJ Big celebra o espaço para o hip hop no Cena Peixinhos, sobretudo para artistas das batalhas de rima de Pernambuco. “A vivência de estar no palco é algo necessário para as pessoas que estão levando suas ideias por meio de palavras e versos, música e poesia no dia a dia dos encontros de rima nas periferias e nos centros das cidades. Esses e essas artistas necessitam estar na programação de festivais no geral”, comenta o coordenador do festival.</p>
<p>Com a autoria da produtora cultural Ana Beatriz Bronzeado, a identidade visual do Festival Cena Peixinhos 2025 é mais do que um conjunto de elementos: é pensada para uma vivência afetiva e de luta. “O ponto de partida é entender o que faz desse festival resistente. A ideia central nasce da própria essência e história do Cena Peixinhos. Recife e Olinda têm uma energia efervescente, em que tradição e inovação caminham juntas. O objetivo é traduzir esse encontro de tempos, ritmos e expressões em uma identidade visual e de comunicação, direta com o público, de essência vibrante e diversa da cultura afropernambucana”, explica a autora.</p>
<p>Um dos temas centrais da arte de divulgação é a torre do relógio do Nascedouro de Peixinhos. “Busquei uma fusão entre a resistência e a potência criativa da cultura popular, um patrimônio que traz histórias e memórias. Ao lado dela a cultura afro-pernambucana segue abrindo caminhos e possibilidades, ressignificando os espaços e gerando encontros”, destaca a produtora.</p>
<p>A pauta é conectar arte, cultura e pessoas. “O conceito foi pensado a partir de uma junção de diversas formas da arte em que diferentes gerações, estilos e linguagens se encontram para criar algo novo, pulsante e resistente. É importante que a identidade seja pensada de uma forma que gere conexão com o público, fortalecendo sua mensagem e transformando o festival em algo memorável”, pontua a artista.</p>
<p>O Festival Cena Peixinhos existe desde 2010 com o objetivo de celebrar a cultura e a música locais, além de ser um espaço de resistência. A inspiração visual também está nas origens do festival, no território onde nasceu como manifesto social e continua. Sua primeira edição aconteceu no Nascedouro de Peixinhos (antigo Matadouro), na divisa de Olinda e do Recife, um espaço que simboliza essa fusão cultural e há mais de uma década mantém viva a essência”, lembra a produtora.</p>
<p><strong>COMBINAÇÃO -</strong> Ana Beatriz Bronzeado também explica sobre as cores, tipografia e elementos gráficos: “São tons vibrantes dos blocos de Carnaval, o azul do Capibaribe e o amarelo do pôr do sol na orla de Olinda. Já a tipografia e os elementos gráficos resgatam a cultura urbana, periférica e preta com uma abordagem contemporânea que se adapta tanto aos meios digitais quanto aos impressos”, conta.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>16º Festival Cena Peixinhos -</strong> <em>quarta-feira (19), a partir das 19h, no Cais da Alfândega (Bairro do Recife). Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Festival Pré-Amp divulga programação voltada para o mercado da música</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Feb 2020 18:29:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o tema “Cultura como forma de resistência”, a 17ª edição do Festival Pré-Amp contará &#8211; além dos shows musicais &#8211; com uma programação formativa de mesas de debates, bate papo com os técnicos, oficinas e workshops. A mostra competitiva será realizada nos dias 14 e 15 de fevereiro, no Cais da Alfândega, no Bairro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_63370" aria-labelledby="figcaption_attachment_63370" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PEE - Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Nação-Zumbi_Felipe-Souto-Maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-63370" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PEE - Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Nação-Zumbi_Felipe-Souto-Maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Nação Zumbi é uma das homenageadas e convidadas para participar da 17ª edição do Pré-Amp</p></div>
<p>Com o tema “Cultura como forma de resistência”, a 17ª edição do Festival Pré-Amp contará &#8211; além dos shows musicais &#8211; com uma programação formativa de mesas de debates, bate papo com os técnicos, oficinas e workshops. A mostra competitiva será realizada nos dias 14 e 15 de fevereiro, no Cais da Alfândega, no Bairro do Recife, com dez bandas, divididas entre Agreste, Zona da Mata, Sertão e Região Metropolitana do Recife. Além dessas atrações, duas bandas precursoras do Movimento Manguebeat sobrem ao palco do Cais da Alfândega: a Nação Zumbi e a Eddie. O evento conta com apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Toda a programação é gratuita.</p>
<p>Bione, Charque Trio, Abulidu, United Fir Distortion (Recife e RMR); Ednardo Dali, Renna Costa (Sertão); Macunamassa, Ewem (Zona da Mata) e Tôtto, Thalita (Agreste) são as dez atrações selecionadas para a mostra competitiva da 17a edição do Festival Pré-Amp.</p>
<div id="attachment_75077" aria-labelledby="figcaption_attachment_75077" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Daniela Nader/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/5942125762_6bb2bb52ce_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-75077" alt="Daniela Nader/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/5942125762_6bb2bb52ce_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A olindense Eddie também recebe homenagens e fará show no festival</p></div>
<p>Os grupos disputarão entre si a gravação, mixagem e masterização do seu primeiro álbum de carreira, além de garantir sua participação no Carnaval do Recife e Festival de Inverno de Garanhuns deste ano.</p>
<p>O corpo de jurados é formado por produtores e gestores culturais como Andreza Portela, gerente de Música da Secretaria de Cultura de Pernambuco; Felipe Cabral, do Guaiamum Treloso; Pedro Rasta, músico e produtor musical; Lucas Laviovangne, da Go! Elephants; Meri Lemos, da Anikina Produções; Alexandre Barros, músico e produtor cultural; e Sombra, da banda Pluguins.</p>
<div id="attachment_59426" aria-labelledby="figcaption_attachment_59426" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Bruno de Lima</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/andré_.jpg"><img class="size-medium wp-image-59426" alt="Bruno de Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/andré_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">André Brasileiro, coordenador do FIG, participará do encontro &#8220;Como ser atrativo a curadores de festivais&#8221;, no Design Center – Porto Digital, no dia 11/02, das 18h às 22h</p></div>
<p>Outra ação do Pré-Amp é que, de 4 a 14 de fevereiro, o projeto Palco Escola, que busca inserir seus participantes no mercado de trabalhosa musica, contará com uma programação dividida entre dezenas de oficinas, mesas de debates, bate papo com os técnicos e workshops espalhados pelo Recife.</p>
<p>Um dos encontros marcados é o Como ser atrativo a curadores de festivais, no Design Center – Porto Digital, no dia 11/02, das 18h às 22h, com a presença de André Brasileiro, coordenador geral do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), entre outros convidados, como Daniele Hoover (Luni Produções), Gabi Apolônio (Conselheira de Cultura de Pernambuco/ Produtora Cultural) e Guilherme Moura (curador do Abril Pro Rock).</p>
<div id="attachment_75079" aria-labelledby="figcaption_attachment_75079" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/49425696922_12bc22d5c7_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-75079" alt="PH Reinaux/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/49425696922_12bc22d5c7_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O diretor de Produção da Fundarpe, Júlio Maia, também é um dos homenageados desta edição do Pré-Amp</p></div>
<p>Repetindo o formato de outras edições, os homenageados foram definidos por categorias e um dos escolhidos desta edição foi o produtor Júlio Maia, diretor de Produção da Fundarpe. Outros nomes são: Na categoria Músico, o baixista Dengue; Conjunto da obra, a banda Eddie; Banda, a Nação Zumbi; AMP, o técnico Albert; Formação, Maíra e Moema; Empreendimento cultural, o Centro Cultural Grupo Bongar Nação Xambá; Técnico, Savio Uchoa; e Produtora, Meri Lemos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação musical do Festival Pré-Amp:</strong></span><br />
Local: Cais da Alfândega, Bairro do Recife | 17h</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira (14/02)</strong></span><br />
Ednardo Dali<br />
Ewem<br />
Abulidu<br />
Tôtto<br />
Bione<br />
Nação Zumbi</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado (15/02)</strong></span><br />
Macunamassa<br />
Thalita<br />
Charque Trio<br />
United<br />
Renna Costa<br />
Banda Eddie</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação das mesas de debate:</strong></span></p>
<p>Cultura como forma de resistência<br />
Local: Design Center – Porto digital<br />
Data: 5/02/2020<br />
Horário: 18h às 22h<br />
Mãe Beth de Oxum – Ponto de Cultura Coco de Umbigada<br />
Canibal – Devotos<br />
Demir da Hora – Coord. da Terça Negra – MNU<br />
Jadion Santos – Produtora e Ativista Cultural<br />
Tiger – Rapper, ativista cultural</p>
<p>A Música em suas diversas visões<br />
Local: Design Center – Porto digital<br />
Data: 7/02/2020<br />
Horário: 18h às 22h<br />
Núcleo &#8211; Sistema X<br />
Amaro Filho &#8211; pagina 21<br />
Siba Carvalho – cantor e compositor<br />
Thais Arruda – Produtora do Coletivo Boikot</p>
<p>Como ser atrativo a curadores de festivais<br />
Local: Design Center – Porto digital<br />
Data: 11/02/2020<br />
Horário: 18h às 22h<br />
Daniele Hoover – Luni Produções<br />
André Brasileiro &#8211; Fundarpe<br />
Gabi Apolônio – Conselheira de Cultura de Pernambuco/ Produtora Cultural<br />
Guilherme Moura &#8211; APR</p>
<p>Construindo parcerias e ampliando o mercado de atuações<br />
Local: Design Center – Porto digital<br />
Data: 12/02/2020<br />
Horário: 18h às 22h<br />
Rafael Infa – Zero Neutro<br />
Antônio Gutierres – Rec Beat<br />
Patrick Tor4 – Radio Frei Caneca<br />
Bruno Stheling – Rec N`Play<br />
André Dias – Brasilian Day<br />
Camila Barros – Sec. Juventude Recife</p>
<p>Música dos Povos<br />
Local: Auditório &#8211; Armazém do Campo<br />
Data: 13/02/2020<br />
Horário: 18h às 22h<br />
Alexandre Pankararu – Povo Pankararu<br />
Marquinhos Xukuru – Povo Xukuru<br />
Enildo Calon – Cigano da etnia Calon<br />
Guitinho Xambá – Quilombo do Xambá</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação dos workshop’s:</strong></span></p>
<p>Workshop Passagem de Som / Reder Técnico e Release<br />
Local: Armazém do Campo – Recife<br />
Data: 10/02/2020<br />
Horário: 18h às 22h<br />
Felix Cavalcanti – Banda Etnia / Diretor de Articulação AMP<br />
Fabricio Nunes – Banda Plugins / Diretor de produção da AMP<br />
Marah Rubia – Soplar Produções / Diretora de Comunicação AMP</p>
<p>Workshop Coordenação de Back Stage<br />
Local: Design Center – Porto Digital<br />
Data: 13/02/2020<br />
Ticiana Pacheco &#8211; Produtora</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Bate papo com os técnicos</strong></span></p>
<p>Bate-papo com os técnicos<br />
Local: Palco do Marco Zero<br />
Data: 17/02/2020<br />
Horário: 18h.<br />
Carlton &#8211; Coordenador técnico do carnaval do Recife<br />
Savio Uchôa &#8211; diretor palco marco zero<br />
Luciana Bispo &#8211; Coordenadora de backstage do Marco Zero no Carnaval do Recife e Festival de Inverno de Garanhuns</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação das oficinas Festival Pré-AMP 2020</strong></span><br />
(Todas serão realizadas no Compaz Abdias)</p>
<p>4 a 08/02 | 9h às 17h<br />
Fotografia para shows<br />
Sonorização p/ shows<br />
O artista na era digital<br />
Elaboração de projetos</p>
<p>11 a 14/02 | 9h às 17h<br />
Iluminação para shows<br />
Técnicas de palco<br />
Beat Maker<br />
Criação de figurino</p>
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		<item>
		<title>Eddie celebra 30 anos de história no Palco Pop e arrebata público com repertório de clássicos</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2019 03:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[festival de inverno 2019]]></category>
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		<category><![CDATA[Palco Pop]]></category>
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		<description><![CDATA[Três décadas de história da banda Eddie subiram ao Palco Pop, nesta última quinta-feira (25), atraindo um público que estava em busca de clássicos – e que foi atendido. A apresentação em celebração dos 30 anos do grupo cuja trajetória ajuda a contar o desenrolar da cena musical do Recife fechou a noite de música [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Três décadas de história da banda Eddie subiram ao Palco Pop, nesta última quinta-feira (25), atraindo um público que estava em busca de clássicos – e que foi atendido. A apresentação em celebração dos 30 anos do grupo cuja trajetória ajuda a contar o desenrolar da cena musical do Recife fechou a noite de música pernambucana no palco. Antes dos olindenses, se apresentaram Igor de Carvalho e André Macambira. No Palco Dominguinhos, Tony Garrido e Fafá de Belém fizeram a praça ferver, apesar da chuva. E na Plataforma FIG, o debate em torno da integração com a América Latina contou com nomes de peso da produção cultural.</p>
<p><em>“Que privilégio comemorar aqui os 30 anos de estrada. Viva o FIG!”</em>, afirmou Fabio Trummer, o vocalista da Banda Eddie. A plateia ficou firme debaixo de chuva e cantou junto cada música do repertório. Após o Eddie, o Palco Pop se transformou em Palco Forró com Nathalya Viana, Bia Marinho e Josildo Sá.</p>
<p>Cantar junto também foi fácil para o público do Palco Dominguinhos que assistiu ao show de Tony Garrido, que fez uma apresentação com banda e DJ, com pegada rock e eletrônica ao mesmo tempo. Animado, ele desceu do palco e fez a festa dos fãs que estavam próximos à grade de proteção. “É uma felicidade imensa estar aqui. Este é um festival lindo, público maravilhoso. De verdade, é um lugar que eu pedi muito à minha equipe para ter oportunidade de tocar de novo, porque eu sou apaixonado pelo festival de inverno de Garanhuns”, revelou.</p>
<p>Quem esperou até o último show viu a apresentação de Fafá de Belém acompanhada das guitarradas do Pará. “A gente montou algo especial para este ano. No lugar de duas guitarras, são quatro guitarras e um repertório maior, abraçando meus 45 anos de carreira. Meu maior prêmio é esta praça lotada e as pessoas cantando com a gente”, disse a cantora. Celino Melo abriu a noite no Dominguinhos, que teve ainda Claudio Rabeca e convidados lançando o álbum Rabeca Brasileira.</p>
<p><strong>PLATAFORMA FIG</strong><br />
O primeiro dia da terceira edição da Plataforma FIG, espaço de debate a respeito da produção cultural pernambucana, teve como tema Derrubando Fronteiras. Mayra Rizzo, diretora do Conexão Latina e Sócia cofundadora do Cineclube Latino-Americano, Paula Rivera, presidenta do Instituto Nacional de Música da Argentina), e Gabriel Murilo, do Música Mundo, discutiram sobre os desafios para integrar o mercado latino-americano. O mediador foi Gutie, produtor do Festival Rec Beat.</p>
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		<item>
		<title>Milhares de pessoas pulam ao som da BaianaSystem no FIG</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 21:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania “A mais de mil decibéis, virado numa goteira”, diz o verso que é a síntese do grupo BaianaSystem, a atração mais aguardada de ontem no palco Mestre Dominguinhos. Isso porque não é preciso ser fã ou nem mesmo conhecer a banda para se envolver com seu show, cujos graves parecem provocar uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51621" aria-labelledby="figcaption_attachment_51621" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36040726591_b077e07594_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51621" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36040726591_b077e07594_k-607x392.jpg" width="607" height="392" /></a><p class="wp-caption-text">BaianaSystem encheu a Praça Mestre Dominguinhos</p></div>
<p dir="ltr"><em>Por Camila Estephania</em></p>
<p dir="ltr">“A mais de mil decibéis, virado numa goteira”, diz o verso que é a síntese do grupo BaianaSystem, a atração mais aguardada de ontem no palco Mestre Dominguinhos. Isso porque não é preciso ser fã ou nem mesmo conhecer a banda para se envolver com seu show, cujos graves parecem provocar uma espécie de reação espontânea e involuntária no corpo. Foi assim que a esplanada começou a tremer sob os pulos instintivos de um público em frenesi, que encheu o polo em plena terça-feira, logo nas primeiras batidas da abertura com a música “Lucro”.</p>
<p>Em seguida veio a faixa-título do elogiado segundo álbum do grupo, chamado “Duas Cidades”, levando a plateia a cantar junto no refrão. Ocasionalmente, o fundador da banda Roberto Barreto solava na guitarra baiana, propondo a desconstrução do axé e retomando as raízes da música soteropolitana, sedimentada por diferentes manifestações como o ijexá, afoxé, samba reggae e blocos afros, também representados pela percussão orgânica em um show que destaca as pancadas das programações. Músicas como “Barra Avenida” eram estendidas por rimas improvisadas pelo vocalista Russo Passapusso, que versava sobre igualdade e democracia.</p>
<p>Nesse contexto também foram cantadas músicas como “Matuto”, da carreira solo de Passapusso, e “Invisível”, que fala sobre a segregação social reiterada pela postura negligente de políticos e camadas da população. A canção também faz crítica aos blocos de Salvador que usam o cordão de isolamento, dividindo o Carnaval por poder aquisitivo. Donos do seu próprio trio elétrico durante a folia baiana, o grupo não usa cordões e se tornou símbolo da cultura de resistência não só na cidade natal, como também no resto do Brasil. Por isso, uso de elementos instrumentais que ficaram popularmente conhecidos como componentes do axé é, na verdade, o resgate da cultura baiana de raiz associada a abordagem pop do soundsystem.</p>
<p>“Tocar nesse palco é uma vitrine e é uma possibilidade da gente dialogar cada vez mais. É um prazer tocar na mesma noite da banda Eddie, por exemplo, porque a música baiana e a pernambucana têm se aproximado muito”, observou Roberto, após o apresentação encerrada pelo hit “Playsom”, que incendiou a praça Mestre Dominguinhos. Prova dessa afinidade entre as propostas musicais dos dois estados, a banda Eddie contou com a participação da Orquestra de Frevo Henrique Dias no show que antecedeu o grupo soteropolitano, buscando evidenciar o trabalho da Escola de Música Henrique Dias, que fica em Olinda, e sua importância para a preservação do frevo.</p>
<div id="attachment_51624" aria-labelledby="figcaption_attachment_51624" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36140367316_92a2a987d3_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51624" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36140367316_92a2a987d3_k-607x428.jpg" width="607" height="428" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Eddie contou com a participação da Orquestra de Frevo Henrique Dias</p></div>
<p>Antes de se dedicar ao ritmo pernambucano tocando clássicos, como “É de fazer chorar”, a banda apresentou um balanço da carreira com músicas como “Na beira do rio”, “Ela vai dançar”, “Pode me chamar”, sempre tendo a dança como resposta do público. “O Baile Betinha” foi dedicada à memória de Erasto Vasconcelos, que faleceu em outubro do ano passado, como mais um sinal de respeito a cultura popular pernambucana. “Eu acho que a banda Eddie faz música popular brasileira urbana e uma das percelas maiores dessa música foi justamente essa escola com seu frevo, juntamente com o mestre Erasto e outros, que nos deram autonomia e credibilidade para a gente frequentar esse território da música brasileira. A programação do FIG privilegia as coisas boas autorais e estar associado a isso é um orgulho pra gente”, disse o vocalista Fábio Trummer.</p>
<div id="attachment_51627" aria-labelledby="figcaption_attachment_51627" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36139897786_6583cbee7b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51627" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36139897786_6583cbee7b_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lucas Santanna teve momento funk</p></div>
<p>Mais cedo, o baiano Lucas Santanna chamou atenção da plateia ao interromper seu rock tropical com um momento pancadão, que teve seu ponto alto com a música “Funk dos Bromânticos”, dedicada a Ney Matogrosso na ocasião. “Ele é um cara que levantou a bandeira da liberdade sexual em um momento mais difícil que o de hoje e não merece ser massacrado porque foi mal interpretado”, comentou ele, sobre a entrevista em que o cantor destacou ser humano antes de qualquer classificação sobre sua sexualidade. O poprock da banda garanhuense Neander foi a responsável pela abertura do palco Mestre Dominguinhos, somando o público no início da noite.</p>
<p><strong>PÚBLICO</strong></p>
<p>O dia também foi marcada pela chegada de caravanas de outras cidades que se planejaram para aproveitar a programação do Festival ontem. Com a abertura do Palco Instrumental, Palco Pop, Palco Forró, na terça, e o início do VIII Virtuosi na Serra no dia anterior, os visitantes passaram os dia circulando pelos ambientes da cidade e se encontraram no início da noite no Palco Mestre Dominguinhos.</p>
<p>Foi o caso da estudante Bruna Medeiros, de 24 anos, que chegou do Recife ontem para retornar após os shows. “Eu achei massa o show de BaianaSystem aqui, porque foi super tranquilo e organizado. O pessoal todo de Recife veio para assistir a apresentação”, opinou ela, que organizou uma maneira de poder conferir a programação durante a semana sem interromper as atividades na cidade natal. “O BaianaSystem é um show que eu jamais imaginaria aqui agora, talvez só anos depois. Eu gostei da programação, se você prestar atenção em todos os polos sempre tem algo legal pra fazer. Muita gente só olha o que vai ter no palco principal, mas independente disso a programação tá rolando”, falou a empreendedora Maysa Lins, de 27 anos, que também veio de Recife para curtir o FIG.</p>
<p>Quem veio de fora do estado e ainda não conhecia o evento também aprovou a Festival. “Eu fiquei bem impressionado com a programação. Já tinha visto um show de BaianaSystem no festival Bananada, de Goiânia, e fiquei super animado quando vi que ia ter aqui. Ainda não conhecia Garanhuns e fui surpreendido com um evento desta dimensão”, disse o bailarino Junior Leite, de 27 anos. Entre o público natural de Garanhuns, o técnico de laboratório Wallace Maia, de 36 anos, foi um dos que se dispôs a ir conferir as atrações que ainda não conhecia. “Eu vim aqui só pra conhecer e achei bom demais. Quando peguei a programação, falei para as pessoas de tudo de bom que tinha, até que alguém veio me falar do BaianaSystem, que eu nunca tinha ouvido falar. Cheguei aqui e amei, tanto que acabou e ainda continuo aqui na praça”, divertiu-se ele, que acredita que festivais tem também o papel de apresentar o novo. “Belchior deixou a mensagem: o novo sempre vem”, brincou.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Palco &#8220;Pernambucano&#8221; Dominguinhos em noite de lançamentos</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2015 19:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[25º FIG]]></category>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Olinda inteira desceu ladeira, subiu a serra e chegou em Garanhuns em forma de música! O Palco Dominguinhos se viu tomado, neste sábado (18), por boa parte da Cidade Alta, que foi muito bem representada por duas das bandas mais expressivas do cenário musical. Eddie e Orquestra Contemporânea de Olinda vieram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27660" aria-labelledby="figcaption_attachment_27660" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19644926029_d70b573f0c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27660" alt="Léo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19644926029_d70b573f0c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra Contemporânea instigou o público com seu novo álbum, &#8220;Bomfim&#8221;</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>por Leonardo Vila Nova</em></strong></p>
<p>Olinda inteira desceu ladeira, subiu a serra e chegou em Garanhuns em forma de música! O Palco Dominguinhos se viu tomado, neste sábado (18), por boa parte da Cidade Alta, que foi muito bem representada por duas das bandas mais expressivas do cenário musical. Eddie e Orquestra Contemporânea de Olinda vieram nos presentear, por mais uma vez, com a energia desse lugar que é de todos os lugares, cores e sons. Coroando a noite, a presença arrebatadora e fundamental de Lenine, que encerrou a programação.</p>
<div id="attachment_28616" aria-labelledby="figcaption_attachment_28616" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/eddie.jpg"><img class="size-medium wp-image-28616 " alt="Léo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/eddie-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio, em apresentação da banda Eddie, com seu novo disco, &#8220;Morte e Vida&#8221;</p></div>
<p><em>Morte e vida</em> é o nome do novo disco da banda Eddie. E foi esse trabalho que subiu, pela primeira vez, num palco pernambucano, estreando no FIG 2015. O novo disco vem reforçar o talento da Eddie para a malemolência. Ao passo em que traz letras mais contundentes, mais narrativas, o disco ainda mantêm o já conhecido balanço olindense, que é marca da banda. E foi justamente isso que se viu no palco e na plateia: público arriscando seus passinhos em meio à garoa de Garanhuns. Um bailinho olindense daqueles&#8230; que, como não poderia deixar de ser, também teve direito a antigos sucessos da Eddie, como <em>Pode me chamar</em>, <em>Vida boa</em>, entre outras.</p>
<p>Sai Olinda. Entra Olinda. Uma Olinda e suas várias Olindas, resumidas em um nome: <em>Bomfim</em>. O disco é o terceiro da <em>big band</em> Orquestra Contemporânea de Olinda (OCO), que já traz no nome a chancela e garantia fundamental de boa música. Também sendo lançado neste FIG, <em>Bomfim</em> é a consolidação da identidade musical deste momento da OCO, que se iniciou no primeiro disco, de 2008. O novo show é um mix dos três álbuns, obviamente com predominância do novo disco, que ganhou os olhares do público pernambucano (assim como dos que vieram de fora) pela primeira vez. &#8220;<em>Os nossos dois primeiros CDs surgiram a partir do repertório que a gente já experimentava no palco. O </em>Bomfim<em>, não. Estamos tocando muitas dessas músicas pela primeira vez em cima do palco. Então, é uma novidade. No entanto, os nossos shows já costumam ter um esqueleto, um caminho, ao qual nós agregamos músicas deste último, criando esse novo show, que tem um pouco de cada um dos três discos</em>&#8220;, contou Juliano Holanda, guitarrista e um dos compositores da OCO.</p>
<p>E eis que a Orquestra fez o que melhor sabe: uma mistura fina entre arranjos sofisticados e energia e ritmo que chamam à dança, ao requebrar do corpo. <em>Pode ir</em>, <em>Amara Preta</em>, <em>No Caldo</em>, <em>Não me falta</em> se juntaram a sucessos antigos como <em>Sereia</em>, <em>Falar pra ficar</em> e <em>Ciranda de Maluco</em> (canção de Otto que já foi incorporada ao repertório da OCO há algum tempo). O resultado disso em palco é instigação pura. Que o diga a olindense Girlaine Santos, 47 anos, que há 18 vive em Maceió (AL). Muitíssimo animada , à beira do palco, ela contou que nunca perdeu de vista a cena musical pernambucana. &#8220;<em>Eu, sempre que posso,  venho pra cá, pra poder assistir aos shows. Gosto de Eddie, Mombojó, Mundo Livre, Lenine&#8230; e a Orquestra Contemporânea principalmente, pois eles misturam de tudo e dá nessa música deles, que é boa demais!</em>&#8220;, declarou.</p>
<p><strong>A força da música e do amor</strong></p>
<div id="attachment_27661" aria-labelledby="figcaption_attachment_27661" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19823761832_d9513d1f97_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27661 " alt="Léo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19823761832_d9513d1f97_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lenine fez um show arrebatador no Palco Dominguinhos</p></div>
<p>&#8220;<em>Eu dedico esta noite&#8230; e todas as noites&#8230; as que vieram e as que virão, a &#8216;Seu Geraldo&#8217;</em>&#8220;, disse Lenine, acompanhado por um grito explosivo de força do público que estava na Praça Mestre Dominguinhos. Em palco, o cantor homenageou o pai, falecido recentemente. Em palco, ele fez o chamamento à sua música: ela o empoderou de amor, de grandeza&#8230; este amor que ele devota aos pais, e que o levou a fazer da música a sua mais poderosa arma e alicerce fundamental. Tudo tem muito a ver. A presença dele, nesta noite, também. Foi bonito e importante vê-lo no palco, num show arrebatador.</p>
<p><em>Carbono</em>&#8230; assim se chama o novo álbum de Lenine. Um trabalho que reúne dezenas de parceiros, antigos e novos, num dos discos mais plurais de Lenine. E <em>Castanho</em>, música que abre o disco e o show (também encerrando-o), fala bem disso: &#8220;<em>O que eu sou / eu sou em par / Não cheguei sozinho</em>&#8220;. E essa presença fundamental do coletivo em sua vida foi o combustível para o show de ontem. A parceria do público que respondia com vibração a cada uma das músicas do show, e que ganhava mais intensidade nos momentos mais instigados, foi a prova viva desta força de resistência que a música dá a quem vive dela. &#8220;<em>Canções da minha dor / Canções do meu pesar / Canções do meu amor / Canções do meu amar</em>&#8220;, continua a letra de <em>Castanho</em>, em plenitude de emoções.</p>
<p>Forte, instigante e instigador, Lenine trouxe novas músicas, como <em>O Impossível vem pra ficar, Cupim de Ferro, Grafite Diamante, Quem leva a vida sou eu</em>, numa pegada pesada e ao mesmo tempo malemolente. Corresponderam à altura. Canções de outros discos, como <em>A rede</em>, <em>Paciência</em>, <em>Na Pressão</em>, <em>Candeeiro Encantado</em> (com uma banda instigada, interagindo com as mudanças de andamento da música), também entraram no repertório, que contou com 25 canções&#8230; por volta das 3h45 da manhã, Lenine encerrava o show que lhe lavara a alma, que lhe pôs humano e gigante de espírito diante de milhares de pessoas.</p>
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		<title>Maracaípe recebe shows de Eddie, Siba e outras atrações</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2015 14:42:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Carnaval de Pernambuco, em Maracaípe, contou neste domingo (15) e segunda (16) com vários shows de nomes importantes da música pernambucana e brasileira. Passaram por lá atrações como o grupo Samba Led, além de Eddie, Academia da Berlinda, Erasto Vasconcelos, Siba, Karina Buhr canta Secos e Molhados e Orquestra Contemporânea de Olinda. Confira algumas fotos feitas pelo fotógrafo Eric [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Carnaval de Pernambuco, em Maracaípe, contou neste domingo (15) e segunda (16) com vários shows de nomes importantes da música pernambucana e brasileira. Passaram por lá atrações como o grupo Samba Led, além de Eddie, Academia da Berlinda, Erasto Vasconcelos, Siba, Karina Buhr canta Secos e Molhados e Orquestra Contemporânea de Olinda. Confira algumas fotos feitas pelo fotógrafo Eric Gomes, da equipe da Secult-PE / Fundarpe.</p>
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		<title>“Frervendo” o caldo da renovação</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2015 19:11:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova O frevo nasceu um híbrido. Foi fruto de uma reconfiguração de linguagens que se encontraram nas ruas. Uma atualização resultante de um misto de dança e música, quando incorporou ao som das bandas militares os passos de capoeira, que, mesclados, deram origem ao que conhecemos hoje. Isso significa que esse gênero [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p style="text-align: left;">O frevo nasceu um híbrido. Foi fruto de uma reconfiguração de linguagens que se encontraram nas ruas. Uma atualização resultante de um misto de dança e música, quando incorporou ao som das bandas militares os passos de capoeira, que, mesclados, deram origem ao que conhecemos hoje. Isso significa que esse gênero único no mundo já nasceu vocacionado para as metamorfoses e mutações que lhes seriam possíveis ao longo desses 108 anos. E, durante todo esse tempo, além de ir demarcando seu terreno dentro da música pernambucana, o frevo seguiu deixando seus códigos genéticos em aberto para que pudessem ser naturalmente reprocessados. E, assim, à revelia dos puristas de plantão, ganhou guitarras baianas, de rock, fraseados de jazz, bits de computador e uma infinidade de possibilidades de ser reinterpretado.</p>
<div id="attachment_21056" aria-labelledby="figcaption_attachment_21056" class="wp-caption img-width-470 alignnone" style="width: 470px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/carlos-fernando.jpg"><img class="size-full wp-image-21056" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/carlos-fernando.jpg" width="470" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Carlos Fernando foi o nome à frente do projeto Asas da América, que modernizou o frevo na década de 1970</p></div>
<p>Do bairro de São José, nos velhos e saudosos carnavais, quando ainda era folião mirim, até passar pelos clubes e chegar aos palcos e trios elétricos, e se tornar centenário, o frevo traçou uma trilha de modernização que foi muito além da sua divisão clássica &#8211; frevo de rua, frevo canção e frevo de bloco. Primeiro, foi preciso se sedimentar, se afirmar. Para isso, contou com um panteão invejável: Nelson Ferreira, Antonio Maria, Levino Ferreira, Capiba, Louviral Oliveira, Luiz Bandeira, entre tantos outros responsáveis por clássico eternos. Com o respaldo da gravadora Rozenblit, o frevo se mostrou para o Brasil como classicamente o conhecemos. Esse movimento alcançou seu auge entre a segunda metade da década de 1950 até fim dos anos 1960.</p>
<p>A partir daí, já dono do pedaço, o frevo estava apto a se renovar, conquistar novos públicos, além dos salões dos clubes. E essa renovação veio quase uma década depois. Em 1979, entrava em cena o projeto Asas da América, capitaneado pelo compositor e produtor musical Carlos Fernando, que reuniu a nata da MPB para dar novo fôlego ao gênero. Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Chico Buarque, Fagner, Zé Ramalho, Gilberto Gil, Jackson do Pandeiro e uma infinidade de artistas (entre eles, alguns novatos, como Lenine e Lula Queiroga, por exemplo), emprestaram suas vozes aos seis volumes do projeto que modernizou a linguagem do frevo. “<em>Aquele foi um momento em que o frevo estourou com uma força gigantesca. E isso porque era um frevo feito com uma linguagem jovem, pois Carlo Fernando era um jovem, andava com gente jovem, antenada. A partir daí, foi um ‘boom’ e até mesmo artistas que não tinham uma ligação com o frevo, passaram a gravar, pois viram naquela música um filão interessante a se explorar na indústria fonográfica</em>”, constata Fábio Cabral, da Loja Passadisco. Ele tem, na sua coleção particular, todos os vinis originais da discografia do Asas da América.</p>
<p><strong>&#8220;Asas da América&#8221;, canção da voz de Geraldo Azevedo, está no projeto</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GZsteRWwl0Q" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Tempos antes disso, o frevo, que tem sua raiz fincada em Pernambuco, não se furtou em ser alvo do flerte de outras paragens. Ganhou, por exemplo, sotaque baiano. Dodô e Osmar foram os responsáveis por isso. Modernizar o carnaval era a empreitada dos criadores da “fubica”, que viria a se tornar o famoso trio elétrico. A ousadia deles chegou no frevo, que, ao desembarcar em terras soteropolitanas, ganhou, para sua vestimenta, as tais “guitarras baianas”. Artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Moraes Moreira (que participariam do Asas da América), além da antiga banda deste último, os Novos Baianos, exploraram com competência essa vertente. Até mesmo um pernambucano, Robertinho do Recife, dessa linhagem de exímios guitarristas – a exemplo de Pepeu Gomes e Armandinho – também seguiu essa estética, inclusive, indo até mais além, com fartas doses de experimentalismo. “<em>Não existe isso de frevo baiano. Frevo é frevo! O que acontece é que os baianos encontraram um jeito mais fácil pra eles de tocar o frevo. Os arranjos das orquestras daqui são mais complexos. Lá, eles descomplicaram um pouco. Mas é frevo também”</em>, endossa Fábio Cabral.</p>
<p><strong>Ouça &#8220;Frevo dos palhaços&#8221;, uma das músicas do disco &#8220;Robertinho no Passos&#8221;, de Robertinho do Recife e Hermeto Paschoal</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/SeQA5fpKsuQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Ao manguebeat</strong><br />
Na sequência, mais um hiato de experimentações e renovações. O fervor gerado pelo Asas da América havia arrefecido e, por mais uma vez, o frevo se resguardou em mais uma zona de conforto, conquistada pelo força estratosférica do projeto de Carlos Fernando. A música pernambucana, de um modo geral, havia perdido um pouco da ousadia. Nos anos de 1990, o novo som que despontava era o Manguebit, que revolveu todo o ecossistema da cidade estuário e toda a farta gama de elementos das tradições culturais para dar à luz um novo amálgama. Lá estavam rock, maracatu, hip hop, coco, soul music, embolada, dialogando. O frevo, no entanto, não fazia parte do cardápio do mangueboys. Isso suscita uma pergunta: se o frevo tivesse seu espaço garantido na proposta estética do Manguebit, ele hoje seria um ritmo com maior presença e influência na estética da música pernambucana jovem, com maior respaldo de mídia e de público?</p>
<div id="attachment_21057" aria-labelledby="figcaption_attachment_21057" class="wp-caption img-width-322 alignleft" style="width: 322px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/silverio-pessoa-ricardo-moura.jpg"><img class="size-medium wp-image-21057  " alt="Eric Gomes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/silverio-pessoa-ricardo-moura-322x486.jpg" width="322" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Silvério também incorporou novos elementos ao gênero, no álbum &#8220;Micróbio do Frevo&#8221;</p></div>
<p>Porém, mesmo não dialogando diretamente com o frevo, o Manguebit despertou nos músicos pernambucanos a vontade e a ousadia de explorar novos contextos e esferas musicais, tendo à mão elementos locais e universais, trabalhando essa alquimia possível e fecunda. Alguns artistas enxergaram, então, no frevo essa possibilidade. O mais ousado e assertivo nesse sentido foi o músico, cantor e compositor Silvério Pessoa, que trouxe ao mundo, em 2002, o projeto/CD <em>Batidas Urbanas – Micróbio do Frevo</em>. Uma compilação de canções carnavalescas de Jackson do Pandeiro, totalmente desconstruídas e recriadas a partir de novas linguagens musicais. Um trabalho arrojado, que fincou estacas como um dos trabalhos mais inovadores no gênero.</p>
<p>“<em>O frevo é um possibilitador de trocas, de diálogos e de hibridações, isso é fato</em>”, enfatiza Silvério, que não compõe frevos, mas que os tem como fonte de inspiração musical. “<em>Há uma ligação muito forte do frevo com a musicalidade pernambucana. E, como impulso no meu trabalho, o fruto inconteste disso é o </em>Micróbio do Frevo<em>, que foi um disco importante nessa minha trajetória</em>”. Silvério encheu o disco de convidados que, cada um à sua maneira, contribuíram com o <em>Micróbio do Frevo</em>. Eddie, China, Pácua &amp; Via Sat, Mônica Feijó, a própria Almira Castilho (companheira de Jackson), Re:Combo, SaGrama, foram alguns que participaram do álbum. O resultado, capitaneado por Silvério, é uma gama de sonoridades que trazem, em definitivo, o frevo para o ambiente das experimentações sonoras contemporâneas. “<em>Foi um disco com essa perspectiva de reconfigurar o frevo a partir dessas outras possibilidades, utilizando filtros, sampler, efeitos, dialogando com gêneros musicais diversos</em>”, explica Silvério.</p>
<p>O disco <em>Batidas Urbanas &#8211; Micróbio do Frevo</em> está disponível para venda no <a href="https://itunes.apple.com/br/album/batidas-urbanas-projeto-microbio/id260013235" target="_blank"><strong>iTunes</strong></a>.</p>
<p>Outro nome que lançou mão do frevo a partir de novas possibilidades sonoras é a banda Eddie. Em meio ao reggae e ao rock, traços da tradição artística e cultural olindense marcam a música do grupo liderado pelo vocalista, guitarrista e compositor Fábio Trummer. Suas canções vêm impregnadas de Olinda, vestida num formato mais &#8220;descolado&#8221;. E em várias delas lá está o frevo, ganhando contornos diferenciados, que acabam aproximando o gênero das gerações atuais. “<em>O frevo, de certa forma, voltou a ser uma musicalidade preciosa neste momento de globalização de massa, uma expressão musical que só existe nesse pedacinho de mundo e isso, pra gente, é visto como uma oportunidade de criar com uma identidade local e única, que é tão universal aos ouvidos atentos mundo afora</em>”, considera Trummer.</p>
<div id="attachment_21060" aria-labelledby="figcaption_attachment_21060" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/eddie-ricardo-moura.jpg"><img class="size-medium wp-image-21060" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/eddie-ricardo-moura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O &#8220;Original Olinda Style&#8221; da banda Eddie também flerta com o frevo</p></div>
<p>Outro importante instigador de ainda mais hibridações no frevo é o Maestro Spok. O homenageado do Carnaval do Recife deste ano se consagrou como um dos mais importantes nomes da música pernambucana e brasileira, principalmente por inovar no frevo, incorporando e vestindo nele elementos e andamentos típicos do jazz. Tudo isso numa mistura fina, sem perder de vista a espinha dorsal rítmica, aquela que remexe o corpo inteiro do folião. Com isso, o frevo passou a fazer “carreira” além das fronteiras brasileiras, empreendendo turnês pela Europa e, mais recentemente, pelos E.U.A., onde cumpriu uma agenda exitosa de concertos. A última, no fim de 2014, passou por locais como Nova Iorque, Filadelfia e Pittsburgh.</p>
<p>Outras iniciativas também têm colocado o frevo mais próximo do universo pop, como é o da música da banda Ska Maria Pastora, que reprocessa o gênero através de elementos da música jamaicana; ou do disco <em>Frevo do Mundo</em> (2008), que reuniu diversos artistas da música contemporânea para cantar tanto os clássicos do carnaval pernambucano, como <em>Quarta-feira ingrata (É de fazer chorar)</em>, na versão da banda Eddie, ou novas composições, como <em>Metendo Antraz</em>, da Mundo Livre S/A.; além de nomes como Isaar, DJ Dolores, João Donato, Edu Lobo, Orquestra Imperial, 3naMassa, entre outros. O disco ganhou versão repaginada, em show, apresentada no último fim de semana, com participação de Siba, Otto, Céu, Tulipa Ruiz, Karina Buhr e direção musical de Pupillo (Nação Zumbi).</p>
<p><strong>Conheça o disco &#8220;Frevo do Mundo&#8221;</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LIYAJ4IxaiU" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Fechando a série de reportagens em homenagem do Dia do Frevo, o Cultura.PE lança a questão sobre como o gênero tem encontrado espaço para repercutir nos ouvidos e corações do público,  nos dias de hoje.</p>
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		<title>Olinda em peso no Primeiro Baile do Ano</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2015 15:40:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Festa no Recife com cara de noite olindense. Eddie, Academia da Berlinda e Erasto Vasconcelos são as estrelas do Primeiro Baile do Ano, que acontece neste sábado (9), no Catamaran (São José), a partir das 22h. Toda a cancha do “Original Olinda Styles” vai fazer ferver o local, abrindo o ano de 2015 com bons [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19227" aria-labelledby="figcaption_attachment_19227" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/eddie.jpg"><img class="size-medium wp-image-19227" alt="Eric Gomes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/eddie-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio Trummer e a banda Eddie comemora 25 anos de carreira no show deste sábado (9)</p></div>
<p>Festa no Recife com cara de noite olindense. <a href="http://bandaeddie.com.br/" target="_blank"><strong>Eddie</strong></a>, <strong>Academia da Berlinda</strong> e <strong>Erasto Vasconcelos</strong> são as estrelas do Primeiro Baile do Ano, que acontece neste sábado (9), no Catamaran (São José), a partir das 22h. Toda a cancha do “Original Olinda Styles” vai fazer ferver o local, abrindo o ano de 2015 com bons shows. Quem abre a noite são os DJs Vinicius Leso e Rossi Love. Os ingressos custam R$ 70 (inteira), R$ 35 (meia entrada) e R$ 40 (social).</p>
<p>Primeiro a subir ao palco é o percussionista e cantor Erasto Vasconcelos, mestre reverenciado pelos jovens músico de Olinda. Na sequência, vem a banda Eddie – que, nesta semana, entrou em estúdio para gravar seu próximo disco. Eles prometem um show arrasador, repassando os seus 25 anos de carreira. Clássicos como “Quando a maré encher”, “Ela vai dançar” e “Pode me chamar” são presenças garantidas no set list. Fechando a noite, já na madrugada do domingo, o som dançante da Academia da Berlinda, que traz sua caliente mistura de ritmos nordestinos com a sonoridade latina.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Primeiro Baile do Ano</em><br />
<em> com Eddie, Academia da Berlinda e Erasto Vasconcelos e os DJs Vinicius Leso e Rossi Love</em><br />
Sábado (10), a partir das 22h<br />
Catamaran Tours – Cais das Cinco Pontas, s/n, São José – Recife/PE<br />
R$ 70 (inteira), R$ 35 (meia entrada), R$ 40 (social)</p>
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		<title>Réveillon pernambucano repleto de festas por toda a parte</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Dec 2014 18:18:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quem quer curtir a virada do ano e receber 2015 com muita animação, não tem do que se queixar: inúmeras são as opções de festas que vão celebrar a chegada do dia 1º de janeiro, com shows diversos. A começar pela tradicional queima de fogos da Praia de Boa Viagem, no Recife. A farra começa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18778" aria-labelledby="figcaption_attachment_18778" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Clara Gouvêa/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Otto.jpg"><img class="size-medium wp-image-18778" alt="Clara Gouvêa/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Otto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Otto comanda a virada do Circuito Pé na Areia, na Praia dos Carneiros</p></div>
<p>Quem quer curtir a virada do ano e receber 2015 com muita animação, não tem do que se queixar: inúmeras são as opções de festas que vão celebrar a chegada do dia 1º de janeiro, com shows diversos. A começar pela tradicional queima de fogos da <strong>Praia de Boa Viagem</strong>, no Recife. A farra começa às 19h30, ao som de DJs. Na sequência, shows de Faringes da Paixão (20h30), Alceu Valença (22h), Monobloco (0h20) e SpokFrevo Orquestra (2h), no palco armado em frente ao edifício Acaiaca. O Recife também contará com outros quatro polos de animação: Pina, Ibura, Morro da Conceição e Lagoa do Araçá.</p>
<p>No litoral sul, o <strong>Circuito Pé na Areia</strong>, na Praia dos Carneiros, contará com show do cantor Otto, que apresenta repertório dos seus grandes sucessos, em especial do último CD, The Moon 1111. Também se apresentam no local, a banda King Size e a DJ Lala K. Tudo no esquema open bar. Os ingressos custam R$ 200.</p>
<p>Ainda no litoral sul, é a banda Eddie quem celebra a chegada de 2015, no <strong>Réveillon Original Style</strong>, em Maracaípe. DJs e a bandas Greengo e São Jorge também vão animar a festa, que também contará com esquema de open bar. Ingressos no valor de R$ 120.</p>
<div id="attachment_4903" aria-labelledby="figcaption_attachment_4903" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/eddie.jpg"><img class="size-medium wp-image-4903" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/eddie-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em Maracaípe, a banda Eddie vai agitar o Réveillon Original Style</p></div>
<p>Já quem quer bailar um som caliente, a pedida é a festa <strong>La Cumbia de Año Nuevo</strong>, que acontece a partir das 22h, no Xinxim da Baiana, em Olinda. A música fica por conta do DJ argentino Leon Selector e participação de Fábio Pontes, da banda Salsamérica. No set lista, cumbia electrônica, reggaeton, moombathon, entre outras latinidades. Os preço variam de R$ 15 a R$ 30 (individual na lista amiga, na porta ou casadinha).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><em>Réveillon na Orla de Boa Viagem</em><br />
Faringes da Paixão, Alceu Valença, Monobloco, SpokFrevo Orquestra e DJs<br />
Quarta (31), a partir das 19h30<br />
Aberto ao público</p>
<p><em>Réveillon Circuito Pé na Areia</em><br />
Otto, King Size e DJ Lala K<br />
Quarta (31), a partir das 23h<br />
Praia dos Carneiros<br />
R$ 200</p>
<p><em>Réveillon Original Style</em><br />
Eddie, Greengo e São Jorge<br />
Quarta (31), a partir das 23h<br />
Praia de Maracaípe<br />
R$ 120</p>
<p><em>La Cumbia de Año Nuevo</em><br />
DJ Leon Selector (part. Fábio Pontes – banda Salsamérica)<br />
Quarta (31), a partir das 22h<br />
Xinxim da Baiana (Olinda)<br />
R$ 15 (lista amiga) / R$ 20 (na porta) / R$ 30 (casadinha)</p>
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