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	<title>Portal Cultura PE &#187; Edifício Recife</title>
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		<title>Livro destaca o uso da arte em edifícios recifenses</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2018 17:56:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59294" aria-labelledby="figcaption_attachment_59294" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ER_Barbara-Wagner-e-Benjamin-de-Burca_divulgacao-livro.jpg"><img class="size-large wp-image-59294" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ER_Barbara-Wagner-e-Benjamin-de-Burca_divulgacao-livro-600x600.jpg" width="600" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Bárbara Wagner e Benjamin Burca são os autores do livro &#8220;Edifício Recife/ Recife Edifice&#8221;</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Camila Estephania</em></strong></p>
<p>O fotógrafo alemão Benjamin Burca havia chegado há pouco tempo no Recife quando, em seus passeios de ônibus, observou que os grandes prédios da cidade contavam com uma escultura próxima a sua entrada. Intrigado pelo emprego dado a arte, ele passou a visitar os edifícios para registrar as peças ao lado da jornalista e também fotógrafa Bárbara Wagner, brasiliense radicada no Recife, que tentava filtrar informações sobre os trabalhos com os porteiros dos condomínios. Não demorou para que a dupla percebesse que a catalogação das peças associada aos depoimentos dos porteiros traçava um importante panorama não só sobre as artes plásticas no Recife, como também a sua relação com a população.</p>
<p>A pesquisa se tornou pública em 2013, quando se tornou a exposição “Edíficio Recife”, que estreou no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Agora, o trabalho ganha o formato de livro, sob o título “Edíficio Recife/ Recife Edifice”, que tem lançamento nesta quinta-feira, às 18h, na Galeria Amparo 60. “O trabalho da gente é documental, é o artista prestando serviço para o poder público, porque a gente documenta a aplicação da lei (Lei Municipal nº 7.427/61), sugerida por Abelardo da Hora, de que todo prédio com mais de 1000m² deveria ter obrigação de ter uma escultura tridimensional”, explica Bárbara Wagner, sobre a publicação que tem apoio do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, e distribuição no Brasil pela editora IKREK.</p>
<div id="attachment_59296" aria-labelledby="figcaption_attachment_59296" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ER_divulgacao-livro_02.jpg"><img class="size-large wp-image-59296" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ER_divulgacao-livro_02-600x600.jpg" width="600" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Livro conta com imagens de 66 esculturas de edifícios recifenses atreladas aos depoimentos dos porteiros de cada condomínio</p></div>
<p>Para além da catalogação de 66 obras instaladas em edifícios recifenses, o livro procura provocar o leitor a refletir sobre o papel da rua como espaço de arte e, principalmente, traçar um paralelo entre gosto e classe. “O que a gente acha bonito ou feio tem a ver com a nossa classe social. A maioria dos porteiros que participam do livro são homens negros e que moram em bairros mais simples onde não há a aplicabilidade dessa lei, por isso é um trabalho que fala sobre desigualdade. Há várias camadas de sentidos nele, o pessoal da arquitetura vai ver de um jeito, o da arte vai ver de outro, o público comum de outro”, explica Bárbara, ao esclarecer que não foi dito o nomes dos artistas que assinam as peças porque a intenção era fazer uma inversão dos papéis de autoridade ao dar a voz para os porteiros.</p>
<p>“Todos esses encontros foram bem surpreendente, cada um do seu jeito. Por mais que a gente tivesse um rigor científico, ele sempre era desafiado pelas possibilidades de cada situação, tanto pelo repertório de cada porteiro como também pelo espaço. Mas acho que a surpresa maior foi deles, porque não imaginavam que a gente ia querer ouvi-los falar sobre arte”, diz ela, que acredita que os porteiros assumem a posição de uma espécie de curador da escultura. Enquanto os moradores passam pelas peças, muitas vezes, sem percebê-las, os trabalhadores do prédio são as pessoas que cuidam da manutenção da estrutura.</p>
<p>Com imagens fotografadas em filmes de 35mm, o livro será vendido pelo valor de R$ 70 e estará disponível na galeria Amparo 60 e no site da IKREK. O lançamento contará com 66 edições especiais em que cada uma haverá a impressão de uma das fotos assinada. Fora do Brasil, o material será distribuído pela editora alemã König Books.</p>
<p><b>SERVIÇO:<br />
</b>Lançamento do livro “Edifício Recife/ Recife Edifice”, de Bábara Wagner e Bejamin Burca<br />
Quando: Nesta quinta-feira, às 18h<br />
Onde: Galeria Amparo 60 (Rua Artur Muniz, 82, sobrelojas salas 13 e 14 – Boa Viagem/Recife)<br />
Preço do livro: R$ 70<b></b></p>
<div id="attachment_59295" aria-labelledby="figcaption_attachment_59295" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ER_divulgacao-livro_01.jpg"><img class="size-large wp-image-59295" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ER_divulgacao-livro_01-600x600.jpg" width="600" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro &#8220;Edifício Recife/ Recife Edifice&#8221;</p></div>
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