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	<title>Portal Cultura PE &#187; editora</title>
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		<title>Cepe e Editora UFPE lançam no Mepe a 3ª edição de obra rara de Osman Lins</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 18:39:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115592" aria-labelledby="figcaption_attachment_115592" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Osman-Lins-13.jpg"><img class="size-medium wp-image-115592" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Osman-Lins-13-607x394.jpg" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Osman Lins</p></div>
<p>No centenário de nascimento de Osman Lins (1924-1978) duas editoras públicas se unem para lançar a terceira edição de <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em>, depois de 50 anos da última tiragem, em 1974. O livro, com selo da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e da Editora da Universidade Federal de Pernambuco, é um ensaio profundo, irônico e ousado, com recursos do campo da ficção, sobre o ofício de escrever e a relação do escritor (e da escrita) com o mundo &#8211; dos editores e leitores aos censores. Produzido no fim da década de 1960, e atualmente uma raridade, o título é apresentado nesta sexta-feira (24), das 19h30 às 21h30, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), nas Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>&#8220;A reedição de <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em> é de enorme contribuição para o debate público sobre a literatura na atualidade. Como intelectual latino-americano, Osman Lins sempre insistiu na necessidade do escritor engajar-se no enfrentamento dos problemas e desafios de seu país. É um escritor combativo, muito mais do que polemista&#8221;, declara o professor e organizador do livro, Fábio Andrade. Nascido no município de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, Osman Lins morreu precocemente, na cidade de São Paulo, em 8 de julho, três dias depois de completar 54 anos.</p>
<p>Com 332 páginas e capa de Ildembergue Leite, a nova edição tem uma pequena iconografia (imagens em preto e branco) que remete ao período de elaboração do livro e a sua repercussão, e um índice onomástico com pensadores, escritores e artistas citados pelo autor. &#8220;Fiz a apresentação, que busca assinalar certos aspectos do livro sintonizados com nosso tempo, e acrescentei notas que têm como principal objetivo ressaltar certos diálogos do pensamento crítico de Osman Lins com sua própria produção literária&#8221;, informa Fábio Andrade.</p>
<p>Osman Lins é autor de romances (<em>Avalovara</em>, <em>O Visitante</em>, <em>O Fiel e a Pedra</em>), contos (<em>Os Gestos</em>), narrativas (<em>Nove</em>, <em>Novena</em>), relatos de viagem (<em>Marinheiro de Primeira Viagem</em>), obra para teatro (<em>Lisbela e o Prisioneiro</em>) e ensaios. &#8220;Poucas, sabe-se, as possibilidades de alcançarmos, neste ofício, a recompensa de um livro duradouro. Por mais que cerremos o espírito aos desvios, destinam-se os escritos literários, em grande maioria, à existência curta: 80% desaparecem em um ano, 99% em 20 anos. Um massacre em que poucos sobrevivem&#8221;, escreveu o autor em <em>Guerra sem Testemunhas</em>.</p>
<p>No livro ele faz a defesa da escrita como ofício: &#8220;O profissional é aquele que professa &#8211; e professar, mais do que exercer, é abraçar, seguir. A ideia, portanto, deve envolver uma noção de entrega, de responsabilidade e de fé&#8221;. Traz reflexões sobre o trabalho criativo, a crítica literária, a circulação de livros, os leitores, o mercado editorial, as dificuldades para publicação de livros, a demora na análise de originais por parte das editoras e os espaços na mídia. Também reage à remuneração do escritor baseada no número de livros vendidos e não pela quantidade de exemplares impresso e à falta de republicação de obras esgotadas de autores novatos.</p>
<div id="attachment_115594" aria-labelledby="figcaption_attachment_115594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-115594" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritro Fábio Andrade</p></div>
<p>&#8220;<em>Guerra sem Testemunhas</em> é uma obra que merece ser mais reconhecida. Ensaio preciso, profundo e criativo. É, como aponta o organizador Fábio Andrade, um livro quase solitário na produção brasileira do século 20, com um olhar provocante sobre o ofício — e a solidão — do escritor diante do sistema literário e da sociedade. Nesta terceira edição, com notas e nova apresentação, a Cepe Editora e a Editora UFPE se unem para trazer de volta às prateleiras um título que estava se tornando uma raridade e que merece novas e renovadas leituras&#8221;, afirma o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>Para Fábio Andrade, com a republicação do título &#8220;a maior conquista é justamente dar visibilidade, 50 anos depois, a um livro que ainda recende a pura pólvora, num país cheio de problemas estruturais graves e com certos setores elogiando nostalgicamente a opressão que Osman Lins tanto combateu&#8221;.</p>
<p><strong>FAMÍLIA -</strong> &#8220;Além de romances, contos, peças de teatro, textos para jornais e TV (episódios de <em>Caso Especial</em> da TV Globo), Osman Lins, meu pai, escreveu ensaios. Ora alguns que estudavam outros escritores (como Lima Barreto), ora sobre as dificuldades que enfrentam todos aqueles que se dedicam ao ofício de escrever. Lembro-me de um fato corriqueiro que muito o irritava, quando viajávamos juntos. A cada hotel a pergunta na recepção. Profissão? &#8216;Escritor&#8217;, ele respondia. Porém, o funcionário de plantão sempre indagava: &#8216;Como? Profissão?&#8217;. E ele, irritadíssimo, ratificava quase soletrando: &#8216;Es-cri-tor&#8217;. Isso acontecia até mesmo no exterior&#8221;, recorda a jornalista Letícia Lins.</p>
<p>&#8220;Tal comportamento traduz a forma como ele colocava em primeiro plano o ato de escrever, assim como a sagrada importância da palavra, a ferramenta de seu ofício. &#8216;Uma coisa não existe realmente enquanto não nomeada&#8217;. Para ele, se não pudesse escrever era melhor morrer. E usou de toda a alquimia que encontrou para produzir contos, peças, romances. Porém, apesar da dedicação, ser escritor no Brasil nunca foi fácil. Principalmente no fim dos anos 1960, quando o Brasil vivia uma ditadura e encarava a arte de criar como subversão. E cabia ao criador driblar as limitações políticas e a censura&#8221;, observa.</p>
<p>&#8220;Em <em>Guerra sem Testemunhas</em> há questionamentos que ele fez que ocorrem, ainda com mais intensidade, no século 21. Naqueles tempos, em que nem se sonhava com internet, ele questionava: &#8216;Caminha o livro para a extinção ou está mais vivo do que nunca?. Há pergunta mais atual? Também analisa o papel da literatura frente às comunicações de massa e a realidade política. Há discussão mais necessária hoje do que essa?&#8221;, destaca Letícia Lins.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em> e bate-papo com os professores Fábio Andrade e Eduardo César Maia -</strong> <em>sexta-feira (24), das 19h30 às 21h30, no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, nº 960, Graças, Recife-PE). Preço do livro: R$ 70 (impresso)</em></p>
<div id="attachment_115593" aria-labelledby="figcaption_attachment_115593" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Guerra-sem-testemunhas-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115593" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Guerra-sem-testemunhas-capa-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</p></div>
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		<title>Cepe encerra inscrições para prêmios literários com o registro de 1.740 obras</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 18:40:19 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115556" aria-labelledby="figcaption_attachment_115556" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Gianni-Gianni-Foto-LeopoldoConradoNunes-Cepe.jpg"><img class="size-medium wp-image-115556" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Gianni-Gianni-Foto-LeopoldoConradoNunes-Cepe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A jornalista Gianni Gianni, editora-assistente da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe)</p></div>
<p>As inscrições para o 8º Prêmio Cepe Nacional de Literatura e o 5º Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Infantojuvenil terminaram na última terça-feira (14) com crescimento de 19,7% em relação ao último concurso, em 2022. Passaram de 1.454 para 1.740 obras registradas nas categorias Romance, Conto e Poesia (adulto), Infantil e Infantojuvenil. O Estado de São Paulo lidera o número de participantes, com 402 originais, seguido de Pernambuco, com 207; Rio de Janeiro, com 193; Minas Gerais, com 181; e Bahia, com 97 textos. O resultado é anunciado até 31 de julho e o vencedor de cada categoria recebe um prêmio no valor de R$ 20 mil, além de ter a obra publicada pela Cepe Editora.</p>
<p>“Estamos muito satisfeitos com o número de inscritos em mais uma edição dos Prêmios Cepe, uma iniciativa que vem se consolidando como plataforma de visibilidade de escritoras e escritores contemporâneos, com frequência impulsionando nomes promissores do cenário nacional. No geral vemos algumas tendências que ainda são fortes, como um número maior de inscritos nas categorias de Poesia e Romance em detrimento do gênero Conto, por exemplo, e a expressiva participação de pessoas de São Paulo e de Pernambuco”, afirma a jornalista Gianni Gianni, editora-assistente da Companhia Editora de Pernambuco, que realiza o concurso.</p>
<p>“Algo que era importante para nós, nesta edição, era tentar chamar a atenção de grupos minoritários, que costumam se inscrever menos em editais de ampla concorrência como este. No tocante ao gênero, tivemos uma proporção de 52,9% de inscritos do gênero masculino e 47,1% de inscritos do gênero feminino, o que aponta para um quadro mais equilibrado nesse critério. É sabido que historicamente as mulheres se inscrevem menos nesse tipo de chamada, então sentimos que conseguimos encorajar uma maior quantidade de autoras com nossa campanha de comunicação. Agora o processo de avaliação e escolha dos vencedores se dá, como sempre, mediante condição de anonimato dos originais lidos pelo júri, o qual buscamos compor levando em consideração a competência técnica e a diversidade”, acrescenta Gianni.</p>
<p>O prêmio literário adulto recebeu 1.075 inscrições, com predominância de obras para a categoria Poesia: 498 matrículas. Na categoria Romance, a Cepe registrou 412 candidatos e na categoria Conto, 165. O concurso infantil teve 665 inscrições, sendo 342 inéditos para o público infantil (leitores iniciantes e em processo de iniciação) e 323 originais para o segmento infantojuvenil (leitores influentes ou críticos). Autores brasileiros ou naturalizados residentes no Canadá, Portugal, França e Alemanha também submeteram textos aos prêmios.</p>
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		<title>Tomica, um menino engenhoso, abre série de livros infantis da Cepe</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 18:19:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115545" aria-labelledby="figcaption_attachment_115545" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Kaká Leal/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/TOMICA-E-o-hotel-de-passarinhos_04-05-copiar.jpg"><img class="size-medium wp-image-115545" alt="Kaká Leal/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/TOMICA-E-o-hotel-de-passarinhos_04-05-copiar-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Tomica e o Hotel de Passarinhos</p></div>
<p>Preste atenção nesta palavra: Tomica. Ela é sinônimo de criança cuja criatividade para solucionar desafios não tem limites e é também o título de uma série de livros infantis que a Cepe Editora publica, a partir deste ano, com a escritora carioca Ana Carla Cozendey. Os dois primeiros volumes, <em>Tomica, o Caçador de Ideias</em> e <em>Tomica e o Hotel de Passarinhos</em>, são lançados neste sábado (18), das 15h às 17h, na Livraria Blooks, no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, e têm ilustrações de Kaká Leal, que deu vida ao personagem.</p>
<p>No primeiro volume, <em>Tomica, o Caçador de Ideias</em>, as crianças são apresentadas a um menino cheio de invenções que resolve escrever um livro, mas não sabe bem por onde começar. Depois de muito pensar Tomica decide construir uma armadilha de ideias e é aí que as aventuras do personagem correm soltas. Para montar a engenhoca de captura reuniu tudo o que estivesse a seu alcance – de carrinho, caixa de sapato, garrafa de plástico e bola de tênis a palito de picolé, rolha, dominó e papel higiênico.</p>
<p>O segundo livro da série, <em>Tomica e o Hotel de Passarinhos</em>, introduz amigos e amigas do protagonista que são tão criativos quanto ele. Nesse volume Tomica quer os passarinhos por perto, mas sabe que prender os bichinhos não é uma boa ideia. “Como em qualquer grupo, são personalidades diferentes e cada um contribui de sua forma. As histórias são do ponto de vista de Tomica, mas ele é mais um catalizador do que um líder. E nem sempre a solução de um desafio vem dele, como o hotel, que é uma ideia da Marcinha”, diz Ana Carla Cozendey.</p>
<div id="attachment_115546" aria-labelledby="figcaption_attachment_115546" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Kaká Leal/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/TOMICA-O-caçador-de-ideias_04-05OK.jpg"><img class="size-medium wp-image-115546" alt="Kaká Leal/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/TOMICA-O-caçador-de-ideias_04-05OK-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Tomica</p></div>
<p>“Tomica aprendeu muita coisa com meu filho, mas eles são duas pessoas diferentes, apesar de terem o mesmo nome”, declara a escritora, ao falar de que veio a inspiração para os livros. “A verdade é que Tomica é um dos apelidos que uso para meu filho. O nome pipocou junto com a primeira história. Depois achei que era ótimo para a série. Como o tema base da série é a criatividade, claro que o personagem principal é curioso, entusiasmado e não tem medo de experimentar”, explica.</p>
<p>O protagonista é um garoto que não para. Por isso, quando está quieto, alguma coisa está arquitetando. Ana Carla já tem prontas várias histórias para compor a série. “O fio que as liga é a criatividade das crianças na solução de desafios, coisa que me encanta”, diz ela. “Venho escrevendo essas histórias já há algum tempo. É sempre uma mistura e, salpicadas nessa mistura, há algumas experiências do Tomica aqui de casa. “<em>Tomica, o Caçador de Ideias</em> não foi o primeiro a ser escrito. Ele veio depois, especialmente para apresentar o personagem”, acrescenta.</p>
<p>Autora principalmente de títulos infantis, Ana Carla já havia publicado <em>O Risco e o Fio</em>, escolhido pelo Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) e distribuído para colégios de todo o Brasil. “Torço para que as crianças percebam, junto com o Tomica, que existem muitas maneiras diferentes de olhar para as coisas. E que fiquem também com vontade de inventar”, diz a autoray. Os livros têm 32 páginas cada um.</p>
<p>“Temos dado bastante atenção aos livros infantojuvenis de nosso catálogo, diversificando nossa rede de colaboradores de ilustração e amplificando a participação da editora na formação de novos leitores. Tomica surge nesse contexto e é a primeira vez que a Cepe publica uma série focada em um personagem infantil. Nós já tínhamos a experiência de <em>Feiticeiros de Acbar</em>, uma narrativa de aventura voltada para um leitor jovem. No entanto, agora promovemos essa outra experiência de leitura na qual a criança pode acompanhar várias situações vividas por um mesmo protagonista, que é muito imaginativo e ama inventar soluções engenhosas para situações cotidianas”, destaca a editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni.</p>
<div id="attachment_115547" aria-labelledby="figcaption_attachment_115547" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Ana-foto-autora.jpg"><img class="size-medium wp-image-115547" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Ana-foto-autora-607x431.jpg" width="607" height="431" /></a><p class="wp-caption-text">A escritora Ana Carla Cozendey</p></div>
<p><strong>AS AUTORAS –</strong> Nascida no Rio de Janeiro e residente na Inglaterra, Ana Carla Cozendey é escritora, arte-educadora e designer gráfica. Formada pela Escola Superior de Desenho Industrial da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Esdi-Uerj), tem mestrado em história da arte pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-graduação em literatura infantil pela University of Roehampton, Inglaterra. Trabalhou com o Grupo Clãdestino de Arte e Educação e recentemente fundou em Southampton o Improbable Club – oficinas de criatividade. Kaká Leal mora no Recife, é ilustradora, formada em arquitetura e urbanismo pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Pela Cepe Editora fez as ilustrações de <em>Conversa Frutífera</em> (2024), com textos de Clara Nogueira e Gilberto Clementino Neto.</p>
<div id="attachment_115548" aria-labelledby="figcaption_attachment_115548" class="wp-caption img-width-413 alignnone" style="width: 413px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Kaká-Leal_2024.jpg"><img class="size-medium wp-image-115548" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Kaká-Leal_2024-413x486.jpg" width="413" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Kaká Leal</p></div>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento dos livros <em>Tomica, o Caçador de Ideias</em> e <em>Tomica e o Hotel de Passarinhos</em> –</strong> <em>sábado (18), das 15h às 17h, na Livraria Blooks (Praia de Botafogo, nº 316, bairro Botafogo, Rio de Janeiro). Preço: R$ 40 (impresso). Entrada gratuita</em></p>
<div id="attachment_115549" aria-labelledby="figcaption_attachment_115549" class="wp-caption img-width-411 alignnone" style="width: 411px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Tomica-o-cacador-de-ideias-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115549" alt="Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Tomica-o-cacador-de-ideias-capa-411x486.jpg" width="411" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Tomica, o Caçador de Ideias</p></div>
<div id="attachment_115550" aria-labelledby="figcaption_attachment_115550" class="wp-caption img-width-411 alignnone" style="width: 411px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Tomica-e-o-hotel-de-passarinhos-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115550" alt="Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Tomica-e-o-hotel-de-passarinhos-capa-411x486.jpg" width="411" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Tomica e o Hotel de Passarinhos</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mulheres escritoras são homenageadas em agenda da Cepe</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 14:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma agenda com conteúdo literário dedicado às mulheres escritoras, do Brasil e do mundo, acaba de ser lançada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). Para cada dia do ano há uma sugestão de leitura de livros feitos por mulheres, num total de 365 obras que contemplam os mais variados gêneros e de gerações diversas. “O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Cartum_03-Liz.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115509" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Cartum_03-Liz-485x486.jpg" width="485" height="486" /></a></p>
<p>Uma agenda com conteúdo literário dedicado às mulheres escritoras, do Brasil e do mundo, acaba de ser lançada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). Para cada dia do ano há uma sugestão de leitura de livros feitos por mulheres, num total de 365 obras que contemplam os mais variados gêneros e de gerações diversas. “O critério de escolha foi apenas a qualidade literária”, afirma o jornalista e superintendente de Periódicos e Projetos Especiais da Cepe, Mário Hélio Gomes de Lima, ao apresentar a Pernambuco: Agenda da Literatura, do Livro e da Leitura.</p>
<p>“O número de livros escolhidos é uma gota d’água. Há muitas autoras do Recife, de Pernambuco, do Brasil e do mundo que merecem ser lidas e divulgadas”, diz Mário Hélio, responsável pela pesquisa, tradução e seleção dos volumes. Além do título, da imagem da capa e de um pequeno trecho de uma obra referencial de cada uma delas, a agenda traz ilustrações de rostos de mais de 180 escritoras (capa e páginas internas), criadas pelo designer multimídia dos periódicos da Cepe, Greg Vieira, e cartuns da caricaturista e cartunista Liz França, que remetem às leitoras e marcam o início de cada mês na agenda 2025.</p>
<p>Entre as autoras selecionadas, estão: Virginia Woolf, Angela Davis, Andrea Nunes, Clarice Lispector, Carolina Maria de Jesus, Carol Bensimon, Maria Firmina dos Reis, Nélida Piñon, Luzilá Gonçalves Ferreira, Martha Medeiros, Lily Graham, Colette, Isabel Allende, Conceição Evaristo, Cida Pedrosa, Margaret Atwood, Simone de Beauvoir, Florbela Espanca, Heloísa Buarque de Holanda (Heloísa Teixeira), Jane Jacobs, Toni Morrison, Isabel Lucas, Marileide Alves, Ana Maria Machado, Lygia Fagundes Telles, Jarid Arraes, Vanessa Molnar, Jussara Salazar, Paulina Chiziane e Carla Madeira.</p>
<p>Homenagear as mulheres escritoras, destaca Mário Hélio, é uma ação de grande importância. “Por muito tempo as mulheres foram proibidas de aprender a ler e a escrever, impedidas de exercer livremente a literatura e de mostrar sua capacidade intelectual”, ressalta. “No entanto, o primeiro ser humano a escrever uma obra de arte literária é uma mulher. Quem começou a literatura foi uma mulher, de nome Enheduanna, uma poetisa que viveu 23 séculos antes de Cristo. E isso não é pouca coisa.”</p>
<p>A agenda, com projeto gráfico do superintendente editorial da Cepe, Luiz Arraes, é um subproduto da Pernambuco: Revista de Literatura, do Livro e da Leitura, publicada mensalmente pela Cepe, e pode ser encontrada nas livrarias físicas e virtual da Editora por R$ 50 na venda avulsa. Novos assinantes da Pernambuco e da modalidade sócio de cultura (Pernambuco e revista Continente Multicultural) recebem a agenda de brinde. “A homenagem é também uma forma de incentivar a leitura tendo como porta de entrada a literatura feminina”, acrescenta o jornalista.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Livro do dia (exemplos)</strong></span></p>
<p><strong>15 de janeiro</strong><br />
<strong><em>Folhas novas</em>, de Rosalía de Castro</strong></p>
<p><em>“Que passa ao redor de</em><br />
<em>mim?/ Que passa que eu</em><br />
<em>não sei?/ Tenho medo de</em><br />
<em>uma coisa/ Que vive e que</em><br />
<em>não se vê./ Tenho medo</em><br />
<em>da desgraça traidora/</em><br />
<em>Que vem, e que nunca se</em><br />
<em>sabe de donde vem.”</em></p>
<p><strong>11 de maio</strong><br />
<strong><em>Solidão</em>, de Victor Català (pseudônimo de Caterina Albert)</strong></p>
<p><em>“Muito além de Huerta</em><br />
<em>del Río, encontraram uma</em><br />
<em>carroça que seguia o mesmo</em><br />
<em>caminho que eles e Matías,</em><br />
<em>ansioso por se poupar ao</em><br />
<em>trabalho, perguntou ao</em><br />
<em>carroceiro se queria levá-los</em><br />
<em>para os cerros da serra.”</em></p>
<p><strong>28 de junho</strong><br />
<strong><em>Muito além do corpo</em>, de Luzilá Gonçalves Ferreira</strong></p>
<p><em>“Imagino Penélope</em><br />
<em>verdadeira, relatando,</em><br />
<em>enquanto lavava o</em><br />
<em>corpo do marido, ainda</em><br />
<em>marcado pelas carícias de</em><br />
<em>Circe, o ocorrido em sua</em><br />
<em>ausência, seus amores</em><br />
<em>tão mais extraordinários</em><br />
<em>e reais, posto que</em><br />
<em>passados naquele lugar</em><br />
<em>de nós em que nenhuma</em><br />
<em>censura se processa.”</em></p>
<p><strong>24 de novembro</strong><br />
<strong><em>Motivos para cavar a terra</em>, de Lilian Sais</strong></p>
<p><em>“É segunda-feira, o</em><br />
<em>verão avança./ Vou</em><br />
<em>à janela e observo</em><br />
<em>a fumaça./ Quando</em><br />
<em>ainda menina, via a</em><br />
<em>dança/ de ar cinza</em><br />
<em>que nasce do fogo/</em><br />
<em>e me perguntava</em><br />
<em>logo// onde está a</em><br />
<em>fogueira, quem fez a</em><br />
<em>brincadeira,/ quem</em><br />
<em>brinca com fogo faz</em><br />
<em>xixi na cama.”</em></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/CAPA_AGENDA_PE_2025.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115510" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/CAPA_AGENDA_PE_2025-333x486.jpg" width="333" height="486" /></a></p>
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		<item>
		<title>A Moranga Sagrada, um livro de contos para pensar a pós-modernidade</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 14:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115347" aria-labelledby="figcaption_attachment_115347" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/J.C.Marçal-Divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-115347" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/J.C.Marçal-Divulgação-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor pernambucano J.C. Marçal</p></div>
<p>Onze contos entrelaçados pela temática da pós-modernidade integram o próximo lançamento da Cepe Editora, <em>A Moranga Sagrada</em>, do pernambucano J.C. Marçal. O livro, que fala de empoderamento feminino, superação, resiliência, de tecnociência em nossas vidas, do terror da ditadura e dos efeitos da pandemia da covid-19, é apresentado na próxima terça-feira (14), das 19h às 22h, no Orora Bar de Esquina, no bairro de Santo Amaro, na área central do Recife.</p>
<p>De acordo com o autor, os textos têm duas origens. A primeira, a partir de 2017, quando ele formou na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) o grupo de pesquisa Pós-Modernidade e Tecnociência e o grupo de estudos Marxismo e Pós-Modernidade. E a segunda, a partir de 2020, quando teve início o distanciamento social como uma das medidas de controle da pandemia de covid-19. Apenas em maio de 2023 a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o fim da Emergência de Saúde Pública.</p>
<p>“Travando conhecimento com Lélia Gonzalez (escritora e ativista brasileira, 1935-1994), escrevi o conto <em>Obá</em> em que aparece o título do livro. A ideia era compor uma história que remetesse à força dessa orixá, ao empoderamento feminino e ao poder da escrita como forma de superação e resiliência. Em seguida, inspirado em uma escultura de Luciano Garbati (artista argentino), escrevi <em>Medusa</em>, que segue a mesma temática”, relata J.C. Marçal, escritor e professor na UFRPE.</p>
<p>Sob o impacto da pandemia ele criou <em>Nós, os Infectados</em>. “Além da pandemia em si, o conto discute o poder da arte como forma de dar sentido à vida. No caso foi a poesia e a pintura. Com esses três contos prontos decidi elaborar um livro que pensasse a pós-modernidade”, explica. No livro, J.C. Marçal estabelece um diálogo com a mitologia, a filosofia, as artes e a literatura.</p>
<p>Os textos <em>Tortura</em> e <em>Fezes</em> alertam para a necessidade de “mantermos a lembrança do terror da ditadura militar e os riscos de apostarmos em governos fascistas e ditatoriais”, destaca o autor. “<em>Limite</em> trata da tecnociência e o que isso poderá afetar nossas vidas. E <em>O Caligrafista</em> fala da importância da escrita como elemento essencial da humanidade e que se vê ameaçada com a IA”, diz.</p>
<p>“Com <em>A Moranga Sagrada</em>, a Cepe segue reforçando seu compromisso com a publicação de autores pernambucanos contemporâneos que se arriscam a investigar temas, formatos e questões de linguagem que ressoam no cenário atual”, declara a editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni. A obra tem 110 páginas e é o mais recente livro do escritor.</p>
<p><strong>O AUTOR -</strong> J.C. Marçal nasceu no Recife, tem graduação, mestrado e doutorado em Filosofia e atualmente é professor na UFRPE. Temas como solidão, morte, busca pelo sentido da vida, potência e impotência da existência e as diversas dimensões da realidade estão presentes em seus livros. Ele já tem publicados <em>Diário de um Percurso Absurdo</em> (romance, Edições Odisseu), <em>Os Ciclos Tebanos</em> (poesia, Edições Odisseu), <em>Antologia da Novíssima Poesia Pernambucana</em> (poesia, Edições Alighieri), <em>Saga Cruciatus</em> (contos, Edições Alighieri), <em>A Tempestade</em> (romance, Scortecci) e <em>Mauristaad</em> (romance, Editora Urutau).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>A Moranga Sagrada</em> -</strong> <em>terça-feira (14), das 19h às 22h, no Orora Bar de Esquina (Rua da Aurora, nº 1.139, Santo Amaro, Recife-PE). Preço do livro: R$ 45 (impresso). Entrada gratuita</em></p>
<div id="attachment_115348" aria-labelledby="figcaption_attachment_115348" class="wp-caption img-width-331 alignnone" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/A-moranga-sagrada-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115348" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/A-moranga-sagrada-capa-331x486.jpg" width="331" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro A Moranga Sagrada</p></div>
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		<item>
		<title>Calendário 2025 da Cepe homenageia mulheres da fotografia pernambucana</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 15:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A luta pelos direitos femininos extrapola fronteiras e une mulheres de todas as raças, crenças, origens e orientações sexuais. Essa peleja, do dia a dia, é traduzida pelo olhar de 13 fotógrafas no calendário 2025 da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). As imagens selecionadas para a folha de abertura e para cada mês do ano [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115172" aria-labelledby="figcaption_attachment_115172" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rhaiza Oliveira/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Janeiro_rhaizaoliveira-redux.jpg"><img class="size-medium wp-image-115172" alt="Rhaiza Oliveira/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Janeiro_rhaizaoliveira-redux-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Janeiro</p></div>
<p>A luta pelos direitos femininos extrapola fronteiras e une mulheres de todas as raças, crenças, origens e orientações sexuais. Essa peleja, do dia a dia, é traduzida pelo olhar de 13 fotógrafas no calendário 2025 da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). As imagens selecionadas para a folha de abertura e para cada mês do ano são um convite a reflexões sobre o tema e um lembrete para a importância da busca pela igualdade e do combate à discriminação de gênero.</p>
<p>Mulheres da Fotografia Pernambucana, o título do calendário Cepe 2025, remete aos 50 anos da 1ª Conferência Mundial Sobre a Mulher, realizada no México, em 1975, pela Organização das Nações Unidas (ONU). Naquele mesmo ano a ONU tornou oficial, para o mundo inteiro, o 8 de Março como Dia Internacional da Mulher. Ao recordar as duas efemérides o calendário celebra a diversidade com registros feitos por fotógrafas de várias gerações e conceitos múltiplos em cada imagem.</p>
<p>O fotojornalismo está presente no mês de setembro com a bordadeira Geisa de Passira, do município do Agreste do Estado, num clique de Hélia Scheppa, fotógrafa com 26 anos de experiência. Priscilla Buhr, fotógrafa desde 2005, que se dedica a trabalhos autorais para explorar sua jornada como mulher e mãe artista, ilustra o mês de fevereiro com a imagem de uma grávida integrante do Caboclinho Tribo Indígena Tapirapé, do Alto José do Pinho, bairro da Zona Norte do Recife.</p>
<div id="attachment_115173" aria-labelledby="figcaption_attachment_115173" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Novembro-Roberta-Guimaraes-redux.jpg"><img class="size-medium wp-image-115173" alt="Roberta Guimarães/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Novembro-Roberta-Guimaraes-redux-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Novembro</p></div>
<p>Aos 30 anos de idade, Rhaiza Oliveira faz da fotografia um instrumento de pesquisa de corpos e texturas. É o que ela mostra na foto do mês de janeiro, na Praia Buraco da Véia, no Recife. Com 30 anos no mercado, Teresa Maia captura a fé católica de Diolinda numa reza do terço mariano para marcar o mês de maio, dedicado a Maria, a mãe de Cristo. E a fotógrafa Roberta Guimarães traz a religiosidade africana para o mês de novembro numa referência ao Dia da Consciência Negra (20).</p>
<p>De acordo com o editor da Cepe, Diogo Guedes, as imagens foram escolhidas entre as já existentes no portfólio de cada uma delas. “Criamos uma mostra de fotografias pernambucanas feitas por mulheres, com fotojornalismo, obra conceitual, registro contemplativo e ensaio artístico de fotógrafas pernambucanas ou com trajetória no Estado”, diz ele. A seleção se completa com as profissionais Alcione Ferreira, Alexandra Dias, Brenda Alcântara, Thaisa Figueiredo, Aline Mariz, Juana Carvalho, Mariana Oliveira e Renata Pires-Sola.</p>
<div id="attachment_115174" aria-labelledby="figcaption_attachment_115174" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hélia Scheppa/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Setembro-helia-scheppa-redux.jpg"><img class="size-medium wp-image-115174" alt="Hélia Scheppa/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Setembro-helia-scheppa-redux-607x367.jpg" width="607" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">Setembro</p></div>
<p>“É um calendário que convida a pensar sobre essas duas datas marcantes, os 50 anos da conferência da ONU, que estabeleceu metas a serem cumpridas, e a internacionalização do Dia da Mulher, e principalmente sobre os direitos conquistados e os caminhos que ainda estão sendo pavimentados na luta pelos direitos das mulheres”, destaca Diogo Guedes. “O calendário reflete o universo feminino, as lutas históricas, as ações por igualdade, suas vivências, pela perspectiva de 13 fotógrafas, em cada página há mulheres representadas por mulheres”, ressalta Eduarda Campello, diretora de Produção Gráfica da Cepe.</p>
<p>Confeccionado em papel couché, o calendário pode ser adquirido nas lojas da Cepe Editora, no Recife e em Olinda, ou pelo site <a title="Livraria Cepe" href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/" target="_blank"><strong>Livraria Cepe</strong></a> e custa R$ 30 na venda avulsa. Também é oferecido como brinde nas compras de livros ou das revistas Continente e Pernambuco, a partir de R$ 80, apenas nas lojas físicas. O anuário foi publicado pela primeira vez em 1995 (a edição de 2025 corresponde ao número 31) já prestou homenagens à cultura pernambucana (2020), ao educador Paulo Freire (2021), ao pintor Vicente do Rego Monteiro (2022), ao gravurista Gilvan Samico (2023) e ao projeto Galeria Reciclada da Cepe (2024).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Endereços das lojas</span>:</strong></p>
<p>Livraria Cepe Editora Paulo Freire (Sede)<br />
Rua Coelho Leite, nº 530, bairro Santo Amaro, Recife-PE<br />
Segunda a sexta-feira, das 8h às 16h30<br />
(81) 3183-2700</p>
<p>Livraria Cepe Editora Tarcísio Pereira (Centro de Artesanato de Pernambuco)<br />
Avenida Alfredo Lisboa, Bairro do Recife, Praça do Marco Zero, Recife-PE<br />
Segunda-feira a sábado, das 9h às 19h; domingo, das 9h às 17h<br />
(81) 99488-3731</p>
<p>Livraria Cepe Editora Germano Coelho (Centro Cultural Eufrásio Barbosa)<br />
Avenida Doutor Joaquim Nabuco, bairro Varadouro, Olinda-PE<br />
Terça-feira a domingo, das 9h às 17h<br />
(81) 99488-3730</p>
<p>Livraria Cepe Editora Ramires Teixeira (Museu do Estado de Pernambuco)<br />
Avenida Rui Barbosa, nº 960, bairro Graças, Recife-PE<br />
Terça a sexta-feira, das 11h às 17h; sábado, das 14h às 17h<br />
(81) 99488-3732</p>
<div id="attachment_115175" aria-labelledby="figcaption_attachment_115175" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Calendário-CEPE-2025.jpg"><img class="size-medium wp-image-115175" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Calendário-CEPE-2025-607x448.jpg" width="607" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do Calendário Cepe 2025</p></div>
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		</item>
		<item>
		<title>A vida e a obra das mulheres da fotografia no Recife são registradas em livro</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 17:57:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A história da fotografia no Recife pela perspectiva de mais de 40 mulheres foi documentada pela professora Isabella Valle e transformada em livro, a ser lançado pela Cepe Editora. Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife) é composto de textos com reflexões críticas ancoradas na questão de gênero e imagens das profissionais em autorretratos e retratadas uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115098" aria-labelledby="figcaption_attachment_115098" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Isabella-Valle2-divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115098" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Isabella-Valle2-divulgação-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A fotógrafa Isabella Valle</p></div>
<p>A história da fotografia no Recife pela perspectiva de mais de 40 mulheres foi documentada pela professora Isabella Valle e transformada em livro, a ser lançado pela Cepe Editora. <em>Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</em> é composto de textos com reflexões críticas ancoradas na questão de gênero e imagens das profissionais em autorretratos e retratadas uma pela outra. Isabella conversa sobre essa produção com a diagramadora do livro, Isabella Alves, em uma live de pré-venda, às 19h30 da próxima terça-feira (17), transmitida pelo canal da Cepe no <strong><a title="@cepeeditora" href="https://www.youtube.com/@cepeeditora" target="_blank">YouTube</a></strong>. A mediação é da editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni.</p>
<p><em>Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</em> tem origem na tese de doutorado de Isabella Valle, defendida em 2017 no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco (PPGCOM-UFPE). “O livro não é uma cópia da tese. A linguagem foi adaptada ao formato de uma grande reportagem”, informa a autora. A edição é da jornalista Fabiana Moraes, o prefácio é assinado pela renomada fotógrafa Nair Benedicto e o design é de Isabella Alves. A publicação tem financiamento do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).</p>
<p>De acordo com a autora, a proposta é abraçar diferentes gerações de fotógrafas do Recife, da década de 1970 até os anos 2010, período no qual ela também está incluída. “Nem todas são do Recife, mas todas fazem parte da história da fotografia na cidade. Minha ideia é apresentar uma narrativa diferente da oficial, na perspectiva de gênero”, declara. Vida pessoal, maternidade, sexualidade, violência, articulações e redes de solidariedade são assuntos abordados no livro. “A conclusão é positiva, com um lugar de força e esperança. Mostra para onde está indo a profissão de fotógrafa”, comenta Isabella Valle.</p>
<p>Participam do título, com entrevista, respondendo a perguntas em questionário ou na ciranda de fotos, Gleide Selma, Yêda Bezerra de Mello, Roberta Guimarães, Mariana Guerra, Hélia Scheppa, Priscila Buhr, Alcione Ferreira, Tuca Siqueira, Joana Carvalho e Carol de Andrade, entre outras. São profissionais que atuam em mercados de trabalho diversos, de fotojornalismo a foto de casamento. Ainda segundo Isabella Valle, a ciranda de fotos (o autorretrato e uma fotografada pela outra) possibilitou mais interação entre elas, inclusive para conhecer o trabalho das colegas. “É um livro de memória que, pela abordagem, acaba não sendo restrito às fotógrafas, mas a todas as mulheres”, observa.</p>
<p><strong>A AUTORA -</strong> Isabella Valle é fotógrafa, pesquisadora e organizadora do livro Fotografias e Culturas Midiáticas Contemporâneas da Universidade Federal da Paraíba (Editora CCTA-UFPB, 2023). É professora de fotografia no Departamento de Comunicação e no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPB, além de coordenadora do Laboratório de Pesquisas em Imagens, Corpos e Afecções (Tato) na mesma instituição.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Live de pré-venda do livro <em>Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</em>, com bate-papo entre a autora Isabella Valle e a diagramadora Isabella Alves e mediação de Gianni Gianni -</strong> <em>terça-feira (17), às 19h30, transmitida pelo canal da Cepe no <a title="@cepeeditora" href="https://www.youtube.com/@cepeeditora" target="_blank">YouTube</a>. Preço do livro: R$ 50, de 17 de dezembro de 2024 a 20 de janeiro de 2025, na <a title="Livraria Cepe" href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/" target="_blank">loja virtual</a> da Cepe</em></p>
<div id="attachment_115099" aria-labelledby="figcaption_attachment_115099" class="wp-caption img-width-371 alignnone" style="width: 371px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/CAPA-Fotografas_umacirandanoRecife_capa_prevenda_CAPA.png"><img class="size-medium wp-image-115099" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/CAPA-Fotografas_umacirandanoRecife_capa_prevenda_CAPA-371x486.png" width="371" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</p></div>
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		<title>Livro analisa a obra poética de João Cabral de Melo Neto</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 14:16:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114844" aria-labelledby="figcaption_attachment_114844" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/RafaelaAbreuGomes-Divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-114844" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/RafaelaAbreuGomes-Divulgação-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A professora e escritora Rafaela de Abreu Gomes</p></div>
<p>A trajetória poética do pernambucano João Cabral de Melo Neto (1920-1999) é analisada pela pesquisadora cearense Rafaela de Abreu Gomes no próximo título da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). No livro, um ensaio com 304 páginas, ela faz a interlocução entre a poesia de João Cabral e a obra de outros escritores promovendo diálogos com a teoria literária e a filosofia. O lançamento ocorre nesta quinta-feira (5), a partir das 19h, na livraria Leitura do Shopping RioMar de Papicu, em Fortaleza.</p>
<p><em>João Cabral de Melo Neto entre as Palavras e a Voz</em> expõe um olhar diferenciado para a produção do poeta. “O diálogo que estabeleci com outros pensadores foi pensado a partir da obra de João Cabral, das referências (diretas e indiretas) que fui encontrando ao longo das leituras que realizei da obra cabralina. Também levei em consideração autores que me ajudassem a pensar o contexto de produção do poeta, mas em primeiro plano vieram as referências que colhi na obra cabralina”, declara Rafaela.</p>
<p>O ensaio é fruto de estudos realizados por Rafaela para o doutorado na Universidade Federal do Ceará (UFC). De acordo com ela, foram analisados todos os livros do poeta para a pesquisa, exceto o texto Joan Miró, por não caber na proposta dessa publicação. Entre os pensadores selecionados pela autora para conduzir as reflexões acerca da obra de João Cabral estão o sociólogo e crítico literário Antonio Candido (1918-2017) e o escritor Graciliano Ramos (1892-1953).</p>
<p>“Há um poema de João Cabral cujo título é <em>Graciliano Ramos</em> e Antonio Candido foi um dos primeiros a escrever uma crítica sobre a escrita cabralina, já observando, ainda na década de 1940, que João Cabral não era exatamente um poeta surrealista, como aparentemente poderia parecer. Quando João Cabral mal surgira, Candido percebeu que o trabalho dele, uma vez que observasse mais os aspectos circunstanciais, poderia se tornar uma contribuição importante para a literatura brasileira &#8211; o que, afinal, se confirmou com os livros seguintes”, diz a autora.</p>
<p>Sobre o resultado da pesquisa, Rafaela de Abreu observa que sempre encontrava “comentários e análises acerca da economia linguística e das palavras arquitetadas e calculadamente escolhidas” ao ler livros a respeito da obra de João Cabral. “Eu quis, desde o início, mergulhar nesse processo que, apesar de racional e bastante calculado, também guarda uma dimensão humana profundamente pensada. Além disso, como se trata, em muitos casos, de metapoesia, me interessou investigar como os poemas cabralinos realizam, ao mesmo tempo, o aspecto metapoético e a investigação existencial. Por isso o título <em>Entre as Palavras e a Voz</em>, isto é: o que as palavras podem significar, no âmbito da poesia cabralina, e o que é possível dizer e construir a partir disso, o que, neste caso, procurei fazer.”</p>
<p>Para o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes, “<em>João Cabral de Melo Neto entre as Palavras e a Voz</em> traz uma leitura profunda e renovada da obra do poeta pernambucano em um diálogo com a filosofia e a literatura. Além das referências mais constantes dentro dos estudos cabralinos, Rafaela de Abreu Gomes se propõe a ler através de João Cabral, num esforço mais de reler e ampliar as interpretações poéticas da obra do autor do que de decifrá-la ou entendê-la.”</p>
<p><strong>A AUTORA -</strong> Rafaela de Abreu Gomes nasceu em Maranguape (CE). É professora de literatura no ensino médio e no ensino superior, tem graduação, mestrado e doutorado em letras pela Universidade Federal do Ceará e estuda a obra de João Cabral de Melo Neto há mais de dez anos. Seu primeiro livro publicado foi <em>Um Vislumbre a Caminho: A Humana Poesia de João Cabral</em> (2019), com tiragem reduzida.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>João Cabral de Melo Neto entre as Palavras e a Voz</em>, com bate-papo entre Rafaela de Abreu Gomes e Odalice de Castro Silva, professora na Universidade Federal do Ceará -</strong> <em>quinta-feira (5), das 19h às 22h, na Livraria Leitura do Shopping RioMar (Rua Desembargador Lauro Nogueira, nº 1.500, Papicu, Fortaleza-CE). Preço do livro impresso: R$ 65</em></p>
<div id="attachment_114845" aria-labelledby="figcaption_attachment_114845" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Joao-Cabral-de-Melo-Neto-entre-as-palavras-e-a-voz.jpg"><img class="size-medium wp-image-114845" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Joao-Cabral-de-Melo-Neto-entre-as-palavras-e-a-voz-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro João Cabral de Melo Neto entre as Palavras e a Voz</p></div>
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		<title>Revista Pernambuco de dezembro tem lançamento especial na APL</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 20:42:32 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114825" aria-labelledby="figcaption_attachment_114825" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-Pernambuco-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-114825" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-Pernambuco-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Capa da revista literária Pernambuco de dezembro de 2024</p></div>
<p>A revista literária Pernambuco, publicada pela Cepe Editora, traz nos destaques da edição de dezembro dois grandes nomes. O dossiê conta com 30 páginas sobre a obra e a vida do pernambucano Mauro Mota, poeta, geógrafo e jornalista que nos deixou há 40 anos. A capa do periódico é dedicada aos 80 anos do escritor cearense Cláudio Aguiar, morador de Olinda desde 1962.</p>
<p>Em homenagem a essas duas figuras, a revista tem lançamento especial na Academia Pernambucana de Letras (APL), nesta segunda-feira (2), às 15h, durante sessão ordinária da casa. A reunião é aberta ao público e conta com a presença de Cláudio Aguiar e da família do poeta Mauro Mota.</p>
<p>“A ideia desta edição é valorizar a vida, a memória e a permanência das coisas. Homenagear Mauro Mota, que é um clássico, é importante para que as pessoas percebam a beleza do que ele escreveu. Durante décadas foi o nome mais relevante no Diario de Pernambuco no âmbito da cultura. Não tenho dúvida nenhuma de dizer que é um dos nossos grandes esquecidos. Celebramos também os 80 anos de Cláudio Aguiar, escritor lúcido e ativo. Entre seus grandes trabalhos está a biografia definitiva de Francisco Julião, o líder das Ligas Camponesas, com a qual ganhou um Jabuti em 2015”, diz Mário Hélio, superintendente de Periódicos e Projetos Especiais da Cepe.</p>
<p>Para o presidente da APL, Lourival Holanda, os nomes dos homenageados mostram continuidade e renovação. “São duas referências na cultura literária em Pernambuco. As elegias de Mauro Mota foram ponte para a visibilidade nacional com o Prêmio Olavo Bilac, depois o Jabuti, outra sagração. Já Cláudio Aguiar faz joviais 80 anos. É um homem com vasta produção: <em>Caldeirão</em> ficou sendo um marco na nossa literatura, Jorge Amado o reconheceu e amou. Estudioso de Ortega e Gasset, pensador espanhol que marcou gerações, Cláudio Aguiar foi sagrado pelo título de honor, Cidadão de Salamanca (Huéspede Distinguido), para orgulho nosso. Em 2009, com <em>El Rey de los Bandidos</em>, o autor ganhava audiência mais larga, mundo afora, com o Prêmio Ibero-Americano”, salienta Lourival Holanda.</p>
<p>Na reportagem do dossiê Pernambuco, Mauro Mota é lembrado como memorialista, geógrafo, historiador, cronista e observador dos costumes das províncias e das pequenas e grandes coisas do cotidiano. Foi um dos primeiros presidentes da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), quando a fundação ainda era um instituto. O poeta também fez parte da Academia Brasileira de Letras (ABL) e presidiu a Academia Pernambucana de Letras (APL).</p>
<p>Na capa da revista de dezembro, Cláudio Aguiar, outro grande nome das letras, é celebrado pelos 80 anos de nascimento. Romancista, ensaísta, dramaturgo, biógrafo, compositor, poeta e crítico literário, sua obra conta com mais de 40 livros, muitos dos quais premiados e traduzidos para o russo, espanhol e francês.</p>
<p>Agora o autor dedica-se a escrever um novo livro de poemas, com uma abordagem reflexiva sobre a existência, o que inclui elucubrações sobre o universo quântico e questionamentos a respeito da inteligência artificial.</p>
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		<title>Secos e Turvos: uma poesia do Sertão em livro lançado no Mepe</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 15:22:33 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114759" aria-labelledby="figcaption_attachment_114759" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Alexsandro-Souto-Maior_3-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe.jpg"><img class="size-medium wp-image-114759" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Alexsandro-Souto-Maior_3-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor e dramaturgo Alexsandro Souto Maior</p></div>
<p>A Guerra de Canudos, conflito armado entre uma comunidade religiosa e o Exército Brasileiro, e o missionário Antônio Conselheiro, líder do movimento popular que terminou com milhares de sertanejos mortos, inspiraram o novo livro de poemas da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). <em>Secos e Turvos</em>, obra do escritor e dramaturgo olindense Alexsandro Souto Maior, é lançado neste domingo (1º), das 15h às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife.</p>
<p>Os poemas de <em>Secos e Turvos</em> ecoam a paisagem seca do Sertão, a luta entre o homem e a terra árida, a esperança que caminha lado a lado com os sertanejos. Um exemplo é esse trecho do verso de abertura do livro, Imagem Primeira: “Se lançarmos/ o nosso olhar para os confins/ há sertões/ veredas estreitas/ um povoado ali/ outro acolá/ desolados/ enrugados/ cabecentes para cima/ à espera/ de algum mísero milagre/ ou mesmo uma rima/ tudo isso demora/ mas chega, chega”.</p>
<p>Com 112 páginas e dividido em cinco capítulos, <em>Secos e Turvos</em> traduz de forma lírica a luta do beato e da comunidade de Canudos contra a fome e a seca nordestina. A guerra ocorreu no interior da Bahia, de 1896 a 1897, no fim do século 19, na transição do regime monárquico para a República no Brasil. De acordo com Alexsandro Souto Maior, o conjunto de poemas que compõem o livro se conectam com <em>Os Sertões</em> (1902), o mais famoso relato da Guerra de Canudos, de autoria de Euclides da Cunha.</p>
<p>“<em>Secos e Turvos</em> faz esse diálogo. Agora minha referência não foi só <em>Os Sertões</em>, mas também Antônio Conselheiro. Apesar de buscar uma feitura de alegorias, de trazer a visão da imprensa do Rio de Janeiro naquela época, a maior referência é o documento científico, jornalístico, literário de Euclides da Cunha. Em tempo de embate de revisões históricas, a literatura também pode ser um espaço para não esquecer desse absurdo glorioso, desse genocídio promovido por um Brasil oficial, republicano”, declara o autor e mestre em estudos literários.</p>
<p>A organização dos versos em contornos e ziguezagues nas páginas do livro dialoga com a temática dos textos. “Hoje vejo a poesia para além dos versos comportados. Muitas vezes não enxergo o verso e nasce outra possibilidade de falar com os vazios da página. Em Secos e Turvos, senti muito a necessidade de usar a quebra da palavra, a quebra do verso como aliados nessa construção fragmentada, destroçada de um povo. Ora vejo as palavras duras como pedras ali distribuídas, ora vejo o rio da nossa história correr sofregamente”, comenta.</p>
<p>&#8220;Voltar aos grandes fatos históricos, muito estudados e debatidos, sempre requer um exercício de olhar criterioso. <em>Secos e Turvos</em> percorre paisagens e retoma personagens caros à literatura brasileira, mas o faz sob uma perspectiva lírica e visual particular, fruto de anos de pesquisa do seu autor. No processo editorial tentamos buscar formas de traduzir a atmosfera do livro também nas decisões gráficas, investindo em um acabamento mais poroso para a capa, que remete ao seco, à aridez&#8221;, observa a editora assistente da Cepe, Gianni Gianni.</p>
<p><strong>O AUTOR -</strong> Alexsandro Souto Maior é professor, graduado em letras, especializado em literatura brasileira e mestre em estudos literários. Publicou seus primeiros poemas na década de 1990 nos jornais O Pão e Diário do Nordeste, do Ceará, e é autor de <em>A Seiva</em> (2019), livro de poesias que recebeu menção honrosa pela Academia Pernambucana de Letras (APL). É também ator e diretor de teatro. Como dramaturgo venceu o Prêmio Literário Cidade de Manaus com a peça <em>Mariano, Irmão Meu</em> (2011), e o Prêmio Ariano Suassuna, com as obras <em>Tempo de Flor</em> (2018) e <em>O Misterioso Casarão de Dona Niná</em> (2020), entre outros.</p>
<p><strong>Trecho do livro</strong></p>
<p><em>“A cancela do Sertão</em><br />
<em>abre-se sobre um socalco</em><br />
<em>rochoso</em><br />
<em>admiravelmente</em><br />
<em>árido,</em><br />
<em>opaco</em><br />
<em>e vário</em><br />
<em>Ao longe</em><br />
<em>uma cortina de poeira</em><br />
<em>avermelha</em><br />
<em>o dia”</em></p>
<p><strong>Trecho do livro</strong></p>
<p><em>“a luz crua</em><br />
<em>violenta as pedras</em><br />
<em>e todos são pedras</em><br />
<em>fortemente</em><br />
<em>uma boca plena de saliva</em><br />
<em>contrasta com uma língua seca</em><br />
<em>como uma lâmina áspera</em><br />
<em>pronta para sucumbir os fraturados</em><br />
<em>os enjeitados, os fracos</em><br />
<em>Mas os sertanejos</em><br />
<em>são, sobretudo, pedras</em><br />
<em>O céu está longe!”</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro Secos e Turvos e bate-papo do autor Alexsandro Souto Maior com o poeta e crítico literário Peron Rios -</strong> <em>domingo (1º), das 15h às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, nº 960, bairro das Graças). Preço do livro impresso: R$ 45</em></p>
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