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	<title>Portal Cultura PE &#187; eduardo queiroga</title>
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		<title>Fotógrafos pernambucanos levam mostra &#8220;Resistência Vaga-Lume&#8221; à galeria de Fortaleza</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2022 10:35:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_94081" aria-labelledby="figcaption_attachment_94081" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Clara Simas/Divuçgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Clara-Simas_Jubileu-800x445.jpg"><img class="size-medium wp-image-94081" alt="Clara Simas/Divuçgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Clara-Simas_Jubileu-800x445-607x337.jpg" width="607" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Jubileu&#8221;, de Clara Simas, é uma imagens que o público poderá conferir na mostra</p></div>
<p>Deste sábado (28) até o próximo dia 8 de julho de 2022, a Imagem Brasil Galeria, sediada em Fortaleza (CE), recebe a exposição &#8216;Resistência Vaga-Lume&#8217;. A mostra, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, reúne o trabalho de dez artistas pernambucanos e uma alemã: Carol Melo, Christina Schug, Clara Simas, Elysangela Freitas, Keila Vieira, Larissa Alves, Marcela Lins e Guilherme Benzaquen, Társio Alves, Tiago Lubambo e Tiago Duque.</p>
<p>Com curadoria de Mateus Sá e Eduardo Queiroga, a exposição busca mostrar, através da fotografia, o poder da transformação e da Resistência da arte por meio de vários atravessamentos pessoais, mas que reverberam coletivamente. Como a analogia dos vaga-lumes ressalta, a fotografia se apresenta nos trabalhos como um ato que estimula as pausas, as inconstâncias e as descontinuidades.</p>
<p>O grupo pernambucano nasceu em 2018 e teve sua primeira exposição realizada em 2019. A inspiração para batizar o coletivo e a exposição vem do livro “A sobrevivência dos Vaga-Lumes&#8221;, do filósofo francês Georges Didi-Huberman que também conduz a exposição que será apresentada em Fortaleza.</p>
<p>A continuidade da “Resistência Vaga-Lume” foi possível graças à aprovação do Funcultura, edital de incentivo à cultura de Pernambuco, que permitiu que os artistas levassem a exposição para uma cidade do nordeste brasileiro. Fortaleza foi a escolhida. <em>“A cena cearense da fotografia sempre esteve em diálogo com a produção pernambucana, para o grupo será muito importante levar o trabalho para Fortaleza e ampliar esse diálogo, essa colaboração. A parceria com a Imagem Brasil Galeria também foi muito importante, pois nos acolheu assim que lançamos a ideia”</em>, explica o curador Eduardo Queiroga.</p>
<p>Serão 10 obras compostas ao todo por 123 imagens que irão interagir com o público cearense, estimulando ideias de afeto, de permanência, de cidade, memória, identidade e é claro, de resistência.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/6w5UQewaND0" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>LIVE -</strong> Nesta quinta-feira (26), às 19h, vai acontecer um bate-papo entre a equipe da Imagem Brasil Galeria e os artistas da exposição &#8220;Resistência Vaga-Lume&#8221;. A transmissão será pelo canal do YouTube da Imagem Brasil Galeria: <a href="https://youtu.be/6w5UQewaND0" target="_blank"><strong>youtu.be/6w5UQewaND0</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição &#8220;Resistência Vaga-lume &#8211; de 28 de maio a 8 de julho de 2022<br />
Abertura: 28 de maio de maio de 2022 (sábado), às 9h30, e visita guiada, às 11h, com curadores e artistas.<br />
Horário da galeria: segunda a quinta-feira, das 08h30 às 18h; sexta-feira, das 08h30 às 19h<br />
Onde: Imagem Brasil Galeria (R. Rocha Lima, 1707 – Aldeota, Fortaleza – CE)</p>
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		<title>Livro incentivado pelo Funcultura, &#8220;Cordão&#8221; é um dos finalistas do Prêmio Jabuti</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Oct 2019 21:54:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pernambuco fez bonito na lista dos finalistas do 61º Prêmio Jabuti, anunciada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), nesta última quinta-feira (3). Dentre os autores pernambucanos indicados no prêmio mais abrangente do mercado editorial brasileiro, constam Luna Vitrolira (“Aquenda: o amor às vezes é isso”, na categoria poesia), Adrienne Myrtes (“Mauricéa”, na categoria romance), André Neves [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60179" aria-labelledby="figcaption_attachment_60179" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/livro-cordão-funcultura.jpg"><img class="size-medium wp-image-60179" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/livro-cordão-funcultura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A obra conta com incentivo do Funcultura</p></div>
<p>Pernambuco fez bonito na lista dos finalistas do 61º Prêmio Jabuti, anunciada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), nesta última quinta-feira (3). Dentre os autores pernambucanos indicados no prêmio mais abrangente do mercado editorial brasileiro, constam Luna Vitrolira (<strong>“Aquenda: o amor às vezes é isso”</strong>, na categoria poesia), Adrienne Myrtes (<strong>“Mauricéa”</strong>, na categoria romance), André Neves (<strong>“Donana e Titonho”</strong> e <strong>“Manu e Mila”</strong>, ambos na categoria ilustração), Marcelino Freire (<strong>“Bagageiro”</strong>, na categoria contos), Luciana Calheiros (<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/fotografo-eduardo-queiroga-lanca-o-livro-cordao-em-caruaru/" target="_blank"><strong>“Cordão”</strong></a>, na categoria projeto gráfico), esse último livro é uma publicação que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Além deles, destacaram-se ainda <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/cepe-e-finalista-do-premio-jabuti-2019/" target="_blank"><strong>quatro publicações</strong></a> editadas pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe): <strong>“A Coisa Brutamontes”</strong>, de Renata Penzani (Juvenil); <strong>“Povo xambá resiste: 80 anos da repressão aos terreiros em Pernambuco”</strong>, de Marileide Alves (Biografia);<strong> “TPN -Teatro Popular do Nordeste: o palco e o mundo de Hermilo Borba Filho”</strong>, de Luís Reis (Ensaios); e na categoria Impressão,<strong> “Clementina Duarte: 50 anos de arte e design”</strong>, rodado na gráfica da Cepe.</p>
<p><strong>&#8220;Cordão&#8221;  -</strong> O livro foi desenvolvido na Zoludesign, com a participação de Luciana Calheiros, Aurélio Velho e Gabriela Araújo. É uma publicação de fotografias de Eduardo Queiroga, com curadoria de Ana Lira, ensaio de Fabiana Moraes e produção de Júlia Morim. A impressão e o acabamento foram realizados na Ipsis Gráfica. </p>
<p>O fotógrafo Eduardo Queiroga ao longo de dez anos documentou práticas e saberes de parteiras tradicionais de Pernambuco. Ele conseguiu captar de forma natural o cotidiano dessas mulheres que exercem esse ofício tão antigo e importante. O livro Cordão reflete esse universo.</p>
<p>A intenção do Queiroga era que o tema não fosse identificado logo no início do livro e o leitor fosse entrando no ambiente das parteiras aos poucos. O título Cordão carrega essa ambiguidade e o cordão de algodão enrolado no livro surge como contraponto ao cordão umbilical. Havia também a solicitação que não houvessem áreas brancas, então mesmo nos intervalos entre as fotos, usamos cor. Optamos por cores pastéis presentes nas imagens e no universo popular, principalmente nas paredes das casas e nos papéis dos folhetos da literatura de Cordel.</p>
<p>O formato do livro foi definido para aproveitar melhor a proporção das imagens e optamos por usá-las sempre sangrando, com isso o sentido da leitura é definido pela posição das imagens, ora na vertical ou ora na horizontal. Esse movimento alternado também está presente nos textos e na paginação, sugerindo um exploração mais dinâmica do objeto livro.</p>
<p>&#8220;Cordão&#8221; foi o único livro brasileiro selecionado como livro do ano pela <strong><a href="http://www.phe.es/wp-content/uploads/2019/06/PHE19_Seleccionados-Premio-al-Mejor-Libro.pdf" target="_blank">PhtoEspaña 2019</a></strong>. E também foi finalista no Brasil Design Award, cuja premiação será dia 21 de novembro.</p>
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		<title>Fotógrafo Eduardo Queiroga lança o livro &#8220;Cordão&#8221; em Caruaru</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2018 15:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O fotógrafo Eduardo Queiroga lança nesta quinta-feira (3), às 14h, seu mais novo livro, Cordão, no Armazém da Criatividade, em Caruaru. Fruto de 10 anos de uma imersão no universo das parteiras, o projeto, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é uma obra que se coloca na passagem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60179" aria-labelledby="figcaption_attachment_60179" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/livro-cordão-funcultura.jpg"><img class="size-medium wp-image-60179" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/livro-cordão-funcultura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A obra conta com texto da jornalista Fabiana Moraes e edição da fotógrafa Ana Lira</p></div>
<p>O fotógrafo Eduardo Queiroga lança nesta quinta-feira (3), às 14h, seu mais novo livro, <em>Cordão</em>, no Armazém da Criatividade, em Caruaru. Fruto de 10 anos de uma imersão no universo das parteiras, o projeto, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é uma obra que se coloca na passagem entre a simbologia de fluxos importantes, seu cessar e o início de novas possibilidades.</p>
<p>O que começou como um trabalho de documentação das práticas e dos saberes das parteiras em 2008, se desdobrou em uma série de ações. Fotógrafo há 28 anos, pesquisador e professor, Queiroga teve contato com mais de 220 parteiras em todo o estado, inicialmente como parte de um inventário realizado pelo Instituto Nômades. Ao longo deste trabalho, colecionou um vasto material sobre essas mulheres que permanecem à sombra de um maior reconhecimento no âmbito da cultura tradicional e popular.</p>
<p>“Cordão” parte da proposta de revisitar o acervo produzido, rico em novas possibilidades de narrativas poéticas. Deixando de lado o caráter de inventário da pesquisa inicial e explorando um recorte curatorial que privilegia a linguagem fotográfica e a estética das imagens, a obra é composta por 80 fotografias de Eduardo Queiroga e um texto da jornalista e professora Fabiana Moraes. O trabalho foi enriquecido pelo diálogo com a fotógrafa Ana Lira, convidada para a edição. Os textos foram traduzidos para inglês e espanhol, além de filmados em Libras. Roteiros de audiodescrição de todas as fotografias também estão disponíveis. A identidade visual e a diagramação do projeto foram realizadas pela Zoludesign.</p>
<p><em>&#8220;O título do trabalho remete ao universo fotografado. Para cortar o cordão umbilical, a parteira antes amarra dois pedaços de cordão de algodão, para interromper a comunicação entre bebê e placenta, permitindo o corte. O corte deste cordão simboliza uma vida que se inicia, um percurso a ser construído. Se o cordão é o fluxo vital, ele também é aquele que estanca esse fluxo para a criação de outros novos&#8221;</em>, afirma Queiroga. O trabalho se propõe a dar visibilidade à atividade das parteiras tradicionais e traça um roteiro de lançamentos do projeto pelos locais visitados durante a captação das imagens.<em> &#8220;A ideia é promover a interiorização do acesso aos produtos culturais, a formação de público para as artes e para a fotografia, bem como propiciar o retorno do que foi produzido a essas mulheres e às comunidades onde elas estão inseridas&#8221;</em>, explica o autor.</p>
<p>O lançamento em Caruaru é o primeiro no roteiro do projeto e conta com a presença de Josefa Alves de Carvalho (Zefinha) e outras mulheres da Associação de Parteiras Tradicionais de Caruaru, além da antropóloga Júlia Morim, Fabiana Moraes e Eduardo Queiroga. Os próximos locais onde o livro será lançado são: aldeias Pankararu, Kapinawa e Xucuru, Igarassu, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes, Palmares, Trindade e Recife. Todos os eventos contarão com rodas de diálogos entre autor e público, com a participação de parteiras, professores, alunos de escolas públicas, universitários e ONGs.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro “Cordão”, de Eduardo Queiroga<br />
Quando: 3/5, às 14h<br />
Local: Armazém da Criatividade | BR 104, KM 62 – Caruaru-PE</p>
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		<title>Mateus Sá lança catálogo da mostra &#8216;Retorno&#8217; no Centro Cultural dos Correios</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mateus-sa-lanca-catalogo-da-mostra-retorno-no-centro-cultural-dos-correios/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Nov 2017 17:35:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O processo de criação e construção de uma exposição a partir do acervo pessoal do fotógrafo de Mateus Sá são alguns dos temas que serão discutidos nesta quarta-feira (29), no Centro Cultural Correios de Recife. A conversa acontece durante o lançamento do catálogo da mostra Retorno, do próprio Mateus, em cartaz no CCC Recife desde [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/6.jpg"><img class="size-medium wp-image-55561 aligncenter" alt="Mateus Sá/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/6-607x419.jpg" width="607" height="419" /></a></p>
<p>O processo de criação e construção de uma exposição a partir do acervo pessoal do fotógrafo de Mateus Sá são alguns dos temas que serão discutidos nesta quarta-feira (29), no Centro Cultural Correios de Recife. A conversa acontece durante<strong> <a href="https://www.facebook.com/events/731572823698248/" target="_blank">o lançamento do catálogo da mostra Retorno, do próprio Mateus</a></strong>, em cartaz no CCC Recife desde o começo do mês, e terá a participação do também fotógrafo Eduardo Queiroga, que assinou a curadoria.</p>
<p>O catálogo será distribuído gratuitamente aos presentes e a exposição segue em cartaz até o dia 26 de janeiro do ano que vem. <strong>Retorno</strong> conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, e conta com apoio do Centro Cultural Correios Recife.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/02.jpg"><img class="size-medium wp-image-54813 aligncenter" alt="Mateu Sá/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/02-607x418.jpg" width="607" height="418" /></a></p>
<p>A exposição, que foi exposta em Noronha numa praça pública e outros pontos das ilhas, apresenta fotografias em preto e branco produzidas por Mateus Sá no Arquipélago e foram impressas em tecido, em grandes dimensões. <em>“A mostra representa um reencontro através das imagens, tanto com paisagens de uma ilha que habitam em mim, como com pessoas que conheci há 12 anos. Pessoas com um ritmo próprio, o ritmo de Noronha. Com elas pude compreender um pouco melhor sobre o que é ser um ilhéu”,</em> explica o fotógrafo.</p>
<p>Foi com a proposta de apresentar Fernando de Noronha de uma forma não convencional, fugindo dos padrões de apelo turístico e comerciais tão utilizados nos anúncios sobre a região, que Mateus Sá produziu <strong>Retorno</strong>. Além da curadoria de Eduardo Queiroga, o projeto conta com expografia de Ticiano Arraes e está em cartaz no CCC Recife desde o último dia 7 de novembro.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/9.jpg"><img class="size-medium wp-image-54814 aligncenter" alt="Mateu Sá/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/9-607x418.jpg" width="607" height="418" /></a></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Lançamento do catálogo da exposição itinerante “Retorno” e bate papo com Mateus Sá e Eduardo Queiroga</em><br />
Quarta-feira (29) | 19h<br />
Centro Cultural Correios – Recife (Av. Marquês de Olinda, 262, Bairro do Recife)<br />
Visitação gratuita até 26 de janeiro de 2018 [exceto sábados, domingos e feriados]</p>
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		<item>
		<title>Chega ao Recife a exposição “Retorno”, do fotógrafo Mateus Sá</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Nov 2017 14:34:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O arquipélago Fernando de Noronha como pano de fundo, mas de uma forma não convencional, fugindo dos padrões de apelo turístico e comercial tão usados nos anúncios e reportagens sobre a região. Foi com essa proposta que o fotógrafo Mateus Sá, com a curadoria de Eduardo Queiroga e expografia de Ticiano Arraes, montou a exposição [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_54813" aria-labelledby="figcaption_attachment_54813" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mateu Sá/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/02.jpg"><img class="size-medium wp-image-54813 " alt="Mateu Sá/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/02-607x418.jpg" width="607" height="418" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Retorno&#8217; ficará aberta ao público no Centro Cultural Correios até o dia 7 de dezembro</p></div>
<p>O arquipélago Fernando de Noronha como pano de fundo, mas de uma forma não convencional, fugindo dos padrões de apelo turístico e comercial tão usados nos anúncios e reportagens sobre a região. Foi com essa proposta que o fotógrafo Mateus Sá, com a curadoria de Eduardo Queiroga e expografia de Ticiano Arraes, montou a exposição <strong>Retorno</strong> – a ser inaugurada nesta terça-feira (7), no Centro Cultural Correios Recife, às 19h. A entrada é aberta ao público.</p>
<p>Ao todo, 40 fotografias impressas em grandes painéis de tecido contam este reencontro de Mateus Sá, que já realizou trabalhos anteriores em Fernando de Noronha.<em> “A mostra representa um reencontro através das imagens, tanto com paisagens de uma ilha que habitam em mim, como com pessoas que conheci há 12 anos. Pessoas com um ritmo próprio, o ritmo de Noronha. Com elas pude compreender um pouco melhor sobre o que é ser um ilhéu&#8221;,</em> explica o fotógrafo.</p>
<div id="attachment_54814" aria-labelledby="figcaption_attachment_54814" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mateu Sá/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/9.jpg"><img class="size-medium wp-image-54814 " alt="Mateu Sá/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/9-607x418.jpg" width="607" height="418" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra apresenta ao todo 40 fotografias impressas em grandes painéis de tecido</p></div>
<p style="text-align: left;">Para o curador Eduardo Queiroga, <em>“o conceito que atravessa a exposição é o do retorno como um novo percurso, no qual se impõe a presença de um contraste incontornável em composições que te tiram de um solo estável”.</em> <strong>Retorno</strong> contou com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, e permanecerá no Centro Cultural Correios até o dia 7 de dezembro.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Exposição itinerante ‘Retorno’, de Mateus Sá</em><br />
Abertura na terça (7), às 19h<br />
Centro Cultural Correios – Recife (Av. Marquês de Olinda, 262, Bairro do Recife)<br />
Visitação até 7 de dezembro de 2017 | segunda a sexta, das 11h às 17h (exceto feriados)<br />
Gratuito</p>
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		<title>Fototech discute o desenvolvimento dos coletivos fotográficos na Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 17:39:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Coletivos Fotográficos Contemporâneos]]></category>
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		<description><![CDATA[De uns tempos para cá, tem sido muito frequente o surgimento de novos grupos no campo da fotografia, os chamados coletivos fotográficos. É possível pensarmos uma fotografia coletiva? Existem diferenças significativas entre os coletivos fotográficos e iniciativas anteriores que agrupavam fotógrafos? Essas perguntas são o foco do livro Coletivos Fotográficos Contemporâneos, que o fotógrafo e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_37879" aria-labelledby="figcaption_attachment_37879" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pri Buhr/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/eduardo-queiroga-pri-buhr.jpg"><img class="size-medium wp-image-37879" alt="Pri Buhr/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/eduardo-queiroga-pri-buhr-607x453.jpg" width="607" height="453" /></a><p class="wp-caption-text">O fotógrafo e pesquisador Eduardo Queiroga, da UFPE, falará sobre a sua pesquisa de mestrado sobre os coletivos fotográficos contemporâneos</p></div>
<p>De uns tempos para cá, tem sido muito frequente o surgimento de novos grupos no campo da fotografia, os chamados coletivos fotográficos. É possível pensarmos uma fotografia coletiva? Existem diferenças significativas entre os coletivos fotográficos e iniciativas anteriores que agrupavam fotógrafos? Essas perguntas são o foco do livro <em>Coletivos Fotográficos Contemporâneos</em>, que o fotógrafo e pesquisador Eduardo Queiroga apresentará nesta quinta-feira (14), às 19h, na Torre Malakoff, durante o 4º Encontro Fotográfico da Associação de Fotógrafos Fototech Regional Pernambuco, evento realizado em parceria com o equipamento cultural.</p>
<p>Para Queiroga, a atuação destes grupos tem trazido questões importantes para a prática fotográfica. Tanto pelos trabalhos que desenvolvem, quanto pelas provocações e reflexões sobre a linguagem que estimulam. “Os coletivos expandem o nosso entendimento sobre fotografia, nos faz rever determinados limites, provoca transbordamentos”, comenta o autor, que busca contribuir para uma melhor compreensão deste fenômeno.</p>
<p>O livro é o desdobramento de uma pesquisa que se iniciou no mestrado e continuou reverberando pelos anos seguintes à defesa da dissertação. O debate foi ampliado e atualizado: novas experiências foram incluídas, algumas questões foram aprofundadas e o texto foi retrabalhado. A obra visa auxiliar fotógrafos, estudantes e professores a traçar novas possibilidades nas suas relações com o meio fotográfico. Para tratar dos coletivos, o autor analisa diversos modelos de trabalho de fotoclubes e agências, além de fotógrafos cuja atuação já lidava com novos arranjos. Também observa coletivos e suas obras, no Brasil e no exterior.</p>
<p><strong>Sobre o palestrante</strong><br />
Eduardo Queiroga é fotógrafo há mais de 20 anos. É cofundador do Projeto FotoLibras de Fotografia Participativa, com jovens surdos e do Grupo de Educação e Mudança pela Arte (Gema). Foi professor e coordenador do Bacharelado em Fotografia das Faculdades Integradas Barros Melo. É doutor em Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco (PPGCOM &#8211; UFPE).</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
4º Encontro Fotográfico da Associação de Fotógrafos Fototech Regional Pernambuco<br />
Quando: quinta-feira (14/7), das 19h às 22h<br />
Onde: Sala de Confluência da Torre Malakoff (Praça do Arsenal, S/N, Bairro do Recife – Recife)<br />
Entrada Franca</p>
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		<title>Mostra fotográfica &#8220;Parteiras &#8211; Um Mundo pelas Mãos&#8221; circula pelo estado</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2015 18:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria A exposição fotográfica itinerante “Parteiras – Um Mundo pelas Mãos”, que retrata e homenageia uma ocupação considerada por muitos a mais antiga do mundo: o de parteira tradicional, acaba de entrar em sua segunda fase. O projeto, concebido pelo Instituto Nômades e pelo fotógrafo Eduardo Queiroga, abriu nova mostra no sábado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Com informações da Assessoria</em></p>
<p>A exposição fotográfica itinerante “Parteiras – Um Mundo pelas Mãos”, que retrata e homenageia uma ocupação considerada por muitos a mais antiga do mundo: o de parteira tradicional, acaba de entrar em sua segunda fase. O projeto, concebido pelo Instituto Nômades e pelo fotógrafo Eduardo Queiroga, abriu nova mostra no sábado (17), em Trindade, no Sertão pernambucano, com a inclusão de fotos mais recentes. A mostra fica em cartaz no município até 23 de outubro. De lá, seguirá para Pesqueira (Agreste) e Goiana (Zona da Mata). Já a partir do dia 20, no entanto, um formato diferenciado da exposição poderá ser conferida também pelos moradores de Araripina.</p>
<div id="attachment_30974" aria-labelledby="figcaption_attachment_30974" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação/Eduardo Queiroga</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/parteiras-eduardo-queiroga.jpg"><img class="size-medium wp-image-30974" alt="Divulgação/Eduardo Queiroga" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/parteiras-eduardo-queiroga-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotografias impressas em tecidos estão &#8220;voltando&#8221; aos municípios em que foram captadas</p></div>
<p>O trabalho de reunir fotografias sobre as parteiras, também popularmente conhecidas como assistentes, curiosas, cachimbeiras, fazedoras de emergência, surgiu ainda em 2008, com o fotógrafo e jornalista Eduardo Queiroga. Ele, que acompanhou os projetos do Instituto Nômades, o “Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais de Pernambuco” e o “Saberes e Práticas das Parteiras Indígenas de Pernambuco”, captou milhares de imagens de lá para cá. Dessas, foram selecionadas 200 fotos que compõem exposição, catálogo com distribuição gratuita e projeção de imagens que retratam a tradição das parteiras de Pernambuco.</p>
<p>O projeto conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura e apoio do Grupo de Pesquisa Narrativas do Nascer/UFPE, do Grupo Curumim e das Prefeituras de Trindade e de Pesqueira. A ideia de retornar às localidades onde o inventário ocorreu é uma tentativa de &#8220;devolver&#8221; as imagens aos seus portadores e ao público em geral. “Parteiras – Um Mundo pelas Mãos” é composta por fotografias impressas em tecido no formato 100 x 150 cm sempre montada em local público, de preferência um que sirva de referência para as parteiras, na forma de um<br />
grande varal. “O conceito da exposição passa por algo muito presente no cotidiano das parteiras: o pano. Ele, que costuma estar nos varais, nos quartos, faz, muitas vezes, papel de porta ou de divisórias nas casas, também acolhe o recém-nascido e abriga as mães”, explica Eduardo<br />
Queiroga.</p>
<p>Segundo Eduardo, as fotografias foram estimuladas pela vontade de aprender sobre quem são as parteiras tradicionais. A ideia era buscar respostas sobre quem são essas mulheres, como e onde elas vivem. Mas não respostas definitivas. “Apesar dessa liberdade no olhar, trabalhei com alguns limites. Eu não poderia pensar na propriedade documental, no sentido de retratar fielmente ‘uma realidade’. Acredito na fotografia como uma linguagem encharcada de subjetividade. Poderia contar essa história de muitas maneiras, mas o fato de existirem tantas possibilidades e subjetividades não impede que a fotografia traga informações importantes para o registro dessa cultura”, afirma.</p>
<p>Além de promover a exposição, o projeto também pretende possibilitar a multiplicação e a continuidade por meio um de acervo que será doado para cada município visitado, composto pelas fotos expostas impressas em papel fotográfico com suporte em PVC. “Uma mostra com cópias ampliadas em papel fotográfico permanece em cada localidade sob os cuidados de associações e outras entidades locais, de modo a seguir uma itinerância própria, multiplicando o alcance e a disseminação da documentação, fazendo-a circular por escolas, bibliotecas e outros espaços culturais”, afirma Júlia Morim, coordenadora do Instituto Nômades.</p>
<p>“Cada imagem, cada texto que integra a exposição e o catálogo carregam elementos das outras imagens e textos, mas trazem também uma perspectiva singular que modifica a visão do todo, como um caleidoscópio, que a cada volta vai formando uma figura diferente a partir de elementos da anterior”, diz Dan Gayoso, também coordenadora do Instituto.</p>
<p>A exposição, que terá duração de sete dias em cada uma das localidades, ainda promove uma oficina de troca de saberes com a participação de parteiras tradicionais, estudantes e profissionais das áreas de saúde, educação e cultura, proporcionando o diálogo entre os saberes tradicionais e os técnico-científicos. “A ideia é tornar mais ativa a participação das parteiras tanto na montagem e envolvimento com as exposições, como também por meio de oficinas de trocas de saberes, fomentando o empoderamento e o reconhecimento das parteiras como representantes de um importante bem do nosso patrimônio imaterial”, explica Júlia Morim.</p>
<div id="attachment_30976" aria-labelledby="figcaption_attachment_30976" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Queiroga</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/eduardo-queiroga-parteiras.jpg"><img class="size-medium wp-image-30976" alt="Eduardo Queiroga" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/eduardo-queiroga-parteiras-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Parteiras retratadas na exposição conferem resultado do trabalho</p></div>
<p>Na primeira temporada, a exposição passou pelo território indígena Pankararu e pelas cidades de Palmares e Caruaru. A exposição “Parteiras &#8211; Um Mundo pelas Mãos” foi concebida como um desdobramento de um projeto maior, que inclui os inventários “Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais de Pernambuco” e “Saberes e Práticas das Parteiras Indígenas de Pernambuco”.</p>
<p>Os projetos, desenvolvidos entre os anos de 2008 e 2011, utilizaram a metodologia do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), criada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para identificar e registrar os saberes e as práticas de 225 parteiras de seis municípios e três etnias indígenas de Pernambuco como parte integrante do patrimônio cultural do Brasil. Esta e outras ações integram o Museu da Parteira, uma série de iniciativas de registro e promoção do ofício e de suas detentoras &#8211; um museu em processo.</p>
<p>Além de “devolver” os resultados às parteiras e aos municípios que participaram da pesquisa, a equipe do Instituto Nômades pretende que a ação contribua com a valorização e o reconhecimento dos saberes e práticas das parteiras tradicionais, bem como para a promoção da diversidade cultural brasileira. “Muitas pessoas acreditam que o ofício das parteiras está em extinção. O que não corresponde à realidade. Os inventários mostram que ainda existem muitas parteiras em atividade, inclusive em grandes metrópoles&#8230; Em muitos lugares está havendo o retorno do parto domiciliar”, explica Dan.</p>
<p>De acordo com Paula Viana, enfermeira obstétrica e parteira, a assistência ao parto e ao nascimento no Brasil não é homogênea. “Embora a maioria ocorra em ambiente hospitalar, partos domiciliares assistidos por parteiras tradicionais ocorrem no país, principalmente nas regiões Norte e Nordeste”, diz. Mas engana-se quem pensa que apenas dificuldades financeiras ou de locomoção fazem com que parteiras sejam solicitadas. Mulheres em busca de uma vivência de parto mais respeitosa também têm buscado o serviço das parteiras tradicionais.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Exposição &#8211; “Parteiras – Um Mundo pelas Mãos” &#8211; (Varal em tecido)</strong><br />
Abertura: 17 de outubro de 2015, sábado<br />
Onde: Praça da Igreja Matriz, Centro, Trindade<br />
Horário: 17h<br />
Visitação: De 18 a 23 de outubro, das 08 às 18h</p>
<p><strong>Exposição &#8211; “Parteiras – Um Mundo pelas Mãos” (Acervo Papel Fotográfico)</strong><br />
Local: Biblioteca da Autarquia Educacional do Araripe &#8211; AEDA<br />
Av. Florentino Alves Batista, S/N, Araripina<br />
Visitação: De 20 de outubro a 06 de novembro de 2015<br />
De segunda a sexta, das 08 às 12h e das 18 às 22h</p>
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