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	<title>Portal Cultura PE &#187; Eduardo Romero</title>
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		<title>Inscrições abertas para oficina gratuita de Processos Históricos em Fotografia</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2021 12:56:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Seguem abertas até sábado (13) as inscrições para a oficina gratuita de Processos Históricos em Fotografia, que será realizada nos dias 19 e 26 de novembro e 3 de dezembro de 2021, no Laboratório de Fotografia do Curso de Artes Visuais (Ateliê 2), sediado no Centro de Artes e Comunicação (CAC/UFPE), no Recife. A oficina, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/oficina-fotografia_post.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89186" alt="oficina-fotografia_post" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/oficina-fotografia_post-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Seguem abertas até sábado (13) as inscrições para a oficina gratuita de Processos Históricos em Fotografia, que será realizada nos dias 19 e 26 de novembro e 3 de dezembro de 2021, no Laboratório de Fotografia do Curso de Artes Visuais (Ateliê 2), sediado no Centro de Artes e Comunicação (CAC/UFPE), no Recife.</p>
<p>A oficina, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, destina-se a pesquisadores da fotografia, fotógrafos, artistas visuais, designers, ilustradores que desejam experimentar outras aplicações para seus trabalhos e qualquer profissional que tenha interesse em aprender processos históricos de impressão e revelação fotográfica.</p>
<p>O objetivo é proporcionar aos participantes a vivência prática e teórica de técnicas que remontam à segunda metade do século XIX e início do Século XX (Cianotipia e Caffenol), investigando suas origens históricas, suas possibilidades criativas, suas limitações e suas possíveis interfaces com as novas tecnologias da imagem.</p>
<p>A atividade será ministrada pela fotógrafa e artista visual Marina Soares (<a href="https://www.instagram.com/marinasoaresfotografia/" target="_blank"><strong>@marinasoaresfotografia</strong></a>) em parceria com o artista visual e professor Eduardo Romero (<a href="https://www.instagram.com/eduardoromerolopesbarbosa/" target="_blank"><strong>@eduardoromerolopesbarbosa</strong></a>) e conta com 20 vagas disponíveis para cada horário (manhã e tarde), somando 40 vagas no total. A lista de participantes será divulgada no dia 15 de novembro (segunda-feira). Para se inscrever, basta preencher o formulário disponível no link: <a href="https://forms.gle/PGHRUacfzs7yN3F7A " target="_blank"><strong>forms.gle/PGHRUacfzs7yN3F7A</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>REQUISITOS</strong></span><br />
A oficina é voltada para iniciantes e indicada para pessoas acima de 16 anos. Não são necessários conhecimentos prévios, apenas que tenha acesso a internet para que seja possível acessar o conteúdo teórico (adicional) a ser disponibilizado (aos selecionados) antes do encontro presencial. Todo o material será oferecido pela oficina.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>DATAS E HORÁRIOS</strong></span><br />
Prazo de Inscrição: 00h do dia 12 de novembro de 2021 até à 00h do dia 13 de novembro de 2021.<br />
Divulgação dos participantes: 15 de novembro de 2021<br />
Dias de oficina:<br />
19 e 26 de novembro e 03 de dezembro de 2021 das 9h às 12h e 14h às 17h.<br />
Serão duas turmas diferentes, manhã e tarde.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>LOCAL</strong></span><br />
Laboratório de Fotografia do Curso de Artes Visuais (Ateliê 2), Centro de Artes e Comunicação CAC/UFPE<br />
Av. da Arquitetura, S/n &#8211; Cidade Universitária, Recife &#8211; PE, 50740-550.<br />
Para mais informações: <strong>marinasooares@gmail.com</strong> | <strong>eduardoromero.lbarbosa@gmail.com</strong></p>
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		<title>Livro reúne ensaios sobre o acervo fotográfico do Mamam</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2015 15:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[14º Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Vencedor do 14º Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia, o livro Fotografia: discussões e discursos no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães, que apresenta uma reflexão sobre o acervo de fotografias do Mamam, através de ensaios que tematizam os aspectos expositivos, políticos e poéticos da coleção de obras de arte, será lançado nesta sexta-feira (28), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29622" aria-labelledby="figcaption_attachment_29622" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/livro.jpg"><img class="size-medium wp-image-29622" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/livro-607x329.jpg" width="607" height="329" /></a><p class="wp-caption-text">O livro traz ensaios de Rebeka Monita, Georgia Quintas, Eduardo Romero, Joana D&#8217;Arc Lima, Maria do Carmo Nino e Beth da Matta</p></div>
<p>Vencedor do <a href="http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=10&amp;data=23/10/2014" target="_blank"><strong>14º Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia</strong></a>, o livro <em>Fotografia: discussões e discursos no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães</em>, que apresenta uma reflexão sobre o acervo de fotografias do Mamam, através de ensaios que tematizam os aspectos expositivos, políticos e poéticos da coleção de obras de arte, será lançado nesta sexta-feira (28), no equipamento cultural, às 19h. Concebido e organizado pela professora e historiadora Rebeka Monita, a obra reúne escritos dos pesquisadores Georgia Quintas, Eduardo Romero, Joana D’Arc Lima e Maria do Carmo Nino, além dos ensaios da diretora do museu, Beth da Matta, e de Rebeka Monita, que junto com Eduardo Romero, Maria do Carmo Nino e Joana D&#8217;Arc Lima, comandarão uma roda de diálogo no dia do lançamento. Na ocasião, os livros serão distribuídos gratuitamente.</p>
<p>Um dos elementos mais ousados da publicação o é trazer reflexões críticas sobre a formação do acervo fotográfico do Mamam. No ensaio “Entre mapeamento, hiatos”, Rebeka Monita mostra que não só o conjunto de fotografias do Mamam formou-se de maneira praticamente aleatória, como a coleção de uma forma geral. “Na realidade, grande parte do acervo do Mamam, sobretudo o de fotografias, é proveniente da Galeria Metropolitana de Arte do Recife (em 1982, batizada de Galeria Metropolitana de Arte Aloisio Magalhães, e, em 1997, instituída Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães). A Galeria recebia obras como tapeçarias, quadros, esculturas e litografias, herdadas de vários equipamentos da Prefeitura do Recife”, explica Rebeka. “Era uma espécie de solo que tudo abrigava&#8221;, como fala a pesquisadora Maria Cecília Lourenço ao se referir a coleções de museus que nascem sem crítica, critérios ou direcionamentos”, acrescenta a historiadora.</p>
<p>No ensaio “Um museu de arte moderna na contra mão da utopia modernista”, a historiadora Joana D&#8217;Arc Lima reflete mais amplamente sobre um tipo muito particular de política pública de aquisição de obras que se fazia legítima na década de 1980. “(&#8230;) Era o modelo das relações de influência, das relações pessoais e de amizade, das relações de afinidades eletivas e afetividades proclamadas”, escreve. No entanto, ainda que o contexto local tenha sido voltado para uma espécie de “política pública afetiva”, já existiam, em alguns Estados do País, políticas públicas de formação de acervo por edital ou por um plano de aquisição de obras de artistas brasileiros para museus públicos, segundo a pesquisadora.</p>
<p>Ainda que tenha sido formado através de políticas de aquisição bastante flexíveis e heterodoxas, o acervo de fotografia do Mamam é, hoje, bastante reduzido. São cerca de 70 fotografias de um acervo de 1.500 obras. No entanto, embora reduzido, ele é composto por obras da autoria de artistas do naipe de Rodrigo Braga, Vicente Mello, Vik Muniz, Albano Afonso, Rivane Neuenschwander, Rosângela Rennó, Brígida Baltar, Paulo Bruscky, Daniel Santiago, Gil Vicente e Josenildo Tenório. “A primeira fotografia incluída na coleção foi do artista Osmar Villar, intitulada “Composição”, de 1983, mas não se sabe como ela foi adquirida”, revela Rebeka Monita.</p>
<p>Para a diretora do Mamam, Beth da Matta, o livro se mostra uma oportunidade para refletir sobre as fraturas do acervo. “Temos em mente que o acervo do museu tem muitas qualidades, tanto que chegamos a trabalhá-lo com profundidade na pesquisa &#8216;Contido não Contido&#8217; em 2009, mas também é importante parar para refletir sobre as fragilidades da coleção para tentarmos criar estratégias para resolvê-las”, justifica Beth. No livro, estão as imagens de todas as fotografias que compõem o acervo atualmente.</p>
<p><strong>Exposições e poéticas das fotografias</strong><br />
Além de enfatizar o aspecto político da formação do acervo do Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães, a obra também se volta para reflexões acerca da poética e da exposição da coleção. No ensaio sobre o acervo fotográfico do Mamam, a antropóloga e pesquisadora Georgia Quintas conta a sua experiência de curadoria nos dois recortes da exposição “Da fotografia, dos conceitos”, exibidas em 2010 e 2011 respectivamente. Na primeira montagem, houve a exibição de obras fotográficas como “Eu e Agnaldo Farias” (2003), de Gil Vicente, “Homenagem a Marcel Duchamp” (1982), de Paulo Bruscky, e “Cachorro em pé” (1979), de Aloisio Magalhães.</p>
<p>Já na segunda montagem contou com “Sócrates” (1998), de Vik Muniz, “Parede cega” (2000), de Rosângela Rennó, “Recife” (2003), de Rivane Neueschwander, entre outras fotografias. No ensaio “Especulações curatoriais e desvelos de argumentação: reflexão sobre possíveis diálogos contidos na coleção de fotografias do Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães”, Georgia Quintas mergulha nos caminhos curatoriais que percorreu para realizar a dupla montagem de uma só exposição. “A exposição &#8220;Da fotografia, dos conceitos&#8221;considerou a construção crítica dos matizes criativos no campo fotográfico, proporcionando, assim, alguns pensamentos, certa rede de interlocução entre obras. Promovendo, portanto, o vislumbramento de significados, os quais partem de discursos para alinhavar outros”, pondera a pesquisadora no ensaio. Já Eduardo Romero traz reflexões sobre o imaginário, a memória e o realismo na obra “Eflúvios artificiais de mulheres abstratas”, de Daniel Santiago. A obra consiste em uma série de 10 fotografias realizadas por artistas convidados por Santiago e foi exibida no Mamam na primeira individual do artista. Por último, no ensaio “Da poética fotográfica no Mamam: fotografia e a conquista do pátrio poder”, a crítica de arte e professora da UFPE Maria do Carmo Nino faz uma análise das fotografias encontradas no acervo do museu, em interpretações profundas sobre as suas poéticas. As reflexões sobre a política, a poética e as exposições do Mamam, desenvolvidas de maneira autocrítica por pesquisadores vinculados direta ou indiretamente ao museu, tornam-se a base teórica e crítica para a defesa da importância de se formar um acervo mais coerente.</p>
<p><strong>Atividades paralelas</strong><br />
No dia do lançamento, o museu receberá mais uma edição do<em> Sexta da Pesada</em>, a partir das 16h. A diretora do museu, Beth da Matta, que também tem formação em gastronomia, convidará a chef Mariana Sarjado e o artista Marcelo Silveira para dividir as caçarolas na cozinha do Mamam. Durante a noite, até as 20h, também estarão abertas ao público as exposições <em>Inimigos</em>, de Gil Vicente, e <em>Moderna Para Sempre: Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú Cultural</em>.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento do livro Fotografia: discussões e discursos no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães<br />
Quando: sexta-feira (28), às 19h<br />
Onde: Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam). Rua da Aurora, 265, Boa Vista.<br />
Informações: (81) 3355-6870.</p>
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		<title>Izidorio Cavalcanti articula intervenções artísticas no terminal da PE-15</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 20:16:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O cotidiano dos passageiros de transporte público vai ser transformado a partir desta quarta-feira (22) pelo Projeto PE 15, idealizado pelo artista plástico pernambucano Izidorio Cavalcanti. O projeto promove a apresentação de trabalhos artísticos em suportes diversos (intervenções urbanas, instalações, performances, pinturas, vídeos, desenhos, entre outros formatos) de 15 artistas convidados no Terminal de Integração [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15725" aria-labelledby="figcaption_attachment_15725" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/charles_martins3.jpg"><img class="size-medium wp-image-15725" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/charles_martins3-607x471.jpg" width="607" height="471" /></a><p class="wp-caption-text">Charles Martins apresenta lambe-lambe &#8220;Clima civil&#8221; e vídeo &#8220;Recife abaixo&#8221; nas estações Recife e Joana Bezerra.</p></div>
<p>O cotidiano dos passageiros de transporte público vai ser transformado a partir desta quarta-feira (22) pelo <strong><a href="https://www.facebook.com/projetope15" target="_blank">Projeto PE 15</a></strong>, idealizado pelo artista plástico pernambucano Izidorio Cavalcanti. O projeto promove a apresentação de trabalhos artísticos em suportes diversos (intervenções urbanas, instalações, performances, pinturas, vídeos, desenhos, entre outros formatos) de 15 artistas convidados no Terminal de Integração da PE 15, nas estações do metrô &#8211; Recife  (central) e Joana Bezerra &#8211; e em ônibus da linha PE 15 &#8211; Joana Bezerra. Os artistas foram selecionados pela curadora Marcela Camelo em parceria com Izidoro. O projeto é uma realização da Iziarte, com incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. <em><strong>Confira detalhes sobre cada trabalho artístico, data e horário na </strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/AGENDAO-PE15.pdf" target="_blank"><strong>programação</strong></a>.</em></p>
<div id="attachment_15723" aria-labelledby="figcaption_attachment_15723" class="wp-caption img-width-364 alignright" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/izidorio_cavalcanti.jpg"><img class=" wp-image-15723  " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/izidorio_cavalcanti-607x404.jpg" width="364" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">Izidorio Cavalcanti mostra a performance &#8220;Prato em dó maior&#8221; na quinta (23), no hall da estação Central do metrô.</p></div>
<p>O nome do projeto faz alusão a Rodovia Estadual PE-15 que abriga o Terminal Integrado de ônibus de mesmo nome, relacionando-o ao número de artistas participantes e a quantidade de obras criadas. Entre os convidados, quatro atravessaram o atlântico para expor na cidade. De Portugal, os artistas Cristina Ataíde, Filipe Garcia, Manuel Barbosa e André Fonseca. Os demais, daqui de Pernambuco, são: Eduardo Romero, Charles Martins, Marcela Camelo, Bruno Vieira, Sérgio Vasconcelos, Mozart Santos, Daniel Santiago, Lia Letícia, Luciana Padilha, Isabela Faria e o próprio Izidorio Cavalcanti.</p>
<p>De acordo com Izidorio, a ideia é promover o diálogo entre as artes visuais, as pessoas que circulam pelos espaços públicos, buscando revelar suportes expressivos da arte contemporânea. “Pensamos em trabalhar com o trajeto que parte da estação PE 15, das linhas que vão diretamente para o metrô no centro do Recife, finalizando o itinerário. Teríamos dois pontos fixos para os trabalhos artísticos &#8211; a própria estação PE15 e o metrô”, explica o artista.</p>
<p><strong>SOBRE O TERMINAL PE 15 MILTON SANTOS </strong>-  Localizado na Rodovia Estadual PE-15, na cidade de Olinda, é o  mais antigo terminal integrado em funcionamento. Foi inaugurado em 1992 e hoje é o terminal mais movimentado da Região Metropolitana do Recife, com 44 mil usuários e 134 coletivos realizando 1503 viagens diárias.</p>
<p><strong>Saiba mais sobre o projeto na página <a href="http://www.facebook.com/projetope15" target="_blank">www.facebook.com/projetope15</a></strong></p>
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