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	<title>Portal Cultura PE &#187; educação</title>
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		<title>16º Festival de Cinema de Triunfo anuncia bolsa integral em escola de cinema e exibe Mostra “Realizadores do Futuro” com produções de estudantes</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 20:14:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foto: Juana Carvalho/Secult-PE O segundo dia da 16ª edição do Festival de Cinema de Triunfo foi marcado pela realização da Mostra “Realizadores do Futuro”, que colocou em evidência produções audiovisuais desenvolvidas por estudantes da Escola de Referência em Ensino Médio Alfredo de Carvalho (EREM). A sessão destacou o cinema como instrumento de formação, pertencimento e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fotos-Juana-Carvalho-Secult-PE-3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122245" alt="Fotos - Juana Carvalho - Secult-PE (3)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fotos-Juana-Carvalho-Secult-PE-3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">O segundo dia da 16ª edição do Festival de Cinema de Triunfo foi marcado pela realização da Mostra “Realizadores do Futuro”, que colocou em evidência produções audiovisuais desenvolvidas por estudantes da Escola de Referência em Ensino Médio Alfredo de Carvalho (EREM). A sessão destacou o cinema como instrumento de formação, pertencimento e valorização das identidades culturais, além de anunciar a concessão de uma bolsa integral em uma instituição de referência cinematográfica.</p>
<p dir="ltr">A secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, destacou a importância do Festival de Cinema de Triunfo como uma política pública capaz de formar, inspirar e fortalecer a identidade cultural da região, especialmente entre os jovens.</p>
<p dir="ltr">“O Festival de Cinema de Triunfo é uma política pública estruturante. Está aqui na região há 16 anos. Então, as sementes que foram plantadas por meio desse festival, e que permanecem na cidade através do audiovisual, passam por cada um de vocês. A gente sente uma honra muito grande de poder deixar essas sementinhas aqui. Vocês são o futuro de Triunfo, do Sertão, de Pernambuco, do Brasil. E poder ver vocês tão empolgados com um projeto como esse, reconhecendo e valorizando as histórias, adaptando clássicos para a realidade de vocês, é algo fantástico”, falou após a primeira exibição do dia.</p>
<p dir="ltr">Um dos momentos mais simbólicos da programação foi a sessão &#8220;Realizadores do Futuro&#8221;, realizada às 13h30. A mostra especial destacou o impacto das políticas públicas culturais quando articuladas à educação e à juventude, evidenciando o audiovisual como instrumento pedagógico e de transformação social. Os filmes exibidos foram produzidos por estudantes da Escola de Referência em Ensino Médio Alfredo de Carvalho (EREM).</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fotos-Juana-Carvalho-Secult-PE-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122246" alt="Fotos - Juana Carvalho - Secult-PE (2)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fotos-Juana-Carvalho-Secult-PE-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">As obras dialogam com clássicos da literatura brasileira e mundial, além de lendas urbanas do município, a exemplo de Natália do Espírito Santo, A Moreninha, Dom Quixote, Senhora e O Auto da Compadecida. As narrativas foram recriadas a partir de referências locais, da oralidade, do humor e da vivência sertaneja, sob um olhar sensível e contemporâneo da juventude triunfense.</p>
<p dir="ltr">“Posso afirmar que é extremamente gratificante. Lembro da minha infância, quando participei de vários projetos nos quais atuava, e tudo parecia mágico. Naquela época, nossas referências vinham quase sempre de Hollywood, algo que parecia distante da nossa realidade. Hoje, ver que o governo e as escolas estão trazendo essas oportunidades para nós, estudantes, mostra que estamos dando um passo muito importante, não apenas na educação, mas também no desenvolvimento cultural da nossa geração”, destacou Jesus Cabral, um dos alunos que participaram da oficina realizada na EREM Alfredo de Carvalho.</p>
<p dir="ltr">Além das exibições, como parte da iniciativa do festival, em parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura (Secult), também foi anunciada a concessão de uma bolsa integral da Academia Internacional de Cinema (AIC), instituição de referência na área cinematográfica, para a aluna Gabrielly Gusmão, estudante da EREM, que realizará o curso na modalidade online.</p>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) recebe exposição composta por obras de estudantes da Rede Estadual de Ensino</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 15:07:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Unir arte e educação na formação da juventude pernambucana: esse é o objetivo da exposição “Bicentenário da Confederação do Equador: arte-educação nas escolas da Rede Estadual de Ensino”, que foi inaugurada nesta quarta-feira (17) no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A iniciativa é fruto do incentivo do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120374" aria-labelledby="figcaption_attachment_120374" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120123.png"><img class="size-medium wp-image-120374" alt="Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120123-607x401.png" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Unir arte e educação na formação da juventude pernambucana: esse é o objetivo da exposição “Bicentenário da Confederação do Equador: arte-educação nas escolas da Rede Estadual de Ensino”, que foi inaugurada nesta quarta-feira (17) no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A iniciativa é fruto do incentivo do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Educação de Pernambuco (SEE), com o apoio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A mostra integra as homenagens aos 200 anos da Confederação do Equador e estará aberta ao público de forma gratuita até o dia 05 de outubro.</p>
<p>A atividade reúne diversas linguagens artísticas, como artes visuais, pintura, vídeo, dança, teatro e música, e é resultado de um projeto realizado entre julho de 2024 e julho deste ano, envolvendo 12 escolas da Rede Estadual de Ensino. Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história.</p>
<div id="attachment_120375" aria-labelledby="figcaption_attachment_120375" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120142.png"><img class="size-medium wp-image-120375" alt="Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120142-607x400.png" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história.</p></div>
<p>Para a presidente da Fundarpe, Renata Borba, a exposição é resultado da grande parceria e colaboração entre a Fundarpe e a Secretaria de Educação. &#8220;Ela traz uma linda coleção de pinturas de uma nova geração que está se destacando e, ao mesmo tempo, valorizando a nossa história e cultura. Além disso, a Fundarpe tem desenvolvido projetos como o Brincantes nas Escolas e a exposição Patrimônios de Pernambuco, que está sendo apresentada em doze regiões de desenvolvimento do Estado. Esses projetos têm como objetivo levar informações sobre os patrimônios materiais e imateriais, formando professores, gestores públicos e outros interessados em se tornarem novos agentes multiplicadores da preservação cultural em seus próprios territórios&#8221;, destaca.</p>
<p>Durante a abertura da exposição, os estudantes puderam ver o resultado final das obras que criaram, além de explorar as instalações do Espaço Cícero Dias, uma das principais áreas do Mepe, compartilhando espaço de um acervo que abriga mais de 14 mil peças. Como destaque, a apresentação de dança &#8220;Chamas da Liberdade&#8221;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador.</p>
<div id="attachment_120376" aria-labelledby="figcaption_attachment_120376" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120201.png"><img class="size-medium wp-image-120376" alt="Durante a abertura da exposição, destaque para a apresentação de dança &quot;Chamas da Liberdade&quot;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120201-607x398.png" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a abertura da exposição, destaque para a apresentação de dança &#8220;Chamas da Liberdade&#8221;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador.</p></div>
<p>&#8220;O Museu do Estado de Pernambuco tem como missão preservar, pesquisar e difundir a nossa história. Trazer essa exposição para cá, com obras de pintura, artes visuais, além de filmes e apresentações de dança, representa a culminância desse processo tão significativo. A comemoração do Bicentenário da Confederação do Equador deveria, sem dúvidas, encontrar seu ponto final aqui, no museu, onde arte, história e cultura se entrelaçam de forma única&#8221;, ressalta o gestor do Mepe, Rinaldo Carvalho.</p>
<p><strong>MEPE</strong><br />
Gerido pelo Governo de Pernambuco, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), instalado desde 1940 em um palacete do século 19 que pertenceu ao filho do Barão de Beberibe, abriga um acervo com mais de 14 mil peças distribuídas em diversas categorias: Arqueologia, Cultura Indígena, Presença Holandesa em Pernambuco, Arte Sacra, Cultura Afro-Brasileira, Ex-Votos, Iconografia, Mobiliário, Porcelana, Cristais e Pintura com telas de artistas como Cícero Dias, Telles Júnior, Francisco Brennand e Burle Max. Além do prédio principal, o museu conta com o Espaço Cícero Dias e uma casa para cursos e oficinas de arte. Recentemente, foi inaugurado o Palacete Estácio Coimbra, um espaço que recria a vivência de um casarão pernambucano do século 19, com mobiliário de época, fotografias e textos distribuídos em sete núcleos conceituais e 12 ambientes, oferecendo aos visitantes uma imersão na história da aristocracia urbana de 200 anos atrás.</p>
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		<title>Filme “Oroboro” estreia no Recife mostrando a força transformadora da arte na adolescência</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/filme-oroboro-estreia-no-recife-mostrando-a-forca-transformadora-da-arte-na-adolescencia/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 17:46:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Oroboro, documentário dirigido pelo cineasta e artista visual mineiro Pablo Lobato, chega ao Recife após uma circulação nacional por onde levou a força emancipatória da arte na adolescência. O filme ganha exibição na sala de cinema de rua mais icônica de Pernambuco: o Cinema São Luiz, no dia 9 de agosto, às 14h. Nos últimos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Oroboro_image01©Claroescuro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119743" alt="Foto: Claroescuro/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Oroboro_image01©Claroescuro-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Oroboro, documentário dirigido pelo cineasta e artista visual mineiro Pablo Lobato, chega ao Recife após uma circulação nacional por onde levou a força emancipatória da arte na adolescência. O filme ganha exibição na sala de cinema de rua mais icônica de Pernambuco: o Cinema São Luiz, no dia 9 de agosto, às 14h.</p>
<p dir="ltr">Nos últimos meses, o longa foi destaque em cidades como Belo Horizonte, São Paulo e Florianópolis, lotando sessões, e passou também por Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador, emocionando centenas de espectadores. Oroboro acompanha dois grupos de alunos que adaptaram para o teatro obras-primas da literatura e da música, Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, e A Flauta Mágica, de Mozart. Ao registrar também a rotina escolar, Oroboro revela uma prática formativa em que arte e vida caminham juntas — em contraste com os retratos recorrentes da adolescência marcados por diagnósticos e traumas, o filme mostra o que pode emergir quando a criação se torna eixo de formação.</p>
<p dir="ltr">A partir dos ensaios, apresentações e da rotina escolar, Oroboro acompanha a intimidade das descobertas, dores e alegrias vividas na radicalidade da juventude. As forças paradoxais das personagens encenadas movem uma vasta constelação temática: vida e morte, arte e educação, cinema e teatro, natureza e urbanização. O próprio remete ao símbolo ancestral da serpente que engole a própria cauda, formando um círculo. De origem grega, representa o ciclo da vida, a renovação e a transformação contínua.</p>
<p dir="ltr">“Diante de uma sensível prática formativa, nesta fronteira entre metrópole e interior, entre expansão econômica e conservação ecológica, percebi um espelho da sociedade brasileira contemporânea. Oroboro é fruto destes paradoxos e revela algo que resiste, vindo desse vínculo essencial entre a arte e a formação humana”, explica o diretor Pablo Lobato.</p>
<p dir="ltr">O colégio, locação principal do filme e palco das encenações, está situado em um vale entre Belo Horizonte e Nova Lima. Atravessado por um córrego e cercado por áreas verdes e corredores ecológicos, hoje se vê pressionado por uma das urbanizações mais dinâmicas do país e da especulação imobiliária.</p>
<p dir="ltr">Estudantes e educadores das áreas de pedagogia, cinema, artes, música e demais campos ligados à arte e à formação humana terão acesso gratuito à sessão no Recife, com os ingressos custeados pela Claroescuro. A única contrapartida solicitada é a organização do transporte dos participantes até o local. Caso haja interesse, a produção também poderá emitir certificados de participação para professores e profissionais da educação. Para garantir a presença, é necessário preencher o formulário disponível no link <a href="http://bit.ly/3UO834E" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://bit.ly/3UO834E&amp;source=gmail&amp;ust=1755366343011000&amp;usg=AOvVaw3CD9_1rXuVBxa7X7STtF8U">http://bit.ly/3UO834E</a> até as 23h59 da próxima quinta-feira, 7 de agosto.</p>
<p dir="ltr">Produzido pela Claroescuro Studio, Oroboro conta com o apoio da Lei Paulo Gustavo para sua distribuição e o patrocínio da Saúva Jataí para a finalização.</p>
<p dir="ltr">A confluência entre arte e formação humana no trabalho de Pablo Lobato</p>
<p dir="ltr">O retorno de Pablo Lobato ao cinema com Oroboro reafirma seu modo de criação, que escapa a uma única linguagem e se constrói na relação com diferentes contextos. Seu trabalho acontece no encontro com as forças disponíveis, na colaboração com a matéria e na atenção ao que emerge em cada fazer. Entre o cinema e as artes visuais, seus últimos anos têm sido atravessados pelos diálogos entre arte e formação humana.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Oroboro partiu de um espanto. Em 2018, me deparei com um brilhante grupo de jovens estudantes adaptando Grande Sertão: Veredas para o teatro. Fiquei profundamente tocado ao vê-los criando juntos, encontrando embocadura para esse mito fundador brasileiro. A peça já estava em curso, mas o filme nascia ali, sem um projeto, sem recursos disponíveis, apenas na urgência do que acontecia diante de mim. Senti que precisava atender a esse chamado. No início, precisei seguir sem equipe, movido por esse encontro inesperado. Aos poucos, fui me aproximando mais desse colégio de Minas Gerais, onde uma linhagem pedagógica implementa, no cotidiano, um pensamento indissociável da arte. Entre 2018 e 2020, formei uma pequena equipe e acompanhei com minha câmera os processos imersivos vividos pelos estudantes, gravando também a segunda turma de adolescentes mais jovens, que me encantou ao adaptar A Flauta Mágica, de Mozart&#8221;, relembra Lobato.</p>
<p dir="ltr">Isabella Brisa, aluna e a atriz que interpretou o personagem Hermógenes em Grande Sertão: Veredas, no ano de 2018, comenta sobre a experiência de reviver o processo de criação do espetáculo a partir do filme.  “Oroboro foi um presente maravilhoso. O filme é emocionante; sua sensibilidade me tocou profundamente. Minha sincera gratidão e admiração por esse trabalho magnífico e por todos que o tornaram possível. Foi um privilégio participar deste projeto, que reacendeu em mim o desejo de me expressar através da arte”, ressalta Brisa.</p>
<p><strong>Sobre o diretor</strong></p>
<p dir="ltr">Pablo Lobato (Bom Despacho, 1976) é artista visual e cineasta. Foi um dos criadores da Teia – Centro de Pesquisa e Produção Audiovisual, em Belo Horizonte. Realizou filmes exibidos em festivais como Locarno, Sundance e Guadalajara, onde seu primeiro longa, Acidente, recebeu o prêmio de Melhor Documentário Ibero-Americano.</p>
<p dir="ltr">Em 2009, recebeu a bolsa da Fundação Guggenheim, em reconhecimento à sua pesquisa. Expôs em instituições como o MoMA e o New Museum (Nova York), o Museu Tamayo (Cidade do México), o MACBA (Barcelona) e o MAM (São Paulo), além de bienais no Uruguai, Argentina, Índia, Portugal e Emirados Árabes.</p>
<p dir="ltr">Seu trabalho parte de encontros e escapa a uma única linguagem, orientado por uma ética da escuta. Oroboro, seu filme mais recente, e Bárbara de Cocais – Escultura Comunitária #01 condensam esse percurso, em que atenção e cuidado se entrelaçam à pesquisa, à experimentação e ao convívio — por uma proximidade radical.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviços: Oroboro no Cinema São Luiz</strong><br />
Sábado, 09 de agosto &#8211; 14h<br />
Ingressos: R$10 (inteira) e R$5 (meia)</p>
<p dir="ltr">Vendas: <a href="http://bit.ly/4llWRaE" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://bit.ly/4llWRaE&amp;source=gmail&amp;ust=1755366343011000&amp;usg=AOvVaw3-vtxFbD5ZQJtBtsZ_qXPj">http://bit.ly/4llWRaE</a> <wbr /></p>
<p dir="ltr">Ingressos disponíveis na bio @claroescuro.studio e @<a href="https://www.instagram.com/cinemasaoluizpe/#" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/cinemasaoluizpe/%23&amp;source=gmail&amp;ust=1755366343011000&amp;usg=AOvVaw2K6yTLAF1jCumvkhWY0qEr">cinemasaoluizpe</a></p>
<p dir="ltr">Mais informações: <a href="https://www.instagram.com/claroescuro.studio/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/claroescuro.studio/&amp;source=gmail&amp;ust=1755366343011000&amp;usg=AOvVaw31b8IYL62ZCcre8BskCHFB">https://www.<wbr />instagram.com/claroescuro.<wbr />studio/</a></p>
<p dir="ltr">A classificação indicativa do filme é 14 anos e a duração de 82 minutos.</p>
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		<title>Documentário “Ewê ô! A cura pelas folhas” resgata a sabedoria ancestral das ervas sagradas no Candomblé Nagô de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/documentario-ewe-o-a-cura-pelas-folhas-resgata-a-sabedoria-ancestral-das-ervas-sagradas-no-candomble-nago-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 18:11:05 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118664" aria-labelledby="figcaption_attachment_118664" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Domar-Divulgacao.png"><img class="size-medium wp-image-118664" alt="Foto: Domar / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Domar-Divulgacao-607x338.png" width="607" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Domar / Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Neste domingo (6), o Ilê Obá Xangô Aganju-Ayrá, no bairro da Guabiraba, no Recife, será palco para a estreia do documentário “Ewê ô! A cura pelas folhas”. Com incentivo da Lei Paulo Gustavo (LPG) 2023/2024 – disponibilizada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) –, a obra celebra o poder das ervas sagradas como elemento essencial de cura, fé, identidade e resistência nos terreiros do Candomblé Nagô de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Protagonizado pelo Babalorixá José Amaro, o filme é um mergulho sensível e potente na sabedoria ancestral passada de geração em geração. Com quase 40 anos de iniciação, Pai Amaro é um dos maiores guardiões vivos dos saberes do culto nagô em Pernambuco. Para além da sua atuação espiritual, é professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), musicólogo, etnomusicólogo e autor de importantes pesquisas e publicações sobre o Candomblé e a fitoterapia sagrada. Sua trajetória une prática religiosa, ciência e educação, cruzando oralidade, rituais, tradição e universidade.</p>
<p dir="ltr">Com duração de 22 minutos e classificação livre, o documentário se desenvolve a partir de uma imersão no cotidiano do terreiro Ilê Obá Xangô Aganju-Ayrá. Por meio de caminhadas guiadas por Pai Amaro pelo sítio do Ilê, o espectador é apresentado às diversas folhas utilizadas nos ritos e práticas do Candomblé, suas propriedades medicinais e simbólicas, os orixás aos quais pertencem e os saberes que carregam.</p>
<div id="attachment_118665" aria-labelledby="figcaption_attachment_118665" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-01-150519.png"><img class="size-medium wp-image-118665" alt="Foto: Domar / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-01-150519-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além da dimensão espiritual, o filme também propõe um diálogo com o campo da saúde e da ciência I Foto: Domar / Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">“Kò sí ewé, kò sí òrìsà” — sem folhas, não há orixá. Esta máxima iorubá sustenta a narrativa e guia o documentário como um manifesto de resistência, educação e memória. A obra reafirma o papel dos terreiros como espaços de cura e conhecimento, e de líderes, como Pai Amaro, como pilares vivos da cultura afro-brasileira.</p>
<p dir="ltr">Além da dimensão espiritual, o filme também propõe um diálogo com o campo da saúde e da ciência, reconhecendo a medicina das folhas como saber legítimo e eficaz, forjado na ancestralidade dos povos africanos e indígenas em solo brasileiro.</p>
<p dir="ltr"><strong>Homenagem</strong></p>
<p dir="ltr">O filme também presta homenagem à Yalorixá Mãe Betinha, do Ilê de Iemanjá Sabá, no bairro do Brejo – Recife. Foi com ela que Pai Amaro se iniciou e que herdou grande parte dos conhecimentos que hoje perpetua com seus filhos e filhas de santo. O documentário dá continuidade a essa linhagem de conhecimento e cuidado, agora preservada em audiovisual para as futuras gerações.</p>
<p dir="ltr">A estreia de “Ewê ô! A cura pelas folhas”, a partir das 11h, será acompanhada de uma roda de conversa com Pai Amaro e integrantes do Ilê, e será também o marco de lançamento do canal no YouTube que hospedará o documentário por tempo determinado.</p>
<p><em><strong>SERVIÇO</strong></em></p>
<p dir="ltr"><strong>Estreia do documentário “Ewê ô! A cura pelas folhas”</strong><br />
Onde: Ilê Obá Xangô Aganju-Ayrá I Travessa Chalé, Guabiraba (em frente ao nº 2600), Recife/PE<br />
Quando: 06/07/25 (domingo)<br />
Horário: 11h<br />
<em>Entrada gratuita</em></p>
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		<title>“Brincantes nas Escolas”: cultura popular, inclusão e festejo chegam às instituições públicas de ensino em PE</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 16:37:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118465" aria-labelledby="figcaption_attachment_118465" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Divulgacao-Brincantes-nas-Escolas-Luiz-Felipe-Bessa-I-Secult-PEFundarpe.jpg-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-118465" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/Fundarpe " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Divulgacao-Brincantes-nas-Escolas-Luiz-Felipe-Bessa-I-Secult-PEFundarpe.jpg-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Imagine ver o maracatu batendo na porta da sala de aula. Ou um cortejo de coco invadindo o pátio. É este o clima do projeto “Brincantes nas Escolas”, uma ação do Governo de Pernambuco, por meio de uma parceria entre a Secretaria Estadual de Educação (Seduc-PE), Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), que une educação, arte e memória, levando a magia da cultura popular para o âmbito educacional. Em clima junino, a edição conta com 9 dias de programação e contempla 150 escolas da rede estadual de ensino. A programação acontece entre os dias 10 e 26 de junho.</p>
<p dir="ltr">O projeto, em seu segundo ano de execução, está de volta, espalhando cultura e memória em 82 municípios de todas as regiões do Estado. Ao todo, a atividade conta com 91 atrações culturais típicas do ciclo junino, como bacamarteiros, quadrilhas, bandas de pífano, grupos de xaxado e bois. Entre os grupos participantes deste ano estão nomes como a Quadrilha Junina Raio de Sol, Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, Balé Popular de Triunfo, Boi Calemba Pernambucano, Cia Soul Dance, Reisado do Inhanhum e mais.</p>
<p dir="ltr">Nesta edição, todas as regiões do Estado serão contempladas, viabilizando a participação no projeto na Região Metropolitana do Recife (RMR), Mata Sul e Norte, Sertão e Agreste. Para evitar grandes deslocamentos, as atrações contratadas se apresentam em escolas localizadas na mesma região em que estão sediadas. A estratégia facilita a logística e reforça a valorização das expressões culturais locais.</p>
<p dir="ltr">Com um investimento total de R$1,5 milhão, esta edição marca também a consolidação do projeto no calendário anual. Em seu segundo ano de execução, o “Brincantes nas Escolas” já teve presença marcante no ciclo carnavalesco, em fevereiro e março deste ano, quando levou mais de 100 apresentações para escolas de todas as regiões do Estado.</p>
<p dir="ltr">A presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Renata Borba, ressalta que a iniciativa é uma oportunidade para valorizar a cultura pernambucana, especialmente ligada às grandes festividades, neste caso o São João. “O Brincantes nas Escolas é um projeto que proporciona a transmissão dos saberes dos nossos mestres de cultura popular às novas gerações que estão surgindo. Assim, o Estado cumpre seu papel de preservar, fomentar e difundir a cultura pernambucana através de uma ação linda de educação patrimonial, transmitida de forma leve dentro de nossas escolas, em todas as regiões do Estado”.</p>
<p dir="ltr">Para a diretora de Atividades Culturais da Fundarpe, Carla Pereira, a ação é motivo de orgulho e se mostra como um pilar para manter a cultura popular viva. “Do sertão ao litoral, os brincantes que se apresentam nesta edição deixam para os alunos o seu legado, despertando ali novas plateias e, até mesmo, novos integrantes. É gratificante ouvir os relatos e ver o brilho no olhar dos alunos e professores que vivenciam essa ação. A gente se emociona e fica feliz ao perceber que vem fazendo a diferença na vida desses jovens. Isso significa que estamos no caminho certo, fazendo política pública com compromisso”, destaca.</p>
<p dir="ltr"><strong>Diversidade e inclusão</strong></p>
<p dir="ltr">Além da valorização dos saberes e fazeres populares, o projeto investe em acessibilidade, inclusão e respeito às diversidades, com ações voltadas para o público com deficiência e para a representatividade LGBTQIAPN+. Um exemplo é a apresentação da Associação Cultural dos Bacamarteiros Baixa Verde, que recebeu adaptação para estudantes sensíveis ao som. A tradicional salva de bacamarte será suprimida na apresentação em Petrolândia. No Recife, a Escola Carmela Dutra, que atende estudantes com Síndrome de Down e TEA, recebe a Cia de Dança Giselly Andrade. Em Olinda, a escola Carlos Gonçalves, no bairro de Salgadinho, recebe o grupo Chão de Estrelas – Trans no Frevo, com um cortejo junino protagonizado por artistas trans.</p>
<p dir="ltr">Já em Caruaru, o projeto contempla a Escola Professor José Bione de Araújo, com a quadrilha junina caruaruense Molecodrilha. A atração surgiu em 2007, dando oportunidade a crianças que não tinham condições de realizar o sonho de dançar.</p>
<p dir="ltr">A programação completa já está disponível através do <a href="https://drive.google.com/drive/folders/1zfQSJy1NpbGNhY_kLStuiQZK5gCeUSGA">link</a>. Mais informações e acompanhamento da cobertura das atividades poderão ser encontradas no Instagram do Cultura PE, o <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Projeto abre diálogo sobre a menarca com adolescentes através da arte</title>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2025 18:10:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117793" aria-labelledby="figcaption_attachment_117793" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Thays Brandão</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-08-at-15.07.55.jpeg"><img class="size-medium wp-image-117793" alt="Foto: Thays Brandão" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-08-at-15.07.55-607x400.jpeg" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Milla Puntel, Liv Monteiro e Bruna Peixoto, artistas do projeto “Contos e Cantos de Menarca”</p></div>
<p>Com recursos do Fundo Pernambuco de Incentivo à Cultura (Funcultura-PE), o projeto “Contos e Cantos de Menarca” tem o objetivo de abrir um espaço de diálogo sobre a menarca (primeira menstruação),  através da literatura, da arte e da troca de experiências para jovens meninas, a partir dos 12 anos, além de celebrar o Mês da Dignidade Menstrual. A ação circula por cinco cidades do Nordeste (Recife-PE, Caruaru-PE, Belo Jardim-PE, Maceió-AL e João Pessoa-PB), sendo duas na região Agreste e uma na capital de Pernambuco. A programação é gratuita e acontece no mês de maio, até o dia 28, reunindo rodas de conversa e ações formativas com a profissional em Terapia e Saúde da Mulher e da Adolescente, Liv Monteiro, além de apresentações com Bruna Peixoto e Milla Puntel, artistas do Tapete Voador.</p>
<p>Para Liv Monteiro, quem idealiza o projeto ao lado de Milla Puntel, a roda de conversa é um espaço fundamental de fortalecimento para meninas adolescentes, especialmente nessa fase em que o acesso à informação ainda é confuso e fragmentado. “É justamente nesse período que se registram os maiores índices de violência e assédio. Por isso, esse momento de troca é tão importante, pois ele proporciona noções de autoproteção, autocuidado e autoconhecimento, de forma leve, descontraída e, ao mesmo tempo, consciente”, declara Liv.</p>
<p>Vale destacar que o projeto é voltado exclusivamente para o público feminino e também celebra o Dia Internacional da Dignidade Menstrual, comemorado em 28 de maio. O público-alvo são adolescentes a partir dos 12 anos, todas estudantes de escolas públicas, com limite de 40 participantes por cidade. As escolas participantes desta edição são: Escola Municipal Kátia Pimentel Assunção, Escola Municipal Professor José da Costa Porto, Biblioteca E.E.E.F. Francisco Campos, Escola Municipal de Educação Integral Professora Dulce Ramos e Escola Municipal de Educação Integral Castelinho</p>
<p>Como contexto importante, em junho de 2023, a Assembleia Legislativa de Pernambuco aprovou a criação do Programa de Distribuição Gratuita de Absorventes Higiênicos. A iniciativa busca garantir o acesso a absorventes para estudantes da rede pública, pessoas acolhidas em abrigos, mulheres em unidades prisionais estaduais e aquelas em cumprimento de medidas socioeducativas.</p>
<p>A narrativa principal do projeto é construída a partir do conto &#8220;Como Nascem as Bruxas?&#8221;, inspirado na obra de Ismael Chedid. A história &#8211; apresentada por meio da técnica japonesa Kamishibai (significa &#8220;teatro de papel&#8221;) &#8211; é acompanhada pela musicalidade do violão de Bruna Peixoto e do tambor xamânico de Milla Puntel, ampliando o espetáculo com poesia.</p>
<p>“A arte, pra mim, é missão. Esta é uma iniciativa sensível e acolhedora que convida meninas adolescentes a mergulharem no universo do ciclo menstrual por meio da literatura, da arte e do afeto. Nosso propósito é fortalecer o diálogo e criar espaços seguros, onde histórias possam ser contadas e ouvidas com respeito — garantindo o direito ao nosso corpo. Porque toda menina merece se reconhecer em narrativas que acolhem, inspiram e empoderam”, comenta Milla Puntel.</p>
<p>Além da contação de histórias, as rodas de conversa estão entre as vivências propostas por “Contos e Cantos de Menarca”, como espaços de compartilhamento sobre o ciclo menstrual, cuidados com o corpo e com o meio ambiente, especialmente por meio do uso de produtos sustentáveis. Também são apresentados alimentos saudáveis, com foco nos cuidados durante esse período. Outra atividade importante é a oficina artístico-pedagógica “Literatura de Menarca”, que propõe o desenvolvimento da criatividade por meio de pinturas e colagens. Esse momento também se torna um espaço de entendimento e reflexão sobre as transformações do corpo e das emoções. Ao final da roda, as jovens compartilham suas percepções, fortalecendo a escuta e a construção coletiva do conhecimento.</p>
<p>&#8220;Contos e Cantos de Menarca” é um gesto de cuidado, de escuta e de partilha. Escolhemos trilhar esse caminho principalmente fora dos grandes centros, onde a cultura pulsa viva e forte, mas muitas vezes é invisibilizada. Acreditamos na potência de descentralizar, de levar arte e informação para onde muitas vezes ela chega por último”, afirma Bruna Peixoto.</p>
<p><strong>CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:</strong></p>
<p>Compaz Governador Eduardo Campos &#8211; Recife/PE (06 de Maio)<br />
Escola Municipal Katia Pimentel Assunção &#8211; Maceió/AL (09 de maio)<br />
Compaz Dom Hélder Câmara &#8211; Recife/PE (13 de maio)<br />
SESC Caruaru &#8211; Caruaru/PE (15 de maio)<br />
Escola Estadual de Ensino Fundamental Francisco Campos &#8211; João Pessoa/PB (21 de maio)<br />
Instituto Conceição Moura &#8211; Belo Jardim/PE (28 de maio)</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p>Contação da história &#8220;Como Nascem as Bruxas?&#8221; com Bruna Peixoto e Milla Puntel, Tapete Voador</p>
<p>Roda de conversa com Liv Monteiro</p>
<p>Oficina de pintura e colagem com Liv Monteiro e Milla Puntel</p>
<p>Duração: 4 horas por evento</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:</strong></p>
<p>Coordenação: Camila Puntel<br />
Produção geral: Liv Monteiro</p>
<p>Direção e Adaptação do Conto: Camila Puntel</p>
<p>Autor de “Como Nascem As Bruxas”: Ismael Chedid</p>
<p>Artistas: Bruna Peixoto e Milla Puntel (Tapete Voador)</p>
<p>Oficineiras: Liv Monteiro e Milla Puntel</p>
<p>Facilitadora da Roda: Liv Monteiro</p>
<p>Confecção Kamishibai e laudas: Adélia Oliveira</p>
<p>Produção local: Maéve Oliveira e Maiara Lira</p>
<p>Intérpretes de libras: Morgana Manoela e Raquel Cabral</p>
<p>Social mídia: Thais Brandão (Guardachuva)</p>
<p>Designer gráfico: Li Mendes</p>
<p>Assessoria de imprensa: Emoriô Comunicação</p>
<p>Fotógrafas: Rivah Silva e Vanessa Serena</p>
<p>Realização: Avoa Produções, Eu Menarca e Tapete Voador</p>
<p>Apoio: Compaz Governador Eduardo Campos; Compaz Dom Hélder Câmara; Escola de Referência em Ensino Médio Rosa de Magalhães Melo, Escola Municipal Kátia Pimentel Assunção, Escola de Referência em Ensino Médio Joaquim Nabuco, Escola Municipal Professora Teresa Neuma Pereira Pedrosa, Escola Estadual de Ensino Fundamental Francisco Campos, Escola Municipal de Educação Integral Professora Dulce Ramos e Escola Municipal de Educação Integral Castelinho; Instituto Conceição Moura e SESC Caruaru</p>
<p>Incentivo: Funcultura, Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo do Estado de Pernambuco</p>
<p><strong>CONTATO:</strong></p>
<p>@projetoeumenarca (https://www.instagram.com/projetoeumenarca/)</p>
<p>@tapetevoadorhistorias (https://www.instagram.com/tapetevoadorhistorias/)</p>
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		<title>18º Curta Taquary divulga programação com filmes de todas as regiões do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 19:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Curta Taquary chega a sua 18ª edição fortalecendo o compromisso com o cinema brasileiro, o meio ambiente e a educação. O festival acontece de 16 a 22 de março, em seis cidades do Alto Capibaribe, no Agreste de Pernambuco: além de Taquaritinga do Norte, participam com ações os municípios de Poção, Jataúba, Santa Cruz [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116241" aria-labelledby="figcaption_attachment_116241" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tarciso Augusto/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Curta-Taquary-Foto-Tarciso-Augusto-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-116241" alt="Tarciso Augusto/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Curta-Taquary-Foto-Tarciso-Augusto-2-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Curta Taquary</p></div>
<p>O Curta Taquary chega a sua 18ª edição fortalecendo o compromisso com o cinema brasileiro, o meio ambiente e a educação. O festival acontece de 16 a 22 de março, em seis cidades do Alto Capibaribe, no Agreste de Pernambuco: além de Taquaritinga do Norte, participam com ações os municípios de Poção, Jataúba, Santa Cruz Do Capibaribe, Brejo da Madre de Deus e Toritama. Este ano o festival recebeu 947 inscrições e selecionou 82 curtas-metragens, de 16 Estados, contemplando todas as regiões do Brasil. Como aconteceu nas últimas edições cada um dos filmes que foi submetido será revertido em uma muda que será plantada na região com foco no reflorestamento e na preservação do Rio Capibaribe. Também acontecem atividades de educação, conscientização ambiental e artes integradas.</p>
<p>Para o Curta Taquary, o cinema é uma ferramenta de transformação, tanto pelo deslumbramento quanto por seu caráter educativo. Há 18 edições festival vem fomentando o audiovisual brasileiro e inserindo o Agreste de Pernambuco no circuito nacional, com a promoção de diálogos entre realizadores e público, educadores e artistas de várias linguagens, como o teatro, a música e o audiovisual. Como propósito, o Curta Taquary sempre foi além da exibição de filmes: formar plateias e entender as possibilidades de diálogos da arte com a sociedade e suas várias questões estão no DNA do projeto. Por isso encontros educativos e ações ambientais acontecem durante o festival com a presença de 28 instituições de ensino, como o Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), escolas públicas e privadas, faculdades, prefeituras e entidades e associações ambientais da região.</p>
<p>Mais uma vez a realização se dá em datas simbólicas: de 16 (Dia Nacional da Conscientização das Mudanças Climáticas) a 22 de março (Dia Mundial da Água). O empenho no cuidado com a natureza é uma constante do Curta Taquary. Para cada um dos 947 filmes inscritos será plantada uma muda de árvores nativas do Agreste contribuindo com o reflorestamento da região. Além do plantio das mudas nos afluentes e nas matas ciliares do Rio Capibaribe, a caravana Curta Taquary leva exibições dos curtas, oficina de formação audiovisual, apresentações culturais, entre outras atividades.</p>
<p>Em 2025 foram selecionados 82 curtas-metragens contemplando as cinco regiões brasileiras. São trabalhos que contemplam a diversidade da produção contemporânea com experimentações estéticas e temáticas as mais variadas possíveis. Foram escolhidos filmes de 16 Estados &#8211; e 49% deles foram dirigidos por mulheres.</p>
<p>Os filmes presentes no Curta Taquary são agrupados nas seguintes mostras competitivas: Mostra Brasil e Mostra Internacional; Mostra Pernambucana; Mostra Agreste; Mostra Por um Mundo Melhor (produções com foco na educação ambiental); Mostra Primeiros Passos (para diretores/as em seu primeiro trabalho); Mostra Dália da Serra (voltada para filmes produzidos em atividades pedagógicas, projetos de formação e oficinas); Mostra Diversidade (obras que abordem questões de sexualidade e de gênero, em suas mais diferentes formas e perspectivas); Mostra Curtas Fantásticos (filmes de horror, ficção científica e fantasia); Mostra Universitária (direcionada para produções oriundas de estudantes de graduação); Mostra Criancine (curtas voltados para o público infanto-juvenil). Há ainda uma sessão especial com filmes fora de competição.</p>
<p>O Curta Taquary é uma realização da Taquary Filmes e Tá Bonito Pra Chover Produções e tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.; e com apoio cultural de Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), Mistika, Prefeitura de Taquaritinga do Norte, Prefeitura de Toritama, Prefeitura de Poção, Prefeitura de Brejo da Madre de Deus, Prefeitura de Jataúba e Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>18º Curta Taquary -</strong> <em>de 16 a 22 de março, nos municípios de Taquaritinga do Norte, Poção, Jataúba, Brejo da Madre de Deus, Santa Cruz do Capibaribe e Toritama. Acesso gratuito</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Filmes selecionados</span>:</strong></p>
<p><strong>MOSTRA BRASIL</strong></p>
<p>A CHUVA DO CAJU | Alan Schvarsberg | Doc | 21’ | DF<br />
À NOITE TODOS OS GATOS SÃO PARDOS | Matheus Moura | Fic | 17’ | MG<br />
ENVELHECER COM AS ÁRVORES | Loic Ronsse e Bárbara Lissa |Doc | 16’ | MG<br />
FENDA | Lis Paim | Fic | 23’ | CE<br />
GUIA | Tarcísio Ferreira | Doc | 14’ | AL<br />
HÉLIO MELO | Leticia Rheingantz | Doc | 25’ | RJ<br />
HOJE EU SÓ VOLTO AMANHÃ | Diego Lacerda | Ani | 8’ | PE<br />
MAR DE DENTRO | Lia Letícia | Doc | 8’ | PE<br />
SAMUEL FOI TRABALHAR | Lucas Litrento e Janderson Felipe | Fic | 17’ | AL</p>
<p><strong>MOSTRA UNIVERSITÁRIA</strong></p>
<p>A CACHOEIRA DOS PÁSSAROS | Thiago Pombo | Ani | 8’47’’ | PE<br />
BAIÃO DE DOIS: MESTRE NALDINHO E MESTRA TINA NA UFPB | Renatha Aragão | Doc | 15&#8217;39’’ | PB<br />
COMO CHORAR SEM DERRETER | Giulia Butler | Fic | 15’ |RJ<br />
CONEXÃO | Julie Ketlem | Exp | 15’ | PE<br />
RAÍZES DA ILHA | Emilly Alves &amp; Nahiara Baddini | Doc | 16’44’’ | SE<br />
YARA | Gabi Tores e Ana Beatriz Benevides | Ani | 03’ | RJ</p>
<p><strong>MOSTRA CURTAS FANTÁSTICOS</strong></p>
<p>DIVAGAR | Lupa Silva | Ani | 5’ | RN<br />
GABIRU | Durval Cristóvão | Fic | 22’ | PE<br />
JAVYJU: BOM DIA |Kunha Rete e Carlos Eduardo Magalhães | Fic | 25’ | SP<br />
JUPITER | Carlos Segundo | Fic | 15’ | MG<br />
RECICLOS | Diego Guerra | Ani | 15’48’’ | RJ<br />
RHEUM | Rayana França | Ani | 03’ | BA<br />
VISAGENS E VISÕES | Rod Rodrigues | Ani | 19’ | PA</p>
<p><strong>MOSTRA DÁLIA DA SERRA</strong></p>
<p>LAR, DOCE LAR | Francielli Noya e Wolmyr Alcantara | Ani | 1’30’’ | ES<br />
NIHY M´ATÔÔ FULNI-Ô | Coletivo Cinema no Interior &#8211; Comunidade Indigena Funi-ô | Exp | 13’ | PE<br />
OPARÁ: IMAGINÁRIOS DO SÃO FRANCISCO | Erna Barros e Ewertton Nunes | Doc | 20’ | SE<br />
QUEIMATÓRIO | Chia Beloto, Marila Cantuária, Paulo Leonardo e Alison Santos | Ani | 4’55’’ | PE<br />
YADEDWA SEETÔ | Marcos Carvalho | Fic | 12’18’’ | PE<br />
YBY KATU | Kaylany Cordeiro, Jessé Carlos, Ladivan Soares, Geyson Fernandes e Rodrigo Sena | Fic | 18’ | RN<br />
MOSTRA CRIANCINE BURACO DE MINHOCA | Marília Hughes Guerreiro e Cláudio Marques | Fic | 14’ | BA<br />
EU E O BOI, O BOI E EU | Jane Carmen Oliveira | Ani | 5’ | MG<br />
LAGRIMAR | Paula Vanina | Ani | 14’ | RN<br />
MUNDINHO | Gui Oller, Ricky Godoy e Pipo Brandão | Ani | 09’ | SP<br />
O BARCO | Rodolpho Pinotti | Ani | 17’ | SP<br />
RECEITA DE VÓ | Carlon Hardt | Ani | 3’10’’ | PR</p>
<p><strong>MOSTRA POR UM MUNDO MELHOR</strong></p>
<p>AMAZÔNIA CHAMA | Zefel Coff | Doc | 06’ | DF<br />
AMEAÇAS CLIMÁTICAS NO RECIFE: DESAFIO PARA AS ÁREAS CENTRAIS E PERIFÉRICAS DA CAPITAL PERNAMBUCANA | Íris Samandhi | Doc| 13&#8217;57&#8221; | PE<br />
CAMINHANDO COM ONÇAS | Larissa Corino, Letícia Benavalli e Rodrigo Rangel |Doc | 25’ | GO<br />
CHEIA | Wayner Tristão | Ani | 05’ | BA<br />
MEMÓRIAS CULINÁRIAS DO QUILOMBO AUSENTE FELIZ | Lucas Assunção | Doc | 15’ | MG<br />
NOSSO PANFLETO SERIA ASSIM | Leandro Olímpio | Doc | 25’ | SP</p>
<p><strong>MOSTRA PRIMEIROS PASSOS</strong></p>
<p>INFLAMÁVEL | Rafael Ribeiro Gontijo | Fic | 19’ | DF<br />
LIVRE PARA MENSTRUAR| Ana Pands | Doc | 24’ | SP<br />
MIRA | Sóllon Rodrigues | Fic | 17’ | PB<br />
QUATRO PONTES | Tábata Clarissa de Morais | Fic | 18’ | PE<br />
TRAVESSIA | Karol Felicio | Doc | 14’ | ES<br />
VEREDAS | Igor Rossato | Fic | 18’ |SP</p>
<p><strong>MOSTRA DIVERSIDADE</strong></p>
<p>A PISADA É DELAS: MULHERES DO CORAÇÃO NAZARENO | Patricia Yara Rocha | Doc | 15’ | PE<br />
A VOLTA | Anny Stone | Fic | 16’30’’ | PE<br />
BABILÔNIA | Duda Gambogi | Fic | 22’ | MG<br />
CARPINA, 11 DE SETEMBRO| Mery Lemos | Exp | 4&#8217;40&#8243; | PE<br />
GALEGA | Anna Lu Machado | Fic | 23’ | PE<br />
NUA | Fabi Melo | Fic | 15’ PB</p>
<p><strong>MOSTRA PERNAMBUCANA</strong></p>
<p>AGUDA | Mayara Millane | Exp | 13’ | PE<br />
CAROL | Bruna Tavares| Fic | 13’ | PE<br />
CAVALO MARINHO | Leo Tabosa | Fic | 22’ | PE<br />
CHÃO | Philippe Wollney | Exp | 14’ | PE<br />
EMOCIONADO | Pedro Melo | Fic | 15’ | PE<br />
FESTA INFINITA | Ander Beça | Fic | 25’ | PE<br />
MERGULHÃO | Rogi Silva e Juliana Soares | Ani | 14’ | PE<br />
NOÉ DA CIRANDA | João Marcelo | Doc | 12’ | PE<br />
QUEIMANDO POR DENTRO | Enock Carvalho e Matheus Farias| 16’ | Fic | PE<br />
SUSTENTA A PISADA! | Jéssika Betânia | Exp | 07’ | PE<br />
MOSTRA AGRESTE A HISTÓRIA E O BRILHO DAS BANDAS MARCIAIS DE TORITAMA | Brendo Hoshington | Doc | 20’ | PE<br />
COSTUREIRAS NO ONLINE | Mayara Bezerra | Doc | 13’33’’ | PE<br />
CRENÇA E CURA | Lavínia Bezerra | Doc | 20’23’’ | PE<br />
EU QUERIA QUE TODO DIA FOSSE CARNAVAL | Ívison Renato | Doc | 08’ | PE<br />
FACÇÃO | Henrique Corrêa | Fic | 16’ | PE<br />
O CARNAVAL É DE PELÉ | Daniele Leite e Lucas Santos | Doc | 20’ | PE<br />
OUTRO LADO DA GENTE | Vinícius Tavares | Doc | 12’21’’ | PE<br />
RETRATO DE UM FORRÓ | Gabriella Ambrósio | Doc | 18’14’’ | PE<br />
TODAS AS MEMÓRIAS QUE VOCÊ FEZ PARA MIM | Pedro Fillipe | Fic | 18’ | PE<br />
UMBILINA E SUA GRANDE RIVAL | Marlom Meirelles | Fic | 20’ | PE<br />
WADJA | Narriman Kauane | Doc | 29’ | PE</p>
<p><strong>SESSÃO ESPECIAL</strong></p>
<p>EU SOU, NÓS SOMOS | Direção Coletiva | Doc | 7’15’’ | PE<br />
LADEIRA ABAIXO| Ismael Moura | Fic | 17’ | PB<br />
MEMÓRIAS: HISTÓRIAS DO CINE TEATRO MUNICIPAL DE SUMÉ | Ana Célia Gomes | Doc | 20’ | PB<br />
MOAGEM | Odília Nunes | Doc | 16’| PE<br />
MOÇAMBIQUE, À FRANCIS BEBEY | Cecília Távora | Fic | 4’02’’ | PE<br />
MULHERES QUE VOAM | Robinson Santos | Doc | 22’28’’ | PE<br />
NO ALTO DA SERRA | Cariolando Souza | Fic | 04’17’’ | PE<br />
ODETE: A RENDEIRA | Adson Alves e Rosângela Araújo | Doc | 6&#8217;45&#8243; | PE<br />
PÁTRIA AMADA, BANDEIRA | João Lucas (Joe Ferreira) | Fic | 04’ | PE</p>
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		<title>MOÇÃO DE APOIO: Bandas, Fanfarras e Filarmônicas do Estado de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 13:58:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Moção de Apoio do Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco (CEPC-PE) às Bandas, Fanfarras e Filarmônicas do Estado de Pernambuco O Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco (CEPC-PE) manifesta seu apoio incondicional ao movimento estadual de bandas, fanfarras e filarmônicas do Estado de Pernambuco, reconhecendo a relevância e a excelência desse trabalho que tem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Moção de Apoio do Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco (CEPC-PE) às Bandas, Fanfarras e Filarmônicas do Estado de Pernambuco</strong></p>
<p>O Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco (CEPC-PE) manifesta seu apoio incondicional ao movimento estadual de bandas, fanfarras e filarmônicas do Estado de Pernambuco, reconhecendo a relevância e a excelência desse trabalho que tem transformado a vida de milhares de alunos da rede estadual de ensino.</p>
<p>Infelizmente é perceptível a ausência de investimentos e de uma valorização efetiva dos profissionais que atuam nesse movimento. Maestros, maestrinas, coreógrafos e coreógrafas desempenham um papel fundamental na formação cultural, social e educacional de jovens pernambucanos dedicando-se ao ensino de valores como disciplina, trabalho em equipe e perseverança.</p>
<p>As bandas, fanfarras e filarmônicas de Pernambuco são um patrimônio cultural que transcende os palcos e se consolida como um instrumento de inclusão social impactando positivamente no desenvolvimento psicossocial dos estudantes e fortalecendo vínculos comunitários. É imprescindível que a Secretaria de Educação e Esportes do Governo de Pernambuco adote uma postura mais sensível e comprometida garantindo os recursos necessários para o pleno funcionamento e crescimento desse movimento.</p>
<p>A tradição pernambucana de competições de bandas e fanfarras, que já se tornou referência nacional e latino-americana, é um exemplo do potencial artístico e organizacional do Estado. Essa excelência tem projetado Pernambuco no cenário cultural, mas depende de políticas públicas consistentes para manter e ampliar esse legado.</p>
<p>Investir nas bandas, fanfarras e filarmônicas não é apenas preservar uma tradição cultural. É também fomentar o desenvolvimento social e econômico de Pernambuco criando oportunidades para jovens, movimentando a economia criativa e inspirando outras regiões do Brasil a seguir o exemplo pernambucano.</p>
<p>O Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco (CEPC-PE) também vem por meio da mesma manifestar seu repúdio à decisão da Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE) pelo cancelamento da 16ª Copa Pernambucana de Bandas e Fanfarras Maestro Waldenilson Cunha Costa.</p>
<p>A mesma foi instituída pelo Decreto n* 33.794/2009 e pelo Decreto n* 36.520/2011 e desde então se consolidou como o MAIOR EVENTO estudantil de bandas e fanfarras da América Latina, reconhecida por integrar bandas estaduais, municipais e particulares em um único espaço de valorização da arte, da cultura e da educação. Essa abrangência sempre foi um marco de inclusão, garantindo a diversidade e a democratização do acesso ao evento.</p>
<p>Contudo, as decisões recentes de impor critérios de seletividade entre as bandas participantes introduziu uma lógica de exclusão, que contraria os princípios fundadores do evento. A exclusão de bandas municipais e particulares, que tradicionalmente representam suas comunidades com orgulho e esforço coletivo, é um grave atentado contra a equidade e a representatividade cultural. Tal medida desvaloriza o papel fundamental que essas bandas desempenham na formação artística e educacional de seus integrantes, muitas vezes em contextos de vulnerabilidade social.</p>
<p>A imposição de seletividade compromete o legado de anos de dedicação de maestros, maestrinas, coreógrafos e coreógrafas que, de forma voluntária, promovem o desenvolvimento social, educacional e cultural de jovens pernambucanos. São esses agentes culturais que, com esforço e paixão, tornam as bandas e fanfarras espaços de inclusão, disciplina e transformação social.</p>
<p>O cancelamento da Copa, somado à seletividade prévia, representa um retrocesso para a cultura e a educação no Estado, privando jovens talentos da oportunidade de brilhar e reafirmar suas identidades culturais.</p>
<p>O CEPC-PE exige uma resposta clara do Governo de Pernambuco, cobrando a revisão dessa postura excludente e a retomada da realização do evento em sua forma original, com a participação ampla de todas as bandas estaduais, municipais e particulares, pois essa decisão fere os decretos acima mencionados. A história, a cultura e o futuro dos jovens pernambucanos não podem ser tratados com descaso.</p>
<p>Por sua vez solicitamos também respostas do andamento do Processo de Contratação dos Profissionais em questão, tendo em vista a publição no Diário Oficial da Portaria n* 2975 de 10 de julho de 2023, que institui o Programa de Incentivo às Bandas e Fanfarras de Pernambuco (PIBF) e que até a data atual não tem precedentes de comunicado e informações sobre sua situação jurídica.</p>
<p>O CEPC-PE conclama o Governo de Pernambuco a reforçar o apoio a esse movimento assegurando os recursos e o reconhecimento que ele merece e dentro do contexto podemos dizer e assegurar que as bandas e fanfarras não se trata apenas de educação, mas também do patrimônio cultural de nosso Estado e que elas continuem sendo motivo de orgulho e um símbolo do compromisso de nosso Estado com a educação, a cultura e a cidadania.</p>
<p>Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco (CEPC-PE)</p>
<p>Recife, 6 de dezembro, de 2024.</p>
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		<title>Governadora Raquel Lyra anuncia construção de uma nova ETE no histórico prédio do Liceu de Artes e Ofícios</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 15:48:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O edifício do Liceu de Artes e Ofícios, equipamento histórico do Centro do Recife, será restaurado para instalação de uma nova Escola Técnica Estadual (ETE), com cursos voltados à economia criativa. A iniciativa, fruto de uma parceria entre o Governo do Estado e a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), contemplará ainda a requalificação do prédio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113874" aria-labelledby="figcaption_attachment_113874" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Janaina Pepeu/Secom</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Janaina_Pepeu_Secom-WhatsApp_Image_2024-10-10_at_15.24.32.jpeg"><img class="size-medium wp-image-113874" alt="Janaina Pepeu/Secom" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Janaina_Pepeu_Secom-WhatsApp_Image_2024-10-10_at_15.24.32-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Anúncio da restauração do histórico prédio do Liceu de Artes e Ofícios</p></div>
<p>O edifício do Liceu de Artes e Ofícios, equipamento histórico do Centro do Recife, será restaurado para instalação de uma nova Escola Técnica Estadual (ETE), com cursos voltados à economia criativa. A iniciativa, fruto de uma parceria entre o Governo do Estado e a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), contemplará ainda a requalificação do prédio anexo, também localizado na Praça da República. Durante reunião nesta quinta-feira (10), no Palácio do Campo das Princesas, a governadora Raquel Lyra e a sua vice, Priscila Krause, assinaram o protocolo de intenções oficializando o resgate do imóvel, que conta com investimentos de R$ 30 milhões e prazo para ser entregue em janeiro de 2026.</p>
<p>“O Liceu faz parte da história do Recife e de Pernambuco. Olhar aquele prédio todos os dias abandonado dói no coração e na alma de todos que enxergam que ele não é só um prédio, faz parte da história do nosso Estado. Estamos muito felizes em participar do resgate desse patrimônio, que será um ambiente de prosperidade, esperança e de construir o novo, com muita alegria. No local, também teremos um espaço que contará um pouco da história do nosso Estado e das nossas lutas pela liberdade e democracia”, ressaltou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>A restauração do espaço e a elaboração do projeto pedagógico da ETE serão realizados pela Unicap em parceria com a Secretaria Estadual de Educação e Esportes (SEE). De acordo com o secretário de Educação e Esportes, Alexandre Schneider, esta será mais uma das Escolas Técnicas Estaduais previstas no Juntos pela Educação. “Vai ser uma escola inovadora. A ideia é que a gente tenha novas práticas de educação e novos jeitos de ensinar para inspirar a nossa rede. Do lado técnico, teremos uma escola voltada para a economia criativa, para as profissões do futuro”, pontuou o gestor.</p>
<p>Para o reitor da Unicap, padre Pedro Rubens, este é um momento histórico. “Aquele prédio resgata o passado. Ele conta a história das lutas libertárias de Pernambuco e é o terceiro prédio construído na Praça da República. Ele vai não só recordar essa história, mas também promover uma educação inovadora em parceria com o Governo do Estado, projetando essa história densa para um futuro totalmente inovador. Agradeço à governadora por ter tido essa coragem”, concluiu.</p>
<p><strong>LICEU -</strong> Fundado em 1880 como sede da Sociedade dos Artistas, Mecânicos e Liberais de Pernambuco, o Liceu foi uma escola modelo para o Recife. Além do foco em inovação, educação e arte, o equipamento ofereceu até a década de 1950 cursos de carpintaria, marcenaria, serralharia e tipografia.</p>
<p>Ele foi doado à Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) em 1961, com o compromisso de assegurar a continuidade do ensino de artes e ofícios, além da criação de novos cursos profissionalizantes. Em 2006, as atividades desenvolvidas no Liceu foram transferidas para as instalações do antigo Colégio Nóbrega.</p>
<p>Também estiveram presentes no encontro os secretários estaduais Cacau de Paula (Cultura) e Fernando Holanda (Assessoria Especial à Governadora e Relações Internacionais); a presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Renata Borba; e o chefe de gabinete da Reitoria, Rodrigo Pelegrino.</p>
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		<title>Governadora Raquel Lyra anuncia restauração da Fábrica Tacaruna</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 15:40:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Símbolo do patrimônio histórico de Pernambuco, a antiga Fábrica Tacaruna será restaurada pelo Governo do Estado e abrigará o Centro de Formação dos Profissionais da Educação de Pernambuco (Ceforpe) e a Escola Técnica de Hotelaria e Gastronomia de Pernambuco. A governadora Raquel Lyra, que vistoriou o espaço na última quarta-feira (9), anunciou a requalificação do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113869" aria-labelledby="figcaption_attachment_113869" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/DSC00062.jpg"><img class="size-medium wp-image-113869" alt="Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/DSC00062-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vistoria e anúncio da restauração da Fábrica Tacaruna</p></div>
<p>Símbolo do patrimônio histórico de Pernambuco, a antiga Fábrica Tacaruna será restaurada pelo Governo do Estado e abrigará o Centro de Formação dos Profissionais da Educação de Pernambuco (Ceforpe) e a Escola Técnica de Hotelaria e Gastronomia de Pernambuco. A governadora Raquel Lyra, que vistoriou o espaço na última quarta-feira (9), anunciou a requalificação do equipamento e de seu entorno para promover a formação permanente dos profissionais da educação pernambucana. A vice-governadora Priscila Krause também esteve presente. O projeto arquitetônico será elaborado pela Pontual Arquitetos e terá investimento de R$ 4,2 milhões e prazo de 300 dias.</p>
<p>“É uma alegria imensa poder devolver ao povo do nosso Estado um equipamento que fala sobre a nossa identidade, mas também tendo uma utilidade voltada para aquilo que é símbolo do nosso governo: a educação. Essa ação se soma à volta e à recuperação do prédio do Diario de Pernambuco, o antigo prédio do INSS, o Cinema São Luiz, que está sendo recuperado e abrirá para o público no mês de novembro, o edifício Frei Caneca, que é a antiga vice-governadoria. Isso tudo fazendo com que a gente fortaleça os equipamentos públicos e culturais, devolvendo o centro histórico do Recife para o nosso povo”, enfatizou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>A construção do Ceforpe está amparada no Plano Estadual de Educação (PEE), que prevê a necessidade de ampliar o acesso e a permanência da comunidade nos processos de escolarização com qualidade, mediante a formação permanente, inicial e continuada dos profissionais da educação. Os dois empreendimentos a serem construídos foram idealizados pela Secretaria de Educação e Esportes no âmbito do programa Juntos pela Educação.</p>
<p>“As duas iniciativas beneficiam diretamente a Educação de Pernambuco e reiteram o compromisso da governadora Raquel Lyra com a pasta. O Centro de Formação de Professores significa mais um grande avanço desta gestão, tendo em vista que os profissionais da Rede Estadual contarão com uma estrutura moderna e adequada para participação em cursos e eventos que promovam maior qualificação para todos. Ganham, também, os estudantes e a população em geral, com o funcionamento da nova escola técnica, que irá movimentar o mercado de gastronomia e hotelaria do estado”, comentou o secretário estadual de Educação e Esportes, Alexandre Schneider.</p>
<p>A restauração do espaço é um trabalho que está sendo feito em uma parceria das Secretarias de Projetos Estratégicos, Educação e Esportes e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). “Estamos totalmente empenhados e focados em tocar esse projeto o mais rápido possível”, ressaltou o secretário de Projetos Estratégicos, Rodrigo Ribeiro.</p>
<p>De acordo com o sócio da empresa Pontual Arquitetos, Carlos Fernando Pontual, o projeto deverá ser entregue em até 10 meses. “Para se ter uma ideia, a primeira coisa que iremos fazer é um levantamento arqueológico do que restou e depois estrutural. Estou muito feliz em poder fazer esse projeto, porque é um resgate. A governadora foi batalhadora em conseguir isso. Quem ganha é o povo de Recife e Olinda”, comemorou.</p>
<p>A presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Renata Borba, avalia o prédio — tombado pelo Estado em 1994 — como um referencial histórico e arquitetônico para o Recife e Olinda. “Estamos falando da ressignificação de um bem cultural. Vamos transformar a Fábrica Tacaruna em uma fábrica do conhecimento, que vai permitir a formação de professores da Rede Estadual de Educação, mas também vai resgatar as memórias deste lugar tão representativo para o povo de Pernambuco”, concluiu Renata Borba, que esteve acompanhada da secretária de Cultura do Estado, Cacau de Paula.</p>
<p><strong>SOBRE A FÁBRICA TACARUNA -</strong> Erguida em 1895, a construção que hoje é conhecida como Fábrica Tacaruna foi a primeira em concreto armado do Brasil, além de ter sido a primeira refinaria da América do Sul. Na época, se chamava Usina Beltrão. Pouco tempo depois, a usina fechou as portas e o local ficou desativado até 1925, quando passou a abrigar a Fábrica Tacaruna, uma empresa têxtil que funcionou até 1955.</p>
<p>A fábrica foi desativada em 1982 e, posteriormente, entregue ao Banco Econômico. Em 1994, o espaço foi tombado como Patrimônio Histórico e Artístico pelo Governo do Estado através da Fundarpe e, em 1996, foi declarado de utilidade pública para fins de desapropriação. Desde então, diversos projetos foram pensados para ocupar a Fábrica Tacaruna.</p>
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