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	<title>Portal Cultura PE &#187; empetur</title>
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		<title>Governo de Pernambuco amplia democratização da cultura e das tradições populares com o “São João Gomes” no Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 03:01:22 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122950" aria-labelledby="figcaption_attachment_122950" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-22-at-19.03.32-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122950" alt="Fotos: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-22-at-19.03.32-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE</p></div>
<p dir="ltr">O “São João Gomes” entrou para a história cultural de Pernambuco neste domingo (22), ao reunir mais de 20 mil pessoas na Rua da Aurora, no Recife, em uma celebração que marcou oficialmente a abertura do ciclo junino no Estado, logo após o Carnaval. A drilha junina, comandada pelo cantor João Gomes, se consolidou como um novo marco no calendário festivo pernambucano, reafirmando o compromisso do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), com a democratização do acesso à cultura e à ocupação qualificada dos espaços públicos.</p>
<p dir="ltr">Segundo Kaio Maniçoba, secretário de Turismo e Lazer de Pernambuco, “Depois do grande Carnaval, a gente dá o pontapé inicial hoje nesse evento de João Gomes, com o Governo do Estado como principal apoiador, reunindo todas as secretarias para garantir segurança e iniciar o maior São João do Brasil, que é Pernambuco. Hoje a festa é abrilhantada por João Gomes, um sertanejo de Serrita fazendo história na capital, algo diferente e inovador, e não podia ser diferente do Estado estar junto dele.”</p>
<p dir="ltr">“Ao inaugurar o ciclo junino com grande participação popular, Pernambuco reafirma sua vocação para realizar celebrações grandiosas e inclusivas, que pertencem ao seu povo. O ‘São João Gomes’ mostra como é possível unir cultura, gestão e comunidade em um evento que marca história”, destacou a secretária Executiva de Gestão, Ana Paula Jardim.</p>
<p dir="ltr">Para Carla Pereira, diretora de Atividades Culturais da Fundarpe, “A estreia histórica do ‘São João Gomes’ reforça a estratégia do Governo de Pernambuco de ampliar o calendário de grandes eventos culturais gratuitos. Com essa festa, conseguimos impulsionar o turismo, fomentar a economia criativa e fortalecer a nossa identidade, mostrando que o Estado é protagonista das tradições nordestinas.”</p>
<div id="attachment_122951" aria-labelledby="figcaption_attachment_122951" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-22-at-19.03.30-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122951" alt="A drilha junina, comandada pelo cantor João Gomes, se consolidou como um novo marco no calendário festivo pernambucano, reafirmando o compromisso do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), com a democratização do acesso à cultura e à ocupação qualificada dos espaços públicos." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-22-at-19.03.30-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A drilha junina, comandada pelo cantor João Gomes, se consolidou como um novo marco no calendário festivo pernambucano, reafirmando o compromisso do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), com a democratização do acesso à cultura e à ocupação qualificada dos espaços públicos.</p></div>
<p dir="ltr">Do cruzamento da Rua da Aurora com a Avenida Mário Melo até a Rua Dois de Julho, o público acompanhou, das 12h30 às 16h, um espetáculo vibrante no trio “Pernambuco Meu País”, que celebrou as tradições nordestinas com segurança, organização e forte participação popular. Famílias inteiras – da criança ao idoso – participaram do cortejo junino, vivenciando uma experiência cultural gratuita, plural e inclusiva.</p>
<p dir="ltr">No palco, além de João Gomes, o evento contou com participações especiais de grandes nomes da música nordestina e nacional, como Dorgival Dantas, Mestrinho, MC Don Juan, Zé Vaqueiro, Ruan Vaqueirinho e Petrúcio Amorim. O repertório trouxe sucessos como “Se For Amor” e “Eu Tenho a Senha”, além de canções do projeto Dominguinho, como “Lembrei de Nós” e “Arriadin por Tu”. A celebração também abriu espaço para clássicos que dialogam com a identidade pernambucana, como “Morena Tropicana”, de Alceu Valença, e “Frevo Mulher”, de Zé Ramalho.</p>
<p dir="ltr">Mais do que um grande show, o “São João Gomes” foi um encontro das manifestações culturais populares. A programação incluiu dois blocos de cortejos brincantes com apresentações de teatro popular, bois, bacamarteiros, quadrilhas e bonecos gigantes. Participaram o Boi Arco de Ouro (Arcoverde), a Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo (SOBAC), o Grupo de Bacamarteiros da Associação Folclórica Bacamarteiros Mandacaru (Abreu e Lima), a Quadrilha Junina Dona Matuta, o Boi Maracatu, a Quadrilha Junina Mulambembes em Pernas de Pau, a Quadrilha Junina Origem Nordestina, a Quadrilha Junina Raio de Sol e grupos de Bonecos Gigantes, expressões autênticas que preservam e renovam a cultura pernambucana.</p>
<div id="attachment_122952" aria-labelledby="figcaption_attachment_122952" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-22-at-19.03.27.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122952" alt="A programação ainda incluiu dois blocos de cortejos brincantes com apresentações de teatro popular, bois, bacamarteiros, quadrilhas e bonecos gigantes. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-22-at-19.03.27-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A programação ainda incluiu dois blocos de cortejos brincantes com apresentações de teatro popular, bois, bacamarteiros, quadrilhas e bonecos gigantes.</p></div>
<p dir="ltr">João Gomes destacou o orgulho de celebrar a cultura nordestina e o forró, além do desejo de manter viva a tradição da festa e transmitir essa alegria ao público. Segundo o cantor, “Nosso coração fica feliz de falar sobre o forró, sobre a nossa cultura, com o maior orgulho. Então, que a gente possa dar continuidade a essa festa, que a gente possa deixar no coração das pessoas que a gente faz a festa acontecer e começa a pensar cedinho. Fiquei muito feliz de falar de São João dessa maneira, querendo tornar uma tradição para anunciar que está vindo o São João, a nossa grande festa.”</p>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País antecipa o clima de Carnaval e encerra edição no Recife com samba e romantismo</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 15:31:57 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122853" aria-labelledby="figcaption_attachment_122853" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-09-at-12.11.16-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122853" alt="Fotos: Dani Pedrosa/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-09-at-12.11.16-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Dani Pedrosa/Secult-PE</p></div>
<p dir="ltr">O Festival Pernambuco Meu País encerrou sua edição no Recife no domingo (8) em grande estilo, reunindo muito samba, romantismo e uma multidão no Terminal Marítimo do Recife. A programação especial, que antecede o Carnaval, reforçou o papel do festival como uma das principais ações culturais do estado. O evento é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, da Fundarpe e da Empetur.</p>
<p dir="ltr">Para a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, o Festival Pernambuco Meu País vai além de uma grande celebração cultural. “O Pernambuco Meu País já está marcado no calendário cultural do estado e se destaca por adiantar o Carnaval, movimentando a economia, fortalecendo o turismo e oferecendo uma programação cultural antecipada. O festival reafirma o compromisso do Governo de Pernambuco, da gestão Raquel Lyra, com a valorização da cultura pernambucana, com a ampliação do acesso à arte e com o fortalecimento das tradições que fazem do nosso estado um dos principais polos culturais do país”, destacou.</p>
<p dir="ltr">Abrindo a última noite de shows, o Bloco de Samba A Turma do Saberé foi responsável por “abrir alas” e colocar o público no clima da folia, com um repertório marcado por clássicos do samba e muita animação. A apresentação reforçou o diálogo entre tradição e celebração popular, característica marcante do festival.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, o palco foi tomado pelo protagonismo feminino com o projeto Mulheres no Samba, que transformou o Terminal Marítimo em uma grande roda de samba. A Orquestra Recife de Bambas conduziu a noite ao lado de Gabi do Carmo, Karynna Spinelli, Maria Pagodinho e Gerlane Lops, em apresentações cheias de energia, potência vocal e representatividade, celebrando diferentes gerações e estilos do samba.</p>
<p dir="ltr">Um dos momentos mais emocionantes da noite ficou por conta de Alcione, que levou o público a cantar em coro sucessos consagrados de sua carreira. Canções como “Estranha Loucura”, “Retalhos de Cetim” e “A Loba” embalaram a multidão e criaram um clima de forte conexão entre a artista e os presentes no show.</p>
<p dir="ltr">Mantendo a energia em alta, Gloria Groove trouxe um show marcado pela diversidade musical e pela interação com o público. Com um repertório que transita entre o samba, o pop e a música brasileira contemporânea, a artista fez todo mundo cantar e dançar ao som de hits como “Nosso Primeiro Beijo”, “A Tua Voz” e “A Queda”.</p>
<div id="attachment_122854" aria-labelledby="figcaption_attachment_122854" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-09-at-12.11.13.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122854" alt=" o palco foi tomado pelo protagonismo feminino com o projeto Mulheres no Samba, que transformou o Terminal Marítimo em uma grande roda de samba. A Orquestra Recife de Bambas conduziu a noite ao lado de Gabi do Carmo, Karynna Spinelli, Maria Pagodinho e Gerlane Lops, em apresentações cheias de energia, potência vocal e representatividade, celebrando diferentes gerações e estilos do samba. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-09-at-12.11.13-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">o palco foi tomado pelo protagonismo feminino com o projeto Mulheres no Samba, que transformou o Terminal Marítimo em uma grande roda de samba. A Orquestra Recife de Bambas conduziu a noite ao lado de Gabi do Carmo, Karynna Spinelli, Maria Pagodinho e Gerlane Lops, em apresentações cheias de energia, potência vocal e representatividade, celebrando diferentes gerações e estilos do samba.</p></div>
<p dir="ltr">Encerrando a programação e já entrando na madrugada, o cantor Belo levou muito romantismo ao palco, conquistando o público com canções que marcaram sua trajetória. Sucessos como “Pura Adrenalina”, “Maçã do Amor” e “Preciso Te Amar” fecharam a noite em clima de celebração e emoção.</p>
<div id="attachment_122856" aria-labelledby="figcaption_attachment_122856" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-09-at-12.11.18.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122856" alt="Com um repertório que transita entre o samba, o pop e a música brasileira contemporânea, Gloria Groove fez todo mundo cantar e dançar ao som de hits como “Nosso Primeiro Beijo”, “A Tua Voz” e “A Queda”." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-09-at-12.11.18-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com um repertório que transita entre o samba, o pop e a música brasileira contemporânea, Gloria Groove fez todo mundo cantar e dançar ao som de hits como “Nosso Primeiro Beijo”, “A Tua Voz” e “A Queda”.</p></div>
<p dir="ltr"><strong>SOBRE O FESTIVAL PERNAMBUCO MEU PAÍS</strong></p>
<p dir="ltr">O Festival Pernambuco Meu País no Carnaval aconteceu nos dias 6, 7 e 8 de fevereiro, no Terminal Marítimo do Recife, reunindo atrações como Mestre Ambrósio, Orquestra Recife de Bambas, Gabi do Carmo, João Gomes, Alcione, Belo, Glória Groove, Nação Zumbi, Priscila Senna, Raphaela Santos, Mundo Livre S/A, e muitos outros nomes que celebram a diversidade musical local e nacional. Realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), o evento reafirma seu compromisso com a valorização dos artistas da terra e com o acesso democrático à cultura.</p>
<p dir="ltr">Em dezembro, o festival ganhou uma edição Verão que passou por Camaragibe e pelo Terminal Marítimo de Passageiros, no Recife, além de integrar a programação do Réveillon em Jaboatão dos Guararapes. Em janeiro, a iniciativa esteve em São José da Coroa Grande e na Ilha de Itamaracá, consolidando a estratégia de descentralização das políticas culturais e de estímulo ao desenvolvimento regional a partir da cultura.</p>
<p dir="ltr">Ao levar uma programação cultural gratuita e de grande porte a municípios fora do eixo da capital, o festival materializa a diretriz de democratização do acesso à cultura adotada pela gestão estadual. O projeto impacta diretamente cadeias produtivas como turismo, comércio, serviços, hospedagem e economia criativa, gerando renda, empregos temporários e visibilidade para os territórios.</p>
<p dir="ltr">Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o evento reforça o papel do Pernambuco Meu País como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social. A edição de inverno, realizada entre julho e setembro, movimentou mais de R$ 200 milhões nas cidades por onde passou, evidenciando que a cultura é também um importante vetor de geração de renda e emprego.</p>
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		<title>Pernambuco Meu País Verão leva edição especial ao Litoral Norte e desembarca em Itamaracá com shows de Lia, Thiaguinho, Raphaela Santos, Natanzinho Lima, Xanddy Harmonia e mais</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 19:44:45 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122681" aria-labelledby="figcaption_attachment_122681" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/54725531300_47c23bcbc8_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-122681" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/54725531300_47c23bcbc8_k-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p></div>
<p>Iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), com apoio da Prefeitura de Itamaracá, o Festival Pernambuco Meu País Verão desembarca em Itamaracá com uma edição especial no Litoral Norte, reunindo grandes nomes da música pernambucana e nacional em três dias de programação gratuita à beira-mar – 30 e 31 de janeiro e 1º de fevereiro. Entre os destaques estão Lia de Itamaracá, Thiaguinho, Raphaela Santos, Xanddy Harmonia, Gaby Amarantos, Ara Ketu e É o Tchan, além de expressões da cultura popular e artistas locais, fortalecendo o elo entre tradição e contemporaneidade.</p>
<p>A iniciativa integra a diretriz do Governo do Estado de valorização da cultura como vetor de desenvolvimento regional e inclusão social, impactando cadeias como turismo, comércio e economia criativa. Após passar por Camaragibe, Recife, Jaboatão dos Guararapes e São José da Coroa Grande, a edição de verão chega à Ilha de Itamaracá, consolidando a descentralização das políticas culturais e cravando a sua inserção no calendário contínuo de ocupação no estado.</p>
<p>“Essa edição do Pernambuco Meu País Verão mostra como a gestão da governadora Raquel Lyra chega de verdade às pessoas, com alcance nos territórios e uma adesão que só cresce a cada cidade. Conseguimos ver um retorno concreto na vida cultural, no movimento da economia local e na forma como estamos fortalecendo essa conexão entre cultura, oportunidades e desenvolvimento”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p>O presidente da Empetur, Eduardo Loyo, ressalta que o evento segue valorizando destinos turísticos estratégicos para Pernambuco. “A ideia é repetir o sucesso alcançado em São José da Coroa Grande, fortalecendo não só Itamaracá, mas todas as cidades do Litoral Norte, que são lindíssimas, têm enorme importância turística e potencial para receber grandes eventos.”</p>
<div id="attachment_122682" aria-labelledby="figcaption_attachment_122682" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-23-164232.png"><img class="size-medium wp-image-122682" alt="Entre os destaques estão Lia de Itamaracá, Thiaguinho, Raphaela Santos, Xanddy Harmonia, Gaby Amarantos, Ara Ketu e É o Tchan, além de expressões da cultura popular e artistas locais, fortalecendo o elo entre tradição e contemporaneidade I Foto: Wadson Henrique/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-23-164232-607x358.png" width="607" height="358" /></a><p class="wp-caption-text">Entre os destaques estão Lia de Itamaracá, Thiaguinho, Raphaela Santos, Xanddy Harmonia, Gaby Amarantos, Ara Ketu e É o Tchan, além de expressões da cultura popular e artistas locais, fortalecendo o elo entre tradição e contemporaneidade I Foto: Wadson Henrique/Divulgação</p></div>
<p>Dando início à programação, em frente à Fortaleza de Santa Cruz, também conhecida como Forte Orange, os shows da sexta-feira (30) começam a partir das 18h com Coco Chinelo de Iaiá, seguido por Carlinhos Bala, às 19h, e Douglas Leon, às 20h30. Às 22h30, Caninana sobe ao palco, preparando o público para o show de Natanzinho Lima, à 0h30. O DJ Luan Sobral comanda os intervalos da noite, mantendo a energia do público entre as apresentações.</p>
<p>Já no sábado (31), o festival tem início às 18h com Coco de Mulheres, seguido pela apresentação da homenageada da terra, Lia de Itamaracá, às 19h. Às 20h30, é a vez de Gaby Amarantos, seguida por Raphaela Santos, às 22h30. O encerramento da noite fica por conta de Thiaguinho, à 0h30, com DJ Vibra nos intervalos.</p>
<p>Encerrando a edição, no domingo (1º), a programação começa mais cedo, às 16h30, com o Grêmio Recreativo Cultural e Arte Gigante do Samba. Em seguida, às 17h40, Almir Rouche se apresenta, seguido por Ara Ketu, às 19h40. Às 21h40, É o Tchan anima o público, e o encerramento da edição fica por conta de Xanddy Harmonia, às 23h40, além do DJ Ari Falcão nos intervalos.</p>
<p><strong>SOBRE O FESTIVAL PERNAMBUCO MEU PAÍS</strong></p>
<p>Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), o Festival Pernambuco Meu País ganhou uma edição de verão. Realizado do Sertão ao Litoral, o projeto impacta diretamente cadeias produtivas como turismo, comércio, serviços, hospedagem e economia criativa, gerando renda, empregos temporários e visibilidade para os territórios.</p>
<p>Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o evento reforça o papel do Pernambuco Meu País como motor econômico, cultural e social. A edição de inverno, realizada entre julho e setembro, movimentou mais de R$ 200 milhões nas cidades por onde passou, evidenciando que a cultura é também um importante vetor de desenvolvimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Programação Pernambuco Meu País Verão – Itamaracá:</strong></p>
<p><em><strong>30/01 &#8211; Sexta-feira</strong></em></p>
<p>18h &#8211; Coco Chinelo de Iaiá</p>
<p>19h &#8211; Carlinhos Bala</p>
<p>20h30 &#8211; Douglas Leon</p>
<p>22h30 &#8211; Caninana</p>
<p>00h30 &#8211; Natanzinho Lima</p>
<p><em>DJ Luan Sobral nos intervalos</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>31/01 &#8211; Sábado</strong></em></p>
<p>18h &#8211; Coco de Mulheres</p>
<p>19h &#8211; Lia de Itamaracá</p>
<p>20h30 &#8211; Gaby Amarantos</p>
<p>22h30 &#8211; Raphaela Santos</p>
<p>00h30 &#8211; Thiaguinho</p>
<p><em>DJ Vibra nos intervalos</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>01/02 &#8211; Domingo</strong></em></p>
<p>16h30 &#8211; Grêmio Recreativo Cultural e Arte Gigante do Samba</p>
<p>17h40 &#8211; Almir Rouche</p>
<p>19h40 &#8211; Ara Ketu</p>
<p>21h40 &#8211; É o Tchan</p>
<p>23h40 &#8211; Xanddy Harmonia</p>
<p><em>DJ Ari Falcão nos intervalos</em></p>
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		<item>
		<title>&#8220;Da Próxima Vez, o Fogo!&#8221;: Laos estreia exposição com ilustrações em bico de pena sobre identidade, cultura e memória afro-brasileiras</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 17:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artista visual Laos, da comunidade de Brasília Teimosa, no Recife, estreia a exposição “Da Próxima Vez, o Fogo!”, com 36 ilustrações em nanquim bico de pena. Com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122633" aria-labelledby="figcaption_attachment_122633" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Thiago-das-Mercês-foto-Mostra-“Da-Próxima-Vez-o-Fogo”-reúne-36-ilustrações-em-nanquim-bico-de-pena..jpg"><img class="size-medium wp-image-122633" alt="Foto: Thiago das Mercês/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Thiago-das-Mercês-foto-Mostra-“Da-Próxima-Vez-o-Fogo”-reúne-36-ilustrações-em-nanquim-bico-de-pena.-607x482.jpg" width="607" height="482" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Thiago das Mercês/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">O artista visual Laos, da comunidade de Brasília Teimosa, no Recife, estreia a exposição “Da Próxima Vez, o Fogo!”, com 36 ilustrações em nanquim bico de pena. Com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), além de parceria com a Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) e o Cais do Sertão, a mostra entra em cartaz na galeria Espaço Cactus, no térreo do museu, no dia 20 de janeiro (terça-feira), das 16h às 19h, e permanece no local até 15 de março deste ano. Durante a abertura, o próprio autor realiza uma visita guiada para o público, às 18h. A entrada é gratuita.</p>
<p dir="ltr">As obras autorais de arte da exposição trazem como referência o imaginário ancestral afro-brasileiro, mostrando a identidade negra, preservando memórias coletivas e destacando suas riquezas enquanto povo. A curadoria é assinada pela produtora cultural pernambucana Isabela Reis, com produção e comunicação da Afinco Produções. Praticamente todas as obras são em preto e branco. Do total delas, três têm um fundo aquarelado.</p>
<p dir="ltr">“Inspirada no livro ‘Da Próxima Vez, O Fogo’ (1963), de James Baldwin, a exposição também é pensada como gesto de reconexão e afirmação cultural, sobretudo porque as obras surgem de vivências pessoais de um homem negro periférico. Coletivamente, são símbolos, rostos e ritos que atravessam o tempo e o corpo”, declara Laos, que realiza a primeira exposição da carreira.</p>
<p dir="ltr">Vale dizer que a mostra fica aberta para visitação durante quase dois meses, nos horários e dias de funcionamento do Cais do Sertão: 10h às 16h (de terça-feira a sexta-feira); 13h às 18h (sábado e domingo); e toda última quinta-feira do mês as atividades são estendidas das 10h às 20h.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o artista</strong></p>
<p dir="ltr">Laércio Eduardo Nascimento, popularmente conhecido como Laos, também é ilustrador, tatuador e artesão. A sua arte pernambucana é feita a mão. Ao mesmo tempo, esse saber é um repasse do seu pai, que é sapateiro. Além do fato de aprender com a própria família, compartilhadora de conhecimento, experimenta técnicas manuais de desenho e dialoga com a tecnologia e suas mudanças e adaptações.</p>
<p dir="ltr">Laos destaca a pulsação poética e política da exposição, ampliando o sentido de liberdade e resistência presente nos traços. Essa vibração tem relação com o gênero musical jazz. &#8220;Pharoah Sanders (saxofonista), Alice Coltrane (pianista), John Coltrane (saxofonista e compositor) e os diálogos com a musicalidade de matriz afro-diaspórica são inspirações para o processo criativo do fazer das obras”, acrescenta.</p>
<p dir="ltr">As obras e produções artístico-culturais da autoria do recifense Laos reúnem ancestralidade, materialidade do corpo e resistência cultural como estudo e pautas principais, entre ilustração, pintura, gravura, instalações e colaborações no cinema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; Serviço:</em></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>Exposição “Da Próxima Vez, o Fogo!”</strong></p>
<p dir="ltr">Abertura: 20 de janeiro de 2026 (terça-feira), das 16h às 19h</p>
<p dir="ltr">Em cartaz: até 15 de março de 2026</p>
<p dir="ltr">Local: galeria Espaço Cactus (térreo do Cais do Sertão &#8211; endereço: Avenida Alfredo Lisboa, Bairro do Recife, Armazém 10)</p>
<p dir="ltr">Entrada: gratuita</p>
<p dir="ltr">Horário de funcionamento do Cais do Sertão: 10h às 16h (de terça-feira a sexta-feira);</p>
<p dir="ltr">13h às 18h (sábado e domingo); toda última quinta-feira do mês o horário é estendido das 10h às 20h.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco abre inscrições para os Ciclos Carnavalesco e Junino de Pernambuco 2026 (CAJU)</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 14:13:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120814" aria-labelledby="figcaption_attachment_120814" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Foto-Daniela-Pedrosa-Secult-PE-Fundarpe-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120814" alt="Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Foto-Daniela-Pedrosa-Secult-PE-Fundarpe-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), anuncia a abertura das inscrições para a seleção de propostas de artistas, grupos, coletivos, orquestras, trios pé-de-serra, quadrilhas juninas e agremiações tradicionais para compor as programações dos festejos dos Ciclos Carnavalesco e Junino de Pernambuco 2026 (CAJU). A convocatória disponibiliza submissões a partir desta quinta-feira (16), seguindo até as 16h59 do dia 14 de novembro, por meio do <a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2807/#info">Mapa Cultural de Pernambuco</a>.</p>
<p dir="ltr">“Estar na linha de frente da valorização da nossa cultura popular é um compromisso do Governo de Pernambuco. E é com esse espírito que realizamos mais uma ação conjunta, que fortalece a formação dos nossos ciclos festivos, como o Carnaval e o São João. O ‘CAJU’ propõe uma construção coletiva, abrindo caminhos e facilitando a participação de artistas, grupos e agremiações de todo o estado, com menos burocracia e mais acesso. É assim que a gente apoia, chega junto e movimenta a economia criativa em praticamente todos os municípios pernambucanos”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p dir="ltr">A convocatória é voltada à seleção de propostas artísticas para compor as programações dos festejos carnavalescos e juninos realizados ou apoiados pelo Governo do Estado, que buscam fortalecer, difundir e valorizar a produção cultural local. “A iniciativa integrada visa ampliar o acesso da população a diferentes linguagens culturais, além de fomentar trocas efetivas entre artistas, comunidades e saberes, incentivando a circulação de agentes culturais em diversos territórios de Pernambuco”, explica a diretora de Ações Culturais da Fundarpe, Carla Pereira.</p>
<p dir="ltr">O edital contempla artistas individuais, grupos, bandas, trios, coletivos e companhias, desde que seus representantes estejam devidamente habilitados. Podem participar Pessoas Físicas com mais de 18 anos, naturais de Pernambuco ou domiciliadas no estado há pelo menos um ano; Pessoas Físicas que possuam o título de Cidadania Pernambucana concedido pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe); Microempreendedores Individuais (MEIs) com Classificação Nacional das Atividades Econômicas (CNAE) compatível com a proposta inscrita; além de Pessoas Jurídicas de direito privado, com ou sem fins lucrativos, desde que possuam natureza cultural e atue em áreas como produção musical, agenciamento artístico ou segmentos afins.</p>
<div id="attachment_120815" aria-labelledby="figcaption_attachment_120815" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Foto-Daniela-Pedrosa-Secult-PE-Fundarpe.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120815" alt="A convocatória objetiva selecionar propostas de artistas, grupos, coletivos, orquestras, trios pé-de-serra, quadrilhas juninas e agremiações tradicionais para compor a programação dos festejos de Carnaval e São João do próximo ano I Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Foto-Daniela-Pedrosa-Secult-PE-Fundarpe-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A convocatória objetiva selecionar propostas de artistas, grupos, coletivos, orquestras, trios pé-de-serra, quadrilhas juninas e agremiações tradicionais para compor a programação dos festejos de Carnaval e São João do próximo ano I Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Refletindo a riqueza e diversidade dos ciclos festivos de Pernambuco, as categorias artísticas propostas pelo processo se dividem em dois blocos: para o Carnaval, serão selecionadas propostas nas áreas de Culturas Populares de Tradição Carnavalesca, Culturas Populares Diversas, Orquestras (de palco, de sopro e de frevo), Dança de Tradição Carnavalesca, Música de Difusão de Repertório Carnavalesco e Outros gêneros musicais. Já no ciclo junino, as categorias incluem Culturas Populares de Tradição Junina, Culturas Populares Diversas, Música de Difusão de Repertório Junino, Trios Pé-de-Serra, Quadrilha Junina e Outros gêneros musicais.</p>
<p dir="ltr">As propostas deverão ser inscritas exclusivamente por meio da plataforma Mapa Cultural de Pernambuco, mediante o cadastro do proponente como Agente Individual — mesmo no caso de propostas coletivas. Com isso, apenas inscrições vinculadas a perfis individuais serão aceitas, independentemente da natureza da proposta apresentada. Para os casos de dúvidas ou problemas técnicos com a plataforma, o suporte será prestado exclusivamente por meio do WhatsApp (81) 3184-3018 e pelo e-mail <a href="mailto:contato.mapacultural@secult.pe.gov.br">contato.mapacultural@secult.pe.gov.br</a>,  de segunda a sexta-feira, das 08h às 17h. Já sobre informações, dúvidas e outros esclarecimentos sobre a documentação exigida, os contatos podem ser feitos pelo e-mail <a href="mailto:contactacaofundarpe@gmail.com">contactacaofundarpe@gmail.com</a>, e o telefone (81) 3184-3015, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.</p>
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		<title>Festival de Circo do Brasil ganha programação na França</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 16:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com programação na França viabilizada através do apoio cultural do Governo do Estado de Pernambuco, através da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), com patrocínio do Ministério do Turismo do Governo Federal, o Festival de Circo do Brasil (FCB) se une ao Festival Europeia de Circo (L’Européenne de Cirque) [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120285" aria-labelledby="figcaption_attachment_120285" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-15-at-13.14.44.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120285" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-15-at-13.14.44-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Faminta-Lorena Zchaber</p></div>
<p>Com programação na França viabilizada através do apoio cultural do Governo do Estado de Pernambuco, através da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), com patrocínio do Ministério do Turismo do Governo Federal, o Festival de Circo do Brasil (FCB) se une ao Festival Europeia de Circo (L’Européenne de Cirque) e aporta em Toulouse, cidade do sul da França, para levar artistas brasileiros para apresentações especiais e estreias internacionais, de 17 a 28 de setembro. É a primeira vez que o evento, que nasceu em Recife há 21 anos e já impactou mais de 1 milhão de pessoas em Pernambuco, acontecerá em solo internacional, fechando a Temporada Cruzada Brasil-França 2025/Saison Croisée Brésil-France 2025.</p>
<p>A cooperação cultural entre os dois festivais é fruto de uma parceria firmada entre a Luni Produções, produtora cultural brasileira e realizadora do Festival de Circo do Brasil, e a La Grainerie, fábrica francesa de circo e artes itinerantes dedicada ao desenvolvimento do setor, com a colaboração da Ésacto’Lido &#8211; Escola Superior de Artes Circenses de Toulouse. “É um orgulho para nós realizar essa programação do Festival de Circo do Brasil pela primeira vez no exterior e a ideia é continuar esse movimento de internacionalização da nossa mostra nas próximas edições”, conta a produtora cultural da Luni, Karina Hoover.</p>
<p>Para os onze dias do evento, com curadoria de Danielle Hoover e Hélène Métailié, a grade nacional vai contar com espetáculos, oficinas, residências, cinema, música, artes visuais e gastronomia. O eixo curatorial deste ano é “Aldeia des Tous” (Aldeia de Todos), traz os temas sustentabilidade e democracia para o picadeiro. Aldeia de Tous é um neologismo que combina português e francês: &#8220;Aldeia&#8221; refere-se às localidades dos povos originários no Brasil e de “tous” traduzindo para o português significa de todos.</p>
<p>“A proposta é apresentar uma nova perspectiva sobre o circo brasileiro e suas diversas composições e atravessamentos. Destacando temas urgentes da contemporaneidade de forma transdisciplinar com outras linguagens artísticas”, destaca Danielle.</p>
<p><strong>Programação Cultural</strong></p>
<p>A programação cultural será iniciada em 19 de setembro, na La Grainerie, com a apresentação do novo projeto artístico Sarayvara, da Cia Nós No Bambu (DF). Trata-se do solo da multiartista Poema Mühlenberg que celebra seus 21 anos de carreira, tecendo uma trama de poesia que transita entre circo, dança e teatro. No dia 24, no mesmo local, será a primeira apresentação do espetáculo Idées pour Retarder la Fin du Monde, culminância do laboratório artístico inspirado na obra de Ailton Krenak e com direção artística de Duda Maia (Brasil) e Nicanor de Elia (França), que reúne seis jovens circenses, sendo três brasileiros (os pernambucanos Márcio Sá, Mainá Souza e Beatriz Nascimento) e três franceses (Meara Roach, Nicolas Moreno e Magdalena Hidalgo). A segunda apresentação da mostra acontecerá no dia 27, no Jardim de Vidailhan.</p>
<p>A La Grainerie também será palco dos espetáculos O Vazio é Cheio de Coisa, da Cia Nós No Bambu (DF), nos dias 25, 26 e 27, Faminta, com a performer Natasha Jascalevich e direção de Duda Maia (RJ), nos dias 26 e 28, e Assum Preto, do Coletivo Instrumento de Ver (DF) com o artista brasileiro radicado na Espanha Marco Motta, nos dias 27 e 28.</p>
<p>Solo estético e poético de Poema, o Vazio é Cheio de Coisa traz uma dança acrobática, onde um corpo humano e um bambu se bastam.Faminta explora a intrínseca relação entre comida e prazer feminino. Inspirado em duas canções a brasileira “Assum Preto”, de Luiz Gonzaga &amp; Humberto Teixeira, e a norte-americana “Blackbird”, de Nina Simone, Assum Preto propõe expressão do poder da arte para além do eurocentrismo, com contorção nos aparelhos aéreos em uma virtuose que transita entre as danças e músicas afro-diaspóricas. Inclusive, esse último é homônimo da exposição de pinturas que Marco Motta levará para o mesmo espaço que será sede do espetáculo. A vernissage será no dia 24, às 16h, e a exibição nos dias 23 (10h às 18h), 24 (10h às 22h), 26 (16h às 02h) e 28 (16h às 22h).</p>
<p>A La Grainerie recebe a programação musical que contempla dois concertos: Forrocitània, com Silvério Pessoa (PE), acompanhado por músicos nordestinos, e banda La Talvera (FRA), no dia 27, e Trio Brasília Afro Jazz, do Coletivo Instrumento de Ver (DF). O primeiro celebra a parceria de mais de um década de Silvério com o grupo francês, que traz hibridismo musical, diálogos entre acordeões diatônicos e cromáticos, flautas medievais, viola de 12 nordestina, textos sobre a cultura de cada povo em línguas diferentes. Já o segundo é uma banda de jazz afro-brasileira que explora diversas sonoridades percussivas que se unem à delicadeza dos instrumentos de sopro e a um baixo marcante através de repertório autoral e releituras.</p>
<p>A programação ainda conta com um intercâmbio gastronômico Pernambuco Chez Toulouse entre os chefs César Santos (PE) e Emanuel Broda-Morhange (FRA). A ação acontecerá no restaurante Les Cornichons, na La Grainerie, e proporcionará um cardápio com a fusão das duas cozinhas, unindo ingredientes do Nordeste aos elementos da escola francesa. No dia 25, terá uma noite especial da culinária pernambucana.</p>
<p>A Ésacto’Lido recebe o Cine Circo, com a apresentação exclusiva de curtas-metragens do Coletivo Instrumento de Ver (DF), no dia 25. Logo após a exibição dos filmes, acontecerão debates com o público sobre o processo criativo e entrelaçamentos entre as linguagens circense e audiovisual.</p>
<p><strong>Programação formativa</strong></p>
<p>Ao longo da programação artística serão realizados laboratórios e residências entre artistas brasileiros e franceses. Além do laboratório artístico Aldeia de Tous, que resultará na apresentação Idées pour Retarder la Fin du Monde, e da residência de criação de Sarayvara com Poema Mühlenberg, a grade formativa apresenta o laboratório de pesquisa artística de skate e acrobacia circense Hyperboles, da Cie SCoM (FRA), no dia 25, no Skatepark de Argoulets.</p>
<p>Ainda na grade formativa do festival, o workshop Lab Bambou, da Cia Nós No Bambu (DF), que trará a experiência da criação de formas simples de bambu e a exploração das possibilidades de interação do corpo com essas formas. A oficina é direcionada para estudantes da Ésacto’Lido e acontecerá na própria escola.</p>
<p>Na temporada do Brasil na França, dois pernambucanos farão visitas técnicas a várias escolas e espaços dedicados ao circo na França. São eles, a aerialista, rigger, produtora cultural, professora e fundadora do Casulo &#8211; Artes Circenses, espaço dedicado ao ensino, pesquisa e criação em circo, no Recife, Malu Vieira, e o diretor circense, produtor cultural, educador social, pesquisador e palhaço, Boris Trindade Júnior, o Borica.</p>
<p><strong>Temporada Cruzada Brasil-França/França-Brasil 2025</strong></p>
<p>Lançada por Emmanuel Macron e Luiz Inácio Lula da Silva, a Temporada Cruzada Brasil-França 2025 / Saison Croisée Brésil-France 2025 celebra os 200 anos de relações bilaterais e tem como objetivo fortalecer os laços entre os dois países. Estruturada em torno de três grandes eixos — Clima e Transição Ecológica; Diversidade das Sociedades e Diálogo com a África; Democracia e Estado de Direito —, a iniciativa também busca dinamizar a cooperação em áreas como cultura, economia, pesquisa, educação e esporte, com atenção especial à juventude e aos intercâmbios profissionais. A temporada ocorrerá entre abril e setembro de 2025 na França e entre agosto e dezembro do mesmo ano no Brasil.</p>
<p>“Da missão artística de Debret à voz de Ailton Krenak, a Temporada 2025 honra uma trajetória de fascínio e enriquecimento mútuo”, afirma Emmanuel Lenain, Embaixador da França no Brasil.</p>
<p>A Temporada está coordenada pelo Institut Français e o Instituto Guimarães Rosa em estreita colaboração com as Embaixadas da França no Brasil e do Brasil na França, sob a autoridade dos ministérios das Relações Exteriores e da Cultura de ambos os países. Os comissários são Anne Louyot (programação no Brasil) e Emilio Kalil (programação na França).</p>
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		<title>Palco Pernambuco Meu País celebra manifestações afro-brasileiras em noite dedicada às culturas populares e ao samba</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Aug 2025 19:23:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119913" aria-labelledby="figcaption_attachment_119913" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119913" alt="Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p><strong>Na palma da mão e no gingado dos pés</strong> – Neste sábado (23), em Gravatá, o palco Pernambuco Meu País celebrou as manifestações afro-brasileiras ao dedicar sua programação às culturas populares e ao samba. Com shows do Afoxé Omim Sabá, Lucas dos Prazeres, Gerlane Lops, Diogo Nogueira e Alexandre Pires, a noite foi marcada por ritmos tradicionais, fazendo o público do Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar cair na dança e cantar junto.</p>
<p>Abrindo os caminhos do segundo dia de atividades no coração do festival, diretamente de Recife, o Afoxé Omim Sabá encantou os espectadores ao trazer a cultura afro-religiosa ao palco, ecoando os sons dos agbês, atabaques, agogôs e mais. Com um figurino em tons de azul, verde, branco e prata, em referência à Iemanjá, o grupo apresentou faixas que trabalham temas como a ancestralidade, as lendas dos Orixás e a luta do povo negro por igualdade.</p>
<p>“O Festival Pernambuco Meu País se torna um marco de valorização da cultura popular e coloca o nosso Estado à frente de todo o processo de luta contra a discriminação racial e a intolerância religiosa”, destacou o babalorixá Marcos Silva, fundador do afoxé, em coletiva.</p>
<p>Em seguida, hasteando a bandeira “Pernambuco Nação Percussiva”, do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba, além de reverenciar grandes nomes, como Solano Trindade, Aurinha do Coco, Conceição dos Prazeres, matriarca da sua família, e Naná Vasconcelos, um dos homenageados na edição 2024 do festival.</p>
<p>“Nós vivemos uma noite de celebração à diversidade cultural. Acredito e sinto o palco Pernambuco Meu País como um espaço do ineditismo, onde as surpresas acontecem, revelando um futuro ancestral de novas possibilidades. Por isso, vida longa!”, desejou Lucas dos Prazeres, em entrevista à imprensa.</p>
<div id="attachment_119914" aria-labelledby="figcaption_attachment_119914" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.31.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119914" alt="Do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.31-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba</p></div>
<p>No meio da noite, a virada do pandeiro se deu com o show da intérprete, compositora e percussionista pernambucana, Gerlane Lops, representando a influência e força do samba em Pernambuco. Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco.</p>
<p>Em sequência ritmada, foi a vez do cantor e compositor Diogo Nogueira abrilhantar a noite. Homenageando grandes artistas do ritmo, como Beth Carvalho, Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho, Alcione e seu próprio pai, João Nogueira, o artista carioca emocionou e chamou o público para cantar junto. No setlist, faixas de sucesso nacional, como “Andanças”, “Será Que É Amor”, “Meu Lugar”, “Maneiras”, “Não Deixe o Samba Morrer” e mais. Destaque para demais canções em versão de samba, como “Sangrando”, de Gonzaguinha, e a homenagem a Pernambuco, ao entoar “Frevo Mulher”, de Zé Ramalho.</p>
<div id="attachment_119915" aria-labelledby="figcaption_attachment_119915" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119915" alt="Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação de Gerlane Lops encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação de Gerlane Lops encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco</p></div>
<p><em><strong>Em entrevista ao Cultura PE</strong></em>, o sambista destacou a importância da cultura comunitária, popular e ancestral – pilares que atravessam sua trajetória e se conectam diretamente com os valores do festival, como a valorização, a imersão e o resgate das diferentes manifestações culturais.</p>
<p>“Reverenciar os ancestrais é de uma importância imensa. Acredito que, se eu estou aqui, é porque os ancestrais construíram toda uma história para estarmos aqui. Então, para mim, a força ancestral é o que faz a diferença para a gente ter o povo cantando, feliz, curtindo todo o nosso trabalho e tudo aquilo que a gente faz. A importância é gigantesca, maior de todas!”, destacou.</p>
<p>Questionado sobre a sua relação com Pernambuco – que inclui a sua participação no Festival Pernambuco Meu País na edição 2024, em Pesqueira –, Diogo foi enfático: “Pernambuco é um país maravilhoso, multicultural! Um lugar mais lindo de se ver, estar presente. Eu amo Pernambuco e espero voltar todo ano!”, finalizou, com emoção.</p>
<p>Encerrando com chave de ouro, o show de Alexandre Pires foi um verdadeiro espetáculo de celebração ao samba. Logo na abertura, o público entoou em coro a clássica “Domingo”. Na sequência, o repertório passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim.</p>
<div id="attachment_119916" aria-labelledby="figcaption_attachment_119916" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.33.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119916" alt="Alexandre Pires trouxe um repertório que passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.33-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alexandre Pires trouxe um repertório que passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim</p></div>
<p>Alexandre também apresentou o projeto Pagonejo Bão, que mistura o samba com influências sertanejas. A apresentação contou com uma formação afiada, incluindo três backing vocals que, além de cantar, dançavam em sintonia com o cantor – destaque também para as trocas de figurino que acompanharam cada bloco musical. O ponto alto da noite foi a participação especial de Gerlane Lops, que voltou ao palco para cantar “Não Deixe o Samba Morrer”, em uma emocionante homenagem a Alcione, finalizando a noite em reverência ao samba e às suas grandes vozes.</p>
<p>Neste domingo (24), terceiro e último dia de programação do palco Pernambuco Meu País, sobem ao palco a Família Salustiano e a Rabeca Encantada, Chico Chico, Lenine, Biquini e Marcelo Falcão, além do DJ 440 com o Som na Rural nos intervalos. Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o <a href="instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a>, e no <a href="instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</p>
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		<title>Em Gravatá, Festival Pernambuco Meu País dá início à programação com noite dedicada às vertentes do forró e adesão total do público</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Aug 2025 15:09:21 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119895" aria-labelledby="figcaption_attachment_119895" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-115828.png"><img class="size-medium wp-image-119895" alt="Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-115828-607x397.png" width="607" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Pé de serra, universitário, eletrônico e mais – Nesta sexta-feira (22), em Gravatá, o Festival Pernambuco Meu País deu início à programação de imersão na cultura pernambucana com noite dedicada às vertentes do forró, ritmo fincado nas raízes do Nordeste. Com shows de Fagner Chagas, PV Calado, Mara Pavanelly, Dorgival Dantas e Tarcísio do Acordeon, o quinto município-sede do evento demonstrou adesão total do público ao lotar o Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, com o palco Pernambuco Meu País.</p>
<p>“Viva o Festival Pernambuco Meu País! Um evento criado para o povo, em um momento em que Pernambuco pulsa cultura, tradição e história. Tragam a família e venham celebrar com a gente: hoje é dia de forró, amanhã tem samba, e no domingo tem muito mais. Minha gratidão a todos que ajudaram a construir esse espetáculo incrível”, celebrou a governadora Raquel Lyra, em fala oficial na abertura.</p>
<p>Por volta das 18h30, o espetáculo Pernambuco Meu País, responsável por abrir oficialmente a programação do festival nos municípios-sedes desta edição, emocionou ao trazer diversos artistas do Estado que, juntos em cena, homenagearam mestres e mestras da tradição pernambucana. Com direção coreográfica de Maria Paula Costa Rêgo, trilha sonora dirigida por Maciel Salu e projeção digital de Gabriel Furtado, a obra encantou o público por celebrar a identidade cultural e a força nordestina.</p>
<p>“Nos inspiramos nas tradições populares e em nossos mestres, que nos apresentam espetáculos inusitados, com regras, estéticas e formas próprias de brincar. Queríamos homenagear essa maneira simples e eficaz de fazer arte, que é tão característica das nossas brincadeiras populares”, detalhou Maria Paula, em coletiva.</p>
<p>Em seguida, foi a vez da cultura local subir ao palco, com o gravataense Fagner Chagas, que trouxe a sanfona e zabumba, mesclando com instrumentos eletrônicos, e um repertório repleto de hits com o melhor do forró tradicional. Muito pé de serra e bailarinos a caráter – em homenagem ao cangaço –, o cantor chamou o público para cantar junto com faixas clássicas, como “É Proibido Cochilar”, “Seis Cordas”, “Forrobodó”, “Pedras Que Cantam” e versões de músicas originalmente de outros estilos em forró, como “Anunciação”, de Alceu Valença.</p>
<div id="attachment_119896" aria-labelledby="figcaption_attachment_119896" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-115950.png"><img class="size-medium wp-image-119896" alt="O espetáculo Pernambuco Meu País, responsável por abrir oficialmente a programação do festival nos municípios-sedes desta edição, emocionou ao trazer diversos artistas do Estado que, juntos em cena, homenagearam mestres e mestras da tradição pernambucana" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-115950-607x391.png" width="607" height="391" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo Pernambuco Meu País, responsável por abrir oficialmente a programação do festival nos municípios-sedes desta edição, emocionou ao trazer diversos artistas do Estado que, juntos em cena, homenagearam mestres e mestras da tradição pernambucana</p></div>
<p>Logo em seguida, a pegada do forró estilizado tomou conta do palco Pernambuco Meu País, com o recifense, mas radicado em Caruaru há mais de dez anos, PV Calado. Ninguém ficou parado com um giro nos sucessos do estilo nas plataformas de streaming e homenagens aos mestres do forró, além das canções autorais do artista, como o hit “Deixa Eu Te Esquecer Primeiro”.</p>
<p>Com o público já embalado pelo ritmo, foi a vez da cantora Mara Pavanelly passear por grandes clássicos, explorando junto ao seu repertório a força do forró eletrônico. Com trajetória marcante em grupos como Forrozão Tropykália, Garota Safada e Furacão do Forró, Mara Pavanelly apresentou seu projeto solo em um show nostálgico e cheio de energia.</p>
<p>Trazendo sua poesia cantada, sanfona sempre em mãos e um xote romântico, Dorgival Dantas emocionou ao subir ao palco com “Tarde Demais”, fazendo o público responder em coro ao verso “agora posso estar de frente a você”, num dos momentos mais marcantes da noite. O artista seguiu o show com um repertório de sucessos que atravessou gerações, com faixas como “Destá”, além de apresentar um pout-pourri animado em ritmo de quadrilha, com releituras de clássicos como “Anna Júlia”, do grupo Los Hermanos.</p>
<p>Também com a sanfona em mãos, coube a Tarcísio do Acordeon encerrar a noite com a energia e o ritmo pulsante do piseiro, abrindo seu show com o hit “Proteção de Tela”. O artista comandou uma apresentação vibrante e cheia de emoção. Entre solos marcantes, sucessos autorais e homenagens aos clássicos, ele surpreendeu ao chamar Mara Pavanelly de volta ao palco para cantar “Planeta de Cores”. O público seguiu firme até o início da madrugada, cantando junto hits como “Meu Sonho” e “Quatro Semanas de Amor”, num encerramento à altura da grande celebração ao forró promovida pelo festival.</p>
<div id="attachment_119897" aria-labelledby="figcaption_attachment_119897" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-120807.png"><img class="size-medium wp-image-119897" alt="Dorgival Dantas seguiu o show com um repertório de sucessos que atravessou gerações, com faixas como “Destá”, além de apresentar um pout-pourri animado em ritmo de quadrilha, com releituras de clássicos como “Anna Júlia”, do grupo Los Hermanos" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-120807-607x394.png" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">Dorgival Dantas seguiu o show com um repertório de sucessos que atravessou gerações, com faixas como “Destá”, além de apresentar um pout-pourri animado em ritmo de quadrilha, com releituras de clássicos como “Anna Júlia”, do grupo Los Hermanos</p></div>
<p>Neste sábado (23), o palco Pernambuco Meu País segue animando e ecoando música para toda a cidade a partir das 18h30, com atrações como Afoxé Omim Sabá, Lucas dos Prazeres, Gerlane Lops, Diogo Nogueira e Alexandre Pires. Nos intervalos, o DJ João Guerra promete mandar a energia do público lá em cima em um set especial no Som na Rural. Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o <a href="instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a>, e no <a href="instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</p>
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		<title>Encontro dos Maracatus de Baque Solto celebra cultura, história e ancestralidade</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 16:17:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Prefeitura de Nazaré da Mata (Zona da Mata Norte) divulgou todos os detalhes da programação oficial do Encontro dos Maracatus de Baque Solto, tradição que acontece sempre na segunda-feira e na Terças-Feira de Carnaval. A iniciativa, que conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116380" aria-labelledby="figcaption_attachment_116380" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-08.27.27.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116380" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-08.27.27-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu</p></div>
<p>A Prefeitura de Nazaré da Mata (Zona da Mata Norte) divulgou todos os detalhes da programação oficial do Encontro dos Maracatus de Baque Solto, tradição que acontece sempre na segunda-feira e na Terças-Feira de Carnaval. A iniciativa, que conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Turismo e Lazer (Setur-PE) e Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), reúne mais de 30 grupos culturais.</p>
<p>Em 2025 a festa, que tem como tema O Som do Maracatu É o Coração de Nazaré, é realizada nos dias 3 e 4 de março. Destaque desta edição é o retorno do evento, após muitos anos, para Praça João XXII, conhecida como Praça da Catedral. A programação é gratuita e aberta ao público.</p>
<p>O evento, que é tradição no calendário estadual de cultura, homenageia este ano o mestre Barachinha, do Maracatu Estrela Brilhante de Buenos Aires; e a mestra Gil, primeira poeta popular de versos de improviso, que ocupou, por décadas, o papel de mestra no Maracatu Feminino Coração Nazareno, da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (Amunam).</p>
<p>No Encontro dos Maracatus de Baque Solto 2025 participam mais de 30 grupos de diferentes cidades da região. Além de Nazaré da Mata, integram a programação maracatus rurais dos municípios de Vitória de Santo Antão, Tracunhaém, Timbaúba, Carpina, Aliança, Condado, Lagoa de Itaenga, Buenos Aires, Chã de Alegria, Itambé, Ferreiros, Glória do Goitá, Araçoiaba, Lagoa do Carro e Itaquitinga.</p>
<p>A cultura popular do maracatu rural, segundo relatos históricos, surgiu na região canavieira, em meados do século 19, nos engenhos de cana-de-açúcar da região, pelos povos africanos trazidos à força para o Brasil e que trabalhavam escravizados.</p>
<p>Com a Abolição da Escravatura, em 1888, muitas dessas pessoas foram para a cidade grande. As que ficaram no interior e nas localidades rurais ganharam pequenos pedaços de terra para construírem sua casa, porém, continuaram trabalhando na lavoura de cana-de-açúcar. Os negros, após libertados, passaram a ser, juntamente com índios, caboclos e brancos pobres, protagonistas criadores da história e da cultura brasileiras.</p>
<p>Apesar de todo o sofrimento causado pelas péssimas condições de trabalho e moradia que estão ligadas à escravidão, a população negra contribuiu muito para o desenvolvimento do Brasil e ajudou na formação de nossa cultura, através das suas danças, músicas e costumes, como fazem os bricantes dos grupos de maracatus de baque solto, que resistem até os dias atuais, atravessando várias gerações.</p>
<p>Em Nazaré da Mata há 19 grupos. A brincadeira popular, que surgiu no terreiros dos canais, tem em sua representação figuras e personagens que remetem à cultura africana, indigena e europeia, a exemplo da Corte. Caterina (ou Catita), Mateus e a Burra são os abre-alas da brincadeira.</p>
<p>Em seguida entram em cena dois cordões de Caboclos de Lança, que são comandados pelo Mestre de Caboclaria, juntamente com dois cordões de Baianas (baianal) e os Caboclos a Reamar (também chamados de Caboclo de Pena). Integram o grupo o Estandarte, o Porte-Estandarte e os componentes da Corte. A Dama do Buquê, Rainha e Rei, Escravo com o Palio, Menino da Boneca (ou Dama do Passo) e a Boneca de Pano Preta.</p>
<p>Para além da beleza dos personagens, outra marca registrada é o Mestre, Contramestre e a Orquestra. Essa Orquestra é composta pelo terno, formado pelos instrumentos caixa, ganzá e bombinho, cuíca ou porca, além do gongué.</p>
<p>A Orquestra (ou Terno), também é composta por instrumentos de sopro como saxofone, trompete, trombone, pistão e clarinete.</p>
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		<title>Praça do Frevo, em Nazaré da Mata, celebra o Carnaval com 30 horas dedicadas ao ritmo Patrimônio da Humanidade</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 15:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116376" aria-labelledby="figcaption_attachment_116376" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-08.26.29.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116376" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-08.26.29-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro Forró</p></div>
<p>A Praça Herculano Bandeira, conhecida como Praça do Frevo, no Centro do município de Nazaré da Mata (Zona da Mata Norte), é palco de uma celebração única durante o Carnaval 2025. Desde 2010, a Praça do Frevo se consolida como um polo cultural dedicado à preservação e valorização do frevo, ritmo que, junto com a cultura centenária do maracatu rural, compõe a identidade cultural da cidade.</p>
<p>Este ano a gestão municipal preparou uma programação especial, que começa no domingo (2) e segue até a terça-feira (4), com atrações que prometem agitar os foliões e celebrar o gênero que é símbolo do Carnaval pernambucano. O polo cultural conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Turismo e Lazer (Setur-PE) e Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur).</p>
<p>Destaque para as orquestras de Frevo Capa Bode e Revoltosa, duas instituições que carregam a história e a alma do frevo. A Orquestra Capa Bode, Patrimônio Vivo e Ponto de Cultura do Estado desde 1888, e a Orquestra Revoltosa, em atividade desde 1915, são verdadeiras guardiãs do gênero, mantendo viva a chama dessa expressão cultural que transcende gerações.</p>
<p>Outro momento aguardado é a estreia do Maestro Forró na programação carnavalesca da Praça do Frevo. Com um repertório que mistura tradição e inovação, o artista promete levar ao público uma apresentação inesquecível marcando sua primeira participação no evento.</p>
<p>Ao todo são 15 atrações ao longo dos três dias de evento somando mais de 30 horas de puro frevo. &#8220;A Praça do Frevo é um espaço que há 14 anos promove a cultura local. Temos muito orgulho de reforçar seu papel como um polo cultural exclusivo para os amantes do ritmo. Enquanto gestão temos o compromisso de preservar e valorizar essa manifestação artística que é orgulho de Nazaré da Mata e de Pernambuco&#8221;, destacou o secretário de Cultura e Turismo municipal, Washington Dário.</p>
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