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	<title>Portal Cultura PE &#187; Encontro de Violeiros</title>
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		<title>FPNC realizou Encontro de Violeiros em Vicência</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 18:04:12 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5081" aria-labelledby="figcaption_attachment_5081" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/violeiros.jpg"><img class="size-medium wp-image-5081" alt="Hino Aguiar e Mocinha de Araçoiaba (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/violeiros-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Hino Aguiar e Mocinha de Araçoiaba (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p>Por Maria Peixoto</p>
<p>Ontem (5/4), em frente ao Mercado das Artes, em Vicência, dois violeiros cantavam. Essa cena deve ser até bem corriqueira pra cidade, assim como para todo município do interior. A diferença é que os cantadores tinham destaque no palco armado pelo FPNC. Os senhores, todos de chapéu, que estavam na praça pararam pra olhar; os que passavam de moto e de bicicleta também. Assim como três professoras da cidade, que já sabiam da programação do festival e foram pra praça só pra prestigiar o evento. Dizia uma delas, a professora de história Nilzete Capitulino, 44, sobre o evento: “Tem que ter, pras pessoas não esquecerem da nossa cultura”.</p>
<p>A dupla de cantadores entoou primeiro em sextilha, depois partiram pro mourão perguntado, que era mais ou menos assim: um dizia um verso, o outro respondia e eles tinham que terminar a estrofe com a frase: “Isso é mourão perguntado, isso é responder mourão”. Então eles cantavam: “Meu gado, falta ração, tá tudo desmantelado. Isso é mourão perguntado, isso é responder mourão”. Um dos temas recorrentes puxados por Mocinha foi a afirmação da mulher, ela dizia que quer “Botar as mulheres lá em cima”, e brincava: “Eu num tenho que defender minha parte não, é?”.</p>
<p>Enquanto Mocinha de Araçoiaba e Hino Aguiar cantavam suas “saudades e a dor que o peito sente”, tinha também uma menininha de 8 anos filmando tudo. Era Sabrina, neta de dona Mocinha. Enquanto a avó, que começou no repente com 18 anos, cantava “Eu também vim mostrar que mulher tem conhecimento”, a neta aprendia. Depois que Dona Mocinha e Hino fizeram muitos improvisos falando da cultura pernambucana, do sofrimento da seca e do trabalhador rural, fui perguntar a dona Mocinha daquela menina atenta, sua neta. Ela disse “Ela é doida por maracatu e cantoria. Vai cantar também quando crescer”. A senhora vai ensinar?, perguntei. “Eu tenho 17 netos, num tem um que cante, isso num se ensina não, isso é um dom”.</p>
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