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	<title>Portal Cultura PE &#187; Encontro Juventude Arte e Culturas Indígenas</title>
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		<title>Com festa e dança, termina o encontro indígena do FPNC Agreste Central</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Aug 2012 21:08:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O dia foi também de compartilhamento da oficinas da semana Por Chico Ludermir Depois de cinco dias de rodas de diálogo, rituais e oficinas, o Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas chegou ao fim, nesta sexta-feira (17). Como não podia deixar de ser, o dia de encerramento foi de festa e dança. Primeiro com o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5562" aria-labelledby="figcaption_attachment_5562" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/foto-indios-1024x682.jpg"><img class="size-medium wp-image-5562" alt="Todas as etnias de Pernambuco estiveram reunidas no mesmo toré. Foto: (Chico Ludermir)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/foto-indios-1024x682-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Todas as etnias de Pernambuco estiveram reunidas no mesmo toré. Foto: (Chico Ludermir)</p></div>
<p><em>O dia foi também de compartilhamento da oficinas da semana</em></p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>Depois de cinco dias de rodas de diálogo, rituais e oficinas, o Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas chegou ao fim, nesta sexta-feira (17). Como não podia deixar de ser, o dia de encerramento foi de festa e dança. Primeiro com o samba de coco Raízes de Ororubá, banda centenária Xukuru e, ao final, com um toré que reuniu representantes de todas as etnias de Pernambuco.</p>
<p>A sexta também foi o momento de compartilhamento das oficinas. Alunos e professores apresentaram produtos de artesanato, como esteiras de palha de bananeira, barretinas (chapéus de palha), jupagos (cajados de madeira) e pratos e esculturas de barro.</p>
<p>O clima de satisfação se refletia no rosto dos presentes. Dona Zenilada, anfitriã, considerada a mãe do povo Xukuru ,se disse muito emocionada e satisfeita. Seu neto, David Rian, que participou das oficinas e rodas, resumiu a sua experiência: “Esse encontro foi muito importante para todo mundo, em especial para os jovens. Tivemos a oportunidade de trocar e aprender com as outras 11 etnias do Estado”.</p>
<p>Henry Pereira, da coordenação de Povos Tradicionais da Secretaria de Cultura de Pernambuco, destacou a criação da Comissão Estadual de Juventude Indígena como ponto alto da semana. “O grupo criado no último dia foi reflexo do sucesso das atividades com os jovens”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Discutindo direitos indígenas</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Aug 2012 14:08:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na aldeia Capim de Planta, a noite de quinta (16/8) debateu possíveis retrocessos legais nas questões indígenas  Por Chico Ludermir Depois de um dia repleto de oficinas e torés, a última roda de diálogos do Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas, em Pesqueira, trouxe à tona discussões recentes sobre os direitos dos índios. O estudante [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Na aldeia Capim de Planta, a noite de quinta (16/8) debateu possíveis retrocessos legais nas questões indígenas</em><em> </em></p>
<div id="attachment_5609" aria-labelledby="figcaption_attachment_5609" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7801922786_96d6ce39cc_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5609 " alt="Na aldeia Capim de Planta, a noite de quinta (16/8) debateu possíveis retrocessos legais nas questões indígenas" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7801922786_96d6ce39cc_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Na aldeia Capim de Planta, a noite de quinta (16/8) debateu possíveis retrocessos legais nas questões indígenas. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>Depois de um dia repleto de oficinas e torés, a última roda de diálogos do Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas, em Pesqueira, trouxe à tona discussões recentes sobre os direitos dos índios. O estudante de direito Guilherme Xukuru, o presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) Saulo Feitosa e o engenheiro do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) Iran Ordonio alertaram sobre ”retrocessos legais” que podem vir a interferir nos territórios das aldeias.</p>
<p>Sobrinho do falecido cacique Chicão, Guilherme hoje estuda direito em Caruaru. De volta ao seu povo, de quem não se distanciou, explicou às 12 etnias presentes as propostas da Portaria 303 da Advocacia Geral da União, AGU. Segundo sua interpretação, este documento, em análise até o dia 17 de setembro de 2012, pode retirar direitos adquiridos ao longo de mais de três décadas de luta, tais como consulta prévia nas intervenções do Estado nos territórios demarcados e até mesmo suspensão de novas demarcações.</p>
<p>“Essa portaria é um regresso nas nossas conquistas. Os latifundiários já atacaram os índios, assassinando, criminalizando e agora com esse tipo de política”, afirmou ele, alegando ainda que a 303 desrespeita a constituição e declarações de organizações internacionais como a ONU e a OIT. “Temos que nos organizar. Não podemos nos calar”, clamou ao final.</p>
<p>O presidente do Cimi, que veio de Brasília especialmente para a roda, está confiante na revogação da portaria, desde que as etnias continuem na luta. “Estão querendo instigar novos conflitos. A arma que a gente tem é a organização”, afirmou. “Essa portaria e algumas emendas desrespeitam nossa história. A juventude é muito importante nesse processo”, finalizou Iran, do IPA, instigando os jovens a escreverem um documento e se movimentarem também nas redes sociais.</p>
<p>O Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas, que integra o Festival Pernambuco Nação Cultural, segue até esta sexta-feira (17/8), no território Xukuru, em Pesqueira, com oficinas, apresentações culturais e mais roda de diálogo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cuidando do futuro dos povos indígenas</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Aug 2012 13:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Além da roda de diálogo, oficinas de artesanato e um toré abriram encontro em Pesqueira Por Chico Ludermir No Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas, em Pesqueira, também foram iniciadas ontem (14/8) atividades de formação cultural, com oficinas de artesanato para a população local. Divididas em quatro tipos, segundo o material utilizado,  os alunos começaram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5663" aria-labelledby="figcaption_attachment_5663" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7784489500_eec78cb97f_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5663" alt="Mãe do cacique Marcos Xucuru, Dona Zenilda sempre aconselha os jovens do seu povo. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7784489500_eec78cb97f_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mãe do cacique Marcos Xucuru, Dona Zenilda sempre aconselha os jovens do seu povo. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<p><em>Além da roda de diálogo, oficinas de artesanato e um toré abriram encontro em Pesqueira</em></p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>No Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas, em Pesqueira, também foram iniciadas ontem (14/8) atividades de formação cultural, com oficinas de artesanato para a população local. Divididas em quatro tipos, segundo o material utilizado,  os alunos começaram a aprender técnicas em madeira, palha de coqueiro, palha de bananeira e barro.</p>
<p>Da árvore Pítia, retirada na lua minguante das matas da Serra Ororubá, onde se localiza o território do povo Xukuru, foram feitos diversos arcos. Durante a oficina de artesanato em madeira, os alunos aprenderam a medir, serrar e descascar as toras que servem de matéria-prima para o arco-e-flecha, um dos maiores símbolos indígenas. Gil Xukuru, professor de arte há oito anos, é um dos três oficineiros. Ele afirmou que o momento era de fortalecimento da sua cultura. “Estamos aprendendo um pouco mais sobre nossas raízes”, reforçou Lucas Rafael, um dos 75 alunos, enquanto terminava de lixar o arco.</p>
<p>João Carlos Xukuru estava à frente da oficina de artesanato com palha de coqueiro. Com ela se faz a barretina, espécie de chapéu, típico do povo Xukuru. “Ela é símbolo da nossa etnia. É com ela que dançamos o toré, ritmo sagrado”, explicou. Da palha de bananeira rapidamente se confeccionaram esteiras e do barro, serão fabricados pratos e panelas.</p>
<div id="attachment_5668" aria-labelledby="figcaption_attachment_5668" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Encontro-indígenas_Barretina.jpg"><img class="size-medium wp-image-5668" alt="Primeiro dia do evento terminou com toré coletivo (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Encontro-indígenas_Barretina-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Primeiro dia do evento terminou com toré coletivo (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><strong><br />
Apresentações: <a title="http://www.youtube.com/watch?v=GtZuEprU4lc" href="http://www.youtube.com/watch?v=GtZuEprU4lc" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=GtZuEprU4lc</a> </strong></p>
<p>O final da tarde de terça (14/8), durante o encontro em Pesqueira, foi ao som do toré. O ritmo sagrado dançado em roda foi apresentado pelos Fulni-ô, único povo do Nordeste que ainda se comunica na língua Yathê. Depois de apresentados, Morcego, Gavião, Peixe, Louro e Pássaro Sagrado (tradução de seus nomes) dançaram em ritual e, na sequência, convidaram todos para se juntar a eles. O mesmo fez o povo Atikum e Pipipã, numa pisada marcada com o pé direito.</p>
<div style="text-align: center;"> <a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7784445112_c58f82244c_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5673" alt="7784445112_c58f82244c_z" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7784445112_c58f82244c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></div>
<p><strong> </strong><strong>Quarta-feira, 15</strong></p>
<p>Nesta quarta-feira (15/8), a programação começa às 8h30 com o Ritual do Membi do povo Xukuru, seguido pelas oficinas de teatro e cineclubismo, além da roda de diálogo intitulada “O artesanato como prática na educação escolar indígena”. Durante a tarde, se apresentam os grupos Tuxá e Pankararu e, à noite, entra em cena o teatro dos Kambiwá e a apresentação cultural dos Truká.</p>
<p>Em respeito ao falecimento de Dona Maria Assunção Balbino, liderança da aldeia Capim de Planta que morreu aos 72 anos, a programação foi adaptada. As ações da última segunda-feira (13/8) e da manhã de ontem (14/8) foram distribuídas entre os demais dias.</p>
<p>A programação do encontro vai até a próxima sexta-feira (17/8) e faz parte do Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Central. Todas as atividades são abertas ao público em geral.<em id="__mceDel"></em></p>
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		<title>Festival mostra a força dos povos indígenas</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Aug 2012 12:09:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Encontro que vai até sexta (17/8) coloca em debate o futuro das etnias pernambucanas, através dos jovens Por Chico Ludermir Pedindo força aos encantados, o cacique Marcos Xukuru abriu ontem (14/8), em Pesqueira, o Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas na aldeia Capim de Planta, umas das 24 do seu povo. Compondo a mesa de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5678" aria-labelledby="figcaption_attachment_5678" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Encontro-Indígena_Xukuru.jpg"><img class="size-medium wp-image-5678" alt="Índios de várias aldeias do estado participam do encontro (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Encontro-Indígena_Xukuru-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Índios de várias aldeias do estado participam do encontro (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Encontro que vai até sexta (17/8) coloca em debate o futuro das etnias pernambucanas, através dos jovens</em></p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>Pedindo força aos encantados, o cacique Marcos Xukuru abriu ontem (14/8), em Pesqueira, o Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas na aldeia Capim de Planta, umas das 24 do seu povo. Compondo a mesa de abertura estavam reunidos representantes de todas as etnias indígenas de Pernambuco. Além dos anfitriões, Atikum, Tuxá, Truká, Pankará, Pankararu, Entre Serras Pankararu, Pankaiwká, Kambiwá, Kapinawá, Fulni-ô, Pipipã e Pankaiwká. “O evento junta os povos para percebermos nossas semelhanças e diferenças. O que esse encontro pretende é discutir o que nós, enquanto juventude, precisamos fazer para garantir nossa unidade”, resumiu a autoridade maior do povo Xukuru.</p>
<p>A plateia, também formada por índios de várias aldeias do estado, presenciou o cântico de abertura de Dona Zenilda Xukuru, mãe do atual cacique, e viúva de Xicão. Aos 62 anos, ela é continuadora das lutas do marido, falecido em 1998 em decorrência de sua militância e luta por territórios. “Ainda sou jovem”, disse antes de soltar uma voz forte, de olhos fechados e pés descalços, enquanto cocalhavam dezenas de maracás. “Salve as matas, as terras e os encantados, em nome de Jesus”, terminou.</p>
<p>Enquanto uma parte dos jovens se encaminhou para as oficinas de artesanato, o restante participou da primeira roda de diálogo do encontro sobre juventude indígena. Depois de uma constatação de que os jovens estão cada vez mais alheios aos rituais sagrados, o cacique afirmou: “Precisamos nos organizar. O nosso sonho é que a juventude não se afaste da tradição e possa até mesmo utilizar de novas tecnologias para afirmar a identidade indígena. O ritual é a nossa mola mestre. Os costumes e as tradições são muito importantes. Só assim seremos guerreiros dos povos indígenas”.</p>
<div id="attachment_5679" aria-labelledby="figcaption_attachment_5679" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Marcos-Xukuru_Encontro-Indígena.jpg"><img class="size-medium wp-image-5679" alt="Cacique Marcos Xukuru abriu o encontro (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Marcos-Xukuru_Encontro-Indígena-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cacique Marcos Xukuru abriu o encontro (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Elizângela, do povo Entre Serras Pankararu, reclamou da apatia dos jovens, ao mesmo tempo em que questionou novas formas de aproximação. “A gente precisa acompanhar o dinamismo da juventude e encontrar novas formas de provocá-los”. Do povo Atikum, com o rosto todo pintado, Penha representou, ao lado de Mônica, o grupo de jovens que se articulou sozinho para ir ao encontro. “Não desistimos de nossa cultura. Estamos aqui aprendendo com os mais velhos”, afirmou Penha, que, ao final do dia, conduziu um toré, dança circular indígena. “Quando eu era criança eu tinha vergonha, meu Deus! Como a pessoa pode ter vergonha da própria cultura?” problematizou.</p>
<p>Encontro vai ter até a próxima sexta-feira (17/8), com rodas de debate, oficinas e apresentações culturais dos povos.</p>
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		<title>Encontro reúne todas as etnias de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Aug 2012 17:08:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Até sexta (17/8), 12 povos indígenas do Estado se encontram em Pesqueira, no território Xukuru Na Serra Ororubá, em Pesqueira, começa nesta segunda-feira (13/8) o Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas, como parte da programação do Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Central. A cidade, que é o maior reduto indígena do Nordeste, reunirá representantes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Até sexta (17/8), 12 povos indígenas do Estado se encontram em Pesqueira, no território Xukuru</em></p>
<div id="attachment_5727" aria-labelledby="figcaption_attachment_5727" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/POVO-INDÍGENA-ENTRE-SERRAS-PANKARARU-Petrolândia2-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-5727" alt="Povo Indígena Entre Serras Pankararu estará presente no encontro (Foto: Coordenação para Povos Tradicionais)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/POVO-INDÍGENA-ENTRE-SERRAS-PANKARARU-Petrolândia2-2-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Povo Indígena Entre Serras Pankararu estará presente no encontro (Foto: Coordenação para Povos Tradicionais)</p></div>
<p>Na Serra Ororubá, em Pesqueira, começa nesta segunda-feira (13/8) o Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas, como parte da programação do Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Central. A cidade, que é o maior reduto indígena do Nordeste, reunirá representantes das outras 11 etnias do Estado até a próxima sexta-feira (17/8).</p>
<p>Xucuru (povo anfitrião), Atikum, Tuxá, Truká, Pankará, Pankararu, Entre Serras Pankararu, Pankaiwká, Kambiwá, Kapinawá, Fulni-ô, Pipipã e Pankaiwká estarão juntos discutindo política, cultura, direitos e territórios indígenas em rodas de diálogo, através de ações de formação e apresentações culturais. Serão 16 oficinas, sendo dez de artesanato, quatro de teatro e duas de cineclubismo, além de seis rodas de diálogo, com foco na cultura e na juventude. Além disso, a questão dos territórios indígenas será debatida, a partir de caciques de quatro etnias.</p>
<p>Diariamente durante a semana, os grupos culturais de diversas aldeias se apresentam. Torés, rituais, teatro… e ainda mostras de artesanato dos diversos povos. Na quinta e na sexta-feira (16 e 17/8), das 16h às 22h, os produtos serão comercializados também no Caminhão do Pape (Programa de Artesanato de Pernambuco), no Centro de Pesqueira, ao lado do palco principal do festival.</p>
<p>A sexta (17/8), último dia do encontro, será de culminância das oficinas e, a partir das 14h, todos os alunos mostrarão um pouco do que aprenderam durante a semana. O final do encontro será marcado pelo Toré de Todos os Povos, que começa às 16h, com todas as aldeias participantes.</p>
<p>Para Maira Egito,  assessora da coordenação para Povos Tradicionais e Populações Rurais da Secretaria de Cultura do Estado, esta é, acima de tudo, uma oportunidade de encontro entre esses povos e o governo, que valoriza  e cria um espaço de debate. “Este evento traz o protagonismo dos indígenas, que deram o tom e a cara das ações”, afirma a assessora.</p>
<p><strong>// Programação de povos tradicionais</strong></p>
<p>Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas<br />
Local: Aldeia Capim de Planta – Comunidade Indígena Xukuru do Ororubá<br />
De 13 a 17 de agosto de 2012</p>
<p><strong>Segunda-feira, 13/8</strong></p>
<p>9h – chegada com boas-vindas e café da manhã<br />
• Ritual de abertura<br />
• Apresentação do Toré Xukuru<br />
• Vivência de Dança Circular<br />
14h às 16h30 – Roda de diálogos 1 – “Cineclubismo e as culturas indígenas”<br />
14h às 16h30 – Oficinas de artesanato indígena<br />
19h – Mostra de vídeos Indígenas<br />
20h – Apresentação Cultural do Povo Atikum<br />
21h – Apresentação Grupo Pankararú Nação Cultural<br />
21h40 – Show Jean Ramos Pankararú</p>
<p>9h às 17h – Mostra de artesanato indígena – Comunidade Indígena Xukuru do Ororubá</p>
<p><strong>Terça-feira, 14/8</strong></p>
<p>8h30 – Apresentação do Toré Mirim Xukuru<br />
9h às 12h – Oficinas de Teatro e Cineclubismo<br />
12h às 12h30 – Coco Raízes de Ororubá<br />
14h às 16h30 – Vivência de Dança Circular – Roda de diálogos 2 – “Teatro e juventude indígena”<br />
14h às 16h30 – Oficinas de Cineclubismo e Artesanato indígena<br />
19h – Mostra de vídeos indígenas<br />
20h – Apresentação Cultural do Povo Pankaiwká<br />
21h – Mostra de Teatro indígena – Apresentação da Cafurna – Fulni-ô</p>
<p>9h às 17h – Mostra de artesanato Indígena – Comunidade Indígena Xukuru do Ororubá</p>
<p><strong>Quarta-feira, 15/8</strong></p>
<p>8h30 – Apresentação do Ritual do Membí<br />
9h às 12h – Oficinas de Teatro e de Cineclubismo<br />
13h30 – Apresentação Cultural do Povo Tuxá<br />
14h às 16h30 – Vivência de Dança Circular – Roda de diálogos 3 – “O artesanato como prática na educação escolar indígena”<br />
14h às 16h30 – Oficinas de artesanato indígena<br />
14h às 17h – Oficinas de Teatro e Cineclubismo<br />
19h – Mostra de vídeos indígenas<br />
20h – Apresentação Cultural do Povo Truká<br />
21h – Mostra de Teatro indígena Kambiwá</p>
<p>16h às 23h – Feira de artesanato Indígena na Festa de Renascença – Centro de Pesqueira</p>
<p><strong>Quinta-feira, 16/8</strong></p>
<p>8h30 às 9h – Apresentação do Toré Xukuru<br />
9h às 12h – Oficinas de Teatro e Cineclubismo<br />
14h às 16h – Vivência de Dança Circular – Roda de diálogos 4 – “Culturas e Juventude Indígena: Panorama atual”<br />
14h às 16h – Oficinas de artesanato indígena<br />
16h – Apresentação Cultural do Povo Pipipã<br />
17h – Apresentação Cultural do Povo Entre Serras Pankararu<br />
19h às 21h – Roda de Diálogos 5 – A cultura e a relação com o Território. Participação dos/as Caciques: Marcos Xukuru, Neguinho Truká, Dorinha Pankará e Zuka Kambiwá.<br />
21h – Apresentação Cultural do Povo Pankará</p>
<p>16h às 23h – Feira de artesanato Indígena na Festa de Renascença – Centro de Pesqueira</p>
<p><strong>Sexta-feira, 17/8</strong></p>
<p>9h – Apresentação do espetáculo teatral  da Tropa do Balaco-Baco (de Arcoverde)<br />
11h às 12h30 – Roda de diálogos 6 – “Juventude e Culturas Indígenas: Perspectivas”<br />
14h – Mostra dos resultados das oficinas de teatro<br />
16h – Toré de todos os povos</p>
<p>9h às 17h – Mostra de artesanato Indígena – Comunidade Indígena Xukuru do Ororubá</p>
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