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	<title>Portal Cultura PE &#187; Ensaio</title>
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		<title>Exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira é inaugurada no ritmo do maracatu na Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 15:47:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Foi inaugurada na noite desta quinta-feira (21), no Observatório Cultural Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife), a exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira, do artista visual July B. O ensaio foi o grande vencedor do edital Ocupação da Sala Alcir Lacerda. O vernissage contou com apresentação da Nação do Maracatu Encanto do Pina, da comunidade do Bode, da Zona Sul do Recife, na qual o fotógrafo é um dos percussionistas. A abertura da mostra para o público acontece nesta sexta-feira (22) e vai até o dia 10 de fevereiro de 2025. A visitação ocorre de terça a sexta-feira, das 10h às 17h; e aos domingos, das 14h às 18h.</p>
<p>O objetivo da Ocupação da Sala Alcir Lacerda do Observatório Cultural Torre Malakoff – Edital Concurso nº 001/2024 é premiar artistas pernambucanos da área de imagem com a finalidade de divulgar a produção fotográfica consolidando a linguagem e ampliando o acesso do público àquele equipamento cultural. Mestre da fotografia em preto e branco, o hopmenageado deixa saudade desde 2021, quando faleceu, aos 84 anos de idade. Como tributo, a Torre Malakoff possui uma sala em seu nome e o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), lançou o edital de ocupação desse espaço que reverbera a memória e o legado do pernambucano Alcir Lacerda.</p>
<p>“A inspiração para Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira surgiu de um estudo sobre fotografia experimental e como esses registros das manifestações culturais reverberam em mim, como pessoa negra e na minha identidade enquanto pessoa trans&#8221;, afirma July B. &#8220;As fotos surgem desse lugar de movimento, pensando o movimento do meu corpo enquanto fotógrafo. Torna-se especial, bastante afetivo, também, que as imagens clicadas sejam uma extensão do meu corpo, do meu movimento no mundo&#8221;, conta.</p>
<p>A exposição é ainda, de acordo com o autor, um resgate ancestral. &#8220;Enquanto estava no processo de captura as imagens foram aparecendo e então entendi de fato o que estava procurando. As fotografias refletem a performance do ato de fotografar e registrar, como também reflete em mim a forma como meu corpo se move diante da imagem e como ele recebe o que registro. Apesar da vontade de capturar o tempo, sei que é impossível, por isso, evidencio os rastros, as manchas, e as evidencio em pós-produção&#8221;, explica.</p>
<p>July B. lembra ainda que a exposição, homônima a seu trabalho de conclusão de curso, surgiu muito rapidamente. &#8220;Para mim não há lugar, pessoa, ou divindade maior do que Exu. Ele é a força motriz de meus trabalhos pessoais e profissionais. Muitos dos movimentos que ele proporciona, nessa dança circular, nomeia a exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira. Neste movimento circular, não há começo, meio, fim, e sim a energia. Sem maracatu não há como pensar nos terreiros de candomblé e jurema&#8221;, ressalta.</p>
<p>&#8220;As imagens de July Batista, que compõem o ensaio Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira são moventes&#8221;, analisa a curadora Fernanda Capibaribe. &#8220;Movem-se no espaço-tempo, no interstício entre memórias de infância do fotógrafo e sua posterior (con)vivência com o Maracatu Encontro do Pina. Olhando para as fotos, penso no que Leda Maria Martins vai nominar como corpo-tela, em que, para além da imagem material, vemos transbordar sua característica icônica, em sons, em movimento, em vestes, em gesto. O ato de ver, aqui, não apanha apenas a aparência, mas algo mais profundo, que está entre nós e essa aparência, uma trama na qual os entornos do sujeito-memória e do maracatu são entrelaçados&#8221;, observa.</p>
<p>July Batista, ou simplesmente July B., é fotógrafo e produtor cultural. Na fotografia atua nos registros de manifestações culturais e nos rituais dos terreiros de candomblé e de jurema, em que elabora estudos sobre o movimento dos corpos racializados nesses espaços, que interliga diretamente a seu resgate identitário. Preocupa-se nesse campo com as rasuras da fotografia digital buscando também outros meios, como a filosofia e o audiovisual, para contracolonizar os resultados esperados fazendo do erro um processo de experimentação.</p>
<p><strong>OBSERVATÓRIO CULTURAL -</strong> A Torre Malakoff é um importante monumento tombado pela Fundarpe, localizado no Bairro do Recife, área tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan). Foi construído no século 19, com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus, para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha. O caráter militar da obra está presente em sua fachada e na simetria de sua planta lembrando também mesquitas do Oriente.</p>
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		<title>Torre Malakoff inaugura exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira, de July B.</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 19:59:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Observatório Cultural Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife) inaugura, nesta quinta-feira (21), às 18h, a exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira, do artista visual July B. O ensaio foi o grande vencedor do edital Ocupação da Sala Alcir Lacerda. A abertura para o público acontece nesta sexta-feira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/card_expo-july-b.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114572" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/card_expo-july-b-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O Observatório Cultural Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife) inaugura, nesta quinta-feira (21), às 18h, a exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira, do artista visual July B. O ensaio foi o grande vencedor do edital Ocupação da Sala Alcir Lacerda. A abertura para o público acontece nesta sexta-feira (22) e vai até o dia 10 de fevereiro de 2025. A visitação ocorre de terça a sexta-feira, das 10h às 17h; e aos domingos, das 14h às 18h.</p>
<p>O objetivo da Ocupação da Sala Alcir Lacerda do Observatório Cultural Torre Malakoff – Edital Concurso nº 001/2024 é premiar artistas pernambucanos da área de imagem com a finalidade de divulgar a produção fotográfica consolidando a linguagem e ampliando o acesso do público àquele equipamento cultural. Mestre da fotografia em preto e branco, o homenageado deixa saudade desde 2021, quando faleceu, aos 84 anos de idade. Como tributo, a Torre Malakoff possui uma sala em seu nome e o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), lançou o edital de ocupação desse espaço que reverbera a memória e o legado do pernambucano Alcir Lacerda.</p>
<p>“A inspiração para Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira surgiu de um estudo sobre fotografia experimental e como esses registros das manifestações culturais reverberam em mim, como pessoa negra e na minha identidade enquanto pessoa trans&#8221;, afirma July B. &#8220;As fotos surgem desse lugar de movimento, pensando o movimento do meu corpo enquanto fotógrafo. Torna-se especial, bastante afetivo, também, que as imagens clicadas sejam uma extensão do meu corpo, do meu movimento no mundo&#8221;, conta.</p>
<p>A exposição é ainda, de acordo com o autor, um resgate ancestral. &#8220;Enquanto estava no processo de captura as imagens foram aparecendo e então entendi de fato o que estava procurando. As fotografias refletem a performance do ato de fotografar e registrar, como também reflete em mim a forma como meu corpo se move diante da imagem e como ele recebe o que registro. Apesar da vontade de capturar o tempo, sei que é impossível, por isso, evidencio os rastros, as manchas, e as evidencio em pós-produção&#8221;, explica.</p>
<p>July B. lembra ainda que a exposição, homônima a seu trabalho de conclusão de curso, surgiu muito rapidamente. &#8220;Para mim não há lugar, pessoa, ou divindade maior do que Exu. Ele é a força motriz de meus trabalhos pessoais e profissionais. Muitos dos movimentos que ele proporciona, nessa dança circular, nomeia a exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira. Neste movimento circular, não há começo, meio, fim, e sim a energia. Sem maracatu não há como pensar nos terreiros de candomblé e jurema&#8221;, ressalta.</p>
<p>&#8220;As imagens de July Batista, que compõem o ensaio Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira são moventes&#8221;, analisa a curadora Fernanda Capibaribe. &#8220;Movem-se no espaço-tempo, no interstício entre memórias de infância do fotógrafo e sua posterior (con)vivência com o Maracatu Encontro do Pina. Olhando para as fotos, penso no que Leda Maria Martins vai nominar como corpo-tela, em que, para além da imagem material, vemos transbordar sua característica icônica, em sons, em movimento, em vestes, em gesto. O ato de ver, aqui, não apanha apenas a aparência, mas algo mais profundo, que está entre nós e essa aparência, uma trama na qual os entornos do sujeito-memória e do maracatu são entrelaçados&#8221;, observa.</p>
<p>July Batista, ou simplesmente July B., é fotógrafo e produtor cultural. Na fotografia atua nos registros de manifestações culturais e nos rituais dos terreiros de candomblé e de jurema, em que elabora estudos sobre o movimento dos corpos racializados nesses espaços, que interliga diretamente a seu resgate identitário. Preocupa-se nesse campo com as rasuras da fotografia digital buscando também outros meios, como a filosofia e o audiovisual, para contracolonizar os resultados esperados fazendo do erro um processo de experimentação.</p>
<p><strong>OBSERVATÓRIO CULTURAL -</strong> A Torre Malakoff é um importante monumento tombado pela Fundarpe, localizado no Bairro do Recife, área tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan). Foi construído no século 19, com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus, para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha. O caráter militar da obra está presente em sua fachada e na simetria de sua planta lembrando também mesquitas do Oriente.</p>
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		<title>Selo Pernambuco e Cepe Editora celebram 80 anos de Caetano Veloso</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2022 12:00:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em comemoração aos 80 anos do músico, compositor e escritor baiano Caetano Veloso, o Selo Pernambuco/Cepe Editora, disponibiliza, em agosto, o e-book gratuito &#8220;Caetano Veloso, enquanto superastro&#8221;. O título é o mesmo do clássico ensaio publicado há 50 anos pelo escritor mineiro Silviano Santiago. De acordo com o editor do selo, Schneider Carpeggiani, o ensaio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/caetano-capa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-95709" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/caetano-capa-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Em comemoração aos 80 anos do músico, compositor e escritor baiano Caetano Veloso, o Selo Pernambuco/Cepe Editora, disponibiliza, em agosto, o e-book gratuito &#8220;Caetano Veloso, enquanto superastro&#8221;. O título é o mesmo do clássico ensaio publicado há 50 anos pelo escritor mineiro Silviano Santiago.</p>
<p>De acordo com o editor do selo, Schneider Carpeggiani, o ensaio <em>“é um marco para os estudos culturais no Brasil. Nele, Silviano Santiago propõe um olhar acadêmico para o fenômeno do popstar, um viés que não era comum naquela época”</em>, ressalta Schneider, acrescentando que, naquela época, <em>“não era de bom tom um intelectual falar de cultura pop, mas esse texto é uma prova do quanto Silviano sempre esteve atento tanto para a dinâmica das ruas quanto para a dinâmica da academia. Hoje a academia fala sobre postar, sobre brega… Tornou-se comum. Mas não era assim naquele começo dos anos 1970”</em>, completa o editor.</p>
<p>O texto integra a coletânea de ensaios &#8220;Uma literatura nos trópicos&#8221;, publicada originalmente em 1978, e relançada em 2019, também pelo Selo Pernambuco/Cepe Editora, com adição de ensaios que ficaram de fora da edição original.</p>
<p>Segundo Silviano, <em>“o superastro, ou mais precisamente, Caetano, se despregou em determinado e específico momento do movimento tropicalista e se enveredou só por entre os caminhos tortuosos da arte brasileira. Expondo-se, expondo seu cabelo e suas fantasias, seu corpo e sua voz, tornando-se ao mesmo tempo criador e objeto, criador e criado, criado-obrigado de uma plateia cada vez mais exigente , cada vez mais eminente, pois seus espetáculos extrapolavam o círculo da música popular e se propunham como a síntese que estavam procurando os artistas brasileiros”</em>.</p>
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		<title>Cepe lança &#8220;Fisiologia da Composição&#8221;, novo livro de Silviano Santiago</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 17:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto a sociedade procurava se adaptar à nova rotina de vida, obrigada ao confinamento imposto pela pandemia de Covid-19, o escritor Silviano Santiago se dedicava a escrever um dos seus mais sofisticados ensaios: Fisiologia da composição – Gênese da obra literária e criação em Graciliano Ramos e Machado de Assis. Editado pelo selo Suplemento Pernambuco, da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_80430" aria-labelledby="figcaption_attachment_80430" class="wp-caption img-width-323 alignright" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/Capa-Fisiologia-da-composicao_site-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-80430 " alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/Capa-Fisiologia-da-composicao_site-1-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Fisiologia da Composição&#8221; é o terceiro livro do escritor publicado pelo selo Suplemento Pernambuco</p></div>
<p>Enquanto a sociedade procurava se adaptar à nova rotina de vida, obrigada ao confinamento imposto pela pandemia de Covid-19, o escritor Silviano Santiago se dedicava a escrever um dos seus mais sofisticados ensaios: <i>Fisiologia da composição – Gênese da obra literária e criação em Graciliano Ramos e Machado de Assis</i>. Editado pelo selo Suplemento Pernambuco, da Cepe Editora, a obra será lançada num bate-papo virtual entre o autor e o editor Schneider Carpeggiani, na próxima segunda-feira, dia 7 de dezembro, às 19h, no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCI9qcytTbfViq_vr7igY6VQ/videos" target="_blank"><strong>canal da Cepe no YouTube</strong></a>. Aliás, será a estreia de Silviano em <em>lives</em>.</p>
<p>Este é o terceiro livro do escritor publicado pelo selo Suplemento Pernambuco, que já editou <i>Genealogia da ferocidade</i> (1917), <i>Uma literatura nos trópicos</i> (2019) e agora <i>Fisiologia da composição</i>. O livro está focado na leitura de dois grandes nomes: Graciliano Ramos, em que faz uma imersão em <i>Memórias do Cárcere</i>;  e Machado de Assis, com <i>Memórias póstumas de Brás Cubas</i> e <i>Esaú e Jacó</i>.</p>
<p>Silviano desenvolveu uma narrativa sofisticada, tendo como princípio a ideia de tematização do corpo  do autor como algo a ser analisado na literatura. Em <i>Memórias do cárcere</i>, Graciliano vai trazendo a própria decadência física, os remédios que é obrigado a tomar na prisão. É uma ideia de como o corpo aparece na obra.</p>
<p>Na leitura que faz de Machado, o ensaísta e crítico literário aborda o conceito de defunto autor, um autor sem corpo. Destaca que Machado de alguma forma também trouxe para seus romances a ideia de que seus personagens apresentam males como herpes ou síncopes, um problema que ele mesmo sofreu nas crises epiléticas e  desmaios, uma delas registrada publicamente.</p>
<p>“Graciliano Ramos e Machado de Assis são duas obsessões constantes na obra de Silviano. E ao voltar para esses autores, justamente no momento em que o seu primeiro grande romance, <i>Em liberdade</i>, completa 40 anos, com <i>Fisiologia da composição</i> Silviano Santiago mostra porque é um dos nossos ensaístas mais inovadores”, analisa o editor.</p>
<p><i>Em liberdade</i>, citado por Schneider, o autor escreve um diário apócrifo de Graciliano Ramos na cadeia, um ensaio ficcional em que assume a personalidade do escritor alagoano. Na <i>Fisiologia da composição</i>, Silviano se aprofunda ainda mais em <i>Memórias do Cárcere</i>, <i>Memórias Póstumas de Brás Cubas </i>e<i> Esaú e Jacó, </i>assim como no seu primeiro romance.</p>
<p>A professora titular da teoria da literatura na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Eneida Maria de Souza, apresenta <i>Fisiologia da composição</i> como obra-prima. “Refazer os bastidores da criação literária e o percurso acadêmico como linhas paralelas que se encontram revela-se inusitado se inserido no atual momento da literatura brasileira. O relato de obra e vida estampado neste livro de Silviano Santiago, <i>Fisiologia da composição</i>, encena a homologia entre escritor e crítico, vocação ficcional de tornar o ensaio teórico em ‘grafia-de-vida’, sem romper com o distanciamento autoral. Inscrito na linhagem de autores cujo produto ignora a facilidade, assume o diálogo com Edgar Allan Poe – <i>Filosofia da composição</i> – pelo grau de semelhança e diferença entre gênese e criação. O livro reforça a leitura do corpo como metáfora, no intuito de revitalizar procedimentos escriturais presentes tanto nas obras revisitadas quanto na enunciação narrativa do ensaio”, analisa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Serviço</b></span><br />
Lançamento nacional do livro <i>Fisiologia da composição – Gênese da obra literária e criação em Graciliano Ramos e Machado de Assis</i><br />
Data: 7 de dezembro, às 19h, live no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCI9qcytTbfViq_vr7igY6VQ/videos" target="_blank"><strong>canal da Cepe no YouTube</strong></a>, bate-papo com o autor Silviano Santiago e o editor do selo Suplemento Pernambuco, da Cepe Editora, Schneider Carpeggiani<br />
O título já está em pré-venda, sendo que o envio do livro físico será feito a partir do dia 7 de dezembro<br />
Preço até o dia 31/11: R$ 50, após esta data o livro impresso custará: R$ 60, e-book: R$ 18</p>
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		<item>
		<title>Ensaio para abertura do Carnaval do Recife acontece neste sexta (23)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/ensaio-para-abertura-do-carnaval-do-recife-acontece-neste-sexta-23/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2015 15:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_20077" aria-labelledby="figcaption_attachment_20077" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Nana-Vasconcelos-FIG-2013-Priscilla-Buhr.jpg"><img class="size-medium wp-image-20077" alt="Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Nana-Vasconcelos-FIG-2013-Priscilla-Buhr-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Naná Vasconcelos irá ensaiar com alguns dos grupos  da abertura oficial da Folia de Momo.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Um dos momentos mais aguardados para o início da Folia de Momo na capital pernambucana, que se trata da abertura da festividade, terá ensaio nesta sexta-feira (23), na Rua da Moeda, Bairro do Recife. A partir das 18h, o percussionista Naná Vasconcelos agitará o público que estiver curioso para sentir como será a cerimônia com a participação de 11 nações de maracatu.</p>
<p style="text-align: justify;">Estarão participando do ensaio o Coral Voz Nagô e os maracatus Pavão Dourado, Porto Rico, Encanto da Alegria, Nação Tigre, além do Afoxé Alafin Oyó e a Escola de Samba Galeria do Ritmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Já no sábado (24), a Rua da Moeda realiza a partir das 18h, o Desfile de Orquestras e Agremiações, no qual irão se apresentar o Clube de Boneco Tadeu no Frevo, o Maracatu Feminino Coração Nazareno, o Bloco Afro Daruê Malungo e a Troça Carnavalesca Mista Verdureiras de São José. A participação nos ensaios é gratuita e a programação completa das demais prévias deste final de semana, pode ser conferida no site do <strong><a title="Carnaval do Recife" href="http://www.carnavalrecife.com/" target="_blank">Carnaval do Recife</a></strong>.</p>
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