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	<title>Portal Cultura PE &#187; ensaios</title>
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		<title>Teatro Arraial está com agenda aberta para marcação de ensaios</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2022 12:43:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fudarpe, o Teatro Arraial Ariano Suassuna abre sua agenda para marcação de ensaios de espetáculos. A solicitação é gratuita e deverá ser feita por meio do e-mail: teatroarraial1@gmail.com. Os dias e horários serão definidos diretamente com a gestão do equipamento cultural. &#8220;Apesar de estarmos em processo de reforma, os serviços que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/teatro-arraial-ariano-suassuna-foto-ph-reinaux.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-71426 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/teatro-arraial-ariano-suassuna-foto-ph-reinaux-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fudarpe, o Teatro Arraial Ariano Suassuna abre sua agenda para marcação de ensaios de espetáculos. A solicitação é gratuita e deverá ser feita por meio do e-mail:<strong> teatroarraial1@gmail.com</strong>. Os dias e horários serão definidos diretamente com a gestão do equipamento cultural.</p>
<p><em>&#8220;Apesar de estarmos em processo de reforma, os serviços que envolvem a parte do palco já foram concluídos. Como não é possível ainda agendarmos a realização de eventos (espetáculos e shows), tendo em vista que precisamos reestruturar outras áreas do teatro, decidimos abrir nossa agenda para ensaios de grupos e coletivos da cidade que nos têm procurado constantemente para atendermos essa demanda&#8221;</em>, diz a gestora do Arraial, Ana Cláudia Wanguestel.</p>
<p><strong>PLANO DA RETOMADA -</strong> A reforma do Teatro Arraial integra o Plano da Retomada, lançado pelo Governo do Estado de Pernambuco, em abril. A iniciativa prevê o investimento de R$ 16,5 milhões para revitalizar equipamentos culturais do Estado, dentre os quais: Cinema São Luiz, Espaço Pasárgada, Torre Malakoff, Museu do Estado de Pernambuco, Casa da Cultura e Museu do Trem, sediados no Recife; Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco e Museu de Arte Sacra de Pernambuco, em Olinda; e Theatro Cinema Guarany, no município de Triunfo. A previsão é de que as obras sejam concluídas até o final de dezembro.</p>
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		<title>Cepe reúne dez ensaístas para homenagear Clarice Lispector</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-reune-dez-ensaistas-para-homenagear-clarice-lispector/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 10:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;O que eu escrevo continua &#8211; Dez ensaios no centenário de Clarice Lispector&#8221; é o título do primeiro lançamento do ano da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). É também o primeiro evento presencial a ser realizado pela editora desde o início da pandemia. Organizado pelo poeta e cronista José Mário Rodrigues, o livro será lançado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81192" aria-labelledby="figcaption_attachment_81192" class="wp-caption img-width-353 alignright" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/O-que-escrevo-continua_ClariceLispector_Site-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-81192 " alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/O-que-escrevo-continua_ClariceLispector_Site-1-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A obra é uma coletânea de ensaios sobre a obra da escritora Clarice Lispector</p></div>
<p>&#8220;O que eu escrevo continua &#8211; Dez ensaios no centenário de Clarice Lispector&#8221; é o título do primeiro lançamento do ano da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). É também o primeiro evento presencial a ser realizado pela editora desde o início da pandemia. Organizado pelo poeta e cronista José Mário Rodrigues, o livro será lançado nesta próxima quinta-feira (14), às 16h, no auditório do Centro Cultural Cais do Sertão, localizado no Recife Antigo. Durante o encontro será transmitido um vídeo de Nadia Battella Gotlib, autora da fotobiografia da escritora, falando sobre a vida e obra de Clarice.</p>
<p>José Mário reuniu ensaios dos seguintes autores: Raimundo Carrero, Lourival Holanda, Cícero Belmar, Mário Helio, Luzilá Gonçalves Ferreira, Ângelo Monteiro, Fátima Quintas, Fernando de Mendonça, Marilene Felinto e texto do próprio organizador, que ciceroneou Clarice na sua última visita ao Recife, em maio de 1976.</p>
<p>Como disse a jornalista Lêda Rivas na apresentação, a escritora emerge entre sombras dramáticas, desafiando os que buscam decodificá-la nesses 100 anos de seu nascimento e 43 de seu encantamento. <em>“Cada autor pinçou uma nuance específica, mergulhou nas suas raízes, perseguiu seus passos, caçou seus segredos. Há depoimentos pessoais, análises críticas, instantâneos inusitados. Labirinto espelhado, caleidoscópico, tudo em Clarice é mistério. Bem que ela avisou: Tenho várias caras. Uma é quase bonita, outra é quase feia. Sou um o quê? Um quase tudo”</em>.</p>
<p>Raimundo Carrero conta como foi designado para ir a um almoço com Clarice.<em> “Um encontro para nunca mais se livrar dele”</em>, diz. O almoço havia sido organizado por José Mário, que aproveitou a visita de Clarice para entrevistá-la e aproveitar sua companhia, sendo o cicerone dela e da assistente, Olga Borelli.</p>
<p>Em seu ensaio sobre a ocasião, o cronista conta, com devoção, como a salvou de uma crise de pânico e como a escritora chegou a fazer previsões sobre sua vida, tão mística que era, chegando a ser chamada de bruxa. <em>“Clarice possuía uma ‘compulsiva intuição’, como afirmou Otto Lara Resende (jornalista e escritor mineiro)”</em>, conta o organizador.</p>
<div id="attachment_81193" aria-labelledby="figcaption_attachment_81193" class="wp-caption img-width-587 aligncenter" style="width: 587px"><p class="wp-image-credit alignleft">Acervo pessoal</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/clarice-lispector-jose-mario-rodrigues-visita-recife-1976.jpg"><img class="size-medium wp-image-81193" alt="Acervo pessoal " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/clarice-lispector-jose-mario-rodrigues-visita-recife-1976-587x486.jpg" width="587" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta José Mario Rodrigues e Clarice Lispector, durante sua visita ao Recife, em 1976</p></div>
<p>Confira abaixo uma entrevista com José Mário Rodrigues sobre o livro de ensaios e sua relação com Clarice Lispector.</p>
<p><strong>1- Você teve um contato interessante com Clarice. Conseguiu perfurar a bolha de timidez em que ela vivia, dissipar o pânico e fazê-la enfrentar o público. Como uma mulher que intimidava o seu interlocutor com sua beleza, mistério e inteligência, poderia ser conduzida tal qual uma criança a falar para uma plateia?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO &#8211; <em>Clarice tomava muitos remédios. Era natural que, diante de uma grande plateia, acontecesse uma crise de pânico. E foi o que aconteceu na entrada do auditório do Bandepe (Banco do Estado de Pernambuco, privatizado em 1998), no Recife antigo, onde ela fez uma palestra ou melhor, leu o texto que havia preparado. O auditório estava lotado. Na época em que ela esteve aqui, 1976, não era um nome tão popular, como ficou depois de sua morte, em 1977. Era conhecida nos meios intelectuais. Sempre aos domingos, à tardinha, ia ao Largo Boticário, no Rio de Janeiro, para uma visita ao pintor e poeta Augusto Rodrigues, o criador das Escolinhas de Arte no Brasil. Eu ainda não conhecia, pessoalmente, a autora de Água Viva. Perguntei a Augusto como era Clarice Lispector? Resposta: “Bonita, sedutoramente atraente, às vezes esquisita, misteriosa, muito inteligente e tem algo de bruxa”</em>.</p>
<p><strong>2- O título refere-se à permanência, à contemporaneidade da obra de Lispector?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO ­-<em> Retirei o título do livro de um texto de Água viva que diz: “Tudo acaba, mas o que escrevo continua. O melhor ainda não está escrito. O melhor está nas entrelinhas”. Toda obra da autora de Laços de família está alicerçada no mistério, na inquietação, no desconhecido. Ela mesma disse em entrevistas: “Escrever é procurar entender, é reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador”</em>.</p>
<p><strong>3- Por que o organizador não prefaciou o título?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO ­- <em>Não prefaciei o livro porque eu também queria escrever sobre os dias em que fui cicerone, juntamente com o escritor Augusto Ferraz, nos quatro dias em que ela estava revendo o Recife e também alguns familiares. Lembro-me que estivemos no apartamento de Samuel Lispector, primo de Clarice, na Avenida Boa Viagem. Sou o único participante do livro que não é ensaísta. Preferi que a conceituada jornalista Lêda Rivas fizesse a apresentação, que, aliás, está muito bem escrita</em>.</p>
<p><strong>4- Clarice era bem mística e, além de lhe prometer o contato da cartomante dela no Rio de Janeiro, ainda fez uma predição para você. Como foi esse momento?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO &#8211; <em>Clarice tinha participado de um Congresso de Bruxaria na Colômbia, como convidada especial. A promessa de me levar para conhecer a cartomante dela e que morava na Zona Norte do Rio de Janeiro, aconteceu na Oficina de Brennand, numa visita que fizemos ao grande pintor. Fiquei surpreso, a princípio. Mas, em outros tempos, eu era chegado às cartas que não mentem jamais. Uma vez, conheci uma cartomante, em Garanhuns, onde vivi parte da minha vida, e que tinha o mesmo nome de minha mãe: Noemia. Tudo que ela disse sobre meu futuro, aconteceu</em>.</p>
<p><strong>5- Quando conheceu Clarice você já tinha lido que títulos dela? Era um de seus muitos admiradores?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO &#8211; <em>Antes de conhecer Clarice eu tinha lido, apenas, o livro Água Viva. Fiquei encantado com a leitura. Depois que a conheci, li A Maçã no Escuro, A Paixão Segundo GH, Laços de Família, Hora da Estrela e Felicidade Clandestina. Durante alguns anos, sempre aos sábados, ela escrevia crônicas no Jornal do Brasil. Essas crônicas foram reunidas em um livro A Descoberta no Mundo</em>.</p>
<p><strong>SOBRE O AUTOR -</strong> José Mário Rodrigues é poeta, jornalista e cronista. Pertence à Academia Pernambucana de Letras. Sua mais recente publicação foi a reunião de sua poesia, publicada pela Cepe e que tem como título: O voo da eterna brevidade, premiado pela Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;O que eu escrevo continua &#8211; Dez ensaios no centenário de Clarice Lispector&#8221; (Organizador: José Mário Rodrigues)<br />
Quando: 14 de janeiro de 2021, quinta-feira, às 16h<br />
Local: Auditório do Centro Cultural Cais do Sertão (Armazém 10, Av. Alfredo Lisboa, s/n)<br />
Valor: livro impresso R$ 30, e-book R$ 12</p>
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		<title>Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa abre sala de dança para oficinas e ensaios</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 12:23:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, por meio da Diretoria de Promoção da Economia Criativa abre chamamento público para propostas da ocupação da sala de dança do Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa entre o período de dezembro de 2020 a março de 2021. Artistas e profissionais de dança com propostas ligadas ao ciclo carnavalesco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74580" aria-labelledby="figcaption_attachment_74580" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/mercado-eufrásio-barbosa-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-74580" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/mercado-eufrásio-barbosa-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Artistas e profissionais de dança com propostas ligadas ao ciclo carnavalesco e ensaios de espetáculos de dança em geral podem participar da seleção que acontece de maneira gratuita</p></div>
<p>A Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, por meio da Diretoria de Promoção da Economia Criativa abre chamamento público para propostas da ocupação da sala de dança do Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa entre o período de dezembro de 2020 a março de 2021.</p>
<p>Artistas e profissionais de dança com propostas ligadas ao ciclo carnavalesco e ensaios de espetáculos de dança em geral podem participar da seleção que acontece de maneira gratuita. O chamamento público tem como objetivo ofertar o espaço do Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa para o incentivo de práticas educativas relacionadas a dança no Estado.</p>
<p>Os interessados devem se inscrever até o dia 31 de dezembro pelo e-mail <strong>contato@mebaddiper.pe.gov.br</strong>, inserindo todos os arquivos solicitados no chamamento público e nomeando o assunto do e-mail chamamento público – 006/2020 – ocupação sala de dança.</p>
<p>É importante reforçar que todos os proponentes terão que cumprir, na ocasião, com os protocolos determinados pelo Comitê de Combate ao Covid 19 do Governo do Estado de Pernambuco.</p>
<p><strong>Fomento local -</strong> Fica destinado o percentual mínimo de 20% de ocupação de pautas para Ensaios ou Oficinas realizados por artistas/grupos/coletivos com residência ou sede no município de Olinda que tenham atingido a pontuação mínima da convocatória.</p>
<p>Acesse o chamamento público bem como seus anexos em <strong><a href="https://linktr.ee/mercadoeufrasiobarbosa" target="_blank">linktr.ee/mercadoeufrasiobarbosa</a></strong> ou <strong><a href="http://www.addiper.pe.gov.br/" target="_blank">www.addiper.pe.gov.br</a></strong>. Para outras informações, acompanhe o Instagram <strong><a href="https://www.instagram.com/mercadoeufrasiobarbosa/" target="_blank">@mercadoeufrasiobarbosa</a>.</strong></p>
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		<title>Terça Negra e Acertos de Marcha movimentam o Pátio de São Pedro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/terca-negra-e-acertos-de-marcha-movimentam-o-patio-de-sao-pedro/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2016 15:31:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já no clima pré-carnavalesco do Recife, o Pátio de São Pedro, no bairro de Santo Antônio, está com programação envolvendo tanto os tradicionais concursos carnavalescos, como ensaios de caboclinhos, blocos líricos e maracatus. Nesta terça-feira (19), o projeto Terça Negra ocupa o polo a partir das 20h, com as apresentações de Thiago Nagô, Maracatu Alafim, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_33228" aria-labelledby="figcaption_attachment_33228" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Priscilla Buhr</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Bloco-Flor-da-Lira-de-Olinda-Foto-Priscilla-Buhr.jpg"><img class="size-medium wp-image-33228" alt="Foto: Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Bloco-Flor-da-Lira-de-Olinda-Foto-Priscilla-Buhr-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O Bloco Flor da Lira de Olinda é uma das agremiações que estarão animando os Acertos de Marcha dos Blocos Líricos, no polo central do Recife.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Já no clima pré-carnavalesco do Recife, o Pátio de São Pedro, no bairro de Santo Antônio, está com programação envolvendo tanto os tradicionais concursos carnavalescos, como ensaios de caboclinhos, blocos líricos e maracatus. Nesta terça-feira (19), o projeto Terça Negra ocupa o polo a partir das 20h, com as apresentações de Thiago Nagô, Maracatu Alafim, Mestre Galo Preto e Afoxé Ara Odé.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os dias 20 e 24 de janeiro, a programação agrega os concurso de porta estandartes, passistas e rei e rainha do Carnaval 2016, além dos Acertos de Marcha dos Blocos Líricos, que começam na próxima quinta-feira (21). Outros polos como a Lagoa Encantada, Água Fria, Mangabeira, Rua da Moeda e Centro de Convenções, também estão com ações culturais ao longo desta semana. A programação completa do Carnaval 2016 do Recife já pode ser conferida no site: <strong><a title="www.carnavalrecife.com" href="www.carnavalrecife.com" target="_blank">www.carnavalrecife.com</a></strong>.</p>
<p><strong>Confira as festividades que antecipam a Folia de Momo no polo e em outras localidades:</strong></p>
<p><strong>Terça, 19 de janeiro</strong><br />
- Pátio de São Pedro<br />
Terça Negra Especial de Carnaval<br />
Horário: a partir das 20h<br />
Atrações: Thiago Nagô, Maracatu Alafim, Mestre Galo Preto e Afoxé Ara Odé.</p>
<p>- Lagoa Encantada (Rua Mário Gil Rodrigues, nº 26, Chapéu do Papa &#8211; Próximo ao Colégio Maria Sampaio de Lucena)<br />
Acerto do batuque do Maracatu Leão da Campina<br />
Horário: a partir das 18h</p>
<p><strong>Quarta, 20 de janeiro</strong><br />
- Pátio de São Pedro<br />
Concurso de Porta Estandartes<br />
Horário: a partir das 17h<br />
Participante: clubes carnavalescos, troças, maracatus de baque solto e clubes de samba.</p>
<p>- Centro de Convenções (Olinda)<br />
Concurso de Fantasias nas categorias Luxo e Originalidade<br />
Horário: a partir das 19h<br />
Local: Teatro Guararapes</p>
<p>- Bairro de Água Fria (Recife)<br />
Ensaio do Maracatu Raízes de Pai Adão<br />
Horário: a partir das 19h<br />
Local: Rua Abidon Lima, nº 86 (por trás do Sítio de Pai Adão).</p>
<p><strong>Quinta, 21 de janeiro</strong><br />
- Pátio de São Pedro<br />
Acertos de Marcha dos Blocos Líricos<br />
Horário: a partir das 18h30<br />
Participantes: Eu Quero Maisinho, Com Você no Coração, Flor do Eucalipto de Moreno, Esperança de Campo Grande, Flor da Lira de Olinda e Flores do Capibaribe.</p>
<p>- Bairro da Mangabeira (Recife)<br />
Ensaio do Maracatu Encanto da Alegria para a abertura do Carnaval 2016<br />
Horário: a partir das 18h<br />
Local: Rua Coremas, nº 40</p>
<p><strong>Sexta, 22 de janeiro</strong><br />
- Pátio de São Pedro<br />
Final do Concurso de Rei e Rainha do Carnaval 2016<br />
Horário: a partir das 20h<br />
Agremiações finalistas:</p>
<p>- Rua da Moeda (Bairro do Recife)<br />
Terceiro ensaio conjunto para a abertura do Carnaval 2016<br />
Horário: a partir das 18h<br />
Participantes:  maracatus Cambinda Estrela, Porto Rico e Leão da Campina, e Clube Carnavalesco Tribo Indígena.</p>
<p><strong>Sábado, 23 de janeiro</strong><br />
- Pátio de São Pedro<br />
Concurso de Passistas 2016<br />
Horário: a partir das 17h</p>
<p>- Bairro de Água Fria (Recife)<br />
Ensaio do Maracatu Sol Nascente<br />
Horário: a partir das 18h<br />
Local: Rua Pompéia, nº 462, Água Fria</p>
<p><strong>Domingo, 24 de janeiro</strong><br />
- Pátio de São Pedro<br />
Concurso de Passistas 2016<br />
Categorias: infantil masculino e feminino, adulto masculino e feminino; e passista de rua feminino.<br />
Horário: a partir das 17h</p>
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		<title>Livro reúne ensaios sobre o acervo fotográfico do Mamam</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2015 15:12:38 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29622" aria-labelledby="figcaption_attachment_29622" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/livro.jpg"><img class="size-medium wp-image-29622" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/livro-607x329.jpg" width="607" height="329" /></a><p class="wp-caption-text">O livro traz ensaios de Rebeka Monita, Georgia Quintas, Eduardo Romero, Joana D&#8217;Arc Lima, Maria do Carmo Nino e Beth da Matta</p></div>
<p>Vencedor do <a href="http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=10&amp;data=23/10/2014" target="_blank"><strong>14º Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia</strong></a>, o livro <em>Fotografia: discussões e discursos no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães</em>, que apresenta uma reflexão sobre o acervo de fotografias do Mamam, através de ensaios que tematizam os aspectos expositivos, políticos e poéticos da coleção de obras de arte, será lançado nesta sexta-feira (28), no equipamento cultural, às 19h. Concebido e organizado pela professora e historiadora Rebeka Monita, a obra reúne escritos dos pesquisadores Georgia Quintas, Eduardo Romero, Joana D’Arc Lima e Maria do Carmo Nino, além dos ensaios da diretora do museu, Beth da Matta, e de Rebeka Monita, que junto com Eduardo Romero, Maria do Carmo Nino e Joana D&#8217;Arc Lima, comandarão uma roda de diálogo no dia do lançamento. Na ocasião, os livros serão distribuídos gratuitamente.</p>
<p>Um dos elementos mais ousados da publicação o é trazer reflexões críticas sobre a formação do acervo fotográfico do Mamam. No ensaio “Entre mapeamento, hiatos”, Rebeka Monita mostra que não só o conjunto de fotografias do Mamam formou-se de maneira praticamente aleatória, como a coleção de uma forma geral. “Na realidade, grande parte do acervo do Mamam, sobretudo o de fotografias, é proveniente da Galeria Metropolitana de Arte do Recife (em 1982, batizada de Galeria Metropolitana de Arte Aloisio Magalhães, e, em 1997, instituída Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães). A Galeria recebia obras como tapeçarias, quadros, esculturas e litografias, herdadas de vários equipamentos da Prefeitura do Recife”, explica Rebeka. “Era uma espécie de solo que tudo abrigava&#8221;, como fala a pesquisadora Maria Cecília Lourenço ao se referir a coleções de museus que nascem sem crítica, critérios ou direcionamentos”, acrescenta a historiadora.</p>
<p>No ensaio “Um museu de arte moderna na contra mão da utopia modernista”, a historiadora Joana D&#8217;Arc Lima reflete mais amplamente sobre um tipo muito particular de política pública de aquisição de obras que se fazia legítima na década de 1980. “(&#8230;) Era o modelo das relações de influência, das relações pessoais e de amizade, das relações de afinidades eletivas e afetividades proclamadas”, escreve. No entanto, ainda que o contexto local tenha sido voltado para uma espécie de “política pública afetiva”, já existiam, em alguns Estados do País, políticas públicas de formação de acervo por edital ou por um plano de aquisição de obras de artistas brasileiros para museus públicos, segundo a pesquisadora.</p>
<p>Ainda que tenha sido formado através de políticas de aquisição bastante flexíveis e heterodoxas, o acervo de fotografia do Mamam é, hoje, bastante reduzido. São cerca de 70 fotografias de um acervo de 1.500 obras. No entanto, embora reduzido, ele é composto por obras da autoria de artistas do naipe de Rodrigo Braga, Vicente Mello, Vik Muniz, Albano Afonso, Rivane Neuenschwander, Rosângela Rennó, Brígida Baltar, Paulo Bruscky, Daniel Santiago, Gil Vicente e Josenildo Tenório. “A primeira fotografia incluída na coleção foi do artista Osmar Villar, intitulada “Composição”, de 1983, mas não se sabe como ela foi adquirida”, revela Rebeka Monita.</p>
<p>Para a diretora do Mamam, Beth da Matta, o livro se mostra uma oportunidade para refletir sobre as fraturas do acervo. “Temos em mente que o acervo do museu tem muitas qualidades, tanto que chegamos a trabalhá-lo com profundidade na pesquisa &#8216;Contido não Contido&#8217; em 2009, mas também é importante parar para refletir sobre as fragilidades da coleção para tentarmos criar estratégias para resolvê-las”, justifica Beth. No livro, estão as imagens de todas as fotografias que compõem o acervo atualmente.</p>
<p><strong>Exposições e poéticas das fotografias</strong><br />
Além de enfatizar o aspecto político da formação do acervo do Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães, a obra também se volta para reflexões acerca da poética e da exposição da coleção. No ensaio sobre o acervo fotográfico do Mamam, a antropóloga e pesquisadora Georgia Quintas conta a sua experiência de curadoria nos dois recortes da exposição “Da fotografia, dos conceitos”, exibidas em 2010 e 2011 respectivamente. Na primeira montagem, houve a exibição de obras fotográficas como “Eu e Agnaldo Farias” (2003), de Gil Vicente, “Homenagem a Marcel Duchamp” (1982), de Paulo Bruscky, e “Cachorro em pé” (1979), de Aloisio Magalhães.</p>
<p>Já na segunda montagem contou com “Sócrates” (1998), de Vik Muniz, “Parede cega” (2000), de Rosângela Rennó, “Recife” (2003), de Rivane Neueschwander, entre outras fotografias. No ensaio “Especulações curatoriais e desvelos de argumentação: reflexão sobre possíveis diálogos contidos na coleção de fotografias do Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães”, Georgia Quintas mergulha nos caminhos curatoriais que percorreu para realizar a dupla montagem de uma só exposição. “A exposição &#8220;Da fotografia, dos conceitos&#8221;considerou a construção crítica dos matizes criativos no campo fotográfico, proporcionando, assim, alguns pensamentos, certa rede de interlocução entre obras. Promovendo, portanto, o vislumbramento de significados, os quais partem de discursos para alinhavar outros”, pondera a pesquisadora no ensaio. Já Eduardo Romero traz reflexões sobre o imaginário, a memória e o realismo na obra “Eflúvios artificiais de mulheres abstratas”, de Daniel Santiago. A obra consiste em uma série de 10 fotografias realizadas por artistas convidados por Santiago e foi exibida no Mamam na primeira individual do artista. Por último, no ensaio “Da poética fotográfica no Mamam: fotografia e a conquista do pátrio poder”, a crítica de arte e professora da UFPE Maria do Carmo Nino faz uma análise das fotografias encontradas no acervo do museu, em interpretações profundas sobre as suas poéticas. As reflexões sobre a política, a poética e as exposições do Mamam, desenvolvidas de maneira autocrítica por pesquisadores vinculados direta ou indiretamente ao museu, tornam-se a base teórica e crítica para a defesa da importância de se formar um acervo mais coerente.</p>
<p><strong>Atividades paralelas</strong><br />
No dia do lançamento, o museu receberá mais uma edição do<em> Sexta da Pesada</em>, a partir das 16h. A diretora do museu, Beth da Matta, que também tem formação em gastronomia, convidará a chef Mariana Sarjado e o artista Marcelo Silveira para dividir as caçarolas na cozinha do Mamam. Durante a noite, até as 20h, também estarão abertas ao público as exposições <em>Inimigos</em>, de Gil Vicente, e <em>Moderna Para Sempre: Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú Cultural</em>.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento do livro Fotografia: discussões e discursos no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães<br />
Quando: sexta-feira (28), às 19h<br />
Onde: Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam). Rua da Aurora, 265, Boa Vista.<br />
Informações: (81) 3355-6870.</p>
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