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	<title>Portal Cultura PE &#187; Entre Serras Pankararu</title>
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		<title>Livro Arte Indígena em Pernambuco é lançado na terra indígena Entre Serras Pankararu, em Petrolândia</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 18:53:31 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114521" aria-labelledby="figcaption_attachment_114521" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mirah Ateliê de Ideias/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/XucuruOroruba-IMG_5777-mirah.ideias.jpg"><img class="size-medium wp-image-114521" alt="Mirah Ateliê de Ideias/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/XucuruOroruba-IMG_5777-mirah.ideias-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Arte indígena xukuru de ororubá</p></div>
<p>O livro <em>Arte Indígena em Pernambuco: Da Natureza Sagrada às Peças da Nossa Cultura Material</em> é lançado durante o Encontrão da Comissão de Professores/as Indígenas de Pernambuco (Copipe), realizado desta segunda (18) até quinta-feira (21), no município de Petrolândia, na terra indígena Entre Serras Pankararu, no Sertão pernambucano. De autoria coletiva, a publicação envolve mais de cem professoras e professores indígenas de arte e lideranças indígenas do Estado, com organização de Eliene Amorim de Almeida, Lara Erendira Almeida de Andrade e Manuela Schillaci.</p>
<p>A obra inédita é uma realização da Comissão de Professores/as Indígenas de Pernambuco (Copipe), com incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco. O projeto se destaca por envolver diversos povos indígenas do Semiárido brasileiro. A edição impressa do livro, com tiragem de 1 mil exemplares, será distribuída para escolas indígenas de Pernambuco. A publicação também está disponível ao público gratuitamente, em formato de e-book com audiodescrição por meio do <a title="Copipe" href="https://copipeedu.wixsite.com/copipe" target="_blank"><strong>site oficial</strong></a>.</p>
<p>O livro é resultado de uma ampla pesquisa que contou com encontros e oficinas para sistematizar os conhecimentos dos povos indígenas em Pernambuco e suas formas de arte. O livro apresenta arte indígena em sua diversidade, com aspectos relacionados às histórias, rituais e cosmologias dos povos indígenas atikum, fulni-ô, kambiwá, kapinawá, pankaiwká, entre serras pankaruru, pankará, pipipã, tuxá, truká, xukuru de cimbres e xukuru de ororubá.</p>
<p>“Nossa arte tem um vínculo direto com nossos territórios, nossa história e nossa forma de ser no mundo. Ela conta, de uma certa maneira, uma história: a história dos conhecimentos dos nossos antepassados de transformar o que era encontrado nas caatingas, nas matas úmidas e nos rios em objetos para o uso cotidiano, festivo e sagrado”, diz a apresentação de um dos cinco capítulos.</p>
<p>A obra, composta de textos de autoria coletiva, sintetiza as concepções de professoras, professores e lideranças indígenas em torno do tema, trazendo trechos com reflexões por povo e fotos dos objetos de arte. O livro traz um recorte voltado para a arte material indígena produzida com diversos materiais como penas, frutos, palhas, cipós, fibras, madeiras e barros.</p>
<p>São adornos como colares, brincos, pulseiras e tornozeleiras, mas também maracás, cachimbos, cocares, chapéus e vestimentas usados em rituais. Há ainda os objetos utilitários como urupembas, pratos, copos, pilões, gamelas, cestos, bolsas, abanos, esteiras e outros utensílios de decoração.</p>
<p>O livro é também fruto de longos e vários anos de debate do movimento de Educação Escolar Indígena no Estado de Pernambuco, quando as lideranças e educadores indígenas de diversas etnias realizaram reflexões e articulações sobre a educação escolar que desejavam para as crianças, adolescentes, jovens e adultos dos povos indígenas.</p>
<p><strong>EQUIPE -</strong> O projeto tem coordenação da Comissão de Professores/as Indígenas de Pernambuco (Copipe), Eliene Amorim de Almeida e Lara Erendira Almeida de Andrade. A produção executiva é de Clarice Hoffmann e Manuela Schillaci. A equipe técnica de pesquisa e a revisão do texto é de Darllan Neves da Rocha e Manuela Schillaci. A oficina com professores/as de arte indígena foi realizada por Eliene Amorim de Almeida, Francisca Bezerra da Silva, Manuela Schillaci e Paula K. O projeto gráfico e diagramação é da Mirah Ateliê de Ideias (Paula K.) e a assessoria de imprensa de Flora Noberto.</p>
<p>O livro é uma realização da Copipe e conta com parcerias da Associação Nacional de Ação Indigenista (Anaí), Centro Universitário Frassinetti do Recife (UniFafire), Rede de Pesquisa e Conhecimentos relativos aos Povos Originários (Rede Dialog) e Instituto Nacional de Pesquisas Científicas (Quebec, Canadá).</p>
<div id="attachment_114522" aria-labelledby="figcaption_attachment_114522" class="wp-caption img-width-349 alignnone" style="width: 349px"><p class="wp-image-credit alignleft">Copipe/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Livro-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-114522" alt="Copipe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Livro-capa-349x486.jpg" width="349" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O livro Arte Indígena em Pernambuco: Da Natureza Sagrada às Peças da Nossa Cultura Material</p></div>
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		<title>Festival mostra a força dos povos indígenas</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Aug 2012 12:09:59 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5678" aria-labelledby="figcaption_attachment_5678" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Encontro-Indígena_Xukuru.jpg"><img class="size-medium wp-image-5678" alt="Índios de várias aldeias do estado participam do encontro (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Encontro-Indígena_Xukuru-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Índios de várias aldeias do estado participam do encontro (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Encontro que vai até sexta (17/8) coloca em debate o futuro das etnias pernambucanas, através dos jovens</em></p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>Pedindo força aos encantados, o cacique Marcos Xukuru abriu ontem (14/8), em Pesqueira, o Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas na aldeia Capim de Planta, umas das 24 do seu povo. Compondo a mesa de abertura estavam reunidos representantes de todas as etnias indígenas de Pernambuco. Além dos anfitriões, Atikum, Tuxá, Truká, Pankará, Pankararu, Entre Serras Pankararu, Pankaiwká, Kambiwá, Kapinawá, Fulni-ô, Pipipã e Pankaiwká. “O evento junta os povos para percebermos nossas semelhanças e diferenças. O que esse encontro pretende é discutir o que nós, enquanto juventude, precisamos fazer para garantir nossa unidade”, resumiu a autoridade maior do povo Xukuru.</p>
<p>A plateia, também formada por índios de várias aldeias do estado, presenciou o cântico de abertura de Dona Zenilda Xukuru, mãe do atual cacique, e viúva de Xicão. Aos 62 anos, ela é continuadora das lutas do marido, falecido em 1998 em decorrência de sua militância e luta por territórios. “Ainda sou jovem”, disse antes de soltar uma voz forte, de olhos fechados e pés descalços, enquanto cocalhavam dezenas de maracás. “Salve as matas, as terras e os encantados, em nome de Jesus”, terminou.</p>
<p>Enquanto uma parte dos jovens se encaminhou para as oficinas de artesanato, o restante participou da primeira roda de diálogo do encontro sobre juventude indígena. Depois de uma constatação de que os jovens estão cada vez mais alheios aos rituais sagrados, o cacique afirmou: “Precisamos nos organizar. O nosso sonho é que a juventude não se afaste da tradição e possa até mesmo utilizar de novas tecnologias para afirmar a identidade indígena. O ritual é a nossa mola mestre. Os costumes e as tradições são muito importantes. Só assim seremos guerreiros dos povos indígenas”.</p>
<div id="attachment_5679" aria-labelledby="figcaption_attachment_5679" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Marcos-Xukuru_Encontro-Indígena.jpg"><img class="size-medium wp-image-5679" alt="Cacique Marcos Xukuru abriu o encontro (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Marcos-Xukuru_Encontro-Indígena-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cacique Marcos Xukuru abriu o encontro (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Elizângela, do povo Entre Serras Pankararu, reclamou da apatia dos jovens, ao mesmo tempo em que questionou novas formas de aproximação. “A gente precisa acompanhar o dinamismo da juventude e encontrar novas formas de provocá-los”. Do povo Atikum, com o rosto todo pintado, Penha representou, ao lado de Mônica, o grupo de jovens que se articulou sozinho para ir ao encontro. “Não desistimos de nossa cultura. Estamos aqui aprendendo com os mais velhos”, afirmou Penha, que, ao final do dia, conduziu um toré, dança circular indígena. “Quando eu era criança eu tinha vergonha, meu Deus! Como a pessoa pode ter vergonha da própria cultura?” problematizou.</p>
<p>Encontro vai ter até a próxima sexta-feira (17/8), com rodas de debate, oficinas e apresentações culturais dos povos.</p>
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		<title>Encontro reúne todas as etnias de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Aug 2012 17:08:27 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Até sexta (17/8), 12 povos indígenas do Estado se encontram em Pesqueira, no território Xukuru</em></p>
<div id="attachment_5727" aria-labelledby="figcaption_attachment_5727" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/POVO-INDÍGENA-ENTRE-SERRAS-PANKARARU-Petrolândia2-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-5727" alt="Povo Indígena Entre Serras Pankararu estará presente no encontro (Foto: Coordenação para Povos Tradicionais)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/POVO-INDÍGENA-ENTRE-SERRAS-PANKARARU-Petrolândia2-2-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Povo Indígena Entre Serras Pankararu estará presente no encontro (Foto: Coordenação para Povos Tradicionais)</p></div>
<p>Na Serra Ororubá, em Pesqueira, começa nesta segunda-feira (13/8) o Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas, como parte da programação do Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Central. A cidade, que é o maior reduto indígena do Nordeste, reunirá representantes das outras 11 etnias do Estado até a próxima sexta-feira (17/8).</p>
<p>Xucuru (povo anfitrião), Atikum, Tuxá, Truká, Pankará, Pankararu, Entre Serras Pankararu, Pankaiwká, Kambiwá, Kapinawá, Fulni-ô, Pipipã e Pankaiwká estarão juntos discutindo política, cultura, direitos e territórios indígenas em rodas de diálogo, através de ações de formação e apresentações culturais. Serão 16 oficinas, sendo dez de artesanato, quatro de teatro e duas de cineclubismo, além de seis rodas de diálogo, com foco na cultura e na juventude. Além disso, a questão dos territórios indígenas será debatida, a partir de caciques de quatro etnias.</p>
<p>Diariamente durante a semana, os grupos culturais de diversas aldeias se apresentam. Torés, rituais, teatro… e ainda mostras de artesanato dos diversos povos. Na quinta e na sexta-feira (16 e 17/8), das 16h às 22h, os produtos serão comercializados também no Caminhão do Pape (Programa de Artesanato de Pernambuco), no Centro de Pesqueira, ao lado do palco principal do festival.</p>
<p>A sexta (17/8), último dia do encontro, será de culminância das oficinas e, a partir das 14h, todos os alunos mostrarão um pouco do que aprenderam durante a semana. O final do encontro será marcado pelo Toré de Todos os Povos, que começa às 16h, com todas as aldeias participantes.</p>
<p>Para Maira Egito,  assessora da coordenação para Povos Tradicionais e Populações Rurais da Secretaria de Cultura do Estado, esta é, acima de tudo, uma oportunidade de encontro entre esses povos e o governo, que valoriza  e cria um espaço de debate. “Este evento traz o protagonismo dos indígenas, que deram o tom e a cara das ações”, afirma a assessora.</p>
<p><strong>// Programação de povos tradicionais</strong></p>
<p>Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas<br />
Local: Aldeia Capim de Planta – Comunidade Indígena Xukuru do Ororubá<br />
De 13 a 17 de agosto de 2012</p>
<p><strong>Segunda-feira, 13/8</strong></p>
<p>9h – chegada com boas-vindas e café da manhã<br />
• Ritual de abertura<br />
• Apresentação do Toré Xukuru<br />
• Vivência de Dança Circular<br />
14h às 16h30 – Roda de diálogos 1 – “Cineclubismo e as culturas indígenas”<br />
14h às 16h30 – Oficinas de artesanato indígena<br />
19h – Mostra de vídeos Indígenas<br />
20h – Apresentação Cultural do Povo Atikum<br />
21h – Apresentação Grupo Pankararú Nação Cultural<br />
21h40 – Show Jean Ramos Pankararú</p>
<p>9h às 17h – Mostra de artesanato indígena – Comunidade Indígena Xukuru do Ororubá</p>
<p><strong>Terça-feira, 14/8</strong></p>
<p>8h30 – Apresentação do Toré Mirim Xukuru<br />
9h às 12h – Oficinas de Teatro e Cineclubismo<br />
12h às 12h30 – Coco Raízes de Ororubá<br />
14h às 16h30 – Vivência de Dança Circular – Roda de diálogos 2 – “Teatro e juventude indígena”<br />
14h às 16h30 – Oficinas de Cineclubismo e Artesanato indígena<br />
19h – Mostra de vídeos indígenas<br />
20h – Apresentação Cultural do Povo Pankaiwká<br />
21h – Mostra de Teatro indígena – Apresentação da Cafurna – Fulni-ô</p>
<p>9h às 17h – Mostra de artesanato Indígena – Comunidade Indígena Xukuru do Ororubá</p>
<p><strong>Quarta-feira, 15/8</strong></p>
<p>8h30 – Apresentação do Ritual do Membí<br />
9h às 12h – Oficinas de Teatro e de Cineclubismo<br />
13h30 – Apresentação Cultural do Povo Tuxá<br />
14h às 16h30 – Vivência de Dança Circular – Roda de diálogos 3 – “O artesanato como prática na educação escolar indígena”<br />
14h às 16h30 – Oficinas de artesanato indígena<br />
14h às 17h – Oficinas de Teatro e Cineclubismo<br />
19h – Mostra de vídeos indígenas<br />
20h – Apresentação Cultural do Povo Truká<br />
21h – Mostra de Teatro indígena Kambiwá</p>
<p>16h às 23h – Feira de artesanato Indígena na Festa de Renascença – Centro de Pesqueira</p>
<p><strong>Quinta-feira, 16/8</strong></p>
<p>8h30 às 9h – Apresentação do Toré Xukuru<br />
9h às 12h – Oficinas de Teatro e Cineclubismo<br />
14h às 16h – Vivência de Dança Circular – Roda de diálogos 4 – “Culturas e Juventude Indígena: Panorama atual”<br />
14h às 16h – Oficinas de artesanato indígena<br />
16h – Apresentação Cultural do Povo Pipipã<br />
17h – Apresentação Cultural do Povo Entre Serras Pankararu<br />
19h às 21h – Roda de Diálogos 5 – A cultura e a relação com o Território. Participação dos/as Caciques: Marcos Xukuru, Neguinho Truká, Dorinha Pankará e Zuka Kambiwá.<br />
21h – Apresentação Cultural do Povo Pankará</p>
<p>16h às 23h – Feira de artesanato Indígena na Festa de Renascença – Centro de Pesqueira</p>
<p><strong>Sexta-feira, 17/8</strong></p>
<p>9h – Apresentação do espetáculo teatral  da Tropa do Balaco-Baco (de Arcoverde)<br />
11h às 12h30 – Roda de diálogos 6 – “Juventude e Culturas Indígenas: Perspectivas”<br />
14h – Mostra dos resultados das oficinas de teatro<br />
16h – Toré de todos os povos</p>
<p>9h às 17h – Mostra de artesanato Indígena – Comunidade Indígena Xukuru do Ororubá</p>
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