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	<title>Portal Cultura PE &#187; Entrevista</title>
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		<title>Cannibal lança videocast sobre arte e cultura nas comunidades</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 17:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para além de artista, Cannibal é ativista político-social, arte-educador e escritor, sendo uma figura pública de referência em Pernambuco e nacional, com destaques também internacionalmente. Ele por si só é comunicador local, que agora está lançando o “Papo Cannibal”, videocast com cinco episódios. Vale destacar que o videocast é um método de distribuição de vídeos pela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Foto-Estúdio-Paulo-Cavalcante-Ignus-Edson-Fly-e-José-Carbonel-são-profissionais-da-comunicação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-117626" alt="Foto - Estúdio Paulo Cavalcante -Ignus, Edson Fly e José Carbonel são profissionais da comunicação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Foto-Estúdio-Paulo-Cavalcante-Ignus-Edson-Fly-e-José-Carbonel-são-profissionais-da-comunicação-607x344.jpg" width="607" height="344" /></a></p>
<p>Para além de artista, Cannibal é ativista político-social, arte-educador e escritor, sendo uma figura pública de referência em Pernambuco e nacional, com destaques também internacionalmente. Ele por si só é comunicador local, que agora está lançando o “Papo Cannibal”,<a href="bit.ly/3GnS4Xk" target="_blank"> videocast com cinco episódios</a>. Vale destacar que o videocast é um método de distribuição de vídeos pela internet que utiliza as ferramentas desenvolvidas no podcast para criar uma lista de conteúdos por meio do streaming.</p>
<p>O material audiovisual reúne entrevistas, a partir de uma conversa informal, onde 11 pessoas de diversas áreas artístico-culturais e de espaços de liderança nas periferias da Região Metropolitana do Recife (RMR) trocam ideias com o criador do projeto autoral, Marconi de Souza Santos, popularmente conhecido por Cannibal, da comunidade do Alto José do Pinho, no Recife. Esses lançamentos dos episódios do videocast também têm o objetivo de registrar histórias, preservar memórias e valorizar a identidade, assim como fortalecer a cultura periférica.</p>
<p>“A ideia surgiu do desejo de propor espaços de diálogos sobre arte, cultura e educação, trazendo para debate o que está sendo produzido por pessoas das próprias periferias locais. As conversas trazem memórias, vivências e exemplos de impactos de diferentes ações de arte e cultura nas comunidades”, resume Cannibal.</p>
<p>Ele entrevista justamente artistas autorais referências na própria comunidade: Zé Brown (cantor, compositor e arte-educador); Fabrício Nunes (cantor e compositor da banda Plugins, da Zona Oeste do Recife); Luísa Cunha (cantora e compositora da banda pernambucana Odiosa); Dani Carmesim (cantora e compositora); Caetana (cantora, compositora e musicista); Ignus (comunicadora audiovisual); Edson Fly (jornalista, ator e cofundador do núcleo de comunicação da Caranguejo Uçá, na Ilha de Deus, Recife); José Carbonel (pesquisador audiovisual, grafiteiro, arte-educador e fundador da Manguecrew); Chiquinho (ex-jogador e vice-prefeito de Olinda); Marcos Simão (da comunidade do Alto José do Pinho); Evandro Correia (também do Alto José do Pinho).</p>
<p>“O Papo Cannibal tem uma pegada mais informal, com outra forma de conversar sobre arte e cultura e as suas importâncias nas periferias. A partir de diversos olhares das áreas artístico-culturais, trazemos propostas para o fomento da arte, realizações de vida com projetos autorais e desafios do presente e para o futuro”, destaca.</p>
<p>Todos os encontros foram realizados diretamente do estúdio de Paulo Cavalcante, profissional local que ficou à frente da captação de áudio e vídeo do “Papo Cannibal”. Também na ficha técnica estão Kyra França (produção cultural e executiva), Taísa Ateyeh (direção de arte e design) e Daniel Lima (assessoria de imprensa).</p>
<p>O projeto “Papo Cannibal” tem o incentivo público por meio da Lei Paulo Gustavo (LGP) &#8211; Edital de Fomento de Expressões Periféricas, via Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco. Esta iniciativa também é um espaço para criações artísticas coletivas e da expressão da identidade, desenvolvidas juntamente com temáticas racial, social, de gênero, política, cultural e educativa.</p>
<p><strong>Episódios</strong></p>
<p><strong>1</strong> - Zé Brown: criador do rap repente, iniciou sua trajetória artística em 1988 na comunidade Alto José do Pinho (Recife-PE). Ele acessou a cultura hip hop como dançarino (Bboy), tendo suas influências na cultura popular. O artista da música pernambucana autoral toca pandeiro em ritmo de embolada e faz improvisos com rap.</p>
<p>Fabrício Nunes: cantor, compositor, músico e fundador da Plugins, banda pernambucana da Zona Oeste do Recife. Também como produtor cultural, é articulador do movimento underground local e nacional. Tem trabalhos sociais na comunidade do Totó (Recife), com a participação voluntária na ONG Cores do Amanhã. Atua desde 2017 como diretor de palco do carnaval do Recife e também é coordenador da AMP (Articulação Musical Pernambucana).</p>
<p>Luísa Cunha: cantora, compositora e fundadora da banda pernambucana Odiosa (2017), autoral e independente. Paralelamente à música, atua como artista visual com seu ateliê.</p>
<p><strong>2</strong> - Dani Carmesim: cantora e compositora pernambucana que faz um trabalho autoral, independente e alternativo desde 2011. Nesse tempo lançou dois EP’s e dois discos. Seu objetivo é utilizar a música como espaço de representatividade, estimulando a valorização da mulher negra dentro do mercado fonográfico, principalmente no segmento do rock, fazendo isso através de composições viscerais e até autobiográficas.</p>
<p>Caetana: primeira cantora e compositora trans a gravar um frevo no Brasil, sendo uma das recentes potências juvenis do fazer popular de Pernambuco, do coco de roda, frevo, maracatu etc. Natural do Coque (Recife), a artista dialoga com a dança, a música, a composição etc. Foi mencionada pela revista Noize (edição especial Tincoãs) e pela revista Rolling Stone, como uma das 25 vozes que olham para o futuro da música brasileira, além de ser uma das promessas em 2024 do programa “Estação Livre” (TV Cultura).</p>
<p><strong>3</strong> -  Ignus: Thalyta Tavares é comunicadora audiovisual e especialista em narrativas contemporâneas da fotografia e do audiovisual pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). Com formação em fotografia, design gráfico e produção audiovisual, desenvolve projetos autorais e colaborativos que conectam arte, cultura e sociedade.</p>
<p>Edson Fly: jornalista, ator e cofundador do núcleo de comunicação da Caranguejo Uçá, na Ilha de Deus (Recife). É estudante de bacharelado em Agroecologia, além de ativista pelos direitos humanos.</p>
<p>José Carbonel (Manguecrew): pai de duas crianças (Giovanna Carboneli e Valentina Carboneli), com curso de Jornalismo Periférico (UFC). Ele também é realizador audiovisual pernambucano, grafiteiro, pesquisador, cineasta, arte-educador e apresentador do Leilão em Chamas.</p>
<p><strong>4</strong> - Chiquinho: atual vice-prefeito de Olinda, onde já foi secretário de esportes. Ex-jogador de futebol, iniciou sua trajetória profissional no Sport Club do Recife, na década de 90. Também atuou em clubes como Vitória/BA, Fortaleza/CE, Botafogo e Vasco, e pelo exterior, sendo convocado em 1996 para a Seleção Brasileira profissional pelo ex-técnico Zagallo (em memória &#8211; 1931-2024).</p>
<p><strong>5</strong> - Marcos Simão: idoso negro de 69 anos de idade e empreendedor há décadas. Possui um projeto sistemático de valorização das memórias e histórias do Alto José do Pinho, onde nasceu e vive até hoje. Há mais de 40 anos, coleciona bens que, segundo ele, têm um valor histórico para a cidade do Recife e para o Estado de Pernambuco. Atualmente, dispõe de uma coleção de recortes de jornal e livros produzidos por ele ao longo dos anos sobre a “reminiscência do bairro”.</p>
<p>Evandro Correia: tem seus 75 anos de idade, todos vividos no Alto José do Pinho. Ao longo da vida, recebeu influências de grandes nomes no bairro, como Sr. Viu (guarda), e a sua mãe (irmã Denise). Ele foi presidente do clube de jovens, do programa “Meu bairro é o maior” e da equipe de futebol do bairro. Também é advogado, formado pela Faculdade de Direito do Recife.</p>
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		<title>Pasárgada.doc &#8211; Marcondes FH</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 13:50:36 +0000</pubDate>
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		<title>Grupo Grial tem sua história armorial registrada em livro da Cepe</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 13:35:15 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106510" aria-labelledby="figcaption_attachment_106510" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Grupo-Grial-2-reduzida.jpg"><img class="size-medium wp-image-106510" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Grupo-Grial-2-reduzida-607x411.jpg" width="607" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Grial</p></div>
<p>Em 1997, o escritor Ariano Suassuna (1927-2014) e a bailarina e coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo criaram um grupo de dança contemporânea com base nas tradições populares nordestinas. O Grupo Grial, representação em baile do movimento armorial idealizado por Ariano, completou 25 anos de existência em 2022 e agora celebra a data com a publicação de um livro para registrar sua história.<br />
<em>Poeira, Sagrado e Festa: 25 Anos do Grupo Grial</em> (R$ 150) é lançado pela Cepe Editora, neste sábado (25), às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe – Avenida Rui Barbosa, Nº 960, bairro das Graças, Recife). Em seguida há a apresentação do cavalo marinho Estrela de Ouro, do município de Condado (PE). Às 16h, Maria Paula, organizadora do livro, conversa com o brincante Pedro Salustiano sobre a dança armorial na programação Diálogos Petrobras da Mostra Movimento Armorial 50 Anos, em cartaz no Mepe.<br />
No título da Companhia Editora de Pernambuco a trajetória do Grial é resgatada em textos do professor Carlos Newton Júnior, da crítica em dança Helena Katz, do intérprete e coreógrafo Kleber Lourenço, do jornalista Mateus Araújo e de Maria Paula. Também é contada por fotos dos 13 espetáculos de dança encenados pelo grupo em um quarto de século.<br />
“O Grial aprofundou o mergulho no universo da dança e dos espetáculos populares conseguindo promover finalmente a fusão do erudito com o popular com a qual Suassuna tanto sonhava”, escreve Carlos Newton Júnior. Para Helena Katz, “o Grial se tornou uma escola não formal de experimentações preciosas passando a alfabetizar o Brasil de viés colonial – que se entendia como ‘de formação erudita’ e não reconhecia a força nefasta do colonialismo interno que fortalecia o peso do Sudeste e enfraquecia o das outras regiões.”<br />
Maria Paula costuma dizer que o Grial teve três fases e é assim que ela apresenta o grupo no livro. A primeira reuniu seis dançarinos intérpretes, de 19 de março de 1997 – com o espetáculo de estreia, <em>A Demanda do Graal Dançado</em>, roteirizado por Ariano – até 2004. A segunda, com 11 dançarinos e brincantes, vai de 2004 a 2010 (<em>Brincadeira de Mulato</em> é um dos espetáculos dessa etapa). E a terceira, de 2010 a 2014, trouxe solo, duo e equipes de oito integrantes em apresentações como <em>Castanho sua Cor e Terra</em>.<br />
O livro, de acordo com Maria Paula, é um importante registro da dança armorial. “Memória é algo tão precioso para um povo. Devemos ter consciência dessa riqueza e importância sempre. Toda peça cultural, material ou imaterial, nos traz indícios de caminhos feitos e de mundos existentes no passado longínquo ou não. Para além de representar pontos de partidas representam também continuidades.”</p>
<p><strong>PRÊMIOS –</strong> O Grial recebeu indicações de Melhor Espetáculo, pela Folha de S.Paulo, por <em>Castanho sua Cor e Travessia</em>; o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de Intérprete Criadora, com <em>Terra</em>; e o prêmio de Melhor Espetáculo, Melhor Espetáculo pelo Júri Popular, Melhor Figurino, Melhor Cenário, Melhor Iluminação e Melhor Bailarina pelo festival Janeiro de Grandes Espetáculos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Entrevista com Maria Paula Costa Rêgo:</span></strong></p>
<p><strong>CEPE – <em>Levando em consideração o conceito armorial do grupo, como é/era feita a seleção dos integrantes?</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>A primeira equipe do Grupo Grial foi escolhida pelo próprio Ariano Suassuna, quando fui convidada para criar o Grial com o espetáculo </em>A Demanda do Graal Dançado<em>, em 1997. Depois desse espetáculo criamos o </em>Auto do Estudante que se Vendeu ao Diabo<em> e com o tempo saíram alguns dançarinos. Tive algumas indicações de pessoas próximas que conheciam nosso trabalho e com essa equipe eu segui por sete anos. Quando o Grupo Grial resolveu aprofundar sua pesquisa junto ao cavalo marinho e maracatu rural eu me aproximei da família de Mestre Biu (</em>in memoriam<em>). Todos os participantes dessa época (até hoje) eram escolhidos por convite, porque eu os via se mover durante as sambadas. Mesmo não sendo brincantes (no espetáculo Travessia havia dançarinos que não eram brincantes) eu sempre os convidava por tê-los visto atuar em algum lugar.</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>O Grial apresentou 13 espetáculos coreográficos em 25 anos. Tem alguma criação nova sendo preparada? Se sim, há previsão de estreia?</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>O Grupo Grial teve um intervalo de cinco anos devido a minha escolha de vivenciar a gestão pública. Diante dos fatos políticos daquele momento era evidente que o setor cultural iria ser cancelado e foi exatamente nesse momento que fui convidada a participar da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) como responsável pelo setor da Dança. Aceitei o convite. Me retirei da gestão pública em julho de 2022 e desde então venho construindo o retorno do Grupo Grial. No momento o que me interessa é a retomada com releituras de algumas peças antigas, como por exemplo </em>Uma Mulher Vestida de Sol<em>, que acaba de receber o Prêmio do Banco do Nordeste para remontá-la e circular por cidades pernambucanas. Acho a possibilidade de releitura de peças antigas uma oportunidade maravilhosa até porque eu acredito na movência das minhas obras. Os intérpretes do Grial estão mais maduros, dançando melhor, mais intensamente. Temos novos intérpretes, inclusive Bruna, uma dançarina/cantora artista PCD visual. Estou muito feliz com essa nova fase do Grupo Grial. Quanto a nossa nova criação coreográfica ainda é um segredo (risos). Mas estou absolutamente sem pressa. Acredito ter amadurecido e o livro é mais uma constatação do trabalho do tanto de feito. Agora é continuar reverberando novos mundos, com novos intérpretes e apontando novos coreógrafos.</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>Queria que você falasse sobre a importância da publicação do livro para a arte/dança armorial pernambucana/brasileira.</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>Memória é algo tão precioso para um povo. Devemos ter consciência dessa riqueza e importância sempre. Toda peça cultural, material ou imaterial, nos traz indícios de caminhos feitos e de mundos existentes no passado longínquo ou não. Para além de representar pontos de partidas representam também continuidades. Continuar algo é adentrar no âmago da história, refletir, criticar e propor algo que avance. Acredito que deve ser assim a construção de sociedades incríveis. Eu poderia usar o termo civilizada no lugar de incríveis, mas diante dos fatos atuais no mundo o que é ser uma sociedade civilizada, não é mesmo?</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>Como avalia os 25 anos de vida do grupo Grial? Os maiores desafios, as dificuldades, os momentos de alegria, as recompensas.</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>Quando olho para o livro vejo o tanto que construímos. O tamanho do que construímos. As tantas conquistas. Inclusive o livro é a própria recompensa. Mas é sempre surpreendente toda essa estrada feita sem apoio de uma empresa patrocinadora. Porque a ausência de patrocínio significa sacrifícios para além dos esforços dos intérpretes, mas de todas as famílias envolvidas. É sempre muito difícil defender uma entrega total em algo que não traz retorno financeiro e esse foi sempre nosso desafio maior. Agradecemos aos prêmios e apoios de todas as instâncias públicas, mas agora necessitamos de apoio estruturante por períodos longos (de quatro a seis anos) e fazer avançar e reverberar essa experiência de resultados concretos aos quatro cantos do mundo. Os momentos de alegrias foram muitos. Aliás, quase todos. Não sei se foi a minha formação em improvisação, em que todo o percalço é apenas um novo traçado, ou se foi minha mãe, que nunca titubeou diante de situações difíceis. Ou até mesmo meu compromisso com Ariano em relação à defesa de uma dança armorial. Mas o fato é que tive sim tristezas e muitos desafios durante estes quase 30 anos do Grial. Mas tudo confirma a razão da caminhada e me impulsiona para a frente.</em></p>
<div id="attachment_106511" aria-labelledby="figcaption_attachment_106511" class="wp-caption img-width-410 alignnone" style="width: 410px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Poeira-sagrado-e-festa.jpg"><img class="size-medium wp-image-106511" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Poeira-sagrado-e-festa-410x486.jpg" width="410" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Poeira, Sagrado e Festa: 25 Anos do Grupo Grial</p></div>
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		<title>Exposição Viva Tereza &#8211; Entrevista com os curadores Marcus Lontra e Bruno Albertim</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Jan 2022 14:01:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) inaugurou nesta semana, no Museu do Estado de Pernmabuco (Mepe), a exposição &#8220;Viva Tereza&#8221;, que revisita a trajetória artística de Tereza Costa Rêgo, falecida em 2020. Na mostra, em cartaz até o mês de março no Mepe, o público poderá conferir 47 obras da pintora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) inaugurou nesta semana, no Museu do Estado de Pernmabuco (Mepe), a exposição &#8220;Viva Tereza&#8221;, que revisita a trajetória artística de Tereza Costa Rêgo, falecida em 2020.</p>
<p>Na mostra, em cartaz até o mês de março no Mepe, o público poderá conferir 47 obras da pintora pernambucana, feitas em várias fases de sua carreira.</p>
<p>No vídeo acima, você confere os depoimentos de Marcus Lontra e Bruno Albertim, curadores do prfojeto. Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
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		<title>Presidente da Fundarpe participa de debate sobre a preservação de museus na Rádio Jornal</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2021 20:57:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, participou nesta sexta-feira (1º) do Debate da Super Manhã, veiculado pela Rádio Jornal. No programa, comandado por Wagner Gomes, o gestor tratou do tema &#8220;Museus de Pernambuco &#8211; importância e preservação&#8221;, ao lado do professor Renato Athias (UFPE) e do historiador Ricardo Andrade. Para quem não ouviu, aperte o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe id="hearthis_at_track_6283063" src="https://app.hearthis.at/embed/6283063/transparent_black/?hcolor=&amp;color=&amp;style=2&amp;block_size=2&amp;block_space=1&amp;background=1&amp;waveform=0&amp;cover=0&amp;autoplay=0&amp;css=" height="150" width="100%" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, participou nesta sexta-feira (1º) do Debate da Super Manhã, veiculado pela Rádio Jornal. No programa, comandado por Wagner Gomes, o gestor tratou do tema &#8220;Museus de Pernambuco &#8211; importância e preservação&#8221;, ao lado do professor Renato Athias (UFPE) e do historiador Ricardo Andrade. Para quem não ouviu, aperte o play e confira.</p>
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		<title>Secretário de Cultura de Pernambuco concede entrevista ao Blog do Paulo Nailson</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2021 15:23:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O secretário de Cultura de Peranmbuco, Gilberto Freye Neto, conversou nesta semana com o blogueiro Paulo Nailson, da cidade de Caruaru, sobre as principais ações do Governo do Estado para o segmento cultural nos últimos anos. Dentre os destaques, os editais da Lei Aldir Blanc e do Funcultura, além das ações emergenciais para o período [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário de Cultura de Peranmbuco, Gilberto Freye Neto, conversou nesta semana com o blogueiro Paulo Nailson, da cidade de Caruaru, sobre as principais ações do Governo do Estado para o segmento cultural nos últimos anos. Dentre os destaques, os editais da Lei Aldir Blanc e do Funcultura, além das ações emergenciais para o período da pandemia. Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
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		<title>Presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto é entrevistado pelo Canal Arte Agora</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2021 11:48:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, foi o convidado especial do Canal Arte Agora, comandado pelo escritor pernambucano Alexandre Santos, no YouTube. Na conversa, veiculada na última terça-feira (16), Canuto falou sobre as principais políticas culturais de Pernambuco, além de sua trajetória profissional à frente da gestão pública. Aperte o play e confira.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/JNvjBQ8tFXg" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, foi o convidado especial do <a href="https://www.youtube.com/channel/UCxwPjGzu4in4c6W-ny0On5g" target="_blank"><strong>Canal Arte Agora</strong></a>, comandado pelo escritor pernambucano Alexandre Santos, no YouTube. Na conversa, veiculada na última terça-feira (16), Canuto falou sobre as principais políticas culturais de Pernambuco, além de sua trajetória profissional à frente da gestão pública. Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
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		<title>João Alberto entrevista o presidente da Fundarpe</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 16:03:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto foi o entrevistado especial do programa &#8220;João Alberto Informal&#8221;, que vai ao ar semanalmente, aos sábados, na TV Tribuna (Canal 4). Na pauta, o gestor conversou sobre o trajetória como gestor público; as lives que a Secult-PE/Fundarpe realizou com grandes personagens do Carnaval de Pernambuco durante o mês de fevereiro; [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto foi o entrevistado especial do programa &#8220;João Alberto Informal&#8221;, que vai ao ar semanalmente, aos sábados, na TV Tribuna (Canal 4).</p>
<p>Na pauta, o gestor conversou sobre o trajetória como gestor público; as<em> lives</em> que a Secult-PE/Fundarpe realizou com grandes personagens do Carnaval de Pernambuco durante o mês de fevereiro; o edital emergencial voltado para os artistas, grupos e agremiações carnavalescas do Carnaval, que o Governo do Estado lançou recentemente, no valor de R$ 3 milhões; os principais ciclos culturais pernambucanos, além das principais ações da Fundarpe. Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
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		<title>Entrevista do presidente da Fundarpe à TV Globo</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 17:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), irá destinar recursos da ordem de R$ 3 milhões a artistas e grupos ligados à tradição do Carnaval do Estado. Esse recurso é oriundo do Tesouro Estadual. A iniciativa pretende estabelecer um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), irá destinar recursos da ordem de R$ 3 milhões a artistas e grupos ligados à tradição do Carnaval do Estado. Esse recurso é oriundo do Tesouro Estadual. A iniciativa pretende estabelecer um auxílio emergencial para esses fazedores de cultura, que estão impedidos de promover suas atividades por conta da pandemia da Covid-19. Os valores definidos terão um piso de R$ 3 mil e um teto de R$ 15 mil, pagos em parcela única, a serem depositados até o mês de abril deste ano.</p>
<p>Em entrevista ao NETV 1ª Edição, telejornal exibido diariamente na TV Globo (Canal 13), o presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, deu mais detalhe do edital que será lançado nos próximos dias. Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
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		<title>Silvana Meireles concede entrevista à Rádio Frei Caneca sobre a Lei Aldir Blanc</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2020 22:02:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A secretária-executiva de Cultura de Pernambuco, Silvana Meireles, foi a convidada especial desta sexta-feira (6) do programa Revista Difusora, veiculado na página da Rádio Frei Caneca FM 101,5, no Facebook. Em entrevista ao apresentador Patricktor4, a gestora falou sobre os editais de emergência cultural (lançados pela Secult-PE, no último dia 21 de outubro) e sobre os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A secretária-executiva de Cultura de Pernambuco, Silvana Meireles, foi a convidada especial desta sexta-feira (6) do programa Revista Difusora, veiculado na página da <a href="https://www.facebook.com/watch/freicanecafm/" target="_blank"><strong>Rádio Frei Caneca FM 101,5</strong></a>, no Facebook. Em entrevista ao apresentador <a href="https://www.instagram.com/patricktor4/" target="_blank"><strong>Patricktor4</strong></a>, a gestora falou sobre os <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/leialdirblanc/secult-pe-lanca-sete-editais-emergenciais-para-a-cultura-em-pernambuco/" target="_blank">editais de emergência cultural</a> </strong>(lançados pela Secult-PE, no último dia 21 de outubro) e sobre os desafios de implementar e repassar os recursos da Lei Aldir Blanc aqui, em nosso Estado. Aperte o <em>play</em> e confira:</p>
<p><iframe style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=314&amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Ffreicanecafm%2Fvideos%2F1322798928072615%2F&amp;show_text=false&amp;width=560" height="400" width="600" allowfullscreen="true" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
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