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	<title>Portal Cultura PE &#187; Erasto Vasconcelos</title>
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		<title>Curta-metragem revela paisagens sonoras criadas por Erasto Vasconcelos</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 21:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A obra do músico Erasto Vasconcelos ainda é desconhecida pra muita gente, e é consenso entre o meio artístico que há ainda muito a ser explorado. Neste sentido, o curta-metragem Fazenda Rosa, realizado pela Produções Ordinária, com incentivo do Funcutura, coloca a obra do poeta olindense em evidência ao fazer um recorte da paisagem musical [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53655" aria-labelledby="figcaption_attachment_53655" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/beijafror.jpg"><img class="size-medium wp-image-53655  " alt="Reprodução/Filme" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/beijafror-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Fazenda Rosa se debruça sobre a paisagem sonora composta pelo poeta olindense e pouco conhecida pelo público em geral</p></div>
<p>A obra do músico Erasto Vasconcelos ainda é desconhecida pra muita gente, e é consenso entre o meio artístico que há ainda muito a ser explorado. Neste sentido, o curta-metragem <strong><a href="http://facebook.com/fazendarosafilme" target="_blank">Fazenda Rosa</a></strong>, realizado pela <strong><a href="http://www.producoesordinaria.com/fazenda-rosa/" target="_blank">Produções Ordinária</a>,</strong> com incentivo do Funcutura, coloca a obra do poeta olindense em evidência ao fazer um recorte da paisagem musical do artista através da técnica do stop motion. O filme segue inscrito em diversos festivais de animação do país, e em breve terá sua data de lançamento anunciada.</p>
<p><strong>Fazenda Rosa</strong> se debruça sobre a paisagem sonora composta pelo poeta na primeira das fases da música Pio tagarela. <em>&#8220;Na primeira, o poeta evoca a fauna e a flora de um lugar chamado Fazenda Rosa, os bichos do dia e da noite, os peixes do rio, os pássaros e bichos do mangue&#8221;,</em> afirma a sinopse do filme. A música originalmente é dividida em três partes (Pio tagarela, Cantigas de roda e Nau catarineta) e tem duração de 49 minutos.</p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/231242094" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A diretora do filme, Chia Beloto, conta que a produtora nasceu a partir de um grupo que se conheceu na Faculdade AESO quando ainda existia por lá o curso de Animação, em 2011. “<em>A gente tinha um professor que nos apresentou o Erasto Vasconcelos e na ocasião foi feito um convite pra que fizéssemos um clipe de alguma música dele. A princípio, ele queria outra, mas contamos que éramos apaixonadas pelo Baile Betinha e ele topou fazer na hora”,</em> explica a diretora do curta.</p>
<p>Depois desse projeto, a equipe foi se envolvendo com Erasto, que abriu sua vida e, numa das conversas, apresentou um livro que havia feito nos anos 70, o Cantigas de Roda. “<em>Ele mostrou um exemplar que tinha produzido artesanalmente, acompanhado de um disco, e ficamos impressionadas com todo esse enredo que ele tinha na cabeça dele. Daí tivemos a ideia de fazer esse trabalho audiovisual e ele participou de toda a fase inicial, da inscrição do projeto até a idealização do roteiro. Mas quando a ideia foi aprovada no Funcultura ele já estava abatido e sua participação ficou mais limitada, mas sempre dávamos feedbacks pra ele”,</em> detalha Chia Beloto.</p>
<div id="attachment_53656" aria-labelledby="figcaption_attachment_53656" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/cavalo.jpg"><img class="size-medium wp-image-53656  " alt="Reprodução/Filme" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/cavalo-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Na primeira, o poeta evoca a fauna e a flora de um lugar chamado Fazenda Rosa, os bichos do dia e da noite, os peixes do rio, os pássaros e bichos do mangue&#8221;, afirma a sinopse do filme</p></div>
<p>Para a diretora do curta, <strong>Fazenda Rosa</strong> é uma obra muito extensa, um pouco deixada de lado. “<em>Este trabalho é apenas um pequeníssimo recorte da larga trajetória artística de Erasto. Meu sonho é que um dia outros fazedores de artes peguem esse trabalho e o transformem em outras coisas, como musicais e peças de teatro”,</em> opina.</p>
<p><strong>Confira a ficha técnica do curta-metragem Fazenda Rosa:</strong><br />
Animador, Pesquisa e fotografia: Mateus Simon<br />
Arte: Chia Beloto<br />
Produção: Rui Mendonça<br />
Voz, Flauta e trilha original: Erasto Vasconcelos<br />
Edição e Correção de cor: Zé Diniz<br />
Desenho de som e mixagem: Johann Brehmer<br />
Desenho Gráfico: Simone Mendes<br />
Assessoria de mídia: Olivia Souza<br />
Direção: Chia Beloto<br />
Legendagem Descritiva: Acessibilidade.com<br />
Produtora Associada: Carnaval Filmes<br />
Laboratório de Correção de Cor e Mixagem Som 5.1: Porto Digital</p>
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		<title>Erasto foi fazer baile no céu</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2016 15:46:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Erasto Vasconcelos]]></category>

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		<description><![CDATA[por Michelle Assumpção A partida de Erasto Vasconcelos encerra uma história de cinquenta anos de arte, uma trajetória marcada por encontros e trocas musicais do mais alto nível, generosidade e amor pela música, pelos bichos, pelas crianças e pelos amigos. Avesso à badalações, Erasto passou seus últimos anos de vida e de arte morando na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/9375992618_eb28a5e09b_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26012" alt="Eric Gomes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/9375992618_eb28a5e09b_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>por Michelle Assumpção</em></p>
<p>A partida de Erasto Vasconcelos encerra uma história de cinquenta anos de arte, uma trajetória marcada por encontros e trocas musicais do mais alto nível, generosidade e amor pela música, pelos bichos, pelas crianças e pelos amigos. Avesso à badalações, Erasto passou seus últimos anos de vida e de arte morando na singela Maranguape I, conjunto habitacional em Paulista. Até o fim, nutria a vontade de sempre lançar seus projetos musicais e aceitava convites dos amigos músicos que sabiam exatamente a grandeza de sua obra e o tiravam de casa, sempre que tinham oportunidade, para fazer o que ele mais gostava: tocar.</p>
<p>Um cara simples, de muita inteligência, sentimentos e criações. A história profissional com a música começa em 1965, no Rio de Janeiro, acompanhando movimentos como a Tropicália e o Clube da Esquina, quando tocou ao lado de Gilberto Gil, Gal Costa, Caetano Veloso e Lô Borges. Os anos 70 foram marcados pela presença em Nova York, onde foi por duas vezes. Na primeira, em 1977, apresentou-se ao lado do lendário saxofonista Stan Getz e participou do disco Stone Aliance, com Marcio Montarroyos e Hermeto Pascoal. Voltou em 1978 e morou na rua 84, em Manhattan, por dois anos, depois um ano no Harlem.</p>
<p>Lá, tocou com um músico chamado Ronald Shannon Jackson, com quem lançou o vinil Eye on You, em 1980, lançado pela About Time Records. Fizeram apresentações pelo circuito universitário, com uma banda que tinha ainda o músico Vernon Reid (guitarrista do Living Colour, grupo de rock formado só por negros). Também tocou com um músico chamado Édson Machado, que fazia bossa nova. A saudade de sua terra o trouxe de volta, em 1981.</p>
<p>Seus encontros musicais derradeiros aconteceram com a turma de Olinda. Entre eles, os que mais lhe deram a mão: banda Eddie, de Fábio Trummer e ainda de Roger Man. Com esses artistas, se envolveu em diversos projetos, circulou por muitos lugares e estúdios. Foi Trummer que, em 2005, produziu Jornal da Palmeira, que viria a ser o único disco solo de Erasto.</p>
<p>O percussionista havia voltado aos palcos praticamente pela via da Banda Eddie, tocando percussão e encantando o público mais jovem que, desconhecendo sua importante trajetória, vibrava quando ele, junto com Fabinho, nos shows da banda Eddie, interpretava a gafieira <em>O Baile Betinha</em>, de sua autoria. A composição depois entrou no repertório de Erasto no CD Jornal da Palmeira, com uma execução arrebatadora feita por Pupillo na bateria, Trummer na guitarra e a Orquestra Popular da Bomba do Hemetério, sob a batuta de Ademir Araújo, nos metais.</p>
<div id="attachment_41503" aria-labelledby="figcaption_attachment_41503" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/erasto-capa.jpeg"><img class="size-medium wp-image-41503" alt="Reprodução " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/erasto-capa-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do CD Jornal da Paraíba</p></div>
<p>O repertório do disco reuniu doze músicas, composições do baú, de épocas variadas da vida de Erasto, lindamente arranjadas e produzidas. Recife, O Baile Betinha, Mauricéia, Pipoca do cinema, Azulão poema, Forró das meninas, Adivinhação, Capiba disse que é pra já, Poema da paz, Guia de Olinda, Ceci e Maranguape. Temáticas que lhe eram caras e davam conta de seus grandes interesses na vida: a fauna, a flora, as danças, as festas regionais, Recife, Olinda, Maranguape. Um registro que influenciou toda uma geração de músicos pernambucanos.</p>
<p>Recentemente, o percussionista também havia criado o projeto musical Erasto e Banda Netumar. Poemas e canções criados durante sua viagem do Rio de Janeiro a Nova York, em 1978, num navio da Marinha Mercante Brasileira. Netumar era o nome da companhia e do navio. Ao som de violões e percussões, Erasto declamava poesias e contava suas histórias. O último show de Erasto aconteceu em julho deste ano, durante o Festival de Inverno de Garanhuns, quando apresentou algumas de suas composições mais populares.</p>
<p>Erasto também estava feliz por ter concretizado uma vontade de muitos anos, que era reeditar o livro infantil D<em>ez cantigas de roda, um maracatu, um afoxé, mais cuidado, existe uma cobra</em>. Em 2015, incentivado pelo Funcultura, o artista conseguiu uma reprodução fac-símile (reprodução exata da publicação original, incluindo fontes de letras, ilustrações, diagramação e paginação. Até as marquinhas de ferrugem dos grampos foram mantidas).</p>
<p>O livrinho mescla historinhas e partituras assinadas pelo maestro Ademir Araújo e um CD encartado com interpretações à capela do disco Fazenda Rosa, uma produção caseira que foi produzida em reduzidas quantidades e se esgotou. Cada página pode ser contemplada separadamente, pois, apesar do encantamento da Cobra pela Florzinha ser o fio condutor dos textos, há divagações por temas da cultura popular, objetos e encontros com outros bichos.</p>
<div id="attachment_31359" aria-labelledby="figcaption_attachment_31359" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/livro-erasto-vasconcelos.jpg"><img class="size-medium wp-image-31359" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/livro-erasto-vasconcelos-607x412.jpg" width="607" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Nessa nova versão, a obra vem acompanhada por partituras assinadas pelo Maestro Ademir Araújo e um CD</p></div>
<p>De forma que Erasto – que partiu na noite do dia 27 de outubro &#8211; deixou sua sementinha plantada no coração da música de Pernambuco e em vários outros territórios por onde passou. Talvez tenha ido ao encontro do querido irmão, Naná Vasconcelos, que partiu em março deste ano. O que se sabe é que, por aqui, hoje é dia de Pernambuco inteiro chorar.</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Assista ao documentário &#8220;Erasto Vasconcelos &#8211; Um Milagre&#8221;:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wTZMs5P25OE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Livro infantil de Erasto Vasconcelos ganha edição fac-símile</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2015 15:25:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O livro Dez cantigas de roda, um maracatu, um afoxé, mas cuidado existe uma cobra, escrito por Erasto Vasconcelos em 1970, será relançado nesta sexta-feira (6), numa edição fac-símile (reprodução exata da publicação original, incluindo fontes de letras, ilustrações, diagramação e paginação), a partir das 19h, n’A Casa do Cachorro Preto, em Olinda. A obra, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31359" aria-labelledby="figcaption_attachment_31359" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/livro-erasto-vasconcelos.jpg"><img class="size-medium wp-image-31359" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/livro-erasto-vasconcelos-607x412.jpg" width="607" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Nessa nova versão, a obra vem acompanhada por partituras assinadas pelo Maestro Ademir Araújo e um CD</p></div>
<p>O livro <em>Dez cantigas de roda, um maracatu, um afoxé, mas cuidado existe uma cobra</em>, escrito por Erasto Vasconcelos em 1970, será relançado nesta sexta-feira (6), numa edição fac-símile (reprodução exata da publicação original, incluindo fontes de letras, ilustrações, diagramação e paginação), a partir das 19h, n’A Casa do Cachorro Preto, em Olinda. A obra, que nessa nova versão vem com as partituras assinadas pelo Maestro Ademir Araújo, o Maestro Formiga, e CD encartado, conta com incentivo do Funcultura.</p>
<p><strong>Sobre a publicação</strong><br />
Com canetas de hidrocor, o livro foi escrito e desenhado a mão para a sua filha Ginga. Erasto concebeu as canções e pediu ao amigo Ademir que as transcrevesse em partituras. Tudo pronto, outros 29 exemplares foram produzidos e presenteados principalmente a crianças. Dois deles chegaram à designer Chia Beloto, que tratou as páginas digitalizadas com cuidado para que não se perdessem os registros das canetinhas, sua transparência e cores originais. Até as marquinhas de ferrugem dos grampos foram mantidas.</p>
<p>Cada página pode ser contemplada separadamente, pois, apesar do encantamento da Cobra pela Florzinha ser o fio condutor dos textos, há divagações por temas da cultura popular, objetos e encontros com outros bichinhos. No CD encartado, encontram-se algumas das canções executadas por Erasto à capela, extraídos do álbum Fazenda Rosa, que se encontra esgotado.</p>
<p><strong>Lançamento</strong><br />
Durante o lançamento, haverá audição do Fazenda Rosa e discografia relacionada à carreira de Erasto. Este projeto foi criado a partir de diálogos entre a equipe e Erasto Vasconcelos, com muito respeito pelo artista e amigo. Por motivos pessoais, o artista não estará presente no evento.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento do livro <em>Dez cantigas de roda, um maracatu, um afoxé, mas cuidado existe uma cobra</em><br />
Quando: sexta-feira (6/11), às 19h<br />
Onde: A Casa do Cachorro Preto (Rua Treze de Maio, 99, Carmo, Olinda &#8211; PE)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Fadas Magrinhas participam do “Eu Indico”</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2015 15:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta semana, o Eu Indico vem em dose dupla: Aninha Aráujo e Lula Araújo, as Fadas Magrinhas, são as convidadas da vez. Cada uma, indicando um artista e obra diferente! Há cinco anos, as irmãs encantam crianças de um bem jeito diferente, com músicas infantis que passeiam por elementos da cultura popular, como o forró, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/unnamed.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26008" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/unnamed-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a></p>
<p>Esta semana, o <strong>Eu Indico</strong> vem em dose dupla: Aninha Aráujo e Lula Araújo, as <strong>Fadas Magrinhas</strong>, são as convidadas da vez. Cada uma, indicando um artista e obra diferente! Há cinco anos, as irmãs encantam crianças de um bem jeito diferente, com músicas infantis que passeiam por elementos da cultura popular, como o forró, o coco e o caboclinho. No último sábado (6), se apresentaram no Teatro de Santa Isabel, lançando seu primeiro CD,<em> Fadas Magrinhas</em>, com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p><strong>Aninha Araújo</strong> indicou ao<strong> Cultura.PE</strong> e aos internautas o disco <em>Vermelhas Nuvens</em>, do instrumentista e compositor <strong>Hugo Linns</strong>. Esse é o mais recente álbum do músico, em Huggo transporta, com maestria, a viola dinâmica a um novo campo de possibilidades na música contemporânea.</p>
<p>Já <strong>Lulu Araújo</strong> foi de <em>Jornal da Palmeira</em>, de <strong>Erasto Vasconcelos</strong>. O trabalho marca a entrada do músico de uma vez na música moderna de Pernambuco. Com um casting invejável de colaborações (Fábio Trummer, Karina Buhr, Pupillo, Dengue, Urêa, entre outros), o disco traz a poesia profunda e delicada de Erasto, versando sobre a natureza, as pessoas, os bairros e o cotidiano.</p>
<p><strong>Aninha Araújo sobre <em>Vermelhas Nuven</em>s, de Hugo Linns</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/hugolinns_vermelhas02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-6864" title="Hugo Linns" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/hugolinns_vermelhas02-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Um músico atento, versátil, criativo e muito talentoso. Esse é Hugo Linns.<br />
</em><br />
<em> Conheço Hugo há muitos anos e sempre o admirei pela maneira como se relaciona com a música! Acho genial a forma como consegue colocar nas suas composições, sentimentos, cores, texturas, paisagens, experimentos e nos oferece essa maravilhosa teia musical.</em></p>
<p><em>O disco </em>Vermelhas Nuvens<em> mostra a viola sob outro ponto de vista. Ele resgata esse instrumento tradicional e coloca num contexto atual, usando os pedais e tirando sons com lindas “texturas”. Os arranjos são primorosos&#8230; eles, assim como a direção e composições são assinadas pelo próprio Hugo Linns, que contou com grandes amigos e parceiros musicais, e essa afinidade está presente em todo o CD. Viola de 10 cordas, violão tenor, baixo acústico, percussões e a viola dinâmica, fazem deste trabalho uma grande referência da música instrumental de Pernambuco. Estamos bem representados!!!&#8221;</em></p>
<p><strong>Lulu Araújo sobre <em>Jornal da Palmeira</em>, de Erasto Vasconcelos</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/9375992618_eb28a5e09b_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26012" alt="Eric Gomes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/9375992618_eb28a5e09b_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>&#8220;<em>Uma música sonhada, dessas que invadem nossos dias, nossos sentimentos e vontades. Assim é a música de Erasto Vasconcelos, por quem tenho um carinho pra lá de especial. Com ele subimos (eu e Aninha) ao palco pela primeira vez, o que decerto é um grande marco em nossa carreira.</em></p>
<p><em>Grande figura da música pernambucana e referência para muitos grupos de Olinda, Erasto é mais que um percussionista, é um músico completo, inconfundível, cheio de criatividade e ousadia. Com ele, o cotidiano ganha vida e se torna eterno em suas canções. O respeito aos animais é outra característica de seu trabalho, em especial o carinho e admiração pelos pássaros e seus cantos.</em></p>
<p><em>Em 2005, lançou o CD Jornal da Palmeira, inspirado num musical de sua autoria, que fala sobre bairros, paisagens urbanas, o canto dos pássaros, paixões e festas.</em></p>
<p><em>O disco traz um Erasto moderno, repaginado, que dialoga com tradições e experimentalismos. Muito bem acompanhado por Fábio Trummer, que produziu o CD, e por músicos como Karina Buhr, Alexandre Urêa, Pupilo e Dengue, dentre outros, o CD é, pulsante, emocionante e lindo. No repertório, um pouco de tudo, o que mostra mais uma vez a versatilidade e ousadia, tão presentes no trabalho de Erasto. São 12 canções:</em><br />
Recife, O baile &#8216;Betinha&#8217;, Mauricéia, Pipoca do cinema, Azulão poema, Forró das meninas, Advinhação, Capiba disse que é pra já, Poema da paz, Guia de Olinda, Ceci e Maranguape<em>. Particularmente, não sei dizer qual é a minha preferida, amo todas!</em><br />
<em> Espero que vocês curtam esse músico, que faz a gente tirar os pés do chão sempre&#8221;</em>.</p>
<p><strong>Ouça<em> Açude</em>, uma das faixas de <em>Vermelhas Nuvens</em>, de Hugo Linns</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/100841070&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>Assista ao clipe de <em>Maranguape</em>, uma das músicas de <em>Jornal da Palmeira</em>, de Erasto Vasconcelos</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XyHg_hfUECw" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Olinda em peso no Primeiro Baile do Ano</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2015 15:40:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Festa no Recife com cara de noite olindense. Eddie, Academia da Berlinda e Erasto Vasconcelos são as estrelas do Primeiro Baile do Ano, que acontece neste sábado (9), no Catamaran (São José), a partir das 22h. Toda a cancha do “Original Olinda Styles” vai fazer ferver o local, abrindo o ano de 2015 com bons [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19227" aria-labelledby="figcaption_attachment_19227" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/eddie.jpg"><img class="size-medium wp-image-19227" alt="Eric Gomes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/eddie-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio Trummer e a banda Eddie comemora 25 anos de carreira no show deste sábado (9)</p></div>
<p>Festa no Recife com cara de noite olindense. <a href="http://bandaeddie.com.br/" target="_blank"><strong>Eddie</strong></a>, <strong>Academia da Berlinda</strong> e <strong>Erasto Vasconcelos</strong> são as estrelas do Primeiro Baile do Ano, que acontece neste sábado (9), no Catamaran (São José), a partir das 22h. Toda a cancha do “Original Olinda Styles” vai fazer ferver o local, abrindo o ano de 2015 com bons shows. Quem abre a noite são os DJs Vinicius Leso e Rossi Love. Os ingressos custam R$ 70 (inteira), R$ 35 (meia entrada) e R$ 40 (social).</p>
<p>Primeiro a subir ao palco é o percussionista e cantor Erasto Vasconcelos, mestre reverenciado pelos jovens músico de Olinda. Na sequência, vem a banda Eddie – que, nesta semana, entrou em estúdio para gravar seu próximo disco. Eles prometem um show arrasador, repassando os seus 25 anos de carreira. Clássicos como “Quando a maré encher”, “Ela vai dançar” e “Pode me chamar” são presenças garantidas no set list. Fechando a noite, já na madrugada do domingo, o som dançante da Academia da Berlinda, que traz sua caliente mistura de ritmos nordestinos com a sonoridade latina.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Primeiro Baile do Ano</em><br />
<em> com Eddie, Academia da Berlinda e Erasto Vasconcelos e os DJs Vinicius Leso e Rossi Love</em><br />
Sábado (10), a partir das 22h<br />
Catamaran Tours – Cais das Cinco Pontas, s/n, São José – Recife/PE<br />
R$ 70 (inteira), R$ 35 (meia entrada), R$ 40 (social)</p>
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