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	<title>Portal Cultura PE &#187; Eric Laurence</title>
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		<title>Documentário mostra curso do Rio Capibaribe sob perspectiva de 360º</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2021 17:30:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o filme “CAPIBARIBE EM 360°” está disponível no Youtube. Dirigido por Eric Laurence, o documentário trata-se de um curta-metragem filmado em 360°, que permite que pessoas de qualquer lugar do mundo possam fazer um passeio em realidade virtual pelo curso do Rio Capibaribe; desde a sua [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/eHHKeTtD3wo" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o filme “CAPIBARIBE EM 360°” está disponível no Youtube. Dirigido por Eric Laurence, o documentário trata-se de um curta-metragem filmado em 360°, que permite que pessoas de qualquer lugar do mundo possam fazer um passeio em realidade virtual pelo curso do Rio Capibaribe; desde a sua nascente, em Poção (PE), até chegar no Recife e desaguar no mar. A obra apresenta os diferentes fluxos do Rio Capibaribe ao longo do seu percurso de 250km: da nascente à foz, do sertão ao litoral, do interior à capital. Aperte o<em> play</em> e confira: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=eHHKeTtD3wo" target="_blank"><strong>www.youtube.com/watch?v=eHHKeTtD3wo</strong></a>.</p>
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		<title>Série “Olhar Submerso &#8211; Naufrágios de Pernambuco” estreia neste sábado (14), na Globo</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Sep 2019 13:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há 10 anos, o pernambucano Doug Monteiro viaja e fotografa naufrágios de todo o mundo. A série “OLHAR SUBMERSO &#8211; Naufrágios de Pernambuco”, que estreia na Globo Recife no próximo sábado (14), é a nova jornada de Doug no mar. Diferentes mergulhos, embarcações e uma impressionante vida marinha conferem a cada um dos três episódios [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71444" aria-labelledby="figcaption_attachment_71444" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/serie-olha-submerso-doug.jpeg"><img class="size-medium wp-image-71444" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/serie-olha-submerso-doug-607x402.jpeg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Dividida em 3 episódios, com duração de 28 minutos cada, a série mostra os principais naufrágios da costa pernambucana</p></div>
<p>Há 10 anos, o pernambucano Doug Monteiro viaja e fotografa naufrágios de todo o mundo. A série “OLHAR SUBMERSO &#8211; Naufrágios de Pernambuco”, que estreia na Globo Recife no próximo sábado (14), é a nova jornada de Doug no mar. Diferentes mergulhos, embarcações e uma impressionante vida marinha conferem a cada um dos três episódios algo único e surpreendente. A série, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, busca um novo olhar, uma nova forma de ver o mar através da fotografia subaquática, e mostra os principais naufrágios da costa pernambucana.</p>
<p>Os episódios foram gravados em uma expedição pelos mares de Fernando de Noronha, Recife, Ponta de Pedras e Porto de Galinhas. Ao longo da série, Doug reencontra amigos e fotógrafos subaquáticos que foram importantes na sua trajetória. O cineasta Eric Laurence (<em>Uma Passagem para Mário</em>) é quem assina a direção da série, que será exibida nos dias 14, 21 e 28 de setembro, sempre às 14h.</p>
<p><strong>PERNAMBUCO &#8211; A MECA DO MERGULHO NO BRASIL</strong><br />
Pernambuco é a meca do mergulho brasileiro. Nos 187 quilômetros de litoral pernambucano, existem mais de 100 navios naufragados. O Estado possui um universo submerso fantástico: naufrágios históricos, vapores de rodas, rebocadores e corvetas. Entre os especialistas, Fernando de Noronha é o melhor destino de mergulho no país e Recife destaca-se como a capital brasileira dos naufrágios. Recife possui um grande número de sítios arqueológicos submersos ainda não identificados, além dos 27 já conhecidos e visitados por um número cada vez maior de mergulhadores.</p>
<p>A importância e proteção do patrimônio cultural subaquático ganhou destaque no mundo a partir da convenção da UNESCO que ocorreu em Paris, no ano de 2001. Essa convenção reconheceu o valor imensurável dos naufrágios como parte integrante da história da humanidade, dos países e estados onde eles estão localizados. Desde então se fortaleceu o conceito de que o patrimônio submerso é uma expressão cultural sem fronteiras, de interesse de todos. Nesse sentido, a série de documentários “Olhar Submerso &#8211; Naufrágios de Pernambuco” torna-se necessária porque, além de valorizar e difundir essa riqueza patrimonial, o que já é algo importante, também é uma forma de estimular a preservação histórica, cultural e ambiental contida nos naufrágios.</p>
<p>Vale salientar que, em fevereiro de 2017, quatro navios foram afundados na costa de Recife, passando a fazer parte do programa do Parque dos Naufrágios Artificiais de Pernambuco. Os novos afundamentos elevaram de 14 para 18 o número de embarcações que funcionam como recifes artificiais no Parque. O trabalho criterioso e pioneiro de entusiastas locais do mergulho, aliados a pesquisadores interessados na conservação da vida marinha, resultou na implantação gradativa desse que é o primeiro parque de naufrágios artificiais da América Latina. Hoje, destinado tanto a programas de mergulho quanto a preservação ambiental.</p>
<p>A realização da série de documentário “Olhar Submerso &#8211; Naufrágios de Pernambuco” é um mergulho nos mares de Pernambuco. O cenário fascinante em torno do mar, a atmosfera dos naufrágios e a dinâmica dos mergulhos certamente irão atrair o público, até por este ser um universo pouco habitual nas telas brasileiras. A linguagem moderna, atrelada a uma poética visual e um conteúdo sedutor, conferem a série muitos elementos estéticos, certamente capazes de gerar interesse e se comunicar com espectadores de todas as classes sociais e idades.</p>
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		<title>Recife ganha aplicativo que traça percurso literário e afetivo da cidade</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2016 15:22:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Marina Suassuna É extensa a jornada que se pode empreender pelo Recife a partir de suas referências na literatura. Quantas poesias, romances, crônicas e contos foram escritos, ao longo da história, representando e evocando a geografia da cidade? Partindo dessa premissa, o cineasta Eric Laurence (Uma Passagem para Mário), um apaixonado por literatura, desenvolveu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Marina Suassuna</em></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14999406645_625d54efa4_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-12624" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14999406645_625d54efa4_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>É extensa a jornada que se pode empreender pelo Recife a partir de suas referências na literatura. Quantas poesias, romances, crônicas e contos foram escritos, ao longo da história, representando e evocando a geografia da cidade? Partindo dessa premissa, o cineasta Eric Laurence (<em>Uma Passagem para Mário</em>), um apaixonado por literatura, desenvolveu o aplicativo <strong><em>Ruas Literárias do Recife</em></strong>, que tem incentivo do Funcultura.</p>
<p>Por meio do mapeamento das ruas da cidade, a plataforma possibilita um roteiro literário e poético, no qual a população pode descobrir como as ruas e suas edificações foram descritas e representadas por escritores pernambucanos. Foram elencados aproximadamente 150 pontos de localização no Recife, que são os<em> pins</em> do aplicativo. Cada um remete a trechos de escritos feitos por 82 autores, de diferentes épocas e estilos, desde o século 19 até os dias atuais.</p>
<div id="attachment_39922" aria-labelledby="figcaption_attachment_39922" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/pin.jpg"><img class="size-full wp-image-39922  " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/pin.jpg" width="289" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Aplicativo visa aproximar o Recife de seus habitantes e visitantes a partir da ótica de diferentes escritores de diferentes épocas</p></div>
<p>A pesquisa, empreendida pela escritora Luzilá Gonçalves, traz referências a escritos de Raimundo Carrero, Ronaldo Correia de Brito, Joaquim Cardozo, Clarice Lispector, João Cabral de Melo Neto, Audálio Alves, Lucila Nogueira, Manuel Bandeira, Carlos Pena Filho, Micheliny Verunschy, Carneiro Vilela, Rubem Rocha Filho, Paulo Mendes Campos, José Teles, Antônio Maria, entre outros.</p>
<p>&#8220;Recife é uma das capitais do Brasil que mais tem poetas falando da cidade. E cada um tem um jeito distinto de abraçar as paisagens.Um dos motivos é o Rio Capibaribe, que é um coração que conduz as paisagens concretas e interiores. O aplicativo proporciona uma interação ente a paisagem concreta, visível, que está resistindo, e a paisagem interior&#8221;, observa a escritora e doutora em Estudos Literários, que possui 44 livros publicados, entre contos, romances, biografias e ensaios.</p>
<p>De acordo com Eric Laurence, um dos nortes da pesquisa foi trazer a multiplicidade de olhares e perspectivas desses autores. &#8220;Sabíamos que havia muitos escritores que naturalmente falaram sobre as ruas e os bairros do Recife. De um lado, há escritores numa perspectiva mais documental, outros mais memorialistas como Manuel Bandeira. Os escritores contemporâneos já tem um olhar mais critico, mais ácido&#8221;, avalia Eric.</p>
<p>Ele também chama atenção para a presença de Cecília Villanova, poetisa que colaborou com a produção dos textos e com a pesquisa. &#8220;Foi importante contar com ela por sua relação com a poesia marginal. Assim, ela trouxe escritores marginais que têm um olhar bastante particular, mais urbano, como Miró e Ericksson Luna&#8221;. A edição geral do projeto foi realizada pela jornalista Olívia Mindêlo.</p>
<div id="attachment_39930" aria-labelledby="figcaption_attachment_39930" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/EricLaurence.jpg"><img class="size-full wp-image-39930" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/EricLaurence.jpg" width="265" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">O cineasta Eric Laurence demonstra o interesse em desenvolver ações com escolas do estado</p></div>
<p>Uma das pretensões do projeto é também desenvolver ações junto com escolas. Para Eric, é uma forma dinâmica de promover o ensino, sobretudo a partir do quiz, que gera uma interação maior. &#8220;Não estamos preocupados com a quantidade de pessoas que vão acessar. Mas, claro que se ele emplacar, o projeto vai ganhar uma outra dimensão. Nosso grande objetivo é que as pessoas usufruam dele e fiquem encantados com a possibilidade de estabelecer uma relação afetiva com a cidade, a partir de um olhar poético da literatura que abordou o espaço urbano ao longo dos anos todos&#8221;.  O aplicativo é gratuito e está disponível para Android e iOS, nas versões mais modernas de <em>smartphones</em> e tablets.</p>
<div id="attachment_27010" aria-labelledby="figcaption_attachment_27010" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Scult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/luzila-goncalves-foto-costa-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-27010" alt="Costa Neto/Scult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/luzila-goncalves-foto-costa-neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Para a produção dos textos que sintetizam as referências literárias das ruas do Recife, o projeto contou com Luzilá Gonçalves, uma das grandes escritoras pernambucanas</p></div>
<p>Confira alguns trechos e respectivas ruas:</p>
<p><strong>AVENIDA GUARARAPES</strong><br />
O poeta Carlos Pena Filho, cuja imagem pode ser encontrada em escultura, na Praça da Independência, bem perto daí, imortalizou esta avenida que é um dos símbolos do processo de modernização no Recife, além de conhecido ponto de encontro de intelectuais e boêmios no século 20. Aqui vão, então, os versos de “Chope”, que pertence ao conjunto de poemas “Guia prático da cidade do Recife”:</p>
<p>“Na Avenida Guararapes,<br />
o Recife vai marchando.<br />
O bairro de Santo Antônio<br />
tanto se foi transformando<br />
que, agora, às cinco da tarde<br />
mais se assemelha a um festim;<br />
nas mesas do Bar Savoy,<br />
o refrão tem sido assim:<br />
São trinta copos de chope,<br />
são trinta homens sentados,<br />
trezentos desejos presos,<br />
trinta mil sonhos frustrados.</p>
<p>(&#8230;)”<br />
FILHO, Carlos Pena. “Livro geral – Poemas”. Recife: Recife, 1999.</p>
<p><b>CAIS DA ALFÂNDEGA</b></p>
<p>À beira do Capibaribe, no Cais da Alfândega, encontramos o poeta Ascenso Ferreira repousando ao lado de seus livros e de “companheiros” de toda idade, que se sentam com sua escultura. O escritor foi imortalizado pelo escultor Demétrio Albuquerque e, entre suas obras, nos deixou estes versos de “Noturno”, que podem ser lidos e imaginados bem defronte ao rio, que, como diz ele, “tem coisas para me contar”:</p>
<p>”Sozinho de noite,<br />
Nas ruas desertas<br />
Do velho Recife<br />
Que atrás do arruado<br />
moderno ficou&#8230;<br />
Criança de novo<br />
Eu sinto que sou:</p>
<p>– Que diabo tu vieste fazer aqui, Ascenso?<br />
(&#8230;)<br />
Das casas fechadas<br />
e malassombradas<br />
Com as caras tisnadas<br />
Que o incêndio queimou&#8230;<br />
Pelas janelas esburacadas<br />
Eu sinto, tremendo,<br />
Que um olho de fogo<br />
Medonho me olhou:</p>
<p>– Olha que o papa-figo te agarra, desgraçado!”</p>
<p>Vários autores. “O Recife pela voz dos poetas”. Organização de Luiz do Nascimento. Recife: Prefeitura Municipal do Recife, 1977. Coleção Recife, vol. 1</p>
<p><b>ESTRADA DOS REMÉDIOS</b></p>
<p>Em “Homens e caranguejos”, o único romance escrito pelo cientista social Josué de Castro, temos a fotografia de um Recife profundo e pulsante que culmina na descrição de um elemento chave em sua narrativa: a popular Feira Livre de Afogados, que acontece na Estrada dos Remédios. Ela está ambientada desde estas palavras abaixo, retiradas da primeira página do livro:</p>
<p>“Recife, a cidade dos rios, das pontes e das antigas residências palacianas é também a cidade dos mocambos: das choças, dos casebres de barro batido a sopapo, cobertos de capim, de palha de coqueiro e de folha-de-flandres.</p>
<p>Na madrugada fria de junho, ainda com a cor da noite, mas já soprando um arzinho de manhã, toda a zona dos mangues dorme quieta, atolada na placidez da lama (&#8230;) Pela estrada de Motocolombó, que nesta hora incerta se perde quase invisível no meio dos mangues, passam os primeiros balaieiros carregados de frutas e verduras, puxando na perna para que antes do dia amanhecer de todos já estejam eles abancados na feira de Afogados para venderem os seus produtos. (&#8230;)”</p>
<p>CASTRO, Josué de. “Homens e caranguejos”. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.</p>
<p><b> </b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Filme Uma passagem para Mário, de Eric Laurence</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2014 14:49:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Título: Uma passagem para Mário Direção: Eric Laurence Roteiro: Eric Laurence Gênero: Documentário Sinopse: Uma reflexão sobre as jornadas e os ciclos da vida através de uma viagem que parte de Recife, no Brasil, e atravessa a Bolívia até chegar no deserto do Atacama, Chile. O documentário aborda temas sobre amizade e superação da morte. Produção: Laurence [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Título: </strong>Uma passagem para Mário<br />
<strong>Direção:</strong> Eric Laurence<br />
<strong>Roteiro:</strong> Eric Laurence<br />
<strong>Gênero: </strong>Documentário<br />
<strong>Sinopse:</strong> Uma reflexão sobre as jornadas e os ciclos da vida através de uma viagem que parte de Recife, no Brasil, e atravessa a Bolívia até chegar no deserto do Atacama, Chile. O documentário aborda temas sobre amizade e superação da morte.<br />
<strong>Produção:</strong> Laurence Filmes<br />
<strong>Coprodução:</strong> IdeiaImagem, ZQuatro e Ateliê Produções<br />
<strong>Distribuição:</strong> Laurence Filmes<br />
<strong>Lançamento: </strong>06/11/2014<br />
<strong>Página: <a href="http://www.umapassagemparamario.com.br/" target="_blank">http://www.umapassagemparamario.com.br/</a></strong></p>
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