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	<title>Portal Cultura PE &#187; Eric Valença</title>
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		<title>Eric Valença lança a websérie &#8220;Nu&#8221; no YouTube</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2021 18:19:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_83885" aria-labelledby="figcaption_attachment_83885" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/NU-10.jpg"><img class="size-medium wp-image-83885" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/NU-10-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A série de dois episódios aborda temas sobre sedução, machismo, relacionamentos abusivos, romance, gênero e sexualidade</p></div>
<p>Fruto de um trabalho de pesquisa conjunta entre o dramaturgo João Luiz Vieira e o diretor Eric Valença, a websérie &#8220;Nu&#8221; traz de uma forma crua memórias descritas por um homem em diversas performances de masculinidade. Abordando temas pertinentes à sedução, machismo, relacionamento abusivo, romance, flexibilidade com a verdade, gênero e sexualidade, a websérie vai ao ar nesta sexta-feira (23), às 20h, no YouTube. A série conta com recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>Em “Nu”, temas relevantes são pautados em aspectos cruciais para serem refletidos e levados à cena. Com direção e atuação de Eric Valença, que tem se notabilizado por levar ao palco obras que tratam de relações humanas, este novo trabalho apresenta níveis de agressão, segregação e preconceito que não só estão como assuntos recorrentes nas diversas mídias, mas, como violência cotidiana às quais estão submetidos os grupos minoritários.</p>
<p>Segundo documento emitido pela Clínica de Políticas de Diversidade da FGV &#8211; Direito SP, define-se por LGBTfobia &#8221;todo e qualquer tipo de conduta decorrente de uma aversão à identidade de gênero e/ou orientação sexual de alguém que possa gerar dano moral ou patrimonial, lesão ou qualquer tipo de sofrimento físico, psicológico e/ou sexual ou morte&#8221;. Nesse sentido, a websérie se insinua como um olhar atento e propositivo para a reflexão sobre comportamentos da contemporaneidade pela ótica do audiovisual.</p>
<p><em>“É necessário discutir temas cruciais, como LGBTfobia e empoderamento neste período de poucas políticas públicas e excessos de discursos de ódio”</em>, aponta Valença que interpreta o papel em “Nu”. Aperte o <em>play</em> e confira:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/9TPoIF0vR5o" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>SOBRE O ATOR - </strong>Eric Valença tem realizado e se aprofundado nos últimos anos em espetáculos solos e monólogos com um vasto currículo na área de direção com presença em festivais como o Janeiro de Grandes Espetáculos. Entre suas principais obras estão o espetáculo “Terra” (Vencedor do APCA 2013/2014), “Trilogia do Feminicídio” e mais recentemente a obra “Eu Mulher” que trouxe um encontro da dançarina Heloísa Duque com o violoncelista Pedro Huff.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Websérie &#8220;Nu&#8221;, com Eric Valença<br />
Quando: 23 e 30 de abril, às 20h<br />
Transmissão pelo canal: <strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UCw9BIr3tzYZzq628i9jgk0Q" target="_blank">www.youtube.com/channel/UCw9BIr3tzYZzq628i9jgk0Q</a></strong></p>
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		<title>&#8220;Eu Mulher&#8221; traz histórias de superação em relacionamentos abusivos</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2021 19:41:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc em Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Huff]]></category>

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		<description><![CDATA[Em comemoração aos seus 30 anos, a Cia Vias da Dança realiza de forma virtual a obra contemporânea &#8220;Eu Mulher&#8221;. A narrativa traz histórias de superação de abuso e reincidência de violência contra mulher, num processo de construção colaborativa, desenvolvido sob o olhar do diretor Eric Valença. A montagem  promove um encontro virtuoso entre a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_82983" aria-labelledby="figcaption_attachment_82983" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/EU-MULHER_em-alta_12-1024x684.jpg"><img class="size-medium wp-image-82983" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/EU-MULHER_em-alta_12-1024x684-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo celebra os 30 anos da Cia. Vias da Dança</p></div>
<p>Em comemoração aos seus 30 anos, a Cia Vias da Dança realiza de forma virtual a obra contemporânea &#8220;Eu Mulher&#8221;. A narrativa traz histórias de superação de abuso e reincidência de violência contra mulher, num processo de construção colaborativa, desenvolvido sob o olhar do diretor Eric Valença.</p>
<p>A montagem  promove um encontro virtuoso entre a dramaturgia do corpo da bailarina e intérprete Heloísa Duque e o som do instrumentista Pedro Huff com seu violoncelo. A exibição ocorre no dia 25 de março às 20h pelo YouTube. Esse encontro tornou-se possível graças à aprovação do projeto em edital da Lei Aldir Blanc, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco.</p>
<p>“Eu Mulher” é o sexto monólogo que o ator e dramaturgo Eric Valença dirige, sendo o primeiro adaptado para um formato online, após ter realizado obras que estiveram em cartaz em diversos palcos no Recife. “Este é um tópico que já venho pesquisando e desenvolvendo desde o espetáculo ‘Trilogia do Feminicídio’. É uma pesquisa voltada às mulheres advindas da violência, da resiliência, transformação e das provocações que isso causa em seu corpo&#8221;, explica Eric.</p>
<p>Heloísa Duque, que há 30 anos criou a Cia Vias da Dança, se inspirou na sua própria história para criar o espetáculo “Eu Mulher” convidando Eric Valença para trabalhar juntos criando um laboratório sobre o que era ser uma mulher que sozinha segurou uma companhia de dança tão renomada na cidade.<em> “Inicialmente seríamos três bailarinos, mas por causa da pandemia, o espetáculo acabou virando um trabalho solo”</em>, revela Heloísa, que desde 1998 não subia no palco.<em> “No espetáculo temos essa mulher na família, na sociedade, nas relações interpessoais, na maternidade e no amor. A minha própria história representa a história de tantas outras mulheres. Foi assim que surgiu ‘Eu Mulher’&#8221;</em>, conta.</p>
<p>A participação do violoncelista Pedro Huff na trilha do espetáculo aconteceu de uma forma meio improvisada. <em>&#8220;Fui convidado para fazer a trilha sonora já no primeiro ensaio. Foi ótimo porque o diretor chegava na minha orelha e dizia o que estava acontecendo para uma cena de sexo ou em uma cena de ninar um bebê. Fizemos diversos ensaios e logo formamos um duo de jazz com Helô em improvisos estruturados”</em>, lembra Huff. O músico acrescenta que chegaram a um nível de sincronia maravilhoso. <em>“O som do violoncelo é quase uma fala dela e a expressão da dança sai de dentro do som. É uma simbiose muito louca e acaba que nenhuma performance é igual a outra&#8221;</em>, reforça.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
&#8220;Eu Mulher&#8221;, com Heloísa Duque e Pedro Huff<br />
Quando: 25 de março de 2021 (quinta-feira), às 20h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="https://youtube.com/channel/UCO0rozscl0Ntd0EeEH1xu1Q" target="_blank"><strong>youtube.com/channel/UCO0rozscl0Ntd0EeEH1xu1Q</strong></a></p>
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		<title>&#8216;Experimento Pezinho de Galinha&#8217; atrai grande público à 2ª Mostra de Teatro Alternativo do FIG</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 20:07:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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		<category><![CDATA[Eric Valença]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Xavana Celesnah A Galeria Galpão teve mais uma noite de casa cheia para prestigiar a peça de teatro Eu Gosto Mesmo de Pezinho de Galinha Porque eu Como a Carninha e Limpo o Dente com a Unhinha, apresentada durante a 2ª Mostra de Teatro Alternativo do FIG. Apesar do título um tanto cômico, o [...]]]></description>
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<dl id="attachment_51560">
<dt>
<div id="attachment_51560" aria-labelledby="figcaption_attachment_51560" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35339914304_162cf3f015_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51560" alt="A atriz Nínive Caldas interpreta a prostituta Nanda, em peça na Mostra de Teatro Alternativo. Foto: Fer Verícimo/ Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35339914304_162cf3f015_z-607x446.jpg" width="607" height="446" /></a><p class="wp-caption-text">A atriz Nínive Caldas interpreta a prostituta Nanda, em peça na Mostra de Teatro Alternativo. Foto: Fer Verícimo/ Secult-PE</p></div>
</dt>
</dl>
</div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Xavana Celesnah</em></p>
<p>A Galeria Galpão teve mais uma noite de casa cheia para prestigiar a peça de teatro <i>Eu Gosto Mesmo de Pezinho de Galinha Porque eu Como a Carninha e Limpo o Dente com a Unhinha</i>, apresentada durante a 2ª Mostra de Teatro Alternativo do FIG. Apesar do título um tanto cômico, o espetáculo aborda situações de violência ainda muito presentes nas grandes cidades de países subdesenvolvidos, como a violência contra a mulher, o abuso da fé das pessoas e as relações em torno do tráfico de drogas. Em cena, os atores Nínive Caldas e Eric Valença, do Experimento Pezinho de Galinha (PE), dão vida a vários personagens, com destaque para “Nanda”, a prostituta, interpretada por Nínive e “Tiago Menelau”, o pastor evangélico, interpretado por Eric Valença, que vivem situações ora cômicas, ora dramáticas, levando a plateia das risadas soltas a momentos de tensão e compaixão pelas misérias vividas por seus personagens.</p>
<p>A peça foi inspirada no livro “Navalha na Carne”, de Plínio Marcos, escrito em 1967 e proibido pela censura. A obra retrata de forma realista a vida do submundo marginal, com suas opressões e relações humanas violentas. “Eu estava em circulação pelo norte do país com o espetáculo Terra, quando vi muitos pastores evangélicos desrespeitando a cultura indígena. A partir dessas observações, surgiu a ideia de montar o espetáculo. Depois, já fazendo aulas de teatro com Nínive, lemos o ­“Navalha na Carne” e fomos escrevendo o texto conjuntamente, inspirados no livro que mostra de maneira crua as injustiças sociais e os jogos de poder entre os seres humanos”, explica o ator e diretor da peça, Eric Valença.</p>
<p>Para compor o texto de maneira mais realista, os atores fizeram laboratórios em igrejas evangélicas, além de leituras de boletins de ocorrência e visitas a delegacias do Recife, onde puderam pegar depoimento de quatro delegados. “Nas escutas que fizemos nas delegacias, os depoimentos que ouvimos em torno da mulher eram bizarros. A questão da mulher “rotulada”, “posta no lugar” ainda é muito presente no cotidiano das nossas cidades, estamos vivendo um momento alarmante onde o feminicídio não pode ser ignorado. E resolvemos abordar essa questão da violência contra a mulher no espetáculo”, afirma Eric.</p>
<div id="attachment_51602" aria-labelledby="figcaption_attachment_51602" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/pezinho_Fer-Verícimo.jpg"><img class="size-medium wp-image-51602" alt="Fer Verícimo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/pezinho_Fer-Verícimo-607x366.jpg" width="607" height="366" /></a><p class="wp-caption-text">Público lotou mais uma sessão da 2ª Mostra Alternativa do FIG</p></div>
<p>O pastor evangélico Tiago Menelau rouba a cena com sua falsa fé, escancarada pela maneira como deseja se aproveitar financeiramente dos fiéis. No início da peça, o ator recria um culto, ironizando a maneira como os pastores conseguem retirar dinheiro do “rebanho” em frases como “vamos abençoar seu cartão de crédito”.</p>
<p>A violência contra a mulher é posta em cena por Nanda, a prostituta aparentemente bem resolvida e que se identifica com a profissão, mas que, por trás daquele trejeito altivo, esconde  sentimentos de angústia e indignação relativos ao passado traumatizante que viveu. Um dos momentos mais marcantes do espetáculo é quando Nanda lava suas calcinhas, fazendo um monólogo sobre as lembranças de sua adolescência, quando foi abusada sexualmente, teve uma gravidez precoce, foi obrigada a ir para casas de passagens e iniciada no universo das drogas, por influência de um de seus amantes, entrando, inclusive, para o tráfico na esperança de casar com aquele que se dizia ser seu homem. O desabafo de Nanda é uma síntese do que acontece com muitas “novinhas” da periferia dos grandes centros urbanos, que são abusadas, violentadas e acabam entrando para a prostituição e para o tráfico, sem muita consciência a respeito do rumo de suas vidas.</p>
<p>“Participar dessa mostra é maravilhoso pra gente que faz teatro porque fazer teatro continua sendo muito difícil e momentos como esse são importantes para mostrarmos nosso trabalho”, declarou Eric ao final do espetáculo. “A mostra também vem incentivar o público de Garanhuns e de pessoas das demais cidades que teatro pode ser feito qualquer lugar, queremos estimular a produção teatral”, disse Nínive. Nesta quarta-feira (26), a mostra continua às 22h com o espetáculo <i>Que Muito Amou, </i>da Cênicas Cia de Repertório (PE).</p>
<p><b>Serviço:</b></p>
<p><strong>2ª Mostra de Teatro Alternativo</strong></p>
<p>Local: Galeria Galpão. Av. Dantas Barreto, 34, Centro. Garanhuns-PE</p>
<p>Horário: 22h</p>
<p class="size-medium wp-image-51560">
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