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	<title>Portal Cultura PE &#187; Escola Engenho</title>
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		<title>Cinecão retoma atividades na Galeria MauMau</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Mar 2017 17:33:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o mote A Má Educação: uma obra aberta e a proposta de realizar sessões de filmes, oficinas e debates sobre as artes híbridas e experimentais, o Cinecão volta em 2017 com uma programação especial na Maumau Galeria. A nova edição, marcada para esta quinta (23), a partir das 19h, reafirma a necessidade dos espaços [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_46717" aria-labelledby="figcaption_attachment_46717" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/WhatsApp-Video-2016-11-08-at-04.40.17.00_00_02_19.Quadro004.jpg"><img class="size-medium wp-image-46717 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/WhatsApp-Video-2016-11-08-at-04.40.17.00_00_02_19.Quadro004-607x343.jpg" width="607" height="343" /></a><p class="wp-caption-text">Os artistas Iagor Peres e Jorge Kildery, do Coletivo Carne, participam da programação com os trabalhos &#8216;Great Fake&#8217; e &#8216;Rejunte&#8217;</p></div>
<p>Com o mote <strong>A Má Educação: uma obra aberta</strong> e a proposta de realizar sessões de filmes, oficinas e debates sobre as artes híbridas e experimentais,<strong> <a href="https://www.facebook.com/events/392392224462642/" target="_blank">o Cinecão volta em 2017 </a></strong>com uma programação especial na <strong><a href="http://www.maumaugaleria.com/" target="_blank">Maumau Galeria</a></strong>. A nova edição, marcada para esta quinta (23), a partir das 19h, reafirma a necessidade dos espaços discutirem mais sobre a intersecção entre linguagens artísticas. A entrada é gratuita.</p>
<p>Cerca de 40 jovens artistas ligados a cursos de arte e experimentação audiovisual (como a Escola Engenho) vão exibir performances e vídeo-instalações em todo espaço físico da galeria. Na seleção musical, o convidado do mês é o músico Abel Alencar. Segundo a coordenadora do projeto, Lia Letícia, a ideia deste ano é gerar entre as atividades um processo de reflexão, não só dos artistas, mas também do público. <em>“A proposta agora é fazer os encontros bimestralmente e também teremos ações formativas”,</em> explica.</p>
<div id="attachment_46719" aria-labelledby="figcaption_attachment_46719" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/img6-2.jpg"><img class=" wp-image-46719 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/img6-2-343x486.jpg" width="309" height="437" /></a><p class="wp-caption-text">Cerca de 40 jovens artistas, a maioria de cursos ligados à arte e experimentação audiovisual, participam desta edição</p></div>
<p>Em abril, a artista Luciana Freire D’Anunciação vai oferecer o laboratório <em>Do Corpo ao Espaço</em>, uma imersão na performance que será finalizada no Cinecão de maio.<em> “Luciana Freire é uma artista que transita entre a dança e o audiovisual e os resultados dessa oficina irão compor a programação de maio. Neste sentido, o publico não só participa, mas também toma parte do processo”.</em></p>
<p>Lia Letícia conta ainda que a Maumau Galeria pretende se colocar como um espaço para experimentações das artes híbridas. “<em>Como a gente tem a infraestrutura necessária, resolvi jogar a ideia pra frente. Aqui em Pernambuco a gente tem artistas que atuam com linguagens híbridas, que é exatamente a proposta do Cinecão. Em maio do ano passado, que foi o primeiro ano que gente fez de forma independente, eu já tinha agenda cheia até dezembro, para se ter uma noção da quantidade de trabalhos que existem por aqui”,</em> revela.</p>
<p><em>“Realizamos sempre puxando as pessoas pra pensar junto. Chegamos a ter incentivo do Funcultura, mas a gente trabalha de forma cooperativa e coletiva, um ajuda no transporte, outro no telão. A partir da cooperação, e ela existe de forma muito forte no estado, a linguagem experimental segue existindo, porém com poucos espaços de exibição. E nada mais natural que a galeria surja neste sentido”.</em></p>
<p>Ainda de acordo com a curadora, a pauta política também tem vez nas atividades. <em>“Nesta discussão sobre a retirada da obrigatoriedade de disciplinas como Filosofia e Artes da escola, nada mais coerente que os artistas e coletivos fortaleçam a questão da arte-educação. O Cinecão trata essa questão de uma forma bem forte”.</em></p>
<p>A programação terá a exibição do filme <strong>A Queda</strong>, realizado pelos alunos do curso Videoarte em Ação que foi oferecido pelo FestCine do ano passado, e orientado pela própria Lia. Filmado, protagonizado e montado pelo grupo, o trabalho é uma reflexão sobre o impacto provocado pela PEC do congelamento.</p>
<p>Já o projeto de Flávia Pinheiro em colaboração com Alessandro Sachetti,<strong> Utopias da Vida Cotidiana</strong>, é uma série de vídeos de ações desenvolvidas no centro de Recife, onde as forças sociais e arquitetônicas são friccionadas, em busca de uma política de afetos na vida cotidiana.</p>
<p>Jorge Kildery e Iagor Peres, do Coletivo Carne, problematizam o meio artístico como mais uma prática hegemônica de uma sociedade esbranquiçada nos trabalhos <strong>Great Fake</strong> e <strong>Rejunte</strong>. Nestes filmes, recriar estes espaços entendendo a necessidade de não só ampliá-los para os artistas membros do coletivo, como também abrir caminho para outros produtores negros.</p>
<div id="attachment_46718" aria-labelledby="figcaption_attachment_46718" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/WhatsApp-Video-2016-11-08-at-04.40.17.00_00_05_06.Quadro003-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-46718" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/WhatsApp-Video-2016-11-08-at-04.40.17.00_00_05_06.Quadro003-1-607x343.jpg" width="607" height="343" /></a><p class="wp-caption-text">Segundo Lia Letícia, a ideia deste ano é gerar entre as atividades um processo de reflexão, não só dos artistas, mas também do público</p></div>
<p>Em paralelo, Lucas Mariz traz o trabalho interativo <strong>Tu Tube</strong>, uma imersão no universo web através de um dispositivo em que o participante brinca com seus vídeos favoritos. Por último, a Escola Engenho traz uma série de trabalhos advindos do curso <em>O que vemos, o que nos olha</em>, dentre eles vivências documentadas em movimentos ativistas como o Ocupe Cine Olinda e releituras do acervo de videoarte da Fundaj.</p>
<p>Participam ainda os artistas Rose Lima, Pedro Teotônio, Ariana Nuala, Felipe Ferraz, Aline França, Kimberly, Ericson Silva e Roger de Melo, que completam esse urgente olhar sobre a relação entre ações educacionais e as artes experimentais da cidade.</p>
<p><strong>Sobre o projeto -</strong> O Cinecão Ano III, realizado durante 2016, traduzia uma necessidade de liberdade artística. A cada edição, uma nova obra, sob novo contexto, com propostas diferentes. Artistas de rua, artistas de museu, artistas iniciantes, desconhecidos e celebridades da arte durante 2016 foram colaboradores dessa experiência em expansão. Ao todo foram oito edições mensais, realizadas através da união entre diversos artistas com a simples intenção de entender o largo panorama da recente produção de cinema experimental e artes visuais independente no Recife.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>Cinecão 2017 -  “A Má Educação: uma obra aberta”</strong><br />
Quinta (23) | 19h<br />
Maumau Galeria (Rua Nicarágua, 173, Espinheiro, Recife-PE)<br />
Gratuito</p>
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		<title>Escola Engenho retoma as atividades com curso de formação em audiovisual</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2016 21:05:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diante de uma automática e abundante produção de novas imagens, o curso O que vemos, o que nos olha, oferecido pela Escola Engenho com incentivo do Funcultura, vem sugerir o estabelecimento de uma relação antropofágica com as obras do acervo de videoarte da Fundação Joaquim Nabuco, ligando os sujeitos-pesquisadores, suas motivações e expressões artísticas a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/escola-engenho-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-40202" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/escola-engenho-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Diante de uma automática e abundante produção de novas imagens, o curso <em>O que vemos, o que nos olha</em>, oferecido pela Escola Engenho com incentivo do Funcultura, vem sugerir o estabelecimento de uma relação antropofágica com as obras do acervo de videoarte da Fundação Joaquim Nabuco, ligando os sujeitos-pesquisadores, suas motivações e expressões artísticas a um arcabouço de experiências e reflexões.</p>
<p>O curso está com inscrições abertas até sexta-feira (16) para pessoas a partir de 18 anos de idade que realizem algum trabalho, mesmo que inicial, de pesquisa ou experiência com arte e tecnologia, interessadas em interfaces de produção artística nos mais diversos suportes: desenho, grafite, música, artes plásticas e visuais, audiovisual, teatro, performance, etc.</p>
<p>Interessados devem enviar os dados pessoais (nome completo, endereço, data de nascimento e nível escolar) junto com uma carta de intenção que pode ser em vídeo, áudio ou por escrito para o e-mail <strong>escolaengenho@gmail.com</strong> com o seguinte assunto: “o que vemos &#8211; inscrição”. Também haverá um plantão para inscrições presenciais no horário das 8h às 12h.</p>
<p>Estão sendo disponibilizadas 16 vagas, sendo 8 delas destinadas a estudantes e/ou artistas (Mc, Rap, Dj ) das comunidades ao redor da Escola Engenho: Roda de Fogo, Engenho do Meio e Torrões. As aulas começam no dia 19 de setembro com duração até 25 de novembro, todas as segundas, quartas e sextas-feiras das 14h às 18h.</p>
<p>Conduzido por Lia Letícia e coordenado por Mariana Porto, o curso tem caráter de pesquisa, discussão e experimentação de tecnologias em seus mais diversos suportes &#8211; o corpo, o som, a imagem &#8211; relacionando-os com este espaço inquietante entre observador e observado. Os encontros presenciais serão realizados na Escola Engenho, localizada no bairro Engenho do Meio e na Fundação Joaquim Nabuco de Casa Forte.</p>
<p>O curso, segundo Lia Letícia, se propõe a ser, antes de tudo, prático. &#8220;Um dos principais pilares do projeto é que os alunos possam produzir seus próprios trabalhos a partir do resgate das obras contidas no acervo da Fundaj, que é um dos maiores acervos da América Latina e, no entanto, tão pouco acessado. A ideia é que a partir dele possamos conseguir matéria-prima pra trabalhar com jovens e também suprir essa necessidade de dar visibilidade a esse acervo. Mergulhando nele, também estamos trazendo a questão da memória que, atualmente, para o nosso país, tem sido tão importante. É preciso ir atrás da nossa história e através dela pensar e refletir o presente.&#8221;</p>
<p>Durante o curso, os alunos receberão os artistas Daniel Santiago, Fernando Peres e Paulo Meira, cujas as obras estão no acervo de videoarte da Fundaj, e que individualmente apresentarão ações aberta ao público. Ao fim do processo, os participantes serão convidados a remontar uma das obras do acervo, em qualquer suporte, a ser apresentado como conclusão do curso.</p>
<div id="attachment_38143" aria-labelledby="figcaption_attachment_38143" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/DanielSantiago-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-38143" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/DanielSantiago-divulgacao-607x321.jpg" width="607" height="321" /></a><p class="wp-caption-text">Daniel Santiago é um dos artistas convidados do curso</p></div>
<p>&#8220;Já vínhamos praticando isso em exercícios com as crianças. Mas sentíamos a necessidade de falar com jovens e adultos sobre isso e também ampliar o nosso campo de ação sobre essa reflexão e criação de imagens&#8221;, justifica Lia.</p>
<p><strong>TRAJETÓRIA</strong></p>
<p>A Escola Engenho é um espaço de experimentação em formação e tecnologias audiovisuais que, desde 2011, vem trabalhando com crianças e jovens de três comunidades do Recife -  Roda de fogo, Sítio das Palmeiras e Engenho do Meio &#8211; buscando promover empoderamento e autonomia na produção e legitimação de saberes locais.</p>
<p>São desenvolvidas oficinas de experimentação artística explorando uma interface artístico-formativa entre espaços tradicionalmente afastados: teoria e prática, ensino e aprendizado, saberes sedimentados e novos saberes. O principal suporte para estas experimentações é o audiovisual, mas a natureza da ação é híbrida, aglutinando especificidades de práticas artísticas, educativas e do movimento social a partir de 4 eixos: imagem, corpo, música e mídias livres.</p>
<div id="attachment_40201" aria-labelledby="figcaption_attachment_40201" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/escola-de-engenho-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-40201" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/escola-de-engenho-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Desde 2011, a Escolha Engenho vem trabalhando com crianças e jovens das comunidades Roda de fogo, Sítio das Palmeiras e Engenho do Meio</p></div>
<p>A Escola Engenho estava sem promover atividades desde abril de 2015, quando encerrou sua última oficina. De lá pra cá, faltaram recursos para dar continuidade às ações idealizadas. Os principais objetivos da Escola são a emancipação no consumo de imagens, a ampliação do repertório sensível, a aquisição e/ou desenvolvimento de tecnologias sociais colaborativas, a formação de uma prática cineclubista na comunidade. O conjunto destas ações promove uma forte aproximação destas três comunidades com as artes e tecnologias sociais e de comunicação.</p>
<p>&#8220;Todo mundo hoje produz imagem, fotografa, filma. Vivemos uma superprodução de imagem, mas pouco se reflete, se pensa sobre essa criação e sobre as ideologias que estão atrás delas&#8221;, aponta Lia.</p>
<div id="attachment_40203" aria-labelledby="figcaption_attachment_40203" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/cineclube.jpg"><img class="size-medium wp-image-40203" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/cineclube-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos objetivos da Escola Engenho é estimular a prática cineclubista</p></div>
<p>Cerca de 150 crianças já passaram pela escola. Entre os produtos gerados pelas oficinas estão o curta-metragem <em> A Paz Lunática</em>, premiado no FestCine e também exibido no Teatro Arraial em sessão aberta ao público, onde as crianças puderam falar sobre a produção. &#8220;Esse filme evidencia o caráter da produção, que não se trata de um filme infantil e sim um filme pensado pelas crianças, desde o roteiro até a finalização. Esse empoderamento, esse poder fazer é o principal impacto para eles. O que fica de permanente é que o audiovisual, enquanto um tipo de escrita do nosso pensamento, está  acessível pra qualquer pessoa&#8221;, avalia.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/5KofFvFKdLM" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>&#8220;Eu gosto de pensar que a Escola Engenho vai continuar no imaginário do Engenho do Meio e da Roda de Fogo como uma possibilidade, uma potência pra quem passa por ali. Acredito que, com esse projeto voltando, mesmo que seja pra jovens e adultos, as crianças que já participaram e estão crescendo voltem a circular. Até porque promovemos sessões de filmes que vão ser abertas à comunidade. Pretendemos resgatar esse laço com a comunidade porque o trabalho de arte-educação ali precisa ser contínuo.&#8221;</p>
<p>A maioria dos exercícios praticados nas oficinas da Escola Engenho tem como finalização um produto audiovisual, geralmente um curta-metragem, disponíveis no <a href="http://www.youtube.com/user/escolaengenho/videos?view=0&amp;sort=dd&amp;shelf_id=1">canal da Escola no Youtube.</a></p>
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