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	<title>Portal Cultura PE &#187; escola</title>
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		<title>Governadora Raquel Lyra anuncia construção de uma nova ETE no histórico prédio do Liceu de Artes e Ofícios</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 15:48:44 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113874" aria-labelledby="figcaption_attachment_113874" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Janaina Pepeu/Secom</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Janaina_Pepeu_Secom-WhatsApp_Image_2024-10-10_at_15.24.32.jpeg"><img class="size-medium wp-image-113874" alt="Janaina Pepeu/Secom" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Janaina_Pepeu_Secom-WhatsApp_Image_2024-10-10_at_15.24.32-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Anúncio da restauração do histórico prédio do Liceu de Artes e Ofícios</p></div>
<p>O edifício do Liceu de Artes e Ofícios, equipamento histórico do Centro do Recife, será restaurado para instalação de uma nova Escola Técnica Estadual (ETE), com cursos voltados à economia criativa. A iniciativa, fruto de uma parceria entre o Governo do Estado e a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), contemplará ainda a requalificação do prédio anexo, também localizado na Praça da República. Durante reunião nesta quinta-feira (10), no Palácio do Campo das Princesas, a governadora Raquel Lyra e a sua vice, Priscila Krause, assinaram o protocolo de intenções oficializando o resgate do imóvel, que conta com investimentos de R$ 30 milhões e prazo para ser entregue em janeiro de 2026.</p>
<p>“O Liceu faz parte da história do Recife e de Pernambuco. Olhar aquele prédio todos os dias abandonado dói no coração e na alma de todos que enxergam que ele não é só um prédio, faz parte da história do nosso Estado. Estamos muito felizes em participar do resgate desse patrimônio, que será um ambiente de prosperidade, esperança e de construir o novo, com muita alegria. No local, também teremos um espaço que contará um pouco da história do nosso Estado e das nossas lutas pela liberdade e democracia”, ressaltou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>A restauração do espaço e a elaboração do projeto pedagógico da ETE serão realizados pela Unicap em parceria com a Secretaria Estadual de Educação e Esportes (SEE). De acordo com o secretário de Educação e Esportes, Alexandre Schneider, esta será mais uma das Escolas Técnicas Estaduais previstas no Juntos pela Educação. “Vai ser uma escola inovadora. A ideia é que a gente tenha novas práticas de educação e novos jeitos de ensinar para inspirar a nossa rede. Do lado técnico, teremos uma escola voltada para a economia criativa, para as profissões do futuro”, pontuou o gestor.</p>
<p>Para o reitor da Unicap, padre Pedro Rubens, este é um momento histórico. “Aquele prédio resgata o passado. Ele conta a história das lutas libertárias de Pernambuco e é o terceiro prédio construído na Praça da República. Ele vai não só recordar essa história, mas também promover uma educação inovadora em parceria com o Governo do Estado, projetando essa história densa para um futuro totalmente inovador. Agradeço à governadora por ter tido essa coragem”, concluiu.</p>
<p><strong>LICEU -</strong> Fundado em 1880 como sede da Sociedade dos Artistas, Mecânicos e Liberais de Pernambuco, o Liceu foi uma escola modelo para o Recife. Além do foco em inovação, educação e arte, o equipamento ofereceu até a década de 1950 cursos de carpintaria, marcenaria, serralharia e tipografia.</p>
<p>Ele foi doado à Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) em 1961, com o compromisso de assegurar a continuidade do ensino de artes e ofícios, além da criação de novos cursos profissionalizantes. Em 2006, as atividades desenvolvidas no Liceu foram transferidas para as instalações do antigo Colégio Nóbrega.</p>
<p>Também estiveram presentes no encontro os secretários estaduais Cacau de Paula (Cultura) e Fernando Holanda (Assessoria Especial à Governadora e Relações Internacionais); a presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Renata Borba; e o chefe de gabinete da Reitoria, Rodrigo Pelegrino.</p>
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		<title>Governadora Raquel Lyra anuncia restauração da Fábrica Tacaruna</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 15:40:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113869" aria-labelledby="figcaption_attachment_113869" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/DSC00062.jpg"><img class="size-medium wp-image-113869" alt="Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/DSC00062-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vistoria e anúncio da restauração da Fábrica Tacaruna</p></div>
<p>Símbolo do patrimônio histórico de Pernambuco, a antiga Fábrica Tacaruna será restaurada pelo Governo do Estado e abrigará o Centro de Formação dos Profissionais da Educação de Pernambuco (Ceforpe) e a Escola Técnica de Hotelaria e Gastronomia de Pernambuco. A governadora Raquel Lyra, que vistoriou o espaço na última quarta-feira (9), anunciou a requalificação do equipamento e de seu entorno para promover a formação permanente dos profissionais da educação pernambucana. A vice-governadora Priscila Krause também esteve presente. O projeto arquitetônico será elaborado pela Pontual Arquitetos e terá investimento de R$ 4,2 milhões e prazo de 300 dias.</p>
<p>“É uma alegria imensa poder devolver ao povo do nosso Estado um equipamento que fala sobre a nossa identidade, mas também tendo uma utilidade voltada para aquilo que é símbolo do nosso governo: a educação. Essa ação se soma à volta e à recuperação do prédio do Diario de Pernambuco, o antigo prédio do INSS, o Cinema São Luiz, que está sendo recuperado e abrirá para o público no mês de novembro, o edifício Frei Caneca, que é a antiga vice-governadoria. Isso tudo fazendo com que a gente fortaleça os equipamentos públicos e culturais, devolvendo o centro histórico do Recife para o nosso povo”, enfatizou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>A construção do Ceforpe está amparada no Plano Estadual de Educação (PEE), que prevê a necessidade de ampliar o acesso e a permanência da comunidade nos processos de escolarização com qualidade, mediante a formação permanente, inicial e continuada dos profissionais da educação. Os dois empreendimentos a serem construídos foram idealizados pela Secretaria de Educação e Esportes no âmbito do programa Juntos pela Educação.</p>
<p>“As duas iniciativas beneficiam diretamente a Educação de Pernambuco e reiteram o compromisso da governadora Raquel Lyra com a pasta. O Centro de Formação de Professores significa mais um grande avanço desta gestão, tendo em vista que os profissionais da Rede Estadual contarão com uma estrutura moderna e adequada para participação em cursos e eventos que promovam maior qualificação para todos. Ganham, também, os estudantes e a população em geral, com o funcionamento da nova escola técnica, que irá movimentar o mercado de gastronomia e hotelaria do estado”, comentou o secretário estadual de Educação e Esportes, Alexandre Schneider.</p>
<p>A restauração do espaço é um trabalho que está sendo feito em uma parceria das Secretarias de Projetos Estratégicos, Educação e Esportes e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). “Estamos totalmente empenhados e focados em tocar esse projeto o mais rápido possível”, ressaltou o secretário de Projetos Estratégicos, Rodrigo Ribeiro.</p>
<p>De acordo com o sócio da empresa Pontual Arquitetos, Carlos Fernando Pontual, o projeto deverá ser entregue em até 10 meses. “Para se ter uma ideia, a primeira coisa que iremos fazer é um levantamento arqueológico do que restou e depois estrutural. Estou muito feliz em poder fazer esse projeto, porque é um resgate. A governadora foi batalhadora em conseguir isso. Quem ganha é o povo de Recife e Olinda”, comemorou.</p>
<p>A presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Renata Borba, avalia o prédio — tombado pelo Estado em 1994 — como um referencial histórico e arquitetônico para o Recife e Olinda. “Estamos falando da ressignificação de um bem cultural. Vamos transformar a Fábrica Tacaruna em uma fábrica do conhecimento, que vai permitir a formação de professores da Rede Estadual de Educação, mas também vai resgatar as memórias deste lugar tão representativo para o povo de Pernambuco”, concluiu Renata Borba, que esteve acompanhada da secretária de Cultura do Estado, Cacau de Paula.</p>
<p><strong>SOBRE A FÁBRICA TACARUNA -</strong> Erguida em 1895, a construção que hoje é conhecida como Fábrica Tacaruna foi a primeira em concreto armado do Brasil, além de ter sido a primeira refinaria da América do Sul. Na época, se chamava Usina Beltrão. Pouco tempo depois, a usina fechou as portas e o local ficou desativado até 1925, quando passou a abrigar a Fábrica Tacaruna, uma empresa têxtil que funcionou até 1955.</p>
<p>A fábrica foi desativada em 1982 e, posteriormente, entregue ao Banco Econômico. Em 1994, o espaço foi tombado como Patrimônio Histórico e Artístico pelo Governo do Estado através da Fundarpe e, em 1996, foi declarado de utilidade pública para fins de desapropriação. Desde então, diversos projetos foram pensados para ocupar a Fábrica Tacaruna.</p>
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		<title>Aquele inverno gostoso chega valendo em Bezerros, com direito a boas surpresas</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jul 2024 02:18:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O sábado no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste pernambucano) normalmente já é animado. Imagine com evento. Ainda mais se tratando do Festival Pernambuco Meu País. Os moradores locais encerram a semana de trabalho; os turistas e moradores de temporadas vão chegando. Até o clima parece que entendeu. Frio, garoa, chuva, neblina, cerração. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O sábado no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste pernambucano) normalmente já é animado. Imagine com evento. Ainda mais se tratando do Festival Pernambuco Meu País. Os moradores locais encerram a semana de trabalho; os turistas e moradores de temporadas vão chegando. Até o clima parece que entendeu. Frio, garoa, chuva, neblina, cerração. Todo o pacote para quem queria curtir aquele inverno gostoso. Só faltou nevar. E começou logo cedo. O primeiro polo a encarar o inverno de verdade foi o do palco-caminhão, já na abertura, com o País das Culturas Populares.</p>
<p>No início foi só o friozinho, repare, às 13h. Rolou tranquilo para a primeira atração, o Maracatu Nação Encanto do Dendê. Fundado em 1998, na comunidade de Vista Alegre, município de Jaboatão dos Guararapes (Região Metropolitana do Recife), o Encanto do Dendê é de baque virado e não faz parte da tradição ancestral, como mesmo disse. Porém, faz por merecer o reconhecimento.</p>
<p>Para Bezerros trouxe sua corte e grupo percussivo com integrantes de todas as gerações. O repertório musical contemplou os temas do EP <em>Dendê: Mancha que Não Sai</em>, que o grupo lança nesta segunda-feira (22). A plateia dançou ao lado das personagens-chave da agremiação.</p>
<p>No momento em que Zeca Cirandeiro começou a se apresentar a chuva disse: estou aqui. Infelizmente não houve aquela tradicional roda de ciranda. O público se abrigou sob as cobertas próximas, a maioria dos bares e restaurantes, mas não arredou o pé. Ficou vendo de longe e se balançando ao som das rimas de Zeca, que, com seu grupo, manteve a pisada no palco sem titubear.</p>
<p>Na hora do coco de Mestra Totinha, representante da Ilha de Itamaracá, a coquista entrou logo repetindo o verso &#8220;Cadê o povo daqui?&#8221;. Não deu outra. O povo respondeuse reaproximando aos poucos. A garoa persistiu e a mestra a desafiou com os versos de <em>Cacimba de Beber</em>: &#8220;Chove chuva miudinha/ chuva fina não me molha/ se você não me quiser/ outro quer e você olha./ Chove chuva miudinha/ na cacimba de beber/ esse povo tem inveja desse nosso bem querer.&#8221; Olha para isso. E foi além: &#8220;Está chovendo, mas a gente não deixa o coco morrer não. A gente leva para frente. Com chuva e tudo&#8221;. A plateia entendeu e chegou junto.</p>
<p>Na saideira, o Afoxé Elegbará mostrou a força dos grupos que costumam reverenciar os orixás. Com a bênção de Xangô (ou, no sincretismo religioso, de São Pedro, se preferir), a chuva deu uma trégua e voltou a ter dança com integrantes do Elegbará em meio aos espectadores. A essa altura, com o fim de tarde próximo, a maioria das pessoas já chegava mais prevenida, com guardachuvas, sombrinhas e capas de chuva.</p>
<p><strong>ATRAÇÃO SURPRESA -</strong> Parecia tudo terminado quando o palco foi ocupado por um aluno e cinco alunas do terceiro ano do ensino fundamental da Escola Joaquim Claudiano de Oliveira. As crianças, que participam do projeto literário Cultura na Escola, recitaram versos de literatura de cordel contando a origem da história de Bezerros e de Serra Negra deixando o público bestinha de tão emocionado. Foi lindo.</p>
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		<title>Obra Escola tem início na Comunidade Remanescente do Quilombo do Timbó</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 20:50:22 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (10), o Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) esteve mais uma vez representada na Comunidade Remanescente do Quilombo do Timbó, no Distrito de Iratama, zona rural a cerca de 30 km de Garanhuns (Agreste), para dar início efetivamente ao projeto Obra Escola. Foram entregues equipamentos de uso coletivo e kits individuais e houve uma aula inaugural.</p>
<p>A Obra Escola na comunidade do Timbó visa à sensibilização, reparação, conservação, manutenção e preservação da igreja centenária de invocação a Nossa Senhora de Nazaré, que, assim como todo o sítio, é protegido legalmente pela Constituição Federal e pelo Estado de Pernambuco, por meio de tombamento.</p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe, está presente na Comunidade Remanescente do Quilombo do Timbó com obras de estabilização e recuperação da igreja envolvendo os moradores na apropriação do espaço, com o intuito de realizar melhorias no local, reforçando o sentimento de pertencimento desse patrimônio.</p>
<p>Desta vez, a comitiva da Fundarpe foi formada por Sandra Spinelli, superintendente de Projetos Especiais; a engenheira civil Arlene Melo da Silva, da Diretoria de Obras e Projetos Especiais; Cristiane Feitosa, gerente de Patrimônio Material; Mano Casado, assistente técnico de Educação Patrimonial; o técnico em restauração Roberto Carneiro, da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC); e o assistente administrativo Williams Rafael.</p>
<p>À frente dos membros da comunidade estiveram a presidente da Associação Rural Comunitária dos Remanescentes do Quilombo do Timbó e Adjacências, Creuza Teles; e o líder comunitário Ermerson Araújo.</p>
<p>Antes da aula inaugural, os membros da comitiva da Fundarpe reforçaram a importância da harmonização entre a preservação do patrimônio material e imaterial na comunidade, que, de acordo com levantamentos históricos, foi o local de origem do município de Garanhuns.</p>
<p>&#8220;A Fundarpe deu início hoje (quarta) a uma obra que foi muito pedida pela comunidade do Timbó. É uma obra escola, que tem o conceito de fazer a formação e capacitação dos moradores&#8221;, explicou a superintendente Sandra Spinelli. Eles vão ser contratados para executar os serviços e aprender técnicas construtivas para o restauro de bens de grande valor cultural, como é o caso da Igreja de Nossa Senhora de Nazaré.&#8221;</p>
<p>Do ponto de vista do patrimônio material, especificamente a Igreja de Nossa Senhora de Nazaré e todo seu entorno, a gerente Cristiane Feitosa falou da importância das ações na comunidade quilombola. &#8220;A Obra Escola que está sendo realizada em Timbó é muito importante para a salvaguarda do patrimônio tombado do Estado de Pernambuco como uma ação efetiva, executada junto com a comunidade, adotando práticas cotidianas aplicadas na conservação deste bem&#8221;, relatou. &#8220;Vai ser um sucesso, com certeza, e vamos conseguir devolver este bem para a comunidade.&#8221;</p>
<p>Especialista em educação patrimonial, Mano Casado mencionou a importância de preservar, cuidar e manter vivas nossas memórias. &#8220;O restauro da Igreja de Nossa Senhora de Nazaré tem muita relevância, inclusive para o patrimônio imaterial&#8221;, lembrou. &#8220;As lembranças, a fé, as manifestações culturais que acontecem aqui, a festa de Nossa Senhora, todo mês de janeiro, têm que ser preservados sempre, passados de pais para filhos, de filhos para filhos e assim sucessivamente.&#8221;</p>
<p>A engenheira civil Arlene Melo da Silvane, responsável pelas instações elétricas da obra, explicou como os serviços serão executados: &#8220;Iremos refazer toda a parte de instalações elétricas, de acordo com as normas das concessionárias locais, e colocar iluminação externa tanto para valorizar o bem quanto para garantir a segurança da população&#8221;, disse. &#8220;Vamos também capacitar os profissionais da comunidade fornecendo instruções para que possam executar os serviços nas instalações&#8221;, completou.</p>
<p>Já o técnico Roberto Carneiro, que tem convivido vários dias <em>in loco</em>, diretamente com os moradores do Timbó, falou dessa experiência e de sua impressão sobre o impacto que a Obra Escola tem exercido na comunidade: &#8220;Nesses dias senti o envolvimento da comunidade. Isso me fortalece para dar continuidade ao projeto&#8221;, disse emocionado.</p>
<p>Para os representantes locais, o início da Obra Escola é a realização de um sonho, que partiu de uma demanda da própria comunidade e foi abraçada pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe, e que resultará, além da salvaguarda do patrimônio material e imaterial, em melhoria da qualidade de vida e benefícios para sua população.</p>
<p>&#8220;A comunidade está muito satisfeita e feliz por esta obra haver chegado agora, em boa hora, principalmente neste período de chuvas, em que ficamos sempre apreensivos que a igreja possa sofrer avarias sérias, porque nossa cidade de Garanhuns tem um inverno rigoroso&#8221;, comemorou Creuza Teles. &#8220;Esta Obra Escola, para além de estar restaurando nossa igreja, que é nosso patrimônio maior, nos traz aulas direcionadas para as várias atividades que estão sendo desenvolvidas aqui, de eletricista, pedreiro, carpinteiro, pintor. Isso vem enaltecer ainda mais este processo de restauração da nossa igreja&#8221;, ressaltou.</p>
<p>Creuza ainda agradeceu pelo processo de engradecimento da comunidade: &#8220;E, para além disso, vemos nesse processo pessoas da própria comunidade serem contratadas e termos o fortalecimento da relação de pertencimento das pessoas com nossos bens materiais e imateriais&#8221;.</p>
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		<title>Brincantes nas Escolas – Edição São João leva a tradição junina para 100 unidades da rede de ensino do Estado</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 16:25:04 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_110202" aria-labelledby="figcaption_attachment_110202" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Brincantes-nas-Escolas-Edição-São-João-Erem-Presidente-Kennedy_Cachoeirinha-PE-1-foto-Felipe-Bessa_Secult-PE_Fundarpe.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110202" alt="Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Brincantes-nas-Escolas-Edição-São-João-Erem-Presidente-Kennedy_Cachoeirinha-PE-1-foto-Felipe-Bessa_Secult-PE_Fundarpe-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Brincantes nas Escolas &#8211; Edição São João na Erem Presidente Kennedy, em Cachoeirinha (PE)</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio de uma parceria entre a Secretaria Estadual de Educação (Seduc-PE), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), leva para 100 escolas em mais de 60 municípios de todas as regiões do Estado, durante o período junino, o programa Brincantes nas Escolas – Edição São João. O projeto visa possibilitar a integração dos estudantes da rede pública de ensino com artistas e coletivos da cultura popular por meio de uma imersão de convivência direta com as manifestações pernambucanas mais representativas do período. Nesta edição são investidos mais de R$ 700 mil em contratações de habilitados na Convocatória do Ciclo Junino e convidados de acordo com a territorialidade.</p>
<p>As ações do Brincantes nas Escolas contemplam manifestações como quadrilhas, bois e bandas de pífano, além de aulas-espetáculos, em escolas mapeadas nas 16 GREs de Pernambuco, integrando a programação pedagógico-cultural das instituições. A atividade parte da apresentação, em formato de roda de conversa, dos personagens e do histórico do grupo por um representante do mesmo à comunidade escolar. A ação é mediada por um docente ou coordenador pedagógico, que facilita o diálogo de estudantes e professores com os brincantes. Na sequência, os participantes são convidados a interagir com os grupos por meio de apresentações e performances.</p>
<p>A iniciativa visa ainda proporcionar benefícios educacionais, tendo em vista que as expressões culturais têm relação com o desenvolvimento cognitivo dos estudantes, possibilitando o acesso à cultura a toda comunidade escolar e contribuindo para cultivar valores, salvaguardar nossos bens patrimoniais, reinventar as tradições e fortalecer o sentimento de pertencimento e as identidades. Também contribuir para revelar talentos, desenvolver habilidades e a convivência entre os entes diversos por meio de uma ação coletiva integrada.</p>
<div id="attachment_110203" aria-labelledby="figcaption_attachment_110203" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Brincantes-nas-Escolas-Edição-São-João-Erem-Presidente-Kennedy_Cachoeirinha-PE-2-foto-Felipe-Bessa_Secult-PE_Fundarpe.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110203" alt="Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Brincantes-nas-Escolas-Edição-São-João-Erem-Presidente-Kennedy_Cachoeirinha-PE-2-foto-Felipe-Bessa_Secult-PE_Fundarpe-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Brincantes nas Escolas &#8211; Edição São João na Erem Presidente Kennedy, em Cachoeirinha (PE)</p></div>
<p>A ideia é que a experiência seja retomada na sala de aula, em momento posterior à atividade prática, não necessariamente no mesmo dia, em diálogo com as diretrizes curriculares. Esse movimento de construção e reconstrução dos saberes pedagógicos por meio das interfaces das práticas culturais contraria a lógica de modelos de educação hierarquizante e permite que ideias preconcebidas sobre as culturas populares sejam repensadas e compreendidas considerando suas singularidades.</p>
<p>Isso permite ainda que Brincantes nas Escolas tenha um papel importante para a ampliação do fazer pedagógico nas escolas pernambucanas, sobretudo porque apresenta a temática do patrimônio cultural a partir das múltiplas experiências do vivido/imaginado das comunidades, por meio das expressões culturais, estabelecendo relações próprias em que os sujeitos criam novas formas de entendimentos, subjetividades e sociabilidades.</p>
<p>“A Secretaria de Educação vem desenvolvendo nas escolas estaduais o fortalecimento da cultura nordestina. No São João 100 escolas estaduais são contempladas com atrações do ciclo junino”, afirma a secretária executiva de Desenvolvimento da Educação, Tárcia Silva. “Essa é a ação importante, porque a gente acredita que por meio da cultura os estudantes vão conhecer a história e a forma de vida de nosso Estado. É uma ação de valorização dos mestres de cultura populares dando andamento ao tema de nosso ano letivo. A gente sabe que são culturas periféricas e que precisam ser valorizadas”, destaca a gestora.</p>
<p>&#8220;Pernambuco possui algumas das festas populares mais importantes do Brasil, cada uma com sua característica. O ciclo junino, que engloba muito mais do que o São João, tem como aspecto marcante a integração de todo nosso Estado&#8221;, conta a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula. &#8220;E, pelo segundo ano seguido, nossa programação de festejos reflete essa cumplicidade, inclusive, este ano, com o implemento das atividades formativas e educativas que compõem o Brincantes nas Escolas.&#8221;</p>
<p>Para a presidente da Fundarpe, Renata Borba, a valorização da participação dos grupos de cultura popular é a grande contribuição do Governo de Pernambuco no período. “O incentivo aos grupos da cultura popular do Estado é nosso papel enquanto gestores públicos. Cada um desses integrantes é responsável por carregar nossos símbolos mais marcantes: a diversidade cultural e o respeito às tradições”, ressalta.</p>
<div id="attachment_110204" aria-labelledby="figcaption_attachment_110204" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Brincantes-nas-Escolas-Edição-São-João-Erem-Presidente-Kennedy_Cachoeirinha-PE-3-foto-Felipe-Bessa_Secult-PE_Fundarpe.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110204" alt="Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Brincantes-nas-Escolas-Edição-São-João-Erem-Presidente-Kennedy_Cachoeirinha-PE-3-foto-Felipe-Bessa_Secult-PE_Fundarpe-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Brincantes nas Escolas &#8211; Edição São João na Erem Presidente Kennedy, em Cachoeirinha (PE)</p></div>
<p><strong>CICLO JUNINO –</strong> O São João de Pernambuco é um dos principais eventos do calendário cultural e turístico do Estado, onde várias cidades se transformaram em polos de festas, com destaque para os municípios de Caruaru, Gravatá, Arcoverde e Petrolina. Com o objetivo de valorizar e fortalecer ainda mais a cultura e o São João pernambucano, o Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Turismo &amp; Lazer (Setur-PE), Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), Secult-PE e Fundarpe, apoia as festividades realizadas em todo o Estado.</p>
<p>Este ano o investimento de R$ 13,6 milhões na promoção da economia e do turismo, via Empetur, ocorre por meio da contratação de artistas habilitados no edital estadual, além de 25% de artistas de outros Estados convidados. O fomento para a cultura, via Fundarpe, tem investimento de R$ 12 milhões, e se dá por meio de contratações artísticas de cerca de 85% de grupos de cultura popular de tradição junina, música de difusão do repertório junino, quadrilhas juninas e trios pé de serra. Até o momento já foram confirmados apoios para 88 municípios, com expectativa de chegar a mais de 100 cidades pernambucanas. Estão sendo investidos ainda R$ 5,5 milhões em publicidade em rádios, TVs, revistas e sites, além de R$ 1,2 milhão em ações promocionais para o público final.</p>
<p><strong>CONVOCATÓRIA –</strong> A Convocatória do Ciclo Junino de Pernambuco 2024 registrou um total de 1.475 inscrições, com um aumento de 20,4% em relação a 2023, quando foram inscritas 1.225 propostas. Promovido pela Secult-PE, Fundarpe, Setur-PE e Empetur, o edital recebeu propostas de todas as regiões do Estado em seis categorias: Cultura Popular de Tradição Junina, Cultura Popular Diversa, Música de Difusão de Repertório Junino, Trios Pé de Serra, Quadrilha Junina e Outros Gêneros Musicais. Já em relação às propostas habilitadas houve um incremento de 25,2%: de 878 atrações habilitadas no ano passado o quantitativo subiu para 1.099 propostas habilitadas em 2024.</p>
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		<title>Saberes Carnavalizados leva cultura popular para estudantes de 50 escolas da rede pública</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 17:57:49 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_108203" aria-labelledby="figcaption_attachment_108203" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-108203" alt="Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Programa Saberes Carnavalizados leva cultura popular para as escolas</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio de uma parceria entre a Secretaria Estadual de Educação (Seduc-PE), a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), leva para 50 escolas de todas as regiões do Estado, de terça (6) a quinta-feira (8), o programa Saberes Carnavalizados. Neste período de retorno às atividades escolares, que coincide com a semana pré-carnavalesca, estudantes da rede pública de ensino têm contato com artistas e grupos da cultura popular em uma imersão de convivência direta com as manifestações mais representativas do Carnaval pernambucano.</p>
<p>Idealizado pela Seduc em parceria com a Fundarpe, Saberes Carnavalizados foi projetado com o objetivo de tornar público, dar visibilidade, valorizar e fomentar o acesso gratuito à comunidade escolar de 50 instituições de ensino da rede estadual, distribuídas entre as 16 regionais, do trabalho realizado por agremiações culturais de Pernambuco das seguintes modalidades: clubes de frevo, blocos de pau e corda, clubes de boneco, caboclinhos, afoxés, maracatus de baque solto, maracatus de baque virado, ciranda, samba de véio, escolas de samba, tribos de índios, bois, ursos, grupos de mascarados, entre outras formas de expressão. As atividades acontecem, de 6 a 8 de fevereiro, em 50 escolas indicadas pelos gestores das 16 GREs integrando a programação pedagógica-cultural das instituições.</p>
<p>A iniciativa visa ainda proporcionar benefícios educacionais, tendo em vista que as expressões culturais têm com relação ao desenvolvimento cognitivo dos estudantes, possibilitando o acesso à cultura a toda comunidade escolar e contribuindo para cultivar valores, salvaguardar os nossos bens patrimoniais, reinventar as tradições e fortalecer o sentimento de pertencimento e as identidades. Também contribuir para revelar talentos, desenvolver habilidades e a convivência entre os diferentes por meio de uma ação coletiva.</p>
<p>A ação parte de apresentação dos personagens e do histórico do grupo por um representante da agremiação à comunidade escolar, em formato de roda de conversa, numa área de convivência na unidade escolar. A atividade é mediada por um docente ou coordenador pedagógico, que facilita o diálogo de estudantes e professores com os brincantes. Na sequência, toda a comunidade é convidada a interagir com os grupos por meio de apresentações e performances.</p>
<p>A ideia é que a experiência seja retomada na sala de aula, em momento posterior à atividade prática, não necessariamente no mesmo dia, em diálogo com as diretrizes curriculares. Esse movimento de construção e reconstrução dos saberes pedagógicos por meio das interfaces das práticas culturais contraria a lógica de modelos de educação hierarquizante e permite que ideias pré-concebidas sobre as culturas populares sejam repensadas e compreendidas considerando suas singularidades.</p>
<p>Isso permite ainda que Saberes Carnavalizados tenha um papel importante para a ampliação do fazer pedagógico nas escolas pernambucanas, sobretudo, porque apresenta a temática do patrimônio cultural a partir das múltiplas experiências do vivido/imaginado das comunidades, por meio das expressões culturais, estabelecendo relações próprias em que os sujeitos criam novas formas de entendimentos, subjetividades e sociabilidades.</p>
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		<title>Oficina de escrita criativa para mulheres está com inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2022 18:09:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fruto de um convênio firmado entre a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Secretaria de Patrimônio, Cultura e Turismo de Olinda, estão abertas as inscrições para a oficina &#8220;Miradas imaginárias: escrita criativa para mulheres&#8221;, que será comandada gratuitamente por Aline Souza (mulher negra, graduada em Engenharia de Materiais, produtora cultural, artista) entre os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/feed-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-91144" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/feed-1-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Fruto de um convênio firmado entre a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Secretaria de Patrimônio, Cultura e Turismo de Olinda, estão abertas as inscrições para a oficina &#8220;Miradas imaginárias: escrita criativa para mulheres&#8221;, que será comandada gratuitamente por Aline Souza (mulher negra, graduada em Engenharia de Materiais, produtora cultural, artista) entre os dias 21 e 25 de fevereiro, por meio da plataforma Zoom. Para se inscrever, basta preencher o formulário disponível no link: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSczq1Bewu5FDVMoRGKeCkzR2Dy0VZ k-pc48GOvgf8WBypryzw/viewform" target="_blank"><strong>docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSczq1Bewu5FDVMoRGKeCkzR2Dy0VZ k-pc48GOvgf8WBypryzw/viewform</strong></a>.</p>
<p>O objetivo da oficina é pesquisar e estimular a relação das mulheres, nesse contexto pandêmico, com o desenvolvimento da escrita criativa como busca de novas miradas imaginárias. Promovendo dimensões de pertencimento, identidade, e reflexões sobre a questão racial e possibilitando a discussão sobre gênero e lugar de fala. Neste percurso, divulgando escritoras e pesquisas negras, fortalecendo a importância de produções escritas, proporcionando ambiente afetuoso e seguro de troca. Ao final, será emitido um certificado de participação para as pessoas que frequentarem, no mínimo, quatro encontros.</p>
<p>Para mais informações: Instagram: <a href=" https://www.instagram.com/4lin3s/" target="_blank"><strong>@4lin3s</strong></a> | E-mail: <strong>delascoletiva@gmail.com</strong> | Telefone: <strong>(81) 98203-3920</strong>.</p>
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		<title>Silvério Pessoa dá aula sobre cultura popular para estudantes de Garanhuns</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 14:43:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova A partir de uma iniciativa conjunta das secretarias estaduais de Cultura e de Educação, vários artistas que compõem a grade do 25º Festival de Inverno de Garanhuns têm visitado escolas públicas no município. O encontro com os alunos tem como proposta uma forma diferente de se utilizar da educação como ferramenta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>por Leonardo Vila Nova</em></strong></p>
<p style="text-align: left;">A partir de uma iniciativa conjunta das secretarias estaduais de Cultura e de Educação, vários artistas que compõem a grade do 25º Festival de Inverno de Garanhuns têm visitado escolas públicas no município. O encontro com os alunos tem como proposta uma forma diferente de se utilizar da educação como ferramenta formadora de cidadãos. Nesta última quinta (23), o cantor e compositor Silvério Pessoa marcou presença na Escola Estadual Henrique Dias, próxima ao Parque Euclides Dourado. No local, também funciona a Casa dos Pontos de Cultura, com oficinas e exposições.</p>
<div id="attachment_28222" aria-labelledby="figcaption_attachment_28222" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/silverio.jpg"><img class="size-medium wp-image-28222" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/silverio-607x382.jpg" width="607" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Cultura popular pernambucana foi o tema da conversa do artista com os alunos</p></div>
<p>Formado em pedagogia, Silvério sentiu-se à vontade dentro da sala de aula, local que há muitos anos fez parte do seu cotidiano, quando era professor de rede estadual de ensino, no município de Moreno, e que retomou nos últimos anos, lecionando na universidade. &#8220;<em>A escola sempre foi um terreno no qual eu me sinto muito à vontade. E era um sonho pra mim poder unir a educação e a música, que são duas coisas que fazem parte da minha vida</em>&#8220;. Em um formato de aula propriamente dita, Silvério discorreu sobre um assunto que lhe é muito caro: cultura pernambucana. O músico-professor falou sobre as matrizes de formação da nossa cultura (índios-portugueses-africanos) e nos elementos culturais surgidos a partir dessa junção. Nomes importantes que pensaram nossa formação cultural e social, como Gilberto Freyre, Celso Furtado, João Cabral de Melo Neto, Chico Science, foram lembrados por Silvério.</p>
<p>A abordagem de Silvério sobre a cultura popular procurou mostrar que ela está assentada em nosso tempo e que tem uma ligação muito forte com o que somos hoje, com o que nós nos identificamos de imediato, e que é constitutivo de nossa identidade mais essencial. Trazer essa discussão pra sala de aula, na sua opinião, é algo enriquecedor. &#8220;<em>A comunidade escolar conquista um grande espaço com isso. Pois você aproximar cultura popular da escola pública é, sem dúvida, um grande avanço na área pedagógica, porque estimula o educador a trabalhar com esse elemento primordial e também oferece ao aluno essa questão da dualidade da cultura popular, que, apesar de nos remeter aos nossos antepassados, ela é algo contemporâneo, que está inserida no mundo globalizado</em>&#8220;.</p>
<p>Entre os que acompanhavam a aula de Silvério, estava a pedagoga Viviane Rocha, que integra a Gerência Regional de Educação (GRE) do Agreste Meridional, com sede em Garanhuns. A professora, encantada com a apresentação de Silvério e com a temática abordada, comentou a experiência. &#8220;<em>Essa proposta é muito bacana, pois humaniza o artista. Quando ele chega no ambiente escolar, é visto e pode ser tocado como qualquer pessoa, esse link que o estudante pode fazer com o ídolo dele, aproxima a cultura do aluno. Rompe também essas barreiras entre cultura e escola/sala de aula/currículo. Traz a cultura (representada na figura do artista) pra junto do estudante. Eu entendo esse momento como algo que facilita a comunicação, o diálogo e que, de fato, produz conhecimento</em>&#8220;, declarou.</p>
<p>O artista também visitou, na manhã desta sexta (24), a Escola de Referência do Ensino Médio (EREM) Virgem do Socorro.</p>
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		<title>Tiê causa frisson em visita a escola de Garanhuns</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 14:23:48 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Smartphones em punho&#8230; dezenas de alunos numa ansiedade incontrolável, com corações palpitando e olhos vidrados na porta por onde entraria uma visitante muito esperada. No pátio interno da Escola de Aplicação Professora Ivonita Alves Guerra, o frisson era tamanho! Entre gritos eufóricos e extasiados, os alunos da unidade de ensino, em Garanhuns, receberam, nesta sexta (24), a cantora Tiê, que veio conversar um pouco sobre sua vida e carreira com os jovens.</p>
<p>A escola estava toda preparada para receber a paulistana, que encerrou a série de visitas que artistas da programação do FIG fizeram a escolas públicas em Garanhuns, iniciativa conjunta das secretarias estaduais de Cultura e de Educação. Participaram também da ação Fafá de Belém, Quinteto Violado, Joanna e Silvério Pessoa. Tiê foi recebida com música executada por alunos da escola e por um poema recitado por um dos professores. O bate-papo girou em torno de vários assuntos ligados à cantora: como começou na música, como surgiram algumas de suas composições, quais suas influências, como foi sua vida estudantil, entre outros. Até pedido de casamento ela recebeu!</p>
<div id="attachment_28091" aria-labelledby="figcaption_attachment_28091" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19978339962_8ccca367e2_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28091" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19978339962_8ccca367e2_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Tiê em conversa com a comunidade escolar de Garanhuns</p></div>
<p>Os alunos participaram ativamente do momento, num rodízio de perguntas. Maria Cecília e Maria Fabiana, ambas com 24 anos, já cursam a universidade, mas estavam lá, pra ver e conversar um pouquinho com Tiê. Fizeram perguntas pra cantora e estavam radiantes com o momento. &#8220;<em>O trabalho dela é excelente. E a ideia de trazê-la tão próximo ao público foi muito boa, com essa recepção que ela teve, principalmente</em>&#8220;, disse Cecília. &#8220;<em>Quando a gente teria essa oportunidade de chegar e ter essa conversa quase ao pé do ouvido com ela?</em>&#8220;, emendou Fabiana.</p>
<p>E, como não poderia deixar de ser, Tiê cantou. Um pocket-show, praticamente. Quatro canções do seu repertório &#8211; <em>Se Enamora</em>, <em>Entregue-se</em>, <em>A Noite</em> e <em>Chá Verde</em> &#8211; acompanhadas pelo coro pleno de estudantes. Professores também não ficaram de fora. E, antes de se despedir, a já tradicional selfie, com todos se espremendo para aparecer mais perto da cantora. Tiê deixou a escola bem surpreendida com o que acabara de viver.&#8221;<em>Fiquei super emocionada com esse encontro, achei muito bonito! Ganhei até um travesseiro com a minha cara (risos)! Acho muito bacana (a iniciativa), pois permite um contato mais direto, fica mais natural e as pessoas podem fazer perguntas que realmente tem a ver com a gente. Foi demais!</em>&#8220;</p>
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		<title>Aula em barco-escola propicia novos olhares sobre o Recife</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2014 15:50:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os rios, as pessoas, a cidade. As águas, os bichos, as construções. O tempo, o desenvolvimento, a preservação. As várias relações entre estes elementos foram abordadas na aula-passeio &#8220;Navegando no Patrimônio&#8221; realizada, na tarde de quinta-feira (21), na embarcação da Escola Ambiental Águas do Capibaribe. Com 35 estudantes do ensino médio da Escola Porto Digital [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12622" aria-labelledby="figcaption_attachment_12622" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14812695909_6285c20a35_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-12622" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14812695909_6285c20a35_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A importância da preservação do manguezal foi abordada durante a aula-passeio.</p></div>
<p>Os rios, as pessoas, a cidade. As águas, os bichos, as construções. O tempo, o desenvolvimento, a preservação. As várias relações entre estes elementos foram abordadas na aula-passeio &#8220;Navegando no Patrimônio&#8221; realizada, na tarde de quinta-feira (21), na embarcação da Escola Ambiental Águas do Capibaribe. Com 35 estudantes do ensino médio da Escola Porto Digital a bordo, o barco-escola partiu do Marco Zero sob chuva e céu nublado. Mesmo com a visão turva inicial do horizonte, diversos conhecimentos sobre a cidade foram revelados durante o passeio. A atividade de educação patrimonial fez parte da programação da Semana de Patrimônio, realizada pela Secretaria de Pernambuco e pela Fundarpe.</p>
<div id="attachment_12623" aria-labelledby="figcaption_attachment_12623" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14812774300_acbe78c737_z.jpg"><img class=" wp-image-12623 " alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14812774300_acbe78c737_z-324x486.jpg" width="194" height="292" /></a><p class="wp-caption-text">Cruz do Patrão</p></div>
<p>Na aula- passeio, o educador Diomedes Oliveira, da equipe da Diretoria de Patrimônio da Fundarpe, destacou as transformações ocorridas durante a urbanização da cidade, os estilos arquitetônicos das construções e a importância da preservação dos patrimônios ambiental e cultural. Os estudantes contaram ainda com explanações dos educadores da Escola Ambiental, o geógrafo José Hildo dos Santos e a bióloga Kate Limeira.</p>
<p>Antes da partida do barco-escola, José Hildo explicou a atuação da Escola Águas do Capibaribe ligada a Secretaria de Educação do Recife, parceira da Fundarpe na atividade. “Fazemos um trabalho de sensibilização ambiental. O barco é uma escola da rede municipal do Recife, todo dia recebemos alunos. Ao todo, 12 mil crianças já passaram pelo barco”, afirmou.</p>
<p>O educador Diomedes Oliveira ressaltou a urbanização do Recife a partir do Porto, mostrando os armazéns construídos para receber os produtos dos navios e que hoje se transformam em espaços culturais, a exemplo do Centro de Artesanato e o Museu Cais do Sertão. Em seguida, a educadora Kate contou sobre a formação da Bacia do Pina, onde chegam águas do mar e dos rios Capibaribe, Tejipió, Jiquiá, Jordão e Pina, lançado uma reflexão sobre as redes de drenagem o entupimento causado pela poluição e consequentemente os alagamentos da cidade.</p>
<p>E assim, entre ensinamentos de História, Geografia e Biologia, os jovens puderam conhecer o Recife de dentro para fora. Das águas, tiveram uma nova visão da região portuária, dos arrecifes, da ilha de Santo Amaro, da ilha de Santo Antônio até chegar a Boa Vista, avistando a Rua da Aurora, e retornar ao Bairro do Recife. A estudante Francyne Monique, 16 anos, destacou a importância da experiência fora da sala de aula. “Eu gostei muito, porque obtive mais informações sobre a nossa cidade. Foi uma aula de história e geografia ao mesmo tempo, mas com outra didática”, disse, a jovem que pela primeira vez realizou o passeio pelo Recife dentro de um barco.</p>
<div id="attachment_12624" aria-labelledby="figcaption_attachment_12624" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14999406645_625d54efa4_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-12624" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14999406645_625d54efa4_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Casario da Rua da Aurora</p></div>
<p><strong>PATRIMÔNIO</strong> &#8211; Uma das construções históricas destacadas foi a Cruz do Patrão, datada do século 18 e atualmente em estudo para tombamento como patrimônio. Diomedes contou que a cruz foi construída por um patrão-mor do Porto como símbolo de poder e marco de navegação e que existem relatos que era usada na chegada de navios negreiros e sepultamento de escravos. O educador ressaltou ainda que a coluna com a cruz hoje se encontra escondida pelas construções do Porto do Recife, devido à falta de preocupação anterior de preservação histórica da área. “É muito importante preservar a paisagem. Por isso, não podemos preservar apenas uma edificação, mas também o seu entorno”, afirmou.</p>
<p>A preservação do manguezais foi abordada pela bióloga da Escola Ambiental. “O mangue é um ambiente riquíssimo com várias espécies de aves como socó e garças, peixes, crustáceos e moluscos. A lama é pobre em oxigênio e rica em matéria orgânica, por isso tem aquele cheiro característico. Muitos animais se alimentam desta matéria orgânica”, explicou Kate, após passar pela Ponte do Limoeiro.</p>
<div id="attachment_12625" aria-labelledby="figcaption_attachment_12625" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14976408066_493d398f08_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-12625" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14976408066_493d398f08_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes puderam vivenciar o Recife a partir das águas.</p></div>
<p>Ao chegar próximo à Ilha de Santo Antônio, os alunos puderam ver diversas edificações do século 19 tombadas como patrimônio: o Palácio do Campo das Princesas (sede do Governo de Pernambuco), o Teatro de Santa Isabel e o Palácio da Justiça, situados na Praça da República. Do outro lado do Rio, observaram o Palácio Joaquim Nabuco (sede da Assembléia Legislativa) e o Ginásio Pernambucano. Os estudantes ainda receberam informações sobre o Cinema São Luiz (local onde havia a igreja dos ingleses) e a Casa da Cultura (antiga Casa de Detenção), ambos equipamentos culturais com gestão da Fundarpe.</p>
<p>No casario da Rua da Aurora, a história da edificação do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam) foi uma das reveladas aos estudantes. O casarão funcionou como Clube Internacional do Recife e sede da Prefeitura, antes de se tornar museu. Outra parte importante da urbanização da cidade foi exemplificada com as avenidas Guararapes e Dantas Barreto, criadas depois dos anos 50, e permeadas por construções modernistas, em contraste com a Rua da Aurora com casario de arquiteturas neoclássica e eclética, do século 19. A partir da comparação, o educador Diomedes incentivou os estudantes para a reflexão sobre desenvolvimento e preservação: &#8220;A cidade é um organismo vivo, que se transforma, e o desafio é preservar o patrimônio&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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