<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; escritor</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/escritor/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 29 Apr 2026 19:38:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>PASÁRGADA.DOC &#8211; Wellington de Melo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pasargada-doc-wellington-de-melo/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/pasargada-doc-wellington-de-melo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 17:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Tv Cultura.PE]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[pasárgada.doc]]></category>
		<category><![CDATA[Pernmambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Wellignton de Melo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=116179</guid>
		<description><![CDATA[Wellington de Melo é escritor, editor e tradutor brasileiro. Doutorando em teoria literária pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), publicou diversos livros e tem textos traduzidos para o francês e para o espanhol. Coordenou a pasta de Literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE). Já publicou os romances Estrangeiro no Labirinto (Confraria do Vento), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/YWeN_1Jc0_w?si=NjdR8jcPrwO7RQZA" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Wellington de Melo é escritor, editor e tradutor brasileiro. Doutorando em teoria literária pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), publicou diversos livros e tem textos traduzidos para o francês e para o espanhol. Coordenou a pasta de Literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE).</p>
<p>Já publicou os romances Estrangeiro no Labirinto (Confraria do Vento), Felicidade (Patuá) e o mais recente Emilio (Cepe), e o livro de poemas O Caçador de Mariposas (Mariposa Cartonera).</p>
<p>Seus escritos surgem da observação do cotidiano e das imagens poéticas no dia a dia do Recife. Busca produzir histórias que reverberem na sociedade e que causem diferentes sentimentos em quem as lê.</p>
<p>À equipe do Pasárgada.doc, Wellington revelou os detalhes da sua escrita, o início da trajetória como escritor, seus processos criativos, o movimento pela literatura cartonera, os meandros de ser editor e atuar no fomento, suas influências os choques da sua carreira na literatura, como foi o processo do seu último romance e o que o motiva e inspira seus escritos.</p>
<p>Pasárgada.doc é um projeto especial de audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco, por meio da Coordenadoria de Literatura, da Gerência de Política Cultural, em parceria com o Espaço Pasárgada, equipamento gerido pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>Com produção da gerência de Comunicação do Cultura.PE, a temporada 2024 contou com 14 episódios com entrevistas exclusivas com talentos da literatura pernambucana indo ao ar até o início de 2025.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p><strong>Governo de Pernambuco</strong></p>
<p>Governadora: Raquel Lyra<br />
Vice-governadora: Priscila Krause</p>
<p><strong>Secretaria de Cultura de Pernambuco</strong></p>
<p>Secretária de Cultura: Cacau de Paula<br />
Secretária executiva de Cultura: Yasmim Neves<br />
Secretária executiva de Gestão: Ana Paula Jardim<br />
Direção: Juliana Salvador<br />
Produção: Juliana Albuquerque, José Jaime, Luciana Lima e Yuri Euzébio<br />
Reportagem: Yuri Euzébio<br />
Imagens: Ronny Colors e Felipe Bessa<br />
Edição: Ronny Colors<br />
Acessibilidade: Leonardo Samico</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/pasargada-doc-wellington-de-melo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cepe e Editora UFPE lançam no Mepe a 3ª edição de obra rara de Osman Lins</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-e-editora-ufpe-lancam-no-mepe-a-3a-edicao-de-obra-rara-de-osman-lins/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-e-editora-ufpe-lancam-no-mepe-a-3a-edicao-de-obra-rara-de-osman-lins/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 18:39:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[autor]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[diogo guedes]]></category>
		<category><![CDATA[editora]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo César Maia]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra sem Testemunhas]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Letícia Lins]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[MEPE]]></category>
		<category><![CDATA[osman lins]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[reediçãoIldembergue Leite]]></category>
		<category><![CDATA[UFPE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=115591</guid>
		<description><![CDATA[No centenário de nascimento de Osman Lins (1924-1978) duas editoras públicas se unem para lançar a terceira edição de Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social, depois de 50 anos da última tiragem, em 1974. O livro, com selo da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e da Editora da Universidade Federal [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115592" aria-labelledby="figcaption_attachment_115592" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Osman-Lins-13.jpg"><img class="size-medium wp-image-115592" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Osman-Lins-13-607x394.jpg" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Osman Lins</p></div>
<p>No centenário de nascimento de Osman Lins (1924-1978) duas editoras públicas se unem para lançar a terceira edição de <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em>, depois de 50 anos da última tiragem, em 1974. O livro, com selo da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e da Editora da Universidade Federal de Pernambuco, é um ensaio profundo, irônico e ousado, com recursos do campo da ficção, sobre o ofício de escrever e a relação do escritor (e da escrita) com o mundo &#8211; dos editores e leitores aos censores. Produzido no fim da década de 1960, e atualmente uma raridade, o título é apresentado nesta sexta-feira (24), das 19h30 às 21h30, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), nas Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>&#8220;A reedição de <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em> é de enorme contribuição para o debate público sobre a literatura na atualidade. Como intelectual latino-americano, Osman Lins sempre insistiu na necessidade do escritor engajar-se no enfrentamento dos problemas e desafios de seu país. É um escritor combativo, muito mais do que polemista&#8221;, declara o professor e organizador do livro, Fábio Andrade. Nascido no município de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, Osman Lins morreu precocemente, na cidade de São Paulo, em 8 de julho, três dias depois de completar 54 anos.</p>
<p>Com 332 páginas e capa de Ildembergue Leite, a nova edição tem uma pequena iconografia (imagens em preto e branco) que remete ao período de elaboração do livro e a sua repercussão, e um índice onomástico com pensadores, escritores e artistas citados pelo autor. &#8220;Fiz a apresentação, que busca assinalar certos aspectos do livro sintonizados com nosso tempo, e acrescentei notas que têm como principal objetivo ressaltar certos diálogos do pensamento crítico de Osman Lins com sua própria produção literária&#8221;, informa Fábio Andrade.</p>
<p>Osman Lins é autor de romances (<em>Avalovara</em>, <em>O Visitante</em>, <em>O Fiel e a Pedra</em>), contos (<em>Os Gestos</em>), narrativas (<em>Nove</em>, <em>Novena</em>), relatos de viagem (<em>Marinheiro de Primeira Viagem</em>), obra para teatro (<em>Lisbela e o Prisioneiro</em>) e ensaios. &#8220;Poucas, sabe-se, as possibilidades de alcançarmos, neste ofício, a recompensa de um livro duradouro. Por mais que cerremos o espírito aos desvios, destinam-se os escritos literários, em grande maioria, à existência curta: 80% desaparecem em um ano, 99% em 20 anos. Um massacre em que poucos sobrevivem&#8221;, escreveu o autor em <em>Guerra sem Testemunhas</em>.</p>
<p>No livro ele faz a defesa da escrita como ofício: &#8220;O profissional é aquele que professa &#8211; e professar, mais do que exercer, é abraçar, seguir. A ideia, portanto, deve envolver uma noção de entrega, de responsabilidade e de fé&#8221;. Traz reflexões sobre o trabalho criativo, a crítica literária, a circulação de livros, os leitores, o mercado editorial, as dificuldades para publicação de livros, a demora na análise de originais por parte das editoras e os espaços na mídia. Também reage à remuneração do escritor baseada no número de livros vendidos e não pela quantidade de exemplares impresso e à falta de republicação de obras esgotadas de autores novatos.</p>
<div id="attachment_115594" aria-labelledby="figcaption_attachment_115594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-115594" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritro Fábio Andrade</p></div>
<p>&#8220;<em>Guerra sem Testemunhas</em> é uma obra que merece ser mais reconhecida. Ensaio preciso, profundo e criativo. É, como aponta o organizador Fábio Andrade, um livro quase solitário na produção brasileira do século 20, com um olhar provocante sobre o ofício — e a solidão — do escritor diante do sistema literário e da sociedade. Nesta terceira edição, com notas e nova apresentação, a Cepe Editora e a Editora UFPE se unem para trazer de volta às prateleiras um título que estava se tornando uma raridade e que merece novas e renovadas leituras&#8221;, afirma o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>Para Fábio Andrade, com a republicação do título &#8220;a maior conquista é justamente dar visibilidade, 50 anos depois, a um livro que ainda recende a pura pólvora, num país cheio de problemas estruturais graves e com certos setores elogiando nostalgicamente a opressão que Osman Lins tanto combateu&#8221;.</p>
<p><strong>FAMÍLIA -</strong> &#8220;Além de romances, contos, peças de teatro, textos para jornais e TV (episódios de <em>Caso Especial</em> da TV Globo), Osman Lins, meu pai, escreveu ensaios. Ora alguns que estudavam outros escritores (como Lima Barreto), ora sobre as dificuldades que enfrentam todos aqueles que se dedicam ao ofício de escrever. Lembro-me de um fato corriqueiro que muito o irritava, quando viajávamos juntos. A cada hotel a pergunta na recepção. Profissão? &#8216;Escritor&#8217;, ele respondia. Porém, o funcionário de plantão sempre indagava: &#8216;Como? Profissão?&#8217;. E ele, irritadíssimo, ratificava quase soletrando: &#8216;Es-cri-tor&#8217;. Isso acontecia até mesmo no exterior&#8221;, recorda a jornalista Letícia Lins.</p>
<p>&#8220;Tal comportamento traduz a forma como ele colocava em primeiro plano o ato de escrever, assim como a sagrada importância da palavra, a ferramenta de seu ofício. &#8216;Uma coisa não existe realmente enquanto não nomeada&#8217;. Para ele, se não pudesse escrever era melhor morrer. E usou de toda a alquimia que encontrou para produzir contos, peças, romances. Porém, apesar da dedicação, ser escritor no Brasil nunca foi fácil. Principalmente no fim dos anos 1960, quando o Brasil vivia uma ditadura e encarava a arte de criar como subversão. E cabia ao criador driblar as limitações políticas e a censura&#8221;, observa.</p>
<p>&#8220;Em <em>Guerra sem Testemunhas</em> há questionamentos que ele fez que ocorrem, ainda com mais intensidade, no século 21. Naqueles tempos, em que nem se sonhava com internet, ele questionava: &#8216;Caminha o livro para a extinção ou está mais vivo do que nunca?. Há pergunta mais atual? Também analisa o papel da literatura frente às comunicações de massa e a realidade política. Há discussão mais necessária hoje do que essa?&#8221;, destaca Letícia Lins.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em> e bate-papo com os professores Fábio Andrade e Eduardo César Maia -</strong> <em>sexta-feira (24), das 19h30 às 21h30, no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, nº 960, Graças, Recife-PE). Preço do livro: R$ 70 (impresso)</em></p>
<div id="attachment_115593" aria-labelledby="figcaption_attachment_115593" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Guerra-sem-testemunhas-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115593" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Guerra-sem-testemunhas-capa-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-e-editora-ufpe-lancam-no-mepe-a-3a-edicao-de-obra-rara-de-osman-lins/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Moranga Sagrada, um livro de contos para pensar a pós-modernidade</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/a-moranga-sagrada-um-livro-de-contos-para-pensar-a-pos-modernidade/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/a-moranga-sagrada-um-livro-de-contos-para-pensar-a-pos-modernidade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 14:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#bar]]></category>
		<category><![CDATA[A Moranga Sagrada]]></category>
		<category><![CDATA[autor]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[contos]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[editora]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[J.C. Marçal]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Orora]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[pós-modernidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnociência]]></category>
		<category><![CDATA[UFRPE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=115346</guid>
		<description><![CDATA[Onze contos entrelaçados pela temática da pós-modernidade integram o próximo lançamento da Cepe Editora, A Moranga Sagrada, do pernambucano J.C. Marçal. O livro, que fala de empoderamento feminino, superação, resiliência, de tecnociência em nossas vidas, do terror da ditadura e dos efeitos da pandemia da covid-19, é apresentado na próxima terça-feira (14), das 19h às [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115347" aria-labelledby="figcaption_attachment_115347" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/J.C.Marçal-Divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-115347" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/J.C.Marçal-Divulgação-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor pernambucano J.C. Marçal</p></div>
<p>Onze contos entrelaçados pela temática da pós-modernidade integram o próximo lançamento da Cepe Editora, <em>A Moranga Sagrada</em>, do pernambucano J.C. Marçal. O livro, que fala de empoderamento feminino, superação, resiliência, de tecnociência em nossas vidas, do terror da ditadura e dos efeitos da pandemia da covid-19, é apresentado na próxima terça-feira (14), das 19h às 22h, no Orora Bar de Esquina, no bairro de Santo Amaro, na área central do Recife.</p>
<p>De acordo com o autor, os textos têm duas origens. A primeira, a partir de 2017, quando ele formou na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) o grupo de pesquisa Pós-Modernidade e Tecnociência e o grupo de estudos Marxismo e Pós-Modernidade. E a segunda, a partir de 2020, quando teve início o distanciamento social como uma das medidas de controle da pandemia de covid-19. Apenas em maio de 2023 a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o fim da Emergência de Saúde Pública.</p>
<p>“Travando conhecimento com Lélia Gonzalez (escritora e ativista brasileira, 1935-1994), escrevi o conto <em>Obá</em> em que aparece o título do livro. A ideia era compor uma história que remetesse à força dessa orixá, ao empoderamento feminino e ao poder da escrita como forma de superação e resiliência. Em seguida, inspirado em uma escultura de Luciano Garbati (artista argentino), escrevi <em>Medusa</em>, que segue a mesma temática”, relata J.C. Marçal, escritor e professor na UFRPE.</p>
<p>Sob o impacto da pandemia ele criou <em>Nós, os Infectados</em>. “Além da pandemia em si, o conto discute o poder da arte como forma de dar sentido à vida. No caso foi a poesia e a pintura. Com esses três contos prontos decidi elaborar um livro que pensasse a pós-modernidade”, explica. No livro, J.C. Marçal estabelece um diálogo com a mitologia, a filosofia, as artes e a literatura.</p>
<p>Os textos <em>Tortura</em> e <em>Fezes</em> alertam para a necessidade de “mantermos a lembrança do terror da ditadura militar e os riscos de apostarmos em governos fascistas e ditatoriais”, destaca o autor. “<em>Limite</em> trata da tecnociência e o que isso poderá afetar nossas vidas. E <em>O Caligrafista</em> fala da importância da escrita como elemento essencial da humanidade e que se vê ameaçada com a IA”, diz.</p>
<p>“Com <em>A Moranga Sagrada</em>, a Cepe segue reforçando seu compromisso com a publicação de autores pernambucanos contemporâneos que se arriscam a investigar temas, formatos e questões de linguagem que ressoam no cenário atual”, declara a editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni. A obra tem 110 páginas e é o mais recente livro do escritor.</p>
<p><strong>O AUTOR -</strong> J.C. Marçal nasceu no Recife, tem graduação, mestrado e doutorado em Filosofia e atualmente é professor na UFRPE. Temas como solidão, morte, busca pelo sentido da vida, potência e impotência da existência e as diversas dimensões da realidade estão presentes em seus livros. Ele já tem publicados <em>Diário de um Percurso Absurdo</em> (romance, Edições Odisseu), <em>Os Ciclos Tebanos</em> (poesia, Edições Odisseu), <em>Antologia da Novíssima Poesia Pernambucana</em> (poesia, Edições Alighieri), <em>Saga Cruciatus</em> (contos, Edições Alighieri), <em>A Tempestade</em> (romance, Scortecci) e <em>Mauristaad</em> (romance, Editora Urutau).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>A Moranga Sagrada</em> -</strong> <em>terça-feira (14), das 19h às 22h, no Orora Bar de Esquina (Rua da Aurora, nº 1.139, Santo Amaro, Recife-PE). Preço do livro: R$ 45 (impresso). Entrada gratuita</em></p>
<div id="attachment_115348" aria-labelledby="figcaption_attachment_115348" class="wp-caption img-width-331 alignnone" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/A-moranga-sagrada-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115348" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/A-moranga-sagrada-capa-331x486.jpg" width="331" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro A Moranga Sagrada</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/a-moranga-sagrada-um-livro-de-contos-para-pensar-a-pos-modernidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Revista Pernambuco de dezembro tem lançamento especial na APL</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/revista-pernambuco-de-dezembro-tem-lancamento-especial-na-apl/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/revista-pernambuco-de-dezembro-tem-lancamento-especial-na-apl/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 20:42:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[abl]]></category>
		<category><![CDATA[academia pernambucana de letras]]></category>
		<category><![CDATA[APL]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[cepe editora]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudio Aguiar]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dezembro]]></category>
		<category><![CDATA[editora]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[escritores]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Mota]]></category>
		<category><![CDATA[periódico]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=114824</guid>
		<description><![CDATA[A revista literária Pernambuco, publicada pela Cepe Editora, traz nos destaques da edição de dezembro dois grandes nomes. O dossiê conta com 30 páginas sobre a obra e a vida do pernambucano Mauro Mota, poeta, geógrafo e jornalista que nos deixou há 40 anos. A capa do periódico é dedicada aos 80 anos do escritor [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114825" aria-labelledby="figcaption_attachment_114825" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-Pernambuco-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-114825" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-Pernambuco-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Capa da revista literária Pernambuco de dezembro de 2024</p></div>
<p>A revista literária Pernambuco, publicada pela Cepe Editora, traz nos destaques da edição de dezembro dois grandes nomes. O dossiê conta com 30 páginas sobre a obra e a vida do pernambucano Mauro Mota, poeta, geógrafo e jornalista que nos deixou há 40 anos. A capa do periódico é dedicada aos 80 anos do escritor cearense Cláudio Aguiar, morador de Olinda desde 1962.</p>
<p>Em homenagem a essas duas figuras, a revista tem lançamento especial na Academia Pernambucana de Letras (APL), nesta segunda-feira (2), às 15h, durante sessão ordinária da casa. A reunião é aberta ao público e conta com a presença de Cláudio Aguiar e da família do poeta Mauro Mota.</p>
<p>“A ideia desta edição é valorizar a vida, a memória e a permanência das coisas. Homenagear Mauro Mota, que é um clássico, é importante para que as pessoas percebam a beleza do que ele escreveu. Durante décadas foi o nome mais relevante no Diario de Pernambuco no âmbito da cultura. Não tenho dúvida nenhuma de dizer que é um dos nossos grandes esquecidos. Celebramos também os 80 anos de Cláudio Aguiar, escritor lúcido e ativo. Entre seus grandes trabalhos está a biografia definitiva de Francisco Julião, o líder das Ligas Camponesas, com a qual ganhou um Jabuti em 2015”, diz Mário Hélio, superintendente de Periódicos e Projetos Especiais da Cepe.</p>
<p>Para o presidente da APL, Lourival Holanda, os nomes dos homenageados mostram continuidade e renovação. “São duas referências na cultura literária em Pernambuco. As elegias de Mauro Mota foram ponte para a visibilidade nacional com o Prêmio Olavo Bilac, depois o Jabuti, outra sagração. Já Cláudio Aguiar faz joviais 80 anos. É um homem com vasta produção: <em>Caldeirão</em> ficou sendo um marco na nossa literatura, Jorge Amado o reconheceu e amou. Estudioso de Ortega e Gasset, pensador espanhol que marcou gerações, Cláudio Aguiar foi sagrado pelo título de honor, Cidadão de Salamanca (Huéspede Distinguido), para orgulho nosso. Em 2009, com <em>El Rey de los Bandidos</em>, o autor ganhava audiência mais larga, mundo afora, com o Prêmio Ibero-Americano”, salienta Lourival Holanda.</p>
<p>Na reportagem do dossiê Pernambuco, Mauro Mota é lembrado como memorialista, geógrafo, historiador, cronista e observador dos costumes das províncias e das pequenas e grandes coisas do cotidiano. Foi um dos primeiros presidentes da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), quando a fundação ainda era um instituto. O poeta também fez parte da Academia Brasileira de Letras (ABL) e presidiu a Academia Pernambucana de Letras (APL).</p>
<p>Na capa da revista de dezembro, Cláudio Aguiar, outro grande nome das letras, é celebrado pelos 80 anos de nascimento. Romancista, ensaísta, dramaturgo, biógrafo, compositor, poeta e crítico literário, sua obra conta com mais de 40 livros, muitos dos quais premiados e traduzidos para o russo, espanhol e francês.</p>
<p>Agora o autor dedica-se a escrever um novo livro de poemas, com uma abordagem reflexiva sobre a existência, o que inclui elucubrações sobre o universo quântico e questionamentos a respeito da inteligência artificial.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/revista-pernambuco-de-dezembro-tem-lancamento-especial-na-apl/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A história de Pernambuco contada por Pereira da Costa</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/a-historia-de-pernambuco-contada-por-pereira-da-costa/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/a-historia-de-pernambuco-contada-por-pereira-da-costa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 18:01:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio]]></category>
		<category><![CDATA[academia pernambucana de letras]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Almeida]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Dantas Silva]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Pereira da Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Reminiscências Histórico-Pernambucanas]]></category>
		<category><![CDATA[Tempos de Jornal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=114516</guid>
		<description><![CDATA[Numa época em que escritores divulgavam suas produções intelectuais nos jornais, Pereira da Costa contou a história de Pernambuco em artigos seriados, no começo do século 20. Dos aspectos sociais a temas militares, passando por botânica, urbanismo, religião, folclore e cultura, nada escapou ao historiador e jornalista na série Reminiscências Histórico-Pernambucanas. Os textos, inéditos em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114517" aria-labelledby="figcaption_attachment_114517" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Bruno-Almeida-de-Melo-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-114517" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Bruno-Almeida-de-Melo-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O historiador Bruno Almeida de Melo</p></div>
<p>Numa época em que escritores divulgavam suas produções intelectuais nos jornais, Pereira da Costa contou a história de Pernambuco em artigos seriados, no começo do século 20. Dos aspectos sociais a temas militares, passando por botânica, urbanismo, religião, folclore e cultura, nada escapou ao historiador e jornalista na série <em>Reminiscências Histórico-Pernambucanas</em>. Os textos, inéditos em livro, são agora apresentados pela Cepe Editora, dentro das homenagens ao centenário de morte do autor. O lançamento é nesta terça-feira (19), das 19h às 22h, na Academia Pernambucana de Letras (APL), entidade que Pereira da Costa ajudou a fundar, localizada no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife.</p>
<p><em>Tempos de Jornal: Reminiscências Histórico-Pernambucanas</em> reúne 36 textos publicados por Francisco Augusto Pereira da Costa (1851-1923) no Diario de Pernambuco, de maio de 1901 a janeiro de 1903, de forma ininterrupta, e em janeiro de 1922. Autor de obras indispensáveis para quem procura informações sobre a história e a cultura do Estado, Pereira da Costa deixou uma vasta bibliografia, entre livros e artigos. O mais conhecido, <em>Anais Pernambucanos</em>, cobre o período de 1493 a 1850, numa narrativa de mais de cinco mil páginas organizadas em dez volumes.</p>
<p>“O aspecto mais importante da publicação desta obra é corroborar, mais uma vez, a relevância de Pereira da Costa como o maior cronista da história de Pernambuco. Passados quase 101 anos de seu falecimento (21 de novembro de 1923), ainda temos o privilégio de publicar de maneira inédita alguns de seus escritos, e temos a oportunidade de ver, novamente, a sua capacidade de abordar assuntos tão distintos, dando a cada um deles a sua devida seriedade”, declara o historiador Bruno Almeida de Melo, que fez a organização do livro com o historiador Leonardo Dantas Silva, Patrimônio Vivo de Pernambuco, falecido há um ano, em novembro de 2023.</p>
<p>O pesquisador Pereira da Costa expõe conteúdos variados na série. Um dos textos relata atividades de associações secretas e políticas do século 19, como a Sociedade Patriótica Harmonizadora, que destinou recursos para pagamento de pensão a viúvas, pais e filhos menores dos mártires da Revolução de 1817 e da Confederação do Equador, de 1824. Foram beneficiados três filhos de frei Caneca (Ana, Fortunato e Joaquim), um filho do padre José Inácio Roma, o pai adotivo da filha do padre Tenório e a viúva do capitão Domingos Teotônio Jorge, entre outros.</p>
<p>No artigo Nichos, o pesquisador relata a atuação da polícia para conter “abusos” e “irreverências” de populares nas orações que eram feitas diante desses pequenos santuários nas fachadas de residências, no Centro do Recife. Há textos sobre os arcos nas cabeceiras da atual Ponte Maurício de Nassau, que liga o Bairro do Recife ao de Santo Antônio, demolidos para obras de melhorias no trânsito; o farol construído nos arrecifes do porto; os meios de transporte público; e os pelourinhos do Recife, Olinda, Itamaracá, Goiana, Paudalho e Garanhuns.</p>
<p>Ao comentar a repercussão da série, Bruno Almeida cita o artigo Judeus, sobre a comunidade israelita, de 14 de julho de 1901, que foi traduzido e publicado em uma revista de Berlim, em 1902. “Em 1965, Manuel Correia de Andrade (geógrafo, 1922-2007) utilizou o artigo Sociedades Secretas como fonte para escrever um de seus livros”, acrescenta. Tempos de Jornal traz notas explicativa para contextualizar, complementar e atualizar informações coletadas há mais de cem anos por Pereira da Costa. Tem prefácio de Leonardo Dantas e posfácio de Bruno Almeida dedicado a Leonardo Dantas, que morreu sem ver a obra pronta. <em>Reminiscências Histórico-Pernambucanas</em> é o título original da série publicada no Diario.</p>
<p>“Pereira da Costa fazia questão de divulgar seus textos, fosse em forma de livros ou artigos publicados na Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, ou nos jornais do Recife e de outros estados. O público alcançado era o mais diversificado possível, desde estudiosos a apenas interessados em História, e acredito que ainda seja assim até hoje. Espero que este livro desperte interesse nos mais variados públicos em conhecer mais a história de Pernambuco e a figura extraordinária que foi Pereira da Costa”, destaca Bruno Almeida, que também organizou o título Os bispos de Olinda (1676-1910), lançado pela Cepe Editora em 2023, com outra série de artigos do mesmo autor.</p>
<p><strong>PEREIRA DA COSTA -</strong> Historiador, folclorista e escritor, Francisco Augusto Pereira da Costa nasceu no bairro de Santo Antônio, Centro do Recife, em 16 de dezembro de 1851. Começou a colaborar com o Diario de Pernambuco aos 21 anos, formou-se em direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e foi professor no Ginásio Pernambucano e no Liceu de Artes e Ofícios, além de ocupar o cargo de deputado estadual por oito mandatos (1900-1923). Participou da fundação da Academia Pernambucana de Letras (APL) e foi integrante do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP) e dos Institutos Histórico e Geográfico de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba e São Paulo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro Tempos de Jornal: Reminiscências Histórico-Pernambucanas, com bate-papo entre Bruno Almeida, Mariana Dantas (filha de Leonardo Dantas) e Mário Hélio, editor das revistas Continente e Pernambuco da Cepe -</strong><em> terça-feira (19), das 19h às 22h, na Academia Pernambucana de Letras (APL &#8211; Avenida Rui Barbosa, nº 1596, bairro das Graças, Recife). Preço: R$ 80 (impresso)</em></p>
<div id="attachment_114518" aria-labelledby="figcaption_attachment_114518" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Tempos-de-Jornal-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-114518" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Tempos-de-Jornal-capa-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Tempos de Jornal: Reminiscências Histórico-Pernambucanas</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/a-historia-de-pernambuco-contada-por-pereira-da-costa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>PASÁRGADA.DOC &#8211; Stefanni Marion</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pasargada-doc-stefanni-marion/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/pasargada-doc-stefanni-marion/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2024 13:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tv Cultura.PE]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[antologista]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Stefanni Marion]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=114041</guid>
		<description><![CDATA[Stefanni Marion é natural do vilarejo de pescadores Barra do Una, que fica na Praia de Peruíbe, Litoral de São Paulo, e radicado no Recife. Autor dos livros Inventário (Patuá, 2014) e Temporário (Patuá, 2012), é antologista de projetos literários, dentre eles A Torre: Antologia de Poesia Confessional, Cartas e Diários Íntimos (Castanha Mecânica, 2017). [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Yirn_ucnO-I?si=TFFCGmLRwvJH9alR" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Stefanni Marion é natural do vilarejo de pescadores Barra do Una, que fica na Praia de Peruíbe, Litoral de São Paulo, e radicado no Recife. Autor dos livros <em>Inventário</em> (Patuá, 2014) e <em>Temporário</em> (Patuá, 2012), é antologista de projetos literários, dentre eles <em>A Torre: Antologia de Poesia Confessional, Cartas e Diários Íntimos</em> (Castanha Mecânica, 2017). Seus trabalhos foram publicados em periódicos no Brasil e no exterior.</p>
<p>Sua paixão pela leitura surge a partir da relação com o seu pai, leitor voraz, o que naturalmente incentivou seu gosto pelas palavras. Conta que tinha cadernos de poesia, nos quais copiava os textos que achava bonitos.</p>
<p>Aos poucos foi iniciando um processo de escrita que retratava suas vivências na vila de pescadores, sua relação com o mar e com entes queridos. Seu trabalho perpassa suas experiências e subjetividades e suas relações com entes queridos.</p>
<p>À equipe do Pasárgada.doc, Stefanni revelou os caminhos da sua escrita, o início da trajetória, seus processos criativos, suas influências os choques da sua carreira na literatura, a relação de sua obra com o mar e com seus familiares, e o que o motiva a escrever.</p>
<p>O Pasárgada.doc é um projeto especial de audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco, por meio da Gerência de Política Cultural, da coordenadoria de Literatura, em parceria com o Espaço Pasárgada, equipamento gerido pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Com produção da gerência de Comunicação do Cultura.PE, esta temporada 2024 conta com 14 episódios com entrevistas exclusivas como talentos da literatura pernambucana e vai ao ar até o início do ano que vem.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p>Governo de Pernambuco<br />
Governadora: Raquel Lyra<br />
Vice-governadora: Priscila Krause</p>
<p>Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco<br />
Secretária de Cultura: Cacau de Paula<br />
Secretária Executiva de Cultura: Yasmim Neves<br />
Secretária Executiva de Gestão: Ana Paula Jardim</p>
<p>Direção: Juliana Salvador<br />
Produção: Juliana Albuquerque, José Jaime, Luciana Lima e Yuri Euzébio<br />
Reportagem: Yuri Euzébio<br />
Imagens: Felipe Bessa<br />
Edição: Ronny Colors<br />
Acessibilidade: Leonardo Samico</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/pasargada-doc-stefanni-marion/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pasárgada.doc &#8211; Marcondes FH</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pasargada-doc-marcondes-fh/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/pasargada-doc-marcondes-fh/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 13:50:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tv Cultura.PE]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[aquilombamento]]></category>
		<category><![CDATA[Barreiros]]></category>
		<category><![CDATA[Como Dentes na Carne Doce]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Pasárgada]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Editorial Caravana]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livreiro]]></category>
		<category><![CDATA[Marcondes FH]]></category>
		<category><![CDATA[pasárgada.doc]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Mala Preta]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=110044</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/ha5t4-x2RqQ?si=TEXNgBuVmjt_y2pr" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/pasargada-doc-marcondes-fh/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bacanal do Bandeira mostra como o frevo casa bem com a poesia</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/bacanal-do-bandeira-mostra-como-o-frevo-casa-bem-com-a-poesia/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/bacanal-do-bandeira-mostra-como-o-frevo-casa-bem-com-a-poesia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 19:10:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda Cultura.PE]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria de Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Adriano Cabral]]></category>
		<category><![CDATA[alepe]]></category>
		<category><![CDATA[Bacanal do Bandeira]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[frevo]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Ginásio Pernambucano]]></category>
		<category><![CDATA[Levino Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Bandeira]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[orquestra]]></category>
		<category><![CDATA[Pasárgada]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[poeta]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Troça]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=108062</guid>
		<description><![CDATA[O Espaço Pasárgada promove, nesta sexta-feira (2), pelas ruas do Centro do Recife, o 13º desfile anual da Troça Carnavalesca Mista Bacanal do Bandeira, que foi fundada em 2012. A concentração ocorre, a partir das 16h30, defronte ao equipamento cultural gerenciado pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Espaço Pasárgada promove, nesta sexta-feira (2), pelas ruas do Centro do Recife, o 13º desfile anual da Troça Carnavalesca Mista Bacanal do Bandeira, que foi fundada em 2012. A concentração ocorre, a partir das 16h30, defronte ao equipamento cultural gerenciado pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundação), na Rua da União, nº 263, bairro da Boa Vista, cujo prédio tem como marca a presença do busto do famoso poeta, crítico literário e de arte, professor de literatura e tradutor recifense.</p>
<p>A tertúlia tem início com o tradicional recital poético com a participação de atores, atrizes e poetas, que declamam poemas autorais na saída do bloco, com participação especial do ator Adriano Cabral. Os foliões da poesia desfilam ao som da Orquestra Levino Ferreira e ao passo do Grupo Fuzuê de Dança.</p>
<p>Durante o desfile há duas apoteoses. A primeira parada ocorre na Rua Mamede Simões, localizada entre o antigo edifício da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e a escola Ginásio Pernambucano. Depois, o cortejo segue para o cais da Rua da Aurora, também em frente à Alepe, onde está situada a estátua de Manuel Bandeira e onde acontece a apresentação do Fuzuê. Em ambas as paradas, a performance de músicos, poetas e atores mostra como o frevo casa bem com a poesia.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">BACANAL</span> (Manuel Bandeira) &#8211; do livro <em>Carnaval</em> (1918)</strong></p>
<p>Quero beber! Cantar asneiras<br />
No esto brutal das bebedeiras<br />
Que tudo emborca e faz em caco&#8230;<br />
Evoé Baco!</p>
<p>Lá se me parte a alma levada<br />
No torvelim da mascarada,<br />
A gargalhar em douro assomo&#8230;<br />
Evoé Momo!</p>
<p>Lacem-na toda, multicores,<br />
As serpentinas dos amores,<br />
Cobras de lívidos venenos&#8230;<br />
Evoé Vênus!</p>
<p>Se perguntarem: Que mais queres,<br />
além de versos e mulheres?<br />
- Vinhos!&#8230; o vinho que é o meu fraco!&#8230;<br />
Evoé Baco!</p>
<p>O alfange rútilo da lua,<br />
Por degolar a nuca nua<br />
Que me alucina e que não domo!&#8230;<br />
Evoé Momo!</p>
<p>A Lira etérea, a grande Lira!&#8230;<br />
Por que eu extático desfira<br />
Em seu louvor versos obscenos,<br />
Evoé Vênus!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/bacanal-do-bandeira-mostra-como-o-frevo-casa-bem-com-a-poesia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Romance Extremo Oeste (Cepe) vence o Prêmio Jabuti de Escritor(a) Estreante</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/romance-extremo-oeste-cepe-vence-o-premio-jabuti-de-escritora-estreante/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/romance-extremo-oeste-cepe-vence-o-premio-jabuti-de-escritora-estreante/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2023 18:09:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CBL]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[editora]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[estreante]]></category>
		<category><![CDATA[Extremo-Oeste]]></category>
		<category><![CDATA[Jabuti]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Fehlauer]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=106916</guid>
		<description><![CDATA[O paranaense Paulo Fehlauer é o vencedor da categoria Escritor(a) Estreante (Eixo Inovação) do 65º Prêmio Jabuti, com o romance Extremo Oeste, lançado pela Cepe Editora. O anúncio foi feito na noite desta terça-feira (5), em cerimônia realizada no Theatro Municipal de São Paulo. Extremo Oeste também venceu o 6º Prêmio Cepe Nacional de Literatura. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106917" aria-labelledby="figcaption_attachment_106917" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgaçãio</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Jabuti-Ricardo-Melode-óculos-e-Paulo-Fehlauer-A.jpg"><img class="size-medium wp-image-106917" alt="Cepe Editora/Divulgaçãio" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Jabuti-Ricardo-Melode-óculos-e-Paulo-Fehlauer-A-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Ricardo Melo e Paulo Fehlauer na entrega do Prêmio Jabuti 2023</p></div>
<p>O paranaense Paulo Fehlauer é o vencedor da categoria Escritor(a) Estreante (Eixo Inovação) do 65º Prêmio Jabuti, com o romance <a title="EXTREMO OESTE" href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/extremo-oeste" target="_blank"><em>Extremo Oeste</em></a>, lançado pela Cepe Editora. O anúncio foi feito na noite desta terça-feira (5), em cerimônia realizada no Theatro Municipal de São Paulo. <em>Extremo Oeste</em> também venceu o 6º Prêmio Cepe Nacional de Literatura.<br />
“A primeira obra carrega todo um aprendizado sobre o trabalho da escrita, então envolve muita entrega do autor, além de muita expectativa. Foi assim com <em>Extremo Oeste</em>, um livro em que explorei temas muito próximos a minha experiência e às memórias da região em que cresci. Além do reconhecimento, o prêmio é um grande estímulo para a continuidade do meu trabalho com a literatura”, destacou Paulo Fehlauer.<br />
Novidade apresentada na edição 2023 do Jabuti, a categoria Escritor(a) Estreante configura-se como uma oportunidade oferecida pela Câmara Brasileira do Livro, organizadora do concurso, para dar visibilidade a um(a) escritor(a) em seu primeiro livro. É uma janela para o iniciante alcançar um público amplo e uma forma de estimular outras pessoas a escreverem seus textos e livros, de acordo com a CBL.<br />
Paulo Fehlauer concorreu com outros quatro autores: Cristianne Lameirinha (<em>A Tessitura da Perda</em>, Editora Quelônio), Júlia Portes (<em>O Céu no Meio da Ara</em>, NAU Editora), Valentim Biazotti (<em>Síngulas Brasilis Fantásticas</em>, Editora Penalux) e Leonardo Piana (<em>Sismógrafo</em>, Edições Macondo). Este ano o Jabuti registrou 4.245 obras inscritas, em 21 categorias, com quatro eixos.<br />
“Eu estava com grande esperança e muito seguro de que o livro do Paulo poderia vencer, pela originalidade e qualidade da obra. Ele dedicou dez anos na construção do romance. Recomendo muito a leitura de <em>Extremo Oeste</em>. A Cepe está duplamente de parabéns. Primeiro por lançar novos autores como ele, quando criou um prêmio literário de âmbito nacional; segundo porque vencer qualquer das categorias do Jabuti é uma referência para todo autor e editora deste país. Na cerimônia estavam na plateia do majestoso Theatro Municipal de São Paulo representantes das maiores casas editoriais brasileiras. Esse é mais um reconhecimento do trabalho que a Cepe, uma editora do Estado, vem desenvolvendo desde 2008, investindo na profissionalização de suas equipes. Estou muito feliz em compartilhar com todos mais essa conquista”, afirma o jornalista Ricardo Melo, diretor de Produção e Edição da Cepe.</p>
<p><strong>A OBRA -</strong> De acordo com Paulo Fehlauer, escritor, artista visual e pesquisador, o livro traz elementos autobiográficos. “Não só pelos cenários, eventos e até imagens, que são os da minha vivência desde a infância, mas também pelas reflexões que ele propõe”, declara. “Se dá para sintetizar o romance de alguma forma eu diria que ele explora esse limiar em que a experiência individual e a coletiva se encontram e se misturam, em que o histórico se torna pessoal e vice-versa”, revela.<br />
O livro foi escrito de 2014 a 2017, período em que Paulo cursou a especialização Formação de Escritores no Instituto Vera Cruz. “Digo que ele foi ‘gestado’ ali porque, mais do que formação técnica, o curso proporcionou um ambiente de criação, leitura e discussão muito frutífero e que trabalhou principalmente a minha segurança diante do texto. Depois veio uma longa fase de maturação e lapidação, com a leitura atenta de amigos e colegas, que resultou no livro publicado&#8221;, conta.<br />
Em <em>Extremo Oeste</em> Marcello é um amigo de infância desaparecido a quem o narrador se dirige, ao longo de 224 páginas, na tentativa de encontrá-lo. Nesse percurso fotografias em preto e branco, memórias e cartas revelam aflições e lugares não identificados que funcionam como rastros. Durante vários capítulos o narrador se questiona sobre se existe uma história a ser contada. “É que talvez não haja uma história, se posso ser franco. Talvez não haja um começo possível e o fim se dê em um gesto de desistência. Ou de abandono. Talvez essa seja a única forma de falar de algo que não existe. Mas é claro que alguma coisa sempre existe”, diz o escritor. O título foi publicado pela Cepe Editora em 2022.</p>
<p><strong>O AUTOR -</strong> Paulo Fehlauer nasceu em Marechal Cândido Rondon, oeste do Paraná, em 1982, e reside em São Paulo (SP). Graduado em jornalismo e mestre em estudos literários pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), é fotógrafo, produtor audiovisual e artista visual. Em 2008 fundou o Coletivo Garapa, com o qual desenvolve uma trajetória artística que inclui trabalhos exibidos em instituições como Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS-SP) e Instituto Moreira Salles.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/romance-extremo-oeste-cepe-vence-o-premio-jabuti-de-escritora-estreante/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sidney Rocha lança romance O Inferno das Repetições no Mepe</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/sidney-rocha-lanca-o-inferno-das-repeticoes-no-mepe/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/sidney-rocha-lanca-o-inferno-das-repeticoes-no-mepe/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2023 17:16:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[#OInfernoDasRepetições]]></category>
		<category><![CDATA[#SidneyRocha]]></category>
		<category><![CDATA[autor]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Iluminuras]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[MEPE]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Romance]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=105581</guid>
		<description><![CDATA[No próximo dia 10, a partir das 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), será lançado O Inferno das Repetições (Iluminuras, 230 páginas), livro do premiado escritor Sidney Rocha, vencedor de prêmio literários como Jabuti, Osman Lins e Guerra Junqueiro de Lusofonia (Portugal), entre outros. É o sexto romance do autor, além de outros [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105582" aria-labelledby="figcaption_attachment_105582" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/LEOPOLDO-CONRADO-NUNES_2_DIVULGAÇÃO.jpg"><img class="size-medium wp-image-105582" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/LEOPOLDO-CONRADO-NUNES_2_DIVULGAÇÃO-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Sidney Rocha</p></div>
<p>No próximo dia 10, a partir das 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), será lançado <em>O Inferno das Repetições</em> (Iluminuras, 230 páginas), livro do premiado escritor Sidney Rocha, vencedor de prêmio literários como Jabuti, Osman Lins e Guerra Junqueiro de Lusofonia (Portugal), entre outros. É o sexto romance do autor, além de outros títulos, de contos, publicado pela mesma editora.<br />
Depois de mais de uma década dedicado à trilogia <em>Cromane</em>, Sidney traz com esse livro um novo projeto literário, que mantém o tom provocativo que acompanha a obra do escritor e, por várias razões, tem sido muito esperado pelos leitores e leitoras e pela crítica.<br />
Neste mês o suplemento Pernambuco, da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), oferece sua capa, além de resenha e análise do romance. Na resenha, o crítico literário Cristhiano Aguiar reforça um ponto importante na obra de Sidney Rocha, também presente em <em>O Inferno das Repetições</em>, que é se posicionar contra o lugar-comum: &#8220;Ao negar o senso de lugar a obra de Sidney Rocha se posiciona orgulhosamente na contramão do tempo presente&#8221;.<br />
Na mesma edição a análise da psiquiatra e psicanalista Suzana Boxwell aponta para as entrelinhas desse romance corajoso: “Há ainda, nesse romance de Rocha, o horror e terror sociais de várias gerações de silêncios na América Latina”.<br />
Suzana ainda destaca a importância de uma obra como essa de Sidney, neste momento da humanidade, um romance que trata de problemas reais como a perda da memória: “O horror. Estudos recentes apontam para números distópicos: cerca de 50 milhões de pessoas no mundo sofrem com doenças desse tipo. O horror. Em 30 anos o número triplicará, dizem os especialistas. O horror. Outros milhões vivem, sem saber, na realidade infernal da perda de cognição e memória. Esse horror do esquecimento está presente no novo romance de Sidney Rocha. Paradoxalmente este é também um romance sobre a lucidez. &#8216;Tenho apenas meia consciência&#8217;, diz Omar, o personagem-narrador, em uma das definições mais duras dos atestados existenciais dessas criaturas – sobretudo ele, Omar, atormentado pelo malévolo deus das repetições. São castigos. Traumas inibidos. Silenciados. São cortes. Não ao modo dos diretores de cinema, mas dos anatomistas&#8221;.<br />
O romance será lançado também, em novembro, na Livraria da Tarde, em São Paulo, com bate-papo com o autor e presenças do editor da Iluminuras, Samuel Leon, e do escritor pernambucano Marcelino Freire em uma promoção da Capivara Cultural.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do romance <em>O Inferno das Repetições</em> (editora Iluminuras, 230 páginas) –</strong> <em>terça-feira (10), às 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe – Avenida Rui Barbosa, 960, Graças. Telefone: 81-31843170). Livro também em pré-venda no site da editora <a title="O INFERNO DAS REPETIÇÕES - pré-venda" href="https://www.iluminuras.com.br/o-inferno-das-repeticoes" target="_blank">Iluminuras</a></em></p>
<div id="attachment_105583" aria-labelledby="figcaption_attachment_105583" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Iluminuras/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/capa-e-contracapa.png"><img class="size-medium wp-image-105583" alt="Iluminuras/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/capa-e-contracapa-486x486.png" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Contracapa e capa do romance O Inferno das Repetições</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/sidney-rocha-lanca-o-inferno-das-repeticoes-no-mepe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

