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	<title>Portal Cultura PE &#187; escultura</title>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco abre exposição que revisita a efervescência dos anos 1990</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 18:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comprar CD e ouvir no walkman, rebobinar fita VHS antes de devolver na locadora, combinar encontros sem Google Maps, passar horas conversando ao telefone fixo ou na mesa do bar. Movimento Mangue, salões de arte, exposições coletivas improvisadas, crise econômica e explosão criativa. Isso é bem anos 90! — e é justamente esse espírito que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55066480257_dc821c3f56_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122718" alt="Foto: Valentine Herold" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55066480257_dc821c3f56_k-607x439.jpg" width="607" height="439" /></a></p>
<p dir="ltr">
Comprar CD e ouvir no walkman, rebobinar fita VHS antes de devolver na locadora, combinar encontros sem Google Maps, passar horas conversando ao telefone fixo ou na mesa do bar. Movimento Mangue, salões de arte, exposições coletivas improvisadas, crise econômica e explosão criativa. Isso é bem anos 90! — e é justamente esse espírito que o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) convoca o público a revisitar na exposição homônima aberta nesta terça-feira (28), no Hall Cícero Dias.</p>
<p dir="ltr">Com obras que integram o acervo do próprio museu, mas que estão reunidas de forma inédita, a mostra propõe uma viagem pela década de 1990 em Pernambuco, período marcado por paradoxos: instabilidade econômica, transformações políticas no pós-redemocratização e, ao mesmo tempo, uma efervescência cultural que reposicionou o Estado no mapa artístico brasileiro. A exposição tem curadoria do diretor do Mepe, Rinaldo Carvalho, junto ao artista plástico Márcio Almeida, reunindo obras de artistas que já atuavam naquele contexto, muitos deles premiados nos Salões de Arte de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Nas artes visuais, os anos 90 representaram um momento de transição decisiva. Pernambuco ainda dialogava fortemente com seu legado modernista, tendo nomes como Cícero Dias, Lula Cardoso Ayres e Abelardo da Hora como referências estruturantes, enquanto uma nova geração buscava romper com narrativas consagradas e se aproximar de questões contemporâneas como identidade, urbanização, violência e memória. O período marca o início mais consistente da arte contemporânea no Estado, com o surgimento de linguagens híbridas que misturavam pintura, instalação, fotografia e performance.</p>
<p dir="ltr">Instituições como o Mepe tiveram papel fundamental na legitimação e difusão dessas produções, ao mesmo tempo em que iniciativas independentes, ocupações artísticas e exposições coletivas ampliaram o debate estético e político. O Recife começava a se afirmar como um polo de experimentação no Nordeste, articulando tradição regional e discurso contemporâneo.</p>
<p dir="ltr">Esse mesmo impulso de reinvenção atravessava a música e essa forte relação entre as duas linguagens artísticas também se faz presente na exposiação. Nos anos 90, o surgimento do Movimento Manguebeat colocou o Recife no centro da cena musical brasileira e internacional. Liderado por nomes como Chico Science &amp; Nação Zumbi, Mundo Livre S/A e Mestre Ambrósio, o Manguebeat propôs uma fusão ousada entre ritmos tradicionais — maracatu, coco, ciranda, embolada — e influências globais como rock, hip hop, funk e música eletrônica. O mangue, símbolo do ecossistema recifense, tornou-se metáfora de diversidade, fertilidade cultural e resistência.</p>
<p dir="ltr">Ao revisitar esse período, “Isso é bem anos 90!” evidencia um legado que ultrapassa a década. Ao final dos anos 1990, Pernambuco havia consolidado uma identidade cultural mais afirmada, conectada ao mundo e profundamente enraizada em suas tradições. Participam da exposição, entre outros, os artistas José Patrício, Rodrigo Braga, Betânia Corrêa de Araújo, José Paulo, Dantas Suassuna, Romero Andrade, Lorani e Gil Vicente.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço</strong><br />
Exposição: Isso é bem anos 90!<br />
Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças)<br />
Em cartaz até 28 de fevereiro<br />
Entrada gratuita<br />
Terça a sexta: 9h às 17h<br />
Sábados e domingos: 14h às 17h</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067634294_94883fedb5_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122728" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067634294_94883fedb5_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067571353_4104a1f2f4_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122722" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067571353_4104a1f2f4_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067742820_38a1af3f57_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122721" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067742820_38a1af3f57_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743395_66646f455f_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122719" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743395_66646f455f_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743310_7b11a26bcd_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122729" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743310_7b11a26bcd_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743430_ec2c7f6be5_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122727" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743430_ec2c7f6be5_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mepe recebe evento que celebra o centenário de Abelardo da Hora</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 17:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escultor, ceramista, desenhista, gravador, poeta, professor e militante político. São tantos “Abelardos” da Hora em um único artista, que defini-lo é quase limitar seu potencial. O seminário &#8220;Corpos e Pedras: Artes, Política e Cidades&#8221;, que acontece nos dias 5 e 6 de novembro, no Museu do Estado de Pernambuco, revisita a vida, obra e legado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114270" aria-labelledby="figcaption_attachment_114270" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/abelardodahora.jpeg"><img class="size-medium wp-image-114270" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/abelardodahora-607x390.jpeg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Abelardo da Hora foi escultor, pintor, ceramista, gravador, poeta e desenhista</p></div>
<p>Escultor, ceramista, desenhista, gravador, poeta, professor e militante político. São tantos “Abelardos” da Hora em um único artista, que defini-lo é quase limitar seu potencial. O seminário &#8220;Corpos e Pedras: Artes, Política e Cidades&#8221;, que acontece nos dias 5 e 6 de novembro, no Museu do Estado de Pernambuco, revisita a vida, obra e legado do pernambucano considerado um dos mais importantes artistas plásticos<b> </b>modernos do país.</p>
<p>O evento promove análises críticas das obras, do engajamento político do artista e da sensibilidade de Abelardo ao capturar as cenas da vida cotidiana. Voltado para professores, estudantes, pesquisadores e amantes das artes de um modo geral, o seminário, que é gratuito, terá também intérprete de libras e vai contar com a participação dos representantes da família Clara da Hora, Lenora da Hora e Daniel da Hora. “Participarmos do evento como debatedores é, para mim e minha irmã, motivo de extrema alegria, pois poderemos compartilhar, com o público e com os colegas convidados, experiências e informações a partir de uma visão pessoal e diretamente ligada ao Abelardo da Hora. Estamos honrados com a iniciativa e com o evento”, revelou.</p>
<p>A programação começa dia 5 de novembro, às 13h30, com a solenidade de abertura e homenagem. Em seguida, às 14h, a mesa Corpos e pedras: o imaginário social nas obras de Abelardo da Hora traz uma reflexão sobre a força política e estética contida nos trabalhos do artista e a sua importância na construção pensamento social pernambucano, nordestino e brasileiro. No dia 6, às 9h, o tema da mesa Abelardo da Hora, a paisagem urbana e o contemporâneo nas artes: entre o sensível e o político debate a importância de Abelardo no engajamento de artistas pernambucanos e a sua influência no desenvolvimento da vida artística e política da cidade, avaliando seus desdobramentos nos dias atuais. Por fim, às 14h, acontece a mesa Abelardo e seu legado: os desafios na gestão de patrimônios e acervos artísticos vai discutir como artistas, gestores e herdeiros podem pensar nos acervos com propósitos culturais e refletir sobre outras possibilidades, seja no âmbito educativo, expositivo ou comercial.</p>
<p>Para o colecionador e diretor do REC Cultural, Diogo Cantarelli, correalizador do evento, trazer esse diálogo no ano em que o artista faria 100 anos é uma forma de celebrá-lo e revisita-lo. “Abelardo foi um multiartista, mas, para além de tudo o que ele representa no universo das artes, ele também foi professor e formador de importantes nomes do cenário cultural e artístico da cidade. Seu trabalho transformou a paisagem urbana do Recife, e, de certa forma, democratizou o acesso de sua arte disponibilizando-as nos espaços públicos”, enfatizou.</p>
<p>O evento é uma realização do Ministério da Cultura, Centro de Integração Social e Cultural José Cantarelli e do REC Cultural, em parceria com a família de Abelardo da Hora, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) e a Universidade Federal do Agreste de Pernambuco &#8211; UFAPE. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas através do preenchimento <a href=" https://encurtador.com.br/US9Yq" target="_blank">deste formulário</a>.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-04-at-12.17.19.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114267" alt="WhatsApp Image 2024-11-04 at 12.17.19" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-04-at-12.17.19-499x486.jpeg" width="499" height="486" /></a></p>
<p><b>ABELARDO DA HORA</b> &#8211; O artista nasceu no dia 31 de julho de 1924, em São Lourenço da Mata, Região Metropolitana do Recife. Inicialmente, seu desejo era ser mecânico, para depois cursar engenharia mecânica. Porém, no dia da inscrição, não havia vagas no curso desejado. Então, por obras do destino, Abelardo se inscreveu no curso de artes decorativas com seu irmão. Foi onde o talento dele foi descoberto. Criador de mais de 300 obras, Abelardo Germano da Hora é considerado uma das figuras mais importantes das artes plásticas do país. Suas esculturas, desenhos e gravuras dialogam com a cultura popular e têm um forte viés político. As mulheres também tiveram grande influência em suas obras, com a retratação das curvas de corpos femininos.</p>
<p>Abelardo foi um dos criadores da Sociedade de Arte Moderna do Recife, do Atelier Coletivo e do Movimento de Cultura Popular (MCP), além de influenciar e formar uma geração de artistas pernambucanos. Por causa de seu engajamento político, o escultor foi perseguido durante a ditadura militar, sendo preso algumas vezes.</p>
<p>No Recife, é possível ver obras de Abelardo em diversos lugares. Ele promoveu uma verdadeira transformação nos espaços públicos, incorporando suas artes nas paisagens culturais, como é o caso do Monumento aos Retirantes, localizado no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem e o Monumento ao Maracatu, nas proximidades do Forte das Cinco Pontas. Um acervo com 179 obras de Abelardo foi doado para o estado da Paraíba. O artista morreu no dia 23 de setembro de 2014, aos 90 anos.</p>
<p><b>Confira a programação completa do festival:</b></p>
<p><b>DIA &#8211; 05/11</b></p>
<p><b>Abertura </b>- 13h30 às 14h</p>
<p><b>Mesa 1</b>- Corpos e pedras: O imaginário social nas obras de Abelardo da Hora</p>
<p><b>Horário:</b> Das 14h às 17h</p>
<p>Convidados: Moacir dos Anjos, Walter Arcela e José Brito</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>DIA &#8211; 06/11</b></p>
<p><b>Mesa 2:</b> Abelardo da Hora, a paisagem urbana e o contemporâneo nas artes: entre o sensível e o político</p>
<p><b>Horário:</b> Das 9h às 12h<b></b></p>
<p><b>Convidados:</b> Daniel da Hora, Carlos Melo, Gleyce Heitor Kelly</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Mesa 3</b>: Abelardo e seu legado: O desafio da gestão de patrimônios e acervos artísticos</p>
<p><b>Convidados: </b>Clara da Hora, José Patrício, Bruno Fernandes.</p>
<p><b>Horário:</b> Das 14h às 17h</p>
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		<title>Recife Arte Urbana lança site com mapeamento de vitrais em espaços públicos</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Dec 2017 19:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mural]]></category>
		<category><![CDATA[recife arte urbana]]></category>
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		<description><![CDATA[O mapeamento dos vitrais espalhados por diversos espaços públicos da capital pernambucana estará, a partir desta quarta-feira (20), disponível em um site específico, o Recife Arte Pública: Vitrais. Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, o produto é resultado de uma pesquisa coordenada pela arquiteta Lucia Padilha e conta com a participação da arte-educadora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O mapeamento dos vitrais espalhados por diversos espaços públicos da capital pernambucana estará, a partir desta quarta-feira (20), disponível em um site específico, o <strong><a href="http://www.recifeartepublica.com.br" target="_blank">Recife Arte Pública: Vitrais</a></strong>. Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, o produto é resultado de uma pesquisa coordenada pela arquiteta Lucia Padilha e conta com a participação da arte-educadora Niedja Santos, produção de Janaisa Cardoso, design gráfico da Zoludesign e fotografias de Breno Laprovitera, Nando Chiappetta e Hassan Santos.</p>
<p>Um evento na Villa Digital (espaço multiuso da Fundação Joaquim Nabuco) está marcado para as 16h e vai marcar o lançamento do site. Na ocasião, serão distribuídos gratuitamente o mapa impresso “Recife Arte Pública” com a localização das esculturas, murais e vitrais públicos do Recife, que contou com o apoio da CEPE (Companhia Editora de Pernambuco); além de apresentação do acervo histórico-documental da Fundaj em meios digitais.</p>
<div id="attachment_56394" aria-labelledby="figcaption_attachment_56394" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Vitral-Estação-Central-do-Recife-1850_1856-Autor-Desconhecido_Hassan-Santos.jpg"><img class="size-medium wp-image-56394" alt="Hassan Santos " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Vitral-Estação-Central-do-Recife-1850_1856-Autor-Desconhecido_Hassan-Santos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vitral na atual Estação Central Capiba/Museu do Trem data de 1850 e tem autor desconhecido</p></div>
<p><strong>SOBRE O PROJETO </strong><br />
A cidade do Recife possui uma admirável coleção de obras de arte espalhadas por seus espaços públicos. É um acervo extraordinário que transforma a cidade em uma exposição permanente de grandes artistas do Brasil e do mundo. São monumentos, esculturas, murais e vitrais que datam do século XVII até os dias atuais. Com a intenção de tornar visível esse valioso patrimônio artístico, histórico e cultural da capital pernambucana, o projeto Recife Arte Pública realizou o mapeamento das esculturas, murais e vitrais espalhados pelas ruas, museus, bibliotecas e prédios públicos da cidade. A pesquisa apresenta mais de 100 pontos de localização para conhecer esses patrimônios construídos em espaços públicos do Recife.</p>
<p>“A ausência de um inventário sobre esse patrimônio material contribui para o esquecimento e desvalorização desse tesouro cultural pernambucano. A arte pública, ao ser criada para a cidade, testemunha o crescimento urbano, e deve ser vista sob esse caráter documental, um verdadeiro acervo público disponível a toda sociedade”, explica Lúcia.</p>
<div id="attachment_56395" aria-labelledby="figcaption_attachment_56395" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/vitral-mercad-Boa-Vista-1871-autor-Louis-Léger-Vauthier.jpg"><img class="size-medium wp-image-56395" alt="Hassan Santos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/vitral-mercad-Boa-Vista-1871-autor-Louis-Léger-Vauthier-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vitral no Mercado da Boa Vista (1871) &#8211; autor Louis Léger Vauthier</p></div>
<p>Em 2015, foi disponibilizado ao público o mapeamento das esculturas e murais públicos através do site e de um livreto impresso. Em 2017, o mapeamento dos vitrais também estará disponível no mesmo site. Além disso, um mapa impresso com o resultado dos três mapeamentos – esculturas, murais e vitrais – foi elaborado para ser distribuído gratuitamente com o intuito de revelar esse valioso acervo de arte pública da cidade do Recife e convidar as pessoas para conhecer de perto esta exposição a céu aberto.</p>
<p><strong>Escultura</strong> &#8211; Foram mapeados mais de 100 pontos de localização que revelam cerca de 300 esculturas públicas em 32 bairros do Recife. São monumentos, esculturas, estátuas e bustos que tornam a cidade mais bela e conta a sua história através da arte. Entre as obras mapeadas estão esculturas francesas do século XVIII como as instaladas na Praça da República e Ponte Maurício de Nassau. Encontram-se obras de Francisco Brennand, Abelardo da Hora, Corbiniano Lins, entre outros grandes nomes que se fazem presentes nessa exposição a céu aberto. Mais contemporâneas instaladas às margens do Rio Capibaribe ou em praças públicas, esculturas e monumentos nascem com a vocação de fazer lembrar ou celebrar, como o Monumento Tortura Nunca Mais e as esculturas dos escritores do Recife que compõem o “Circuito da Poesia”. Contemporâneo também é o Parque de Esculturas de Francisco Brennand, com 90 esculturas do artista e a Torre de Cristal com 32 metros de altura. Muitas dessas obras reforçam a memória da nossa sociedade e constroem a cultura pernambucana.</p>
<p><strong>Mural</strong> &#8211; Já entre os principais nomes da arte em mural, estão grandes artistas plásticos pernambucanos como Francisco Brennand, Lula Cardoso Ayres, Abelardo da Hora, Cícero Dias, Corbiniano Lins, entre outros. Boa parte também produzidos entre as décadas de 40 e 60 e estão disponíveis para apreciação. O primeiro mural abstrato da América do Sul encontra-se na capital pernambucana, de autoria de Cícero Dias, e está exposto na Secretaria da Fazenda do Estado. Muitos prédios recifenses abrigam nas suas fachadas a arte mural de Francisco Brennand, como o mural de duzentos metros de altura, de 1967, que ocupa metade da lateral de um edifício situado na Rua do Sol. Lula Cardoso Ayres assina mais de dez murais espalhados pela cidade, como o do hall do Cinema São Luis. Corbiniano Lins e Abelardo da Hora também contribuem com esse acervo de painéis e murais artísticos pelo Recife.</p>
<p><strong>Vitral</strong> &#8211; Sempre inseridos de maneira coerente e harmoniosa nos espaços construídos, em Recife é possível encontrar vitrais da década de 1930 até o final do Século XX, presentes em exemplares da arquitetura eclética à moderna. Muitos desses vitrais encontram-se em edifícios públicos e estão disponíveis para apreciação, como os vitrais do Palácio da Justiça, de Heinrich Moser, o vitral do Cinema São Luiz, de Aurora Lima e o altar da Igreja Nossa Senhora de Fátima de Boa Viagem, que possui uma obra de Marianne Peretti, artista francesa, radicada em Olinda, e uma das maiores vitralistas do Brasil.</p>
<p>Com isso, o projeto Recife Arte Pública pretende oferecer a um grande número de pessoas o acesso a essa preciosa coleção de arte pública, um acervo de memórias da cultura pernambucana disponível a toda sociedade. Você poderá criar percursos para conhecer as obras de arte públicas da cidade, escolhendo bairros, autores, temas ou o que a sua imaginação achar mais interessante. Conhecer a arte pública do Recife pode propiciar experiências artísticas e novas descobertas culturais, dar novos sentidos para os espaços urbanos coletivos e motivar discussões acerca da cidade e seus lugares.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p><strong>Quarta-feira, 20 de dezembro de 2017, das 16h às 18h</strong></p>
<p>• Lançamento do site “Recife Arte Pública: Vitrais” -<strong> <a href="http://www.recifeartepublica.com.br " target="_blank">www.recifeartepublica.com.br </a></strong>;<br />
• Distribuição gratuita do mapa impresso “Recife Arte Pública” com a localização das esculturas, murais e vitrais públicos do Recife;<br />
• Apresentação do acervo histórico-documental da Fundaj em meios digitais na Villa Digital, espaço multiusuário criado para promover a pesquisa, a preservação e a difusão do acervo e da produção científica e cultural da Fundação Joaquim Nabuco.</p>
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		<title>Projeto mapeia esculturas e murais em espaços públicos do Recife</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2016 19:36:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enchendo os olhos de moradores e visitantes, um rico acervo de murais artísticos e esculturas estão espalhados pela capital pernambucana. São monumentos, esculturas, estátuas, bustos, murais, painéis em cerâmica, pinturas e azulejos datados do século XVII até os dias atuais. Com a intenção de tornar este valoroso patrimônio artístico, histórico e cultural ainda mais conhecido, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Enchendo os olhos de moradores e visitantes, um rico acervo de murais artísticos e esculturas estão espalhados pela capital pernambucana. São monumentos, esculturas, estátuas, bustos, murais, painéis em cerâmica, pinturas e azulejos datados do século XVII até os dias atuais. Com a intenção de tornar este valoroso patrimônio artístico, histórico e cultural ainda mais conhecido, o projeto <strong>Recife Arte Pública</strong> mapeou estas obras e, com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, apresenta nesta quinta-feira, 25/2, o resultado do trabalho.</p>
<div id="attachment_34014" aria-labelledby="figcaption_attachment_34014" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/grifo-em-bronze-MEPE_hassan-santos.jpg"><img class="size-medium wp-image-34014" alt="Hassan Santos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/grifo-em-bronze-MEPE_hassan-santos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Grifo em bronze (Fundição Val d&#8217;Osne), que está no Museu do Estado, é uma das obras mapeadas</p></div>
<p>Dois mapeamentos distintos foram realizados: escultura e mural. O livreto <em>“Recife Arte Pública: Escultura</em>” apresenta mais de 100 pontos de localização. Durante a pesquisa, a equipe visitou trinta e dois bairros da Região Metropolitana do Recife (RMR) e traz como resultado o mapeamento de mais de duzentas esculturas públicas. <em>“A arte pública testemunha o crescimento urbano, e deve ser vista sob esse caráter documental, um verdadeiro acervo público disponível a toda sociedade”</em>, explica a coordenadora de pesquisa, Lúcia Padilha.</p>
<p>Mais de 70 murais em espaços públicos e espaços privados com acesso ao público na cidade também foram mapeados. Vinte bairros da RMR foram visitados para compor o site<em> “Recife Arte Pública: Murais”</em>, que traz em seu conteúdo informações sobre a obra de arte, o artista, sua localização e dados para acessar o mural mapeado.</p>
<p>Nas ruas, em parques, praças e prédios, a arte pública do Recife conta a sua história através da arte, que inclui obras de grandes artistas como Cícero Dias, Abelardo da Hora, Francisco Brennand, Lula Cardoso Ayres e Corbiniano Lins.</p>
<div id="attachment_34015" aria-labelledby="figcaption_attachment_34015" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Breno Laprovitera</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/painel-frei-caneca_casa-da-cultura_cicero-dias_foto-breno-laprovitera.jpg"><img class="size-medium wp-image-34015" alt="Breno Laprovitera" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/painel-frei-caneca_casa-da-cultura_cicero-dias_foto-breno-laprovitera-607x393.jpg" width="607" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">Painel de Cícero Dias sobre Frei Caneca pode ser apreciado na Casa da Cultura</p></div>
<p>O projeto é idealizado pela arquiteta e arte-educadora Lucia Padilha Cardoso. A equipe de pesquisa conta com os educadores Niedja Santos e Hassan Santos, com produção de Janaisa Cardoso e design gráfico da Zoludesign.</p>
<p>O registro das obras em mural é de autoria do fotógrafo Breno Laprovitera e compõem o site “Recife Arte Pública: murais”. As fotos das esculturas foram realizadas por Nando Chiappetta e integram o livreto “Recife Arte Pública: Escultura”, que será distribuído, gratuitamente, em pontos culturais da cidade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço<br />
</strong></span><strong>Quinta-feira, 25 de fevereiro, a partir das 17h<br />
</strong>- Lançamento do projeto “Recife Arte Pública” com distribuição do livreto e divulgação do site <strong><a href="http://www.recifeartepublica.com.br" target="_blank">www.recifeartepublica.com.br<br />
</a></strong>- Abertura da exposição de fotografias de arte pública da cidade do Recife<br />
No Museu Murillo La Greca (<em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">Rua Leonardo Bezerra Cavalcante, 366 &#8211; Parnamirim/Recife)</em></em></em></em></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><span style="text-decoration: underline;"><strong>SAIBA MAIS<br />
</strong></span><em>*Com informações da assessoria do projeto</em></em></em></em></em></em></em></p>
<p><strong>Esculturas</strong></p>
<p>O livreto “Recife Arte Pública: Escultura” apresenta mais de 100 pontos de localização para conhecer esses patrimônios construídos em espaços públicos do Recife. Na sua maioria, são locais com livre acesso, alguns possuem horários de visitação, enquanto que outros espaços são privados, porém com acesso ao público. Todas as informações necessárias para visitação das obras estão contempladas na publicação.</p>
<p>Durante a pesquisa, a equipe visitou 32 (trinta e dois) bairros da Região Metropolitana do Recife e traz como resultado o mapeamento de mais de 200 esculturas públicas nas quatro zonas principais da cidade: <i>Leste (Centro), Norte, Oeste e Sul</i>.</p>
<p>Entre as obras da pesquisa estão esculturas francesas do século XVIII como as instaladas no Museu do Estado, Praça da República e Ponte Maurício de Nassau. São esculturas de ferro produzidas pelos mesmos autores das peças encontradas no acervo de museus franceses como o d’Orsay, em Paris. Outras esculturas dessa mesma época podem ser vistas, feitas em mármore ou bronze, muitas delas associadas à arquitetura de prédios ou compondo o contexto urbano da cidade.</p>
<p>Dos artistas pernambucanos, Abelardo da Hora e Francisco Brennand são autores de grande parte do acervo da arte pública do Recife. Realizadas no modernismo, são esculturas e monumentos produzidos, em sua maior parte, entre as décadas de 40 e 60, utilizando técnicas e materiais diversos, como cerâmica, pedra, bronze, entre outros. Além deles, outros grandes nomes se fazem presente nessa exposição a céu aberto, como Corbiniano Lins e José Cláudio. Muitas dessas obras reforçam a memória da nossa sociedade e constroem a cultura pernambucana.</p>
<p>Mais contemporâneas, instaladas às margens do Rio Capibaribe ou em praças públicas, esculturas e monumentos nascem com a vocação de fazer lembrar, evocar, celebrar, como o “Monumento Tortura Nunca Mais” e a escultura “Carne da Minha Perna”, um caranguejo confeccionado com sucata de ferro que homenageia o músico Chico Science e o geógrafo pernambucano Josué de Castro.</p>
<p>Da mesma maneira, as esculturas dos escritores do Recife que compõem o “Circuito da Poesia” prestam homenagem aos poetas que nasceram ou viveram no Recife, como Capiba, Manuel Bandeira, João Cabral de Melo Neto, Carlos Pena Filho e Clarice Lispector. Contemporâneo também é o “Parque de Esculturas de Francisco Brennand”, com 90 esculturas do artista e os 40 metros quadrados no piso do Marco Zero, considerado o ponto de partida da cidade, que traz a obra “Rosa dos Ventos”, de Cícero Dias, e representa a origem do mundo e do Recife.</p>
<p>“A ausência de um inventário sobre esse patrimônio material contribui para o esquecimento e desvalorização desse tesouro cultural pernambucano. A arte pública, ao ser criada para a cidade, testemunha o crescimento urbano, e deve ser vista sob esse caráter documental, um verdadeiro acervo público disponível a toda sociedade”, explica Lúcia.</p>
<p><strong>Murais</strong></p>
<p>O projeto mapeou mais de 70 (setenta) murais em espaços públicos e espaços privados com acesso ao público na cidade do Recife. Durante a pesquisa, a equipe visitou 20 (vinte) bairros da Região Metropolitana do Recife, com a intenção de compor o site “Recife Arte Pública: Murais”, com acesso pelo endereço <a href="http://www.recifeartepublica.com.br/">www.recifeartepublica.com.br</a>. O site traz em seu conteúdo informações sobre a obra de arte, o artista, sua localização e dados para acessar o mural mapeado.</p>
<p>Entre os principais nomes da arte em mural do Recife estão grandes artistas plásticos pernambucanos como Francisco Brennand, Lula Cardoso Ayres, Abelardo da Hora, Cícero Dias, Delfim Amorim, Petrônio Cunha, Maurício Silva, José Paulo, entre outros. Boa parte produzidos entre as décadas de 40 e 90 e disponíveis para apreciação.</p>
<p>O primeiro mural abstrato da América do Sul encontra-se na capital pernambucana, de autoria de Cícero Dias, e está exposto na Secretaria da Fazenda do Estado. Muitos prédios recifenses abrigam nas suas fachadas a arte mural de Francisco Brennand, como o mural de duzentos metros de altura, de 1967, que ocupa metade da lateral de um edifício situado na Rua do Sol. Da mesma forma, os painéis em azulejos de Delfim Amorim compõem fachadas de edifícios que são referência na cidade, como o Edifício Acaiaca em Boa Viagem e o prédio do IMIP no bairro dos Coelhos.</p>
<p>Lula Cardoso Ayres assina muitos murais espalhados pela cidade, como o do hall do Cinema São Luiz. Corbiniano Lins e Abelardo da Hora também contribuem com esse acervo de painéis e murais artísticos pelo Recife, especialmente com temáticas mais políticas como o mural “Joaquim Nabuco e a Abolição da Escravatura”, na Rua do Sol e os cinco painéis em azulejo intitulado “Revoluções Pernambucanas” em Santo Amaro. Os artistas mais contemporâneos também participam com obras espalhadas pela cidade como os painéis de Christina Machado, Rinaldo e Maurício Silva no Bar Central.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong> </strong></span></p>
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		<title>Espaço do Artesanato promove cultura, renda e sustentabilidade no FIG 2015</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2015 18:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Espaço do Artesanato do FIG 2015, no Parque Euclides Dourado, tem como principal objetivo reunir artesãos de diversas técnicas e de várias regiões de Pernambuco, em um só espaço, para comercializarem seus produtos. Nele, o público pode conhecer e adquirir peças da nossa arte popular. O espaço fomenta o intercâmbio de experiências, de opiniões [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Espaço do Artesanato do FIG 2015, no Parque Euclides Dourado, tem como principal objetivo reunir artesãos de diversas técnicas e de várias regiões de Pernambuco, em um só espaço, para comercializarem seus produtos. Nele, o público pode conhecer e adquirir peças da nossa arte popular. O espaço fomenta o intercâmbio de experiências, de opiniões e ideias sobre políticas públicas para o artesanato, além de promover a sustentabilidade.</p>
<div id="attachment_27769" aria-labelledby="figcaption_attachment_27769" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19857183241_15739c7836_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27769" alt="Normando Siqueira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19857183241_15739c7836_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espaço conta com produtos de artesãos de todos os cantos do estado</p></div>
<p><em>“Isso aqui é uma janela de grande dimensão que abre possibilidades infinitas. A gente não quer guardar nossas técnicas só pra gente, quer compartilhar com mais e mais artesãos. Nosso trabalho com quenga de coco é também promoção da sustentabilidade. Estima-se que 70% do lixo do litoral brasileiro são formados por cocos. Nossa arte mostra que isso não é lixo. É fonte de renda e cultura”</em>, explica Viviane Locatelli, artesã de Porto de Galinhas.</p>
<p>O Espaço do Artesanato traz como novidade a presença de dois mestres da escultura em madeira: mestre Nido, da Mata Sul, que pela primeira vez vem ao Festival de Inverno de Garanhuns, e mestre Luiz Benicio, do Vale do Catimbau, Buíque.</p>
<div id="attachment_27803" aria-labelledby="figcaption_attachment_27803" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19896886225_bf047953e1_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27803" alt="Normando Siqueira/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19896886225_bf047953e1_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tradicional polo de comercialização do artesanato pernambucano durante o FIG</p></div>
<p><em>“Esse espaço representa uma grande oportunidade de negócios porque expomos nosso trabalho praticamente para o mundo todo. E nos enriquecemos com a troca de informações, um artesão vê o que o outro cria e faz intercâmbio de conhecimentos”</em>, diz o mestre Luiz Benicio.</p>
<p>Breno Nascimento, assessor de artesanato da Secretaria de Cultura de Pernambuco, comenta a importância do polo: <em>“É uma ação multicultural porque temos instrumentos musicais que atraem músicos para, por exemplo, comprar uma rabeca. Daí já improvisam um show com outros artistas que estão vendo ou comprando instrumentos de percussão. O Mamulengo, que foi reconhecido como Patrimônio Imaterial Brasileiro, atrai brincantes que chegam aqui e fazem apresentações espontâneas. É bom para os artesãos, que tem mais consumidores; bom para outros artistas que dão mais visibilidade a sua arte; e bom para o público que tem em um só espaço várias expressões da nossa cultura. E como vem pessoas de quase todo o Brasil e até do exterior, o Espaço Do Artesanato é um caminho do artesão para o mundo.”</em></p>
<p><em>“Desde o primeiro FIG que mostro minha arte aqui. Foi importante pra ampliar meu trabalho e fortalecer nossa associação de mamulengueiros. Já vendo pra gente de São Paulo e tenho encomendas até pra os Estados Unidos. O FIG faz o artesão se encontrar com um mundo de pessoas”</em>, José Edivan, o Bila, mestre mamulengueiro de Glória do Goitá, Pernambuco.</p>
<p>A diversidade é a marca do Espaço do Artesanato. Tem mamulengo, peças em couro e madeira, esculturas em miniaturas e até instrumentos musicais.</p>
<p><em>“Dou suporte aos músicos, que encontram instrumentos da nossa cultura que não são vendidos em loja. Os artistas chegam aqui, grupos de cavalo marinho, rabequeiros e tantos outros, e também tocam, aqui sempre tem show”</em>, diz Abílio Sobral, artesão de instrumentos musicais, do Recife.</p>
<p><strong>Armazém do SEBRAE</strong></p>
<p>Milhares de pessoas que visitam o Parque Euclides Dourado durante o FIG, também podem encontrar expressões da cultura popular no Armazém SEBRAE de Artesanato. São 27 estandes com maior presença de expositores do Agreste Meridional. Para muitos artesãos e artesãs o Armazém virou ponto tradicional durante o Festival de Inverno.</p>
<p><em>“Há sete participo do Armazém SEBRAE. E foi tudo de bom pra mim e pra minha arte, com vendas, palestras e cursos. Acredito que é bom pra todo mundo que tá aqui, artesão e público</em>”, comemora Adriana Veiga, artesã de Garanhuns.</p>
<p><em>“Esse lugar traz a diversidade da cultura de Garanhuns e das cidades circunvizinhas. Pra minha família é muito bom, a gente vê e pode comprar muita coisa bonita e mostrar nossa cultura para os filhos&#8221;</em>, comenta a visitante Eliane Moraes, de Garanhuns.</p>
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		<title>Vídeo Território das Mãos &#8211; Maria Amélia</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2015 14:33:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Assista ao vídeo com depoimentos da artista popular Maria Amélia, que tem o título de “Patrimônio Vivo de Pernambuco”, e do seu filho Ricardo. O vídeo foi produzido pelo projeto Território das Mãos,  que teve concepção e coordenação geral de Lúcia Padilha Cardoso e contou com incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. Acesse o canal do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Assista ao vídeo com depoimentos da artista popular Maria Amélia, que tem o título de “Patrimônio Vivo de Pernambuco”, e do seu filho Ricardo. O vídeo foi produzido pelo projeto <strong><a href="https://territoriodasmaos.wordpress.com/" target="_blank">Território das Mãos</a></strong>,  que teve concepção e coordenação geral de<strong> </strong>Lúcia Padilha Cardoso e contou com incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. Acesse o canal do projeto no <strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UCw3L8WPtR6tVPy3NHiy2Ceg" target="_blank">YouTube</a></strong>.</p>
<p><em><strong>Saiba mais sobre o artesanato de Tracunhaém:</strong></em><br />
Em Tracunhaém, além da tradição de antigos mestres da escultura em barro, a imensa quantidade de artistas e a diversidade de temas transformam a cidade em um dos maiores polos de arte popular do Estado. Lá é possível encontrar artistas que receberam o título de “Patrimônio Vivo de Pernambuco” como Maria Amélia e Mestre Zezinho. Muitas famílias dão continuidade aos trabalhos dos mestres antepassados, como Luiz Gonzaga, filho de Severina Batista, e Tamanquinho, genro de Antônia Leão. Outros artistas se destacam com suas obras de temas diferenciados, como Betinho, Joaquim e Noêmia.</p>
<p><em id="__mceDel"> <strong>Fonte: <a href="https://territoriodasmaos.wordpress.com/about/" target="_blank">Território das Mãos</a></strong></em></p>
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		<title>Livro “Nova Fase da Lua &#8211; Escultores Populares de Pernambuco”</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2015 17:30:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Título: “Nova Fase da Lua &#8211; Escultores Populares de Pernambuco” Tipo de produto: Livro Classificação: Artesanato Nome do proponente: Caleidoscópio Criação e Desenhos LTDA ME Autores: Flávia Martins, Rogerio Luz e Pedro Belchior Descrição: Livro sobre os escultores populares pernambucanos e sua arte. Os artistas falam sobre suas histórias de vida e seus trabalhos. O objetivo é retratar essa realidade [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22328" aria-labelledby="figcaption_attachment_22328" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Autores-e-fotografo-Nova-Fase-da-Lua.png"><img class="size-medium wp-image-22328" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Autores-e-fotografo-Nova-Fase-da-Lua-607x405.png" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Pesquisadores visitaram artistas em 13 municípios de Pernambuco em 2012.</p></div>
<p><strong>Título:</strong> “Nova Fase da Lua &#8211; Escultores Populares de Pernambuco”<br />
<strong>Tipo de produto: </strong>Livro<strong><br />
Classificação: </strong>Artesanato<strong><br />
Nome do proponente: </strong>Caleidoscópio Criação e Desenhos LTDA ME<strong><br />
Autores: </strong>Flávia Martins, Rogerio Luz e Pedro Belchior<strong><br />
Descrição: </strong>Livro sobre os escultores populares pernambucanos e sua arte. Os artistas falam sobre suas histórias de vida e seus trabalhos. O objetivo é retratar essa realidade – estilo de vida, processo artístico e visões de mundo &#8211; levando em consideração o contexto social e histórico em transformação. Importa aqui sinalizar as mutações por que passa a arte popular em Pernambuco e no Brasil, seus saltos e conflitos, a partir da palavra e das imagens de seus principais construtores, os artistas populares, na diversidade de concepções e posicionamentos que eles elaboram diante do destino de seu ofício e de suas perspectivas de vida. Quatro capítulos – que representam as grandes regiões de Pernambuco: Metrópole, Mata, Agreste e Sertão – procuram caracterizar a produção artística em suas semelhanças e diferenças, a partir da palavra dos escultores, da observação direta da pesquisa e do diálogo dos autores com outras referências institucionais e bibliográficas.<br />
<strong>Ano de lançamento: </strong>2014<br />
<strong>Edição: </strong>2<sup>a</sup> edição<br />
<strong>Editora: </strong>Caleidoscópio<br />
<strong>Preço (R$): </strong>110,00<br />
<strong>Locais de venda: </strong>Centro de Artesanato de Pernambuco (Av. Alfredo Lisboa, s/n, Marco Zero, Bairro do Recife), Livraria Cultura (Paço Alfândega, Rua Madre de Deus, s/n, Bairro do Recife) e Livraria da Travessa (Shopping Leblon - Av. Afrânio de Melo Franco, 280, Leblon, Rio de Janeiro/RJ).<br />
<strong>Link para conteúdo disponível online: <a href="http://www.oreinadodalua.com.br/comprar" target="_blank">http://www.oreinadodalua.com.br/comprar<br />
</a></strong><strong>Tiragem:</strong> 1.000 exemplares<br />
<strong>Distribuição gratuita:</strong> 320 exemplares distribuídos para Secretarias de Educação dos 185 municípios de Pernambuco e escultores populares.<br />
<strong>Link para livro: <a href="http://www.oreinadodalua.com.br/livros/nova-fase-da-lua/#livro" target="_blank">http://www.oreinadodalua.com.br/livros/nova-fase-da-lua/#livro<br />
</a></strong><strong>Site: <a href="http://www.oreinadodalua.com.br" target="_blank">http://www.oreinadodalua.com.br</a><br />
</strong><strong>Email: </strong><a href="mailto:flaviamalbuquerque@yahoo.com.br">flaviamalbuquerque@yahoo.com.br</a>; <a href="mailto:contato@oreinadodalua.com.br">contato@oreinadodalua.com.br<br />
</a><strong>Telefone: </strong>(21) 3798-9401 / 98112-8501</p>
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		<title>Território das Mãos cria mapa da escultura popular contemporânea</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/territorio-das-maos-cria-mapa-da-escultura-popular-contemporanea/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2014 18:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[patrimônio]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitos artistas que trabalham com escultura popular em Pernambuco são desconhecidos do grande público. No intuito de dar visibilidade ao trabalho desses artistas nasceu o projeto cultural &#8220;Território das Mãos&#8221;, realizado com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), mantido pelo Governo de Pernambuco. O projeto teve como principal finalidade criar um mapeamento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12559" aria-labelledby="figcaption_attachment_12559" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Adriana-miniaturas-Caruaru-IMG_0325.jpg"><img class="size-medium wp-image-12559 " alt=" Leo Santos Gonzaga" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Adriana-miniaturas-Caruaru-IMG_0325-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisa registrou as esculturas em miniatura da artista Adriana, de Caruaru.</p></div>
<p>Muitos artistas que trabalham com escultura popular em Pernambuco são desconhecidos do grande público. No intuito de dar visibilidade ao trabalho desses artistas nasceu o projeto cultural &#8220;Território das Mãos&#8221;, realizado com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), mantido pelo Governo de Pernambuco. O projeto teve como principal finalidade criar um mapeamento da escultura popular contemporânea do Estado, a partir de entrevistas com os escultores, revisão bibliográfica e registros em vídeo e fotografia. O resultado é um mapa com a localização dos artistas em Pernambuco, impresso em formato de folder, distribuído gratuitamente em centros de artesanato, escolas e pontos de cultura.</p>
<p>O projeto  pretende retraçar fronteiras ao construir o mapeamento dos novos conceitos presentes na atual escultura popular pernambucana, valorizando heranças culturais, fortalecendo o patrimônio do Estado e contribuindo para a inclusão sócio-cultural. Uma série de fotografias e textos sobre o processo da pesquisa podem ser conferidos através do blog <strong><a href="http://territoriodasmaos.wordpress.com" target="_blank">territoriodasmaos.wordpress.com</a></strong>. Já os vídeos com as entrevistas podem ser acessados através do canal do Youtube <a href="https://www.youtube.com/user/territoriodasmaos" target="_blank"><strong>www.youtube.com/user/territoriodasmaos</strong></a>.</p>
<div id="attachment_12592" aria-labelledby="figcaption_attachment_12592" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Luiz-Gonzaga.jpg"><img class=" wp-image-12592       " alt=" Leo Santos Gonzaga" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Luiz-Gonzaga-324x486.jpg" width="134" height="202" /></a><p class="wp-caption-text">Luiz Gonzaga é herdeiro de Severina Batista na arte de moldar em Tracunhaém.</p></div>
<p>O projeto &#8220;Território das Mãos&#8221; percorreu, ao longo de dez meses, as quatro macrorregiões do Estado de Pernambuco: Região Metropolitana (Recife, Olinda, Jaboatão e Igarassu); Zona da Mata (Goiana e Tracunhaém); Agreste (Caruaru, Belo Jardim, Garanhuns, Jupi e Buíque) e Sertão (Petrolina). Nesses 12 municípios, foram entrevistados escultores como Mestre Nuca, Maria Amélia, José Bezerra, Severino Vitalino, Manuel Eudócio, Joel Galdino, Mestre Nado e Maria de Ana das Carrancas.</p>
<p>Em Caruaru, famílias como a do Mestre Vitalino trabalham o barro como uma tradição familiar, de geração a geração. As crianças da família aprendem a esculpir logo cedo e o ofício permanece como uma herança daquele clã. Mas, nem sempre há um mestre para ensinar a atividade e alguns dos artistas entrevistados iniciaram seus trabalhos de forma inusitada. É o caso, por exemplo, de José Bezerra que, através de um sonho recebeu a mensagem de que seria artista. Acreditando na mensagem onírica, adentrou na caatinga e passou a “retirar” da madeira animais e objetos como tatus, cobras e cabeças.</p>
<p>“A escultura popular é um universo rico em experiências estéticas e conhecimentos culturais. Lançar um olhar sensível para este mundo nos leva a perceber significados e visualidades. A pesquisa nasceu da vontade de conhecer os artistas que transformam com suas mãos materiais disponíveis em suas regiões e comunicam através da sua arte. O mapeamento realizado identificou diferentes materiais para cada região: na Zona da Mata, o barro predomina; no Agreste, madeira e barro dividem espaço na produção artística; no Sertão, a madeira é a matéria principal; na Região Metropolitana, temos uma diversidade de materiais como coqueiro, galhos e reciclados”, explica a coordenadora da pesquisa Lúcia Padilha Cardoso.</p>
<p>Segundo a pesquisadora, a escultura popular é uma arte que se renova, que não está estagnada aos modelos tradicionais dos antepassados. A escultura continua a ser feita abordando temas atuais, como a relação do homem com o trabalho e questões de gênero. “Observar esses temas revelam outras percepções através da arte popular. A pesquisa procurou incluir o maior número possível de escultores para entender essa cartografia da escultura popular do Estado. O projeto pretende não somente mostrar os caminhos para conhecer esses territórios, mas também divulgar o trabalho dos artistas e convidar o público para vivenciar novas experiências perceptivas e cognitivas a partir da atual escultura popular em Pernambuco. O mapeamento realizado também será conteúdo para futuros projetos educativos que serão desenvolvidos pela equipe do projeto”, esclarece Lúcia.</p>
<p><strong>Blog: <a href="http://territoriodasmaos.wordpress.com" target="_blank">territoriodasmaos.wordpress.com</a></strong><br />
<strong>Youtube: <a href="http://www.youtube.com/user/territoriodasmaos" target="_blank">www.youtube.com/user/territoriodasmaos</a></strong></p>
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