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	<title>Portal Cultura PE &#187; Ésio Rafael</title>
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		<title>Cancão é homenageado em aula espetáculo</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 16:04:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rogaciano Leite, poeta popular do Pajeú, não falava sobre Cancão. Dizia que não era capaz. O poeta com nome de pássaro era inefável demais até mesmo para um outro poeta do sertão, cheio de pontos de encontro com ele, como era o caso de Rogaciano. É o que conta o poeta e estudioso da obra [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4531" aria-labelledby="figcaption_attachment_4531" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/mesa-cancão.jpg"><img class="size-medium wp-image-4531" alt="Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/mesa-cancão-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ésio Rafael, Edison Roberto, Marcos Passos e Eduardo Abranttes</p></div>
<p>Rogaciano Leite, poeta popular do Pajeú, não falava sobre Cancão. Dizia que não era capaz. O poeta com nome de pássaro era inefável demais até mesmo para um outro poeta do sertão, cheio de pontos de encontro com ele, como era o caso de Rogaciano. É o que conta o poeta e estudioso da obra de Cancão, Ésio Rafael (Confira <a href="http://200.238.112.169/canal/literatura/um-seculo-do-passaro-poeta/" target="_blank">aqui</a> entrevista com o pesquisador). Na aula espetáculo de ontem (16/05), “<strong>Serra do Teixeira e o nascimento do pássaro poeta</strong> , em homenagem ao centenário de Cancão, além de Ésio, Edison Roberto, o poeta Marcos Passos e o músico Eduardo Abranttes deixaram clara a dificuldade de enquadrar, definir, falar sobre o poeta.</p>
<p>Os equívocos na interpretação da sua obra por parte da crítica também foram mencionados. Edison Roberto avalia que Cancão é um poeta de conceito e imagem, e não um poeta descritivo, como já disseram alguns críticos. “Ele subverteu toda uma ordem vigente no Pajeú, na poesia sertaneja, na poesia popular, que foi o fato dele ter abandonado a viola”, explica o professor sobre a transição de Cancão da poesia oral para a poesia escrita, algo pouco usual na época.</p>
<p>A força das imagens e a forte musicalidade dos poemas  de Cancão foram exaltadas, assim como sua genialidade e sensibilidade. As questões perenes que tentam definir se Cancão foi um poeta erudito ou matuto também foram debatidas.</p>
<p>Marcos Passos declamou alguns poemas,  e o Músico Eduardo Abranttes apresentou à platéia uma versão musicada de um escrito do pássaro poeta.</p>
<p>Confira Marcos Passos recitando o poema Dia de Chuva, acompanhado por Eduardo Abranttes no violão:</p>
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