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	<title>Portal Cultura PE &#187; Espaço Cícero Dias</title>
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		<title>Exposição sobre Tereza Costa Rêgo ocupa o Mepe, numa iniciativa conjunta entre Fundarpe e Cepe</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2022 13:57:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90540" aria-labelledby="figcaption_attachment_90540" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Souto Maior/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51831238995_b52d174683_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-90540" alt="Danilo Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51831238995_b52d174683_c-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Ao todo, 47 obras, feitas em várias fases da trajetória da pernambucana fazem parte da exposição</p></div>
<p>Quem visitar o Museu do Estado de Pernambuco, localizado na Zona Norte do Recife, vai poder testemunhar o Espaço Cultural Cícero Dias repleto da forma como Tereza Costa Rêgo (1929-2020) pintava o mundo. A mostra comemorativa ocupa todo o ambiente, do hall às três galerias do 1º andar, num total de 607 metros quadrados. A exposição, promovida pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), inaugura nesta quinta-feira (20) e vai até o dia 27 de março. São 47 obras, feitas em várias fases da trajetória da pernambucana. Algumas delas da década de 40, quando a artista assinava “Terezinha”, outras mais recentes, mas que nunca haviam sido expostas.</p>
<p>“Para a Fundarpe, é uma alegria muito grande poder organizar essa iniciativa que, além de fazer essa deferência a um nome tão importante para a arte e cultura do nosso povo, deseja também dar as condições para que o Brasil conheça melhor Tereza Costa Rêgo”, comenta Marcelo Canuto, presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_90539" aria-labelledby="figcaption_attachment_90539" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Souto Maior/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51830518856_9cbc158f22_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-90539" alt="Danilo Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51830518856_9cbc158f22_c-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra ocupa todos os andares do Espaço Cultural Cícero Dias</p></div>
<p>A exposição faz parte de uma iniciativa para “nacionalizar” o nome e o legado de Tereza Costa Rêgo. Neste sentido, para possibilitar a montagem do catálogo das obras que serão expostas, foi preciso um trabalho de pesquisa para localizar todos os quadros e desenhos nessa iniciativa reunidos, conta a jornalista e escritora Joana Rozowykwiat. É ela quem assina o projeto editorial do livro A liberdade em vermelho, que também será lançado hoje no Museu do Estado. “Essa exposição é uma forma de ampliar o alcance da produção de Tereza, levando toda a beleza, potência e reflexões que ela provoca a outros públicos e lugares”, explica Joana.</p>
<p>Editado pela Companhia Editora de Pernambuco, o livro conta com fotografias de criações de Tereza e textos inéditos assinados por artistas, curadores e escritores como Raimundo Carrero, João Câmara, Clarissa Diniz, Marcus Lontra, Bruno Albertim, Denise Mattar, Cida Pedrosa e Ana Mae Barbosa. Além de depoimentos de amigos e da própria Tereza.</p>
<p><a style="background-color: #f3f3f3; text-align: center;" href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51829562297_f42266f679_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-90542" alt="Danilo Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51829562297_f42266f679_c-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<dl class="wp-caption alignnone" id="attachment_90542" style="width: 617px;">
<dd class="wp-caption-dd">Exposição inaugura nesta quinta-feira (20) e vai até o dia 27 de março</dd>
</dl>
<p>Filha da aristocracia açucareira já decadente, Tereza nasceu “para enfeitar o piano da sala”, como ela mesma dizia. “Não hesitou, contudo, em quebrar o piano”, escreve Bruno Albertim, escritor e biógrafo de Tereza. Ele é co-curador da exposição, em parceria como curador Marcus Lontra. “A mostra é fundada em três pilares: o feminino como regência, a história como base e o vermelho como caminho”, resume Lontra.</p>
<p>Aos 15 anos, Tereza entrou na Escola de Belas Artes do Recife. Foi lá que conheceu e ficou amiga de artistas como Francisco Brennand, Aloísio Magalhães e Reynaldo Fonseca, e teve como professores Vicente do Rego Monteiro e Lula Cardoso Ayres. Em 1949, ganhou do Salão de Artes Plásticas de Pernambuco uma viagem a Paris. Nessa época já ficaram conhecidas obras povoadas por sinhazinhas como instituição do patriarcado, como escreve Albertim.</p>
<div id="attachment_90541" aria-labelledby="figcaption_attachment_90541" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Souto Maior/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51829562482_0d09c30247_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-90541" alt="Danilo Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51829562482_0d09c30247_c-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Algumas das obras foram feitas na década de 40, quando a artista assinava “Terezinha”, e outras são mais recentes, mas que nunca haviam sido expostas</p></div>
<p>Depois começou a pintar mulheres despidas, figuras constantes em seu trabalho. Engajada na pintura regionalista, transpassa os limites do modernismo brasileiro. Formada em História pela USP, acompanhou de perto também os acontecimentos políticos da época, quando começou a viver uma história de amor com o dirigente do Partido Comunista Diógenes de Arruda Sampaio. Com ele, entrou na clandestinidade e passou a se chamar Joanna. Exilou-se no Chile, na Europa e na China. Em 1979, quando o casal voltou ao Brasil, Diógenes morreu de infarto fulminante. Com a perda, a pintora decidiu que não seria mais a companheira do líder revolucionário; seria mulher e pintora.</p>
<p>Serviço:<br />
Exposição e lançamento do livro “A liberdade em vermelho”<br />
Quando: 20 de janeiro de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) – Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife – PE<br />
A mostra fica em cartaz no Mepe até o dia até 27 de março<br />
Preço: R$ 250 (livro impresso)</p>
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		<title>Rita Azevedo e Mariana Pinheiro inauguram a exposição de estamparia &#8220;Brise&#8221; no MEPE</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jan 2020 11:53:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74515" aria-labelledby="figcaption_attachment_74515" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/MarianaPinheiro_RitaAzevedo.jpg"><img class="size-medium wp-image-74515 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/MarianaPinheiro_RitaAzevedo-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mariana Pinheiro e Rita Azevedo preparam uma série de ações de interatividade para a mostra</p></div>
<p>O livro “Obituário Arquitetônico &#8211; Pernambuco Modernista” (2007), de Luiz Amorim, é o ponto de partida para a criação das dez estampas elaboradas pela figurinista Rita Azevedo e a designer gráfica Mariana Pinheiro, que fica em cartaz no Espaço Cícero Dias, no Museu do Estado de Pernambuco, a partir da próxima quarta-feira (22). A inauguração da exposição &#8220;Brise&#8221;, que segue aberta à visitação até o próximo dia 1º de março de 2020, será às 19h. O acesso é gratuito.</p>
<p>O trabalho da dupla, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, se inspira no alerta do autor, que pontua o desaparecimento precoce de exemplares significativos da produção arquitetônica, artística e cultural de passado recente. Rita e Mariana levam para os tecidos formas e traços de brises soleils, jardins, pergolados, plantas livres e cobogós, fazendo referência ao conforto ambiental trazido por arquitetas e arquitetos no início do século XX, adaptando o movimento ao clima tropical brasileiro, e relembrando a importância destes elementos à organicidade da vida local e da conexão entre pessoas, natureza e edifícios.</p>
<p>A exposição é formada por nove colunas de tecidos em algodão de 6,5 metros de comprimento e 90 centímetros de diâmetro, penduradas no salão central do Espaço Cícero Dias, aproveitando a iluminação natural das clarabóias presentes no teto do museu. O processo de impressão utilizado para compor as estamparias é a serigrafia, marcada por uma cartela de cores que foge às primárias comuns à arquitetura modernista, fazendo assim uma leitura atual e cheia de frescor. As dez estampas presentes foram nomeadas de Brise (título da mostra), Cobogó, Pergolado, Natureza, Curva, Helicoidal, Norte, Agenciamento, Fachada e Humana.</p>
<p>Além das colunas para a apreciação da obra, Rita e Mariana propõem dois momentos interativos com o público. O primeiro é uma projeção de ilusão ótica, oferecendo ao visitantes a experiência de observar edificações modernistas em Pernambuco em seus projetos originais e, controladas por um interruptor, a incidência de imagens em azul e vermelho, revelando a mesma edificação em tempos atuais. <em>“Isso leva o público a compreender a descaracterização do patrimônio arquitetônico, e, de certa forma, conscientizar sobre a importância da preservação do que nos resta para o reconhecimento dos outros e de nós mesmos como povo, nação”</em>, colocam as idealizadoras, que projetarão imagens de edifícios como a antiga sede da IBM, atual Tribunal Regional Eleitoral, na Avenida Agamenon Magalhães.</p>
<p>A segunda ação interativa disponibilizará ao público papéis em tamanho A3, que estarão ao lado de carimbos grandes com cinco formas desenhadas pelas expositoras, onde cada pessoa poderá carimbar e montar livremente sua própria estampa. Os papéis serão aplicadas nas paredes, propondo ao público coautoria da exposição.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição Brise, de Rita Azevedo e Mariana Pinheiro<br />
Quando: Abertura dia 22 de janeiro (quarta-feira), às 19h. Fica em cartaz até 1º de março de 2020.<br />
Onde: Espaço Cícero Dias &#8211; Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 &#8211; Graças, Recife &#8211; PE)<br />
Horário de visitação: segunda à sexta-feira, das 10h às 17h; e sábado e domingos. das 14h às 17h.<br />
Quanto: Aberto ao público</p>
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		<title>Obras de Solange e Aloísio Magalhães se encontram em exposição no MEPE</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2014 17:51:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dentre as peças de Aloízio Magalhães, o público encontrará litogravuras a óleo, cartogramas e uma série de gravuras chamada Olinda, entre outras A Secretaria de Cultura de Pernambuco inaugura na próxima quarta-feira (10), no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), uma exposição com obras de dois grandes artistas: Aloísio e Solange Magalhães, casal de extrema [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/aloisio-magalhaes.jpg"><img class="size-medium wp-image-17973" alt="Renildo Carvalho/MEPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/aloisio-magalhaes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<dl class="wp-caption alignnone" id="attachment_17973" style="width: 617px;">
<dd class="wp-caption-dd">Dentre as peças de Aloízio Magalhães, o público encontrará litogravuras a óleo, cartogramas e uma série de gravuras chamada Olinda, entre outras</dd>
</dl>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco inaugura na próxima quarta-feira (10), no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), uma exposição com obras de dois grandes artistas: Aloísio e Solange Magalhães, casal de extrema importância para as artes plásticas de Pernambuco e do Brasil. A abertura da mostra, intitulada Um Encontro Uma Vida, será às 19h, com entrada aberta ao público. Na ocasião, haverá uma apresentação do artista plástico José Cláudio, no hall do Espaço Cícero Dias.</p>
<p>Para Maria Digna, diretora do Museu do Estado de Pernambuco, esta exposição será um marco na formação de um acervo com peças de Aloísio Magalhães. “O MEPE que tanto contribuiu e contribui para resgatar obras de grandes artistas pernambucanos, não poderia deixar de fora Aloísio, uma vez que o museu é sem dúvida o local adequado para abrigar o começo de uma coleção de obras desse renomado artista”, explica a diretora.</p>
<div id="attachment_17974" aria-labelledby="figcaption_attachment_17974" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renildo Carvalho/MEPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/solange-magalhaes-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-17974" alt="Renildo Carvalho/MEPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/solange-magalhaes-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Já Solange Magalhães apresenta quadros em acrílico e pinturas sobre papel</p></div>
<p>Um Encontro Uma Vida foi montada através de uma doação ao Museu do Estado feita pela própria Solange Magalhães, viúva de Aloísio e curadora da mostra. Ao todo, 30 trabalhos dela e 30 trabalhos do artista plástico pernambucano compõem o acervo. Dentre as peças de Aloízio Magalhães, o público encontrará litogravuras a óleo, cartogramas e uma série de gravuras chamada Olinda, entre outras. Já Solange apresenta quadros em acrílico e pinturas sobre papel.</p>
<div id="attachment_17975" aria-labelledby="figcaption_attachment_17975" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renildo Carvalho/MEPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/solange-magalhaes.jpg"><img class="size-medium wp-image-17975" alt="Renildo Carvalho/MEPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/solange-magalhaes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Solange Magalhães</p></div>
<p>Francesa radicada no Brasil há 60 anos, Solange Magalhães passou boa parte deste período vivendo em Pernambuco. Casada com o designer e artista plástico Aloísio Magalhães, a pintora se apaixonou pelos temas e cores do Nordeste. Desde a estreia pública no Rio de Janeiro, com a primeira mostra individual na Galeria Goeldi, até o período atual, Solange fala através de sua arte de assuntos tão diversos como as emoções humanas e a criação do mundo.</p>
<div id="attachment_17977" aria-labelledby="figcaption_attachment_17977" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renildo Carvalho/MEPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/aloisio-magalhaes-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-17977" alt="Renildo Carvalho/MEPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/aloisio-magalhaes-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Aloísio Magalhães</p></div>
<p>“Aloísio muito contribuiu para o reconhecimento da cultura nacional. Sua obra como designer está em vários acervos e numerosas teses e livros foram publicados sobre sua atividade como político cultural. No entanto, não há nenhum acervo ou registro significativo de sua obra como artista plástico”, lamenta Solange Magalhães. “Essa será a minha homenagem a Pernambuco e uma fusão com Aloísio. Unidos em vida, unidos além da morte”, afirma.</p>
<p>A visitação à mostra pode ser feita de 11 de dezembro a 10 de janeiro de 2015, de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h. A entrada no MEPE custa R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia).</p>
<p><strong>Açuçar: Um doce meio amargo</strong></p>
<p>A produção do açúcar no Brasil, Holanda, Indonésia e Suriname está retratada na exposição fotográfica Açúcar: Um Doce Meio Amargo, mostra que foi prorrogada e fica em cartaz no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) até o dia 28 de dezembro deste ano. A exposição foi desenvolvida pela fundação holandesa Noorderlicht, e envolve o trabalho de seis renomados fotógrafos de vários países, sendo eles: Alejandro Chaskielberg, James Whitlow Delano, Ed Kashi, Carl de Keyzer, Tomasz Tomaszewski e Francesco Zizola.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Um Encontro Uma Vida</em><br />
Abertura: Quarta-feira (10) | 19h<br />
Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960, Graças)<br />
Visitação: De 11 de dezembro a 10 de janeiro de 2015<br />
Terça a sexta, das 9h às 17h | Sábados e domingos, das 14h às 17h<br />
R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia)<br />
Mais informações: (81) 3184 3170</p>
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