<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; espetáculo “Pindorama…”</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/espetaculo-pindorama/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sun, 19 Apr 2026 10:20:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Encontro Internacional de Literatura Cartoneira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-internacional-de-literatura-cartoneira/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-internacional-de-literatura-cartoneira/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 01:39:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[23º Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[espetáculo “Pindorama…”]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Cartoneira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=4030</guid>
		<description><![CDATA[Por Leidson Ferraz – É uma coisa de show! – É circo de palhaço! – É história para contar! Criança tem cada definição estranha para o teatro… Mas mesmo que não saiba explicar o que é essa arte – que pode, sim, ter música ao vivo (sendo um “show”), ter palhaço ou outras personagens e, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4032" aria-labelledby="figcaption_attachment_4032" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-091.jpg"><img class="size-medium wp-image-4032" alt="Crianças assistem a “Pindorama…” (Foto: Pri Buhr)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-091-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças assistem a “Pindorama…” (Foto: Pri Buhr)</p></div>
<p dir="ltr">Por Leidson Ferraz</p>
<p>– É uma coisa de show!</p>
<p dir="ltr">– É circo de palhaço!</p>
<p dir="ltr">– É história para contar!</p>
<p dir="ltr">Criança tem cada definição estranha para o teatro… Mas mesmo que não saiba explicar o que é essa arte – que pode, sim, ter música ao vivo (sendo um “show”), ter palhaço ou outras personagens e, claro, uma boa história para contar –, todas são unânimes em dizer: teatro é bom e elas querem ver. Basta acompanhar a enorme fila que se forma a cada apresentação no Pavilhão do Teatro Para a Infância no FIG, no Parque Euclides Dourado. Na última quarta (24/7), a peça encenada foi “Pindorama, caravela e malungo”, do Grupo Quadro de Cena, do Recife, sob direção de Alexsandro Souto Maior, com a criançada assistindo bem pertinho dos atores.</p>
<p dir="ltr">Pouco importava se sabiam o nome da peça ou o que os atores iriam viver no palco. Todos estavam ansiosos para conferir o teatro, que, como bem definiu o tímido Mateus de Oliveira, de apenas 4 anos, “é para ver pessoas representando”, exibindo um entendimento incrível. Uma das turminhas mais animadas era a formada por um verdadeiro “Clube da Luluzinha”, com Letícia (n°. 1), Letícia (n°. 2), Ana Clara, Beatriz e Rayssa, de 6 a 11 anos, todas irmãs ou primas acompanhadas do médico Paulo Edvaldo; sua esposa, a enfermeira Emília Santiago; e da amiga e também enfermeira Alcina Curvelo. “A gente tenta aproveitar ao máximo a programação para crianças no FIG, porque aqui em Garanhuns, são raras essas oportunidades. Quase todas nossas meninas fazem balé, mas a gente sente falta de outro lugar de diversão para levá-las”, disse Emília, enquanto as garotas deliciavam-se com algodão doce, prontas para ver teatro, “que é ao vivo e a gente vê bem de perto”, definiu uma delas.</p>
<p dir="ltr">Próximo dali, Jaciane de Oliveira, estudante, e o marido, Fernando Anderson, propagandista, também estavam ansiosos para conferir a peça daquela tarde, a primeira que veriam neste ano no FIG, acompanhados das filhas Eliana Rebeca, de 6 anos, e Fernanda Lyana, de 9 anos. “Somos de Caruaru, estamos morando há dois anos em Garanhuns e praticamente não vemos propaganda alguma de peça infantil nesta cidade. Só adulta. Se tivesse mais oportunidade, iríamos com certeza”, criticou Fernando. Para a pequena Eliana, aquela seria a primeira experiência dela no teatro que, segundo a ideia que fazia, tinha “muito boneco”. A mãe explicou que essa era a influência da TV, que apresentava um teatrinho assim. Dentro do Pavilhão, Eliana e todas as outras crianças depararam-se não com bonecos, mas com atores de carne e osso que, com a entrada do público, já se aqueciam para o que viria, brincando em contato direto com a plateia.</p>
<p dir="ltr">“Pindorama, caravela e malungo” aposta no faz-de-conta. Com os atores Thomás Aquino, Milena Marques, Andreza Nóbrega e Tatto Medinni, aos poucos a peça vai ganhando intimidade com o público, a começar da inserção da música executada ao vivo que, bem no início, já pede a participação de alguns espectadores, citando seus nomes. E a partir das mãos dos quatro intérpretes, histórias vão sendo narradas, todas para tratar do Brasil pelo viés de lendas ou contos africanos, portugueses e indígenas. Pra isso, objetos simples são transformados o tempo todo, tudo na ideia do “fazer de conta”.</p>
<p dir="ltr">Assim, pandeiro vira lua, corpo de gente vira árvore e meia é alimento. A montagem baseia-se no ato de contar/ narrar histórias fantasiosas, evidenciando a palavra e a brincadeira com a imaginação, tocando até mesmo em temas importantes como a escravidão (no melhor momento da peça, a partir da brincadeira “Seu Rei Mandou…”, numa metáfora bem inteligente que mostra não haver graça nenhuma mandar em alguém), e o contato do branco com o índio nativo. Mas tudo com muita ludicidade. São as variantes de um possível primeiro Brasil para a criança perceber através do teatro, já que todas gostam tanto de “brincar” assim.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-internacional-de-literatura-cartoneira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

