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	<title>Portal Cultura PE &#187; espetáculo “Polo marginal”</title>
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		<title>Ocupando a rua com arte</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2012 12:09:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5281" aria-labelledby="figcaption_attachment_5281" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7992164209_293fc953d5_z1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5281" alt="Grupo se propõe a ocupar os espaços públicos com arte (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7992164209_293fc953d5_z1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo se propõe a ocupar os espaços públicos com arte (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p><em>Grupo de teatro Loucos e Oprimidos da Maciel, do Recife, movimentou Gravatá no sábado (15/9)</em></p>
<p>Por Giselly Andrade</p>
<p>Um grupo de “loucos” carrega uma arara cheia de roupas, instrumentos e alguns outros acessórios. De repente, toma o espaço com poesia e música. Esta é a proposta do espetáculo “Polo marginal”, do grupo de teatro de rua Loucos e Oprimidos da Maciel, do Recife, que se apresentou no Festival Pernambuco Nação Cultural de Gravatá, no sábado (15/9).</p>
<p>O  local ocupado na cidade foi a Praça 10, que se encheu de curiosos para assistir à apresentação, baseada na obra de Marco Polo, com trilha sonora da Ave Sangria. Eles se autodenominam “piratas da palavra” e se propõem a ocupar espaços públicos com arte para alimentar a alma das pessoas de sensibilidade. O espetáculo existe há três anos e apresenta apenas poesia pernambucana. “Estamos envolvidos com a poesia marginal e levando nossa arte para as ruas, para mostrar às pessoas que através dela podemos tudo”, define o diretor do espetáculo, Carlos Salles. Ainda segundo ele, ocupar espaços públicos para levar a arte é uma maneira intrigante de mexer com os sentimentos do público. “Naquele momento, as pessoas param um pouco com sua correria para prestar atenção em algo que pode lhes alimentar a alma.”</p>
<p>E para quem foi assistir ao espetáculo, um jeito diferente de enxergar a poesia: “É muito envolvente assisti-los, pois mergulhamos num universo totalmente diferente do cotidiano e também da maneira de apresentar a poesia com a qual estamos acostumados”, comentou Erriane Tenório, atriz do grupo Faço Teatro, da cidade de Gravatá.</p>
<p>Ao final do espetáculo, as roupas saíram de cena, os instrumentos voltaram para as caixas e os piratas partiram para outra ocupação levando a poesia nas malas.</p>
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