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	<title>Portal Cultura PE &#187; Espetáculo</title>
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		<title>Dores, revoltas e celebrações do povo preto: espetáculo “Revinda” chega a Olinda neste sábado (18)</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 15:44:39 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120727" aria-labelledby="figcaption_attachment_120727" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-13-124201.png"><img class="size-medium wp-image-120727" alt="Foto: Vanessa Alcântara/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-13-124201-607x398.png" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Vanessa Alcântara/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">No próximo sábado (18), o espetáculo “Revinda” desembarca em Olinda para uma apresentação única, gratuita e ao ar livre, na Praça Laura Nigro, localizada no sítio histórico da cidade. Contemplado pelo Funcultura, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o evento começa com uma oficina de frevo às 16h, conduzida por Mestre Wilson e Mestra Francis, e segue com o espetáculo principal às 17h30, culminando com um bate-papo com os artistas.</p>
<p dir="ltr">Criado por Rebeca Gondim e Maria Agrelli, o projeto é um grito cênico que mescla dança, música, artes visuais, poesia e Libras, para expressar as dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico. “Revinda” é, ao mesmo tempo, denúncia, memória e resistência – com performances que evocam ancestralidade, luta e vida.</p>
<p dir="ltr">A apresentação em Olinda contará com a participação de artistas locais, como Paloma Granjeiro, Mayara Ferreira, Neris Rodrigues, além da dupla do frevo Brincantes das Ladeiras, referência da cultura popular na cidade. O espetáculo é conduzido pela dançarina Rebeca Gondim, que atua também como mestra de cerimônia.</p>
<div id="attachment_120728" aria-labelledby="figcaption_attachment_120728" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-13-124303.png"><img class="size-medium wp-image-120728" alt="Criado por Rebeca Gondim e Maria Agrelli, &quot;Revinda&quot; é um grito cênico que mescla dança, música, artes visuais, poesia e Libras, para expressar as dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico I Foto: Filipe Gondim/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-13-124303-607x400.png" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Criado por Rebeca Gondim e Maria Agrelli, &#8220;Revinda&#8221; é um grito cênico que mescla dança, música, artes visuais, poesia e Libras, para expressar as dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico I Foto: Filipe Gondim/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Além do elenco fixo – que inclui o DJ Phino e Bárbara Regina (percussão), Joselma Santos (Corporeolibras) e João Guilherme de Paula (criação de luz) – a apresentação se articula com artistas de cada território por onde passa, ampliando as vozes e os corpos em cena.</p>
<p><strong>Itinerância</strong></p>
<p>“Revinda” já percorreu seis bairros do Recife e segue agora para Camaragibe (1º/11), Caruaru (8/11), Triunfo (21/11) e Arcoverde (23/11). A escolha dos locais não é aleatória: segue vínculos afetivos e políticos, valorizando artistas e coletivos que atuam na resistência cultural e na luta por direitos humanos.<br />
<strong>Origem</strong></p>
<p>O espetáculo surgiu a partir da performance “Terezinha”, criada por Rebeca Gondim em homenagem a Tereza Maria de Jesus, mãe de um menino de 10 anos assassinado pela polícia enquanto brincava no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. O solo de dez minutos cresceu e se transformou num espetáculo de 50 minutos que agrega diferentes expressões artísticas, corpos e territórios.</p>
<p><strong>&gt; Serviço:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Espetáculo “Revinda” em Olinda</strong><br />
Sábado (18.10)<br />
Onde: Praça Laura Nigro – Sítio Histórico de Olinda<br />
Horários:</p>
<p dir="ltr">&gt; 16h – Oficina de frevo com Brincantes das Ladeiras</p>
<p dir="ltr">&gt; 17h30 – Espetáculo &#8220;Revinda&#8221;<br />
Quanto: Gratuito<br />
Classificação indicativa: Livre</p>
<p dir="ltr">++ Mais informações: <a href="http://instagram.com/rebecagondim__">@rebecagondim__</a></p>
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		<title>Espetáculo “Locomotivas” estreia no centro do Recife com protagonismo feminino</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 16:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Locomotivas-cartaz-de-divulgação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119717" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Locomotivas-cartaz-de-divulgação-273x486.jpg" width="273" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">O espetáculo pernambucano Locomotivas estreia neste fim de semana, dias 16 e 17 de agosto, no Teatro Hermilo Borba Filho, no Bairro do Recife, com quatro apresentações que misturam dança, audiovisual, trilha sonora autoral e performance ao vivo. A realização tem incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), com apoio do Paço do Frevo. A obra é encenada pelas artistas passistas de frevo e criadoras Inaê Silva e Marcela Felipe, em parceria com a realizadora audiovisual Luara Olívia.</p>
<p dir="ltr">A programação inclui sessões gratuitas na tarde do sábado (16), às 16h, e do domingo (17), às 15h, com retirada de ingressos no local, uma hora antes do início. Já as sessões noturnas — às 20h no sábado e às 19h no domingo — têm ingressos a preços populares: R$ 15 (meia) e R$ 30 (inteira), à venda antecipadamente pela internet. Todas as apresentações contam com acessibilidade em Libras e audiodescrição.</p>
<p dir="ltr">Com direção de Jorge Garcia e assistência de Marcelo Sena, Locomotivas costura uma linguagem cênica própria que transita entre o frevo, a dança contemporânea e o audiovisual. Em cena, as artistas atuam também como corpos-câmera, manipulando imagens projetadas em tempo real e criando uma relação entre presença, movimento e imagem. A coreografia é assinada pelas próprias intérpretes-criadoras e a trilha sonora foi composta por Felipe Weinberg e Sarará Miranda. A proposta, segundo as artistas, nasce da relação viva entre corpo, trilho e improviso, criando um espaço de escuta, atravessamento e invenção coletiva.</p>
<div id="attachment_119718" aria-labelledby="figcaption_attachment_119718" class="wp-caption img-width-559 alignnone" style="width: 559px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Luara-Olívia-foto-Locomotivas-traz-dança-corpo-e-movimento-além-de-visual-e-som.jpg"><img class="size-medium wp-image-119718" alt="Com direção de Jorge Garcia e assistência de Marcelo Sena, Locomotivas costura uma linguagem cênica própria que transita entre o frevo, a dança contemporânea e o audiovisual I Foto: Luara Olívia/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Luara-Olívia-foto-Locomotivas-traz-dança-corpo-e-movimento-além-de-visual-e-som-559x486.jpg" width="559" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Com direção de Jorge Garcia e assistência de Marcelo Sena, Locomotivas costura uma linguagem cênica própria que transita entre o frevo, a dança contemporânea e o audiovisual I Foto: Luara Olívia/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Para Inaê Silva, a obra traça linhas entre linguagens e sensações: “Entre passos, presença e imagem, é criada uma linguagem própria, feita trilho que se desenha no improviso. O espetáculo envolve elementos da dança e do vídeo em tempo real”. Já Marcela Felipe destaca o aspecto sensível e coletivo do processo: “Locomotivas é travessia contínua entre o que vibra no corpo e o que reverbera no tempo. É um espetáculo ao vivo que coloca o frevo em diálogo com a dança contemporânea e o audiovisual. A criação percorre os trilhos da memória, da identidade e da coletividade, movida pela energia dos corpos e suas múltiplas potências expressivas”.</p>
<p dir="ltr">A concepção da obra teve início em 2020, a partir de uma videoperformance criada pelas mesmas artistas em colaboração com o VJ João Vicente, também presente na equipe atual. Com um time formado por profissionais de Pernambuco, a montagem conta ainda com Filipe Sampaio no desenho de luz, Marlan Cotrim no figurino e cenário, Isadora Melo no design, Hudson Wlamir na produção executiva, Sophia Williams na assistência de produção, Daniel Lima na assessoria de imprensa, Joselma Santos na tradução em Libras e Danielle França na audiodescrição.</p>
<p dir="ltr">Com uma trajetória de 18 anos na dança, Inaê Silva é pesquisadora e criadora, graduanda em Dança pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde desenvolve a pesquisa “Corpo-Entrevero”. Marcela Felipe é dançarina, produtora, arte-educadora, passista de frevo e uma das artistas da coletiva “Relicárias: Vasculhando e (Re) Contando a História de Mulheres Negras na Dança do Frevo”. Luara Olívia, por sua vez, atua desde 2016 como fotógrafa e diretora de fotografia em projetos que exploram o corpo e a câmera como linguagem estética e política, com foco em videodança, videoclipes e cinema autoral.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>Ficha técnica</strong></em></p>
<p dir="ltr">Cena: Inaê Silva, Marcela Felipe e Luara Olívia</p>
<p dir="ltr">Operadora de câmera e corpo-câmera: Luara Olívia</p>
<p dir="ltr">VJ: Jão Vicente</p>
<p dir="ltr">Desenho de luz: Filipe Sampaio</p>
<p dir="ltr">Trilha sonora: Felipe Weinberg e Sarará Miranda</p>
<p dir="ltr">Direção artística: Jorge Garcia</p>
<p dir="ltr">Assistência de direção: Marcelo Sena</p>
<p dir="ltr">Figurino e cenário: Marlan Cotrim</p>
<p dir="ltr">Design: Isadora Melo</p>
<p dir="ltr">Produção executiva: Hudson Wlamir</p>
<p dir="ltr">Assistência de produção: Sophia Williams</p>
<p dir="ltr">Assessoria de imprensa: Daniel Lima</p>
<p dir="ltr">Acessibilidade em Libras: Joselma Santos</p>
<p dir="ltr">Audiodescrição: Danielle França</p>
<p dir="ltr">Fotos de divulgação: Luara Olívia</p>
<p dir="ltr">Incentivo público: financiamento do edital do Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE)</p>
<p dir="ltr">Apoio: Paço do Frevo</p>
<p dir="ltr"><strong>SERVIÇO </strong></p>
<p dir="ltr">Estreia I LOCOMOTIVAS</p>
<p dir="ltr">Datas: 16 e 17/08</p>
<p dir="ltr">Local: Teatro Hermilo Borba Filho I Cais do Apolo, nº 142, Recife &#8211; PE</p>
<p dir="ltr">Ingressos no<a href="https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-locomotivas/3065116"> link</a></p>
<p dir="ltr">
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		<item>
		<title>Espetáculo de dança e música abre programação do Palco Pernambuco Meu País</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 17:01:10 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119136" aria-labelledby="figcaption_attachment_119136" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Espetáculo-Pernambuco-Meu-País.-Crédito-das-fotos-Daniela-Pedrosa-Secult-PE-Fundarpe-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-119136" alt="Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Espetáculo-Pernambuco-Meu-País.-Crédito-das-fotos-Daniela-Pedrosa-Secult-PE-Fundarpe-5-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em cena, 14 artistas, entre bailarinos, circenses, músicos e cantores brilham em cenas poéticas, líricas, românticas e cômicas</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center">O 2° Festival Pernambuco Meu País tem início nesta sexta-feira (25/07) em Salgueiro, seguindo itinerância pelos municípios Buíque, Bezerros/Serra Negra, Pesqueira, Gravatá, Arcoverde e Caruaru, do Sertão ao Agreste do Estado. E um dos destaques desta edição é um espetáculo inédito de dança e música que abre a programação do palco Pernambuco Meu País em cada cidade-sede que recebe todas as linguagens artísticas do evento, sempre nas sextas-feiras. A dramaturgia, que leva o mesmo nome do festival, é cantada e tocada ao vivo, com direção coreográfica de Maria Paula Costa Rêgo, trilha sonora dirigida por Maciel Salu e projeção digital de Gabriel Furtado. No ano passado, o espetáculo também aconteceu nas aberturas das programações, e em 2025 ganha uma nova roupagem.</p>
<p>&#8220;O espetáculo &#8216;Pernambuco Meu País&#8217; é uma celebração da nossa identidade cultural. Ele abre com força e beleza a programação do festival, reunindo linguagens que representam o nosso povo em sua essência e diversidade. É emocionante ver artistas de várias regiões do Estado juntos em cena, homenageando mestres e mestras da nossa tradição, e também apontando para o futuro da cultura pernambucana. Cada apresentação é um verdadeiro ato de pertencimento, arte e memória coletiva&#8221;, antecipa a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<div id="attachment_119137" aria-labelledby="figcaption_attachment_119137" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Espetáculo-Pernambuco-Meu-País.-Crédito-das-fotos-Daniela-Pedrosa-Secult-PE-Fundarpe-7.jpg"><img class="size-medium wp-image-119137" alt="Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Espetáculo-Pernambuco-Meu-País.-Crédito-das-fotos-Daniela-Pedrosa-Secult-PE-Fundarpe-7-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo desenrola como um portal que se abre para a riqueza e a diversidade da cultura pernambucana</p></div>
<p>O espetáculo “Pernambuco Meu País” desenrola como um portal que se abre para a riqueza e a diversidade da cultura pernambucana. Deste portal saem as veias culturais que nos compõem como povo pernambucano: as diversas tradições espalhadas pelo nosso Estado, como o aboio do vaqueiro e sua poesia singular, o cavalo marinho, os maracatus nação e rural, os caboclinhos, o trupé indígena, o frevo, o circo tradicional, mas também diversas colaborações artísticas simbólicas que nos constroem para além de Pernambuco, nos unindo como Nação. Músicas e poesias de compositores essenciais para tecer um Brasil único, como Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Reginaldo Rossi e Chico Science (Nação Zumbi).</p>
<p>“Ao optarmos que a nossa trilha sonora fosse tocada e cantada ao vivo pelos próprios músicos e cantores do espetáculo, ao mesmo tempo que atuam em cena, apontamos e homenageamos nossos mestres da tradição popular, que, ao saírem às ruas e terreiros, apresentavam com maestria seus saberes culturais com simplicidade, autenticidade e qualidade artística. Em Pernambuco, a potência é tecnológica, mas também simples e artesanal”, ressalta Maria Paula Costa Rêgo, coreógrafa do espetáculo.</p>
<div id="attachment_119138" aria-labelledby="figcaption_attachment_119138" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Espetáculo-Pernambuco-Meu-País.-Crédito-das-fotos-Daniela-Pedrosa-Secult-PE-Fundarpe-8.jpg"><img class="size-medium wp-image-119138" alt="Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Espetáculo-Pernambuco-Meu-País.-Crédito-das-fotos-Daniela-Pedrosa-Secult-PE-Fundarpe-8-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A dramaturgia é cantada e tocada ao vivo</p></div>
<p>Quem comanda a festa de cores, sentidos e pertencimento é o músico e cantor Maciel Salu, filho do Mestre Salu (em memória), um dos homenageados do Festival Pernambuco Meu País, edição 2025. Acompanhando Maciel Salu, temos uma nova geração de músicos e cantores, como Bella Kahun e Miguel Pandeirada, que vêm representando a musicalidade de regiões como o Agreste pernambucano e o Sertão do Pajeú. Em cena, 14 artistas, entre bailarinos, circenses, músicos e cantores brilham em cenas poéticas, líricas, românticas e cômicas. O espetáculo também celebra os demais homenageados: o ceramista caruaruense Mestre Manuel Eudócio (em memória) e a mestra de coco Severina Lopes (viva).</p>
<p>&#8220;Participar do espetáculo está sendo uma honra, assim como fazer parte da direção e da produção musical. Pernambuco é isso, essa diversidade cultural. E eu estou trazendo músicas minhas, que eu compus para dentro do espetáculo. Tem muita poesia também de Miguel Marinho. Bella, que é uma cantora belíssima de Garanhuns. Então é mais um projeto no meu currículo, na minha biografia&#8221;, expressa Maciel Salu, diretor musical do espetáculo Pernambuco Meu País.</p>
<p><b>Ficha Técnica – Espetáculo Pernambuco Meu País: </b></p>
<p>Concepção: Carla Pereira</p>
<p>Coreografia: Maria Paula Costa Rêgo</p>
<p>Diretor musical: Maciel Salu</p>
<p>Músicos cantores: Bella Kahun, Maciel Salu e Miguel Pandeirada</p>
<p>Intérpretes/músicos: Aldene Nascimento, Anne Costa, Emerson Dias, Gabi Carvalho, Inaê Silva, João Lira, Jonas Alves, Marcos Mercury, Maria Agrelli e Silas Samarki</p>
<p>Circense malabarista: Eron Palhaço Moleza</p>
<p>Figurinista: Alê Carvalho</p>
<p>Aderecista: Jaqson Gomes</p>
<p>Imagens Digitais: Gabriel Furtado</p>
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		<title>“Trupe Pernambuco Meu País”: grupo de artistas promove arrastão cultural nos municípios-sedes do festival itinerante</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/trupe-pernambuco-meu-pais-grupo-de-artistas-promove-arrastao-cultural-nos-municipios-sedes-do-festival-itinerante/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 20:18:54 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119130" aria-labelledby="figcaption_attachment_119130" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-18-171258.png"><img class="size-medium wp-image-119130" alt="Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-18-171258-607x402.png" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Abrindo alas para a celebração da diversidade cultural e do orgulho pernambucano, o Festival Pernambuco Meu País prepara mais uma surpresa. A novidade chega antes mesmo da programação oficial começar. Para este ano, o evento traz a “Trupe Pernambuco Meu País”, que ganha o palco mais democrático e popular de todos &#8211; a rua &#8211; para anunciar a chegada dos dias de magia, alegria e imersão na arte. Sempre às quintas-feiras, artistas do circo, dança, teatro, música e poesia vão circular pelas principais vias dos municípios-sedes, convidando a todos a participarem de um arrastão cultural.</p>
<p dir="ltr">Abraçando e representando a pluralidade cultural trazida pelo festival, os artistas que integram o grupo de cortejo farão performances, que serão apresentadas ao longo do percurso, que contarão com interações com o público. No trajeto, os agitadores culturais farão pausas estratégicas, desdobrando o arrastão em um espetáculo ao ar livre, sempre com novidades e adaptações, de acordo com características culturais de cada cidade.</p>
<p dir="ltr">“É um chamado popular através de um desfile festivo que começa pequeno e vira multidão, como um segredo que vai se espalhando até virar grito de alegria. Ele anuncia o Festival Pernambuco Meu País como quem diz: “Amanhã é festa, mas hoje já tem magia!”. Todo o espetáculo conta com intervenções poéticas, musicais e coreográficas. Elementos visuais, sonoros e performativos se combinam em uma ação viva e integrada, que valoriza as habilidades individuais e coletivas do grupo de artistas”, revela o coordenador de Atividades Culturais da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Ary Valença, responsável pela curadoria e direção do projeto.</p>
<p dir="ltr">Ao todo, a Trupe vai circular por sete cidades, sendo a estreia em Salgueiro a primeira a receber o festival. Na próxima quinta-feira, 24, a partir das 17h30, o público está convidado a se concentrar na Roda do Prefeito (Girador do Prado), na Avenida Antônio Angelim, no bairro de Nossa Senhora de Graças e aguardar o espetáculo. A programação segue por Buíque (31/07), Bezerros (7/08), Pesqueira (14/08), Gravatá (21/08), Arcoverde (28/08) e finaliza em Caruaru (4/09).</p>
<p dir="ltr">Ainda segundo Ary Valença, a Trupe vem disposta a instaurar uma atmosfera única às cidades e chama a todos a prestigiarem. “Nossa missão é fazer com que o público que esteja próximo, que vá chegando, sinta-se contagiado com a emoção e alegria da nossa cultura, da nossa tradição e que possa, de fato, ao ver os nossos artistas, as nossas apresentações, poder sonhar um pouco de pé. Por isso, contamos com a presença de todos”, convida.</p>
<p dir="ltr">Mais informações sobre a Trupe Pernambuco Meu País e a cobertura dos desfiles pelos municípios-sedes poderão ser encontradas no Instagram oficial do festival, o <a href="https://www.instagram.com/festivalpernambucomeupais/">@festivalpernambucomeupais</a> e pelo <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
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		<title>“O Massacre de Angico” retorna a Serra Talhada com espetáculo grandioso sobre a morte de Lampião</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 19:26:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Serra Talhada, no sertão do Pajeú, será novamente palco de um dos maiores espetáculos teatrais ao ar livre de Pernambuco. Entre os dias 23 e 27 de julho, sempre às 20h, a Estação do Forró recebe a 12ª edição da peça “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião”, que este ano também celebra [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119124" aria-labelledby="figcaption_attachment_119124" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-22.40.591.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119124" alt="Foto: Júnior Telles / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-22.40.591-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Júnior Telles / Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Serra Talhada, no sertão do Pajeú, será novamente palco de um dos maiores espetáculos teatrais ao ar livre de Pernambuco. Entre os dias 23 e 27 de julho, sempre às 20h, a Estação do Forró recebe a 12ª edição da peça “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião”, que este ano também celebra os 30 anos do grupo cultural Cabras de Lampião. Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o evento é gratuito e aberto ao público.</p>
<p dir="ltr">A montagem revive a epopeia vivenciada pelos cangaceiros liderados por Virgolino Ferreira da Silva, o temido e lendário Lampião, explorando não apenas o embate com as forças policiais que culminou na emboscada de 28 de julho de 1938, na Grota de Angico (SE), como também seus amores, dilemas, medos e paixões. A dramaturgia é assinada por Anildomá Willans de Souza, pesquisador do cangaço e conterrâneo de Lampião.</p>
<p dir="ltr">“O público vai se deparar com um Lampião humano, sensível, afetuoso e apaixonado por poesia. Não se trata apenas do líder temido pelos coronéis, mas de alguém que viveu intensamente sua época”, afirma Anildomá. Segundo ele, toda a equipe envolvida no espetáculo está “energizada de alma para contar essa epopéia nordestina com emoção e verdade”.</p>
<p dir="ltr">A produção mobiliza 30 atores, 70 figurantes e uma equipe de 40 profissionais nas áreas técnica e administrativa, sob a direção do consagrado Izaltino Caetano, nome importante do teatro popular em Pernambuco. No elenco, destaque para o ator e dançarino Karl Marx, que interpreta Lampião, e para a atriz Bruna Florie, de Triunfo, no papel de Maria Bonita.</p>
<p dir="ltr">“A responsabilidade é imensa, porque Lampião é mais do que um personagem: ele é símbolo, mito, memória. Interpretá-lo é um orgulho, principalmente por eu ser de Serra Talhada, terra onde tudo começou”, declara Karl Marx. Para o ator, a peça também cumpre uma função histórica: “É mais do que arte — é missão de vida”.</p>
<p dir="ltr">A cenografia reproduz aspectos do sertão e locais históricos ligados ao cangaço, criando uma imersão visual e emocional para o público. A expectativa é de que milhares de pessoas confiram a montagem ao longo dos cinco dias de apresentação.</p>
<p dir="ltr"><strong>HISTÓRIA</strong> &#8211; “O Massacre de Angico” apresenta a trajetória de Lampião desde os conflitos de sua família com o fazendeiro Zé Saturnino, ainda em Serra Talhada, passando pelo exílio forçado em Alagoas, a morte do pai e a entrada de Virgolino e seus irmãos no cangaço. O espetáculo mostra como, ao lado de Maria Bonita, o Rei do Cangaço virou ícone da resistência sertaneja — temido por autoridades e idolatrado por parte do povo. Os cangaceiros são retratados também como denunciantes das injustiças sociais e da opressão que assolavam o Nordeste nas décadas de 1920 e 1930.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>SERVIÇO:</strong></em></p>
<p dir="ltr"><strong>Espetáculo “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião”</strong><br />
Local: Estação do Forró – Serra Talhada (PE)<br />
Datas: De 23 a 27 de julho de 2025<br />
Horário: 20h<br />
Ingresso: Gratuito<br />
Classificação indicativa: Livre<br />
Mais informações: <a href="http://instagram.com/xaxado.cabrasdelampiao">@xaxado.cabrasdelampiao</a></p>
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		<item>
		<title>Palhaço leva riso, sonho e recomeço às férias das crianças de Camaragibe e Palmares</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 13:19:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um palhaço solitário, tropeçando entre profissões improváveis, tenta encontrar uma nova forma de viver depois de perder o pai e a plateia para as telas dos celulares. É assim, misturando humor e poesia, que &#8220;Sem Nome – o Desempregado&#8221; convida crianças e suas famílias a refletirem sobre perdas, recomeços e o poder do encontro. O projeto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118956" aria-labelledby="figcaption_attachment_118956" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Bismarck Passos</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Foto_-Bismarck-Passos_Espetáculo-circense-infantil-leva-às-escolas-públicas-uma-mostra-sobre-perdas-recomeços-e-encontros-após-a-pandemia.jpg"><img class="size-medium wp-image-118956" alt="Foto: Bismarck Passos" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Foto_-Bismarck-Passos_Espetáculo-circense-infantil-leva-às-escolas-públicas-uma-mostra-sobre-perdas-recomeços-e-encontros-após-a-pandemia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo circense infantil leva às escolas públicas uma mostra sobre perdas, recomeços e encontros após a pandemia</p></div>
<p>Um palhaço solitário, tropeçando entre profissões improváveis, tenta encontrar uma nova forma de viver depois de perder o pai e a plateia para as telas dos celulares. É assim, misturando humor e poesia, que &#8220;Sem Nome – o Desempregado&#8221; convida crianças e suas famílias a refletirem sobre perdas, recomeços e o poder do encontro. O projeto conta com recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura-PE), do Governo do Estado de Pernambuco.</p>
<p>O espetáculo, encenado pelo artista pernambucano Flávio Santana, ocupa as férias escolares com duas apresentações gratuitas em Pernambuco. A primeira aconteceu no dia 02/07 (segunda-feira), na Escola Ministro Jarbas Passarinho, em Camaragibe, Região Metropolitana do Recife. E nesta segunda-feira (7/7), no mesmo município, às 10h, será na EREM Professor Antônio Carneiro Leão. Já na terça-feira (8/7), o espetáculo segue para Palmares, com sessão às 14h, no Cine Teatro Apolo, espaço cultural tradicional da Zona da Mata Sul.</p>
<p>A dramaturgia é assinada por Flávio Santana e Paula de Tássia. Paula também assina roteiro e a direção do espetáculo. A direção musical e sonoplastia é de Davison Wescley, enquanto a iluminação está sob responsabilidade de Ruan Henrique e os figurinos foram criados por Mateus Silva. O trabalho de assessoria de imprensa é do jornalista Salatiel Cícero.</p>
<p>“Nas férias escolares, muitas crianças têm pouco acesso à arte. Queremos criar uma pausa para que elas possam rir, se emocionar e lembrar que o afeto também mora no encontro”, destaca Santana, que também interpreta o palhaço protagonista.</p>
<p>Além de garantir a leveza do riso, o espetáculo oferece acessibilidade com tradução em Libras.</p>
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		<item>
		<title>“Revinda”: Espetáculo de dança retrata dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 18:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A dor de uma mulher negra diante da perda do filho está no centro do espetáculo “Revinda”, nova criação da passista de frevo, pesquisadora e professora de dança pernambucana, Rebeca Gondim. O projeto, que reúne dança, música e poesia para retratar dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico do país, tem estreia marcada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Rebeca-Gondim-crédito-foto-6-Filipe-Gondim_batcheditor_fotor.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-117479" alt="Foto: Filipe Gondim" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Rebeca-Gondim-crédito-foto-6-Filipe-Gondim_batcheditor_fotor-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">A dor de uma mulher negra diante da perda do filho está no centro do espetáculo “Revinda”, nova criação da passista de frevo, pesquisadora e professora de dança pernambucana, Rebeca Gondim. O projeto, que reúne dança, música e poesia para retratar dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico do país, tem estreia marcada para o próximo sábado (26), na praça da UR-06, bairro do Ibura, no Recife, às 17h30, e segue em circulação por seis bairros da periferia da cidade até o fim de maio.</p>
<p dir="ltr">O nome do espetáculo, que significa “regresso ao ponto de onde partiu”, diz muito sobre o próprio projeto, que começou a nascer em 2015, como uma performance de dez minutos com o título de &#8220;Terezinha&#8221;, homenagem a Tereza Maria da Conceição, a mulher que teve o filho morto pela polícia enquanto brincava na frente de casa, no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Em 2019, &#8220;Terezinha&#8221; amadureceu e se transformou no espetáculo &#8220;Revinda&#8221;.</p>
<p dir="ltr">Cinco anos depois, &#8211; incentivado pelo Fundo de Incentivo à Cultura do Governo de Pernambuco – Funcultura e pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura &#8211; PNAB Recife &#8211; o projeto regressa às origens, na rua, cercado de gente por todos os lados. Para a idealizadora, Rebeca Gondim, a nova versão reflete as mudanças e os aprendizados da artista, adquiridos no período pandêmico, entre eles a necessidade de “se aquilombar”.</p>
<p dir="ltr">“Em Terezinha eu estava só em cena. E nessa volta agora eu busquei a força que vem do coletivo. Trouxe meu irmão, Filipe Gondim, que veio com o trabalho visual, a fotografia e a poesia que eu recito em cena. Convidei artistas que me inspiram, trouxe meus pais para os laboratórios de criação, Léo Bulhões, grande amigo que fez a trilha sonora da versão audiovisual, entre tantas pessoas próximas, que vieram formar essa encruzilhada de histórias comigo chamada Revinda”, conta a artista.</p>
<p dir="ltr">Com direção e preparação corporal de Maria Agrelli, “Revinda” ainda busca valorizar a produção cultural local, tendo artistas das próprias comunidades convidados, promovendo uma confluência de narrativas, histórias e sonhos, que resulta num novo espetáculo a cada apresentação. Para a estreia, participarão nomes como Lua Maria, cantora e percussionista, Daniel Semsobrenome, dançarino, e Pajé IB, multiartista do movimento hip-hop local.</p>
<p dir="ltr"><strong>Programação itinerante</strong></p>
<p dir="ltr">No próximo dia 03 de maio, o espetáculo sob o Morro da Conceição. Já no dia 10 de maio,  chega em Água Fria e segue nos dias 17, 24 e 31/05, respectivamente, para o Alto Santa Terezinha, Bomba do Hemetério e Beberibe. Todas as apresentações serão gratuitas, sempre às 17h30, com acessibilidade em Libras. Mais detalhes sobre a programação estão disponíveis através do <a href="https://www.instagram.com/rebecagondim__/">link</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong><em>Confira a ficha técnica:</em></strong></p>
<p dir="ltr">Criação e direção: Rebeca Gondim e Maria Agrelli</p>
<p dir="ltr">Trilha sonora: DJ Phino e Léo Bulhões</p>
<p dir="ltr">Luz: João Guilherme de Paula</p>
<p dir="ltr">Percussão: Bárbara Regina</p>
<p dir="ltr">Comunicação visual: Filipe Gondim e Laura Morgado</p>
<p dir="ltr">Produção: Júnior Melo e Renata Teles</p>
<p dir="ltr">Interpretação de Libras: Joselma Santos</p>
<p dir="ltr"><strong>SERVIÇO: </strong></p>
<p dir="ltr"><strong>“Revinda”</strong></p>
<p dir="ltr">26 de abril – SÁBADO, às 17h30, no Ibura (Praça da UR-06) – <em><strong>ESTREIA </strong></em></p>
<p dir="ltr">(Sábados de maio no Morro da Conceição, Água Fria, Bomba do Hemetério, Alto Santa Terezinha, Beberibe no mesmo horário)</p>
<p dir="ltr"><em>Acessibilidade em Libras</em></p>
<p dir="ltr"><em>Classificação: <strong>Livre</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Adri Popular inicia residência artística no Centro Tradicional de Invenção Cultural em Brasília</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 15:27:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reconhecido por seu trabalho criativo e pelo engajamento em diversas iniciativas culturais, o artista de dança e produtor cultural Adri Popular deu início, nesta quinta-feira (30), a sua residência artística no Centro Tradicional de Invenção Cultural, em Brasília. A residência foi concedida por meio do edital de Bolsas Artísticas da Política Nacional Aldir Blanc de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115987" aria-labelledby="figcaption_attachment_115987" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Adri-Popular-Divulgação-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115987" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Adri-Popular-Divulgação-2-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Adri Popular</p></div>
<p>Reconhecido por seu trabalho criativo e pelo engajamento em diversas iniciativas culturais, o artista de dança e produtor cultural Adri Popular deu início, nesta quinta-feira (30), a sua residência artística no Centro Tradicional de Invenção Cultural, em Brasília. A residência foi concedida por meio do edital de Bolsas Artísticas da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB-PE).</p>
<p>A residência tem como objetivo apoiar o artista em seu desenvolvimento artístico na dança popular visando aprimorar suas pesquisas e processos criativos no campo da dança, tanto em suas aulas quanto em seus espetáculos. A experiência ainda tem como objetivo proporcionar condições para expandir as práticas e contribuir com o cenário cultural da dança popular promovendo o intercâmbio entre diferentes regiões do Brasil e valorizando as tradições culturais de cada local.</p>
<p>Durante a residência, que segue até 9 de fevereiro, Adri Popular tem a oportunidade de vivenciar e contribuir com o ambiente do Centro Tradicional, que é sede do Fuá de Seu Estrelo e da Orquestra Alada Trovão da Mata. O centro cultural, um dos mais importantes patrimônios imateriais de Brasília, preserva e promove as tradições brasileiras com destaque para as manifestações culturais do maracatu e do cavalo marinho. Dentro da programação de atividades o artista realiza, no dia 7 de fevereiro, em Brasília, e no dia 15, em Aliança, aulas-espetáculos gratuitas resultantes da residência artística.</p>
<p><strong>ADRI POPULAR -</strong> Artista de dança e produtor cultural do município de Aliança, premiado na primeira edição do Prêmio Mônica Japiassú de Dança, da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), recebeu a Medalha de Honra ao Mérito da Câmara de Vereadores de sua cidade natal, em reconhecimento a seu trabalho de valorização e divulgação da dança na Zona da Mata Norte de Pernambuco. Em sua trajetória de mais de 10 anos na dança, Adri vem pesquisando a criação em dança popular e apresentando seus resultados por meio de trabalhos audiovisuais que misturam as características musicais, gestuais e estéticas da cultura popular e dos brinquedos da região, como maracatu rural, cavalo marinho, ciranda, coco de roda, caboclinho e boi.</p>
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		<item>
		<title>Recife celebra a dança de salão com o espetáculo Negrô</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 17:10:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O espetáculo Negrô, da Uno Companhia de Dança, ganha os palcos de Recife, este mês, trazendo uma fusão vibrante das danças de salão com a rica cultura afro-brasileira. A apresentação, que mergulha em influências, raízes, ritos e danças das matrizes africanas, é encenada, no dia 31 de janeiro, no Teatro de Santa Isabel, no bairro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115643" aria-labelledby="figcaption_attachment_115643" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rogério Alves/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/41_Negro_Fts-@rogerioalves423.jpg"><img class="size-medium wp-image-115643" alt="Rogério Alves/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/41_Negro_Fts-@rogerioalves423-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Negrô</p></div>
<p>O espetáculo <em>Negrô</em>, da Uno Companhia de Dança, ganha os palcos de Recife, este mês, trazendo uma fusão vibrante das danças de salão com a rica cultura afro-brasileira. A apresentação, que mergulha em influências, raízes, ritos e danças das matrizes africanas, é encenada, no dia 31 de janeiro, no Teatro de Santa Isabel, no bairro de Santo Antônio. O show faz parte da programação do 31º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos. Os ingressos estão disponíveis para compra no Sympla.</p>
<p>O projeto é uma realização da Uno Espaço Criativo de Dança, com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). Com uma proposta que une ancestralidade e corporeidade negra, <em>Negrô</em> explora a expressividade dos movimentos, das músicas e das danças a dois destacando a importância da herança cultural negra que permanece viva nas manifestações corporais ao longo do tempo. A obra é um verdadeiro tributo à riqueza cultural afro-brasileira.</p>
<p>O elenco, que conta com dez dançarinos-intérpretes pernambucanos, todos com vasta formação em diversas linguagens da dança, tem participações especiais do percussionista Tiago Ferreira, diretor do Balé de Cultura Negra do Recife (Bcnaré), e do bailarino argentino Javier Velázquez. A direção geral é de Felipe Borges e a direção artística fica por conta de Emmanuel Matheus, ator, diretor e dramaturgo. A produção executiva é assinada por Giselly Andrade.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Espetáculo <em>Negrô</em> no 31º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos –</strong> <em>dia 31 de janeiro, às 18h (com acessibilidade em libras) e às 20h30, no Teatro de Santa Isabel (Praça da República, bairro de Santo Antônio, Recife-PE). Ingressos: R$ 60 e R$ 30 (meia-entrada), disponíveis para compra no site Sympla</em></p>
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		<title>Espetáculo Obirin-Kunhã: Dança Inflamada chega ao Recife e a Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 15:11:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De 15 a 19 de janeiro, as cidades do Recife e de Olinda recebem o espetáculo Obirin-Kunhã: Dança Inflamada. Concebida pela intérprete-criadora Marcela Rabelo, a apresentação é uma imersão nas mitologias afro-brasileiras e afro-indígenas, por meio da dança e da poesia, sendo também um convite a refletir sobre o estar e o ser mulher a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115517" aria-labelledby="figcaption_attachment_115517" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Foto-1-Ricardo-Labastier.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115517" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Foto-1-Ricardo-Labastier-607x397.jpeg" width="607" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">A dançarina Marcela Rabelo</p></div>
<p>De 15 a 19 de janeiro, as cidades do Recife e de Olinda recebem o espetáculo <em>Obirin-Kunhã: Dança Inflamada</em>. Concebida pela intérprete-criadora Marcela Rabelo, a apresentação é uma imersão nas mitologias afro-brasileiras e afro-indígenas, por meio da dança e da poesia, sendo também um convite a refletir sobre o estar e o ser mulher a partir de uma perspectiva ancestral. As apresentações fazem parte da programação do 31º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos. A entrada é gratuita.</p>
<p>Obirin (mulher, mãe, filha, na cultura Yorubá) e Kunhã (mulher, liderança feminina, do tronco linguístico tupi-guarani) são os conceitos que inspiram o espetáculo, fundamentado na investigação de itans (mitos e contos da tradição oral afro-brasileira) e nas obras do poeta França de Olinda (1955-2007), cuja escrita marginal e afro-centrada serve de referência para essa jornada artística. Composta por movimentos que dialogam com as danças populares de Pernambuco, a dança afro e a dança contemporânea, a performance busca dar voz a outras narrativas sobre o feminino destacando saberes muitas vezes silenciados pelos processos coloniais.</p>
<p>&#8220;<em>Obirin-Kunhã: Dança Inflamada</em> é um espetáculo que transcende a linguagem do corpo, pois também se comunica por meio de vídeos e imagens criando um entrelaçamento visual e sensorial que fortalece a mensagem das poesias de França de Olinda, especialmente da obra <em>Poeminflamado</em> (2011)&#8221;, explica a artista Marcela Rabelo. &#8220;Essa dramaturgia busca reavivar e redescobrir, no corpo da intérprete, as experiências do feminino afro-indígena como formas de resistência e afirmação cultural&#8221;, pontua.</p>
<p>As apresentações ocorrem, em Olinda, nos dias 15 e 18 de janeiro. No dia 15, no Teatro Fernando Santa Cruz, às 20h; e no dia 18, às 19h, na sede do Maracatu Nação Pernambuco. Já no Recife as apresentações são nos dias 17 e 19 de janeiro, no Teatro Arraial Ariano Suassuna, às 20h, no dia 17; e na sede do Daruê Malungo, às 18h, no dia 19. Com duração de 30 minutos, o espetáculo é um convite para questionar e redimensionar o papel da mulher na sociedade ao mesmo tempo em que celebra as cosmovisões de povos originários. Com o apoio da Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), o projeto também vai passar pelas cidades de Bezerros e Garanhuns, no Agreste pernambucano, com apresentação e oficina de dança. Todas as apresentações tem intérprete de libras.</p>
<p>A entrada é gratuita. Para retirar ingressos para as datas de 15 e 17 de janeiro, deve-se realizar a inscrição pelo <a title="31º Janeiro de Grandes Espetáculos" href="https://www.sympla.com.br/produtor/festivaljge" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a> do festival Janeiro de Grandes Espetáculos no mesmo dia da apresentação. Além de retirar o ingresso é necessário levar 1 kg de alimento não perecível para a entrada no evento. Já para as apresentações dos dias 18 e 19 de janeiro, os ingressos devem ser retirados pelo Sympla do projeto Dança Inflamada <a title="Obirin-Kunhã: Dança Inflamada - dia 18" href="https://www.sympla.com.br/evento/obirin-kunha-danca-inflamada/2789756?referrer=l.instagram.com" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e <a title="Obirin-Kunhã: Dança Inflamada - dia 19" href="https://www.sympla.com.br/evento/obirin-kunha-danca-inflamada/2789759?referrer=l.instagram.com" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p><strong>INTÉRPRETE-CRIADORA -</strong> Natural do Recife, Marcela Rabelo é artista da dança, brincante, produtora cultural, pesquisadora e professora de danças populares há mais de 20 anos. É integrante do corpo de dança do Maracatu Nação Pernambuco, de Olinda, e da Cia. de Dança Artefolia, do Recife. Realizou trabalhos com diversas companhias, espetáculos e grupos de danças populares e dança contemporânea da cena pernambucana. Tem facilitado oficinas de danças populares em Pernambuco, no Brasil e em diferentes países como Cuba, Argentina, Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e Canadá. É idealizadora e criadora-intérprete do projeto de pesquisa Corpoesia/Dança Inflamada, do espetáculo solo Obirin-Kunhã: Dança Inflamada e da Mostra Obirnin-kunhã de Dança, voltada para mulheres da dança e da cultura popular. Como pesquisadora dedica-se ao estudo das danças populares e o entrelace com diferentes áreas. É designer com foco voltado para videodança (UFPE), especialista em Dança (FAV–RJ/PE) e mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia (UFPE), com ênfase na pesquisa de danças no âmbito da cultura popular e os trânsitos entre espaços de representação.</p>
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