<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; Estação Ferroviária</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/estacao-ferroviaria/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Exposição Estados da Arte está com inscrições abertas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-estados-da-arte-esta-com-inscricoes-abertas/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-estados-da-arte-esta-com-inscricoes-abertas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 18:31:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agreste]]></category>
		<category><![CDATA[amanda nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[cartografia]]></category>
		<category><![CDATA[CARUARU]]></category>
		<category><![CDATA[Circullus]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Ferroviária]]></category>
		<category><![CDATA[Estados da Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Humberto Botão]]></category>
		<category><![CDATA[incrição]]></category>
		<category><![CDATA[inscrições]]></category>
		<category><![CDATA[mostra]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[são joão]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Zona da mata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=116357</guid>
		<description><![CDATA[O galpão da antiga Estação Ferroviária de Caruaru abrigará, durante o São João 2025, a exposição Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade. A intervenção artística reunirá produções de artistas do Sertão, do Agreste e da Zona da Mata pernambucana de diferentes linguagens das artes visuais. As inscrições dos interessados em participar já estão abertas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0008.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116358" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0008-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O galpão da antiga Estação Ferroviária de Caruaru abrigará, durante o São João 2025, a exposição Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade. A intervenção artística reunirá produções de artistas do Sertão, do Agreste e da Zona da Mata pernambucana de diferentes linguagens das artes visuais. As inscrições dos interessados em participar já estão abertas e seguem até o dia 23 de março, exclusivamente pela internet.</p>
<p>Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade é realizada pela Circullus, coordenada por Humberto Botão e produzida por Amanda Nascimento. Tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), além do apoio da Prefeitura de Caruaru, por meio da Fundação de Cultura municipal.</p>
<p>Nesta primeira edição, a exposição Estados da Arte tem como tema Uma Cartografia da Diversidade. Busca chamar a atenção para o fato de que as mudanças entre as três grandes regiões pernambucanas, entre o Sertão e a Zona da Mata, vão muito além das questões geográficas. E refletem a diversidade que compõe o Estado e se espelha nas manifestações artísticas encontradas em cada uma delas.</p>
<p>É o que destaca o coordenador-geral da exposição Humberto Botão. “Diante dessa riqueza de expressões, da pluralidade semiótica que traduz a identidade complexa da produção artística contemporânea do Estado, apresentamos a exposição coletiva de artes visuais Estados da Arte, que procura cartografar e apresentar um mosaico da produção visual do interior de Pernambuco”, explica.</p>
<p>Podem se inscrever artistas que residam em uma das três regiões mencionadas. Os trabalhos também precisam se enquadrar em uma das seguintes categorias: técnicas e suportes tradicionais das artes visuais (desenho, pintura, escultura, talha, gravura, baixo-relevo, alto-relevo e fotografia) e linguagens e correntes da arte contemporânea (ready made, videoarte, instalação, performance, grafite, intervenção urbana, dentre outros).</p>
<p>Cada artista pode inscrever, de forma individual ou coletiva, até três obras. É importante destacar que a exposição abre espaço para diferentes formatos e suportes, desde que eles não gerem nenhum tipo de dano à estrutura do espaço &#8211; que faz parte do patrimônio histórico e passou, recentemente, por um minucioso processo de requalificação -, das pessoas envolvidas ou mesmo à própria exposição Estados da Arte.</p>
<p>Também não são aceitos trabalhos que promovam ou façam apologia, de alguma forma, a: discursos de ódio, qualquer tipo de discriminação, degradação ambiental, sofrimento animal ou mesmo destruição do patrimônio público, e possuem qualificação livre. Outro aspecto importante é que todos os custos de produção, execução e manutenção das obras inscritas e/ou selecionadas para compor a exposição são de responsabilidade do artista/autor.</p>
<p>No entanto, por cada obra selecionada, o artista receberá R$ 400 de subsídio. E, como cada criador pode inscrever até três obras, os selecionados poderão receber até R$ 1.200. O incentivo busca viabilizar a participação de talentos das três grandes regiões pernambucanas contribuindo, por exemplo, com os custos relacionados ao transporte das produções até Caruaru.</p>
<p><strong>INSCRIÇÕES -</strong> As inscrições acontecem exclusivamente pela internet, de 21 de fevereiro e 23 de março de 2025. O artista deve preencher o formulário on-line e anexar três fotografias da obra &#8211; em alta resolução e a partir de ângulos diferentes. O autor também deve encaminhar outras informações sobre a produção, além de cópias digitalizadas e legíveis de RG, CPF e comprovante de residência atualizado.</p>
<p>Sobre o envio das fotografias das obras há algumas exceções. No caso de três suportes artísticos &#8211; grafite, trabalhos de instalação e de performance &#8211; não é obrigatório o envio de imagens. Em linhas gerais é preciso apresentar um projeto/uma proposta que detalhe a intervenção (apontando o espaço a ser utilizado e outras características importantes). Os detalhes constam no Regulamento de Participação, que está disponível no <a title="Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade - Formulário de Inscrição" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf5Y2Doh1mPVRVBQi8pv2j6nsqIyf5toNiU-njNMTfgjuFqqw/viewform" target="_blank"><strong>formulário de inscrição</strong></a>. Mais informações pelo e-mail: expo.estadosdaarte@gmail.com.</p>
<p><strong>ESTADOS DA ARTE -</strong> A exposição é pensada a partir de três eixos centrais: produção artística, educativo e acessibilidade. Por isso conta com uma série de ações que buscam não somente dar visibilidade às produções e aos artistas envolvidos, mas também promover ações formativas, a partir das próprias obras envolvidas e inclusão. Esses dois aspectos recebem atenção especial e contam com ações específicas.</p>
<p>“São esses tantos &#8216;Pernambucos&#8217; que carregam consigo histórias singulares, memórias, temáticas e lutas coletivas fazendo da produção artística pernambucana diversa e potente. Os trabalhos artísticos que são desenvolvidos distantes do eixo metropolitano da Capital são impregnados de sentido e transformam realidades por meio das poéticas que, por sua vez, inauguram modalidades singulares de expressão de vida”, complementa Humberto Botão.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0009.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116359" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0009-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-estados-da-arte-esta-com-inscricoes-abertas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>País da Música dá voz à periferia</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pais-da-musica-da-voz-a-periferia/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/pais-da-musica-da-voz-a-periferia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 04:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Galeria de Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PE Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[agreste]]></category>
		<category><![CDATA[b'boys]]></category>
		<category><![CDATA[b'girls]]></category>
		<category><![CDATA[Bione]]></category>
		<category><![CDATA[caminhão-palco]]></category>
		<category><![CDATA[CARUARU]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[DJ Big]]></category>
		<category><![CDATA[DJ Lala]]></category>
		<category><![CDATA[DJ Phino]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Ferroviária]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[hip hop]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Okado do Canal]]></category>
		<category><![CDATA[País da Música]]></category>
		<category><![CDATA[palco-caminhão]]></category>
		<category><![CDATA[periferia]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[rap]]></category>
		<category><![CDATA[rapper]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=112123</guid>
		<description><![CDATA[Pernambuco Meu País tem se firmado como o festival de todas as linguagens culturais. E, dentro das próprias linguagens, contempla os mais diversos estilos. No polo País da Música, neste sábado (11), em Caruaru (Agreste), o caminhão-palco foi representado por expoentes das chamadas expressões periféricas. DJ Big, o rapper Okado do Canal e a rapper [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pernambuco Meu País tem se firmado como o festival de todas as linguagens culturais. E, dentro das próprias linguagens, contempla os mais diversos estilos. No polo País da Música, neste sábado (11), em Caruaru (Agreste), o caminhão-palco foi representado por expoentes das chamadas expressões periféricas. DJ Big, o rapper Okado do Canal e a rapper Bione, todos do Recife, mais do que apresentar seus trabalhos, abriram espaço para brothers e sisters que travam a mesma luta. A família (o público) gostou.</p>
<p>Na saideira do palco-caminhão da Princesa do Agreste não houve tempo para brincadeira. O experiente DJ Big chegou logo mandando o recado detonando um repertório animal de black music, em especial funk e hip hop, com muitos scratches. Logo se formou uma roda de break dance em que b&#8217;boys e b&#8217;girls levaram a plateia ao delírio com suas performances.</p>
<p>Num gesto de grande generosidade Big fez jus ao nome e convidou a MC Mérida para comandar uma batalha de rimas. Acuca MC, Cabeleira e MC Neto destilaram diversas modalidades, como bate e volta, kick back e batalha de tema.</p>
<p>O bagulho ficou ainda mais sério quando subiu ao palco Okado do Canal, acompanhado do DJ Phino e dois bailarinos. O rapper, que traz no nome sua comunidade, do Canal do bairro do Arruda (Zona Norte do Recife), fala em suas músicas de sua vivência e realidade.</p>
<p>Assim como Big, Okado instigou a formação de uma roda para as danças dos b&#8217;boys. No palco ainda convidou o cantor Bira (vocalista líder de O Bando), de Caruaru, e o rapper Davi Zord, de Arcoverde.</p>
<p>Ficou para Bione a missão de encerrar o País da Música nesta etapa do festival. Com a DJ Lala e duas dançarinas, a cantora fez um show ancorado principalmente em seu álbum autoral Ego (2022), cantando contra o preconceito contra mulher e contra o racismo; em prol da voz da mulher no rap e hip hop; e pela cultura da periferia e seu cotidiano.</p>
<p>No repertório incluiu canções como Toda Tua, (D)elas, Bione e Tropa das Loka, além de faixas como os singles Pensei em Parar e Quem É Ela? e o tema Deixa as Garota Brincar, do EP Sai da Frente (2019). Foi difícil terminar, porque fãs queriam mais. Mas já era a hora. E o País da Música se despediu de Caruaru em grande estilo e se garantindo muito.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/pais-da-musica-da-voz-a-periferia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Baluartes cuidam da cultura popular visando à perenidade</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/baluartes-cuidam-da-cultura-popular-visando-a-perenidade/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/baluartes-cuidam-da-cultura-popular-visando-a-perenidade/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 03:12:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Galeria de Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PE Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[agreste]]></category>
		<category><![CDATA[Aliança]]></category>
		<category><![CDATA[Amaro Branco]]></category>
		<category><![CDATA[BACAMARTEIROS]]></category>
		<category><![CDATA[Batalhão 78]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Pintado]]></category>
		<category><![CDATA[caminhão-palco]]></category>
		<category><![CDATA[CARUARU]]></category>
		<category><![CDATA[cavalo marinho]]></category>
		<category><![CDATA[coco de roda]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura popular]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Ferroviária]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[Gravatá]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Nininha do Coco]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[País das Culturas Populares]]></category>
		<category><![CDATA[palco-caminhão]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[Raízes de Quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[Zona da mata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=112094</guid>
		<description><![CDATA[A tarde deste sábado (11) no polo País das Culturas Populares do Festival Pernambuco Meu País em Caruaru (Agreste), quinta etapa do evento, foi comandada por pessoas essenciais que estão na ponta e são corresponsáveis pela manutenção da cultura pernambucana. Primeiro por serem ativistas culturais, protagonistas e respeitadas por sua experiência. Segundo por garantirem o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A tarde deste sábado (11) no polo País das Culturas Populares do Festival Pernambuco Meu País em Caruaru (Agreste), quinta etapa do evento, foi comandada por pessoas essenciais que estão na ponta e são corresponsáveis pela manutenção da cultura pernambucana. Primeiro por serem ativistas culturais, protagonistas e respeitadas por sua experiência. Segundo por garantirem o controle de qualidade e a diversificarem a atuação de suas manifestações.</p>
<p>Subiram ao palco do caminhão-palco na Estação Ferroviária: Dona Conceição dos Prazeres, líder da banda afro Raízes de Quilombo, do Morro da Conceição (Zona Norte do Recife); Mestre Grimário, responsável pelo Cavalo Marinho Boi Pintado, de Aliança (Zona da Mata Norte do Estado); Nininha do Coco, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); e até os bacamarteiros, que enquanto coletivo, com suas associações culturais, mantêm forte seu folguedo e esteve representado pelo grupo Batalhão de Bacamarteiros 78, de Gravatá (Agreste).</p>
<p>Formado há 38 anos, o Raízes do Quilombo é um dos vários grupos que reverenciam a ancestralidade de matriz africana e que têm dado o recado no festival pelos municípios em que passam. Segundo Dona Conceição (mãe do percussionista Lucas dos Prazeres), seus integrantes, cantores e percussionistas, são agentes multiplicadores. Contra o racismo (&#8220;O racismo existe/ não é mimimi&#8221;, canta contudentemente em seus versos) e em prol da conscientização e da resistência sociocultural e do protagonismo da mulher, em especial a preta e periférica, na sociedade. Aqui ainda prestou uma homenagem a Zé Neguinho do Coco.</p>
<p>Remanescente de Mestre Batista, e com o apoio de Mestre Salustiano, Grimário foi um dos brincantes de cavalo marinho que, após décadas de experiência, tornaram-se mestres e criaram seu próprio brinquedo para ajudar a manter viva a tradição dos folguedos da Mata Norte. Também com voz e percussão, destaca-se pelo som indefectível da rabeca. No País das Culturas Populares, dançarinos e personagens icônicos do cavalo marinho performaram em meio à plateia gerando muita emoção.</p>
<p>Ondina Barros da Silva, ou simplesmente Dona Nininha, 81 anos, também criou seu próprio grupo, há 10 anos. No palco canta a experiência de vida e o imaginário das comunidades de pescadores, de quem é filha e viúva. Canta que nasceu na Praça do Carmo, em Olinda, e foi criada no Amaro Branco, célebre celeiro de coquistas da Cidade Patrimônio da Humanidade.</p>
<p>Já os bacamarteiros, grupos bastante conhecidos na região, tem se mostrado bastante articulados, sendo representados por associações. Coube ao Batalhão 78 dar uma pequena amostra de sua tradição, em uma performance que conta com um terno de pife e percussão puxando os brincantes em evolução pelo pátio da Estação Ferroviária. Em seguida os músicos subiram ao palco-caminhão para os demais integrantes acionarem seus bacamartes.</p>
<p>O mais comum nesses grupos é ver a composição com membros da mais diversas gerações. É gostoso presenciar isso. E como a cultura popular pernambucana tem se preparado para a perenidade. É nossa história sendo escrita, cantada, tocada, dançada, brincada e assistida, em tempo real, enquanto nos entretêm e nos conscientiza.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/baluartes-cuidam-da-cultura-popular-visando-a-perenidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Festival conhece a força do hardcore e do metal do Agreste</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/festival-conhece-a-forca-do-hardcore-e-do-metal-do-agreste/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/festival-conhece-a-forca-do-hardcore-e-do-metal-do-agreste/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 11 Aug 2024 06:14:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Galeria de Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PE Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[agreste]]></category>
		<category><![CDATA[Alymenia]]></category>
		<category><![CDATA[caminhão-palco]]></category>
		<category><![CDATA[CARUARU]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Ferroviária]]></category>
		<category><![CDATA[hardcore]]></category>
		<category><![CDATA[Jaboatão]]></category>
		<category><![CDATA[Jaboatão dos Guararapes]]></category>
		<category><![CDATA[metal]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[País da Música]]></category>
		<category><![CDATA[palco-caminhão]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Saga HC]]></category>
		<category><![CDATA[Sangue de Barro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=112020</guid>
		<description><![CDATA[O polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País, em Caruaru, quinta etapa do evento, comprovou neste sábado (10) a força do chamado rock pesado pernambucano, em especial do Agreste, e sobretudo da Capital do Forró. No caminhão-palco estacionado no pátio da Estação Ferroviária, as experientes bandas Sangue de Barro e Alkymenia ciceronearam a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País, em Caruaru, quinta etapa do evento, comprovou neste sábado (10) a força do chamado rock pesado pernambucano, em especial do Agreste, e sobretudo da Capital do Forró. No caminhão-palco estacionado no pátio da Estação Ferroviária, as experientes bandas Sangue de Barro e Alkymenia ciceronearam a Saga HC, de Jaboatão dos Guararapes (Região Metropolitana do Recife). Os fãs não decepcionaram e compareceram em número expressivo.</p>
<p>O Agreste pernambucano sempre teve uma forte cena de hardcore e de metal. O intercâmbio entre os grupos de cá com os das demais regiões também não é de hoje. O esquente da noite deste sábado ficou a cargo da visitante, cujas letras das músicas, como Vícios e Sem Saída, apresentam-se como crônicas de seu bairro, Prazeres, e de sua cidade. O público entendeu o recado.</p>
<p>Em formato clássico com voz, duas guitarras, baixo e bateria, acabou prestando um belo tributo às anfitriãs convidando para participações especiais os percussionistas Wellington (zabumba) e Leonardo (triângulo), da Forró Iburicando, do bairro do Ibura, do Recife. Ainda prestou um tributo a Chico Science com uma versões personalizadas de Coco Dub (Afrociberdelia) e Banditismo por uma Questão de Classe.</p>
<p>Composta pelos irmãos Lalo (baixo e vocal), Sandro Silva (guitarra) e Dennis Kreimer (bateria), em formato power trio, a Alkymenia atraiu uma legião de fãs para o País da Música. Feliz por estar em casa, apresentou o repertório de seu álbum mais recente, gravado na Dinamarca. O grupo, aliás, é habitué do Velho Continente, onde se apresenta todos os anos.</p>
<p>E para finalizar a segunda noite do palco-caminhão, a veterana Sangue de Barrou comprovou porque é uma das bandas mais experientes do Estado e uma das mais queridas, sobretudo pelo público da região. Não à tôa surgiu em 18 de Maio de 1998, nada mais, nada menos, do que no aniversário da cidade.</p>
<p>Por quase uma hora, diante de centenas de fãs, a Sangue de Barro destilou seu repertório que vem construindo há mais de um quarto de século, com direito a novas canções, que irão integrar o próximo álbum, Quebranto (ainda sem data de lançamento). A mistura de voz, duas guitarras, baixo e bateria com zabumba e pífano denota que o DNA das influências regionais está mesmo no sangue. Com direito a mais algumas faixas bônus e um bis, foi difícil tirar os rapazes do palco. Era muita vontade de tocar e do público de assistir, por quase mais meia hora. Uma noite para marcar a importância do HC e do metal no Pernambuco Meu País.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/festival-conhece-a-forca-do-hardcore-e-do-metal-do-agreste/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>País da Música recebe em Caruaru a força do pop agrestino longe de estereótipos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pais-da-musica-recebe-em-caruaru-a-forca-do-pop-agrestino-longe-de-estereotipos/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/pais-da-musica-recebe-em-caruaru-a-forca-do-pop-agrestino-longe-de-estereotipos/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 05:13:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Galeria de Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PE Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[agreste]]></category>
		<category><![CDATA[caminhão-palco]]></category>
		<category><![CDATA[CARUARU]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Driko]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Ferroviária]]></category>
		<category><![CDATA[garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[País da Música]]></category>
		<category><![CDATA[palco-caminhão]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[pop]]></category>
		<category><![CDATA[Romero Ferro]]></category>
		<category><![CDATA[Thera Blue]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=111915</guid>
		<description><![CDATA[Em Caruaru, todos os trilhos levam também para o País da Música. Nesta sexta-feira (9), no palco-caminhão, estacionado na antiga Estação Ferroviária, o Agreste pernambucano mostrou que possui uma cena pop consolidada, longe do estereótipo de ser apenas celeiro de cultura popular. Por aqui passaram os cantores Thera Blue e Driko, ambos prata da casa, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em Caruaru, todos os trilhos levam também para o País da Música. Nesta sexta-feira (9), no palco-caminhão, estacionado na antiga Estação Ferroviária, o Agreste pernambucano mostrou que possui uma cena pop consolidada, longe do estereótipo de ser apenas celeiro de cultura popular. Por aqui passaram os cantores Thera Blue e Driko, ambos prata da casa, e Romero Ferro, que é natural de Garanhuns. Todos com shows impactantes mostrando um pop pernambucano contemporâneo made in Agreste.</p>
<p>Na formação, Thera Blue e Driko até se parecem. Ambos se apresentam acompanhados de guitarra, baixo, bateria e percussão. São performáticos e evocam um estilo fora do padrão de cena e figurino. O primeiro, veterano e de voz marcante, contudo, resgata com seu repertório autoral uma vibe que remete aos cantores de uma chamada MPB clássica, dos anos 1960-70, com muito rock and roll e influência do blues. Em fase de finalização de seu próximo álbum (que receberá o título de Belê), o terceiro da carreira, ainda prestou tributo aos compositores Azulão (com Dona Tereza) e Valdir Santos (com Caniço Pensante).</p>
<p>O jovem Driko, por sua vez, mostrou pela primeira vez o show de seu novo álbum, Florescer, misturando canções próprias com a de outros autores, como Riah, Everson Melo, Marcelo Quinares, Sóstenes, Gael Vila Nova e Valdemar Neto, guitarrista de sua banda. Ainda convidou músicos da banda Dama do Rei. &#8220;Caruaru é uma cidade multicultural e o Carnaval está vivo em sua música&#8221;, disse, logo após fazer a faixa-título de seu disco, uma ciranda. Em seguida dedicou Maracatu de Paixões a Mestre Gercino e mandou A Praieira, de Chico Science.</p>
<p>Até o fim da noite a sonoridade só ficou cada vez contemporânea. O País da Música encerrou sua estreia na Princesa do Agreste com o techno brega pop de Romero Ferro, que não sabe economizar em performance e mise-en-scène e provoca o público deixando os desavisados boquiabertos. No som das caixas, bases e samplers, bateria e guitarra; na camisa, uma antiga foto de Alceu Valença contrastando com o visual hi-tech. E muita dança, ladeado por dois bailarinos.</p>
<p>Além das próprias composições, Romero encontra nas suas versões para standards uma outra forma de provocar a plateia, como nas canções Em Plena Lua de Mel Clayton &amp; Cleide), sucesso de Reginaldo Rossi; Eu Vou Ficar (Elias Muniz &amp; Carlos Colla), hit da dupla Zezé di Camargo &amp; Luciano; Eu Sei de Cor (Danillo Davilla, Lari Ferreira, Júnior Pepato &amp; Elcio di Carvalho), famosa na voz de Marília Mendonça; e Banho de Cheiro (Carlps Fernando). E só parou porque era mesmo a hora de encerrar o palco-caminhão.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/pais-da-musica-recebe-em-caruaru-a-forca-do-pop-agrestino-longe-de-estereotipos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Usos e desafios da Estação Ferroviária de Camaragibe é tema de debate</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/usos-e-desafios-da-estacao-ferroviaria-de-camaragibe-e-tema-de-debate/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/usos-e-desafios-da-estacao-ferroviaria-de-camaragibe-e-tema-de-debate/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2017 20:26:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conselho de Preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Camaragibe]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Ferroviária]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=52704</guid>
		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Camaragibe O patrimônio ferroviário pernambucano será o tema em discussão da mesa redonda &#8220;Patrimônio Ferroviário de Camaragibe &#8211; Novos Usos e Desafios&#8221; que acontece na quarta-feira, 23 de agosto, às 15h, no Cineteatro Bianor Mendonça Monteiro, no bairro da Vila da Fábrica. A atividade realizada pela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Com informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Camaragibe </em></p>
<p>O patrimônio ferroviário pernambucano será o tema em discussão da mesa redonda &#8220;Patrimônio Ferroviário de Camaragibe &#8211; Novos Usos e Desafios&#8221; que acontece na quarta-feira, 23 de agosto, às 15h, no Cineteatro Bianor Mendonça Monteiro, no bairro da Vila da Fábrica. A atividade realizada pela Fundação de Cultura de Camaragibe integra a programação oficial da X Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, promovida pela Fundarpe e Secretaria de Cultura do Estado.</p>
<div id="attachment_52705" aria-labelledby="figcaption_attachment_52705" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Josivan Rodrigues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/estacao-camargaibe.jpg"><img class="size-medium wp-image-52705" alt="Josivan Rodrigues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/estacao-camargaibe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Estação Ferroviária de Camaragibe</p></div>
<p>Para refletir o futuro deste importante patrimônio da cidade, respeitando as suas vocações e os interesses da sociedade, a mesa redonda contará com participação de representantes de notáveis instituições do setor de preservação e convidados: Nazaré Reis, arquiteta e urbanista da Gerência de Preservação Cultural da Fundarpe e integrante da Equipe do Consórcio Tronco Norte; Raphaela Rezende, arquiteta e urbanista da Gerência de Preservação Cultural da Fundarpe; Emília Lopes, IPHAN/PE; e Eduardo Freitas, ex-Secretário de Cultura de Paudalho, que apresentará a experiência da requalificação da estação ferroviária daquela cidade implementada pelo Iphan.</p>
<p>Inaugurada em 1908, a Estação de Camaragibe faz parte do patrimônio não operacional da Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima &#8211; RFFSA e está sob gestão do Instituto do Patrimônio Artístico e Histórico Nacional &#8211; Iphan, como prevê a lei federal nº 11.483/2007, assim como outras estações desativadas em Pernambuco. Todo esse patrimônio foi inventariado pelo instituto (locomotivas, guindastes, vagões, documentos, estações, armazéns, casas, pontes, viadutos e outras edificações) no período de 2007 a 2009. Utilizando-se do Inventário do Patrimônio Ferroviário em Pernambuco, em setembro de 2009 foi estudado pelo Iphan um projeto de restauração do conjunto ferroviário do município de Camaragibe que, no entanto, até agora não foi executado.</p>
<p>A Fundação de Cultura de Camaragibe tem se debruçado sobre essa questão, e em julho passado se reuniu com os vereadores da Câmara Municipal para debater o tema e pedir o apoio do legislativo frente a esta luta. Gestão após gestão, a Prefeitura Municipal de Camaragibe briga pela titularidade da Estação, que atualmente padece com o mato, a chuva e outras intempéries da natureza e da urbanização, servindo também como abrigo para animais. Dar prosseguimento a discussão acerca do futuro do conjunto ferroviário é aproximar os camaragibenses de sua cidadania cultural, através da educação patrimonial e política.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Mesa redonda &#8220;Patrimônio Ferroviário de Camaragibe: Novos Usos e Desafios&#8221; &#8211; X Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</strong><br />
23 de agosto (quarta-feira) às 15h<br />
Cineteatro Bianor Mendonça Monteiro<br />
(Av. Dr. Pierre Collier, 167 &#8211; Vila da Fábrica, Camaragibe)<br />
Entrada gratuita</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/usos-e-desafios-da-estacao-ferroviaria-de-camaragibe-e-tema-de-debate/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A memória da cidade presente nos patrimônios de Caruaru</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/a-memoria-da-cidade-presente-nos-patrimonios-de-caruaru/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/a-memoria-da-cidade-presente-nos-patrimonios-de-caruaru/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 May 2013 23:05:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diretoria de Preservação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Ferroviária]]></category>
		<category><![CDATA[Feira de Caruaru]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Caruaru 2013]]></category>
		<category><![CDATA[Postais da Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Difusora]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=4906</guid>
		<description><![CDATA[Contar a história de um povo, suas tradições e memórias significa muito mais do que apenas recordar um passado distante, inalcançável. É também perceber que a passagem do tempo consolida e torna essa história cada vez mais presente e viva no imaginário popular e no dia a dia das pessoas. Das coisas mais simples, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4907" aria-labelledby="figcaption_attachment_4907" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/patrimônio.jpg"><img class="size-medium wp-image-4907" alt="Postais da Memória serão distribuídos para jovens. Foto: Roberta Guimarães/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/patrimônio-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Postais da Memória serão distribuídos para jovens. Foto: Roberta Guimarães/Secult-PE</p></div>
<p>Contar a história de um povo, suas tradições e memórias significa muito mais do que apenas recordar um passado distante, inalcançável. É também perceber que a passagem do tempo consolida e torna essa história cada vez mais presente e viva no imaginário popular e no dia a dia das pessoas. Das coisas mais simples, que a pressa do cotidiano não nos permite ver, mas que estão ali e são marcas naturais de uma herança que se perpetuou ao longo do tempo. Nos próximos dias, a cidade de Caruaru terá parte de sua história desvelada. Durante o FPNC, os moradores da cidade irão se reconhecer como parte dessa trajetória, protagonistas da preservação da memória e identidade de sua cidade.</p>
<p>Uma das ações acontece nesta terça (14/5) e quarta (15/5). O projeto “Postais da Memória”, da Diretoria de Preservação Cultural (DPC), irá percorrer a cidade presenteando os caruaruenses com postais que trazem desenhos e fotos dos principais patrimônios materiais e imateriais do município. A Feira de Caruaru, a Estação Ferroviária, a Rádio Difusora, além de uma peça do Mestre Vitalino e os tradicionais bacamarteiros estarão estampados em cerca de mil postais que serão distribuídos à população nos pontos de maior movimento da cidade  e aos alunos da Escola de Referência em Ensino Médio Arnaldo Assunção.</p>
<p>A ação procura divulgar o patrimônio da região e estimular o envio de cartas via correios. Com isso, tanto aqueles que escrevem quanto os que recebem as correspondências acabam conhecendo um pouco mais sobre a história daquela região.</p>
<div id="attachment_4908" aria-labelledby="figcaption_attachment_4908" class="wp-caption img-width-364 aligncenter" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/6926403149_ce97e60ec1_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4908" alt="A Feira de Caruaru é um dos patrimônios da cidade estampados nos Postais da Memória. Foto: Setur – PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/6926403149_ce97e60ec1_z-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A Feira de Caruaru é um dos patrimônios da cidade estampados nos Postais da Memória. Foto: Setur – PE</p></div>
<p><strong>Descobrindo Caruaru através de brincadeiras</strong></p>
<div>
<p>Tendo no público jovem um dos maiores potenciais para a perpetuação da história viva do nosso povo, outra iniciativa busca incentivar o conhecimento e valorização da memória de Caruaru. O projeto “Nas Teias do Patrimônio” promoverá uma oficina que visa a lançar um novo olhar desse público sobre os patrimônios locais. A turma de estudantes da Escola Arnaldo Assunção – cerca de 30 jovens, no total - será divida em duas equipes, num jogo que se passa em dois momentos. O primeiro, na quinta-feira (16/5), acontece na sala de aula e envolve noções de cultura, identidade, memória e história. O segundo momento, na sexta-feira (17/5), com uma visita dos alunos ao Museu do Barro de Caruaru, complementando o diálogo do dia anterior.</p>
<p>No local, também será realizado o “Jogo do Patrimônio”, atividade que simula um tabuleiro gigante, repleto de perguntas e atividades que envolvem conhecimento sobre as heranças culturais pernambucanas.</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/a-memoria-da-cidade-presente-nos-patrimonios-de-caruaru/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

