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	<title>Portal Cultura PE &#187; Estesia</title>
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		<title>Pernambuco Meu País no REC&#8217;n&#039;Play começa com Quarta-Feira de Multicores</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 05:30:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foi o contrário de uma Quarta-Feira de Cinzas (aquela, ingrata). Maracatu, forró, brega, frevo, tecnologia, criatividade e inovação&#8230; Adivinhe: o que tudo isso tem a ver? É o Palco Pernambuco Meu País no REC&#8217;n'Play Festival, no Bairro do Recife, onde, nesta quarta-feira (6), apresentaram-se o Maracatu Encanto do Dendê, os cantores Jáder e Otto (este [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Foi o contrário de uma Quarta-Feira de Cinzas (aquela, ingrata). Maracatu, forró, brega, frevo, tecnologia, criatividade e inovação&#8230; Adivinhe: o que tudo isso tem a ver? É o Palco Pernambuco Meu País no REC&#8217;n'Play Festival, no Bairro do Recife, onde, nesta quarta-feira (6), apresentaram-se o Maracatu Encanto do Dendê, os cantores Jáder e Otto (este com participação especial de Junio Barreto) e a banda Estesia (abrilhantada pelo maestro Spok). Uma noite de multicores visuais e sonoras prestigiada em peso pelo público. O evento segue até sábado (9), ancorado no cais da Avenida Alfredo Lisboa, entre o Centro Cultural Cais do Sertão (Armazém 11) e o Centro de Artesanato de Pernambuco (Armazém 10).</p>
<p>A cultura popular, tanto em sua veia tradicional, quanto no que se convencionou a chamar de pop, tornou-se uma marca da experiência Pernambuco Meu País, nas oito edições em que o percorreu o Agreste e o Sertão pernambucano, de julho a setembro deste ano. Em sua estreia no Recife não poderia ser diferente.</p>
<p>Coube ao Maracatu Encanto do Dendê, uma das atrações da etapa no município de Bezerros fazer as honras so start na capital. Gerado no período de 1998 a 2010, em Jaboatão dos Guararapes, esse maracatu nação ressurgiu em 2020, em plena pandemia, reivindicando sua voz pela religiosidade e cultura de periferia. Sob o comando de Mestre Danilo, um grupo de 54 integrantes, com idade entre 2 e 70+, deu seu recado colocando para gerar o Palco Pernambuco Meu País no REC&#8217;n'Play Festival.</p>
<p>Pernambuco Meu País e REC&#8217;n'Play Festival, aliás, parece a combinação perfeita para atrair uma plateia inteligente, que não chegou ali por acaso. Pela reação das pessoas, elas conheciam bem os artistas e lá estavam por eles e pelas propostas deles.</p>
<p>O cantor Jáder subiu ao palco na sequência, apresentando um repertório que passeou por forró com influência de techno brega, seguindo de releituras de bastiões como Petrúcio Amorim e Accioly Neto, e do chamado forró das antigas das bandas Cavalo de Pau e Magníficos, até João do Morro. Tudo isso embalado &#8211; e bote embalado nisso, em todos os sentidos -, com muita alegria, diversão e ironia.</p>
<p>Já Otto, todo mundo sabe, são quatro letras que dispensam apresentação. Um ano após sua estreia com om show em que faz tributo ao Rei do Brega, Reginaldo Rossi, o galego está cada vez mais instigado. E, junto com sua banda de virtuosos, ainda mais azeitado. Começou já disparando sucessos como Tão Sofrido, Um Romance Que Ninguém Leu, Leviana, Eu Queria Te Odiar e Quando Você Foi Embora. Parecia o show perfeito. Aí chamou Jáder para fazer Em Plena Lua de Mel, depois emendou Desterro e A Raposa e as Uvas. Aí foi a vez de Junio Barreto, que cantou Garçom e suas autorais (Coração Preto e Passione). Sim, era o show perfeito.</p>
<p>A partir de então Otto entrou num modo que definiu como &#8220;outro nível&#8221; de Reginaldo Rossi, a banda imparável em ritmo de medley e pout-pourri: As Quatro Estações; Mon Amour, Meu Bem, Ma Femme; Amor, Amor, Amor; Itamaracá; Recife Minha Cidade; e, para encerrar, Deixa De Banca (Borogodá), mais uma vez com Junio e com Victor Camarotti. Uma loucura. Só estando lá para realmente entender o que aconteceu. E o espaço entre o Cais do Sertão e o Centro de Artesanato completamente tomado. Extasiante.</p>
<p>E uma Quarta-Feira de Multicores como essa não poderia terminar diferente. É claro que rolou o frevo. Mas de uma forma diferente. Frevo estilo REC&#8217;n'Play, reconstruído à moda Estesia, banda synth pop que também transita pelos ritmos pernambucanos. E como transita. Para o Palco Pernambuco Meu País trouxe ninguém menos como convidado especial o maestro Spok. E tome Madeira que Cupim Não Rí, tome Hino de Batutas, Último Regresso, Voltei Recife. Isso encaixado entre temas próprios e releituras personalíssimas como a versão transcendental de Chorando e Cantando, sucesso de Geraldo Azevedo, além de Ciranda de Maluco, Fui Humilhado e Louca, hits de Otto, Academia da Berlinda e Banda Kitara, respectivamente.</p>
<p>Foi só o primeiro dia do Palco Pernambuco Meu País no REC&#8217;n'Play Festival. Até sábado (9) muitas surpresas vão rolar.</p>
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		<title>Estesia ocupa as instalações da Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 12:46:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Possibilitar ao público uma nova experiência artística, aguçando os sentidos. O Estesia é o tipo do projeto cultural enriquecedor, que se encaixa em diversas categorias sem se apegar unicamente a nenhuma delas. Costuma mobilizar sensações inéditas na plateia, nesses sete anos de estrada. Carlos Filho, Cleison Ramos, Miguel Mendes e Tomás Brandão estão de volta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60439" aria-labelledby="figcaption_attachment_60439" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Estesia_Branco-Produções.jpg"><img class="size-medium wp-image-60439" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Estesia_Branco-Produções-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo pernambucano une canção e paisagens sonoras urbanas</p></div>
<p>Possibilitar ao público uma nova experiência artística, aguçando os sentidos. O Estesia é o tipo do projeto cultural enriquecedor, que se encaixa em diversas categorias sem se apegar unicamente a nenhuma delas. Costuma mobilizar sensações inéditas na plateia, nesses sete anos de estrada. Carlos Filho, Cleison Ramos, Miguel Mendes e Tomás Brandão estão de volta neste mês de junho, para “estesiar” os pernambucanos em dois momentos inéditos: primeiro, no dia 3, com lançamento pelo canal do grupo no YouTube do show gravado em 2021, em meio à pandemia. Depois, nos dias 9 e 10 de junho, ressignificam os espaços do Centro do Recife ao ocuparem a Torre Malakoff, com rodas de conversa seguidas de shows, com participação de convidados especiais. A iniciativa com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>O evento na Torre Malakoff, batizado de Estesia Convida #5, será a maior estrutura já montada pelo coletivo, que se preocupa com questões como a ocupação dos espaços da cidade, procurando ressignificá-los, chegando desta vez a um equipamento público que acaba de reabrir após reforma, localizado no Bairro do Recife. Uma escolha simbólica, já que a região é palco recorrente do grupo ao longo da carreira. Outro cuidado, além da escolha do local, é com a acessibilidade, por isso os shows contarão com recursos como audiodescrição (dia 9) e interpretação em LIBRAS (9 e 10).</p>
<p>O clima de festa e celebração envolve as performances imersivas marcadas pelo ineditismo dos improvisos, mas também permeia os momentos de bate-papo que antecedem os shows, com conversas sobre política cultural e economia criativa, trazendo como convidados outros artistas, produtores e fazedores de cultura em Pernambuco. O show será em formato arena, em que os artistas e público ficam juntos, envoltos nos mesmos desenhos de luz. Embora exista uma espinha dorsal, com músicas autorais e outras reinterpretações de canções da Música Popular Brasileira, um dos diferenciais do Estesia se faz através da improvisação e da vontade de fazer diferente a cada nova edição, sem repetir a performance ou o repertório.</p>
<p>Mas há também o objetivo de ter uma paridade de gênero entre os convidados, abraçando a representatividade racial, de gêneros musicais, de localidade, de trazer para o palco as diferentes territorialidades e também as pessoas LGBTQIA+. “Apesar das nossas composições, buscamos sempre estressar um limite entre a canção popular e o fazer eletrônico. Tem pot-pourri entre Chico Buarque e Banda Kitara? Sim, pois se sentimos que esse é um diálogo possível levamos para o palco. Tentar se equilibrar nessa corda balançada pelo moralismo comum é algo que excita nosso desejo, a gente ama e se joga. É preciso tirar a performance desse lugar “moralizante” que a crítica, em geral, busca colocar a música popular brasileira, principalmente a que acontece nas periferias”, defende o cantor e compositor Carlos Filho.</p>
<p><strong>AUDIOVISUAL -</strong> No dia 3 de junho, o Estesia lançará um álbum visual acessível com audiodescrição, com a participação especial de Jessica Caitano e Alírio Assunção, no canal do grupo no YouTube. O registro foi gravado durante show no Teatro Luiz Mendonça, do Parque Dona Lindu, em 2021, com uma análise minuciosa de cada cena e sem a presença da plateia, devido às restrições de distanciamento social impostas pela pandemia de Covid-19. Dani França fez a audiodescrição.</p>
<p>Assim como nos dois dias de programação na Malakoff, o filme – batizado de Estesia Convida #4, tem o incentivo do Funcultura. Gravado pela Gira Produções, ele é o primeiro registro audiovisual profissional do grupo. É um álbum com uma ênfase grande no jogo de luzes e na coreografia dos convidados especiais, formando um visual interessante, já que no palco em local fechado e sem interferência do público foi possível um maior controle do ambiente em que se passam as cenas.</p>
<p>“Esse lançamento é histórico para nós. Nosso formato no palco sempre dificultou um registro satisfatório, que fosse capaz de traduzir com sensibilidade toda dinâmica e poética narrativa do espetáculo. Dessa vez, conseguimos, com a brilhante equipe da Gira Produções, atingir um resultado incrível num espaço de experimentação, de pesquisa, de um posicionamento crítico aos formatos convencionais do fazer artístico crível. A gravação é nossa produção do Estesia Convida durante a pandemia, já que estávamos impedidos de realizar a temporada presencialmente. Foi um desafio tenso e prazeroso adaptar uma experiência rodeada de gente, que usa a presença como um instrumento enriquecedor e sensorial do palco para algo a ser vivido, mediado por uma tela. Conseguimos e nos orgulhamos demais desse trabalho. Não vemos a hora dele estrear!”, comenta Carlos Filho, sobre a importância deste passo na trajetória do Estesia.</p>
<p><strong>ESTESIA -</strong> O coletivo surgiu do encontro dos produtores musicais Miguel Mendes e Tomás Brandão com o cantor e compositor Carlos Filho e o iluminador cênico Cleison Ramos em 2016. O termo Estesia vem do grego Aisthesis e significa a habilidade de entender sentimentos e sensações; a aptidão para compreender as sensações advindas da percepção do belo. É também um estado de mobilização sensorial do corpo para perceber o que nos cerca. A ideia dos artistas era criar um espaço de experimentação, de posicionamento crítico aos formatos convencionais do fazer cultural. As duas primeiras edições foram no Porto Mídia; depois, no Sinspire e, agora, na Torre Malakoff.</p>
<p>Todos os integrantes completam 20 anos de carreira e se sentem encorajados a sentir o dia, o palco, o público e suas vontades mais pulsantes, enquanto o espetáculo se dá. “Isso permanece desde que começamos e muito nos orgulha, o que mudou foi a maneira como esses discursos são expressados. No início, pensávamos toda experiência a partir de um lugar de contemplação. Após a eleição de 2018, migramos lentamente para onde chegamos hoje. Uma experiência mais festiva! Saímos dos teatros para as ruas. Tiramos as cadeiras e nos levantamos chamando o público para dançar conosco”, compara Carlos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span></p>
<p><strong>3/6 -</strong> Lançamento do álbum-visual e álbum-visual acessível com audiodescrição &#8211; Estesia Convida #4 &#8211; Com Jessica Caitano e Alírio Assunção, via YouTube</p>
<p><strong>9 e 10/6 –</strong> Das 19h à 0h. Estesia Convida #5 &#8211; Roda de conversa + show Estesia e convidados + DJ, na Torre Malakoff (Praça do Arsenal, Bairro do Recife). *Gratuito, sujeito à lotação do espaço. Entrada permitida a partir dos 12 anos. Dia 9: Territorialidades, com Anderson Miguel, Jessica Caitano, Mery Lemos. DJ: Patrick Tor4; dia 10: Do digital ao palco, com Joyce Alane, Bela Maria e João Victor. DJ: ID Libra</p>
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		<title>Estesia apresenta-se gratuitamente no Liamba</title>
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		<pubDate>Thu, 18 May 2023 14:37:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O coletivo Estesia tem um cuidado especial com a cidade e, desde sua origem, há sete anos, propõe-se a colocar temas como a política cultural e a representatividade em foco. Embarcados de início no Porto Mídia, depois no espaço Sinspire, ambos no Bairro do Recife, eles voltam ao centro da capital pernambucana pela primeira vez [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Sinspire-Estesia-04-110-Felipe-Schuler.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101533" alt="Felipe Schuler/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Sinspire-Estesia-04-110-Felipe-Schuler-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O coletivo Estesia tem um cuidado especial com a cidade e, desde sua origem, há sete anos, propõe-se a colocar temas como a política cultural e a representatividade em foco. Embarcados de início no Porto Mídia, depois no espaço Sinspire, ambos no Bairro do Recife, eles voltam ao centro da capital pernambucana pela primeira vez após a pandemia da Covid-19 com sua maior edição em termos de estrutura, mas desta vez na recém-reformada Torre Malakoff, na Praça do Arsenal da Marinha, nos dias 9 e 10 de junho. Os shows na Malafoff contam com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p><strong>PRÉVIA &#8211; </strong>Antes, porém, o coletivo que performa som e luz, promove um esquenta, neste sábado (20), com show gratuito no Liamba, nas Graças. A festa começa a partir das 22h, com a participação da bailarina Inaê Silva.</p>
<p>O Estesia surgiu do encontro de dois produtores musicais, Miguel Mendes e Tomás Brandão, com o cantor e compositor Carlos Filho e o iluminador cênico Cleison Ramos, que em conjunto elaboraram e realizam um espetáculo imersivo e sensorial, amparado por recursos tecnológicos numa atmosfera celebrativa.</p>
<p>Para o coletivo, o show de abre-alas no Liamba é importante para esquentar o público para a agenda do mês de junho, quando, além do “Estesia Convida”, o grupo lançará um álbum visual acessível com audiodescrição, com a participação de Jessica Caitano e Alírio Assunção, no canal do grupo no YouTube. O registro foi gravado durante show no Teatro Luiz Mendonça, em 2021, sem plateia devido às restrições de distanciamento.</p>
<p>Desde outubro de 2022 sem fazer shows no Recife, o Estesia promete um reencontro especial com a plateia, que vai reativar a conexão com os fãs para a nova temporada do projeto no próximo mês.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Show do Estesia<br />
Quando: 20 de maio de 20223 (sábado), às 22h<br />
Onde: Liamba (Rua Fernando Lopes, 78, Graças &#8211; Recife/PE)<br />
Gratuito</p>
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		<title>Ouvindo e Fazendo Música apresenta o projeto Estesia</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2018 16:18:57 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60439" aria-labelledby="figcaption_attachment_60439" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Estesia_Branco-Produções.jpg"><img class="size-large wp-image-60439" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Estesia_Branco-Produções-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo pernambucano une canção e paisagens sonoras urbanas</p></div>
<p>A edição deste sábado do projeto Ouvindo e Fazendo Música abre espaço para a nova geração da música pernambucana. Como parte da programação, o grupo Estesia sobe ao palco montado no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) às 17h para apresentar a faceta experimental da produção do Estado. O trabalho é marcado pelo encontro entre o Pachka Duo, composto por Miguel Mendes e Tomás Brandão, o cantor Carlos Filho, o baterista Márcio Silva e o iluminador cênico Cleison Ramos, que participa como performer de cena.</p>
<p>O grupo nasceu em 2016 com a proposta de unir canção e paisagens sonoras urbanas, promovendo a comunhão entre arte e tecnologia. O trabalho surgiu da curiosidade de seus integrantes, que já tinham experiência no mercado da música pernambucana, e que sentiram a necessidade de explorar outras sonoridades e formatos de apresentação. Assista abaixo um trecho da apresentação do grupo durante o festival Janeiro de Grandes Espetáculos de 2017, quando apresentaram intervenções na música “O Ciúme”, de Caetano Veloso.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/rgrs6uC8N8I" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Ouvido e Fazendo Música apresenta o Estesia<br />
Quando: Neste sábado, às 17h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças/ Recife)<br />
Ingressos: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia)</p>
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