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	<title>Portal Cultura PE &#187; estreia</title>
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		<title>&#8216;Corpo Político, Corpo-Mãe&#8217; ganha lançamento no Cinema da Fundação do Derby, dentro do Programa de Educação e Acessibilidade</title>
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		<pubDate>Tue, 06 May 2025 14:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p data-renderer-start-pos="1014"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-06-at-11.05.26.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-117751" alt="WhatsApp Image 2025-05-06 at 11.05.26" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-06-at-11.05.26-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p data-renderer-start-pos="1014">Depois da pré-estreia no Bar Super 8, o curta-metragem &#8216;Corpo Político, Corpo-Mãe&#8217;, um filme de Annìna Dias, em parceira com a Cora Produções, estreia nesta sexta-feira, 09 de maio, às 14h30, no Cinema da Fundação do Derby.</p>
<p data-renderer-start-pos="1389">O curta doc-ficcional aborda o conflito de uma militante feminista que engravida duas vezes na clandestinidade, durante a Ditadura Militar. Ela se vê obrigada a deixar a sua primeira filha de dois anos com os avós e seguir grávida com o marido para o exílio em Paris.</p>
<p data-renderer-start-pos="1658">&#8220;Lançar Corpo Político, Corpo-Mãe na Fundação Joaquim Nabuco é uma honra e motivo de muitas lembranças e alegrias. Além de cursos, exposições e filmes, que me fortaleceram culturalmente, frequento esta casa desde criança, quando funcionava a sede da Escola Técnica Federal de Pernambuco, onde minha mãe lecionava&#8221;. Viva o Cinema e a Educação! enaltece a cineasta Annìna Dias.</p>
<p data-renderer-start-pos="2035">O público desta vez será formado em sua maioria por educadoras/es e estudantes das escolas públicas EREM Oliveira Lima e EREFEM Barbosa Lima, localizadas no estorno. Esta proposta de exibição de filmes com um público escolar faz parte do Programa de Educação e Acessibilidade do Cinema da Fundação, que oferta sessões semanais acessíveis para escolas, grupos de pessoas com deficiência e entidades do terceiro setor, acolhendo também pessoas neurodivergentes, pessoas idosas e pessoas em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p data-renderer-start-pos="2560">Toda semana, no primeiro horário da programação do cinema, é realizada uma atividade de cinema educativa e acessível, promovendo o acesso ao cinema, viabilizando discussões temáticas sobre os filmes e utilizando a acessibilidade como ferramenta de mediação. &#8220;Uma das sessões do mês é realizada à noite, mobilizando o público da Educação para Jovens e Adultos &#8211; EJA&#8221;, esclarece o Assessor de Acessibilidade do Cinema da Fundação, Thulio Rodrigues. Após a exibição haverá uma roda de diálogo, que será aberta pelo coordenador do Cinema da Fundação, Luiz Joaquim.</p>
<p data-renderer-start-pos="3122">O filme contou com o financiamento público da Lei Paulo Gustavo / Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco / Ministério da Cultura do Brasil, a parceria da Cora Produções, apoios familiares e institucionais. O que permitiu mobilizar uma equipe de profissionais competentes e engajades, em sua maioria formada por mulheres afro, indígenas, cis e trans, do audiovisual pernambucano.</p>
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		<title>“Revinda”: Espetáculo de dança retrata dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 18:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A dor de uma mulher negra diante da perda do filho está no centro do espetáculo “Revinda”, nova criação da passista de frevo, pesquisadora e professora de dança pernambucana, Rebeca Gondim. O projeto, que reúne dança, música e poesia para retratar dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico do país, tem estreia marcada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Rebeca-Gondim-crédito-foto-6-Filipe-Gondim_batcheditor_fotor.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-117479" alt="Foto: Filipe Gondim" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Rebeca-Gondim-crédito-foto-6-Filipe-Gondim_batcheditor_fotor-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">A dor de uma mulher negra diante da perda do filho está no centro do espetáculo “Revinda”, nova criação da passista de frevo, pesquisadora e professora de dança pernambucana, Rebeca Gondim. O projeto, que reúne dança, música e poesia para retratar dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico do país, tem estreia marcada para o próximo sábado (26), na praça da UR-06, bairro do Ibura, no Recife, às 17h30, e segue em circulação por seis bairros da periferia da cidade até o fim de maio.</p>
<p dir="ltr">O nome do espetáculo, que significa “regresso ao ponto de onde partiu”, diz muito sobre o próprio projeto, que começou a nascer em 2015, como uma performance de dez minutos com o título de &#8220;Terezinha&#8221;, homenagem a Tereza Maria da Conceição, a mulher que teve o filho morto pela polícia enquanto brincava na frente de casa, no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Em 2019, &#8220;Terezinha&#8221; amadureceu e se transformou no espetáculo &#8220;Revinda&#8221;.</p>
<p dir="ltr">Cinco anos depois, &#8211; incentivado pelo Fundo de Incentivo à Cultura do Governo de Pernambuco – Funcultura e pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura &#8211; PNAB Recife &#8211; o projeto regressa às origens, na rua, cercado de gente por todos os lados. Para a idealizadora, Rebeca Gondim, a nova versão reflete as mudanças e os aprendizados da artista, adquiridos no período pandêmico, entre eles a necessidade de “se aquilombar”.</p>
<p dir="ltr">“Em Terezinha eu estava só em cena. E nessa volta agora eu busquei a força que vem do coletivo. Trouxe meu irmão, Filipe Gondim, que veio com o trabalho visual, a fotografia e a poesia que eu recito em cena. Convidei artistas que me inspiram, trouxe meus pais para os laboratórios de criação, Léo Bulhões, grande amigo que fez a trilha sonora da versão audiovisual, entre tantas pessoas próximas, que vieram formar essa encruzilhada de histórias comigo chamada Revinda”, conta a artista.</p>
<p dir="ltr">Com direção e preparação corporal de Maria Agrelli, “Revinda” ainda busca valorizar a produção cultural local, tendo artistas das próprias comunidades convidados, promovendo uma confluência de narrativas, histórias e sonhos, que resulta num novo espetáculo a cada apresentação. Para a estreia, participarão nomes como Lua Maria, cantora e percussionista, Daniel Semsobrenome, dançarino, e Pajé IB, multiartista do movimento hip-hop local.</p>
<p dir="ltr"><strong>Programação itinerante</strong></p>
<p dir="ltr">No próximo dia 03 de maio, o espetáculo sob o Morro da Conceição. Já no dia 10 de maio,  chega em Água Fria e segue nos dias 17, 24 e 31/05, respectivamente, para o Alto Santa Terezinha, Bomba do Hemetério e Beberibe. Todas as apresentações serão gratuitas, sempre às 17h30, com acessibilidade em Libras. Mais detalhes sobre a programação estão disponíveis através do <a href="https://www.instagram.com/rebecagondim__/">link</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong><em>Confira a ficha técnica:</em></strong></p>
<p dir="ltr">Criação e direção: Rebeca Gondim e Maria Agrelli</p>
<p dir="ltr">Trilha sonora: DJ Phino e Léo Bulhões</p>
<p dir="ltr">Luz: João Guilherme de Paula</p>
<p dir="ltr">Percussão: Bárbara Regina</p>
<p dir="ltr">Comunicação visual: Filipe Gondim e Laura Morgado</p>
<p dir="ltr">Produção: Júnior Melo e Renata Teles</p>
<p dir="ltr">Interpretação de Libras: Joselma Santos</p>
<p dir="ltr"><strong>SERVIÇO: </strong></p>
<p dir="ltr"><strong>“Revinda”</strong></p>
<p dir="ltr">26 de abril – SÁBADO, às 17h30, no Ibura (Praça da UR-06) – <em><strong>ESTREIA </strong></em></p>
<p dir="ltr">(Sábados de maio no Morro da Conceição, Água Fria, Bomba do Hemetério, Alto Santa Terezinha, Beberibe no mesmo horário)</p>
<p dir="ltr"><em>Acessibilidade em Libras</em></p>
<p dir="ltr"><em>Classificação: <strong>Livre</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Documentário de Hélder Lopes sobre Jota Michiles estreia no In-Edit 2023, em São Paulo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 14:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Será lançado nesta sexta-feira (16), no Cinesesc em São Paulo, o longa-metragem pernambucano &#8220;Frevo Michiles&#8221;. O documentário, que conta a trajetória do octogenário compositor frevista Jota Michiles, vai ser exibido na mostra competitiva nacional do Festival Internacional de Documentário Musical (In-Edit). Com participações de Alceu Valença, Spok, Getúlio Cavalcanti e Edson Rodrigues, o filme presta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/CARTAZ-Frevo-Michiles-2023_B.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-102216" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/CARTAZ-Frevo-Michiles-2023_B-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a></p>
<p>Será lançado nesta sexta-feira (16), no Cinesesc em São Paulo, o longa-metragem pernambucano &#8220;Frevo Michiles&#8221;. O documentário, que conta a trajetória do octogenário compositor frevista Jota Michiles, vai ser exibido na mostra competitiva nacional do Festival Internacional de Documentário Musical (In-Edit). Com participações de Alceu Valença, Spok, Getúlio Cavalcanti e Edson Rodrigues, o filme presta verdadeira reverência à contribuição do músico, que é Patrimônio Vivo de Pernambuco, para a cultura nacional através de suas canções e histórias.</p>
<p>Dirigido por Helder Lopes, com produção de Kika Latache (Vilarejo Filmes), &#8220;Frevo Michiles&#8221; é um documentário intimista que busca desvincular a vasta obra de Michiles e seus frevos do universo estritamente carnavalesco, destacando a inventividade poética de suas letras, o vigor de suas melodias e realçando sutis aspectos de sua marcante personalidade.</p>
<p>“Estive os últimos anos muito próximo a Michiles e pude acompanhar de perto toda a imprevisibilidade do seu pensamento e modo de ser. A família, os filhos, os netos, os amigos, todos parecem ter muito a oferecer e isso atribuo em parte à originalidade das coisas em que ele repara e nos faz enxergar. Nosso filme é também um convite a essa experiência, olhar com os olhos de Jota Michiles e enxergar com poesia carnavalizada a cidade, as manhãs de sol, os diabos louros e vampiras”, relata o diretor.</p>
<p>Para Hélder, o filme tem como grande mérito repassar e consagrar o legado do compositor para o frevo e o Carnaval brasileiro. “Ao mergulhar na obra de Jota Michiles percebemos a originalidade de suas composições a ponto de, em certo sentido, quase a denominarmos um subgênero dentro do frevo. O que ele faz, da forma que ele faz, não tem precedentes. Daí o título ‘Frevo Michiles’, porque, como diz Spok, o frevo até existia antes dele, mas dele pra frente o frevo tornou-se outro”, explica Helder Lopes.</p>
<p>As sessões de estreia contarão com as presenças de Jota Michiles e de Helder Lopes, que também estarão presentes na Cinemateca Brasileira quando, na sequência do festival, no domingo (18), Michiles será homenageado com uma apresentação, após a exibição do filme, da Orquestra de Frevo Capibaribe, liderada pelo pernambucano Junior Kaboclo. O In-Edit Brasil acontece entre os dias 14 e 25 de junho na cidade de São Paulo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Documentário Frevo Michiles &#8211; Helder Lopes<br />
16/6 &#8211; SEX &#8211; 18H – CINESESC<strong>*</strong><br />
18/6 &#8211; DOM 19H – CINEMATECA BRASILEIRA &#8211; Entrada franca<strong>**</strong><br />
25/6 &#8211; DOM 16H – CCSP &#8211; SALA PAULO EMÍLIO &#8211; Entrada franca</p>
<p><strong>*</strong>Sessão apresentada pelo diretor e por Jota Michiles.<br />
<strong>**</strong>Sessão seguida de show com a Orquestra Frevo Capibaribe</p>
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		<title>No Teatro Hermilo Borba Filho, Cia. Devir estreia espetáculo “Nove tentativas de não sucumbir”</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 12:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a Cia. Devir estreia o espetáculo “Nove tentativas de não sucumbir”, no próximo dia 7 de junho (quarta-feira), no Teatro Hermilo Borba Filho. Através do circo contemporâneo, a dupla pernambucana formada por João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima, sob a direção do francês [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_101911" aria-labelledby="figcaption_attachment_101911" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Thais Lima/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Cia-Devir-Crédito-Thais-Lima-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-101911" alt="Thais Lima/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Cia-Devir-Crédito-Thais-Lima-3-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A Cia. Devir é formada pela dupla pernambucana João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima</p></div>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a Cia. Devir estreia o espetáculo “Nove tentativas de não sucumbir”, no próximo dia 7 de junho (quarta-feira), no Teatro Hermilo Borba Filho. Através do circo contemporâneo, a dupla pernambucana formada por João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima, sob a direção do francês Jean-Michel Guy, constrói uma obra pulsante sobre como a inadequação atravessa nossos corpos e molda nossas experiências, seja no desejo de fazer parte ou de rejeitar o sistema, assumindo a originalidade como forma de existência.</p>
<p>“Nove tentativas de não sucumbir” é uma peça (termo que tomaram emprestado do teatro) de trapézio. Essa definição revela a maneira multidisciplinar com a qual a Cia Devir desenvolve seus processos e evidencia a forma como os artistas tecem a dramaturgia física e poética da obra. Nela, eles utilizam o trapézio de formas criativas e inusitadas, explorando diferentes alturas, da mais alta permitida pelo espaço cênico até muito próximo do chão, para estudar como seus corpos e movimentos se comportam (e se desorganizam e reorganizam). Em cena, os pernambucanos discorrem, poeticamente, sobre os sentimentos de inadequação, de rejeição social, e também de autoafirmação, de reconhecimento e empoderamento.</p>
<p>A ideia do projeto surgiu em 2016 mas, ao longo dos últimos anos, João Lucas e Vitor enveredaram por diferentes projetos, entre eles um período de formação na Escola Nacional de Circo, no Rio de Janeiro, idealizaram projetos que entrecruzavam diferentes linguagens e capitanearam ações de fomento ao circo, entre eles a abertura da sede da companhia, no Recife. Para auxiliar na construção do trabalho, os artistas convidaram o diretor francês Jean-Michel Guy, uma das maiores referências do circo contemporâneo no mundo, com quem estabeleceram uma instigante dinâmica de trocas poéticas e técnicas.</p>
<p>“Enquanto companhia, sempre tivemos essa inquietação de nos expressar através da linguagem circense, mas para dizer coisas que vão além dela mesmo, do movimento em si, o que, tradicionalmente, não acontece no circo. Foi ótimo trabalhar com Jean-Michel porque ele nos ajuda a colocar no físico as imagens dos temas que queremos trabalhar, respeitando também a nossa forma de criar. Ele traz um universo de ideias, tanto no campo racional quanto na perspectiva das metáforas. É muito intenso e também de expansão do nosso olhar”, explica João Lucas.</p>
<p>Primeira experiência da companhia com um diretor externo (os trabalhos anteriores foram supervisionados pelos próprios intérpretes), o espetáculo traz novos procedimentos artísticos e técnicos para a Devir, sem perder de vista a pesquisa e a poética da dupla. O processo sofreu interrupções por conta da pandemia de Covid-19 e só no início de 2023 foi retomado presencialmente, ganhando novos contornos.</p>
<p>“Para mim, o sentido de um espetáculo de circo só se revela realmente pouco antes da estreia e procede sempre do corpo, da invenção de gestos inéditos: o corpo de um artista de circo é sempre, em si, narrativo e portador de drama. Me interessa entender o que os corpos, sujeitos a restrições técnicas interessantes, e com a ajuda de palavras-chave ou imagens, já estão dizendo por si mesmos. E foi isso que aconteceu: o simples fato de mudar a altura do trapézio sugere um caminho de ascensão, um arranque progressivo das contingências terrestres, e daí, o tema da inadequação social, sempre em segundo plano, tornou-se o esforço artístico para escapar das normas, a busca do significado e da beleza livre”, aponta o diretor Jean-Michel Guy.</p>
<p>O repertório de Jean-Michel Guy, integrante do júri do <em>Circus Next</em>, plataforma europeia que mapeia iniciativas inovadoras no circo, também evidenciou para a dupla a importância do tempo para a criação artística. Se na França, país que mais investe no circo contemporâneo, é comum que artistas se dediquem por cerca de três anos à criação de um espetáculo, no Brasil, com a pouca atenção à área, o cenário é diferente, com pouco tempo e recursos para desenvolver as obras.</p>
<p>“A linguagem circense é baseada em técnicas físicas e, para trazer originalidade para cada obra, é necessário uma pesquisa minuciosa, com o objetivo de encontrar um vocabulário específico, criar universos através desses movimentos. É um processo de encontrar sentido, também fisicamente. O curto tempo para, de fato, conduzir o projeto e construir a dramaturgia física foi um dos desafios para materializar o espetáculo. Nosso desejo é que, no Brasil, o circo contemporâneo tenha mais espaço, estrutura e tempo, por entender que a linguagem necessita desse processo”, reforça Vitor Lima.</p>
<p>Para o diretor francês, a experiência com a Cia Devir foi igualmente instigante e deixou evidente o esforço dos brasileiros em criar um espetáculo pujante e robusto, a despeito de qualquer dificuldade.</p>
<p>“Vitor e João são pessoas que lutam com constância e tenacidade pela arte do circo, que não se deixam abater pelos obstáculos de todos os tipos que comprometem a inventividade artística no Brasil, e que, por outro lado, graças à sua formação intelectual anterior à sua aprendizagem do circo, são capazes de manejar os conceitos com alguma segurança”, afirma.</p>
<p><strong>AÇÕES FORMATIVAS -</strong> Dentro do projeto e da sua missão de fomentar a formação em circo contemporâneo em Pernambuco, a Cia Devir oferece duas ações gratuitas com Jean-Michel Guy. No dia 5 de junho, às 19h30, na Aliança Francesa, acontece a palestra “História e estética do circo contemporâneo na Europa”. O artista francês também conduz a oficina “Exploração prática da responsabilidade dramatúrgica”, na sede da Cia Devir. Todas as atividades são gratuitas.</p>
<p>O espetáculo “Nove tentativas de não sucumbir” conta com o incentivo do Funcultura Geral 2018, apoio do Consulado Francês em Recife e parcerias da Aliança Francesa em Recife e do Centro Cultural Apolo-Hermilo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span></p>
<p>Palestra “História e estética do circo contemporâneo na Europa”, com Jean-Michel Guy<br />
Quando: 5 de junho (segunda-feira), às 19h30<br />
Local: Aliança Francesa Derby (Rua Amaro Bezerra, 466, Derby)<br />
Entrada gratuita<br />
Acessibilidade em Libras</p>
<p>Espetáculo “Nove tentativas de não sucumbir”, da Cia Devir<br />
Quando: Dias 7, 8 (com audiodescrição), 15, 16 (com tradução em libras) e 18 de junho<br />
Horário: às 19h30<br />
Local: Teatro Hermilo Borba Filho (Av. Cais do Apolo, s/n, Bairro do Recife)<br />
Gratuito, com distribuição dos ingressos 1h antes da apresentação</p>
<p>Oficina “Exploração prática da responsabilidade dramatúrgica”, com Jean-Michel Guy<br />
Quando: Dias 10, das 17h às 20h, e 11 de junho, das 15h às 18h<br />
Local: Espaço Devir (Rua Olga, 71, Encruzilhada).<br />
Gratuito<br />
Inscrições: no Instagram da Cia Devir (@CiaDevir), a partir de 31 de maio [vagas limitadas]</p>
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		<title>Teatro de Retalhos estreia a peça &#8220;A Antimáquina Que Sustenta o Voo&#8221;, em Arcoverde</title>
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		<pubDate>Mon, 29 May 2023 15:15:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Coletivo de Arcoverde, o Teatro de Retalhos estreia o espetáculo A Antimáquina que Sustenta o Voo. A peça será encenada na Estação da Cultura, nos dias 2, 3 de 4 de junho, a partir das 20h, e o esquema da bilheteria é &#8216;pague quanto puder&#8217;. Com dramaturgia de Djaelton Quirino, que assina também a direção, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Cartaz-Hévilla-de-França.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101767" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Cartaz-Hévilla-de-França-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Coletivo de Arcoverde, o Teatro de Retalhos estreia o espetáculo <em>A Antimáquina que Sustenta o Voo</em>. A peça será encenada na Estação da Cultura, nos dias 2, 3 de 4 de junho, a partir das 20h, e o esquema da bilheteria é &#8216;pague quanto puder&#8217;.</p>
<p>Com dramaturgia de Djaelton Quirino, que assina também a direção, a montagem traz relatos dos atores interligados a histórias ficcionais e incorpora poemas e músicas dos arcoverdenses Micheliny Verunsky e Lira Paes.</p>
<p><strong>SINOPSE -</strong> Para que serve uma história? Os caminhos físicos e temporais que derivam dessa pergunta perpassam o território geográfico e íntimo do Teatro de Retalhos neste espetáculo, que ora emerge, ora imerge na criação de uma história entrelaçada em tantas outras. o Teatro de Retalhos investiga as possibilidades de voo coletivo, e a engenharia inventiva das tantas antimáquinas necessárias a esse intento.</p>
<p><em>A Antimáquina Que Sustenta o Voo</em> é um mapa de histórias. Cada rota escolhida, de forma consciente ou não, nos leva, espectadores e artistas, a diferentes caminhos narrativos. São trinta e duas possibilidades de caminhos dramáticos diferentes que podem ser percorridos, transformando cada apresentação em um percurso singular. Em uma investigação sobre criação e territorialidade, o coletivo, nascido e sediado em Arcoverde, Sertão de Pernambuco, se depara com questões sobre ser e estar.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Estreia &#8220;A Antimáquina Que Sustenta o Voo&#8221; &#8211; Teatro de Retalhos<br />
Quando: 2, 3, 4 de junho (sexta-feira, sábado e domingo), às 20h<br />
Onde: Espaço Circulador &#8211; Estação da Cultura (Av. Zeferino Galvão, 119 &#8211; Santa Luzia, Arcoverde &#8211; PE)<br />
Ingressos: pague quanto puder</p>
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		<title>Espetáculo de formas animadas &#8220;Quatro Luas&#8221; estreia no Teatro Hermilo Borba Filho</title>
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		<pubDate>Wed, 17 May 2023 14:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O universo fantasioso do poeta e escritor espanhol Federico Garcia Lorca chega mais próximo ao universo do público infantil do Recife, através do espetáculo Quatro Luas, que estreia neste sábado (20), às 16h, no Teatro Hermilo Borba Filho. Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a montagem de formas animadas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Espetáculo-Quatro-Luas-Foto-Ivo-Barreto-6.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101496" alt="Ivo Barreto/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Espetáculo-Quatro-Luas-Foto-Ivo-Barreto-6-607x348.jpg" width="607" height="348" /></a></p>
<p>O universo fantasioso do poeta e escritor espanhol Federico Garcia Lorca chega mais próximo ao universo do público infantil do Recife, através do espetáculo Quatro Luas, que estreia neste sábado (20), às 16h, no Teatro Hermilo Borba Filho. Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a montagem de formas animadas fará apresentações também nos dias 21 (domingo) e 27 de maio (sábado), sempre às 16h, totalizando três apresentações neste mês de maio. Os ingressos têm preços populares: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). Mais informações pelo perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/obandocoletivo/" target="_blank"><strong>@obandocoletivo</strong></a>.</p>
<p>A dramaturgia inédita, assinada e dirigida por Claudio Lira, é inspirada em contos de Lorca, transportando o universo onírico do escritor para o Sertão Nordestino. Em cena, um grupo de ciganos se junta para contar ao público a história de um menino que está perdido e busca o caminho de casa. Assim, o elenco de quatro atores e atrizes conduz os espectadores por uma jornada fantástica, na qual o protagonista encontra animais falantes, personagens imaginários e as quatro fases da lua, a fim de cumprir seu objetivo.</p>
<p>Misturando teatro de formas animadas, contação de histórias e trilha sonora ao vivo, a narrativa de classificação livre transita por momentos leves e de humor, bem como por reflexões existenciais e lições de vida profundas. A obra apresenta temáticas como morte, velhice, solidão, sabedoria e intuição de forma leve e sutil, própria para os pequenos, sendo, portanto, um espetáculo tocante e acessível para todas as idades.</p>
<p>“Existem autores consagrados na história da literatura que usualmente não são relacionados ao universo da criança. Entretanto, faz parte da função do artista transpor essas barreiras. Apesar de frequentemente densa e delicada, a temática de Lorca é real, são dilemas humanos, e a criança também tem o direito de se conscientizar a respeito dessa condição”, comenta Claudio Lira, o diretor e dramaturgo do espetáculo.</p>
<p><strong>EQUIPE -</strong> <em>Quatro Luas</em> tem direção musical de Douglas Duan, produção de Claudio Lira e Ivo Barreto, e realização por O Bando Coletivo de Teatro. No elenco estão Brunna Martins, Célia Regina, Douglas Duan e Matheus Carlos, além dos músicos Matheus Albuquerque, Arnaldo do Monte e Gilberto Bala.</p>
<p><strong>SOBRE O COLETIVO -</strong> O Bando Coletivo de Teatro é formado por artistas recifenses que trabalham em parceria com o diretor Claudio Lira. Juntos, eles têm um desejo em comum: estabelecer uma discussão viva e criativa sobre o fazer teatral e suas múltiplas formas e práticas. “Quatro Luas” é o terceiro espetáculo do coletivo, estreando após “Sebastiana e Severina”, espetáculo para infância e juventude que conquistou 9 prêmios no Janeiro de Grandes Espetáculos 2016; e “Solo para um Sertão Blues”, criado a partir do livro premiado “Solo para Vialejo”, da escritora Cida Pedrosa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Estreia do espetáculo <em>Quatro Luas</em><br />
Sábados, 21 e 27/05, e domingo, 22/05, às 16h<br />
Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, 142 &#8211; Bairro do Recife)<br />
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)<br />
À venda na bilheteria do teatro 1 hora antes da sessão<br />
Mais informações pelo perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/obandocoletivo/" target="_blank"><strong>@obandocoletivo</strong></a></p>
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		<title>Serra Talhada é a cidade escolhida para estreia do projeto &#8220;Fala Periferia&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Apr 2023 11:25:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Projeto itinerante capitaneado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), o Fala Periferia terá sua primeira edição em Serra Talhada (Sertão do Pajeú), neste sábado (15). Gestores/as e agentes culturais e artistas vão se reunir na Câmara Municipal, a partir das 13h, para uma tarde de troca de ideias, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto itinerante capitaneado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), o Fala Periferia terá sua primeira edição em Serra Talhada (Sertão do Pajeú), neste sábado (15).</p>
<p>Gestores/as e agentes culturais e artistas vão se reunir na Câmara Municipal, a partir das 13h, para uma tarde de troca de ideias, escutas, propostas e demandas em torno da cultura popular contemporânea pernambucana. Além de apresentações e bate-papos, estão previstas intervenções de artistas locais e show da rapper e coquista Jéssica Caitano, vocalista da banda Radiola Serra Alta. Aperte o<em> play</em> e confira o encontro na íntegra.</p>
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		<title>Peça &#8220;Sine qua nom ou Tem uma usina dentro de mim&#8221; estreia no Teatro Marco Camarotti</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 16:16:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde os tempos do Brasil Colônia, a nossa sociedade é marcada pelo açúcar, seja por seu cultivo e exploração, que ajudou a moldar economicamente o país, até o seu consumo, que hoje delineia a alimentação e a nutrição dos brasileiros. Os setes personagens da peça Sine qua non ou Tem uma usina dentro de mim, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/SINE-QUA-NON-OU-TEM-UMA-USINA-DENTRO-DE-MIM-FOTO-MARINA-BRANCO-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100009" alt="Marina Branco/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/SINE-QUA-NON-OU-TEM-UMA-USINA-DENTRO-DE-MIM-FOTO-MARINA-BRANCO-1-607x392.jpg" width="607" height="392" /></a></p>
<p>Desde os tempos do Brasil Colônia, a nossa sociedade é marcada pelo açúcar, seja por seu cultivo e exploração, que ajudou a moldar economicamente o país, até o seu consumo, que hoje delineia a alimentação e a nutrição dos brasileiros. Os setes personagens da peça <em>Sine qua non ou Tem uma usina dentro de mim</em>, que estreia nesta sexta-feira (31), vivem experiências deflagradas a partir de uma situação de horror e todos têm suas histórias de alguma maneira impactadas pelo açúcar.</p>
<p>O espetáculo conta com  incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e cumpre curta-temporada no Teatro Marco Camarotti, no Sesc Santo Amaro. As apresentações abertas ao público vão de 31 de março a 2 de abril, de sexta-feira a domingo, com sessões duplas diariamente: às 18h e às 20h. Os ingressos são gratuitos (é preciso retirar 1h antes de cada sessão na bilheteria do teatro).</p>
<p>Antes disso, nos dias 29 e 30 de março, quarta e quinta-feira, o grupo fará apresentações fechadas da peça com ações de acessibilidade para associações de pessoas em vulnerabilidade social e grupos culturais. No total, a peça terá 10 sessões.</p>
<p>A dramaturgia e a direção do espetáculo são de Jorge de Paula, que também integra o elenco. Ao lado de Jorge de Paula estão: Andrea Veruska, Arilson Lopes, Daniel Alcântara, Elis Costa, Iara Campos e Wagner Montenegro.</p>
<p>O autor escreveu o texto em 2014, durante uma experiência com o grupo Magrÿkory, do Sesc Santa Rita, no Recife, mas com o passar do tempo, o teatrólogo conseguiu estabelecer outras conexões, relações e referências a partir da dramaturgia. “A minha definição para o espetáculo junta muitas referências e estudos que tenho feito nos últimos anos, além da minha experiência pessoal. Digo que é um carrego adulcicarado fármaco-pornográfico”, explicita Jorge de Paula.</p>
<p>Nessa definição, há menções, por exemplo, ao professor Luiz Rufino, que escreveu livros como Pedagogia das Encruzilhadas; ao teórico Alexandre de Jesus, que trabalha com o conceito de ‘subjetividade adocicada’ em seus escritos; e ao filósofo Paul B. Preciado, que relaciona a indústria farmacêutica e a pornográfica, se aprofundando no fato de que essas duas indústrias atuam no ciclo da excitação-frustração, para que o consumo seja incitado ininterruptamente.</p>
<p>Se a dramaturgia não necessariamente faz menção direta ao açúcar, a encenação está repleta de referências, algumas mais diretas, como na cenografia de Renata Gamelo, no figurino de Thiago Amaral e na sonoplastia de Marcelo Sena, e outras mais dispersas, que vão dialogar com as diferentes experiências do espectador. “Há uma empreitada açucareira que ajudou a nos forjar e que impacta as nossas vidas sem que muitas vezes tenhamos noção disso. É o que acontece com esses personagens. Alguns são doces, mas guardam o horror em si”, conta Jorge de Paula.</p>
<p><strong>SOBRE O DRAMATURGO E DIRETOR -</strong> Jorge de Paula é arte-educador, licenciado em Educação Artística/Artes Cênicas, pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ator, encenador, escritor e produtor cultural. Como “teatrista”, há 21 anos desenvolve pesquisas sobre Teatro para a infância e juventude, Circo-teatro e Teatro do povo do Nordeste. Dentre suas principais realizações estão os espetáculos <em>No meio da noite escura tem um pé de maravilha</em> (2009), <em>O amor de Clotilde por um certo Leandro Dantas</em> (2010),<em> De Íris ao arco-íris</em> (2013) e <em>As conchambranças de Quaderna</em> (2021). <em>Com Sine qua nom ou Tem uma usina dentro de mim </em>inaugura um novo momento criativo voltado à empreitada açucareira em Pernambuco</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></strong><br />
Espetáculo <em>Sine qua non ou Tem uma usina dentro de mim</em><br />
Quando: 31 de março a 2 de abril (de sexta a domingo), às 18h e às 20h<br />
Onde: Teatro Marco Camarotti (Sesc Santo Amaro – Rua Treze de Maio, 455, Santo Amaro)<br />
Ingressos: Gratuito. É preciso retirar o ingresso na bilheteria do teatro 1h antes de cada sessão. Sujeito à lotação do espaço.</p>
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		<item>
		<title>Inspirado na obra de García Lorca, “Yerma Atemporal” estreia no Teatro do Parque</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/inspirado-na-obra-de-garcia-lorca-yerma-atemporal-estreia-no-teatro-do-parque/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Mar 2023 14:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Montagem pernambucana inspirada na obra do escritor espanhol Federico García Lorca, o espetáculo Yerma Atemporal estreia nesta quarta e quinta-feira (15 e 16/3), às 20h, no Teatro do Parque. Com direção de Simone Figueiredo e Paulo de Pontes, a peça transporta a célebre tragédia Yerma, escrita em 1934 por García Lorca, para a aridez do Sertão pernambucano. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_99590" aria-labelledby="figcaption_attachment_99590" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Yerma-Atemporal-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-99590" alt="Morgana Narjara/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Yerma-Atemporal-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com direção de Simone Figueiredo e Paulo de Pontes, montagem pernambucana revisita texto de Federico Garcia Lorca e lança luz sobre o papel da mulher na sociedade</p></div>
<p>Montagem pernambucana inspirada na obra do escritor espanhol Federico García Lorca, o espetáculo <em>Yerma Atemporal</em> estreia nesta quarta e quinta-feira (15 e 16/3), às 20h, no Teatro do Parque. Com direção de Simone Figueiredo e Paulo de Pontes, a peça transporta a célebre tragédia<em> Yerma</em>, escrita em 1934 por García Lorca, para a aridez do Sertão pernambucano. Oito atrizes e atores em cena revivem a trama, que gira em torno da aflição de uma protagonista em se tornar mãe, fazendo refletir sobre a pressão social que as mulheres sofrem acerca do matrimônio e da maternidade.</p>
<p>Revisitado, o texto da montagem é fruto da monografia “Yerma, de Federico García Lorca: O imaginário trágico da mulher na tradição espanhola”, desenvolvida por Simone ao longo de dois anos e apresentada como conclusão do curso Letras Espanhol, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Quase 90 anos depois de escrito, o texto segue atual e questiona velhos costumes que ainda perseguem a mulher contemporânea.</p>
<p>Com forte olhar sobre o feminino e com equipe técnica predominantemente formada por mulheres, a realização traz ainda trilha musical ao vivo com direção de Douglas Duan, incluindo a canção original “Yerma”, de autoria de Newton Moreno. Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do teatro nos dias de apresentação, e custam 1kg de alimento não perecível.</p>
<p><em>Yerma Atemporal</em> é um projeto realizado por Simone Figueiredo e Apacepe, com co-produção da Renascer Produções, e conta com o patrocínio da Copergás e apoio da Fundação de Cultura da Cidade do Recife, Secretaria de Cultura, Prefeitura do Recife, Teatro do Parque, Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, Adepe, Secretaria de Desenvolvimento, Governo do Estado de Pernambuco e Instituto Cervantes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Estreia do espetáculo “Yerma Atemporal”<br />
Quando: 15 e 16 de março de 2023 (quarta e quinta-feira), às 20h<br />
Onde: Teatro do Parque (Rua do Hospício, 81 &#8211; Boa Vista &#8211; Recife/PE)<br />
Ingressos: 1kg de alimento não-perecível<br />
Reserva do ingresso: <a href="https://www.sympla.com.br/evento/yerma-atemporal-exercicio-2/1911997" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a><br />
Mais informações pelo perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/yerma.atemporal1/" target="_blank"><strong>@yerma.atemporal1</strong></a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Espetáculo feminino &#8220;Negras Aboto&#8221; estreia no Teatro Barreto Júnior</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-feminino-negras-aboto-estreia-no-teatro-barreto-junior/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 18:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Teatro Barreto Júnior]]></category>

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		<description><![CDATA[O Teatro Barreto Júnior, no bairro do Pina (Recife), recebe a estreia do espetáculo Negras Aboto, nos dias 17 e 19 de março (sexta-feira e domingo), às 19h. A montagem, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos, tem como proposta apresentar, por meio da dança e música, a ancestralidade, raízes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Espetaculo_Negras-Aboto_-Foto_-Fernando-Azevedo__.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-99337" alt="Fernando Azevedo/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Espetaculo_Negras-Aboto_-Foto_-Fernando-Azevedo__-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Teatro Barreto Júnior, no bairro do Pina (Recife), recebe a estreia do espetáculo <em>Negras Aboto</em>, nos dias 17 e 19 de março (sexta-feira e domingo), às 19h. A montagem, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos, tem como proposta apresentar, por meio da dança e música, a ancestralidade, raízes e ligações sobre os corpos femininos negros. Ao todo, 19 mulheres negras da periferia, ligadas aos terreiros de religiões de matriz africana, compõe a peça. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$10 (meia), e podem ser adquiridos pelo site <a href="https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-negras-aboto/1865337" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a>.</p>
<p>O espetáculo tem como protagonista as dançarinas Raquel Araújo e Islene Martins. Juntas, elas trazem ao palco mitos e forças dos orixás: Oxum e Xangô, embaladas pelos movimentos inspirados na salsa e nas danças de culturas afro-brasileiras. A poesia também será marca principal da peça, com textos da poetisa Edgleice Barbosa. A peça tem duração de uma hora e é dividida em duas partes. Na primeira etapa, o público contempla a apresentação, e, em seguida, acontece um bate-papo especial com as integrantes do espetáculo, com espaço para perguntas e respostas da plateia.</p>
<p>A montagem terá a participação de sete percussionistas, negras, de várias áreas da região metropolitana. São elas: Carminha de Xangô, 37 anos; Josy Caldas, 29 anos; Barbará Regina, 32 anos; Marianne Costa, 34 anos; Gabriela Moura, 29; Aryanne Vieira, 27 anos; e Lu Mattos. No palco, elas vão comandar o repertório que vai embalar a apresentação. Também se soma ao grupo as poetisas Edgleice Barbosa, 42 anos; e Pollyanne Carlos, 34 anos.</p>
<p>A narrativa nasceu dos questionamentos sobre o papel das mulheres dentro do contexto contemporâneo, no contexto da música, da dança, e dos constantes ataques à sexualidade feminina imposta pelo machismo. “Poder levar este espetáculo para o público é uma forma de mostrar a força de todas nós, mulheres pretas e periféricas, muitas das vezes subestimadas pela nossa cor, talento e coletividade. É preciso, de uma vez por todas, que a sociedade reconheça e respeite a mulher preta, de comunidade, dando oportunidades, voz e garantindo a participação delas onde elas quiserem”, destaca Islene Martins, produtora cultural e coordenadora do projeto.</p>
<p>Para Raquel Araújo, produtora cultural e uma das atrizes principais do espetáculo, é preciso fazer a sociedade refletir sobre a importância que nós, mulheres, negras e periféricas, temos para o nosso País. “ É necessário construir o principio da coletividade em favor de nós, aproximando comunidades diversas, como estudantes, historiadores, povos de terreiro, coletivos negros, feministas negras, artistas, fazedores culturais, instituições articuladas, como forças de apoio e encorajamento. Sem dúvidas, juntas podemos mais &#8220;, diz.</p>
<p>Além das exibições no teatro, conteúdo também ficará disponível na página do projeto, no canal:<a href="https://www.youtube.com/@negrasaboto" target="_blank"><strong> youtube.com/@negrasaboto</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Espetáculo <em>Negras Aboto</em><br />
Quando: 17 (sexta-feira) e 19 (domingo) de março de 2023, às 19h<br />
Onde: Teatro Barreto Júnior, rua Estudante Jeremias Bastos, bairro do Pina, Recife<br />
Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada). Antecipados pelo <a href="https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-negras-aboto/1865337" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a></p>
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